PREFEITURA MUNICIPAL DE JACUNDÁ – PA
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
“UM NOvO OLhAR PARA A EDUCAÇÃO”
NÚCLEO PEDAGÓGICO
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
I Encontro de Formação para os Cuidadores
Educacional das crianças com Necessidades
Educativas Especiais - 2017
Coordenadora da Educação Especial: Rosana
Cristina
CUIDADOR EDUCACIONAL
Objetivo Geral
Prestar serviços de apoio aos alunos da rede municipal com deficiência que
apresentam limitações motoras que acarretem dificuldades no autocuidado e
atividades escolares (de caráter permanente ou temporário), respeitando as
condições específicas de cada aluno.
Atribuições
Acompanhar os alunos até o transporte escolar, realizar a recepção do aluno no
portão com no mínimo 10 (dez) minutos de antecedência ao início das aulas,
auxiliando-o no transporte de materiais e objetos pessoais e acompanhando-o em
todo período de aula.
Garantir o acesso e o deslocamento em todo o ambiente escolar, ficar de
prontidão para executar, quando solicitado, as funções de oferecer o lanche,
higiene bucal, acompanhar para o uso do sanitário, realizar a sua higiene íntima,
troca de vestuário e/ou fraldas e banho;
Executar, com segurança, as manobras posturais, de transferência e de
locomoção, conforme conhecimentos necessários ao desempenho da função;
Deslocar e movimentar corretamente e com segurança o aluno, para a
realização das atividades escolares, externas à sala de aula, dentro dos limites da
escola, conforme conhecimentos necessários ao desempenho da função;
 Acompanhar o aluno, no horário do intervalo, até o local apropriado, como
pátio, cantina ou refeitório e auxiliá-lo durante a alimentação e após, em sua
higiene.
Ao final do intervalo, auxiliá-lo no retorno à sala de aula, conforme
conhecimentos necessários ao desempenho da função;
Acompanhar o aluno em aulas e/ou atividades extras que não se insiram no
período escolar regular.
Utilizar e realizar a manutenção dos equipamentos e utensílios habitualmente
utilizados pelo aluno para alimentação e higiene;
Zelar pela higiene e manutenção dos materiais de procedimentos específicos
para o asseio do aluno;
Permanecer todo o período de aula do aluno, acompanhando o mesmo;
Comunicar aos responsáveis da unidade escolar, sempre que necessário,
as ocorrências relacionadas ao aluno;
Reconhecer as situações que necessitem de intervenção externa ao âmbito
escolar tais como o socorro médico, as quais deverão seguir os
procedimentos já previstos e realizados na unidade escolar quando
necessário;
Registrar diariamente qualquer ocorrência envolvendo o aluno, submetendo-
a ao conhecimento do Gestor do Contrato para as providências cabíveis;
Cumprir horário e estar adequadamente uniformizado e identificado;
Comunicar antecipadamente ausências e possíveis faltas;
O papel do cuidador é de apoio e suporte, especialmente
a crianças e adolescentes com deficiências mais graves ou
múltiplas, gerindo aspectos como alimentação, medicação,
fisioterapia, sondas e troca de fraldas. "Ele vai cuidar da saúde
e do bem-estar da criança e auxiliar nas atividades escolares.
Não se pode confundir com o papel do professor, pois
sua atuação não é pedagógica", explica Anna Augusta. Um
importante grupo a ser envolvido na mudança de perspectiva é
o dos familiares dos alunos com deficiência. "Os pais não têm
''''resistência'''' ao atendimento inclusivo, eles têm é receio de
que seus filhos não sejam bem atendidos em razão da falta de
estrutura", pontua Anna Augusta. Quanto mais grave for a
deficiência, maior a preocupação da família, que em geral sofre
com a falta de recursos adequados desde o nascimento da
criança.
Outra possível barreira está nas próprias equipes das
escolas, que podem temer que a presença de alunos com
deficiência prejudique a qualidade do ensino. Nesses casos,
vale trabalhar a formação de gestores, fazer a transição do
atendimento de forma gradual, com discussões dentro das
escolas, respeitando o processo histórico da rede.
Os cuidadores tem por direito e precisão de se formar
profissionais de ensino que conheçam as necessidades da
criança com deficiência e saibam escolher os recursos
necessários para seu desenvolvimento social e cognitivo. Os
cuidadores, de forma geral, são importantes conhecedores das
necessidades de suas crianças. São eles os atores principais
que viabilizam ou não o acesso às informações sobre a criança
e a participação deste na escola. Assim, é fundamental que se
estabeleçam parcerias entre família e educadores para facilitar
o processo de inclusão.
Síndrome de Down
síndrome de Down, é uma condição cromossômica causada
por um cromossomo extra no par 21. Crianças e jovens com
síndrome têm características físicas semelhantes e estão
sujeitos a algumas doenças. Embora apresentem deficiências
intelectuais e de aprendizado, são pessoas com personalidade
única, que estabelecem boa comunicação e também são
sensíveis e interessantes. Quase sempre o “grau” de
acometimento dos sintomas é inversamente proporcional ao
estímulo dado a essas crianças durante a infância. A síndrome
de Down pode ocorrer em todas as raças humanas e efeitos
semelhantes.
SINTOMAS DE SÍNDROME DE DOWN
Crianças com a síndrome de Down têm deficiências intelectuais e algumas
características físicas específicas. Elas têm olhos amendoados, devido às
pregas nas pálpebras e em geral são menores em tamanho. As mãos
apresentam uma única prega na palma, em vez de duas. Os membros são
mais curtos, o tônus muscular é mais fraco e a língua é protrusa, maior do
que o normal. Problemas de saúde e de aprendizado podem ocorrer, mas
estes variam de criança para criança. Cada pessoa com síndrome de Down
é único, os sintomas e sinais podem ser de moderados a severos.
ESTIMULE A CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN
Superproteção é um dos fatores que impedem seu desenvolvimento.
Superproteção e excesso de cuidados, na maioria dos casos, são os inimigos
do crescimento emocional, social e intelectual da criança. Os Pais e
cuidadores devem dosar sua preocupação sem prejudicar o amadurecimento
infantil.
Brinquedos e brincadeiras
Segundo Zan, não existem brinquedos estimulantes, mas pessoas capazes
de estimular o desenvolvimento de crianças por meio de brincadeiras. "Uma
caixa de papelão pode ser um ótimo brinquedo, desde que o adulto saiba
criar uma interação divertida com ela", afirma. Assim, os brinquedos mais
indicados a crianças com síndrome de Down são aqueles que despertam a
atenção e a curiosidade dela. Também vale prestar atenção na faixa etária
recomendada de cada brinquedo, informação presente na embalagem.
Autismo
O autismo é um transtorno global do desenvolvimento
marcado por três características fundamentais: Inabilidade
para interagir socialmente, Dificuldade no domínio da
linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos
simbólicos, Padrão de comportamento restritivo e
repetitivo.
SÍNTOMAS
O autismo acomete pessoas
de todas as classes sociais e etnias,
mais os meninos do que as meninas.
Os sintomas podem aparecer
nos primeiros meses de vida, mas
dificilmente são identificados
precocemente.
O mais comum é os sinais
ficarem evidentes antes de a criança
completar três anos.
TRATAMENTO
Até o momento, autismo é um
distúrbio crônico, mas que conta com
esquemas de tratamento que devem
ser introduzidos tão logo seja feito o
diagnóstico e aplicados por equipe
multidisciplinar.
Não existe tratamento padrão
que possa ser utilizado.
Cada paciente exige acompanhamento
individual, de acordo com suas
necessidades e deficiência.
   
Autistas têm dificuldade de
lidar com mudanças, por menores que
sejam; por isso é importante manter o
seu mundo organizado e dentro da
rotina;
A particularidade de cada aluno
deve ser respeitada. Autistas de bom
rendimento podem apresentar
desempenho em determinadas áreas
do conhecimento com características
de genialidade;
DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO
O Dia Mundial do Autismo, anualmente em 2 de Abril,
foi criada pela Organização das Nações Unidas.
Em 2010 a ONU declarou que segundo especialistas
acredita-se que esse Transtorno Global do Desenvolvimento
– TGD atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o
mundo, afetando como esses indivíduos se comunicam e
interagem em nossa sociedade.
TTranstornoranstorno DDesafiadoresafiador OOpositorpositor
Padrão persistente de comportamentos
negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes
observados nas interações da criança com adultos
e figuras de autoridade, como pais avós e
professores
CaracterísticasCaracterísticas
Frequente impaciência
Discussões com adultos
Desafio, recusa em
obedecer regras
Comportamento opositivo
Indisciplina
Perturbação
Irritado
Ressentido e rancoroso
Com ideias de vingança
Transtorno do Espectro AutistaTranstorno do Espectro Autista
É caracterizado por prejuízo na interação social, atraso
na aquisição da linguagem e comportamentos
estereotipados e repetitivos.
CaracterísticasCaracterísticas
Apresentam grande déficit no comportamento social,
Evitam o contato visual,
Se mostram pouco interessados na voz humana,
São indiferentes ao afeto,
Não demonstram expressão facial ao serem acariciados,
Podem iniciar o processo de habilidades sociais e de
repente interromper e regredir.
Formação para Cuidadores Educacional

Formação para Cuidadores Educacional

  • 1.
    PREFEITURA MUNICIPAL DEJACUNDÁ – PA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO “UM NOvO OLhAR PARA A EDUCAÇÃO” NÚCLEO PEDAGÓGICO COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL I Encontro de Formação para os Cuidadores Educacional das crianças com Necessidades Educativas Especiais - 2017 Coordenadora da Educação Especial: Rosana Cristina
  • 2.
  • 3.
    Objetivo Geral Prestar serviçosde apoio aos alunos da rede municipal com deficiência que apresentam limitações motoras que acarretem dificuldades no autocuidado e atividades escolares (de caráter permanente ou temporário), respeitando as condições específicas de cada aluno. Atribuições Acompanhar os alunos até o transporte escolar, realizar a recepção do aluno no portão com no mínimo 10 (dez) minutos de antecedência ao início das aulas, auxiliando-o no transporte de materiais e objetos pessoais e acompanhando-o em todo período de aula. Garantir o acesso e o deslocamento em todo o ambiente escolar, ficar de prontidão para executar, quando solicitado, as funções de oferecer o lanche, higiene bucal, acompanhar para o uso do sanitário, realizar a sua higiene íntima, troca de vestuário e/ou fraldas e banho; Executar, com segurança, as manobras posturais, de transferência e de locomoção, conforme conhecimentos necessários ao desempenho da função; Deslocar e movimentar corretamente e com segurança o aluno, para a realização das atividades escolares, externas à sala de aula, dentro dos limites da escola, conforme conhecimentos necessários ao desempenho da função;
  • 4.
     Acompanhar oaluno, no horário do intervalo, até o local apropriado, como pátio, cantina ou refeitório e auxiliá-lo durante a alimentação e após, em sua higiene. Ao final do intervalo, auxiliá-lo no retorno à sala de aula, conforme conhecimentos necessários ao desempenho da função; Acompanhar o aluno em aulas e/ou atividades extras que não se insiram no período escolar regular. Utilizar e realizar a manutenção dos equipamentos e utensílios habitualmente utilizados pelo aluno para alimentação e higiene; Zelar pela higiene e manutenção dos materiais de procedimentos específicos para o asseio do aluno; Permanecer todo o período de aula do aluno, acompanhando o mesmo;
  • 5.
    Comunicar aos responsáveisda unidade escolar, sempre que necessário, as ocorrências relacionadas ao aluno; Reconhecer as situações que necessitem de intervenção externa ao âmbito escolar tais como o socorro médico, as quais deverão seguir os procedimentos já previstos e realizados na unidade escolar quando necessário; Registrar diariamente qualquer ocorrência envolvendo o aluno, submetendo- a ao conhecimento do Gestor do Contrato para as providências cabíveis; Cumprir horário e estar adequadamente uniformizado e identificado; Comunicar antecipadamente ausências e possíveis faltas;
  • 6.
    O papel docuidador é de apoio e suporte, especialmente a crianças e adolescentes com deficiências mais graves ou múltiplas, gerindo aspectos como alimentação, medicação, fisioterapia, sondas e troca de fraldas. "Ele vai cuidar da saúde e do bem-estar da criança e auxiliar nas atividades escolares. Não se pode confundir com o papel do professor, pois sua atuação não é pedagógica", explica Anna Augusta. Um importante grupo a ser envolvido na mudança de perspectiva é o dos familiares dos alunos com deficiência. "Os pais não têm ''''resistência'''' ao atendimento inclusivo, eles têm é receio de que seus filhos não sejam bem atendidos em razão da falta de estrutura", pontua Anna Augusta. Quanto mais grave for a deficiência, maior a preocupação da família, que em geral sofre com a falta de recursos adequados desde o nascimento da criança.
  • 7.
    Outra possível barreiraestá nas próprias equipes das escolas, que podem temer que a presença de alunos com deficiência prejudique a qualidade do ensino. Nesses casos, vale trabalhar a formação de gestores, fazer a transição do atendimento de forma gradual, com discussões dentro das escolas, respeitando o processo histórico da rede.
  • 8.
    Os cuidadores tempor direito e precisão de se formar profissionais de ensino que conheçam as necessidades da criança com deficiência e saibam escolher os recursos necessários para seu desenvolvimento social e cognitivo. Os cuidadores, de forma geral, são importantes conhecedores das necessidades de suas crianças. São eles os atores principais que viabilizam ou não o acesso às informações sobre a criança e a participação deste na escola. Assim, é fundamental que se estabeleçam parcerias entre família e educadores para facilitar o processo de inclusão.
  • 9.
    Síndrome de Down síndromede Down, é uma condição cromossômica causada por um cromossomo extra no par 21. Crianças e jovens com síndrome têm características físicas semelhantes e estão sujeitos a algumas doenças. Embora apresentem deficiências intelectuais e de aprendizado, são pessoas com personalidade única, que estabelecem boa comunicação e também são sensíveis e interessantes. Quase sempre o “grau” de acometimento dos sintomas é inversamente proporcional ao estímulo dado a essas crianças durante a infância. A síndrome de Down pode ocorrer em todas as raças humanas e efeitos semelhantes.
  • 10.
    SINTOMAS DE SÍNDROMEDE DOWN Crianças com a síndrome de Down têm deficiências intelectuais e algumas características físicas específicas. Elas têm olhos amendoados, devido às pregas nas pálpebras e em geral são menores em tamanho. As mãos apresentam uma única prega na palma, em vez de duas. Os membros são mais curtos, o tônus muscular é mais fraco e a língua é protrusa, maior do que o normal. Problemas de saúde e de aprendizado podem ocorrer, mas estes variam de criança para criança. Cada pessoa com síndrome de Down é único, os sintomas e sinais podem ser de moderados a severos.
  • 11.
    ESTIMULE A CRIANÇACOM SÍNDROME DE DOWN Superproteção é um dos fatores que impedem seu desenvolvimento. Superproteção e excesso de cuidados, na maioria dos casos, são os inimigos do crescimento emocional, social e intelectual da criança. Os Pais e cuidadores devem dosar sua preocupação sem prejudicar o amadurecimento infantil. Brinquedos e brincadeiras Segundo Zan, não existem brinquedos estimulantes, mas pessoas capazes de estimular o desenvolvimento de crianças por meio de brincadeiras. "Uma caixa de papelão pode ser um ótimo brinquedo, desde que o adulto saiba criar uma interação divertida com ela", afirma. Assim, os brinquedos mais indicados a crianças com síndrome de Down são aqueles que despertam a atenção e a curiosidade dela. Também vale prestar atenção na faixa etária recomendada de cada brinquedo, informação presente na embalagem.
  • 12.
    Autismo O autismo éum transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais: Inabilidade para interagir socialmente, Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos, Padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
  • 13.
    SÍNTOMAS O autismo acometepessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos.
  • 14.
    TRATAMENTO Até o momento,autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar. Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiência.    
  • 15.
    Autistas têm dificuldadede lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina; A particularidade de cada aluno deve ser respeitada. Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genialidade;
  • 16.
    DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO O Dia Mundialdo Autismo, anualmente em 2 de Abril, foi criada pela Organização das Nações Unidas. Em 2010 a ONU declarou que segundo especialistas acredita-se que esse Transtorno Global do Desenvolvimento – TGD atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando como esses indivíduos se comunicam e interagem em nossa sociedade.
  • 17.
    TTranstornoranstorno DDesafiadoresafiador OOpositorpositor Padrãopersistente de comportamentos negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações da criança com adultos e figuras de autoridade, como pais avós e professores
  • 18.
    CaracterísticasCaracterísticas Frequente impaciência Discussões comadultos Desafio, recusa em obedecer regras Comportamento opositivo Indisciplina Perturbação Irritado Ressentido e rancoroso Com ideias de vingança
  • 19.
    Transtorno do EspectroAutistaTranstorno do Espectro Autista É caracterizado por prejuízo na interação social, atraso na aquisição da linguagem e comportamentos estereotipados e repetitivos.
  • 20.
    CaracterísticasCaracterísticas Apresentam grande déficitno comportamento social, Evitam o contato visual, Se mostram pouco interessados na voz humana, São indiferentes ao afeto, Não demonstram expressão facial ao serem acariciados, Podem iniciar o processo de habilidades sociais e de repente interromper e regredir.