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Ana Arantes
Instituto LAHMIEI Autismo
DPsi - UFSCar
Paulo Chereguini
Instituto LAHMIEI Autismo
14ª JAC-UFSCar
Ana Arantes
ABA = Applied Behavior Analysis
ABA = Análise do
comportamento Aplicada
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processo de aplicação sistemática de
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Tratamento
Único
Comportamento 1
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Não emite um
comportamento
adequado, ou o faz
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inadequada
Emite um
comportamento
com grande
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...
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Ensino de
comportamentos
Diminuição ou
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comportamentos
Comportamentos
adequados
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Comportamentos são aprendidos!
Ocorrem em função de:
A. Variáveis individuais: aquelas que são
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Em uma reunião de pais, Sarah descreveu seu
problema com seu filho Adam. Ela sabia que ele
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Qual o Operação Motivacional para Adam?
Qual o antecedente que controla o
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FUNÇÃO OM ANTECEDENTE CONSEQUÊNCIA
Reforçamento
Social
Positivo
Privação de
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FUNÇÃO OM ANTECEDENTE CONSEQUÊNCIA
Reforçamento
Social
Negativo
Estimulação
aversiva
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COMPORTAMENTO INADEQUADO
1. O comportamento causa danos ou
ferimentos para o indivíduo ou para ...
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3. O comportamento resulta em reprovação
social e afasta as pessoas (p...
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Alguns comportamentos inadequados acontecem
somente quando há outras p...
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ABA
1. Identificação de déficits e/ou excessos
comportamentais
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AVALIAÇÃO FUNCIONAL
1. Coletar informações por meio de métodos
diretos (observação em ambiente ...
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Indireta Descritiva Experimental
Complexidade
Exatidão
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Envolve o uso de entrevista estruturada, escalas
de avaliação e/ou formulários para coletar
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Em quais ambientes você observa a resposta?
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AVALIAÇÃO INDIRETA
Prós x Contras
Vantagens:
• Requer uma quantidade mínima de tempo e
de esfor...
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Prós x Contras
Desvantagens:
• É um método menos acurado (precisão de
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Complexidade
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Envolve a observação direta do
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Após um período de tempo (dias ou semanas), a
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Análise A-B-C
(Antecedent-Behavior-Consequence)
 Método de coleta de informações em
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Análise A-B-C
1. Descrição da resposta a ser observada:
• Topografia
• Frequência ou Taxa
• Mag...
Comportamento alvo operacionalmente definido:
descrição clara e concisa da resposta a ser
observada.
Qualquer instância na...
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Análise A-B-C
2. Descrição do que acontece logo após a
resposta-alvo:
• Mudança no ambiente soc...
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Análise A-B-C
3. Descrição do ambiente ou contexto em
que a resposta-alvo acontece:
• Onde o co...
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Hora Local Antecedente Resposta Consequência
Protocolo de Observação A-B-C
Cliente: ___________...
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Antecedentes
Verifique o que se aplica
 é pedido ao estudante
para fazer algo
 é pedido ao es...
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Análise de resultados A-B-C
Participante: Aluno do 3º ano E.F., com 8 anos e
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Destruição
do próprio
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AVALIAÇÃO DESCRITIVA
Prós x Contras
Vantagens
• Gera dados quantitativos e objetivos
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Prós x Contras
Desvantagens
• Pode ser demorado
• É difícil identificar os...
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Indireta Descritiva Experimental
Complexidade
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Eventos ambientais que influenciam
problemas de comportamento são
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 Análise Funcional Experimental
 VB-MAPP (Verbal Behavior Milestones
Assessment and Placement...
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válidas e úteis
• Método experimental:
• Ambiente contro...
Comportamento Problema
Reforço
Positivo
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Negativo
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“Automático”
(Sensorial)
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preferência
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Condições experimentais:
 Atenção social
 Itens de preferência
 Fuga de demanda
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Condições experimentais:
Para cada condição:
 Criar as OMs necessárias
 Apresentar/disponibil...
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Atenção Social
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Condições experimentais:
Controle
Objetivo: criar um ambiente em que ocorram
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Procedimento:
 Uma sessão para cada condição
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Wallave e Iwata (1999) aplic...
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• dados dos 5 minutos = 93,5% das sessões completas
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Delineamento:
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 Reversão
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Delineamento:
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Delineamento:
Latência e Baseado em Tentativa
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Latência
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Latência e Baseado em Tentativa
(Trial-Based Functional Analysis - TBFA)
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Dois padrões de responder:
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Análise do Comportamento Aplicada: usando avaliação funcional para identificar relações de controle e propor estratégias de intervenção

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Apresentação feita na 14ª JAC - UFSCar sobre estratégias de avaliação funcional de comportamentos.

Publicada em: Ciências
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Análise do Comportamento Aplicada: usando avaliação funcional para identificar relações de controle e propor estratégias de intervenção

  1. 1. Ana Arantes Instituto LAHMIEI Autismo DPsi - UFSCar Paulo Chereguini Instituto LAHMIEI Autismo
  2. 2. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes ABA = Applied Behavior Analysis ABA = Análise do comportamento Aplicada
  3. 3. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Análise do Comportamento Aplicada é o processo de aplicação sistemática de intervenções baseadas nos princípios de aprendizagem para ensinar, aumentar e/ou melhorar comportamentos socialmente relevantes de maneira significativa, demonstrando que as intervenções empregadas são responsáveis pelas aquisições e melhorias no comportamento. (Baer, Wolf & Risley, 1968; Sulzer-Azaroff & Mayer, 1991)
  4. 4. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Tratamento Único Comportamento 1 Comportamento 2 Comportamento 3 Tratamento A Tratamento B Tratamento C Comportamento 1 Comportamento 2 Comportamento 3
  5. 5. Não emite um comportamento adequado, ou o faz em ocasião inadequada Emite um comportamento com grande frequência, taxa ou magnitude 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes DÉFICIT COMPORTAMENTAL EXCESSO COMPORTAMENTAL
  6. 6. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Ensino de comportamentos Diminuição ou adequação de comportamentos Comportamentos adequados Comportamentos inadequados
  7. 7. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Comportamentos são aprendidos! Ocorrem em função de: A. Variáveis individuais: aquelas que são únicas a uma pessoa e incluem as composições genética e fisiológica e a história de reforçamento do indivíduo. B. Variáveis ambientais: estímulos que (1) ocorrem antes ou depois de uma resposta, (2) são discrimináveis pelo indivíduo e (3) alteram o responder.
  8. 8. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Em uma reunião de pais, Sarah descreveu seu problema com seu filho Adam. Ela sabia que ele gostava de brincar no quintal. O problema era saber exatamente quando ele queria ir lá fora. Ela disse que às vezes Adam ficava em frente a porta e começava a gritar. Se ninguém aparece rapidamente, ele se jogava no chão e começava a bater a cabeça. Quando isso acontecia, Sarah acreditava que a única coisa que iria acalmá-lo seria abrir a porta e deixa-lo sair. Então, ele saia e parava imediatamente de chorar e gritar e Sarah poderia voltar aos seus afazeres.
  9. 9. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Qual o Operação Motivacional para Adam? Qual o antecedente que controla o comportamento de Adam? Qual o antecedente que controla o comportamento de Sarah? Qual a consequência para o comportamento de Adam? Positivo ou negativo? Qual o consequência para o comportamento de Sarah? Positivo ou negativo?
  10. 10. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes FUNÇÃO OM ANTECEDENTE CONSEQUÊNCIA Reforçamento Social Positivo Privação de atenção Presença de uma pessoa Atenção social Reforçamento “Automático” Positivo Privação de estimulação sensorial Ausência de estímulos sensoriais Presença de um estímulo sensorial que possa ser usado Estimulação sensorial
  11. 11. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes FUNÇÃO OM ANTECEDENTE CONSEQUÊNCIA Reforçamento Social Negativo Estimulação aversiva Atividade ou demanda Retirada da atividade Reforçamento “Automático” Negativo Estimulação aversiva Estímulo que causa dor ou desconforto Alívio da dor
  12. 12. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes COMPORTAMENTO INADEQUADO 1. O comportamento causa danos ou ferimentos para o indivíduo ou para outra pessoa Ex: auto-lesão, agressão a outros 2. O comportamento resulta em destruição de propriedade Ex: jogar materiais ou objetos
  13. 13. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes COMPORTAMENTO INADEQUADO 3. O comportamento resulta em reprovação social e afasta as pessoas (pouco contato com pares ou outras pessoas) Ex: tocar parte íntimas em si ou em outras pessoas 4. O comportamento atrapalha o aprendizado ou a conclusão de um trabalho Ex: estereotipias
  14. 14. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes COMPORTAMENTO INADEQUADO Alguns comportamentos inadequados acontecem somente quando há outras pessoas presentes e, então, pode-se inferir que esses comportamentos tem uma função comunicativa • Obter itens de preferência (objetos, atividades) • Obter atenção (contato físico, palavras suaves) • Eliminar eventos aversivos (atividades, tarefas escolares) VERBAL
  15. 15. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes ABA 1. Identificação de déficits e/ou excessos comportamentais 2. Programação e aplicação de estratégias de manejo comportamental 3. Avaliação sistemática dos resultados da aplicação de manejo comportamental 4. Volte ao passo 2
  16. 16. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes AVALIAÇÃO FUNCIONAL 1. Coletar informações por meio de métodos diretos (observação em ambiente natural) e indiretos (entrevistas) 2. Interpretar informações obtidas pelos métodos diretos e indiretos e formular hipóteses sobre a função do comportamento inadequado 3. Testar hipóteses 4. Desenvolver intervenções baseadas na função identificada
  17. 17. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Indireta Descritiva Experimental Complexidade Exatidão
  18. 18. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Envolve o uso de entrevista estruturada, escalas de avaliação e/ou formulários para coletar informações sobre a função do comportamento Pessoas que conhecem o cliente/aluno respondem às perguntas da entrevista e dão informação à respeito das circunstâncias em que o comportamento inadequado ocorre
  19. 19. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Essas informações podem indicar possíveis funções do comportamento-alvo Os resultados destes instrumentos não são garantidos: • Pouca confiabilidade (15-20%) • Diminui com a idade da criança Geralmente, é preciso usar outros métodos para confirmar a função do comportamento
  20. 20. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Questões-chave numa entrevista inicial: Em quais ambientes você observa a resposta? Existem ambientes onde a resposta não ocorre? Quem está presente quando a resposta ocorre? Quais atividades ou interações ocorrem imediatamente antes da resposta? O que acontece, geralmente, logo após a resposta?
  21. 21. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes
  22. 22. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes AVALIAÇÃO INDIRETA Prós x Contras Vantagens: • Requer uma quantidade mínima de tempo e de esforço • Não envolve riscos ao participante • É útil quando a função do comportamento é razoavelmente óbvia • Pode sugerir as possíveis hipóteses sobre o comportamento e variáveis que podem ser examinadas usando métodos mais rigorosos
  23. 23. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes AVALIAÇÃO INDIRETA Prós x Contras Desvantagens: • É um método menos acurado (precisão de aproximadamente 33%) • Problemas grandes com concordância entre observadores • Se a função do comportamento-alvo não for aparente, é difícil identificá-la durante a entrevista
  24. 24. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Indireta Descritiva Experimental Complexidade Exatidão
  25. 25. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Envolve a observação direta do comportamento problemático no ambiente natural para ajudar a determinar quando o comportamento ocorre e seus antecedentes e consequências ambientais imediatos
  26. 26. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Após um período de tempo (dias ou semanas), a informação é sumarizada e pode indicar a função do comportamento problemático Pode envolver “Check Lists” que são completadas cada vez que um comportamento ocorre ou por gravação/filmagem
  27. 27. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Análise A-B-C (Antecedent-Behavior-Consequence)  Método de coleta de informações em ambiente natural ou estruturado próximo ao natural Os dados dessa análise devem ser coletados até que um padrão seja identificado, tipicamente, pelo menos umas 10 instâncias separadas do comportamento.
  28. 28. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Análise A-B-C 1. Descrição da resposta a ser observada: • Topografia • Frequência ou Taxa • Magnitude • Duração da resposta
  29. 29. Comportamento alvo operacionalmente definido: descrição clara e concisa da resposta a ser observada. Qualquer instância na qual as mãos, pés, corpo ou objetos entrem em contato com outra pessoa de uma forma bruta de acordo com a atividade em andamento. Exemplo: o aluno arremessou um livro na direção de um colega. Não-exemplo: o aluno arremessou a bola de basquete em direção a um colega durante um jogo. Agressão
  30. 30. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Análise A-B-C 2. Descrição do que acontece logo após a resposta-alvo: • Mudança no ambiente social ou físico? • Reforço ou punição? • Se faz pela introdução de um estímulo ou pela retirada de um estímulo?
  31. 31. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Análise A-B-C 3. Descrição do ambiente ou contexto em que a resposta-alvo acontece: • Onde o comportamento acontece? • Na presença de quem ele acontece? • Quando ele acontece? • Durante quais atividades ele ocorre? • O que os outras pessoas estão fazendo quando o comportamento começa? • O que outras pessoas estão fazendo quando o comportamento começa?
  32. 32. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Hora Local Antecedente Resposta Consequência Protocolo de Observação A-B-C Cliente: ___________________________________________________ Observador:_________________________ Data: _____/_____/_____ Resposta-alvo:______________________________________________
  33. 33. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Antecedentes Verifique o que se aplica  é pedido ao estudante para fazer algo  é pedido ao estudante para não fazer algo  atividade preferida termina  atividade não preferida começa  instrução em grupo  instrução um a um  estudante está sozinho  objeto preferido é removido  outro: Comportamento Verifique o que se aplica  bate em outro estudante  bate no professor  bate em si próprio  joga objetos  em uma pessoa  em algo  Cospe  Chuta  grita ou faz outro som  destruição de propriedade  outro: Conseqüências Verifique o que se aplica  atenção verbal (por exemplo, “não” ou “para com isso”)  as atividades/demandas são removidas/interrompidas  o pedido é repetido até que o estudante o complete  o comportamento é ignorado  objeto preferido é removido  bjeto preferido é dado  “time-out” é dado ao estudante
  34. 34. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Análise de resultados A-B-C Participante: Aluno do 3º ano E.F., com 8 anos e Deficiência Intelectual Problema: Professora afirmava que o aluno batia nos outros alunos o dia inteiro. Procedimento: • 5 dias de observação • 5 horas por dia • Divididos em períodos de 1h
  35. 35. 15 11 Destruição do próprio material Bate em outro aluno ANTECEDENTES COMPORTAMENTO CONSEQUÊNCIAS 15 10 É pedido ao aluno para fazer algo Não tem atenção 16 2 Atenção verbal
  36. 36. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes AVALIAÇÃO DESCRITIVA Prós x Contras Vantagens • Gera dados quantitativos e objetivos • Identifica relações naturalísticas e correlacionais
  37. 37. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes AVALIAÇÃO DESCRITIVA Prós x Contras Desvantagens • Pode ser demorado • É difícil identificar os efeitos de esquemas de reforço intermitentes • Variáveis irrelevantes podem esconder variáveis relevantes • Exemplo: talvez atenção seja sempre fornecida após a resposta mas não seja a consequência que mantém o comportamento
  38. 38. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Indireta Descritiva Experimental Complexidade Exatidão
  39. 39. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Eventos ambientais que influenciam problemas de comportamento são sistematicamente introduzidos e retirados em condições altamente controladas, nas quais o comportamento é diretamente observado e registrado.
  40. 40. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes  Análise Funcional Experimental  VB-MAPP (Verbal Behavior Milestones Assessment and Placement Program)  ABLLS & ABLLS-R (Assessment of Basic Language and Learning Skills)  ABLA (Assessment of Basic Learning Abilities)
  41. 41. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes • Fornece informações mais confiáveis, válidas e úteis • Método experimental: • Ambiente controlado • Variáveis apresentadas separadamente • Estabelecimento de linha de base
  42. 42. Comportamento Problema Reforço Positivo Reforço Negativo Reforço “Automático” (Sensorial) Item de preferência Atividade de preferência Atenção social Fuga de demanda Estimulação aversiva Evitar pessoas Auto- estimulação Regulação sensorial
  43. 43. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais:  Atenção social  Itens de preferência  Fuga de demanda  Estimulação sensorial “automática”  Controle
  44. 44. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Para cada condição:  Criar as OMs necessárias  Apresentar/disponibilizar os SDs  Consequenciar a resposta com o SR especificado pela condição
  45. 45. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Atenção Social Objetivo: testar se o comportamento é mantido pela atenção de outras pessoas (reforço positivo)  Comportamentos mantidos por atenção geralmente ocorrem em condições em que a atenção não é fornecida de forma frequente (salas com muitos alunos, enquanto os pais preparam a refeição)
  46. 46. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Atenção Social  Antes de iniciar a sessão, o terapeuta interage com o indivíduo por 1 ou 2 minutos.  Em seguida, o terapeuta direciona sua atenção para uma revista ou material de trabalho (estímulo discriminativo que sinaliza essa condição), enquanto o indivíduo brinca com brinquedos ou materiais de baixa preferência.
  47. 47. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Atenção Social  Privar o indivíduo de atenção deve funcionar como uma operação motivacional para respostas que foram reforçadas por atenção no passado.  A atenção é fornecida somente quando o comportamento alvo ocorre.
  48. 48. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Itens de preferência Objetivo: testar se o comportamento é mantido pelo acesso a objetos preferidos (brinquedos, materiais, atividades) Importante: selecionar um ou mais itens que mais provavelmente irão evocar comportamento problema quando removidos. AVALIAÇÃO DE PREFERÊNCIA
  49. 49. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Itens de preferência  Ao iniciar a sessão, permitir acesso ao item por cerca de 2 min  Terapeuta retira o item e interage com ele  A privação do item pela remoção deve funcionar como uma operação motivacional para evocar o comportamento alvo.  Ocorrências do comportamento alvo são seguidas pela entrega do item ao indivíduo.
  50. 50. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Fuga de demanda Objetivo: testar se o comportamento é mantido por fuga de demandas instrucionais (reforço negativo) Terapeuta e participante sentam-se à mesa, e atividades similares às apresentadas no ambiente natural (tipo de tarefa, nível de dificuldade, etc) são apresentadas.
  51. 51. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Fuga de demanda  O participante tem 5 s para responder (com ou sem ajuda).  Se o participante apresentar o comportamento alvo, a atividade é retirada por 20-30 s (fuga).  Se o participante seguir as instruções ou completar as tarefas, elogios são apresentados.
  52. 52. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Estimulação sensorial/Sozinho Objetivo: verificar se o comportamento é mantido por reforço automático  A sala deve ser relativamente rústica, sem brinquedos, materiais, móveis ou janelas para olhar para fora. Essa situação deve funcionar como uma operação motivacional, pois o indivíduo não tem nenhuma forma de estimulação.
  53. 53. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Estimulação sensorial/Sozinho  O indivíduo é deixado sozinho na sala.  Se o comportamento for de alto risco (comportamento auto-lesivo), talvez seja melhor colocar alguém na sala para bloquear a resposta.  No caso de respostas que exijam a presença de outra pessoa (agressão a outros), usa-se a condição sem interação  uma pessoa também estará na sala, mas não fornecerá nenhuma interação social.
  54. 54. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Condições experimentais: Controle Objetivo: criar um ambiente em que ocorram poucos comportamentos problemáticos  Coletar dados de outras condições são comparados aos dessa condição • Ambiente enriquecido: itens de preferência • Atenção social constante • Nenhuma demanda
  55. 55. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes  Os reforçadores que poderiam manter o comportamento problemático devem estar livremente disponíveis Condições experimentais: Controle  A operação motivacional para o comportamento problema não está presente ou está fracamente presente  Hipótese de que o comportamento não ocorra
  56. 56. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Procedimento:  Uma sessão para cada condição  Duração da sessão: Wallave e Iwata (1999) aplicaram 46 avaliações e produziram: • 46 gráficos com dados dos primeiros 5min de cada sessão • 46 gráficos com dados dos primeiros 10 min • 46 gráficos com dados das sessões completas (15 min ou mais)
  57. 57. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Os resultados indicaram que: • dados dos 5 minutos = 93,5% das sessões completas • dados dos 10 minutos = 100% das sessões completas  Duração da sessão: Procedimento: Sessões curtas: 5 a 10 minutos Menor “prejuízo” para o cliente...
  58. 58. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento:  Múltiplos elementos  Reversão  Em pares (Pairwise Test)  Latência e Baseado em Tentativa (Trial-Based Functional Analysis - TBFA)
  59. 59. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Múltiplos elementos As condições experimentais são rapidamente alternadas e igualmente apresentadas. • Aspecto chave: todas as condições são alternadas rapidamente • Vantagens: Mais eficiente para múltiplas comparações; limita o efeito de sequência • Limitação: requer discriminações rápidas entre as condições
  60. 60. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Múltiplos elementos Atenção Demanda Sozinho Controle 1 32 4
  61. 61. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Reversão As condições experimentais são apresentadas repetidamente em blocos. • Aspecto chave: exposições repetidas a cada condição • Vantagem: facilita discriminação entre as condições • Limitação: potencial efeito de sequência
  62. 62. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Reversão
  63. 63. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Pares/Pairwise Test As condições experimentais são apresentadas em blocos pareados consecutivos. • Aspectos chaves: condição controle e uma condição de teste alternadas (multielementos); condições arranjadas em sequências alternadas (reversão) • Vantagem: combina os melhores aspectos dos outros delineamentos (facilita discriminação e controla o efeito de sequência)
  64. 64. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Pares/Pairwise Test Controle x Atenção Controle x Demanda Controle x Sozinho
  65. 65. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Latência e Baseado em Tentativa (Trial-Based Functional Analysis - TBFA) Objetivo: usados para comportamentos de alto risco • Aspecto chave: sessão termina com apenas UMA emissão da resposta • Vantagem: não expõe o cliente a risco • Limitação: pouca evidência experimental
  66. 66. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Latência
  67. 67. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes Delineamento: Latência e Baseado em Tentativa (Trial-Based Functional Analysis - TBFA)
  68. 68. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes
  69. 69. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes O problema do reforço “automático” Dois padrões de responder: 1. Taxas indiferentes do comportamento ocorrem em todas as condições. 2. O comportamento é observado na condição sozinho ou sem interação e pouco ou nenhum comportamento é observado nas condições com reforçadores sociais.
  70. 70. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes
  71. 71. 14ª JAC-UFSCar Ana Arantes E a seguir... ABLA!!!

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