SlideShare uma empresa Scribd logo
Ψ
Fundamentos Teóricos em Psicologia II – Comportamentalismo
Aula 3
Operantes e respondentes
Prof. Dr. Caio Maximino
Ψ
Objetivos da aula
● Discutir o conceito de reflexo condicionado e incondicionado e
relacionar com seu contexto adaptativo
● Definir o “operante” skinneriano e suas relações com as
consequências do comportamento e com o conceito de
contingência
● Analisar as propriedades quantitativas dos operantes, definidas
através da AEC
● Discutir o fenômeno da extinção dos operantes
● Analisar criticamente o conceito skinneriano de reforçador de
conceitos correlatos
Ψ
Reflexos, mecanicismo, e controle
pelo ambiente
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
● O reflexo é o controle de um
comportamento (resposta) por agentes
externos (estímulos)
– Reflexo = “reflexão” das afeições do sistema
nervoso para os músculos
● “O fisiologista designa com o nome reflexo
essa reação regular do organismo animal
ante os fatores do mundo exterior, reação
realizada por meio do segmento inferior do
sistema nervoso central” (Pavlov, Reflexos
condicionados e inibições)
● Mediação pelo sistema nervoso, mas
diversos reflexos não necessitam do
encéfalo (“arco reflexo”) → reflexo patelar
● A observação de que alguns
comportamentos eram obviamente
controlados por estímulos ambientais, sem
a necessidade de um “agente interno”, têm
implicações para a psicologia intencional
Ψ
Reflexos incondicionais e
respondentes
● Respondentes: “Classe de respostas definida em termos dos estímulos
que as produzem fidedignamente” (Catania, 1999) → Inclui reflexos
condicionados e incondicionais
● “Relação entre um estímulo e uma resposta que não depende de
condicionamento prévio. Um reflexo é a produção fidedigna de uma
resposta por um estímulo. O estímulo é um estímulo incondicionado (US) e
a resposta é uma resposta incondicionada (UR). O estímulo elicia a
resposta.” (Catania, 1999)
● A eliciação da resposta pelo estímulo define o reflexo, não a resposta
ou o estímulo sozinhos
● “muitas respostas reflexas são executadas pelos músculos lisos (por
exemplo, os músculos das paredes dos vasos sanguíneos) e pelas
glândulas” (CCH, p. 54) → Comportamentos reflexos emocionais, reflexos
esqueléticos
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Reflexos condicionados
● “Reflexo produzido por uma relação contingente entre os estímulos (…). Um
estímulo, originalmente neutro, estabelece a ocasião para um segundo estímulo,
o estímulo incondicionado (US). Um reflexo condicionado é criado quando um
estímulo neutro torna-se um estímulo condicionado (CS), eliciando uma resposta
devido à sua relação de contingência com o US. Essa resposta, uma resposta
condicionada (CR), geralmente é relacionada à resposta incondicionada (UR)
eliciada pelo US, mas não é necessariamente a mesma que a resposta
incondicionada.” (Catania, 1999)
● “O processo de condicionamento, como foi relatado por Pavlov em seu livro
Reflexos condicionados, é um processo de substituição de estímulos. Um
estímulo antes neutro adquire o poder de eliciar a resposta que originalmente
era eliciada por outro estímulo.” (CCH, p. 58)
● Associação S-S
● Respostas eliciadas pelo CS antes do condicionamento (p. ex., respostas de
orientação) tendem a desaparecer à medida que o condicionamento progride
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Propriedades do
comportamento eliciado
● Limiar: Intensidade mínima de (alguma
dimensão do) estímulo que é capaz de
eliciar uma resposta
● Dimensões da resposta: Latência,
magnitude e duração → Covariam,
comumente classificadas como medidas de
força do reflexo
– Tipicamente, latência varia inversamente à
intensidade do estímulo, e magnitude e duração
variam diretamente com a intensidade
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Estímulos eliciadores e
probabilidades de resposta
● “Para qualquer estímulo particular, sua apresentação
pode aumentar a probabilidade de algumas respostas,
diminuir a probabilidade de outras e ainda não ter
qualquer efeito sobre outras. Do mesmo modo, para
uma resposta particular, sua probabilidade pode ser
aumentada por alguns estímulos, diminuída por outros
e, ainda, pode não ser afetada por outros.” (Catania,
1999)
● Probabilidade de resposta: Número de primeiras
respostas dividido pelo número de janelas temporais
(p. ex., no. de respostas dividido pelo no. de tentativas
ou pelo no. de estímulos) (Killeen e Hall, 2001)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Aspectos adaptativos dos reflexos
● “Os reflexos relacionam-se intimamente com o bem-
estar do organismo.” (CCH, p. 59)
● Seleção natural explica alguns reflexos “em um sentido
evolutivo”
● O condicionamento flexibiliza o comportamento, e tem
valor de sobrevivência: “Onde o comportamento
herdado é insuficiente, a mutabilidade herdada do
processo de condicionamento desempenha seu papel.”
(CCH, p. 60)
– Entretanto, o condicionamento também pode ser
desadaptativo (p. ex., condicionamento aversivo gustativo)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Aplicações práticas dos reflexos
condicionados (CCH)
● Eliciação de respostas emocionais (p. ex., na arte)
● Controle do comportamento futuro (p. ex., respostas
emocionais na educação ideológica, condicionamento
aversivo para tratamento de drogadição, “atitudes”)
● Respostas emocionais opostas/conflitantes (p. ex.,
sala de espera do dentista)
● Eliminação de respostas condicionadas (extinção,
dessensibilização)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Controle pela consequência
● “As consequências do comportamento podem
retroagir sobre o organismo. Quando isto acontece,
podem alterar a probabilidade de o comportamento
ocorrer novamente” (CCH, p. 65)
● “Enquanto o condicionamento respondente ocorre
como resultado da relação entre dois estímulos - um
evento filogeneticamente importante e um sinal - a
aprendizagem operante ocorre como resultado de
uma relação entre um estímulo e uma atividade - um
evento filogeneticamente importante e um
comportamento que afeta sua ocorrência” (Baum,
2006)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Leis do Efeito e do Exercício,
v. Skinner
●
Lei do Efeito (Thorndike): Consequências “prazerosas” ou “desagradáveis” mudam a
probabilidade futura de resposta.
●
“Para atingir o âmago da Lei do Efeito de Thorndike precisamos elucidar a noção de
'probabilidade de resposta'” (CCH, p. 68);
●
Skinner trata frequências e probabilidades de resposta como equivalentes, mas, de
um ponto de vista quantitativo, não são (Killeen e Hall, 2001)
●
O termo “resposta”, herdado dos paradigmas respondentes, também não é
apropriado (CCH, pp. 69-70), mas estava tão bem estabelecido que continuou a ser
usado
– Na realidade, essas observação é posterior a 1937, quando o conceito de operante aparece e
Skinner tem que desvencilhá-lo da discussão de Konorski e Miller
●
O que será previsto ou controlado não é uma resposta específica (está no passado),
mas a ocorrência futura de classes de respostas
– Operantes: Classe de respostas descritas “em termos de seu efeito ambiental”, i.e., “uma
classe modificável pelas consequências das respostas da classe” (Catania, 1999)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Operantes, respondentes e
probabilidades
A)R sempre produz S
B)S independente de R
C) Extinção
D) R sempre previne S
E)R produz S intermitentemente
A)S aumenta a probabilidade de resposta
B) S não tem efeito sobre a probabilidade de resposta
C) S reduz a probabilidade de resposta
D)S elicia confiavelmente a resposta (reflexo)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Extinção operante
● “Quando o reforço já não estiver sendo dado, a resposta torna-se menos e
menos frequente” (CCH, p. 76)
– Pode se referir a uma operação (suspensão da consequência) ou ao efeito (redução
no responder que é produzido pela operação)
● Efeito mais lento do que a aquisição do condicionamento → mais fácil de
acompanhar
● No reforçamento positivo, a extinção parcial pode ser acompanhada de uma
resposta emocional (“frustração”)
● No reforçamento negativo, a extinção é a “suspensão das consequências do
responder, de modo que os estímulos aversivos ocorrem, mas as respostas já
não os adiam nem previnem”
● A resistência à extinção só pode ser prevista a partir do histórico de
reforçamento, e não da probabilidade instantânea de resposta
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Efeito de extinção do
reforçamento parcial
● Em esquemas parciais (i.e., quando o reforço não é contingente a todas as
respostas), é preciso que a resposta seja “persistente” o suficiente para
ser mantida nas tentativas não-reforçadas
● Se o reforçamento aumenta a força das respostas condicionadas, espera-
se que respostas parcialmente condicionadas sejam mais fracas e,
portanto, menos resistentes à extinção; entretanto, respostas reforçadas
parcialmente são mais resistentes à extinção
● Hipótese do pós-efeito: o reforçador (ou sua ausência) pode servir como
estímulo para o comportamento futuro → o não-reforçamento é um
estímulo que persiste após várias tentativas de extinção
● Hipótese da frustração: O não-reforçamento, quando a expectativa é de
reforçamento, é frustrante, e a frustração torna-se condicionada; em
reforçamento parcial, os sujeitos aprendem a manter o responder mesmo
em estado de frustração
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Elementos do reforço
● Reforço é uma relação entre comportamento e
ambiente, e implica em
(1) Consequência das respostas
(2)Aumento na probabilidade das respostas
(3) Causalidade (o aumento da probabilidade ocorre
porque a resposta tem essa consequência
● Estabelecer o terceiro critério é mais difícil
● Ex. (Catania, 1999): Uma criança recebe um castigo
físico cada vez que chora; o castigo elicia mais choro,
mas não diríamos que o castigo reforçou o choro
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Terminologia do reforço (Catania, 1999)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
● A definição de “reforçador” é circular: reforçador é aquilo que
aumenta a probabilidade do responder, e o reforçador reforça
porque aumenta a probabilidade do responder
● CCH (pp. 80-81): O termo é descritivo, não explicativo
Ψ
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
ReforçamentoReforçamento
positivopositivo
Adiciona estímulo apetitivo
PuniçãoPunição
positivapositiva
Adiciona estímulo aversivo
PuniçãoPunição
negativanegativa
Retira estímulo apetitivo
ReforçamentoReforçamento
negativonegativo
Retira estímulo aversivo
Terminologia das consequências
Fuga Esquiva
Ψ
Tipos de reforçadores
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
● Reforçador primário: reforçador cuja efetividade
não depende de sua relação contingente com outro
reforçador
– O termo “reforçador natural” tem utilidade limitada devido à
relatividade dos reforçadores
– Reforçador intrínseco: reforçador que é naturalmente
relacionado às respostas que o produzem (como quando
um músico toca não por dinheiro, mas porque tocar produz
música)
● Reforçador condicionado ou condicional: estímulo
que funciona como um reforçador devido à sua
relação de contingência com um outro reforçador
Ψ
Reforçadores generalizados
● Reforçador condicionado com base em vários reforçadores
primários
● Tem maior probabilidade de se manter efetivo ao longo de
diferentes operações estabelecedoras do que um reforçador
condicionado baseado somente em um reforçador primário
● P. ex.: Dinheiro, aprovação, afeto, submissão
● “É fácil esquecer as origens dos reforçadores generalizados e
encará-los como reforçadores por si mesmos. Falamos da
'necessidade de atenção, aprovação ou afeto', da 'necessidade
do domínio', e do 'amor ao dinheiro' como se fossem condições
primárias de privação” (CCH, p. 89)
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Reforçadores como explicação da
psicologia do senso comum
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
●
CCH (pp. 80-84): Frequentemente usamos a terminologia da preferência e
do gosto para falar de estímulos reforçadores
– “A aplicação prática do condicionamento operante requer frequentemente um
levantamento dos eventos que reforçam um dado indivíduo. Em todos os campos
em que o comportamento humano figura com proeminência - educação, governo,
família, clínica, indústria, arte, literatura, e assim por diante – estamos
constantemente mudando probabilidades de resposta ao arranjar as consequências
reforçadoras.” (CCH, p. 81)
● A aplicação prática do reforçador está principalmente no controle (garantir
ocorrência futura do comportamento)
● “Interesse”: “refere-se à probabilidade que resulta, ao menos em parte, das
consequências do comportamento de 'ter um interesse'” (CCH, p. 82)
●
“Se o público compra ou não livros, entradas para o teatro ou concertos, e
obras de arte, depende de se os livros, concertos, peças ou quadros são
reforçadores ou não” (CCH, p. 83)
Ψ
Por que um reforçador reforça?
● Para Skinner, a Lei do Efeito não tem caráter nomológico, mas é
meramente uma descrição; entretanto, a explicação recorre a uma
teoria da natureza do reforço
●
Thorndike: o reforço é eficaz porque é “agradável” ou “satisfatório”
(i.e., reforço = recompensa)
– “Aparentemente 'agradável' ou 'satisfatória' não se referem a propriedades
físicas de eventos reforçadores, desde que as ciências naturais não usam
nem estes termos, nem quaisquer equivalentes” (CCH, p. 90)
●
Perone: O reforço é eficaz porque reduz um estado de privação
– “Tudo o que podemos dizer é que o tipo de evento que reduz a privação é
também reforçador.” (CCH, p. 92)
● Explicações biológicas são pouco úteis para a análise funcional
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Contingências acidentais
●
Respostas acidentalmente
reforçadas – i.e., não há
contingência natural ou planejada
entre resposta e reforço –
produzem comportamento
supersticioso
● O comportamento repete-se e, por
acaso, é seguido novamente de
reforço
●
Experimento de Skinner: pombos
em FT5, alimento não-contingente
à resposta; animais apresentaram
respostas arbitrárias de alta
frequência que coincidiam com o
que estavam fazendo durante a
liberação do alimento
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador
Ψ
Objetivos, propósitos e outras
causas finais
●
Para Skinner, a referência a causas finais (“telos”) não é
possível nas ciências naturais
● “No lugar de dizer que um homem se comporta por causa das
consequências que seguem o seu comportamento, diremos
simplesmente que ele se comporta por causa das
consequências que seguiram um comportamento semelhante
no passado. Isto, naturalmente, é a Lei do Efeito ou
condicionamento operante.” (CCH, p. 97)
● Explicações finalistas são apenas abreviações: “estou
procurando meu óculos” descreve que o sujeito
A) Irá parar de procurar quando encontrar
B) Teve um histórico de reforçamento que o levou a agir dessa forma
O conceito
de operante
Propriedades
quantitativas
do operante
Extinção
Reforçador
Reflexos e
respondentes
O conceito
de operante
Extinção
Reforçador

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Punição positiva x negativa
Punição positiva x negativaPunição positiva x negativa
Punição positiva x negativa
Nelson Novaes Neto
 
Esquemas de reforço (1)
Esquemas de reforço (1)Esquemas de reforço (1)
Esquemas de reforço (1)
Maju Fontenele
 
Condicionamento respondente
Condicionamento respondenteCondicionamento respondente
Condicionamento respondente
Nilson Dias Castelano
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
ruibraz
 
Humanista
HumanistaHumanista
Interação operante-respondente
Interação operante-respondenteInteração operante-respondente
Interação operante-respondente
Nilson Dias Castelano
 
Modelagem e manutenção do comportamento
Modelagem e manutenção do comportamentoModelagem e manutenção do comportamento
Modelagem e manutenção do comportamento
Caio Maximino
 
Behaviorismo clássico e teóricos
Behaviorismo clássico e teóricosBehaviorismo clássico e teóricos
Behaviorismo clássico e teóricos
Thales Rocha
 
Regrasx contingências
Regrasx contingênciasRegrasx contingências
Regrasx contingências
Nilson Dias Castelano
 
Aula 3 behaviorismos
Aula 3   behaviorismosAula 3   behaviorismos
Aula 3 behaviorismos
Ludmila Moura
 
Aula 4 comportamento verbal
Aula 4 comportamento verbalAula 4 comportamento verbal
Aula 4 comportamento verbal
Psicologia_2015
 
Discriminação e controle de estímulos 2
Discriminação e controle de estímulos 2Discriminação e controle de estímulos 2
Discriminação e controle de estímulos 2
Caio Maximino
 
Princípios de análise do comportamento
Princípios de análise do comportamentoPrincípios de análise do comportamento
Princípios de análise do comportamento
carolmorbach
 
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
Nilson Dias Castelano
 
Aprendizagem operante
Aprendizagem operanteAprendizagem operante
Aprendizagem operante
Nilson Dias Castelano
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
Marcela Montalvão Teti
 
O behaviorismo 2
O  behaviorismo 2O  behaviorismo 2
O behaviorismo 2
Lucas Lorran
 
Relatório de aulas práticas de análise experimental do comportamento
Relatório de aulas práticas de análise experimental do comportamentoRelatório de aulas práticas de análise experimental do comportamento
Relatório de aulas práticas de análise experimental do comportamento
Yasmin Behrmann
 
Aula 2 O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamento
Aula 2   O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamentoAula 2   O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamento
Aula 2 O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamento
Ludmila Moura
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
ecleiamb
 

Mais procurados (20)

Punição positiva x negativa
Punição positiva x negativaPunição positiva x negativa
Punição positiva x negativa
 
Esquemas de reforço (1)
Esquemas de reforço (1)Esquemas de reforço (1)
Esquemas de reforço (1)
 
Condicionamento respondente
Condicionamento respondenteCondicionamento respondente
Condicionamento respondente
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
 
Humanista
HumanistaHumanista
Humanista
 
Interação operante-respondente
Interação operante-respondenteInteração operante-respondente
Interação operante-respondente
 
Modelagem e manutenção do comportamento
Modelagem e manutenção do comportamentoModelagem e manutenção do comportamento
Modelagem e manutenção do comportamento
 
Behaviorismo clássico e teóricos
Behaviorismo clássico e teóricosBehaviorismo clássico e teóricos
Behaviorismo clássico e teóricos
 
Regrasx contingências
Regrasx contingênciasRegrasx contingências
Regrasx contingências
 
Aula 3 behaviorismos
Aula 3   behaviorismosAula 3   behaviorismos
Aula 3 behaviorismos
 
Aula 4 comportamento verbal
Aula 4 comportamento verbalAula 4 comportamento verbal
Aula 4 comportamento verbal
 
Discriminação e controle de estímulos 2
Discriminação e controle de estímulos 2Discriminação e controle de estímulos 2
Discriminação e controle de estímulos 2
 
Princípios de análise do comportamento
Princípios de análise do comportamentoPrincípios de análise do comportamento
Princípios de análise do comportamento
 
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
 
Aprendizagem operante
Aprendizagem operanteAprendizagem operante
Aprendizagem operante
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
 
O behaviorismo 2
O  behaviorismo 2O  behaviorismo 2
O behaviorismo 2
 
Relatório de aulas práticas de análise experimental do comportamento
Relatório de aulas práticas de análise experimental do comportamentoRelatório de aulas práticas de análise experimental do comportamento
Relatório de aulas práticas de análise experimental do comportamento
 
Aula 2 O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamento
Aula 2   O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamentoAula 2   O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamento
Aula 2 O Behaviorismo - uma proposta de estudo do comportamento
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 

Destaque

Comportamento Respondente - Ivan Pavlov
Comportamento Respondente - Ivan PavlovComportamento Respondente - Ivan Pavlov
Comportamento Respondente - Ivan Pavlov
Eduardo Manfré
 
Behaviorismo
BehaviorismoBehaviorismo
Reforço Positivo e Negativo
Reforço Positivo e NegativoReforço Positivo e Negativo
Reforço Positivo e Negativo
Leandro Malveira
 
Reflexo condicionado
Reflexo condicionadoReflexo condicionado
Reflexo condicionado
Lima Venancio
 
Skinner
SkinnerSkinner
Skinner slides
Skinner   slidesSkinner   slides
Skinner slides
Felipe Mago
 
Teorias Behavioristas
Teorias BehavioristasTeorias Behavioristas
Operantes respondenteskj
Operantes respondenteskjOperantes respondenteskj
Operantes respondenteskj
Mary caparotti
 
ea-ready-for-growth
ea-ready-for-growthea-ready-for-growth
ea-ready-for-growth
Wynand Bezuidenhout
 
Equivalência de estímulos
Equivalência de estímulosEquivalência de estímulos
Equivalência de estímulos
Nilson Dias Castelano
 
Fenomenologia
FenomenologiaFenomenologia
Fenomenologia
Milena Silva
 
Behaviorismo Metodológico e B. Radical
Behaviorismo Metodológico e B. RadicalBehaviorismo Metodológico e B. Radical
Behaviorismo Metodológico e B. Radical
mairamatoscosta
 
Técnicas Para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
Técnicas Para Apresentação de Trabalhos AcadêmicosTécnicas Para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
Técnicas Para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
Falarte
 
Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.
Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.
Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.
Iara Andriele Carvalho
 
4º Encontro - Comunicação Eficaz no Atendimento 16 hs
4º Encontro - Comunicação  Eficaz no Atendimento 16 hs4º Encontro - Comunicação  Eficaz no Atendimento 16 hs
4º Encontro - Comunicação Eficaz no Atendimento 16 hs
Falarte
 
Delineamento experimental básico
Delineamento experimental básicoDelineamento experimental básico
Delineamento experimental básico
Caio Maximino
 
Técnicas de Apresentação e Oratória
Técnicas de Apresentação e OratóriaTécnicas de Apresentação e Oratória
Técnicas de Apresentação e Oratória
Michele Rufatto Vaz
 
Relatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamento
Relatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamentoRelatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamento
Relatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamento
Narayane Farias
 
1ª aula Como Falar em Público
1ª aula   Como Falar em Público1ª aula   Como Falar em Público
1ª aula Como Falar em Público
Falarte
 
TéCnicas De ApresentaçãO Oral
TéCnicas De ApresentaçãO OralTéCnicas De ApresentaçãO Oral

Destaque (20)

Comportamento Respondente - Ivan Pavlov
Comportamento Respondente - Ivan PavlovComportamento Respondente - Ivan Pavlov
Comportamento Respondente - Ivan Pavlov
 
Behaviorismo
BehaviorismoBehaviorismo
Behaviorismo
 
Reforço Positivo e Negativo
Reforço Positivo e NegativoReforço Positivo e Negativo
Reforço Positivo e Negativo
 
Reflexo condicionado
Reflexo condicionadoReflexo condicionado
Reflexo condicionado
 
Skinner
SkinnerSkinner
Skinner
 
Skinner slides
Skinner   slidesSkinner   slides
Skinner slides
 
Teorias Behavioristas
Teorias BehavioristasTeorias Behavioristas
Teorias Behavioristas
 
Operantes respondenteskj
Operantes respondenteskjOperantes respondenteskj
Operantes respondenteskj
 
ea-ready-for-growth
ea-ready-for-growthea-ready-for-growth
ea-ready-for-growth
 
Equivalência de estímulos
Equivalência de estímulosEquivalência de estímulos
Equivalência de estímulos
 
Fenomenologia
FenomenologiaFenomenologia
Fenomenologia
 
Behaviorismo Metodológico e B. Radical
Behaviorismo Metodológico e B. RadicalBehaviorismo Metodológico e B. Radical
Behaviorismo Metodológico e B. Radical
 
Técnicas Para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
Técnicas Para Apresentação de Trabalhos AcadêmicosTécnicas Para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
Técnicas Para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
 
Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.
Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.
Sentimentos sob a ótica da Análise do Comportamento.
 
4º Encontro - Comunicação Eficaz no Atendimento 16 hs
4º Encontro - Comunicação  Eficaz no Atendimento 16 hs4º Encontro - Comunicação  Eficaz no Atendimento 16 hs
4º Encontro - Comunicação Eficaz no Atendimento 16 hs
 
Delineamento experimental básico
Delineamento experimental básicoDelineamento experimental básico
Delineamento experimental básico
 
Técnicas de Apresentação e Oratória
Técnicas de Apresentação e OratóriaTécnicas de Apresentação e Oratória
Técnicas de Apresentação e Oratória
 
Relatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamento
Relatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamentoRelatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamento
Relatório - Reforço contínuo e extinção de um comportamento
 
1ª aula Como Falar em Público
1ª aula   Como Falar em Público1ª aula   Como Falar em Público
1ª aula Como Falar em Público
 
TéCnicas De ApresentaçãO Oral
TéCnicas De ApresentaçãO OralTéCnicas De ApresentaçãO Oral
TéCnicas De ApresentaçãO Oral
 

Semelhante a Operantes e respondentes

Terapia Comportamental e Cognitiva
Terapia Comportamental e CognitivaTerapia Comportamental e Cognitiva
Terapia Comportamental e Cognitiva
Marcelo da Rocha Carvalho
 
Controle aversivo interação resp-oper
Controle aversivo   interação resp-operControle aversivo   interação resp-oper
Controle aversivo interação resp-oper
anogueiran
 
Passo 10 2007 1
Passo 10 2007 1Passo 10 2007 1
Passo 10 2007 1
Ronaldo Moraes
 
4316578 (1).ppt
4316578 (1).ppt4316578 (1).ppt
4316578 (1).ppt
NcleoJoy
 
Lei do efeito
Lei do efeitoLei do efeito
Lei do efeito
Tiago Malta
 
O behaviorismo.docx resumo
O behaviorismo.docx resumoO behaviorismo.docx resumo
O behaviorismo.docx resumo
jose rogerio dos santos
 
Aula 3 análise funcional
Aula 3 análise funcionalAula 3 análise funcional
Aula 3 análise funcional
Psicologia_2015
 
Aprendizagens Comportamentais.ppt
Aprendizagens Comportamentais.pptAprendizagens Comportamentais.ppt
Aprendizagens Comportamentais.ppt
Alessandra Pereira
 
Aula 2 os conceitos de discriminação e generalização
Aula 2 os conceitos de discriminação e generalizaçãoAula 2 os conceitos de discriminação e generalização
Aula 2 os conceitos de discriminação e generalização
Psicologia_2015
 
Aula 1 - Introdução à Psicologia Parte 2.pptx
Aula 1 -  Introdução à Psicologia Parte 2.pptxAula 1 -  Introdução à Psicologia Parte 2.pptx
Aula 1 - Introdução à Psicologia Parte 2.pptx
CristianoDeOliveira20
 
Passo 5 2007 1
Passo 5 2007 1Passo 5 2007 1
Passo 5 2007 1
Ronaldo Moraes
 
O ambientalismo e a abordagem behaviorista
O ambientalismo e a abordagem behavioristaO ambientalismo e a abordagem behaviorista
O ambientalismo e a abordagem behaviorista
GLEYDSON ROCHA
 
Teorias 1 - Concepções de aprendizagem
Teorias 1 - Concepções de aprendizagemTeorias 1 - Concepções de aprendizagem
Teorias 1 - Concepções de aprendizagem
Kelly Moraes
 
Psicologia Jurídica (Aula II)
Psicologia Jurídica (Aula II)Psicologia Jurídica (Aula II)
Psicologia Jurídica (Aula II)
julilp10
 

Semelhante a Operantes e respondentes (14)

Terapia Comportamental e Cognitiva
Terapia Comportamental e CognitivaTerapia Comportamental e Cognitiva
Terapia Comportamental e Cognitiva
 
Controle aversivo interação resp-oper
Controle aversivo   interação resp-operControle aversivo   interação resp-oper
Controle aversivo interação resp-oper
 
Passo 10 2007 1
Passo 10 2007 1Passo 10 2007 1
Passo 10 2007 1
 
4316578 (1).ppt
4316578 (1).ppt4316578 (1).ppt
4316578 (1).ppt
 
Lei do efeito
Lei do efeitoLei do efeito
Lei do efeito
 
O behaviorismo.docx resumo
O behaviorismo.docx resumoO behaviorismo.docx resumo
O behaviorismo.docx resumo
 
Aula 3 análise funcional
Aula 3 análise funcionalAula 3 análise funcional
Aula 3 análise funcional
 
Aprendizagens Comportamentais.ppt
Aprendizagens Comportamentais.pptAprendizagens Comportamentais.ppt
Aprendizagens Comportamentais.ppt
 
Aula 2 os conceitos de discriminação e generalização
Aula 2 os conceitos de discriminação e generalizaçãoAula 2 os conceitos de discriminação e generalização
Aula 2 os conceitos de discriminação e generalização
 
Aula 1 - Introdução à Psicologia Parte 2.pptx
Aula 1 -  Introdução à Psicologia Parte 2.pptxAula 1 -  Introdução à Psicologia Parte 2.pptx
Aula 1 - Introdução à Psicologia Parte 2.pptx
 
Passo 5 2007 1
Passo 5 2007 1Passo 5 2007 1
Passo 5 2007 1
 
O ambientalismo e a abordagem behaviorista
O ambientalismo e a abordagem behavioristaO ambientalismo e a abordagem behaviorista
O ambientalismo e a abordagem behaviorista
 
Teorias 1 - Concepções de aprendizagem
Teorias 1 - Concepções de aprendizagemTeorias 1 - Concepções de aprendizagem
Teorias 1 - Concepções de aprendizagem
 
Psicologia Jurídica (Aula II)
Psicologia Jurídica (Aula II)Psicologia Jurídica (Aula II)
Psicologia Jurídica (Aula II)
 

Mais de Caio Maximino

Papel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebra
Papel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebraPapel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebra
Papel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebra
Caio Maximino
 
Efectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipo
Efectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipoEfectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipo
Efectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipo
Caio Maximino
 
Impacto del pez cebra en biología y neurociencias
Impacto del pez cebra en biología y neurocienciasImpacto del pez cebra en biología y neurociencias
Impacto del pez cebra en biología y neurociencias
Caio Maximino
 
El pez cebra en el estudio de psicofarmacos
El pez cebra en el estudio de psicofarmacosEl pez cebra en el estudio de psicofarmacos
El pez cebra en el estudio de psicofarmacos
Caio Maximino
 
Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"
Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"
Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"
Caio Maximino
 
A cerebralização do sofrimento psíquico
A cerebralização do sofrimento psíquicoA cerebralização do sofrimento psíquico
A cerebralização do sofrimento psíquico
Caio Maximino
 
Human physiological response in perspective: Focus on the capitalocene
Human physiological response in perspective: Focus on the capitaloceneHuman physiological response in perspective: Focus on the capitalocene
Human physiological response in perspective: Focus on the capitalocene
Caio Maximino
 
Vertebrate stress mechanisms under change
Vertebrate stress mechanisms under changeVertebrate stress mechanisms under change
Vertebrate stress mechanisms under change
Caio Maximino
 
The nervous system: an evolutionary approach
The nervous system: an evolutionary approachThe nervous system: an evolutionary approach
The nervous system: an evolutionary approach
Caio Maximino
 
O monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividade
O monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividadeO monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividade
O monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividade
Caio Maximino
 
Por um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência crítica
Por um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência críticaPor um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência crítica
Por um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência crítica
Caio Maximino
 
Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...
Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...
Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...
Caio Maximino
 
Métodos quantitativos na pesquisa em educação e ensino
Métodos quantitativos na pesquisa em educação e ensinoMétodos quantitativos na pesquisa em educação e ensino
Métodos quantitativos na pesquisa em educação e ensino
Caio Maximino
 
Aula 2: Um pouco de filosofia da ciência
Aula 2: Um pouco de filosofia da ciênciaAula 2: Um pouco de filosofia da ciência
Aula 2: Um pouco de filosofia da ciência
Caio Maximino
 
Inferência estatística nas ciências experimentais
Inferência estatística nas ciências experimentaisInferência estatística nas ciências experimentais
Inferência estatística nas ciências experimentais
Caio Maximino
 
Aprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remoto
Aprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remotoAprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remoto
Aprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remoto
Caio Maximino
 
A importância das práticas corporais para a saúde mental
A importância das práticas corporais para a saúde mentalA importância das práticas corporais para a saúde mental
A importância das práticas corporais para a saúde mental
Caio Maximino
 
Transtornos do neurodesenvolvimento
Transtornos do neurodesenvolvimentoTranstornos do neurodesenvolvimento
Transtornos do neurodesenvolvimento
Caio Maximino
 
Evidências científicas de eficácia em farmacoterapia
Evidências científicas de eficácia em farmacoterapiaEvidências científicas de eficácia em farmacoterapia
Evidências científicas de eficácia em farmacoterapia
Caio Maximino
 
Transtornos alimentares
Transtornos alimentaresTranstornos alimentares
Transtornos alimentares
Caio Maximino
 

Mais de Caio Maximino (20)

Papel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebra
Papel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebraPapel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebra
Papel de receptores 5-HT2CL en la socialidad del pez cebra
 
Efectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipo
Efectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipoEfectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipo
Efectos de fluoxetina sobre la agresión del pez cebra dependiente del fenotipo
 
Impacto del pez cebra en biología y neurociencias
Impacto del pez cebra en biología y neurocienciasImpacto del pez cebra en biología y neurociencias
Impacto del pez cebra en biología y neurociencias
 
El pez cebra en el estudio de psicofarmacos
El pez cebra en el estudio de psicofarmacosEl pez cebra en el estudio de psicofarmacos
El pez cebra en el estudio de psicofarmacos
 
Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"
Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"
Minicurso "Primeiros socorros: Em caso de ataque de pânico"
 
A cerebralização do sofrimento psíquico
A cerebralização do sofrimento psíquicoA cerebralização do sofrimento psíquico
A cerebralização do sofrimento psíquico
 
Human physiological response in perspective: Focus on the capitalocene
Human physiological response in perspective: Focus on the capitaloceneHuman physiological response in perspective: Focus on the capitalocene
Human physiological response in perspective: Focus on the capitalocene
 
Vertebrate stress mechanisms under change
Vertebrate stress mechanisms under changeVertebrate stress mechanisms under change
Vertebrate stress mechanisms under change
 
The nervous system: an evolutionary approach
The nervous system: an evolutionary approachThe nervous system: an evolutionary approach
The nervous system: an evolutionary approach
 
O monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividade
O monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividadeO monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividade
O monstruoso do capital: Ansiedades culturais e subjetividade
 
Por um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência crítica
Por um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência críticaPor um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência crítica
Por um cérebro histórico-cultural: Uma introdução à neurociência crítica
 
Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...
Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...
Genética dos transtornos mentais: Cultura, genética e epigenética em uma pers...
 
Métodos quantitativos na pesquisa em educação e ensino
Métodos quantitativos na pesquisa em educação e ensinoMétodos quantitativos na pesquisa em educação e ensino
Métodos quantitativos na pesquisa em educação e ensino
 
Aula 2: Um pouco de filosofia da ciência
Aula 2: Um pouco de filosofia da ciênciaAula 2: Um pouco de filosofia da ciência
Aula 2: Um pouco de filosofia da ciência
 
Inferência estatística nas ciências experimentais
Inferência estatística nas ciências experimentaisInferência estatística nas ciências experimentais
Inferência estatística nas ciências experimentais
 
Aprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remoto
Aprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remotoAprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remoto
Aprendizagem baseada em problemas: Adaptações ao ensino remoto
 
A importância das práticas corporais para a saúde mental
A importância das práticas corporais para a saúde mentalA importância das práticas corporais para a saúde mental
A importância das práticas corporais para a saúde mental
 
Transtornos do neurodesenvolvimento
Transtornos do neurodesenvolvimentoTranstornos do neurodesenvolvimento
Transtornos do neurodesenvolvimento
 
Evidências científicas de eficácia em farmacoterapia
Evidências científicas de eficácia em farmacoterapiaEvidências científicas de eficácia em farmacoterapia
Evidências científicas de eficácia em farmacoterapia
 
Transtornos alimentares
Transtornos alimentaresTranstornos alimentares
Transtornos alimentares
 

Último

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AntonioVieira539017
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 

Último (20)

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 

Operantes e respondentes

  • 1. Ψ Fundamentos Teóricos em Psicologia II – Comportamentalismo Aula 3 Operantes e respondentes Prof. Dr. Caio Maximino
  • 2. Ψ Objetivos da aula ● Discutir o conceito de reflexo condicionado e incondicionado e relacionar com seu contexto adaptativo ● Definir o “operante” skinneriano e suas relações com as consequências do comportamento e com o conceito de contingência ● Analisar as propriedades quantitativas dos operantes, definidas através da AEC ● Discutir o fenômeno da extinção dos operantes ● Analisar criticamente o conceito skinneriano de reforçador de conceitos correlatos
  • 3. Ψ Reflexos, mecanicismo, e controle pelo ambiente Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador ● O reflexo é o controle de um comportamento (resposta) por agentes externos (estímulos) – Reflexo = “reflexão” das afeições do sistema nervoso para os músculos ● “O fisiologista designa com o nome reflexo essa reação regular do organismo animal ante os fatores do mundo exterior, reação realizada por meio do segmento inferior do sistema nervoso central” (Pavlov, Reflexos condicionados e inibições) ● Mediação pelo sistema nervoso, mas diversos reflexos não necessitam do encéfalo (“arco reflexo”) → reflexo patelar ● A observação de que alguns comportamentos eram obviamente controlados por estímulos ambientais, sem a necessidade de um “agente interno”, têm implicações para a psicologia intencional
  • 4. Ψ Reflexos incondicionais e respondentes ● Respondentes: “Classe de respostas definida em termos dos estímulos que as produzem fidedignamente” (Catania, 1999) → Inclui reflexos condicionados e incondicionais ● “Relação entre um estímulo e uma resposta que não depende de condicionamento prévio. Um reflexo é a produção fidedigna de uma resposta por um estímulo. O estímulo é um estímulo incondicionado (US) e a resposta é uma resposta incondicionada (UR). O estímulo elicia a resposta.” (Catania, 1999) ● A eliciação da resposta pelo estímulo define o reflexo, não a resposta ou o estímulo sozinhos ● “muitas respostas reflexas são executadas pelos músculos lisos (por exemplo, os músculos das paredes dos vasos sanguíneos) e pelas glândulas” (CCH, p. 54) → Comportamentos reflexos emocionais, reflexos esqueléticos Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 5. Ψ Reflexos condicionados ● “Reflexo produzido por uma relação contingente entre os estímulos (…). Um estímulo, originalmente neutro, estabelece a ocasião para um segundo estímulo, o estímulo incondicionado (US). Um reflexo condicionado é criado quando um estímulo neutro torna-se um estímulo condicionado (CS), eliciando uma resposta devido à sua relação de contingência com o US. Essa resposta, uma resposta condicionada (CR), geralmente é relacionada à resposta incondicionada (UR) eliciada pelo US, mas não é necessariamente a mesma que a resposta incondicionada.” (Catania, 1999) ● “O processo de condicionamento, como foi relatado por Pavlov em seu livro Reflexos condicionados, é um processo de substituição de estímulos. Um estímulo antes neutro adquire o poder de eliciar a resposta que originalmente era eliciada por outro estímulo.” (CCH, p. 58) ● Associação S-S ● Respostas eliciadas pelo CS antes do condicionamento (p. ex., respostas de orientação) tendem a desaparecer à medida que o condicionamento progride Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 6. Ψ Propriedades do comportamento eliciado ● Limiar: Intensidade mínima de (alguma dimensão do) estímulo que é capaz de eliciar uma resposta ● Dimensões da resposta: Latência, magnitude e duração → Covariam, comumente classificadas como medidas de força do reflexo – Tipicamente, latência varia inversamente à intensidade do estímulo, e magnitude e duração variam diretamente com a intensidade Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 7. Ψ Estímulos eliciadores e probabilidades de resposta ● “Para qualquer estímulo particular, sua apresentação pode aumentar a probabilidade de algumas respostas, diminuir a probabilidade de outras e ainda não ter qualquer efeito sobre outras. Do mesmo modo, para uma resposta particular, sua probabilidade pode ser aumentada por alguns estímulos, diminuída por outros e, ainda, pode não ser afetada por outros.” (Catania, 1999) ● Probabilidade de resposta: Número de primeiras respostas dividido pelo número de janelas temporais (p. ex., no. de respostas dividido pelo no. de tentativas ou pelo no. de estímulos) (Killeen e Hall, 2001) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 8. Ψ Aspectos adaptativos dos reflexos ● “Os reflexos relacionam-se intimamente com o bem- estar do organismo.” (CCH, p. 59) ● Seleção natural explica alguns reflexos “em um sentido evolutivo” ● O condicionamento flexibiliza o comportamento, e tem valor de sobrevivência: “Onde o comportamento herdado é insuficiente, a mutabilidade herdada do processo de condicionamento desempenha seu papel.” (CCH, p. 60) – Entretanto, o condicionamento também pode ser desadaptativo (p. ex., condicionamento aversivo gustativo) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 9. Ψ Aplicações práticas dos reflexos condicionados (CCH) ● Eliciação de respostas emocionais (p. ex., na arte) ● Controle do comportamento futuro (p. ex., respostas emocionais na educação ideológica, condicionamento aversivo para tratamento de drogadição, “atitudes”) ● Respostas emocionais opostas/conflitantes (p. ex., sala de espera do dentista) ● Eliminação de respostas condicionadas (extinção, dessensibilização) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 10. Ψ Controle pela consequência ● “As consequências do comportamento podem retroagir sobre o organismo. Quando isto acontece, podem alterar a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente” (CCH, p. 65) ● “Enquanto o condicionamento respondente ocorre como resultado da relação entre dois estímulos - um evento filogeneticamente importante e um sinal - a aprendizagem operante ocorre como resultado de uma relação entre um estímulo e uma atividade - um evento filogeneticamente importante e um comportamento que afeta sua ocorrência” (Baum, 2006) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 11. Ψ Leis do Efeito e do Exercício, v. Skinner ● Lei do Efeito (Thorndike): Consequências “prazerosas” ou “desagradáveis” mudam a probabilidade futura de resposta. ● “Para atingir o âmago da Lei do Efeito de Thorndike precisamos elucidar a noção de 'probabilidade de resposta'” (CCH, p. 68); ● Skinner trata frequências e probabilidades de resposta como equivalentes, mas, de um ponto de vista quantitativo, não são (Killeen e Hall, 2001) ● O termo “resposta”, herdado dos paradigmas respondentes, também não é apropriado (CCH, pp. 69-70), mas estava tão bem estabelecido que continuou a ser usado – Na realidade, essas observação é posterior a 1937, quando o conceito de operante aparece e Skinner tem que desvencilhá-lo da discussão de Konorski e Miller ● O que será previsto ou controlado não é uma resposta específica (está no passado), mas a ocorrência futura de classes de respostas – Operantes: Classe de respostas descritas “em termos de seu efeito ambiental”, i.e., “uma classe modificável pelas consequências das respostas da classe” (Catania, 1999) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 12. Ψ Operantes, respondentes e probabilidades A)R sempre produz S B)S independente de R C) Extinção D) R sempre previne S E)R produz S intermitentemente A)S aumenta a probabilidade de resposta B) S não tem efeito sobre a probabilidade de resposta C) S reduz a probabilidade de resposta D)S elicia confiavelmente a resposta (reflexo) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 13. Ψ Extinção operante ● “Quando o reforço já não estiver sendo dado, a resposta torna-se menos e menos frequente” (CCH, p. 76) – Pode se referir a uma operação (suspensão da consequência) ou ao efeito (redução no responder que é produzido pela operação) ● Efeito mais lento do que a aquisição do condicionamento → mais fácil de acompanhar ● No reforçamento positivo, a extinção parcial pode ser acompanhada de uma resposta emocional (“frustração”) ● No reforçamento negativo, a extinção é a “suspensão das consequências do responder, de modo que os estímulos aversivos ocorrem, mas as respostas já não os adiam nem previnem” ● A resistência à extinção só pode ser prevista a partir do histórico de reforçamento, e não da probabilidade instantânea de resposta Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 14. Ψ Efeito de extinção do reforçamento parcial ● Em esquemas parciais (i.e., quando o reforço não é contingente a todas as respostas), é preciso que a resposta seja “persistente” o suficiente para ser mantida nas tentativas não-reforçadas ● Se o reforçamento aumenta a força das respostas condicionadas, espera- se que respostas parcialmente condicionadas sejam mais fracas e, portanto, menos resistentes à extinção; entretanto, respostas reforçadas parcialmente são mais resistentes à extinção ● Hipótese do pós-efeito: o reforçador (ou sua ausência) pode servir como estímulo para o comportamento futuro → o não-reforçamento é um estímulo que persiste após várias tentativas de extinção ● Hipótese da frustração: O não-reforçamento, quando a expectativa é de reforçamento, é frustrante, e a frustração torna-se condicionada; em reforçamento parcial, os sujeitos aprendem a manter o responder mesmo em estado de frustração Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 15. Ψ Elementos do reforço ● Reforço é uma relação entre comportamento e ambiente, e implica em (1) Consequência das respostas (2)Aumento na probabilidade das respostas (3) Causalidade (o aumento da probabilidade ocorre porque a resposta tem essa consequência ● Estabelecer o terceiro critério é mais difícil ● Ex. (Catania, 1999): Uma criança recebe um castigo físico cada vez que chora; o castigo elicia mais choro, mas não diríamos que o castigo reforçou o choro Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 16. Ψ Terminologia do reforço (Catania, 1999) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador ● A definição de “reforçador” é circular: reforçador é aquilo que aumenta a probabilidade do responder, e o reforçador reforça porque aumenta a probabilidade do responder ● CCH (pp. 80-81): O termo é descritivo, não explicativo
  • 17. Ψ Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador ReforçamentoReforçamento positivopositivo Adiciona estímulo apetitivo PuniçãoPunição positivapositiva Adiciona estímulo aversivo PuniçãoPunição negativanegativa Retira estímulo apetitivo ReforçamentoReforçamento negativonegativo Retira estímulo aversivo Terminologia das consequências Fuga Esquiva
  • 18. Ψ Tipos de reforçadores Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador ● Reforçador primário: reforçador cuja efetividade não depende de sua relação contingente com outro reforçador – O termo “reforçador natural” tem utilidade limitada devido à relatividade dos reforçadores – Reforçador intrínseco: reforçador que é naturalmente relacionado às respostas que o produzem (como quando um músico toca não por dinheiro, mas porque tocar produz música) ● Reforçador condicionado ou condicional: estímulo que funciona como um reforçador devido à sua relação de contingência com um outro reforçador
  • 19. Ψ Reforçadores generalizados ● Reforçador condicionado com base em vários reforçadores primários ● Tem maior probabilidade de se manter efetivo ao longo de diferentes operações estabelecedoras do que um reforçador condicionado baseado somente em um reforçador primário ● P. ex.: Dinheiro, aprovação, afeto, submissão ● “É fácil esquecer as origens dos reforçadores generalizados e encará-los como reforçadores por si mesmos. Falamos da 'necessidade de atenção, aprovação ou afeto', da 'necessidade do domínio', e do 'amor ao dinheiro' como se fossem condições primárias de privação” (CCH, p. 89) Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 20. Ψ Reforçadores como explicação da psicologia do senso comum Reflexos e respondentes O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador ● CCH (pp. 80-84): Frequentemente usamos a terminologia da preferência e do gosto para falar de estímulos reforçadores – “A aplicação prática do condicionamento operante requer frequentemente um levantamento dos eventos que reforçam um dado indivíduo. Em todos os campos em que o comportamento humano figura com proeminência - educação, governo, família, clínica, indústria, arte, literatura, e assim por diante – estamos constantemente mudando probabilidades de resposta ao arranjar as consequências reforçadoras.” (CCH, p. 81) ● A aplicação prática do reforçador está principalmente no controle (garantir ocorrência futura do comportamento) ● “Interesse”: “refere-se à probabilidade que resulta, ao menos em parte, das consequências do comportamento de 'ter um interesse'” (CCH, p. 82) ● “Se o público compra ou não livros, entradas para o teatro ou concertos, e obras de arte, depende de se os livros, concertos, peças ou quadros são reforçadores ou não” (CCH, p. 83)
  • 21. Ψ Por que um reforçador reforça? ● Para Skinner, a Lei do Efeito não tem caráter nomológico, mas é meramente uma descrição; entretanto, a explicação recorre a uma teoria da natureza do reforço ● Thorndike: o reforço é eficaz porque é “agradável” ou “satisfatório” (i.e., reforço = recompensa) – “Aparentemente 'agradável' ou 'satisfatória' não se referem a propriedades físicas de eventos reforçadores, desde que as ciências naturais não usam nem estes termos, nem quaisquer equivalentes” (CCH, p. 90) ● Perone: O reforço é eficaz porque reduz um estado de privação – “Tudo o que podemos dizer é que o tipo de evento que reduz a privação é também reforçador.” (CCH, p. 92) ● Explicações biológicas são pouco úteis para a análise funcional O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 22. Ψ Contingências acidentais ● Respostas acidentalmente reforçadas – i.e., não há contingência natural ou planejada entre resposta e reforço – produzem comportamento supersticioso ● O comportamento repete-se e, por acaso, é seguido novamente de reforço ● Experimento de Skinner: pombos em FT5, alimento não-contingente à resposta; animais apresentaram respostas arbitrárias de alta frequência que coincidiam com o que estavam fazendo durante a liberação do alimento O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador
  • 23. Ψ Objetivos, propósitos e outras causas finais ● Para Skinner, a referência a causas finais (“telos”) não é possível nas ciências naturais ● “No lugar de dizer que um homem se comporta por causa das consequências que seguem o seu comportamento, diremos simplesmente que ele se comporta por causa das consequências que seguiram um comportamento semelhante no passado. Isto, naturalmente, é a Lei do Efeito ou condicionamento operante.” (CCH, p. 97) ● Explicações finalistas são apenas abreviações: “estou procurando meu óculos” descreve que o sujeito A) Irá parar de procurar quando encontrar B) Teve um histórico de reforçamento que o levou a agir dessa forma O conceito de operante Propriedades quantitativas do operante Extinção Reforçador Reflexos e respondentes O conceito de operante Extinção Reforçador