Da e-moderação à mediação colaborativa nas comunidades de aprendizagem Paulo Dias (Universidade do Minho, Pt).  In: SILVA, Marco; PESCE, Lucila; ZUIN, Antonio (orgs.).  Educação online:  cenário, formação e questões didático-metodológicas. RJ: Wak, 2010. pp.233-245.
Ambientes e redes de aprendizagem Impacto das TIC na criação de CSCL, por meio de LMS. Abrangência: universidade, formação profissional, ensino básico e secundário. Web 2.0 – rede social de participação e criação de comunidades. Competência co-autoral na rede. Publicação enquanto ato de participação e partilha. Ecologia das experiências de aprendizagem e conhecimento.
Ambientes e redes de aprendizagem TIC e construção da mudança na concepção e organização das redes sociais e de aprendizagem. Partilha social: mudança no desenvolvimento das redes de aprendizagem. Redes de aprendizagem: mais do que recurso informacional, forma de imersão e construção colaborativa do sentido. Imersão e nova prática nos modelos de DI = agora, sequências de instrução, criação de ambientes, redes, acessos e recursos, fomento à gestão da aprendizagem.
Ambientes e redes de aprendizagem Redes de aprendizagem na web: ecologia da aprendizagem. Imersão social e cognitiva. Moderação online: prática de gestão a acompanhamento da aprendizagem. Atividade reguladora – organização, dinamização, gestão e acompanhamento. Papel do e-moderador: construção de significados, sob enfoque construtivista.
Ambientes e redes de aprendizagem Segundo Salmon (2000): sustentabilidade associada às práticas reflexivas, à participação e à confiança da comunidade no AVA. Garrison, Anderson, Archer (2000): organização da experiência educacional online, por meio de presenças cognitiva, social e de ensino. Anderson( 2004): moderação como concepção e organização do AVA – discussão entre pares, análise dos conteúdos, troca de experiências de aprendizagem; desenvolvimento da confiança.
Ambientes e redes de aprendizagem Desenvolvimento da comunidade: partilha de interesses, integração da diversidade de representações (voz social – Wenger, 2007). Liderança partilhada - do modelo centralizado de moderação (na concepção de sequências curriculares e objetos de aprendizagem) para o modelo partilhado. Liderança partilhada e autonomia da comunidade para a negociação colaborativa de sentido na construção da aprendizagem.
A mediação colaborativa das aprendizagens Mediação online colaborativa - premissa teórica: abordagem sócio-interacionista vygotskyana. Atividade mediada: meio para o desenvolvimento e o aceso aos objetos de conhecimento. Mediação colaborativa: construção da interação social e realização da liderança partilhada.
A mediação colaborativa das aprendizagens Momentos da e-moderação: Papel central do e-moderador na formação da rede de aprendizagem e na dinamização das atividades do grupo: natureza centralizadora das práticas de liderança. Liderança partilhada: participação e partilha na criação do capital social da comunidade; aprendizagem como processo de negociação de sentido (acento nas formas de participação e não nas formas de regulação; negociação dos discursos e interpretações; mediação colaborativa).
Conclusão Moderação e funções de regulação (concepção e organização dos conteúdos; motivação e dinamização das práticas). Limites da moderação centralizadora. Importância da mediação colaborativa sustentada na liderança partilhada dos membros da comunidade.

E moderacao - Paulo Dias

  • 1.
    Da e-moderação àmediação colaborativa nas comunidades de aprendizagem Paulo Dias (Universidade do Minho, Pt). In: SILVA, Marco; PESCE, Lucila; ZUIN, Antonio (orgs.). Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicas. RJ: Wak, 2010. pp.233-245.
  • 2.
    Ambientes e redesde aprendizagem Impacto das TIC na criação de CSCL, por meio de LMS. Abrangência: universidade, formação profissional, ensino básico e secundário. Web 2.0 – rede social de participação e criação de comunidades. Competência co-autoral na rede. Publicação enquanto ato de participação e partilha. Ecologia das experiências de aprendizagem e conhecimento.
  • 3.
    Ambientes e redesde aprendizagem TIC e construção da mudança na concepção e organização das redes sociais e de aprendizagem. Partilha social: mudança no desenvolvimento das redes de aprendizagem. Redes de aprendizagem: mais do que recurso informacional, forma de imersão e construção colaborativa do sentido. Imersão e nova prática nos modelos de DI = agora, sequências de instrução, criação de ambientes, redes, acessos e recursos, fomento à gestão da aprendizagem.
  • 4.
    Ambientes e redesde aprendizagem Redes de aprendizagem na web: ecologia da aprendizagem. Imersão social e cognitiva. Moderação online: prática de gestão a acompanhamento da aprendizagem. Atividade reguladora – organização, dinamização, gestão e acompanhamento. Papel do e-moderador: construção de significados, sob enfoque construtivista.
  • 5.
    Ambientes e redesde aprendizagem Segundo Salmon (2000): sustentabilidade associada às práticas reflexivas, à participação e à confiança da comunidade no AVA. Garrison, Anderson, Archer (2000): organização da experiência educacional online, por meio de presenças cognitiva, social e de ensino. Anderson( 2004): moderação como concepção e organização do AVA – discussão entre pares, análise dos conteúdos, troca de experiências de aprendizagem; desenvolvimento da confiança.
  • 6.
    Ambientes e redesde aprendizagem Desenvolvimento da comunidade: partilha de interesses, integração da diversidade de representações (voz social – Wenger, 2007). Liderança partilhada - do modelo centralizado de moderação (na concepção de sequências curriculares e objetos de aprendizagem) para o modelo partilhado. Liderança partilhada e autonomia da comunidade para a negociação colaborativa de sentido na construção da aprendizagem.
  • 7.
    A mediação colaborativadas aprendizagens Mediação online colaborativa - premissa teórica: abordagem sócio-interacionista vygotskyana. Atividade mediada: meio para o desenvolvimento e o aceso aos objetos de conhecimento. Mediação colaborativa: construção da interação social e realização da liderança partilhada.
  • 8.
    A mediação colaborativadas aprendizagens Momentos da e-moderação: Papel central do e-moderador na formação da rede de aprendizagem e na dinamização das atividades do grupo: natureza centralizadora das práticas de liderança. Liderança partilhada: participação e partilha na criação do capital social da comunidade; aprendizagem como processo de negociação de sentido (acento nas formas de participação e não nas formas de regulação; negociação dos discursos e interpretações; mediação colaborativa).
  • 9.
    Conclusão Moderação efunções de regulação (concepção e organização dos conteúdos; motivação e dinamização das práticas). Limites da moderação centralizadora. Importância da mediação colaborativa sustentada na liderança partilhada dos membros da comunidade.

Notas do Editor

  • #3 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #4 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #5 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #6 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #7 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #8 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #9 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • #10 Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.