Unidade Curricular: 12030-Processos Pedagógicos em E-learning
Docente: Drª Lina Morgado
Mestrandas: Aparecida Dias de Oliveira Torres – Nº 1401102
Renata Duarte Silva – Nº 1401090
Pedagogia do e-learning e o
Papel do professor online
e-formador e-moderador Tutor online
Vários nomes atribuídos a
um professor online
E-learning: Alguns conceitos
Electronic learning.: “...ensino [ou aprendizagem] a distância, postulando um
certo grau de separação física entre professor e aluno e um aumento da
autonomia deste em relação ao primeiro. [...] enfatiza a identificação do
suporte tecnológico [electrónico] mais intensivamente utilizado para assegurar
a interactividade.”
O conceito de e-formador, ou do e-professor: ato, efeito ou modo de formar,
tudo o que molda o caráter, a personalidade, conjunto de conhecimentos e
habilidades específicos de um determinado campo de atividade prática ou
intelectual.
O e-learning é, então, a EaD através da Internet. Porém,apenas o uso da Internet não
caracteriza o e-learning; é preciso um ambiente de aprendizagem colaborativo que permita
a ruptura com o paradigma educacional vigente, que ainda é centrado naquele que ensina,
numa comunicação entre os sujeitos quase que totalmente unidirecional (um-para-
muitos).
Houuais:2011
Dias & Gomes
2004
SCHNEIDER:
2006
Qual é o papel do
professor no curso
elearning?
Como se realização a
comunicação entre
professores e
estudantes ?
O que é essencial
para um bom
funcionamento de um
curso elearning?
Como é feita a
avaliação dos
cursos elearning?
Quais as suas
tarefas ao longo do
curso?
Questões sobre o papel do
professor online
https://aldobarreto.files.wordpress.com/2013/07/capturar_fotor.jpg?w=960
Morgado.
L.(2001 )
Mason
(1998 )
Anderson. T.
(2008;2011 )
Salmon
( 2000)
Siemens, G.
(2010)
O Papel do Professor
Couros
(2010)
LinaMorgado
Papeldoprofessor
http://www.bad.pt/2encontrobes/wp-content/uploads/2013/04/linamorgado.jpg
O papel do
professor é de
propor e discutir
com os
estudantes as
atividades a
serem
desenvolvidas.
Apresenta três modelos de ensino online
Modelos
mais
centrados na
Tecnologia
Modelos
mais
centrados no
Professor
Modelos
mais
centrados no
Estudante
Exemplos indispensáveis em relação
ao ensino na sala de aula virtual:
Dimensão do Grupo O uso das tecnologias
Adaptação à assíncronia Construção de aprendizagem
Áreas de intervenção do professor:
Aspectos Pedagógicos Aspectos de Gestão
Aspectos sociais Aspectos Técnicos
Categorias para atuação do professor para construção de
um contexto de aprendizagem:
Feedback
Permanência
Materiais
Visibilidade
GeorgeSiemens
Papeldoprofessor
Professor
influencia e molda
uma rede.
1. Amplifying
2. Curating
3. Wayfinding and
socially-driven
sensemaking
4. Aggregating
5. Filtering
6. Modelling
7. Persistent presence
http://www.connectivism.ca/?p=220
Nó
dentro
da rede
PROFESSORAprendiz Adepto à
tecnologia
PresenteModelo
Dá
Liberdade
ao aluno
Siemens, G. 2010
TerryAnderson
Papeldoprofessor
“A primeira tarefa do
professor é desenvolver
um sentimento de
confiança e segurança
dentro da comunidade
eletrônica. Na ausência
dessa confiança, os
alunos se sentem
desconfortáveis ​​e
constrangidos em postar
seus pensamentos e
comentários.”
Três Gerações de Pedagogia segundo
Terry Anderson e Jon Dron
Cognitivo - Behaviorista
Socioconstrutivista
Conectivista
Modelo teórico desenvolvido por Garrison,
Anderson, e Archer (2000), que considera três
componentes críticos para a criação de uma
comunidade on-line eficaz.
Presença Cognitiva
Presença de Ensino
Presença social
BASE: Epistemológica, cultural e social.
Apoia o desenvolvimento de habilidades de
pensamento crítico.
(McPeck, 1990; Garrison, 1991)
Presença Cognitiva
“a capacidade que os participantes têm de
projetar suas características pessoais na
comunidade online, apresentando-se aos
outros participantes como pessoas reais''
(GARRISON, ANDERSON e ARCHER, p. 89, 2000).
Presença Social
Criação de um ambiente
favoravelmente de modo a que os
alunos se sentem o grau de conforto e
segurança necessários para expressar
suas idéias em um contexto
colaborativo.
Presença de Ensino
• 1. Interação entre o formando e o formador;
• 2. Interação entre o formando e o
conteúdo;
• 3. Interação entre os formandos.
Papel e tarefas de um e-formador
AlecCouros
Papeldoprofessor
Educadores atuais
e futuros devem
tirar proveito do
potencial
educativo das
redes e saber usar
as ferramentas
certas.
• Reconhecer que o aluno aprende em
contextos informais digitais.
• Desenvolver a própria alfabetização crítica na
mídia.
• Estar aberto à cidadania digital.
• Conhecer os tipos de licenças de objetos
disponíveis na rede.
• Reconhecer que as mudanças não param e
que não é possível voltar atrás.
• Saber aproveitar as novas affordances.
(Couros, A. 2010)
http://www.swinburne.edu.au/chancellery/mediacentre/images/content/gillysalmon2.jpg
GillySalmon
5Estágios
• Acesso e motivação
• Socialização
• Partilha de informação
• Construção
• Desenvolvimento
• Acesso e motivação - o formador deve apoiar e facilitar o
acesso de cada um dos estudantes ao sistema sem o qual a
participação não é viável;
• Socialização - o formador deve assegurar que cada
formando se identifique face aos outros, partilhando a sua
identidade possibilitando, desta forma, uma primeira
interação que serve de caminho a futuras interações com os
colegas e formador;
• Partilha de informação - o formador deve incentivar os
estudantes à troca de informação com os seus colegas;
Cinco estágios para o professor abordar na
evolução ao longo do online segundo Salmon
• Construção - o formador deve motivar os estudantes a
alcançar as suas metas pessoais, estimulando a
interligação entre os conteúdos fornecidos no âmbito do
curso, com outras formas de apresentação de
conteúdos e com outras formas de aprendizagem de
modo a que possam fazer uma autoreflexão sobre o seu
próprio percurso de aprendizagem.
• Desenvolvimento - é o alcance dos objetivos pessoais
dos eformandos. É nesta fase que os formandos
refletem sobre os processos de aprendizagem e o
sistema.
Modelo de e-moderação de G.Salmon (2000)
• Positivo – Estabelecer ligações, gerar
entusiasmo, manter interesse, e ajudar nas
dificuldades;
• Proativo – Fazer acontecer, ser um
catalisador (quando necessário), identificar
quando é necessário agir e fazê-lo;
4 P’s: Qualidades que os e-formadores
devem possuir
(Hywel Thomas da Training Foundation, referido em Shepherd.)
• Paciente – Compreender as necessidades
de cada um dos formandos e do grupo e ter
a flexibilidade de ajustar o curso, na medida
do possível, a essas necessidades;
• Persistente – Manter o foco no essencial,
impedindo os formandos de se afastarem, e
resolver os problemas, técnicos ou de outra
natureza.
Facilitador
• Pessoa
responsável
por planejar,
orientar,
implementar,
acompanhar
e avaliar.
Mediador
• Gestor do
tempo e da
informação
Professor online
Pilares da Educação segundo Jacques Delors
Aluno
EaD
Aluno Educação
Presencial
Os pilares são os mesmos, indiferente à
modalidade de ensino.
A formação do aluno deve ser pensada
na totalidade.
• O papel do professor sofreu alterações com o
surgimento do ensino e da aprendizagem online.
Antes a visão de ser o único a saber os
conteúdos e repassar o mesmo aos alunos sem
reflexão crítica ou análise dos mesmos pelos
alunos.Hoje possui o papel de instigar o
pensamento,ensinar a refletir criticamente sobre
os assuntos.
• O papel essencial sempre foi garantir a qualidade
e o sucesso do ensino e da aprendizagem.
Anderson, Terry & Dron, Jon (2011). Three generations of distance education Pedagogy. IRRODL.
Capturado de: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/890. Acedido em abri,l 2015.
Anderson, Terry (2008). Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory and
Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª Edição).
Behar, P. A. Passerino, L. & Bernardi, M. (2007). Modelos Pedagógicos para Educação a Distância: pressupostos
teóricos para a construção de objetos de aprendizagem. Capturado de:
http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo10/artigos/4bPatricia.pdf. Acedido em: Abril,2015.
Berge, Z.L, (1995), Faciliting computer conferencing: recomendations from de field. Educational
Tecnology. Capturado de: http://faculty-web.at.northwestern.edu/at/nielsen/demo%20annotations.pdf.
Acedido em abril, 2015.
Couros, Alec (2010). Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010 [Video
e Slides]. Open Thinking. http://educationaltechnology.ca/couros/1890.Acedido em Abril, 2015.
Delors, J. Educação: um tesouro a descobrir. 2ed. São Paulo: Cortez. Brasília, DF: MEC/UNESCO,
2003.Capturado de: http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/T1SF/Sandra/Os-quatro-pilares-da-
educacao.pdf. Acedido em: em 06/04/2014
Referências
GARRISON, D. R., ANDERSON, T., e ARCHER, W. Critical inquiry in a text-based environment: Computer
conferencing in higher education. The Internet and Higher Education, n. 2 v, 2-3, p. 87-105, 2000.
Houaiss (2011). Dicionário de Língua Portuguesa, Círculo de Leitores.
Mason, R. ,(1998). Using comunications media in open and flexible learning. London: Kogan
Page.Disponível em http://astomatics.com/file/U/Using-Communications-Media-in-Open-and-Flexible-
Learning.pdf
Morgado, Lina (2001). O papel do professor em contextos de ensino online: Problemas e
Virtualidades. Discursos. III Série, n.º especial, pp.125-138. Universidade Aberta. Disponível
em: http://www.univab.pt/~lmorgado/Documentos/tutoria.pdf
Mota, José (2009). Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: Aprender na Rede. Dissertação de Mestrado,
versão online. Universidade Aberta. Capturado de:
http://orfeu.org/weblearning20/3_2_2_comunidade_aprendizagem. Acedido em Abril, 2015.
Rodrigues, Eloy. O papel do e-formador( formador a distância)
https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6412/3/Cap%C3%ADtulo%204-
%20O%20Papel%20do%20e-formador.pdf. Acedido em Abril,2015.
Salmon, G. (n.d.). The Five stage model. Capturado de: http://www.gillysalmon.com/five-stage-
model.html. Acedido em Abril, 2014.
Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks.Connectivism.
Capturado de: http://www.connectivism.ca/?p=220. Acessado em Abril, 2015.
Siemens, George (12-12-2004). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. elearnspace.
http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm. Acedido em Abril, 2015.

Pedagogia do e learning e o papel do professor on-line

  • 1.
    Unidade Curricular: 12030-ProcessosPedagógicos em E-learning Docente: Drª Lina Morgado Mestrandas: Aparecida Dias de Oliveira Torres – Nº 1401102 Renata Duarte Silva – Nº 1401090 Pedagogia do e-learning e o Papel do professor online
  • 2.
    e-formador e-moderador Tutoronline Vários nomes atribuídos a um professor online
  • 3.
    E-learning: Alguns conceitos Electroniclearning.: “...ensino [ou aprendizagem] a distância, postulando um certo grau de separação física entre professor e aluno e um aumento da autonomia deste em relação ao primeiro. [...] enfatiza a identificação do suporte tecnológico [electrónico] mais intensivamente utilizado para assegurar a interactividade.” O conceito de e-formador, ou do e-professor: ato, efeito ou modo de formar, tudo o que molda o caráter, a personalidade, conjunto de conhecimentos e habilidades específicos de um determinado campo de atividade prática ou intelectual. O e-learning é, então, a EaD através da Internet. Porém,apenas o uso da Internet não caracteriza o e-learning; é preciso um ambiente de aprendizagem colaborativo que permita a ruptura com o paradigma educacional vigente, que ainda é centrado naquele que ensina, numa comunicação entre os sujeitos quase que totalmente unidirecional (um-para- muitos). Houuais:2011 Dias & Gomes 2004 SCHNEIDER: 2006
  • 4.
    Qual é opapel do professor no curso elearning? Como se realização a comunicação entre professores e estudantes ? O que é essencial para um bom funcionamento de um curso elearning? Como é feita a avaliação dos cursos elearning? Quais as suas tarefas ao longo do curso? Questões sobre o papel do professor online
  • 5.
  • 6.
    Morgado. L.(2001 ) Mason (1998 ) Anderson.T. (2008;2011 ) Salmon ( 2000) Siemens, G. (2010) O Papel do Professor Couros (2010)
  • 7.
  • 8.
    Apresenta três modelosde ensino online Modelos mais centrados na Tecnologia Modelos mais centrados no Professor Modelos mais centrados no Estudante
  • 9.
    Exemplos indispensáveis emrelação ao ensino na sala de aula virtual: Dimensão do Grupo O uso das tecnologias Adaptação à assíncronia Construção de aprendizagem
  • 10.
    Áreas de intervençãodo professor: Aspectos Pedagógicos Aspectos de Gestão Aspectos sociais Aspectos Técnicos
  • 11.
    Categorias para atuaçãodo professor para construção de um contexto de aprendizagem: Feedback Permanência Materiais Visibilidade
  • 12.
    GeorgeSiemens Papeldoprofessor Professor influencia e molda umarede. 1. Amplifying 2. Curating 3. Wayfinding and socially-driven sensemaking 4. Aggregating 5. Filtering 6. Modelling 7. Persistent presence http://www.connectivism.ca/?p=220
  • 13.
    Nó dentro da rede PROFESSORAprendiz Adeptoà tecnologia PresenteModelo Dá Liberdade ao aluno Siemens, G. 2010
  • 14.
    TerryAnderson Papeldoprofessor “A primeira tarefado professor é desenvolver um sentimento de confiança e segurança dentro da comunidade eletrônica. Na ausência dessa confiança, os alunos se sentem desconfortáveis ​​e constrangidos em postar seus pensamentos e comentários.”
  • 15.
    Três Gerações dePedagogia segundo Terry Anderson e Jon Dron Cognitivo - Behaviorista Socioconstrutivista Conectivista
  • 16.
    Modelo teórico desenvolvidopor Garrison, Anderson, e Archer (2000), que considera três componentes críticos para a criação de uma comunidade on-line eficaz. Presença Cognitiva Presença de Ensino Presença social
  • 17.
    BASE: Epistemológica, culturale social. Apoia o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico. (McPeck, 1990; Garrison, 1991) Presença Cognitiva
  • 18.
    “a capacidade queos participantes têm de projetar suas características pessoais na comunidade online, apresentando-se aos outros participantes como pessoas reais'' (GARRISON, ANDERSON e ARCHER, p. 89, 2000). Presença Social
  • 19.
    Criação de umambiente favoravelmente de modo a que os alunos se sentem o grau de conforto e segurança necessários para expressar suas idéias em um contexto colaborativo. Presença de Ensino
  • 20.
    • 1. Interaçãoentre o formando e o formador; • 2. Interação entre o formando e o conteúdo; • 3. Interação entre os formandos. Papel e tarefas de um e-formador
  • 21.
    AlecCouros Papeldoprofessor Educadores atuais e futurosdevem tirar proveito do potencial educativo das redes e saber usar as ferramentas certas.
  • 22.
    • Reconhecer queo aluno aprende em contextos informais digitais. • Desenvolver a própria alfabetização crítica na mídia. • Estar aberto à cidadania digital. • Conhecer os tipos de licenças de objetos disponíveis na rede. • Reconhecer que as mudanças não param e que não é possível voltar atrás. • Saber aproveitar as novas affordances. (Couros, A. 2010)
  • 23.
    http://www.swinburne.edu.au/chancellery/mediacentre/images/content/gillysalmon2.jpg GillySalmon 5Estágios • Acesso emotivação • Socialização • Partilha de informação • Construção • Desenvolvimento
  • 24.
    • Acesso emotivação - o formador deve apoiar e facilitar o acesso de cada um dos estudantes ao sistema sem o qual a participação não é viável; • Socialização - o formador deve assegurar que cada formando se identifique face aos outros, partilhando a sua identidade possibilitando, desta forma, uma primeira interação que serve de caminho a futuras interações com os colegas e formador; • Partilha de informação - o formador deve incentivar os estudantes à troca de informação com os seus colegas; Cinco estágios para o professor abordar na evolução ao longo do online segundo Salmon
  • 25.
    • Construção -o formador deve motivar os estudantes a alcançar as suas metas pessoais, estimulando a interligação entre os conteúdos fornecidos no âmbito do curso, com outras formas de apresentação de conteúdos e com outras formas de aprendizagem de modo a que possam fazer uma autoreflexão sobre o seu próprio percurso de aprendizagem. • Desenvolvimento - é o alcance dos objetivos pessoais dos eformandos. É nesta fase que os formandos refletem sobre os processos de aprendizagem e o sistema.
  • 26.
    Modelo de e-moderaçãode G.Salmon (2000)
  • 27.
    • Positivo –Estabelecer ligações, gerar entusiasmo, manter interesse, e ajudar nas dificuldades; • Proativo – Fazer acontecer, ser um catalisador (quando necessário), identificar quando é necessário agir e fazê-lo; 4 P’s: Qualidades que os e-formadores devem possuir (Hywel Thomas da Training Foundation, referido em Shepherd.)
  • 28.
    • Paciente –Compreender as necessidades de cada um dos formandos e do grupo e ter a flexibilidade de ajustar o curso, na medida do possível, a essas necessidades; • Persistente – Manter o foco no essencial, impedindo os formandos de se afastarem, e resolver os problemas, técnicos ou de outra natureza.
  • 29.
    Facilitador • Pessoa responsável por planejar, orientar, implementar, acompanhar eavaliar. Mediador • Gestor do tempo e da informação Professor online
  • 30.
    Pilares da Educaçãosegundo Jacques Delors Aluno EaD Aluno Educação Presencial Os pilares são os mesmos, indiferente à modalidade de ensino. A formação do aluno deve ser pensada na totalidade.
  • 31.
    • O papeldo professor sofreu alterações com o surgimento do ensino e da aprendizagem online. Antes a visão de ser o único a saber os conteúdos e repassar o mesmo aos alunos sem reflexão crítica ou análise dos mesmos pelos alunos.Hoje possui o papel de instigar o pensamento,ensinar a refletir criticamente sobre os assuntos. • O papel essencial sempre foi garantir a qualidade e o sucesso do ensino e da aprendizagem.
  • 32.
    Anderson, Terry &Dron, Jon (2011). Three generations of distance education Pedagogy. IRRODL. Capturado de: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/890. Acedido em abri,l 2015. Anderson, Terry (2008). Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory and Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª Edição). Behar, P. A. Passerino, L. & Bernardi, M. (2007). Modelos Pedagógicos para Educação a Distância: pressupostos teóricos para a construção de objetos de aprendizagem. Capturado de: http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo10/artigos/4bPatricia.pdf. Acedido em: Abril,2015. Berge, Z.L, (1995), Faciliting computer conferencing: recomendations from de field. Educational Tecnology. Capturado de: http://faculty-web.at.northwestern.edu/at/nielsen/demo%20annotations.pdf. Acedido em abril, 2015. Couros, Alec (2010). Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010 [Video e Slides]. Open Thinking. http://educationaltechnology.ca/couros/1890.Acedido em Abril, 2015. Delors, J. Educação: um tesouro a descobrir. 2ed. São Paulo: Cortez. Brasília, DF: MEC/UNESCO, 2003.Capturado de: http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/T1SF/Sandra/Os-quatro-pilares-da- educacao.pdf. Acedido em: em 06/04/2014 Referências
  • 33.
    GARRISON, D. R.,ANDERSON, T., e ARCHER, W. Critical inquiry in a text-based environment: Computer conferencing in higher education. The Internet and Higher Education, n. 2 v, 2-3, p. 87-105, 2000. Houaiss (2011). Dicionário de Língua Portuguesa, Círculo de Leitores. Mason, R. ,(1998). Using comunications media in open and flexible learning. London: Kogan Page.Disponível em http://astomatics.com/file/U/Using-Communications-Media-in-Open-and-Flexible- Learning.pdf Morgado, Lina (2001). O papel do professor em contextos de ensino online: Problemas e Virtualidades. Discursos. III Série, n.º especial, pp.125-138. Universidade Aberta. Disponível em: http://www.univab.pt/~lmorgado/Documentos/tutoria.pdf
  • 34.
    Mota, José (2009).Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: Aprender na Rede. Dissertação de Mestrado, versão online. Universidade Aberta. Capturado de: http://orfeu.org/weblearning20/3_2_2_comunidade_aprendizagem. Acedido em Abril, 2015. Rodrigues, Eloy. O papel do e-formador( formador a distância) https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6412/3/Cap%C3%ADtulo%204- %20O%20Papel%20do%20e-formador.pdf. Acedido em Abril,2015. Salmon, G. (n.d.). The Five stage model. Capturado de: http://www.gillysalmon.com/five-stage- model.html. Acedido em Abril, 2014. Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks.Connectivism. Capturado de: http://www.connectivism.ca/?p=220. Acessado em Abril, 2015. Siemens, George (12-12-2004). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. elearnspace. http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm. Acedido em Abril, 2015.