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NO IDOSO Amanda Thomé e Luana Gabriela
DIABETE MELLITUS Nos dias atuais a incidência da DM entre os idosos vem crescendo cada vez mais. Devido a diversos fatores de risco que favorecem o aparecimento da doença, como obesidade, inatividade física, maus hábitos alimentares e dentre outros. Pesquisas evidenciam que mais da metade da população portadora de DM tem mais de 60 anos.
Uma simples definição...
DIABETE MELLITUS Diabetes meilitus é uma doença crônica que se caracteriza por uma elevada taxa de glicose (açúcar) no sangue e por uma falta parcial ou total de insulina. Esta doença é bastante freqüente na população idosa (ocorre em 20% acima de 70 anos), sendo pouco diagnosticada e tratada nesta idade.
E  vamos a fisiologia...
 
A INSULINA É o hormônio secretado pelo pâncreas em resposta ao aumento de glicose na circulação. Depois de secretada, vai para o fígado e promove o armazenamento da glicose como glicogênio.  Na insulino-resistência há queda da ação da insulina endógena em seus tecidos alvo, e é copensada pelo aumento da secreção de insulina para manter o níveis de glicose normais.
Tipos de Diabetes Mellitus TIPO I:  - Destruição auto-imune celular das céluas  Beta das ilhoras pancreáticas. - Diagnosticada na infância e na  adolescência, principalmente. - Corresponde a cerca de 15% dos casos  de DM.
Tipos de Diabetes Mellitus TIPO II: - Mais comum entre os idosos.  - Apresenta graus variáveis de deficiência e  resistência a ação da insulina. - 80% tem origem genética. - Cerca de 20% dos idosos acima de 60  anos possuem DM Tipo II.
Por ser a mais comum entre os idoso, vamos abordar mais os aspectos da DM do tipo II!
E quanto a evolução da doença? Deficiência da produção de insulina v Intolerância a glicose v Hiperglicemia de jejum v Diganóstico de DM
FATORES DE RISCO Idade Vida sedentária Obesidade (abdominal) Problemas cardíacos e vasculares Predisposição Genética Estresse
Resumindo o que foi dito até agora... Resume ai, sô!
IDADE AVANÇADA  MAIOR QUANTIDADE DE INSULINA PARA MANTER A GLICOSE NORMAL   ASSOCIAÇÃO COM FATORES DE RISCO COMO OBESIDADE, INATIVIDADE FÍSICA, ETC  =  DM
E quanto ao diagnóstico? Arigatô!
O diagnóstico do diabetes tipo II é usualmente feito no paciente assintomático que faz uma glicemia num "check-up" ou que está avaliando um outro problema médico. Pacientes idosos podem experimentar sintomas vagos como fadiga ou perda de energia, provavelmente por conta do seu limiar renal alto para a glicose. O diabetes é tão frequente no idoso que é mandatório testá-lo com frequência.
American Diabetes Association Glicose em Jejum:  126 mg/dl = DM Teste de tolerância a glicose:  200 mg/dl = DM Diagnóstico deve ser repetido sempre, para uma confirmação exata da doença.
E os sintomas?
Poliúria Perda de peso inexplicada Polidispepsia Alteração nos mecanismos de sede Mialgia Fadiga Adinamia Estado cunfusional
Em casos de níveis de glicose muito elevados... Desidratação Visão borrada Infecções bacterianas ou fúngicas Poliúria Perda de peso inexplicada Polidispepsia
 
Complicações Vasculares Efeitos deletérios sobre a circulação:complicações macro e micro vasculares. Mortalidade determinada pelas complicações crônicas é o maior problema de saúde publica - principalmente  microangiopatia e nefropatia. Complicações crônicas piora da qualidade de vida.
Complicações Microvasculares Retinopatias, Nefropatias e Neuropatias Investigação anual  Detecção e instituição terapêutica precoce- redução na morbidade e mortalidade.
Retinopatia Diabética Principal causa de cegueira nos EUA Aproximadamente 85% dos diabéticos desenvolvem retinopatia e têm 25 vezes mais chances de cegueira do que os não diabéticos. Fatores de risco: duração da doença, hipertensão arterial, hipercolesterolemia, nefropatia ,e controle inadequado da glicemia.
Nefropatia Diabética Se desenvolvem em um terço dos pacientes com DM1, e em menos proporção na DM2. É a principal causa de estágio final de DM no mundo ocidental. Pode ser clinicamente assintomática por mais de 15 anos evoluindo para estágios mais graves .
Nefropatia Diabética Microalbinúria e Albumina -  devem ser realizados anualmente. Controle da PA : manter abaixo de 130/80 mmHg –  IECAS e BRAS
Neuropatia Diabética Polineuropatia Distal é a forma mais comum  afeta fibras sensitivas e motoras . Investigação -  é complicação freqüente e muitas vezes assintomática . Redução de sensibilidade –  cuidados com os pés diabéticos reduzem morbidade e mortalidade devido a sepse e amputação.
Complicações Macrovasculares Relacionadas ao processo de aterosclerose - ligado à presença de vários fatores de risco . Doença arterial coronariana, doença cerebrovascular e doença arterial periférica. O risco de doença cardiovascular é de duas a oito vezes maior em diabéticos –  em homens a duas vezes mais risco de DAC e AVE,e na mulher, o risco é quatro vezes maior.
Prevenção das Complicações Vasculares. Recomendações: avaliação e o manuseio dos fatores de risco e agressiva investigação da DAC oculta ou silenciosa, freqüente em idosos. Medidas não  farmacológicas:redução do peso, restrição do sal, exercício e controle no consumo de álcool. Abolir fumo, tratar dislipdemia e automonitorização de glicose .
E o tratamento da diabetes no Idoso?
Objetivos Controle da hiperglicemia e seus sintomas , prevenção e avaliação das complicações microvasculares e macrovasculares, considerando-se sempre a heterogeneidade  clínica e funcional dessa coorte.
Tratamento não medicamentoso. Depende das condições cognitivas do paciente:  progressão de atividade física individual. Abordagem multidisciplinar em idosos diabéticos traz resultados positivos. Recomendações nutricionais específicas:  recomenda-se refeições fracionadas durante o dia . Recomendação de pelo menos 30 minutos de atividade diária moderada cinco vezes por semana.
 
Hipoglicemiantes Orais A meta para o controle da glicose , de acordo com a ADA, em pacientes DM2 é a restauração metabólica o mais próximo possível da normalidade –  seja por medidas gerais isoladamente, ou associadas à terapia medicamentosa. Em idosos ,o tratamento deve ser iniciado com menores doses que  utilizada em pacientes jovens -  considerando-se a possibilidade de interações medicamentosas devido à freqüente utilização de várias drogas pelos idosos .
Hipoglicemiantes Orais Distúrbios GI Insuficiência cardíaca e hepática Retardo na Absorção intestinal de carboidratos Acarbose Ganho de peso,derrame pleural, transaminases,anemia transitória. DM1 Aumento da sensibilidade à insulina no músculo Tiazolinedionas (Glitazona) perda de peso, distúrbios GI,interromper antes de cirurgias e uso de contraste venosos Insuficiência hepática, renal e cardíaca Aumento de sensibilidade à insulina predominantemente no fígado Metformina (biguanidas) ganho de peso, cefaléia, dor muscular, distúrbios GI,hipoglicemia Insuficiência hepática Aumento da secreção de insulina pós pandrial Repaglinida (metglinidas) Aumento de peso,fotossenssibilidade,distúrbios GI, Hipoglicemia, púrpura Insuficiência renal de hepática Aumento da secreção de insulina no pâncreas Sulfonuréias Efeitos Colaterais e precauções Contra-indicações Mecanismo de Ação Medicamento
 
Terapia com Insulina A insulinoterapia é resultado do uso inadequado do controle da glicemia, apesar de adoção de medidas gerais e utilização de hipoglicemiantes orais -  Além de ser indicada em situações de estress , como infecções importantes, traumas, grandes cirurgias, cetoacidose,como diabético, coma hiperosmolar não cetônico, e controle glicêmico após infarto do miocárdio em diabéticos.
 
Atualmente há uma grande variedade de insulinas indisponíveis pela tecnologia de DNA recombinante ou pro processo de humanização. O esquema de tratamento é sempre individualizado, de acordo com a gravidade expressa pelos níveis de glicose e classificada em quatro grupos.
 
Aspirina Tem sido amplamente preconizada em pacientes com sabida doença macrovascular. Uma mataanálise de grande número de estudos de prevenção secundária encontrou real beneficio da aspirina, maior nos indivíduos com mais de 65 anos com DM, ou hipertensão diastólica.
CASO CLÍNICO
Caso Clínico Mulher de 58 anos, foi diagnosticada como portadora de diabetes mellitus há quatro meses, após infecção de urinária, com glicemia de jejum de 192 mg/dl . Após tratar a infecção urinária e completar um programa educacional de nutrição e exercícios físicos, ela ainda está com peso de 102 kg e os valores da glicemia de jejum de 170 mg/dl e pós prandial de 220 mg/dl.
Qual a melhor orientação para essa paciente? Após 6 a 8 semanas com um programa de mudança no estilo de vida com educação nutricional e exercícios, se este regime falhar deve-se iniciar a farmacoterapia. Pacientes obesos , como o caso em estudo, a terapia indicada é com metformina, por reduzir o peso corporal, assim como os níveis de triglicérides séricos e colesterol LDL
Pacientes normais ou magros  –  Indica-se o uso de sulfonulréia, que reduz os níveis de glicose plasmática de jejum, mas induz a um ganho de peso e não tem efeito sobre os níveis de triglicérides ou no colesterol séricos. A glitazona é pouco eficaz como monodroga, apesar de melhorar a sensibilidade à insulina no fígado, no   músculo e no tecido adiposo . .
A insulina pode será escolha de alguns pacientes, mas a maioria da preferência a medicação oral. Além disso, a insulina causa ganho de peso quando o controle glicêmico é atingido, embora possa reduzir os triglicérides e o colesterol LDL
Obrigada!!!

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Diabetes no Idoso

  • 1. NO IDOSO Amanda Thomé e Luana Gabriela
  • 2. DIABETE MELLITUS Nos dias atuais a incidência da DM entre os idosos vem crescendo cada vez mais. Devido a diversos fatores de risco que favorecem o aparecimento da doença, como obesidade, inatividade física, maus hábitos alimentares e dentre outros. Pesquisas evidenciam que mais da metade da população portadora de DM tem mais de 60 anos.
  • 4. DIABETE MELLITUS Diabetes meilitus é uma doença crônica que se caracteriza por uma elevada taxa de glicose (açúcar) no sangue e por uma falta parcial ou total de insulina. Esta doença é bastante freqüente na população idosa (ocorre em 20% acima de 70 anos), sendo pouco diagnosticada e tratada nesta idade.
  • 5. E vamos a fisiologia...
  • 6.  
  • 7. A INSULINA É o hormônio secretado pelo pâncreas em resposta ao aumento de glicose na circulação. Depois de secretada, vai para o fígado e promove o armazenamento da glicose como glicogênio. Na insulino-resistência há queda da ação da insulina endógena em seus tecidos alvo, e é copensada pelo aumento da secreção de insulina para manter o níveis de glicose normais.
  • 8. Tipos de Diabetes Mellitus TIPO I: - Destruição auto-imune celular das céluas Beta das ilhoras pancreáticas. - Diagnosticada na infância e na adolescência, principalmente. - Corresponde a cerca de 15% dos casos de DM.
  • 9. Tipos de Diabetes Mellitus TIPO II: - Mais comum entre os idosos. - Apresenta graus variáveis de deficiência e resistência a ação da insulina. - 80% tem origem genética. - Cerca de 20% dos idosos acima de 60 anos possuem DM Tipo II.
  • 10. Por ser a mais comum entre os idoso, vamos abordar mais os aspectos da DM do tipo II!
  • 11. E quanto a evolução da doença? Deficiência da produção de insulina v Intolerância a glicose v Hiperglicemia de jejum v Diganóstico de DM
  • 12. FATORES DE RISCO Idade Vida sedentária Obesidade (abdominal) Problemas cardíacos e vasculares Predisposição Genética Estresse
  • 13. Resumindo o que foi dito até agora... Resume ai, sô!
  • 14. IDADE AVANÇADA MAIOR QUANTIDADE DE INSULINA PARA MANTER A GLICOSE NORMAL ASSOCIAÇÃO COM FATORES DE RISCO COMO OBESIDADE, INATIVIDADE FÍSICA, ETC = DM
  • 15. E quanto ao diagnóstico? Arigatô!
  • 16. O diagnóstico do diabetes tipo II é usualmente feito no paciente assintomático que faz uma glicemia num "check-up" ou que está avaliando um outro problema médico. Pacientes idosos podem experimentar sintomas vagos como fadiga ou perda de energia, provavelmente por conta do seu limiar renal alto para a glicose. O diabetes é tão frequente no idoso que é mandatório testá-lo com frequência.
  • 17. American Diabetes Association Glicose em Jejum: 126 mg/dl = DM Teste de tolerância a glicose: 200 mg/dl = DM Diagnóstico deve ser repetido sempre, para uma confirmação exata da doença.
  • 19. Poliúria Perda de peso inexplicada Polidispepsia Alteração nos mecanismos de sede Mialgia Fadiga Adinamia Estado cunfusional
  • 20. Em casos de níveis de glicose muito elevados... Desidratação Visão borrada Infecções bacterianas ou fúngicas Poliúria Perda de peso inexplicada Polidispepsia
  • 21.  
  • 22. Complicações Vasculares Efeitos deletérios sobre a circulação:complicações macro e micro vasculares. Mortalidade determinada pelas complicações crônicas é o maior problema de saúde publica - principalmente microangiopatia e nefropatia. Complicações crônicas piora da qualidade de vida.
  • 23. Complicações Microvasculares Retinopatias, Nefropatias e Neuropatias Investigação anual Detecção e instituição terapêutica precoce- redução na morbidade e mortalidade.
  • 24. Retinopatia Diabética Principal causa de cegueira nos EUA Aproximadamente 85% dos diabéticos desenvolvem retinopatia e têm 25 vezes mais chances de cegueira do que os não diabéticos. Fatores de risco: duração da doença, hipertensão arterial, hipercolesterolemia, nefropatia ,e controle inadequado da glicemia.
  • 25. Nefropatia Diabética Se desenvolvem em um terço dos pacientes com DM1, e em menos proporção na DM2. É a principal causa de estágio final de DM no mundo ocidental. Pode ser clinicamente assintomática por mais de 15 anos evoluindo para estágios mais graves .
  • 26. Nefropatia Diabética Microalbinúria e Albumina - devem ser realizados anualmente. Controle da PA : manter abaixo de 130/80 mmHg – IECAS e BRAS
  • 27. Neuropatia Diabética Polineuropatia Distal é a forma mais comum afeta fibras sensitivas e motoras . Investigação - é complicação freqüente e muitas vezes assintomática . Redução de sensibilidade – cuidados com os pés diabéticos reduzem morbidade e mortalidade devido a sepse e amputação.
  • 28. Complicações Macrovasculares Relacionadas ao processo de aterosclerose - ligado à presença de vários fatores de risco . Doença arterial coronariana, doença cerebrovascular e doença arterial periférica. O risco de doença cardiovascular é de duas a oito vezes maior em diabéticos – em homens a duas vezes mais risco de DAC e AVE,e na mulher, o risco é quatro vezes maior.
  • 29. Prevenção das Complicações Vasculares. Recomendações: avaliação e o manuseio dos fatores de risco e agressiva investigação da DAC oculta ou silenciosa, freqüente em idosos. Medidas não farmacológicas:redução do peso, restrição do sal, exercício e controle no consumo de álcool. Abolir fumo, tratar dislipdemia e automonitorização de glicose .
  • 30. E o tratamento da diabetes no Idoso?
  • 31. Objetivos Controle da hiperglicemia e seus sintomas , prevenção e avaliação das complicações microvasculares e macrovasculares, considerando-se sempre a heterogeneidade clínica e funcional dessa coorte.
  • 32. Tratamento não medicamentoso. Depende das condições cognitivas do paciente: progressão de atividade física individual. Abordagem multidisciplinar em idosos diabéticos traz resultados positivos. Recomendações nutricionais específicas: recomenda-se refeições fracionadas durante o dia . Recomendação de pelo menos 30 minutos de atividade diária moderada cinco vezes por semana.
  • 33.  
  • 34. Hipoglicemiantes Orais A meta para o controle da glicose , de acordo com a ADA, em pacientes DM2 é a restauração metabólica o mais próximo possível da normalidade – seja por medidas gerais isoladamente, ou associadas à terapia medicamentosa. Em idosos ,o tratamento deve ser iniciado com menores doses que utilizada em pacientes jovens - considerando-se a possibilidade de interações medicamentosas devido à freqüente utilização de várias drogas pelos idosos .
  • 35. Hipoglicemiantes Orais Distúrbios GI Insuficiência cardíaca e hepática Retardo na Absorção intestinal de carboidratos Acarbose Ganho de peso,derrame pleural, transaminases,anemia transitória. DM1 Aumento da sensibilidade à insulina no músculo Tiazolinedionas (Glitazona) perda de peso, distúrbios GI,interromper antes de cirurgias e uso de contraste venosos Insuficiência hepática, renal e cardíaca Aumento de sensibilidade à insulina predominantemente no fígado Metformina (biguanidas) ganho de peso, cefaléia, dor muscular, distúrbios GI,hipoglicemia Insuficiência hepática Aumento da secreção de insulina pós pandrial Repaglinida (metglinidas) Aumento de peso,fotossenssibilidade,distúrbios GI, Hipoglicemia, púrpura Insuficiência renal de hepática Aumento da secreção de insulina no pâncreas Sulfonuréias Efeitos Colaterais e precauções Contra-indicações Mecanismo de Ação Medicamento
  • 36.  
  • 37. Terapia com Insulina A insulinoterapia é resultado do uso inadequado do controle da glicemia, apesar de adoção de medidas gerais e utilização de hipoglicemiantes orais - Além de ser indicada em situações de estress , como infecções importantes, traumas, grandes cirurgias, cetoacidose,como diabético, coma hiperosmolar não cetônico, e controle glicêmico após infarto do miocárdio em diabéticos.
  • 38.  
  • 39. Atualmente há uma grande variedade de insulinas indisponíveis pela tecnologia de DNA recombinante ou pro processo de humanização. O esquema de tratamento é sempre individualizado, de acordo com a gravidade expressa pelos níveis de glicose e classificada em quatro grupos.
  • 40.  
  • 41. Aspirina Tem sido amplamente preconizada em pacientes com sabida doença macrovascular. Uma mataanálise de grande número de estudos de prevenção secundária encontrou real beneficio da aspirina, maior nos indivíduos com mais de 65 anos com DM, ou hipertensão diastólica.
  • 43. Caso Clínico Mulher de 58 anos, foi diagnosticada como portadora de diabetes mellitus há quatro meses, após infecção de urinária, com glicemia de jejum de 192 mg/dl . Após tratar a infecção urinária e completar um programa educacional de nutrição e exercícios físicos, ela ainda está com peso de 102 kg e os valores da glicemia de jejum de 170 mg/dl e pós prandial de 220 mg/dl.
  • 44. Qual a melhor orientação para essa paciente? Após 6 a 8 semanas com um programa de mudança no estilo de vida com educação nutricional e exercícios, se este regime falhar deve-se iniciar a farmacoterapia. Pacientes obesos , como o caso em estudo, a terapia indicada é com metformina, por reduzir o peso corporal, assim como os níveis de triglicérides séricos e colesterol LDL
  • 45. Pacientes normais ou magros – Indica-se o uso de sulfonulréia, que reduz os níveis de glicose plasmática de jejum, mas induz a um ganho de peso e não tem efeito sobre os níveis de triglicérides ou no colesterol séricos. A glitazona é pouco eficaz como monodroga, apesar de melhorar a sensibilidade à insulina no fígado, no músculo e no tecido adiposo . .
  • 46. A insulina pode será escolha de alguns pacientes, mas a maioria da preferência a medicação oral. Além disso, a insulina causa ganho de peso quando o controle glicêmico é atingido, embora possa reduzir os triglicérides e o colesterol LDL