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QUALIDADE DE VIDA
ESTATUTO DO IDOSO
HUMANIZAÇÃO NA
TERCEIRA IDADE
GERIATRIA E
GERONTOLOGIA
5º ENFERMAGEM
Stefane
Marisa
Raione
Cleiton
Divina
 “Depois que fica velho, acaba tudo. É bom, quando se é
jovem.”(C.M.A. - mulher, 87 anos, portadora de osteoartrose, e
depressão; totalmente independente; viúva há 14 anos; mora
sozinha)
 “Minha vida é 100%, porque faço tudo o que quero, sem depender
dos outros. Graças a Deus!” (J.P.T. - mulher, 84 anos, viúva, portadora
de pressão alta, infartos cerebrais lacunares, insuficiência
coronariana, osteoartrose de joelhos e coluna, arteriopatia periférica
generalizada com ausência de pulsos em membro superior direito;
totalmente independente)
 “Não gosto de viver muito. Ficar dependendo dos outros...não é
bom. Mas, Deus é quem sabe. Já fiz a minha parte.” (M.S. - homem,
72 anos, portador de bronquite, hiperuricemia, osteoartrose de
coluna e obesidade; totalmente independente; casado)
 “Viver é a melhor coisa do mundo! Com saúde, lógico. Sou
feliz!”(L.M. - homem, 81 anos, portador de hipertensão arterial,
miocardiopatia com insuficiência mitral, aórtica e tricúspide, tosse
crônica e rinite alérgica, totalmente independente, casado)
 No Brasil, olhar para questões vivenciadas pelas pessoas
idosas significa deparar-se em um contexto de diferenças
sociais, culturais, econômicas e principalmente individuais.
 Um enorme desafio para a humanidade é garantir às
pessoas envelhecer dignamente com saúde e qualidade de
vida.
 Este processo está sujeito a peculiaridades sócio-culturais e
econômicas que causam preocupação tanto aos
profissionais de saúde que atuam neste processo, quanto à
sociedade em geral.
 É comum depararmo-nos, em nosso país, com queixas de
ceticismo e desesperança...
 ...Dizem-nos das saudades de sua juventude, de sua falta de
motivação para continuar vivendo, de sua “certeza” de
que não têm mais nenhum papel a cumprir.
 A idade não explica tais diferenças, pois ela, por si só, não
discrimina entre os bem e os mal-sucedidos.
 Nas falas desses idosos encontramos determinantes de boa e de má qualidade de vida
na velhice.
 Na primeira, uma senhora, a negação da velhice e o desejo da eterna juventude
atrapalham, ou impedem, a possibilidade de viver essa última etapa da vida de forma
plena e satisfatória.
 Na segunda, uma outra mulher, com até mais doenças que a primeira, sente-se 100%;
avalia de forma positiva sua qualidade de vida, pois tem autonomia (“faço tudo o que
quero”) e independência (“sem depender dos outros”), dois determinantes importantes
para uma boa qualidade de vida na velhice.
 Dos dois homens, o primeiro, já sem encontrar um papel social (“já fiz a minha parte”),
não gosta de viver, por “depender dos outros”, dependência e perda de papel social
sendo fatores determinantes de má qualidade de vida na velhice.
 O último, mais velho e mais doente, avalia satisfatoriamente, pois tem saúde, um
determinante fundamental de boa qualidade de vida. Aliás, saúde é a dimensão mais
valorizada pelos idosos.
 Entender os motivos de sensações e posturas tão díspares é
fundamental, se o objetivo for o de propor condutas e políticas que
favoreçam um caminho feliz para a velhice, para que seja uma
etapa da vida repleta de significado.
 É importante enfatizar que, ao contrário do que muita gente pensa,
velhice não está associada a má qualidade de vida.
 Em nossa sociedade, existe um desejo contraditório que se
constata desde cedo e é explicitado fortemente pelos jovens e
adultos-jovens: o de viver cada vez mais.
 A longevidade é intensamente desejada pela maioria dos
indivíduos, desde que sob certas condições: a primeira é a de
não ficar dependente, o que é bastante compreensível, e a
segunda, a de não ficar velho.
Vida e Saúde são
inseparáveis
 É intuitivamente óbvio que Vida e Saúde são inseparáveis.
 O que interessa à Saúde deve fazer parte de qualquer conceituação
de Qualidade de Vida. Principalmente para os idosos.
 Saúde é uma dimensão muito importante para a qualidade de vida
dos idosos.
 Ter boa saúde é um fator determinante de boa qualidade de vida
para os mais velhos.
 Como o envelhecimento é uma experiência heterogênea, cada indivíduo
pautará sua vida de acordo com padrões, normas, expectativas, desejos,
valores e princípios diferentes.
 Além disso, fatores relacionados à idade afetam a saúde, dimensão
importantíssima para a qualidade de vida na velhice.
 É também nessa fase da vida que ocorrem diversas situações sociais
(aposentadoria, viuvez, dependência, perda de autonomia e de papéis
sociais, diminuição da rede social de apoio e outras mais), colocando
obstáculos a uma vida de melhor qualidade.
Políticas públicas voltadas
para pessoas idosas
 Muitas são as ações voltadas para políticas publicas no
Brasil na tentativa de garantir o direito universal e
integral à saúde.
 Na constituição de 1988 foi conquistado o direito à
saúde através do artigo 196, que diz: “A saúde é direito
de todos e dever do Estado, garantido mediante
políticas sociais e econômicas que visem à redução do
risco de doença e de outros agravos...”
 Com base na Lei 8.842/94 da Política Nacional do Idoso (PNI), o
artigo nº. 1 tem o objetivo de:
“assegurar os direitos sociais do idoso, criando condições para
promover sua autonomia, integração e participação efetiva na
sociedade”,
O que evidencia a possibilidade da proteção e a inclusão do
idoso na sociedade, sendo necessário avaliar as dificuldades e os
avanços no processo de construção da realidade sobre a questão
da velhice; enfatizando a criação, a ampliação e a melhoria de
propostas de ações que possam aumentar o nível de qualidade
de vida e dignidade do idoso brasileiro
(BORGES, 2003)
O Estatuto do Idoso (2003)
 Reafirma os direitos das pessoas com idade igual ou superior
a 60 anos.
 Procurando garantir aos idosos gozar de todos os direitos
fundamentais inerentes à pessoa humana (preservação de sua
saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual,
espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade)
 Sendo obrigação da família, da comunidade, da
sociedade e do Poder Público (nesta ordem de
responsabilização) assegurar esses direitos ao idoso.
 Contudo, compete a politica nacional de
saúde contribuir para que mais pessoas
possam alcançar as idades avançadas e
desfrutar de um envelhecimento ativo e
saudável, em domínio de sua autonomia e
independência.
 E de suma importância a participação do
profissional de saúde neste esforço e em seus
desdobramentos, não só do ponto de vista
demográfico, psicologico, economico e
politico, priorizando formas de envelhecimento
ativo, saudável e em consequência a tão
almejada boa qualidade de vida.
Envelhecimento e qualidade
de vida
 O envelhecimento causa varias
mudanças fisiológicas fragilizastes no
organismo e para postergar esse
processo e necessário que o idoso
consiga o melhor controle sobre sua
saúde.
 Mantendo sua capacidade funcional,
em consequência preservar sua
autonomia e independência pessoal, o
que o tornara mais seguro e satisfeito.
 Um grande desafio, segundo o Ministério da Saúde (MS) 2006,
na atenção a saúde do idoso, e auxilia-lo a redescobrir formas
de viver com a máxima qualidade possível.
 No âmbito familiar e social, se conseguirem reconhecer as
potencialidades e o valor destes.
 Conceituar Qualidade de Vida
.... e relativamente complexo devido aos distintos enfoques
envolvidos.
 Muitas são as disciplinas e profissões que se ocupam dessa
tarefa;
 O tema emerge aproximadamente ha 50 anos, inicialmente
com cientistas, sociólogos e políticos, seguidos pelos
profissionais de saúde e, finalmente com todas as áreas da
atividade humana (Paschoal, 2006).
 A Organização Mundial de Saúde (OMS),
no WHOQOL GROUP (1994) definiu
qualidade de vida como
“a percepção do individuo de sua
posição na vida no contexto da cultura e
sistema de valores nos quais ele vive e em
relação aos seus objetivos, expectativas,
padrões e preocupações” (Pascoal, 2006).
 Qualidade de vida...
Além de ser a percepção individual sobre a própria vida.
 Engloba questões de extrema relevância, como: a cultura, a
religiosidade, a educação, a etnia, o gênero, o nível
socioeconômico, dimensões pelos quais os indivíduos se
estruturam perante a sociedade, base para o desenvolvimento
humano.
 Devemos lembrar que a Qualidade de Vida e um processo
que esta em constante mudança, assim como a evolução
humana e as necessidades individuais.
 Indispensável que profissionais de saúde interessados na
saúde e na qualidade de vida das pessoas idosas, tenham
a oportunidade de realizar trabalhos, programas, enfim
prestar a assistência adequada a pessoa idosa focalizados
na promoção da saúde e da qualidade de vida.
Sugestões para um
Envelhecimento Saudável
 O envelhecimento é um processo natural no ser humano, porém a atitude de vida
saudável pode fazer a diferença e proporcionar uma boa melhora na saúde, no bem-
estar e na qualidade de vida.
 Mantenha hábitos saudáveis: não fume, não beba em excesso, evite ambientes com
ruídos intensos e exposição ao sol sem proteção.
 Atividade física, pois isto trará mais disposição, e ajudará a controlar doenças como
diabetes, hipertensão, estresse, depressão e dores osteo-articulares, assim como
melhorará o sono.
 Muitas doenças crônicas podem ser controladas por meio de tratamento adequado,
que em muito depende de você.
 Tenha uma alimentação rica em fibras (frutas e verduras) e pobre em gorduras. Não se
esqueça de ingerir água frequentemente, principalmente no calor.
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 Busque atividade de lazer como passeios e amizades, afinal lazer é realizar o
que lhe dá prazer.
 Conserve o contato e o afeto valorize a sua sexualidade.
 Projete seu futuro, participe de decisões. Mantenha seu direito a cidadania,
aproveite as oportunidades.
 Tenha sempre atividades intelectuais que preservem a memória como: ler,
praticar jogos de raciocínio (xadres, dama, palavra cruzada, sudoku,
dominó, truco, etc).
 Mantenha o equilíbrio mental: acredite em algo, tenha fé e cultive a
espiritualidade.
 Procure fazer uso adequado de medicamentos prescritos pelo medico.
 Busque aconselhamento com profissionais da saúde algumas vezes
fundamentais para desenvolver o envelhecimento saudável.
 Ações positivas no cotidiano melhoram o seu humor e sua saúde.
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
Conclusão
 Envelhecimento da população e um fenômeno global e
relativamente recente no mundo.
 Atualmente, no Brasil, a população de idosos já ultrapassa 7%
do total e esta faixa etária e a que tem apresentado maior
aumento conforme os últimos censos realizados.
 Temos em torno de 18 milhões de idosos.
 A velhice e um período normal do ciclo da vida, caracterizado por
algumas mudanças físicas, mentais e psicológicas.
 Nesta fase, e importante conhecer, conscientizar, rever e avaliar quais
os aspectos e hábitos do passado que devem ser mantidos e quais
devem ser rejeitados.
 Devemos lembrar que o homem nunca e “um produto acabado”; ele
se refina, se adapta, se modifica.
 Durante todo o percurso de nossas vidas, aparecem oportunidades e
crises, então sempre e possível mudar e crescer, mesmo estando na
velhice, pois a vida sempre nos da novas oportunidades.
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
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QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia

  • 1. QUALIDADE DE VIDA ESTATUTO DO IDOSO HUMANIZAÇÃO NA TERCEIRA IDADE GERIATRIA E GERONTOLOGIA 5º ENFERMAGEM Stefane Marisa Raione Cleiton Divina
  • 2.  “Depois que fica velho, acaba tudo. É bom, quando se é jovem.”(C.M.A. - mulher, 87 anos, portadora de osteoartrose, e depressão; totalmente independente; viúva há 14 anos; mora sozinha)  “Minha vida é 100%, porque faço tudo o que quero, sem depender dos outros. Graças a Deus!” (J.P.T. - mulher, 84 anos, viúva, portadora de pressão alta, infartos cerebrais lacunares, insuficiência coronariana, osteoartrose de joelhos e coluna, arteriopatia periférica generalizada com ausência de pulsos em membro superior direito; totalmente independente)  “Não gosto de viver muito. Ficar dependendo dos outros...não é bom. Mas, Deus é quem sabe. Já fiz a minha parte.” (M.S. - homem, 72 anos, portador de bronquite, hiperuricemia, osteoartrose de coluna e obesidade; totalmente independente; casado)  “Viver é a melhor coisa do mundo! Com saúde, lógico. Sou feliz!”(L.M. - homem, 81 anos, portador de hipertensão arterial, miocardiopatia com insuficiência mitral, aórtica e tricúspide, tosse crônica e rinite alérgica, totalmente independente, casado)
  • 3.  No Brasil, olhar para questões vivenciadas pelas pessoas idosas significa deparar-se em um contexto de diferenças sociais, culturais, econômicas e principalmente individuais.  Um enorme desafio para a humanidade é garantir às pessoas envelhecer dignamente com saúde e qualidade de vida.  Este processo está sujeito a peculiaridades sócio-culturais e econômicas que causam preocupação tanto aos profissionais de saúde que atuam neste processo, quanto à sociedade em geral.
  • 4.  É comum depararmo-nos, em nosso país, com queixas de ceticismo e desesperança...  ...Dizem-nos das saudades de sua juventude, de sua falta de motivação para continuar vivendo, de sua “certeza” de que não têm mais nenhum papel a cumprir.  A idade não explica tais diferenças, pois ela, por si só, não discrimina entre os bem e os mal-sucedidos.
  • 5.  Nas falas desses idosos encontramos determinantes de boa e de má qualidade de vida na velhice.  Na primeira, uma senhora, a negação da velhice e o desejo da eterna juventude atrapalham, ou impedem, a possibilidade de viver essa última etapa da vida de forma plena e satisfatória.  Na segunda, uma outra mulher, com até mais doenças que a primeira, sente-se 100%; avalia de forma positiva sua qualidade de vida, pois tem autonomia (“faço tudo o que quero”) e independência (“sem depender dos outros”), dois determinantes importantes para uma boa qualidade de vida na velhice.  Dos dois homens, o primeiro, já sem encontrar um papel social (“já fiz a minha parte”), não gosta de viver, por “depender dos outros”, dependência e perda de papel social sendo fatores determinantes de má qualidade de vida na velhice.  O último, mais velho e mais doente, avalia satisfatoriamente, pois tem saúde, um determinante fundamental de boa qualidade de vida. Aliás, saúde é a dimensão mais valorizada pelos idosos.
  • 6.  Entender os motivos de sensações e posturas tão díspares é fundamental, se o objetivo for o de propor condutas e políticas que favoreçam um caminho feliz para a velhice, para que seja uma etapa da vida repleta de significado.  É importante enfatizar que, ao contrário do que muita gente pensa, velhice não está associada a má qualidade de vida.
  • 7.  Em nossa sociedade, existe um desejo contraditório que se constata desde cedo e é explicitado fortemente pelos jovens e adultos-jovens: o de viver cada vez mais.  A longevidade é intensamente desejada pela maioria dos indivíduos, desde que sob certas condições: a primeira é a de não ficar dependente, o que é bastante compreensível, e a segunda, a de não ficar velho.
  • 8. Vida e Saúde são inseparáveis  É intuitivamente óbvio que Vida e Saúde são inseparáveis.  O que interessa à Saúde deve fazer parte de qualquer conceituação de Qualidade de Vida. Principalmente para os idosos.  Saúde é uma dimensão muito importante para a qualidade de vida dos idosos.  Ter boa saúde é um fator determinante de boa qualidade de vida para os mais velhos.
  • 9.  Como o envelhecimento é uma experiência heterogênea, cada indivíduo pautará sua vida de acordo com padrões, normas, expectativas, desejos, valores e princípios diferentes.  Além disso, fatores relacionados à idade afetam a saúde, dimensão importantíssima para a qualidade de vida na velhice.  É também nessa fase da vida que ocorrem diversas situações sociais (aposentadoria, viuvez, dependência, perda de autonomia e de papéis sociais, diminuição da rede social de apoio e outras mais), colocando obstáculos a uma vida de melhor qualidade.
  • 10. Políticas públicas voltadas para pessoas idosas  Muitas são as ações voltadas para políticas publicas no Brasil na tentativa de garantir o direito universal e integral à saúde.  Na constituição de 1988 foi conquistado o direito à saúde através do artigo 196, que diz: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos...”
  • 11.  Com base na Lei 8.842/94 da Política Nacional do Idoso (PNI), o artigo nº. 1 tem o objetivo de: “assegurar os direitos sociais do idoso, criando condições para promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade”, O que evidencia a possibilidade da proteção e a inclusão do idoso na sociedade, sendo necessário avaliar as dificuldades e os avanços no processo de construção da realidade sobre a questão da velhice; enfatizando a criação, a ampliação e a melhoria de propostas de ações que possam aumentar o nível de qualidade de vida e dignidade do idoso brasileiro (BORGES, 2003)
  • 12. O Estatuto do Idoso (2003)  Reafirma os direitos das pessoas com idade igual ou superior a 60 anos.  Procurando garantir aos idosos gozar de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana (preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade)  Sendo obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público (nesta ordem de responsabilização) assegurar esses direitos ao idoso.
  • 13.  Contudo, compete a politica nacional de saúde contribuir para que mais pessoas possam alcançar as idades avançadas e desfrutar de um envelhecimento ativo e saudável, em domínio de sua autonomia e independência.  E de suma importância a participação do profissional de saúde neste esforço e em seus desdobramentos, não só do ponto de vista demográfico, psicologico, economico e politico, priorizando formas de envelhecimento ativo, saudável e em consequência a tão almejada boa qualidade de vida.
  • 14. Envelhecimento e qualidade de vida  O envelhecimento causa varias mudanças fisiológicas fragilizastes no organismo e para postergar esse processo e necessário que o idoso consiga o melhor controle sobre sua saúde.  Mantendo sua capacidade funcional, em consequência preservar sua autonomia e independência pessoal, o que o tornara mais seguro e satisfeito.
  • 15.  Um grande desafio, segundo o Ministério da Saúde (MS) 2006, na atenção a saúde do idoso, e auxilia-lo a redescobrir formas de viver com a máxima qualidade possível.  No âmbito familiar e social, se conseguirem reconhecer as potencialidades e o valor destes.
  • 16.  Conceituar Qualidade de Vida .... e relativamente complexo devido aos distintos enfoques envolvidos.  Muitas são as disciplinas e profissões que se ocupam dessa tarefa;  O tema emerge aproximadamente ha 50 anos, inicialmente com cientistas, sociólogos e políticos, seguidos pelos profissionais de saúde e, finalmente com todas as áreas da atividade humana (Paschoal, 2006).
  • 17.  A Organização Mundial de Saúde (OMS), no WHOQOL GROUP (1994) definiu qualidade de vida como “a percepção do individuo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” (Pascoal, 2006).
  • 18.  Qualidade de vida... Além de ser a percepção individual sobre a própria vida.  Engloba questões de extrema relevância, como: a cultura, a religiosidade, a educação, a etnia, o gênero, o nível socioeconômico, dimensões pelos quais os indivíduos se estruturam perante a sociedade, base para o desenvolvimento humano.  Devemos lembrar que a Qualidade de Vida e um processo que esta em constante mudança, assim como a evolução humana e as necessidades individuais.
  • 19.  Indispensável que profissionais de saúde interessados na saúde e na qualidade de vida das pessoas idosas, tenham a oportunidade de realizar trabalhos, programas, enfim prestar a assistência adequada a pessoa idosa focalizados na promoção da saúde e da qualidade de vida.
  • 20. Sugestões para um Envelhecimento Saudável  O envelhecimento é um processo natural no ser humano, porém a atitude de vida saudável pode fazer a diferença e proporcionar uma boa melhora na saúde, no bem- estar e na qualidade de vida.  Mantenha hábitos saudáveis: não fume, não beba em excesso, evite ambientes com ruídos intensos e exposição ao sol sem proteção.  Atividade física, pois isto trará mais disposição, e ajudará a controlar doenças como diabetes, hipertensão, estresse, depressão e dores osteo-articulares, assim como melhorará o sono.  Muitas doenças crônicas podem ser controladas por meio de tratamento adequado, que em muito depende de você.  Tenha uma alimentação rica em fibras (frutas e verduras) e pobre em gorduras. Não se esqueça de ingerir água frequentemente, principalmente no calor.
  • 22.  Busque atividade de lazer como passeios e amizades, afinal lazer é realizar o que lhe dá prazer.  Conserve o contato e o afeto valorize a sua sexualidade.  Projete seu futuro, participe de decisões. Mantenha seu direito a cidadania, aproveite as oportunidades.  Tenha sempre atividades intelectuais que preservem a memória como: ler, praticar jogos de raciocínio (xadres, dama, palavra cruzada, sudoku, dominó, truco, etc).  Mantenha o equilíbrio mental: acredite em algo, tenha fé e cultive a espiritualidade.  Procure fazer uso adequado de medicamentos prescritos pelo medico.  Busque aconselhamento com profissionais da saúde algumas vezes fundamentais para desenvolver o envelhecimento saudável.  Ações positivas no cotidiano melhoram o seu humor e sua saúde.
  • 24. Conclusão  Envelhecimento da população e um fenômeno global e relativamente recente no mundo.  Atualmente, no Brasil, a população de idosos já ultrapassa 7% do total e esta faixa etária e a que tem apresentado maior aumento conforme os últimos censos realizados.  Temos em torno de 18 milhões de idosos.
  • 25.  A velhice e um período normal do ciclo da vida, caracterizado por algumas mudanças físicas, mentais e psicológicas.  Nesta fase, e importante conhecer, conscientizar, rever e avaliar quais os aspectos e hábitos do passado que devem ser mantidos e quais devem ser rejeitados.  Devemos lembrar que o homem nunca e “um produto acabado”; ele se refina, se adapta, se modifica.  Durante todo o percurso de nossas vidas, aparecem oportunidades e crises, então sempre e possível mudar e crescer, mesmo estando na velhice, pois a vida sempre nos da novas oportunidades.
  • 28. FIM !