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Diabetes
Mellitus
Msc. Rodrigo de Novais França
CONCEITO
Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla,
decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina
exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar
no sangue ( hiperglicemia) de forma permanente.
A insulina é produzida pelo pâncreas, sendo responsável pela
manutenção do metabolismo (quebra da glicose) para permitir que
tenhamos energia para manter o organismo em funcionamento. (BRASIL,
2019)
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HISTÓRIA DO DIABETES MELLITUS
1500 A.C - Médicos egípcios descreveram casos de
pessoas que urinavam muito e emagreciam até a morte;
138 D.C - Aretaeus - médico grego, criou o termo
Diabetes Mellitus para fazer referência ao gosto
adocicado da urina desses pacientes
1176- Matthew Dobsosn - Método para determinar a
concentração de glicose na urina
HISTÓRIA DO DIABETES MELLITUS
1812 – A doença foi reconhecida como doença clínica em
meios científicos;
1889- Os alemães Oskar Minkowski e Joseph von
Mering – verificaram que a retirada do pâncreas de
cachorros leavva-os ao óbito por diabetes.
1910 – Edward Sharpey-Schafer – loevantou a
hipótese da cauda do Diabetes, através de uma
substância produzida nas ilhotas de Langerhans
HISTÓRIA DO DIABETES MELLITUS
1921 – Frederick Banting e Charles Best injetaram
em cachorros diabéticos extratos de células das
ilhotas de Langerhans;
1977- Ullrich e colaboradores descreveram
na revista Science um método para inserir
o gene da insulina humana em bactérias
para produzir em larga escala.
EPIDEMIOLOGIA- MUNDO
Mundialmente, o diabetes se tornou um sério
problema de saúde pública, cujas previsões vêm
sendo superadas a cada nova triagem. Por
exemplo, em 2000, a estimativa global de
adultos vivendo com diabetes era de 151
milhões. Em 2009, havia crescido 88%, para 285
milhões.
Em 2020, calcula-se que 9,3% dos adultos, entre
20 e 79 anos (assombrosos 463 milhões de
pessoas) vivem com diabetes. Além disso, 1,1
milhão de crianças e adolescentes com menos
de 20 anos apresentam diabetes tipo 1.
EPIDEMIOLOGIA -
BRASIL
O Brasil é o 5º país em incidência de
diabetes no mundo, com 16,8 milhões de
doentes adultos (20 a 79 anos), perdendo
apenas para China, Índia, Estados Unidos e
Paquistão. A estimativa da incidência da
doença em 2030 chega a 21,5 milhões.
Esses dados estão no Atlas do Diabetes da
Federação Internacional de Diabetes (IDF).
EPIDEMIOLOGIA - JUSSARI
UNIDADE
ROBERTOS
SANTOS
CENTRO DE
SAÚDE JOANA
CHAGAS
VALDENOR
CORDEIRO
TOTAL -
MUNICÍPIO
104 218 161 483 DIABÉTICOS
no município de
Jussari
• Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência
de doença autoimune, levando a deficiência absoluta de insulina.
Diabetes Mellitus tipo I:
• Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina
associado a uma relativa deficiência de sua secreção.
Diabetes Mellitus tipo II:
• Quadro associado a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso
de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas.
Outras formas de Diabetes Mellitus:
• Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente
sem aumento prévio da glicose.
Diabetes Gestacional:
Diabetes Tipo 1 x Tipo 2
Fonte: http://simp lic id ad e.n et /d ia be tes - ti po -1 -o u- 2- co mp re en da -as - di fe re nca s/
DIABETES
GESTACIONAL
 É o tipo que aparece pela primeira
vez na gravidez.
 Principalmente se a mulher:
• Tem mais de 30 anos,
• Tem parentes próximos com Diabetes,
• Já teve filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer
DIABETES GESTACIONAL
A consulta de pré-natal é frequentemente a primeira oportunidade de
rastreamento do DM na mulher adulta, a hiperglicemia pode ser
detectada pela primeira vez na gestação e deve ser diferenciada em
duas categorias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS): DM
diagnosticado na gestação (do inglês overt diabetes) ou diabetes
mellitus gestacional (DMG)
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
SINTOMAS
Sintomas – 4 P
DIAGNÓSTICO - DIABETES
PRÉ-
DIABETES
PRÉ-DIABETES
A pré-diabetes é considerada um estágio
intermediário entre o padrão tido como saudável e
o diabetes mellitus tipo 2. Trata-se de um alerta do
corpo para indicar que o risco de desenvolver
diabetes é alto, além de aumentar as chances de
complicações cardíacas.
Esse quadro é reversível. No entanto, se não for
diagnosticado e tratado, acaba evoluindo para o
diabetes crônico, que é tratável, mas não poderá
ser revertido.
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
Hemoglobina glicada X Glicemia
Controle Glicêmico
Diferenças entre hipoglicemia e hiperglicemia
Sintomas Hiperglicemia Hipoglicemia
Início Lento Súbito
Sede Muita Inalterada
Urina Muita quantidade Inalterada
Fome Muita Muita ou normal
Fraqueza Presente Sim ou não
Pele Seca Normal ou úmida
Mucosa da Boca Seca Normal
Suores Ausentes Frequentes e frios
Cansaço Presente Presente
GLICOSÍMETRO
GLICOSÍMETRO HI e LO
COMPLICAÇÕES - DIABETES
NEUROPATIA DIABÉTICA
As neuropatias diabéticas (ND) constituem a complicação crônica mais
prevalente, subdiagnosticada e subtratada do diabetes mellitus (DM).
A NPDD caracteriza-se por dor neuropática na área corpórea afetada pela
neuropatia, que piora com repouso, durante o sono, e melhora com atividade
física.
A dor crônica traz impacto negativo na qualidade de vida, no humor e na
funcionalidade de pessoas com diabetes, causando comorbidades graves,
como insônia, ansiedade, depressão e perda de funcionalidade.3
Cuidados com o pé
Os pacientes com diabetes devem ter um cuidado muito especial
com seus pés.
A hiperglicemia prolongada pode levar à perda de sensibilidade e
prejuízo à circulação dos pés.
Alguém com menos sensibilidade pode, por exemplo, calçar um
sapato com uma pedra e não sentir dor, gerando uma ferida.
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
Critérios para escolha do Antidiabético Oral:
Idade, peso
Duração do
tratamento
Complicações,
transtornos
metabólicos,
doenças associadas
Interações
medicamentos,
reações adversas e
contra indicações
TRATAMENTO
Procure fazer suas
refeições em locais
tranquilos e evite
realizar outras
atividades
Procure fracionar a
sua alimentação ao
longo do dia em
cinco a seis
refeições
Evite alimentos
doces e com açúcar,
que, em geral, têm
alto valor calórico e
baixo valor
nutritivo
Lembre-se que
alimentos como
leite e frutas podem
ser ingeridos,
porém de acordo
com a cota prevista
em sua dieta
http://br.freepik.com/vetores-gratis/frutas-e-leite-vetor_580516.htm
Emagrecimento rápido e
inexplicado
Doença renal
Infecção
Fase aguda de AVC,
IAM, pacientes
criticamente enfermos
Hiperglicemia grave (>
270 mg/dL), cetonúria e
cetonemia
INSULINAS -
FRASCO E
CANETAS
CLASSIFICAÇÃO
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BRAÇOS
COXAS
REGIÂO
ABDOMINAL REGIÃO GLÚTEA
Não expor a insulina ao Sol e ao calor excessivo
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Monitorização Contínua da
Glicose
O monitoramento contínuo da glicose
(CGM) é uma tecnologia adotada por
pacientes insulinodependentes para o
manejo da diabetes e para ajustes no
tratamento. Trata-se de um sensor
corporal portátil que mede, em intervalos
regulares e de forma automática, a
glicose do líquido intersticial.
Bomba de infusão de
insulina
A bomba de infusão de insulina é um
aparelho eletrônico do tamanho de um
celular ligado ao corpo por um cateter
com uma agulha flexível na ponta. A
agulha é inserida na região subcutânea
do abdômen, braço ou da coxa, e deve
ser substituída a cada dois ou três dias
Nova tecnologia de aplicação do
hormônio insulina, o i-Port
O dispositivo, colocado sobre a pele nos
mesmos locais de aplicação da insulina, possui
uma pequena cânula de 6 ou 9 mm a ser
inserida no tecido subcutâneo pelo próprio
paciente ou familiar, e a troca deve acontecer
a cada três dias. A caneta ou seringa com
insulina é encaixada no dispositivo e a
medicação é injetada.
DIABETES X COVID-19
O novo coronavírus, SARS-CoV-2, causa agressão direta às células das
ilhotas pancreáticas.(48) É plausível, portanto, que este vírus promova
alterações no metabolismo e na homeostasia da glicose e favoreça o início
do DM em indivíduos susceptíveis, ou amplie a severidade das
complicações associadas ao diabetes já manifesto Entretanto, ainda não
há evidências robustas para sustentar a hipótese de um potencial efeito
diabetogênico da COVID-19.
Pesquisadores ingleses entendem ser possível que “a
inflamação causada pelo coronavírus cause no corpo
uma resistência à insulina, característica do diabetes
tipo 2”.
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  • 2. CONCEITO Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar no sangue ( hiperglicemia) de forma permanente. A insulina é produzida pelo pâncreas, sendo responsável pela manutenção do metabolismo (quebra da glicose) para permitir que tenhamos energia para manter o organismo em funcionamento. (BRASIL, 2019)
  • 5. HISTÓRIA DO DIABETES MELLITUS 1500 A.C - Médicos egípcios descreveram casos de pessoas que urinavam muito e emagreciam até a morte; 138 D.C - Aretaeus - médico grego, criou o termo Diabetes Mellitus para fazer referência ao gosto adocicado da urina desses pacientes 1176- Matthew Dobsosn - Método para determinar a concentração de glicose na urina
  • 6. HISTÓRIA DO DIABETES MELLITUS 1812 – A doença foi reconhecida como doença clínica em meios científicos; 1889- Os alemães Oskar Minkowski e Joseph von Mering – verificaram que a retirada do pâncreas de cachorros leavva-os ao óbito por diabetes. 1910 – Edward Sharpey-Schafer – loevantou a hipótese da cauda do Diabetes, através de uma substância produzida nas ilhotas de Langerhans
  • 7. HISTÓRIA DO DIABETES MELLITUS 1921 – Frederick Banting e Charles Best injetaram em cachorros diabéticos extratos de células das ilhotas de Langerhans; 1977- Ullrich e colaboradores descreveram na revista Science um método para inserir o gene da insulina humana em bactérias para produzir em larga escala.
  • 8. EPIDEMIOLOGIA- MUNDO Mundialmente, o diabetes se tornou um sério problema de saúde pública, cujas previsões vêm sendo superadas a cada nova triagem. Por exemplo, em 2000, a estimativa global de adultos vivendo com diabetes era de 151 milhões. Em 2009, havia crescido 88%, para 285 milhões. Em 2020, calcula-se que 9,3% dos adultos, entre 20 e 79 anos (assombrosos 463 milhões de pessoas) vivem com diabetes. Além disso, 1,1 milhão de crianças e adolescentes com menos de 20 anos apresentam diabetes tipo 1.
  • 9. EPIDEMIOLOGIA - BRASIL O Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos (20 a 79 anos), perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A estimativa da incidência da doença em 2030 chega a 21,5 milhões. Esses dados estão no Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF).
  • 10. EPIDEMIOLOGIA - JUSSARI UNIDADE ROBERTOS SANTOS CENTRO DE SAÚDE JOANA CHAGAS VALDENOR CORDEIRO TOTAL - MUNICÍPIO 104 218 161 483 DIABÉTICOS no município de Jussari
  • 11. • Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença autoimune, levando a deficiência absoluta de insulina. Diabetes Mellitus tipo I: • Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção. Diabetes Mellitus tipo II: • Quadro associado a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas. Outras formas de Diabetes Mellitus: • Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose. Diabetes Gestacional:
  • 12. Diabetes Tipo 1 x Tipo 2 Fonte: http://simp lic id ad e.n et /d ia be tes - ti po -1 -o u- 2- co mp re en da -as - di fe re nca s/
  • 13. DIABETES GESTACIONAL  É o tipo que aparece pela primeira vez na gravidez.  Principalmente se a mulher: • Tem mais de 30 anos, • Tem parentes próximos com Diabetes, • Já teve filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer
  • 14. DIABETES GESTACIONAL A consulta de pré-natal é frequentemente a primeira oportunidade de rastreamento do DM na mulher adulta, a hiperglicemia pode ser detectada pela primeira vez na gestação e deve ser diferenciada em duas categorias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS): DM diagnosticado na gestação (do inglês overt diabetes) ou diabetes mellitus gestacional (DMG)
  • 20. PRÉ-DIABETES A pré-diabetes é considerada um estágio intermediário entre o padrão tido como saudável e o diabetes mellitus tipo 2. Trata-se de um alerta do corpo para indicar que o risco de desenvolver diabetes é alto, além de aumentar as chances de complicações cardíacas. Esse quadro é reversível. No entanto, se não for diagnosticado e tratado, acaba evoluindo para o diabetes crônico, que é tratável, mas não poderá ser revertido.
  • 24. Diferenças entre hipoglicemia e hiperglicemia Sintomas Hiperglicemia Hipoglicemia Início Lento Súbito Sede Muita Inalterada Urina Muita quantidade Inalterada Fome Muita Muita ou normal Fraqueza Presente Sim ou não Pele Seca Normal ou úmida Mucosa da Boca Seca Normal Suores Ausentes Frequentes e frios Cansaço Presente Presente
  • 28. NEUROPATIA DIABÉTICA As neuropatias diabéticas (ND) constituem a complicação crônica mais prevalente, subdiagnosticada e subtratada do diabetes mellitus (DM). A NPDD caracteriza-se por dor neuropática na área corpórea afetada pela neuropatia, que piora com repouso, durante o sono, e melhora com atividade física. A dor crônica traz impacto negativo na qualidade de vida, no humor e na funcionalidade de pessoas com diabetes, causando comorbidades graves, como insônia, ansiedade, depressão e perda de funcionalidade.3
  • 29. Cuidados com o pé Os pacientes com diabetes devem ter um cuidado muito especial com seus pés. A hiperglicemia prolongada pode levar à perda de sensibilidade e prejuízo à circulação dos pés. Alguém com menos sensibilidade pode, por exemplo, calçar um sapato com uma pedra e não sentir dor, gerando uma ferida.
  • 31. Critérios para escolha do Antidiabético Oral: Idade, peso Duração do tratamento Complicações, transtornos metabólicos, doenças associadas Interações medicamentos, reações adversas e contra indicações TRATAMENTO
  • 32. Procure fazer suas refeições em locais tranquilos e evite realizar outras atividades Procure fracionar a sua alimentação ao longo do dia em cinco a seis refeições Evite alimentos doces e com açúcar, que, em geral, têm alto valor calórico e baixo valor nutritivo Lembre-se que alimentos como leite e frutas podem ser ingeridos, porém de acordo com a cota prevista em sua dieta http://br.freepik.com/vetores-gratis/frutas-e-leite-vetor_580516.htm
  • 33. Emagrecimento rápido e inexplicado Doença renal Infecção Fase aguda de AVC, IAM, pacientes criticamente enfermos Hiperglicemia grave (> 270 mg/dL), cetonúria e cetonemia
  • 36. Locais e dispositivos para aplicar Insulinas: BRAÇOS COXAS REGIÂO ABDOMINAL REGIÃO GLÚTEA
  • 37. Não expor a insulina ao Sol e ao calor excessivo Não armazenar na porta da geladeira e nem congelar Não transportar com gelo Após início do uso: descartar após 30 dias
  • 38. Monitorização Contínua da Glicose O monitoramento contínuo da glicose (CGM) é uma tecnologia adotada por pacientes insulinodependentes para o manejo da diabetes e para ajustes no tratamento. Trata-se de um sensor corporal portátil que mede, em intervalos regulares e de forma automática, a glicose do líquido intersticial.
  • 39. Bomba de infusão de insulina A bomba de infusão de insulina é um aparelho eletrônico do tamanho de um celular ligado ao corpo por um cateter com uma agulha flexível na ponta. A agulha é inserida na região subcutânea do abdômen, braço ou da coxa, e deve ser substituída a cada dois ou três dias
  • 40. Nova tecnologia de aplicação do hormônio insulina, o i-Port O dispositivo, colocado sobre a pele nos mesmos locais de aplicação da insulina, possui uma pequena cânula de 6 ou 9 mm a ser inserida no tecido subcutâneo pelo próprio paciente ou familiar, e a troca deve acontecer a cada três dias. A caneta ou seringa com insulina é encaixada no dispositivo e a medicação é injetada.
  • 41. DIABETES X COVID-19 O novo coronavírus, SARS-CoV-2, causa agressão direta às células das ilhotas pancreáticas.(48) É plausível, portanto, que este vírus promova alterações no metabolismo e na homeostasia da glicose e favoreça o início do DM em indivíduos susceptíveis, ou amplie a severidade das complicações associadas ao diabetes já manifesto Entretanto, ainda não há evidências robustas para sustentar a hipótese de um potencial efeito diabetogênico da COVID-19. Pesquisadores ingleses entendem ser possível que “a inflamação causada pelo coronavírus cause no corpo uma resistência à insulina, característica do diabetes tipo 2”.
  • 42. Dia mundial do DIABETES 14 de Novembro É possíver VIVER BEM com diabetes!

Notas do Editor

  1. Infecções ou problemas na circulação nos membros inferiores estão entre as complicações mais comuns em quem tem diabetes mal controlado. Calcula-se que metade dos pacientes com mais de 60 anos apresente o chamado “pé diabético”. Uma doença que pode ser evitada.   Tais alterações podem causar neuropatia; úlceras; infecções; isquemia ou trombose. Elas começam a ocorrer, em geral, quando as taxas de glicose permanecem altas durante muitos anos. Se não for tratado, o pé diabético pode levar àamputação.  Segundo o Ministério da Saúde, 70% das cirurgias para retirada de membros no Brasil têm como causa o diabetes mal controlado: são 55 mil amputações anuais.   Manter a taxa glicêmica sob controle e fazer exames regulares são fundamentais para evitar tais complicações.    1. A pessoa com pé diabético tem sintomas como: formigamentos; perda da sensibilidade local; dores; queimação nos pés e nas pernas; sensação de agulhadas; dormência; além de fraqueza nas pernas. Tais sintomas podem piorar à noite, ao deitar. Normalmente a pessoa só se dá conta quando está num estágio avançado e quase sempre com uma ferida, ou uma infecção, o que torna o tratamento mais difícil devido aos problemas de circulação.   2. Os sintomas são mais frequentes após alguns com o diabetes mal controlado. Muitas pessoas passam a apresentar problemas de diminuição de circulação arterial e de sensibilidade em pés e pernas.   3. A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação. A medida principal é manter os níveis da glicemiacontrolados;  exame visual dos pés, diário; e avaliação médica periódica.   4. Pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2 devem devem passar, regularmente, por uma avaliação dos pés.   5. O paciente deve examinar os pés diariamente em um lugar bem iluminado. Quem não tiver condições de fazê-lo, precisa pedir a ajuda de alguém.  Deve-se verificar a existência de frieiras; cortes; calos; rachaduras; feridas ou alterações de cor. Uma dica é usar um espelho para se ter uma visão completa. Nas consultas, deve-se pedir ao médico que examine os pés. O paciente deve avisar de imediato o médico sobre eventuais alterações.   6. É preciso manter os pés sempre limpos, e usar sempre água morna, e nunca quente, para evitar queimaduras. A toalha deve ser macia. É melhor não esfregar a pele. Mantenha a pele hidratada, mas sem passar creme entre os dedos ou ao redor das unhas.    7. Use meias sem costura. O tecido deve ser algodão ou lã. Evitar sintéticos, como nylon.   8. Antes de cortar as unhas, o paciente precisa lavá-las e secá-las bem. Para cortar, usar um alicate apropriado, ou uma tesoura de ponta arredondada.  O corte deve ser quadrado, com as laterais levemente arredondadas, e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional treinado, o qual deve ser avisado do diabetes.  O ideal é não cortar os calos, nem usar abrasivos. É melhor conversar com o médico sobre a possível causa do aparecimento dos calos.   9. É melhor que os pés estejam sempre protegidos. Inclusive na praia e na piscina.     10. Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. Antes de adquiri-los, é importante olhar com atenção para ver se há deformação.  As mulheres devem dar preferência a saltos quadrados, que tenham, no máximo, 3 cm de altura. É melhor evitar sapatos apertados, duros, de plástico, de coro sintético, com ponta fina, saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos. Além disso, recomenda-se a não utilização de calçados novos, por mais de uma hora por dia, até que estejam macios.