AUTARQUIA EDUCACIONAL DO BELO JARDIM
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO BELO JARDIM
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
“SEMANA DE ENFERMAGEM NA UP FITNESS”
CONCEITO
 Segundo o Ministério da Saúde (2006), o diabetes é um
grupo de doenças metabólicas caracterizadas por
hiperglicemia e associadas a complicações, disfunções e
insuficiência de vários órgãos (olhos, rins, nervos,
cérebro, coração e vasos sangüíneos).
TIPOS
 DIABETES TIPO 1:
 Indica destruição da célula beta que eventualmente leva ao
estágio de deficiência absoluta de insulina, quando a
administração de insulina é necessária para prevenir
cetoacidose, coma e morte;
 Ocorre de forma rapidamente progressiva, principalmente,
em crianças e adolescentes (pico de incidência entre 10 e 14
anos), ou de forma lentamente progressiva, geralmente em
adultos.
TIPOS
 DIABETES TIPO 2:
 Designa uma deficiência relativa de insulina;
 A administração de insulina nesses casos, quando efetuada,
não visa evitar cetoacidose, coma ou morte, mas sim
alcançar controle do quadro hiperglicêmico.
TIPOS
 DIABETES GESTACIONAL:
 É a hiperglicemia diagnosticada na gravidez, de intensidade
variada, geralmente se resolvendo no período pós-parto, mas
retornando anos depois em grande parte dos casos.
CAUSAS
 Defeitos de secreção e/ou ação da insulina envolvendo
processos patogênicos específicos, por exemplo:
 Destruição das células beta do pâncreas;
 Resistência à ação da insulina;
 Distúrbios da secreção da insulina;
 entre outros.
FATORES DE RISCO
 Idade acima de 45 anos;
 Obesidade (>120% peso ideal ou índice de massa corporal
acima de 25kg/m²);
 História familiar de diabetes em parentes de 1° grau;
 Diabetes gestacional ou macrossomia prévia;
 Hipertensão arterial sistêmica;
 HDL-colesterol abaixo de 35mg/dl e/ou triglicerídeos acima de
250mg/dl;
 Alterações prévias da regulação da glicose;
 Indivíduos membros de populações de risco (afro-americanos,
hispano-americanos e outras).
EPIDEMIOLOGIA
 O diabetes é comum e de incidência crescente;
 Estima-se que, em 1995, atingia 4,0% da população adulta
mundial e que, em 2025, alcançará a cifra de 5,4%;
 A maior parte desse aumento se dará em países em
desenvolvimento, acentuando-se, nesses países, o padrão
atual de concentração de casos na faixa etária de 45-64
anos.
EPIDEMIOLOGIA
 O diabetes apresenta alta morbi-mortalidade, com perda
importante na qualidade de vida;
 É uma das principais causas de mortalidade, insuficiência
renal, amputação de membros inferiores, cegueira e
doença cardiovascular.
Ministério da Saúde, 2006
SINAIS E SINTOMAS
 Os sintomas clássicos de diabetes são:
 Poliúria;
 Polidipsia;
 Polifagia
 Perda involuntária de peso;
 Fadiga;
 Fraqueza;
 Letargia;
 Prurido cutâneo e vulvar;
 Balanopostite;
 e infecções de repetição.
SINAIS E SINTOMAS
 ATENÇÃO!
 O diabetes é assintomático em proporção significativa dos
casos, a suspeita clínica ocorre então a partir de fatores de
risco para o diabetes.
COMPLICAÇÕES
 Descompensação hiperglicêcima aguda;
 Cetoacidose (hálito e odor urêmico);
 Hipoglicemia;
 Doenças cardiovasculares;
 Retinopatia;
 Nefropatia;
 Neuropatia;
 Pé diabético;
DIAGNÓSTICO
 EXAMES:
 Glicemia de jejum: nível de glicose sangüínea após um
jejum de 8 a 12 horas;
 Teste oral de tolerância à glicose (TTG-75g): o paciente
recebe uma carga de 75 g de glicose, em jejum, e a glicemia
é medida antes e 120 minutos após a ingestão;
 Glicemia casual: tomada sem padronização do tempo desde
a última refeição.
EXAMES
 Glicemia de Jejum: inferior a 110 mg/dL;
 Pré-diabético: 110 mg/dL e 125 mg/dL;
 Diaético: igual ou superior a 126 mg/dL;
 Hipoglicemia: igual ou inferior a 70 mg/dL.
DIABETES TEM CURA?
TRATAMENTO E PREVENÇÃO
 Mudanças de estilo de vida;
 Redução de peso (5-10% do peso);
 Manutenção do peso perdido;
 Aumento da ingestão de fibras;
 Restrição energética moderada;
 Restrição de gorduras;
 Aumento de atividade física regular;
 Intervenções farmacológicas (Metformina e
Insulinoterapia).
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à
Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diabetes
Mellitus / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília :
Ministério da Saúde, 2006. 64 p. il.

Diabetes mellitus

  • 1.
    AUTARQUIA EDUCACIONAL DOBELO JARDIM FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO BELO JARDIM CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM “SEMANA DE ENFERMAGEM NA UP FITNESS”
  • 2.
    CONCEITO  Segundo oMinistério da Saúde (2006), o diabetes é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia e associadas a complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos (olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sangüíneos).
  • 3.
    TIPOS  DIABETES TIPO1:  Indica destruição da célula beta que eventualmente leva ao estágio de deficiência absoluta de insulina, quando a administração de insulina é necessária para prevenir cetoacidose, coma e morte;  Ocorre de forma rapidamente progressiva, principalmente, em crianças e adolescentes (pico de incidência entre 10 e 14 anos), ou de forma lentamente progressiva, geralmente em adultos.
  • 4.
    TIPOS  DIABETES TIPO2:  Designa uma deficiência relativa de insulina;  A administração de insulina nesses casos, quando efetuada, não visa evitar cetoacidose, coma ou morte, mas sim alcançar controle do quadro hiperglicêmico.
  • 5.
    TIPOS  DIABETES GESTACIONAL: É a hiperglicemia diagnosticada na gravidez, de intensidade variada, geralmente se resolvendo no período pós-parto, mas retornando anos depois em grande parte dos casos.
  • 6.
    CAUSAS  Defeitos desecreção e/ou ação da insulina envolvendo processos patogênicos específicos, por exemplo:  Destruição das células beta do pâncreas;  Resistência à ação da insulina;  Distúrbios da secreção da insulina;  entre outros.
  • 7.
    FATORES DE RISCO Idade acima de 45 anos;  Obesidade (>120% peso ideal ou índice de massa corporal acima de 25kg/m²);  História familiar de diabetes em parentes de 1° grau;  Diabetes gestacional ou macrossomia prévia;  Hipertensão arterial sistêmica;  HDL-colesterol abaixo de 35mg/dl e/ou triglicerídeos acima de 250mg/dl;  Alterações prévias da regulação da glicose;  Indivíduos membros de populações de risco (afro-americanos, hispano-americanos e outras).
  • 8.
    EPIDEMIOLOGIA  O diabetesé comum e de incidência crescente;  Estima-se que, em 1995, atingia 4,0% da população adulta mundial e que, em 2025, alcançará a cifra de 5,4%;  A maior parte desse aumento se dará em países em desenvolvimento, acentuando-se, nesses países, o padrão atual de concentração de casos na faixa etária de 45-64 anos.
  • 9.
    EPIDEMIOLOGIA  O diabetesapresenta alta morbi-mortalidade, com perda importante na qualidade de vida;  É uma das principais causas de mortalidade, insuficiência renal, amputação de membros inferiores, cegueira e doença cardiovascular. Ministério da Saúde, 2006
  • 10.
    SINAIS E SINTOMAS Os sintomas clássicos de diabetes são:  Poliúria;  Polidipsia;  Polifagia  Perda involuntária de peso;  Fadiga;  Fraqueza;  Letargia;  Prurido cutâneo e vulvar;  Balanopostite;  e infecções de repetição.
  • 11.
    SINAIS E SINTOMAS ATENÇÃO!  O diabetes é assintomático em proporção significativa dos casos, a suspeita clínica ocorre então a partir de fatores de risco para o diabetes.
  • 12.
    COMPLICAÇÕES  Descompensação hiperglicêcimaaguda;  Cetoacidose (hálito e odor urêmico);  Hipoglicemia;  Doenças cardiovasculares;  Retinopatia;  Nefropatia;  Neuropatia;  Pé diabético;
  • 13.
    DIAGNÓSTICO  EXAMES:  Glicemiade jejum: nível de glicose sangüínea após um jejum de 8 a 12 horas;  Teste oral de tolerância à glicose (TTG-75g): o paciente recebe uma carga de 75 g de glicose, em jejum, e a glicemia é medida antes e 120 minutos após a ingestão;  Glicemia casual: tomada sem padronização do tempo desde a última refeição.
  • 14.
    EXAMES  Glicemia deJejum: inferior a 110 mg/dL;  Pré-diabético: 110 mg/dL e 125 mg/dL;  Diaético: igual ou superior a 126 mg/dL;  Hipoglicemia: igual ou inferior a 70 mg/dL.
  • 15.
  • 16.
    TRATAMENTO E PREVENÇÃO Mudanças de estilo de vida;  Redução de peso (5-10% do peso);  Manutenção do peso perdido;  Aumento da ingestão de fibras;  Restrição energética moderada;  Restrição de gorduras;  Aumento de atividade física regular;  Intervenções farmacológicas (Metformina e Insulinoterapia).
  • 17.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  Brasil. Ministérioda Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 64 p. il.