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Diabetes
Tipo 1, Tipo 2 e Diabetes Gestacional
Diabetes


Conceito: De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia
e Metabologia, o diabetes, ou Diabetes Mellitus, é uma doença
crônica, autoimune, caracterizada pela deficiência da produção de
insulina pelo organismo. A insulina é um hormônio produzido pelo
pâncreas cuja função é quebrar as moléculas de glicose para
transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as
células.
Quando a insulina, produzida pelas células beta pancreáticas,
torna-se insuficiente, a glicose é impedida de ser absorvida pelas
células, aumentando, com isso, seu nível na corrente sanguínea.

A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima
do açúcar como na sua transformação em outras substâncias
(proteínas, músculos e gordura)
Diabetes

Fonte: http://mmspf.msdonline.com.br/brazil/diabetesemequilibrio/what_happens_in_type_2_diabetes.html
Diabetes
Considerada como um problema metabólico grave, a principal
característica da Diabetes mellitus é a hiperglicemia crônica de
causas variadas que torna o organismo incapaz de produzir a insulina
ou de utilizá-la de maneira correta. Sem o devido controle da
doença a longo prazo, esta pode causar danos aos órgãos do
paciente. (SCHNEIDER et. al., 2009)
É essencial conscientizar o diabético da sua participação no
controle glicêmico, com determinação de glicemia capilar, como
proceder em situações de hiper ou hipoglicemia, nas infecções e na
gravidez. Isto melhora o controle da doença e diminui a frequência de
internações hospitalares. (Araújo et al., 2000)
Diabetes

Figura 1: Diabetes. Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/05/pre-diabetes-afeta-12-da-populacao-brasileira-e-podeser-reversivel.html
Diabetes – fatores de risco



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

* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
* Hereditariedade;
* Falta de atividade física regular;
* Hipertensão;
* Níveis altos de colesterol e triglicérides;
* Medicamentos, como os à base de cortisona;
* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
* Estresse emocional.
Diabetes - Sintomatologia


Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das
complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo.
Os
sintomas
do
aumento
da
glicemia
são:
sede excessiva; aumento do volume da urina; aumento do
número de micções; surgimento do hábito de urinar à noite;
fadiga, fraqueza, tonturas; visão borrada; aumento de apetite;
perda de peso.



Estes sintomas tendem a se agravar progressivamente e podem levar a
complicações severas que são a cetoacidose diabética (no DM tipo I) e
o coma hiperosmolar (no DM tipo II). Os sintomas das complicações
envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais,
urinárias, neurológicas, dermatológicas e ortopédicas, entre outras.

Fonte:Diabetes- ABC da Saúde
Diabetes - Sintomas

Fonte:http://dicalinks.com/sintomas-da-diabete/
Diabetes - diagnóstico
Os critérios e métodos diagnósticos do DM recomendados são: dosagem da glicemia de jejum (8 a 14h de jejum)
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) e hemoglobina glicada, segundo a ADA
Glicemia de Jejum: apenas uma amostra em jejum
Glicemia de Jejum Inapropriada*: ≥ 100 e < 126 mg/dL
Glicemia jejum

99 mg/dL

Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL confirmada em 2 amostras
Diabetes Mellitus: ≥ 200 mg/dL (amostra ao acaso + sintomas)

TOTG 75g 2h - Teste oral de Tolerância à Glicose: coleta de duas amostras de sangue, basal (em jejum) e 2 horas após a administração de
75g de glicose (anidra ou o equivalente em dextrose) via oral com ingestão em no máximo 5 minutos, tempo contado a partir do 1º gole
(crianças: 1,75g/kg de peso, até 75g).

Glicemia jejum
Basal

70 a 99 mg/dL

Glicemia 2h

< 140 mg/dL

≥ 6,5 %

A1C
[1]

Intolerância a Sobrecarga de Glicose*: ≥ 140 e < 200 mg/dL
Diabetes Mellitus: ≥ 200 mg/dL
Diabetes Mellitus

A OMS considera glicemia de jejum normal < 110 mg/dL.

[2]

A Hemoglobina glicada foi adotada como critério diagnóstico do DM por publicação oficial da ADA e OMS. O teste deverá ser
por método certificado pelo NGSP.

Fonte: HEMOS Laboratório Médico
Diabetes - diagnóstico

Fig.2: Diagnóstico Fonte: G1.com.br
Diabetes- teste


Teste para detecção do nível de glicose no sangue
1-Colocar uma gota de sangue em um medidor especial - GLICOCÍMETRO;
2- Teste da urina, usando uma fita especial que, em contato com a urina,
acusa a presença de glicose ou cetonas. A presença de cetonas na urina
pode significar que o nível de glicose no sangue está descontrolado;
3- Exame de sangue chamado HbA1C, que mostra o nível médio de controle
da glicose sangüínea (glicemia) nos últimos 2 ou 3 meses. É um exame
importante para o controle durante o tratamento do diabetes.
De qualquer forma, a indicação sobre o teste mais apropriado deve ser
feita pelo médico.

Glicocímetro. Fonte:Instituto Evandro Brasil
Diabetes – Insulina

Transformamos grande parte dos alimentos que ingerimos em GLICOSE. Essa glicose é
transportada no sangue até as células, onde será usada como fonte de energia. Para
facilitar esse transporte, nosso corpo produz uma substância chamada INSULINA.
Quando se tem diabetes, o corpo não produz insulina ou não produz o suficiente, ou ainda
a insulina produzida não funciona adequadamente. Daí o aumento da quantidade de
glicose no sangue.
Fonte:: Instituto Evandro Brasil
Diabetes - Tipos


Tipo I: O Diabetes mellitus tipo 1 ou Diabetes
mellitus insulino-dependente é diagnosticado
em pacientes cujo pâncreas produz insulina em
pouca quantidade ou não produz essa
substância devido a destruição das células β
pancreáticas.
Diabetes - tipo I
 Frequente em indivíduos com idade entre 10 e 14 anos
de idade, com uma progressiva diminuição na incidência
até os 35 anos, tornando-se pouco frequente em
pessoas mais velhas. Dependência absoluta de insulina
para controle da glicose no sangue do indivíduo
Diabetes – Tipo 2


Tipo 2 : O Diabetes mellitus tipo 2 ou não insulino-dependente é
diagnosticado em indivíduos que produzem insulina de forma
insuficiente ou até normalmente, mas há resistência à resposta
funcional do hormônio no sangue. Normalmente, esse tipo é o mais
frequente, acometendo cerca de 90% dos pacientes diabéticos, e
está associado a outros fatores, sendo os principais a obesidade,
faixa etária avançada, histórico familiar e sedentarismo.
(SCHNEIDER et. al., 2009)
Diabetes – tipo 2


Não há uma idade de início para o Diabetes tipo 2, embora seja
comum se desenvolver após os 40 anos de idade, com destaque de
incidência por volta dos 60 anos de idade. (GROSS et. al., 2002)



A possível hereditariedade genética do Diabetes é mais comum no
Diabetes tipo 2. No entanto, estudos atuais demonstram uma
prevalência duas vezes maior de diabetes do tipo 1 em famílias com
tipo 2, sugerindo uma interação genética entre os dois tipos de
Diabetes mellitus. (GROSS et. al., 2002)
Tratamento


O tratamento de paciente diabético
envolve, no mínimo, três aspectos
importantes: o plano alimentar, que
tem como objetivo o controle metabólico
adequado a partir de uma nutrição que
forneça
calorias
suficientes
para
manutenção de um peso saudável e
prevenção das complicações agudas e
crônicas do quadro clínico; o plano
físico,
que
também
objetiva,
principalmente, a manutenção do peso
corporal;
e
o
plano
dos
medicamentos,
que
aborda,
geralmente, a administração de insulina.
(ABC da Saúde)

Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/
05/pre-diabetes-afeta-12-da-populacaobrasileira-e-pode-ser-reversivel.html
Diabetes Gestacional
Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como qualquer
nível de intolerância a carboidratos, resultando em
hiperglicemia de gravidade variável, com início ou diagnóstico
durante a gestação. Sua fisiopatologia é explicada pela elevação de
hormônios contra-reguladores da insulina, pelo estresse fisiológico
imposto pela gravidez e a fatores predeterminantes (genéticos
ou ambientais). O principal hormônio relacionado com a resistência
à insulina durante a gravidez é o hormônio lactogênico
placentário, contudo, sabe-se hoje que outros hormônios
hiperglicemiantes como cortisol, estrógeno, progesterona e
prolactina também estão envolvidos.
Diabetes Gestacional
Diabetes Gestacional
fatores de risco



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
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

As mulheres que possuem maior risco de desenvolver a diabetes
gestacional são aquelas que apresentam as seguintes condições:
Engravidaram acima do peso ideal;
Engravidaram após os 25 anos de idade;
Sejam sedentárias;
Possuem familiares próximos com diabetes;
São diagnosticadas com hipertensão arterial;
Tenham apresentado excesso de açúcar no sangue em algum
momento antes de engravidar;
Apresentam líquido amniótico em excesso;
Tiver dado a luz a um bebê sem vida

Fonte:http://www.tuasaude.com/diagnostico-da-diabetes-gestacional/
Diabetes Gestacionaldiagnóstico




O diagnóstico da DG é dado a mulher que apresenta excesso de
açúcar no sangue durante a gravidez. Este exame deve ser feito
durante o pré natal, entre as 24 e 28 semanas de gestação por
todas as grávidas.
Para saber se a mulher sofre com diabetes gestacional, o médico
deverá pedir um exame de glicemia em jejum e um exame da
curva glicêmica, que consiste em retirar pequenas amostras de
sangue após um jejum de 8 horas e outra amostra após a ingestão
de uma bebida açucarada
Tratamento - Diabetes Gestacional
ATIVIDADE FÍSICA
Atividade física leve a moderada, em pacientes sem contra-indicações
clínicas ou obstétricas, contribue para a redução e o controle da glicemia.
 INSULINOTERAPIA
Insulinização é indicada quando:
• Jejum > 90 mg/dl e qualquer pós-prandial
> 130 mg/dl na vigência de dieta exclusiva, com dose inicial calculada pela
seguinte fórmula




ATENÇÃO PRÉ-NATAL
São pontos de destaque na assistência prénatal das portadoras de DMG, a
freqüência das consultas, o controle metabólico materno e a avaliação do
bem-estar fetal
Tratamento e Prevenção Diabetes
Gestacional


Pacientes que desenvolvem DMG têm alto risco de recorrência em
gestações futuras. Estas pacientes apresentam também risco de 20%
a 40% de desenvolverem DM tipo 2, num período de 10 a 20 anos.



Orientações gerais sobre melhoria dos hábitos de vida com estímulo à
alimentação mais saudável, perda de peso e realização de atividade
física regular devem ser adotadas como medidas preventivas.
Diabetes - Complicações


As principais complicações
da Diabetes mellitus são
infarto agudo do miocárdio,
acidente vascular encefálico,
insuficiência renal crônica,
amputações de pés e pernas,
cegueira definitiva, abortos e
mortes perinatais (BARBOSA
et. al., 2001 e SCHNEIDER
et. al., 2009).

Fonte:http://www.espacodiabetes.com.br/complicaco
es-cronicas/
Prevenção


Para prevenir o desenvolvimento
da doença ou ao menos levar a um
retardo no aparecimento e na
severidade de suas complicações,
pacientes com histórico familiar de
diabetes, devem ser orientados a
manter peso normal, praticar
atividade físicas regularmente, não
fumar, evitar bebidas alcoólicas,
controlar a pressão arterial e evitar
medicamentos que potencialmente
possam agredir o pâncreas, como
cortisona e diuréticos tiazídicos.
(ABC da Saúde)

Fonte: Hospital Memorial Guararapes
Referências














ARAÚJO, L.M.B.; BRITTO, M.M.S. & CRUZ,T.R.P. Tratamento do Diabetes Mellitus do Tipo2:
Novas Opções. Arq. Bras. Endocrinol. Metab. v. 44, n. 66, p. 509-518. dez. 2000.
BARBOSA, R. B.; BARCELÓ, A. & MACHADO, C. A. Campanha nacional de detecção de casos
suspeitos de diabetes mellitus no Brasil: relatório preliminar. Revista Panamericana de Salud
Pública. v. 10, n. 5, p. 325-327, set. 2001
Diabetes mellitus. Disponível em: <http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?127>. Acessado em: 07
de Dez.2013
GROSS, J. L. et. al. Diabetes Melito: Diagnóstico, Classificação e Avaliação do Controle Glicêmico.
Arq. Bras. Endocrinol. Metab. v. 46, n. 1, p. 16-26. fev. 2002.
HEMOS Laboratório Médico
Projeto Diretrizes. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Disponível
em:<http://www.projetodiretrizes.org.br/5_volume/14-Diabet.pdf> Acessado em 07.Dez.2013
SCHNEIDER, C. et. al. Taxa de Mortalidade e Morbidade por Diabetes Mellitus. RBAC, v. 41, n. 4,
p. 287-288. set. 2009.
Sociedade
Brasileira
de
Endocrinologia
e
Metabologia
2013.
Disponível
em:
http://www.endocrino.org.br/diabetes/ Acessado em: 06 Dez.2013
Instituto
Evandro
Brasil.
Disponível
em:
<http://institutoevandrobrasil.blogspot.com.br/2010/07/conheca-o-diabete.html> Acessado em: 06
Dez.2013
Minha
vida.
Saúde,
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Disponível
em:http://www.minhavida.com.br/saude/temas/diabetes-gestacional Acessado em 06 de Dez.2013

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Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional

  • 1. Diabetes Tipo 1, Tipo 2 e Diabetes Gestacional
  • 2. Diabetes  Conceito: De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o diabetes, ou Diabetes Mellitus, é uma doença crônica, autoimune, caracterizada pela deficiência da produção de insulina pelo organismo. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. Quando a insulina, produzida pelas células beta pancreáticas, torna-se insuficiente, a glicose é impedida de ser absorvida pelas células, aumentando, com isso, seu nível na corrente sanguínea. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura)
  • 4. Diabetes Considerada como um problema metabólico grave, a principal característica da Diabetes mellitus é a hiperglicemia crônica de causas variadas que torna o organismo incapaz de produzir a insulina ou de utilizá-la de maneira correta. Sem o devido controle da doença a longo prazo, esta pode causar danos aos órgãos do paciente. (SCHNEIDER et. al., 2009) É essencial conscientizar o diabético da sua participação no controle glicêmico, com determinação de glicemia capilar, como proceder em situações de hiper ou hipoglicemia, nas infecções e na gravidez. Isto melhora o controle da doença e diminui a frequência de internações hospitalares. (Araújo et al., 2000)
  • 5. Diabetes Figura 1: Diabetes. Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/05/pre-diabetes-afeta-12-da-populacao-brasileira-e-podeser-reversivel.html
  • 6. Diabetes – fatores de risco         * Obesidade (inclusive a obesidade infantil); * Hereditariedade; * Falta de atividade física regular; * Hipertensão; * Níveis altos de colesterol e triglicérides; * Medicamentos, como os à base de cortisona; * Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II); * Estresse emocional.
  • 7. Diabetes - Sintomatologia  Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo. Os sintomas do aumento da glicemia são: sede excessiva; aumento do volume da urina; aumento do número de micções; surgimento do hábito de urinar à noite; fadiga, fraqueza, tonturas; visão borrada; aumento de apetite; perda de peso.  Estes sintomas tendem a se agravar progressivamente e podem levar a complicações severas que são a cetoacidose diabética (no DM tipo I) e o coma hiperosmolar (no DM tipo II). Os sintomas das complicações envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais, urinárias, neurológicas, dermatológicas e ortopédicas, entre outras. Fonte:Diabetes- ABC da Saúde
  • 9. Diabetes - diagnóstico Os critérios e métodos diagnósticos do DM recomendados são: dosagem da glicemia de jejum (8 a 14h de jejum) Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) e hemoglobina glicada, segundo a ADA Glicemia de Jejum: apenas uma amostra em jejum Glicemia de Jejum Inapropriada*: ≥ 100 e < 126 mg/dL Glicemia jejum 99 mg/dL Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL confirmada em 2 amostras Diabetes Mellitus: ≥ 200 mg/dL (amostra ao acaso + sintomas) TOTG 75g 2h - Teste oral de Tolerância à Glicose: coleta de duas amostras de sangue, basal (em jejum) e 2 horas após a administração de 75g de glicose (anidra ou o equivalente em dextrose) via oral com ingestão em no máximo 5 minutos, tempo contado a partir do 1º gole (crianças: 1,75g/kg de peso, até 75g). Glicemia jejum Basal 70 a 99 mg/dL Glicemia 2h < 140 mg/dL ≥ 6,5 % A1C [1] Intolerância a Sobrecarga de Glicose*: ≥ 140 e < 200 mg/dL Diabetes Mellitus: ≥ 200 mg/dL Diabetes Mellitus A OMS considera glicemia de jejum normal < 110 mg/dL. [2] A Hemoglobina glicada foi adotada como critério diagnóstico do DM por publicação oficial da ADA e OMS. O teste deverá ser por método certificado pelo NGSP. Fonte: HEMOS Laboratório Médico
  • 10. Diabetes - diagnóstico Fig.2: Diagnóstico Fonte: G1.com.br
  • 11. Diabetes- teste  Teste para detecção do nível de glicose no sangue 1-Colocar uma gota de sangue em um medidor especial - GLICOCÍMETRO; 2- Teste da urina, usando uma fita especial que, em contato com a urina, acusa a presença de glicose ou cetonas. A presença de cetonas na urina pode significar que o nível de glicose no sangue está descontrolado; 3- Exame de sangue chamado HbA1C, que mostra o nível médio de controle da glicose sangüínea (glicemia) nos últimos 2 ou 3 meses. É um exame importante para o controle durante o tratamento do diabetes. De qualquer forma, a indicação sobre o teste mais apropriado deve ser feita pelo médico. Glicocímetro. Fonte:Instituto Evandro Brasil
  • 12. Diabetes – Insulina Transformamos grande parte dos alimentos que ingerimos em GLICOSE. Essa glicose é transportada no sangue até as células, onde será usada como fonte de energia. Para facilitar esse transporte, nosso corpo produz uma substância chamada INSULINA. Quando se tem diabetes, o corpo não produz insulina ou não produz o suficiente, ou ainda a insulina produzida não funciona adequadamente. Daí o aumento da quantidade de glicose no sangue. Fonte:: Instituto Evandro Brasil
  • 13. Diabetes - Tipos  Tipo I: O Diabetes mellitus tipo 1 ou Diabetes mellitus insulino-dependente é diagnosticado em pacientes cujo pâncreas produz insulina em pouca quantidade ou não produz essa substância devido a destruição das células β pancreáticas.
  • 14. Diabetes - tipo I  Frequente em indivíduos com idade entre 10 e 14 anos de idade, com uma progressiva diminuição na incidência até os 35 anos, tornando-se pouco frequente em pessoas mais velhas. Dependência absoluta de insulina para controle da glicose no sangue do indivíduo
  • 15. Diabetes – Tipo 2  Tipo 2 : O Diabetes mellitus tipo 2 ou não insulino-dependente é diagnosticado em indivíduos que produzem insulina de forma insuficiente ou até normalmente, mas há resistência à resposta funcional do hormônio no sangue. Normalmente, esse tipo é o mais frequente, acometendo cerca de 90% dos pacientes diabéticos, e está associado a outros fatores, sendo os principais a obesidade, faixa etária avançada, histórico familiar e sedentarismo. (SCHNEIDER et. al., 2009)
  • 16. Diabetes – tipo 2  Não há uma idade de início para o Diabetes tipo 2, embora seja comum se desenvolver após os 40 anos de idade, com destaque de incidência por volta dos 60 anos de idade. (GROSS et. al., 2002)  A possível hereditariedade genética do Diabetes é mais comum no Diabetes tipo 2. No entanto, estudos atuais demonstram uma prevalência duas vezes maior de diabetes do tipo 1 em famílias com tipo 2, sugerindo uma interação genética entre os dois tipos de Diabetes mellitus. (GROSS et. al., 2002)
  • 17. Tratamento  O tratamento de paciente diabético envolve, no mínimo, três aspectos importantes: o plano alimentar, que tem como objetivo o controle metabólico adequado a partir de uma nutrição que forneça calorias suficientes para manutenção de um peso saudável e prevenção das complicações agudas e crônicas do quadro clínico; o plano físico, que também objetiva, principalmente, a manutenção do peso corporal; e o plano dos medicamentos, que aborda, geralmente, a administração de insulina. (ABC da Saúde) Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/ 05/pre-diabetes-afeta-12-da-populacaobrasileira-e-pode-ser-reversivel.html
  • 18. Diabetes Gestacional Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como qualquer nível de intolerância a carboidratos, resultando em hiperglicemia de gravidade variável, com início ou diagnóstico durante a gestação. Sua fisiopatologia é explicada pela elevação de hormônios contra-reguladores da insulina, pelo estresse fisiológico imposto pela gravidez e a fatores predeterminantes (genéticos ou ambientais). O principal hormônio relacionado com a resistência à insulina durante a gravidez é o hormônio lactogênico placentário, contudo, sabe-se hoje que outros hormônios hiperglicemiantes como cortisol, estrógeno, progesterona e prolactina também estão envolvidos.
  • 20. Diabetes Gestacional fatores de risco          As mulheres que possuem maior risco de desenvolver a diabetes gestacional são aquelas que apresentam as seguintes condições: Engravidaram acima do peso ideal; Engravidaram após os 25 anos de idade; Sejam sedentárias; Possuem familiares próximos com diabetes; São diagnosticadas com hipertensão arterial; Tenham apresentado excesso de açúcar no sangue em algum momento antes de engravidar; Apresentam líquido amniótico em excesso; Tiver dado a luz a um bebê sem vida Fonte:http://www.tuasaude.com/diagnostico-da-diabetes-gestacional/
  • 21. Diabetes Gestacionaldiagnóstico   O diagnóstico da DG é dado a mulher que apresenta excesso de açúcar no sangue durante a gravidez. Este exame deve ser feito durante o pré natal, entre as 24 e 28 semanas de gestação por todas as grávidas. Para saber se a mulher sofre com diabetes gestacional, o médico deverá pedir um exame de glicemia em jejum e um exame da curva glicêmica, que consiste em retirar pequenas amostras de sangue após um jejum de 8 horas e outra amostra após a ingestão de uma bebida açucarada
  • 22. Tratamento - Diabetes Gestacional ATIVIDADE FÍSICA Atividade física leve a moderada, em pacientes sem contra-indicações clínicas ou obstétricas, contribue para a redução e o controle da glicemia.  INSULINOTERAPIA Insulinização é indicada quando: • Jejum > 90 mg/dl e qualquer pós-prandial > 130 mg/dl na vigência de dieta exclusiva, com dose inicial calculada pela seguinte fórmula   ATENÇÃO PRÉ-NATAL São pontos de destaque na assistência prénatal das portadoras de DMG, a freqüência das consultas, o controle metabólico materno e a avaliação do bem-estar fetal
  • 23. Tratamento e Prevenção Diabetes Gestacional  Pacientes que desenvolvem DMG têm alto risco de recorrência em gestações futuras. Estas pacientes apresentam também risco de 20% a 40% de desenvolverem DM tipo 2, num período de 10 a 20 anos.  Orientações gerais sobre melhoria dos hábitos de vida com estímulo à alimentação mais saudável, perda de peso e realização de atividade física regular devem ser adotadas como medidas preventivas.
  • 24. Diabetes - Complicações  As principais complicações da Diabetes mellitus são infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, insuficiência renal crônica, amputações de pés e pernas, cegueira definitiva, abortos e mortes perinatais (BARBOSA et. al., 2001 e SCHNEIDER et. al., 2009). Fonte:http://www.espacodiabetes.com.br/complicaco es-cronicas/
  • 25. Prevenção  Para prevenir o desenvolvimento da doença ou ao menos levar a um retardo no aparecimento e na severidade de suas complicações, pacientes com histórico familiar de diabetes, devem ser orientados a manter peso normal, praticar atividade físicas regularmente, não fumar, evitar bebidas alcoólicas, controlar a pressão arterial e evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas, como cortisona e diuréticos tiazídicos. (ABC da Saúde) Fonte: Hospital Memorial Guararapes
  • 26. Referências           ARAÚJO, L.M.B.; BRITTO, M.M.S. & CRUZ,T.R.P. Tratamento do Diabetes Mellitus do Tipo2: Novas Opções. Arq. Bras. Endocrinol. Metab. v. 44, n. 66, p. 509-518. dez. 2000. BARBOSA, R. B.; BARCELÓ, A. & MACHADO, C. A. Campanha nacional de detecção de casos suspeitos de diabetes mellitus no Brasil: relatório preliminar. Revista Panamericana de Salud Pública. v. 10, n. 5, p. 325-327, set. 2001 Diabetes mellitus. Disponível em: <http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?127>. Acessado em: 07 de Dez.2013 GROSS, J. L. et. al. Diabetes Melito: Diagnóstico, Classificação e Avaliação do Controle Glicêmico. Arq. Bras. Endocrinol. Metab. v. 46, n. 1, p. 16-26. fev. 2002. HEMOS Laboratório Médico Projeto Diretrizes. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Disponível em:<http://www.projetodiretrizes.org.br/5_volume/14-Diabet.pdf> Acessado em 07.Dez.2013 SCHNEIDER, C. et. al. Taxa de Mortalidade e Morbidade por Diabetes Mellitus. RBAC, v. 41, n. 4, p. 287-288. set. 2009. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia 2013. Disponível em: http://www.endocrino.org.br/diabetes/ Acessado em: 06 Dez.2013 Instituto Evandro Brasil. Disponível em: <http://institutoevandrobrasil.blogspot.com.br/2010/07/conheca-o-diabete.html> Acessado em: 06 Dez.2013 Minha vida. Saúde, alimentação, bem estar. Disponível em:http://www.minhavida.com.br/saude/temas/diabetes-gestacional Acessado em 06 de Dez.2013