Comunicação em Cuidados Intensivos

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Seminário na ESEnf Santa Maria (Porto, janeiro de 2015)

Publicada em: Saúde e medicina
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  • (…) The aim of this study was to describe the intensive care unit experiences of people undergoing mechanical ventilation.
    Method: Qualitative, personal interviews were conducted during 2011 with eight people who were mechanically ventilated in an intensive care unit in the northern part of Sweden. Interview transcripts were analysed using qualitative content analysis.
  • Usualmente escrito pelo Enf.: participação da família deve ser encorajada.
  • Comunicação em Cuidados Intensivos

    1. 1. ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE SANTA MARIAJANEIRO DE 2015 COMUNICAÇÃO EM CUIDADOS INTENSIVOS
    2. 2. Abílio Cardoso Teixeira Mestre Ciências Enfermagem | Pós-Graduado em Gestão e Administração em Saúde Coordenador do Grupo de Trabalho de Enfermagem da APNEP | Coordenador do Grupo de Trabalho PBE do SCI1 Mauro Morete Pós-Graduado em Cuidados Intensivos Membro do Grupo de Trabalho de PBE no SCI1
    3. 3. Comunicação (diapositivo 2/453)
    4. 4. Communication ability may be further impaired during critical illness by sedation, fatigue, delirium, or neurological disease – Happ et al., 2011
    5. 5. COMUNICAÇ ÃO COM O CLIENTE
    6. 6. Comunicação com o cliente fator chave em cuidados intensivos: no entanto, é o menos conseguido Melhoria pode melhorar a qualidade dos cuidados (Pereira, Germano, & Câmara, 2014; Davidson, 2009: Manojlovich, Antonakos & Ronis, 2009; Boyle, Miller, Forbes-Thompson, 2005)
    7. 7. Comunicação com o cliente Má comunicação: stresse e insatisfação nos profissionais e negligência nos clientes (Boyle, Miller, Forbes-Thompson, 2005)
    8. 8. Comunicação com o cliente Doente internado na UCI: dificuldade em comunicar verbalmente! (Engstrom, Nystrom, Sundelin, & Rattray, 2013)
    9. 9. Comunicação com o cliente Linguagem: sinais, mímica, escrita (Engstrom, Nystrom, Sundelin, & Rattray, 2013) “… piscar dos olhos, do aperto de mão, do aumento da frequência cardíaca, de o expressar labial e da escrita” (Santana et al., 2011, p. 1913)
    10. 10. Comunicação com o cliente
    11. 11. Comunicação com o cliente
    12. 12. Comunicação com o cliente Ou seja:
    13. 13. Comunicação com o cliente Dor: mais comum sintoma experienciado pelos doentes em UCI Agitação: pode precipitar acidentes (remoção do tubo endotraqueal ou catéteres) Delirium: aumenta mortalidade em adultos internados em UCI, aumenta o tempo de internamento na UCI e no hospital (Barr et al., 2013) Incidência de delirium: 45% to 87% (Cavallazzi, Saad, & Marik, 2012) Incidência de delirium: 20% - 50% (menor severidade) e 60% - 80% (doentes ventilados com score APACHE > 25) (ICUDelirium, 2014)
    14. 14. Complicado?
    15. 15. Comunicação com o cliente Fala prejudicada e dificuldades na comunicação: sentimento de vulnerabilidade e impotência (Engstron, Nystron, Sundelin & Rattray, 2012; Santana et al., 2011)
    16. 16. COMUNICAÇ ÃO NA EQUIPA
    17. 17. Comunicação na equipa Comunicação com o doente e família é mais eficaz numa abordagem interdisciplinar. (Krimshtein, Luhrs, Puntillo, Cortez, Livote, et al., 2011)
    18. 18. Comunicação na equipa É dever do Enfermeiro comunicar os objetivos de tratamento/ cuidado (Krimshtein, Luhrs, Puntillo, Cortez, Livote, et al., 2011; Manojlovich, Antonakos & Ronis, 2009)
    19. 19. Comunicação na equipa No ambiente de UCI (fechado, complexo, dinâmico): requer uma efetiva comunicação e colaboração interprofissional (Camelo & Chaves, 2013; Rose, 2011)
    20. 20. Comunicação na equipa Barreiras à colaboração interprofissional: problemas nas dinâmicas de poder, pobres padrões de comunicação, falta de compreensão dos papeis e responsabilidades (violações das fronteiras) e conflitos devidos a diferentes abordagens do plano de cuidados/ tratamento(s) (Rose., 2011)
    21. 21. Comunicação na equipa Relação entre comunicação e: Pneumonia associada à ventilação Presença de úlcera de pressão (Manojlovich et al., 2009)
    22. 22. Comunicação na equipa
    23. 23. Comunicação na equipa
    24. 24. Comunicação na equipa O grau de experiência condiz de diferentes percepções e atitudes sobre comunicação (Rose, 2011)
    25. 25. Comunicação na equipa
    26. 26. Complicado?
    27. 27. COMUNICAÇ ÃO COM A FAMÍLIA
    28. 28. Comunicação com a família Diários: ajudam o doente a lembrar e compreender a sua experiência Ferramenta terapêutica (Egerod, Christensen, Schwartz-Nielsen & Ågård, 2011; Egerod & Christensen, 2010 cit. Gangi, Naretto, Cravero & Livigni, 2013)
    29. 29. Comunicação com a família Equipa Doente Família Partilha de informação é importante e necessária (Riley, White, Graham, & Alexandrov, 2014)
    30. 30. Comunicação com a família Equipa Doente Família Sentimento de pânico: se estado de saúde não é reportado em tempo útil Conforto: quando recebem relatórios sobre o seu familiar (Riley, White, Graham, & Alexandrov, 2014)
    31. 31. Comunicação com a família Equipa Doente Família Ajuda a partilhar as experiências, sentimentos, estimula a presença e promove o envolvimento (Gangi, Naretto, Cravero & Livigni, 2013)
    32. 32. Comunicação com a família Equipa Doente Família Boa comunicação e colaboração entre família e equipa: melhoria da qualidade de cuidados
    33. 33. Comunicação com a família
    34. 34. Complicado?

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