A importância da nutrição na prevenção de feridas

1.372 visualizações

Publicada em

III Congresso Internacional de Feridas
Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
6 de fevereiro de 20

Publicada em: Saúde e medicina
  • Seja o primeiro a comentar

A importância da nutrição na prevenção de feridas

  1. 1. Abílio Cardoso Teixeira; SCI1: CHP – HSA: Vogal de Enf. APNEP Mestre CE ICBAS-UP Coordenador Grupo de trabalho de Enfermagem APNEP; Coordenador do Grupo de Trabalho de “Prática Baseada na Evidência” do SCI1 /abiliocardosoteixeira /abiliocardosoteixeira abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  2. 2. Enquadramento da problemática estado nutricional vs feridas
  3. 3. The importance of good nutrition in the healing of wounds and the promotion of health is widely accepted, but remains of low priority in health care and insufficient numbers of patients receive nutritional assessment. Collier ( 2009) Whereas good nutrition facilitates healing, malnutrition delays, inhibits and complicates the process. Nutritional support is fundamental to patient care and needs vary on an individual patient basis. Williams and Leaper (2000) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  4. 4. Third of hospital inpatients at risk of malnutrition (16 March, 2011 | By The Press Association) BAPEN (…) nearly 10,000 people. The results of the survey indicate that malnutrition is getting worse, despite routine screenings of patients when they are admitted to hospital. Overall BAPEN found that the risk of malnutrition has increased from previous surveys to more than one in three people, though this particular study was the first to be conducted over winter. In the last two surveys, 26% of people admitted to hospital from their own homes were at risk, while the latest results indicate that this is now more than 30%. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  5. 5. Desnutrição 40% - 83,4%! Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Cerca de 30%de todos os doentes, no hospital, estão sub-nutridos (Kondrup et al., 2003)
  6. 6. ✗ ✔ ✗ ✗ ✗
  7. 7. Compreensão dos fatores modificáveis vs não modificáveis
  8. 8. Qual o melhor produto para o tratamento Daquela ferida? Qual o mais indicado suporte nutricional para aquele doente? Deve-se iniciar suporte nutricional por via entérica? Administrar ou não administrar suplementos? Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  9. 9. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  10. 10. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  11. 11. Maioria das recomendações baseadas em pequenos estudos e opinião de peritos No entanto, abordaremos o que se sabe!
  12. 12. fatores de risco (Collier, 2006) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  13. 13. Artrite Doença hepática crónica Diabetes Consumo excessivo de alcool Auto-cuidado prejudicado Nutrição inadequada Doença inflamatória > 65 anos Fatores que atrasam a cicatrização: Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Polimedicação Alterações na circulação Alterações cognitivas Insuficiência renal Tabagismo Doença vascular Sistema imunológico deprimido Doente crítico Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  14. 14. Artrite Doença hepática crónica Diabetes Consumo excessivo de alcool Auto-cuidado prejudicado Nutrição inadequada Doença inflamatória > 65 anos Polimedicação Alterações na circulação Alterações cognitivas Insuficiência renal Tabagismo Doença vascular Sistema imunológico deprimido Doente crítico Fatores que atrasam a cicatrização: Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  15. 15. Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  16. 16. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com DESNUTRIÇÃO: Proteica – Calórica ↑ risco de desenvolver feridas crónicas ↑ risco de desenvolver úlceras de pressão ↓ a cicatrização da ferida Berlowitz et al., 1989; Breslow 1991; Allman et al., 1995; Thomas, 1997; Mathus-Vliegen, 2001
  17. 17. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com A desnutrição calórica proteica é a deficiência nutricional mais comum 40% - 50% DOS DOENTES HOSPITALIZADOS (Bistrian, Blackburn Vitale et al., 1976)
  18. 18. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  19. 19. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com A ingestão de uma dieta adequada que satisfaça os requisitos calorias e proteínas melhora taxa de cicatrização de feridas A ingestão de suplementos alimentares com um alto teor de proteína melhora a taxa de cicatrização de feridas Suplementos calóricos e proteicos, juntamente com o uso de arginina, vitaminas e oligoelementos com efeito antioxidante, parece ter um efeito positivo na cicatrização de ferida
  20. 20. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  21. 21. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  22. 22. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Ferida Hemóstase Fase Inflamatória Fase Proliferativa Fase Maturação Drogas, plantas, vitaminas, AA ou minerais que afetem os mecanismos da coagulação devem ser evitados antes das cirurgias Vit. A: deficiência – aumento do risco de infeção Vit. C: aumenta a migração de neutrófilos e transformação linfócitos Zinco: deficiência - suscetibilidade aumentada a organismos patogénicos Vit. C: necessária para a síntese de colagénio Glucosamina: aumenta a produçao de ácdo hialurónico Vit. A: promove a diferenciação epitelial Zinco: necessáio para a síntese de DNA, divisão celular e sintese proteica Aloe Vera: suporta a formação de tecido de granulação MacKay & Miller (2003) Cox & Rasmussen (2014) Deficiência proteica: inibe a remodelação Zinco: deficiência – diminuição da proliferação de fibroblastos, síntese colagéneo e epitelização
  23. 23. Energia (Hidratos de Carbono e Gorduras) Função Fontes de energia celular Glucose: combustível para os leucócitos, fibroblastos, macrófagos Promove o anabolismo, síntese de colagéneo e nitrogénio Adequada ingestão: evita o uso de proteína como fonte de energia Recomendações Cal.: 30-35 kcal/kg/dia, podendo variar com a idade, atividade e estado de saúde (EPUAP) Considerações Se o cliente tiver excesso de peso, não se deve ponderar a perda de peso até à ferida estar cicatrizada HC: não está clarificada se a sua deficiência atrasa a cicatrização, mas está comprovada que a sua ingestão promove a cicatrização Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  24. 24. Proteínas Função Componente estrutural, de crescimento e manutenção de células e enzimas Manutenção e reparação tecidual e desenvolvimento do colagéneo Exsudado contém proteínas (incluindo albumina) Recomendações Recomendada ingestão diária de 1,25-1,5g/kg/dia (com risco de UP) Considerações Atenção: função hepática e função renal Excesso: pode aumentar o risco de desidratação Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  25. 25. Água Função Hidratação: impacto no processo de cicatrização e turgor da pele Contribui para adequado fluxo sanguíneo e oxigenação dos tecidos Recomendações Recomendada administração de 30-35 mL/Kg/dia, com um mínimo de 1500 mL Providenciar fluidoterapia adicional a indivíduos desidratados, com febre/ hipertermia, com vómitos, sudação intensa, diarreia e feridas altamente exsudativas. Considerações Atenção: função renal/ hepática e função cardíaca Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  26. 26. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Deficiências são comuns nos estados de má-nutrição Suplementação pode ser necessária e benéfica (se deficiência suspeita ou confirmada)
  27. 27. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Vitamina A Função Papel na síntese proteica; estimulação do sistema imunitário e da formação de colagéneo; Promoção da epitelização Recomendações Recomendada suplementação (naqueles com deficiência vitamínica) de 700- 3000 UI por dia Considerações Toxicidade em altas doses; Gravidez; IRC; Transplantados; Artrite reumatóide sob corticoterapia Vitamina C Função Co-fator síntese colagéneo; estimulação da migração de leucócitos e macrófagos; angiogénese; poderá prevenir infeção Recomendações Recomendada suplementação (naqueles com deficiência vitamínica) de 60- 200 mg por dia Considerações IRC Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  28. 28. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Vitamina B Função Necessário para reconstrução dos tecidos; envolvido na produção de energia e no metabolismo da prot. e aminoácidos; formação e divisão celular Recomendações Não Considerações Toxicidade em altas doses; Gravidez; IRC; Transplantados; Artrite reumatóide sob corticoterapia Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  29. 29. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Zinco Função Síntese de colagéneo e proteínas; Multiplicação celular/ crescimento tecidular; Recomendações Suplementação indicado apenas em casos de deficiência Recomendada administração para feridas com dificuldades cicatrização de 15mg por dia Em feridas maiores, a suplementação poderá ser 25-50mg por dia (limitada a 14 dias) Considerações Transportado pela albumina Perdas podem ocorrer por drenagem elevada Desconforto GI Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing
  30. 30. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Arginina Função Estimula a secreção de insulina; promove o transporte de aminoácidos e suporte a formação de proteínas nas células Recomendações Suplementação com 9g de L-Arginina demonstra promoção da cicatrização Em média, é recomendada ingestão de 4g de L-Arginina por dia Considerações Arginina é, condicionadamente, essencial: em individuos saudáveis a arginina produzida é suficiente Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing Glutamina Função Fonte de energia dos fibroblastos e das células epiteliais, necessárias para a cicatrização Recomendações 0,57g/kg/dia Considerações Não demonstrado efeito positivo da glutamina na cicatrização
  31. 31. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing Proteinas – promoção da remodelação Vit. C – promove migração neutrófilos e transformação linfócitos Vit. C, Compl. B, Ferro– síntese de colagéneo Vit. A – promoção diferenciação celular Zinco – síntese DNA, divisão celular, síntese de prot. Vit. A – promove resposta inflamatória Adequado aporte proteico: previne o prolongar desta fase
  32. 32. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing Diabetes Mau controlo glicémico: atraso no processo cicatrização; aumento do risco de infeção Stresse metabólico: aumento da glicemia Gestão terapêutica + dieta, atividade, estilos de vida: necessário para controlo glicémico Obesidade IMC > 30Kg/m2: atraso no processo de cicatrização Hipoventilação: diminuição da oxigenação tecidular Pregas cutâneas: aumento do risco de infeção e risco alteração da integrida cutânea Lesões vértebro-medulares Ajuste peso para compensar atrofia muscular Ajuste calórico: Paraplegia: 25.9+/- 1.2kcal/kg; Tetraplegia: 24.3 +/- 1.1kcal/kg
  33. 33. Abordagem multifatorial e multidisciplinar
  34. 34. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Woodward et al. (2011). Expert Guide for Healthcare Professionals: Nutrition and Wound Healing Woodwardetal.(2011).ExpertGuideforHealthcareProfessionals:NutritionandWound Healing
  35. 35. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  36. 36. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Cuidados à pele + Adequada preparação do leito da ferida + Utilização do produto terapêutico mais adequado (-) Suporte nutricional inadequado!!!
  37. 37. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  38. 38. Aporte Nutricional Desejado Capacidade de Metabolizar os Nutrientes
  39. 39. Rastreio Nutricional MUST MNA NRS2002 Avaliação Nutricional Escalasdeavaliação Avaliaçãohábitosalimentares Avaliaçãodoshábitos Avaliaçãodosprocessos familiares Intervenção Nutricional Prescriçãodedieta Prescriçãodesuplementos PrescriçãodeNA Escolhadavia Ensinar,instruiretreinar
  40. 40. Idade; género Diagnóstico Condicionante para as necessidades nutricionais: Infeção Má absorção Doenças Crónicas – diabetes, obesidade Estadio da ferida Peso (evolução) Padrão alimentar Evidencia de má nutrição; IMC Medicação Bioquímica Albumina sérica, pre-albumina, Proteína C Reativa, Proteínas totais,Transerrina, Colesterol, Hemoglobina, Vitamina B12, Folato, Ferro Avaliação das necessidades nutricionais estimadas para promover a cicatrização Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  41. 41. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  42. 42. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  43. 43. Necessidade de estabelecer uma cultura nutricional no sistema de saúde, estimulando a apropriada disponibilidade e apresentação de refeições através duma continuidade dos cuidados nutricionais nos diferentes departamentos e serviços. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  44. 44. Rastreio nutricional (…) Monitorização do risco nutricional deve: ser baseada na evidência fácil de usar de simples compreensão Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  45. 45. Rastreio nutricional • risco nutricional de todos os pacientes devem ser rotineiramente avaliado antes ou no momento da admissão. Esta avaliação deve ser repetida regularmente. • realização sempre que hajam alterações da condição clínica ou não se observe progresso na cicatrização da ferida Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  46. 46. Identificação de um doente em risco nutricional  avaliação nutricional completa  plano de tratamento  monitorização da ingestão alimentar e do peso corporal  ajuste de plano de tratamento. Resolution ResAP(2003)3 on food and nutritional care in hospitals Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  47. 47. Intervenções devem ser individualizadas, baseadas: Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com no estadio da ferida na ingestão alimentar nas necessidades calóricas, proteicas e de outros nas preferências da pessoa
  48. 48. “The community: MUST for adults The hospital: NRS-2002 The elderly: MNA Children: A universally accepted screening tool for children is not yet available” Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  49. 49. Rastrear e avaliar o estado nutricional de todos os indivíduos em risco de desenvolver úlceras de pressão, em todas as instituições de saúde. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  50. 50. Referenciar os indivíduos com risco nutricional e de UP à nutricionista e, se se justificar, a uma equipa nutricional multidisciplinar (que inclua nutricionista, enfermeiro especialista em nutrição, médico, terapeuta da fala, terapeuta ocupacional e, quando necessário, um dentista) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  51. 51. Avaliar a capacidade do indivíduo para comer de forma independente Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  52. 52. Seguir as orientações (baseadas em evidência) sobre a nutrição e hidratação para os indivíduos que apresentam risco nutricional e que estão em risco de úlceras de pressão ou que tenham uma úlcera de pressão. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  53. 53. Oferecer suplementos de alto teor proteico, em conjunto com a dieta habitual, aos individuos com risco nutricional e de UP, devido a doenças agudas ou crónicas ou após intervenção cirúrgica. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  54. 54. Considerar suporte nutricional (entérica ou parentérico) quando a ingestão oral é inadequada. Deve ser consistente com os objectivos delineados. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  55. 55. Providenciar e encorajar a adequada ingestão de fluidos no individuo em risco de úlcera de pressão. Deve ser consistente com as comorbilidades e objetivos. Monitorizar sinais e sintomas de desidratação: alterações no peso, turgor cutâneo, débito urinário, hipernatrémia, cálculo de osmolalidade sérica. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  56. 56. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Providenciar/ encorajar o individuo, em risco de desenvolvimento de úlcera de pressão, a ingerir suplementos vitamínicos e minerais, quando a ingestão é pobre ou existe deficiência suspeita ou confirmada. Providenciar/ encorajar o individuo, com úlcera de pressão, a consumir uma dieta equilibrada, que inclua fontes de vitaminas e minerais. Providenciar/ encorajar o individuo, com úlcera de pressão, a ingerir suplementos vitamínicos e minerais, quando a ingestão é pobre ou existe deficiência suspeita ou confirmada.
  57. 57. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Evidência insuficiente que suporte ou refute o uso de intervenções nutricionais adicionais.
  58. 58. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com Conduzir uma avaliação nutricional apropriada à idade para recém-nascidos e crianças Regularmente reavaliar as exigências nutricionais dos recém-nascidos, em neonatologia, e crianças que têm ou correm o risco de úlcera de pressão . O pediatra, nutricionista ou outro profissional de saúde qualificado deve realizar uma adequada avaliação nutricional, de acordo com as idades, para identificar as necessidades nutricionais para recém-nascidos e crianças com ou em risco de úlceras de pressão.
  59. 59. Feridas evitáveis vs não evitáveis Fatores predisponentes ao desenvolvimento de feridas Abordagem multifatorial Compreensão dos fatores modificáveis Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  60. 60. Nutrição Um dos fatores intervenientes no processo: modificável? PBE: poucos estudos e com limitações Consensual: nutrição – importante papel na prevenção e tratamento na pessoa com UP Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  61. 61. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  62. 62. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  63. 63. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  64. 64. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  65. 65. /abiliocardosoteixeira/abiliocardosoteixeira/abilio.cardosoteixeiraabilio.cardosoteixeira

×