Empoderamento profissional - analise de conceito

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Apresentação para avaliação da Unidade Curricular "Ciências de Enfermagem II" do XVIII Mestrado em Ciências Enfermagem do ICBAS.

Publicada em: Saúde e medicina, Tecnologia
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Empoderamento profissional - analise de conceito

  1. 1. Empoderamento profissional XVIII Curso de Mestrado em Ciências de Enfermagem UC: Ciências de Enfermagem II Abílio Cardoso Teixeira | Junho de 2011 Abílio Cardoso Teixeira: abilio.cardosoteixeira@gmail.com
  2. 2. 0. empoderamento profissional – porquê? <ul><li>Empoderamento profissional em Enfermagem: </li></ul><ul><ul><li>visivel na literatura há muito tempo: atualmente interesse redobrado no tema </li></ul></ul><ul><ul><li>potencia a segurança do cliente e a qualidade dos cuidados. </li></ul></ul><ul><li>Assim, um claro entendimento deste conceito é importante para que o Enfermeiro tire partido do mesmo, dado que o seu significado e a sua relação com a disciplina de Enfermagem estão claramente definidos, tal como preconizado por Meleis (2005). </li></ul><ul><li>Numa análise menos cuidada, poderá parecer ambíguo e abstrato </li></ul><ul><li>Usado em diferentes disciplinas, com diferentes significados, dependendo do contexto e perspetiva (McCarthy e Freeman, 2008) </li></ul>
  3. 3. 0. metodologia Quadro 1: Etapas da Metodologia Tradicional de Walker e Avant (1988) Seleccionar o conceito Determinar as metas e os objectivos da análise Identificar a utilização do conceito que se pretende investigar Determinar e definir os atributos Construir o caso modelo Construir os casos limítrofes, relacionados, contrários, inventados e ilegítimos Identificar os antecedentes e os consequentes Definir os referenciais empíricos
  4. 4. 0. metodologia
  5. 5. 1. empoderamento – utilização do conceito <ul><li>empowerment = capacitação??? </li></ul>
  6. 6. 1. empoderamento – utilização do conceito <ul><li>resulta de um sentimento de consciência, derivado da educação, visando a justiça social e igual acesso aos recursos económicos (Freire, 1993): envolve a ausência de poder por parte de um (que o irá conquistar) e a cedência de poder por parte do outro </li></ul><ul><li>numa perspetiva económica, empoderamento envolve descentralização (Boex e Simatupang, 2008) </li></ul><ul><li>no setor dos serviços, é uma ferramenta eficaz, que permite que a organização lide com variadas questões (crescimento global, concorrência, qualidade dos serviços, entre outras), conduzindo a vantagens competitivas (Kazlauskaite et al., 2009) </li></ul><ul><li>implica um papel ativo por parte do cidadão nos diferentes assuntos relativos a cidadania, pressupondo acesso à informação, possibilidade de assumir a responsabilidade, comunicar as suas perspetivas e participação efetiva (garantindo a motivação)(Pahl-Wostl, 2004), implicando a verdade (McGeer, 2008) </li></ul>
  7. 7. 1. empoderamento – utilização do conceito <ul><li>conceito-chave em diferentes disciplinas, associando-se à crítica, liberdade, psciologia, multiculturalidade, movimentos feministas e ação social (Cattaneo e Chapman, 2010) </li></ul><ul><li>justiça e a defesa social: mais antigos usos contemporâneos (McCarthy e Freeman, 2008) </li></ul><ul><li>controlo ou ganho de poder sobre as circunstâncias da sua vida, incluindo controlo sobre ideologias e recursos, tratando-se de um poder para atingir os objetivos desejados e não poder sobre os outros, aplicando-se àqueles com “falta de poder” (Nayak e Mahanta, 2009) </li></ul>
  8. 8. 2. definição de atributos “ Transferência de poder organizacional (Kanter, 1977, 1983)” (Ahmad & Oranye, 2010) “ Empoderamento é visto como (…) motivação”; “necessidades individuais de poder” (Ahmad & Oranye, 2010) “ sentimento de competência e auto-eficácia (…) para atingir metas” (Ahmad & Oranye, 2010) &quot;habilidade para mobilizar os recursos (…)” (McDonald et al., 2010) “ Empoderamento como motivação” ( Wåhlin, Ek & Idvall (2010)) ninguém pode realmente capacitar ninguém (Spreitzer & Doneson 2005 cit. Casey, Saunders, & OʼHara, 2010) “ é a percepção da presença ou ausência de condições propicias” ( Chang, Shih & Lin, 2010)
  9. 9. 3. caso modelo <ul><li>O enfermeiro A, desempenhando funções à 6 anos na Unidade de Cuidados Intensivos, reconhecido pela restante equipa pela sua competência e interesse pela inovação, aproveitava as oportunidades disponíveis para formação oferecidas pela instituição e a nível pessoal. Mantem uma atualização científica contínua e, consequentemente, profissional, participando ativamente nas reuniões de serviço e formações promovidas pelo serviço. O enfermeiro chefe do respetivo serviço convocou uma reunião com ele, propondo-lhe ser responsável pela equipa que irá implementar um programa de controlo de qualidade clinica. Sentindo que a organização depositava confiança nele, aceita a proposta, sentido-se com a habilidade e competência necessárias para levar o projeto avante. </li></ul><ul><li>Sendo o responsável, tem o poder para decidir sobre medidas a adotar e como as implementar e do seu trabalho, surgiu uma lista de indicadores de qualidade que, da sua aplicação, resultaram ganhos efetivos para o serviço e para a equipa. </li></ul>
  10. 10. 4. outros casos <ul><li>Caso contrário: O enfermeiro-chefe do serviço de cuidados intensivos, no seu estilo autoritário, uma vez mais confrontou o enfermeiro A com o plano de cuidados por este elaborado para os doentes que estavam a seu cargo naquela manhã, sendo prioritário o cumprir das prescrições médicas, e o auxilio ao médico. O enfermeiro A, prontamente aceitou as instruções. </li></ul><ul><li>Caso inventado: Na estepe africana, as crias de chita brincam enquanto a sua progenitora deles cuida, caçando e alimentando-os. Gradualmente, a progenitora ensina-os a caçar. Em breve, serão capazes de caçar a primeira presa, tendo potencial para serem tão bons caçadores como a progenitora. </li></ul>
  11. 11. 4. outros casos <ul><li>Caso relacionado: O enfermeiro chefe reuniu-se com a equipa para discutir um novo sistema de distribuição dos clientes por turnos.Os enfermeiros seriam os responsáveis por esta distribuição, assegurando que a carga de trabalho seria igualmente distribuída. A equipa colaborou nesta nova metodologia. </li></ul><ul><li>Caso limítrofe: O enfermeiro A, sentido-se competente para alterar modos ventilatórios, alterou o modo controlado para assistido por pressão, prosseguindo o desmame ventilatório do cliente, com claros ganhos para o mesmo e, em última instância para a organização. </li></ul>
  12. 12. 5. definição de antecedentes Autores Antecedente: Citação Ahmad & Oranye (2010) Motivação : “empoderamento é tratado como motivação, expetativas, crenças (…) internas aos individuos”; “Poder (…) refere-se a uma crença na pessoais auto-eficácia (Bandura, 1986)” Armellino et al. (2010) Estruturas organizacionais : “Segundo esta teoria, estruturas organizacionais (oportunidade de poder, e as proporções) são necessários para influenciar um indivíduo, indivíduos ou grupos de um comportamento para a realização de um objetivo organizações” Fitzpatrick et al. (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “oportunidade, definida como oportunidades de crescimento, aprendizagem e movimento dentro da organização, e (2) as estruturas de poder, incluindo as informações, recursos e apoio” Gilbert, Laschinger & Leiter (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “aqueles que fornecem os funcionários com acesso à informação, apoio, recursos e oportunidades” Krapohl et al. (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “Empoderamento no local de trabalho é definido como 4 fatores contextuais: oportunidade, informações, apoio e recursos embutida no ambiente de trabalho” McDonald et al. (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “oportunidades para o desenvolvimento, eo acesso à informação, apoio e recursos” Lou, Yu & Chen (2010) Empatia : “deve (…) ter empatia, juntamente com uma série de outras qualidades (Watts et al. 2003)” Valores pessoais: “o empoderamento profissional é afetado pela qualidade do trabalho, valores pessoais, os esforços de pessoal” Purdy et al. (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “Condições promotoras do empoderamento incluem o acesso a oportunidades, apoio, informação e recursos” Stewart et al (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “ocorre quando pessoas têm acesso a informação, apoio, recursos e oportunidades de aprender e crescer' Motivação:”processo psicológico, que ocorre quando se tem um sentimento de motivação em relação ao ambiente de trabalho” Wagner et al. (2010) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “acesso a oportunidades, informações, recursos, apoio, o poder formal eo poder informal para que possam ser capacitados” Cai et al (2011) Oportunidade , Informação , Recursos e Apoio (Acesso a): “ambientes de trabalho que fornecem o acesso à informação, recursos, apoio e oportunidade de aprender e desenvolver são empoderadores”
  13. 13. 6. definição de consequentes
  14. 14. 7. referenciais empíricos
  15. 15. 7. referenciais empíricos
  16. 16. 8. conclusão
  17. 17. 8. conclusão <ul><li>Consideramos que a defninição de empoderamento difere de individuo para individuo e dentro das organizações, pelo que se torna dificil adotar uma definição breve e inequivoca do conceito (Kuokkanen e Leino-Kilpi, 2000). </li></ul><ul><li>Poder é considerado a “ habilidade para fazer as coisas, mobilizar os recursos, para obter e usar de acordo com as necessidades para atingir as metas e objetivos delineados ” (Kanter, 1993: 166). Trata-se de um processo individual, que envolve a troca reciproca do individuo com a organização e com o outro, dinâmico, que pode ser encarado pela positiva ou pela negativa. </li></ul><ul><li>Está relacionado com as estruturas sociais do local de trabalho e do acesso às mesmas (oportunidade, informação, recursos e suporte) e com a perceção do individuo sobre as mesmas (assente em quatro componentes: significado, competência, auto-determinação e impato). Isto permite a capacitação do individuo para o desempenho efetivo das suas funções. </li></ul>
  18. 18. 8. conclusão <ul><li>Empoderamento: processo que envolve a perceção do individuo sobre as estruturas sociais que o rodeiam e como tirar partido das mesmas, de forma a fazer as coisas, com a habilidade e competência necessárias, visando o atingir dos objetivos delineados através de uma troca recícproca com o que o rodeia. </li></ul>
  19. 19. 9. bibliografia <ul><li>Ahmad, N., & Oranye, N. O. (2010). Empowerment, job satisfaction and organizational commitment: a comparative analysis of nurses working in Malaysia and England. Journal of nursing management , 18 (5), 582-91. doi: 10.1111/j.1365-2834.2010.01093.x. </li></ul><ul><li>Akkoyunlu, B., Soylu, M. Y. e ÇaĞlar, M. (2010). A study on developing “digital empowerment scale” for university students . H. U. Journal of Education, 39 : 10-19 </li></ul><ul><li>Armellino, D., Quinn Griffin, M. T., & Fitzpatrick, J. J. (2010). Structural empowerment and patient safety culture among registered nurses working in adult critical care units. Journal of nursing management , 18 (7), 796-803. doi: 10.1111/j.1365-2834.2010.01130.x. </li></ul><ul><li>Ashraf, N., Karlan, D., & Yin, W. (2010). Female Empowerment: Impact of a Commitment Savings Product in the Philippines. World Development, 38 (3), 333-344. </li></ul><ul><li>Ballou, Kathryn (1998). A concept analysis of autonomy, Journal of Professional Nursing, 14 (2), 102-110 </li></ul><ul><li>Biron, M., & Bamberger, P. (2011). More than lip service: linking the intensity of empowerment initiatives to individual well-being and performance. The International Journal of Human Resource Management , 22 (2), 258-278. doi: 10.1080/09585192.2011.540150. </li></ul><ul><li>Boex, J., & Simatupang, R. R. (2008). Fiscal Decentralisation and Empowerment: Evolving Concepts and Alternative Measures. Fiscal Studies, 29 (4), 435-465. doi: 10.1111/j.1475-5890.2008.00081.x. </li></ul><ul><li>Cai, C. F., Zhou, Z. K., Yeh, H., & Hu, J. (2011). Empowerment and its effects on clinical nurses in central China. International nursing review , 58 (1), 138-44. doi: 10.1111/j.1466-7657.2010.00848.x. </li></ul><ul><li>Casey, M., Saunders, J., & OʼHara, T. (2010). Impact of critical social empowerment on psychological empowerment and job satisfaction in nursing and midwifery settings. Journal of nursing management , 18 (1), 24-34. doi: 10.1111/j.1365-2834.2009.01040.x. </li></ul><ul><li>Cattaneo, L. B., & Chapman, A. R. (2010). The process of empowerment: a model for use in research and practice. The American psychologist , 65 (7), 646-59. </li></ul><ul><li>Cawley, T. and Mannix McNamara, P. (2011). Public Health Nurse Perceptions of Empowerment and Advocacy in Child Health Surveillance in West Ireland. Public Health Nursing, 28. 150–158. </li></ul>
  20. 20. 9. bibliografia <ul><li>Fitzpatrick, J. J., Campo, T. M., Graham, G., & Lavandero, R. (2010). Certification, empowerment, and intent to leave current position and the profession among critical care nurses. American journal of critical care : an official publication, American Association of Critical-Care Nurses , 19 (3), 218-26. doi: 10.4037/ajcc2010442. </li></ul><ul><li>Freire, Paulo (1993). Pedagogy of the oppressed. 30 th Anniversary Edition. Nova Iorque: The Continuum International Publishing Group . </li></ul><ul><li>Gilbert, S., Laschinger, H. K. S., & Leiter, M. (2010). The mediating effect of burnout on the relationship between structural empowerment and organizational citizenship behaviours. Journal of nursing management , 18 (3), 339-48. doi: 10.1111/j.1365-2834.2010.01074.x. </li></ul><ul><li>Hawks, J. H. (1992), Empowerment in nursing education: concept analysis and application to philosophy, learning and instruction. Journal of Advanced Nursing, 17 : 609–618 </li></ul><ul><li>Kanter, Rosabeth (1993). Men and women of the corporation. Nova Iorque: Basic Books . </li></ul><ul><li>Kazlauskaite˙, R., Buciuniene, I., Turauskas, L. and Salciuviene˙, L. (2009). A comparative study of employee empowerment in Danish and Lithuanian hotels. Transformations in Business and Economics, 8 (2), 66-85. </li></ul><ul><li>Keenan, J. (1999). A concept analysis of autonomy. Journal of advanced nursing, 29 (3), 556-62. </li></ul><ul><li>Krapohl, G., Manojlovich, M., Redman, R., & Zhang, L. (2010). Nursing specialty certification and nursing-sensitive patient outcomes in the intensive care unit. American journal of critical care : an official publication, American Association of Critical-Care Nurses , 19 (6), 490-8; quiz 499. doi: 10.4037/ajcc2010406. </li></ul><ul><li>Laschinger, H. K., Gilbert, S., Smith, L. M., & Leslie, K. (2010). Towards a comprehensive theory of nurse/patient empowerment: applying Kanterʼs empowerment theory to patient care. Journal of nursing management , 18 (1), 4-13. doi: 10.1111/j.1365-2834.2009.01046.x. </li></ul><ul><li>Lou, J.-H., Yu, H.-Y., & Chen, S.-H. (2010). Factors affecting the career development of male nurses: a structural equation model. Journal of advanced nursing , 66 (4), 900-10. doi: 10.1111/j.1365-2648.2010.05264.x. </li></ul>
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