Prática Baseada na Evidência

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Apresentação no "I Congresso Internacional de Cuidados Intensivos e Unidades Intermédias do Centro Hospitalar do Porto"

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  • PICO: abordagensquantitativasPICo: abordagensqualitativasSPICE: podeserusadoemqqabordagemO nível de detalhe da questão poderá variar, de acordo com o nível considerado apropriado pelo investigador. Por exemplo, às caraterísticas da população, poderão ser adicionados dados complementares como, a idade ou faixa etária. No que à comparação concerne, esta deverá ser claramente descrita, sendo importante saber, claramente, o que se está a comparar: por exemplo, cuidados habituais, cuidados alternativos ou placebo (ibidem).
  • Estimular o estudante a procurar a melhor evidência sobre determinada situação clínica: partilha dos dados (Winters & Echeverri, 2012; Armolaet al., 2009)
  • Estimular o estudante a procurar a melhor evidência sobre determinada situação clínica: partilha dos dados (Winters & Echeverri, 2012; Armolaet al., 2009)
  • Escolas, emcontexto de sala de aulta: leitura de NOC e artigos, relacionando com as experiênciaspráticas
  • Ensino: baseado na resolução de problemas Cenários de atuação Simulação (Lusardi, Levangie & Fein, 2002)
  • Prática Baseada na Evidência

    1. 1. ENFERMAGEM BASEADA NA EVIDÊNCIA Abílio Cardoso Teixeira Mestre Ciências da Enfermagem | Vogal de Enfermagem da APNEP | Enfermeiro no Serviço de Cuidados Intensivos 1 do CHP-HSA Coordenador do Grupo de Trabalho de Enfermagem da APNEP | Coordenador do Grupo de Trabalho “Prática Baseada na Evidência” do SCI
    2. 2. Paine (1776)
    3. 3. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    4. 4. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    5. 5. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    6. 6. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    7. 7. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    8. 8. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    9. 9. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    10. 10. (muito!) (muito) breve resenha histórica PBE: não é novo! O que se tem sido feito ao longo dos tempos! (DiCenso, Cullum & Ciliska, 1998) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    11. 11. PBE: utopia ou realidade? Ferrito, C. (2007). Enfermagem Baseada na Evidência. Estudo Piloto sobre as Necessidades de Informação Científica para a Prática de Enfermagem. Percursos 2(3). pp. 36-40 Participantes: 124 enfermeiros de 4 hospitais de Lisboa  Fontes de informação científica consultada: Colegas Pesquisa em livros Médicos e artigos de enfermagem nacionais Apenas 35% dos enfermeiros conhecia o termo Enfermagem Baseada na Evidência Consulta de bases de dados foi a modalidade menos assinalada (45% dos enfermeiros) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    12. 12. PBE: utopia ou realidade? Pravikoff, D.; Pierce, S.; Tanner, A. (2005) Evidence-based practice readiness study supported by academy nursing informatics expert panel. Nursing Outlook, 53 (1), 49-50 Estudo realizado nos EUA, a nível nacional, para avaliar o acesso às fontes de informação e as competências de utilização dessa mesma informação Participantes: amostra aleatória estratificada de 1097 enfermeiros A fonte de informação científica mais referenciada: colegas 34,5%: raro sentimento de necessidade de informação 27%: formação sobre como usar uma base de dados Cerca de metade dos participantes não estava familiarizada com o termo Enfermagem Baseada na Evidência Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    13. 13. PBE: o que é? PBE: “uso consciente, explícito melhor evidência atual na criterioso da tomada de decisões de e enfermagem sobre o cuidado individual de pacientes" Valores do cliente Experiência clínica Melhor evidência Recursos PBE Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    14. 14. PBE: para que serve? Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    15. 15. PBE: para que serve? Enfermeiro não pode adotar, conscientemente, intervenções não suportadas pela melhor evidência, em especial se estas são inúteis ou, mesmo, prejudiciais Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    16. 16. Rauen et al. (2008)
    17. 17. Está relacionada com motivação? Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    18. 18. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeiragmail.com
    19. 19. PBE: para que serve? 1 2 3 4 • ajudar a determinar o que está errado (Formular uma pergunta) • decidir o tratamento necessário, com base no conhecimento prévio (Revisão de literatura) • Implementar medidas (Implementação) • Reavaliar o cliente de acordo com a periodicidade (Avaliação). Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    20. 20. PBE: passo a passo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    21. 21. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    22. 22. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo P: Population I: Intervention C: Comparator O: Outcome P: Population I: phenomena of Interest Co: Context S: Setting P: Perspective I: Intervention C: Comparison E: Evaluation Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    23. 23. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    24. 24. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Politraumatizado Posicionamentos Comunicação Ruído Sono Morte cerebral Sedação Satisfação profissional Dor Família Prevenção da infeção Reabilitação funcional Ventilação Artificial Empoderamento Implementação protocolos Desabituação ventilatória Política de visitas Reabilitação respiratória Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    25. 25. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    26. 26. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo P Doente internado em Unidades de Cuidados Intensivos de adultos I Ações de Enfermagem C - O Promoção do sono No doente internado em Unidades de Cuidados Intensivos de adutos, quais as ações de Enfermagem que têm influência (positiva ou negativa) perante a promoção do sono? Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    27. 27. PBE: passo a passo Definição da pergunta | | Planeamento e realização da revisão da Avaliação crítica Definição da pergunta Planeamento e realização da revisão da literatura | literatura | da literatura | Integração da evidência na prática | prática | do processo Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na Avaliação Avaliação do processo 1965 39 ensaios clinicos randomizados 2008 > 26000 ensaios clinicos randomizados Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    28. 28. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    29. 29. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    30. 30. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo sleep (“Intensive care” OR “critical care” OR “intensive medicine”) periódicos nurs* 2006-2011 CINHAL Pesquisa de tudo!! Bases de dados de PBE! Diferentes bases de dados • pesquisa nas bases de dados selecionadas P722 • sem restrições Doente internado em Unidades de Cuidados Intensivos de adultos • restrição temporal I Ações de Enfermagem 193 • restrição a periódicos e dissertações C • restrição a título principal: sono O Promoção do sonoperiódicos • restrição a 61 MEDLINE Cochrane Bases de PBE: 0! Porquê? Critérios da restrição temporal! Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    31. 31. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    32. 32. PBE: passo a passo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    33. 33. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    34. 34. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    35. 35. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Evidência deriva de: 1: revisão sistemática ou metanálise de todos relevantes ensaios clínicos randomizados controlados ou oriundas de guidelines baseadas em revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados controlados 2: pelo menos um ensaio clínico randomizado controlado bem delineado 3: ensaios clínicos bem delineados sem randomização 4: estudos de coorte e de caso-controle bem delineados 5: revisão sistemática de estudos descritivos e qualitativos 6: um único estudo descritivo ou qualitativo 7: opinião de autoridades e/ou relatório de comissão de peritos (adaptado de Fulbrook e Mooney, 2003) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    36. 36. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Nível A: Meta-análise de múltiplos estudos controlados ou meta- síntese de estudos qualitativos que, consistentemente, apoiem uma ação específica, intervenção ou tratamento. Nível B: Estudos controlados, randomizados ou não randomizados, com resultados que, consistentemente, apoiem uma ação específica, intervenção ou tratamento. Nível C: Estudos qualitativos, descritivos ou correlacionais, revisões integrativas, revisões sistemáticas ou ensaios clínicos randomizados com resultados inconsistentes. Nível D: Normas de orientação clínica, revistas por pares, com estudos clínicos que suportem as recomendações. Nível E: Teoria baseada na opinião de peritos ou múltiplos estudos de caso. Nível M: Recomendações dos fabricantes. (adaptado de Armola et al., 2009) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    37. 37. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    38. 38. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Fatores influenciadores do sono • Intrinsecos • Extrinsecos Intervenções a adotar • Controlo dos estímulos • Redução da luminosidade • Administração criteriosa de certos fármacos • Evitar interrupções desnecessárias • Promover o conforto • Alivio da dor, sede e ansiedade Métodos de avaliaçao/ medição do sono • Polissonografia • Intrumentos de observação direta • Instrumentos de auto-preenchimento Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    39. 39. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo • efeitos dos distúrbios do sono no cliente • recomendações sobre o ruído a nível hospitalar • estratégias a adotar para reduzir os estímulos ambientais. Formação Estratégias faciltadoras • interação com a equipa • distribuição e afixação de material informativo. •redução da luminosidade, •volume da campaínha dos telefones, •redução da interação durante o “período de repouso”, •redução das intervenções de enfermagem ao estritamente necessário •desligados os rádios e televisores medidas de controlo dos estímulos Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    40. 40. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Caraterização da realidade • Identificação das barreiras e facilitadores à implementação da mudança. Aplicação de questionário e Planos formativos Criação de protocolos • Base das medidas a implementar Auditoria e Planos formativos • Permite que a adesão seja eficaz Auditoria e Avaliação das medidas • O uso de ferramentas adequada permite avaliar a qualidade dos cuidados Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    41. 41. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Caraterização da realidade • Identificação das barreiras e facilitadores à implementação da mudança. Aplicação de realidade: Caraterização da questionário e Planos formativos Rotinas Estrutura física Criação de protocolos Cultura organizacional • Base das medidas a implementar Recursos Equipa (Liderança e Gestão da Qualidade) Auditoria e Planos formativos • Permite que a adesão seja eficaz Auditoria e Avaliação das medidas • O uso de ferramentas adequada permite avaliar a qualidade dos cuidados Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    42. 42. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Caraterização da realidade • Identificação das barreiras e facilitadores à implementação da mudança. Aplicação de questionário e Planos formativos PlanoCriação de protocolos formativo: aplicado a medidasequipa toda a a implementar • Base das faseado consoante Planos formativos Auditoria e necessidade • Permite que a adesão seja eficaz Importante: motivação intrínseca Auditoria e Avaliação das medidas • O uso de ferramentas adequada permite avaliar a qualidade dos cuidados Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    43. 43. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Apresentação realidade Caraterização da do protocolo elaborado •Colocação em prática Identificação das barreiras e facilitadores à implementação da mudança. Manutenção dos planos formativos Uso de estratégias facilitadoras da implementação Aplicação de questionário e Planos formativos Criação de protocolos • Base das medidas a implementar Auditoria e Planos formativos • Permite que a adesão seja eficaz Auditoria e Avaliação das medidas • O uso de ferramentas adequada permite avaliar a qualidade dos cuidados Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    44. 44. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    45. 45. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo Sendo importante medir os resultados, é igualmente importante monitorizar o processo (Fulbrook & Mooney, 2003) e a adesão ao mesmo. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    46. 46. PBE: passo a passo Definição da pergunta | Planeamento e realização da revisão da literatura | Avaliação crítica da literatura | Integração da evidência na prática | Avaliação do processo A longo prazo, os resultados obtidos deverão ser considerados nesta monitorização. Ferramentas confiáveis e válidas para medir a qualidade assistencial Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    47. 47. Do ensino à prática… Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    48. 48. PBE no ensino Como? Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    49. 49. PBE no ensino Deficiências relacionadas com a incorporação da PBE no contexto educacional. Ensino baseado nos cuidados integrados ao cliente, assumindo a transdiciplinaridade • com ênfase na PBE • melhoria da qualidade Questionamento crítico e curiosidade intelectual (Winters & Echeverri, 2012) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    50. 50. PBE no ensino Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    51. 51. PBE no ensino Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    52. 52. PBE no ensino Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    53. 53. PBE no ensino Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    54. 54. PBE na UCI 178 atividades por cliente, diariamente; um erro severo ou potencial ocorre, em média, duas vezes por dia (Donchin, 1995 cit. McKenna, 2010) Crescentes avanços tecnológicos Evidência: tempo dependente (Chlan, Tracy & Grossbach, 2011) Custos associados ao cuidados de saúde na UCI Cuidados custo-efetivos (Hatler et al., 2006) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    55. 55. PBE na UCI Bundle “agrupamento de diversas práticas baseadas na evidência” (Fulbrook & Mooney, 2003, p. 250) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    56. 56. Evidentemente… concluindo Apesar do entusiasmo que poderá conduzir a desafiantes programas de implementação, dever-se-á ter em conta uma escolha deliberada, tendo em conta as barreiras e os aspetos facilitadores (van Achterberg, Schoonhoven & Grol, 2008) Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    57. 57. Evidentemente… concluindo Da síntese da evidência deverão surgir os protocolos de atuação, assente nas caraterísticas da UCI e sob os quais serão elaborados os planos formativos, incluindo medidas facilitadoras da adesão. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    58. 58. Referências Armolla, R., Bourgault, A., Halm, M., Board, R., Bucher, L. et al. (2009). AACN Levels of Evidence: What’s New?. Critical Care Nurse, 29(4). Brown, C.E., Ecoff, L., Kim, S.C., Wickline, M.A.; Rose, B. et al. (2010). Multi-institutional study of barriers to research utilisation and evidence-based practice among hospital nurses. Journal of Clinical Nursing, 19, 1944-51 Chlan, L., Tracy, M.F., Grossbach, I. (2011). Achieving Quality Patient-Ventilator Management: Advancing Evidence-Based Nursing Care. Critical Care Nurse, 31(6), 46–51. DiCenso, A., Cullum, N., & Ciliska, D. (1998). Implementing evidence-based nursing: some misconceptions. Evidence Based Nursing, 1. Domenico, E.B.,& Ide C.A. (2003). Enfermagem baseada em evidências: princípios e aplicabilidades. Revista Latino-americana de Enfermagem, 11(1):115-8. Ferrito, C. (2007). Enfermagem Baseada na Evidência. Estudo Piloto sobre as Necessidades de Informação Científica para a Prática de Enfermagem. Percursos 2(3). pp. 36-40 Fulbrook, P., & Mooney, S. (2003). Care bundles in critical care: a practical approach to evidencebased practice. Nursing in critical care, 8(6), 249–55.. Galvez-Toro, A. (2003). Un enfoque crítico para la construcción de una enfermeira baeada en evidencia. Investigación y Educación en Enfermería, 21(1), 50-64. Makic, F., Martin, S., Burns, S., Philbrick, D., & Rauen, C. (2013). Nursing Practice : Four Traditional Practices Not Supported by the Evidence, Critical Care Nurse, 33(2). Makic, M. B. F., VonRueden, K. T., Rauen, C. a, & Chadwick, J. (2011). Evidence-based practice habits: putting more sacred cows out to pasture. Critical care nurse, 31(2), 38–61 O’Lynn, C., Luparell, S., Winters, C.A., Shreffler-Grant, J., Lee, H.J. et al. (2009). Rural Nurses’ Research Use. Online Journal of Rural Nursing and Health Care, 9(1), 34-45. O’Neal, H.O., Gray, A., & Thompson, A. (2008). Evaluating evidence-based practice within critical care. Nursing in Critical care, 13(3), 169–178. Pravikoff, D.S., Tanner, A.B., & Pierce, S.T. (2005). Readiness of U.S. nurses for evidence-based practice. American Journal of Nursing, 105, 40-52 Sackett, D., Rosemberg, W.M., Gray, J.A., Haynes, R.b., & Richardsonm W.S. (1996). Evidence based medicine: what it is and what it is’t?. BMJ, 312, 71-72. Sedwick, M.B., Lance-Smith, M., Reeder, S.J., & Nardi, J. (2012). Using Evidence-Based Practice to Prevent Ventilator- Associated Pneumonia. Critical Care Nurse, 32(4), 41-50. Winters, C.A, & Echeverri, R. (2012). Teaching Strategies to Support Evidence-Based Practice. Critical Care Nurse, 32(3), 4-55. Abílio Cardoso Teixeira | abilio.cardosoteixeira@gmail.com
    59. 59. abilio.cardosoteixeira /abilio.cardosoteixeira /abiliocardosoteixeira /abiliocardosoteixeira

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