Manutenção Nutricional do traumatizado: Complicações na nutrição - Como resolver

2.717 visualizações

Publicada em

XIV Congresso Nacional de Medicina Intensiva - SPCI, Lagos, 22 de Maio de 2011

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.717
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Manutenção Nutricional do traumatizado: Complicações na nutrição - Como resolver

  1. 1. Complicações NUTRIÇÃO ENTÉRICA Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira XIV congresso da spci | lagos | 22 maio 2011
  2. 3. <ul><li>A maior complicação da NE é o jejum “não obrigatório”! </li></ul>
  3. 4. A abordar…
  4. 5. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  5. 6. 1. nutrição entérica – como, quando e onde? <ul><li>Como? A quantidade de NE deverá ser ajustada de acordo com a progressão, curso da doença e tolerância. Na fase aguda e inicial da doença critica, deverão ser fornecidas 20-25 Kcal/kg/dia e na fase de recuperação (anabólica), o objetivo será fornecer 25-30 Kcal/kg/dia (Evid. C) </li></ul><ul><li>Quando? O mais precoce possível (< 24h; Evid. C), desde que a via oral esteja disponível e desde que se suponha que o doente não receba uma dieta oral completa num prazo de 3 dias (Evid. Grau C). </li></ul><ul><li>Onde? Preferencialmente por via entérica (Evid. C), não havendo evidência significativa que justifique o uso de alimentação jejunal vs gástrica (Evid. C). </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Kreymann, K. G., Berger, M. M., Deutz, N. E. P., Hiesmayr, M., Jolliet, P., Kazandjiev, G., et al. (2006). ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Intensive care. Clinical nutrition (Edinburgh, Scotland) , 25 (2), 210-23. doi: 10.1016/j.clnu.2006.01.021.
  6. 7. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  7. 8. 2. o que há de novo? <ul><li>A doentes com ARDS e lesão severa pulmonar deverão ser fornecidas fórmulas caraterizadas por um perfil lipido anti-inflamatório (ω-3) e antioxidantes (Evid. A) 1 </li></ul><ul><li>A adição de glutamina a um regime de NE (que não contenha glutamina suplementar), deve ser considerada no doente queimado, vítima de trauma e outros doentes críticos (Evid. B) 1 </li></ul><ul><li>Oferecer suplementos nutricionais orais, com alto teor proteico, como suplemento da dieta habitual, a indivíduos em risco nutricional e de úlceras de pressão, devido a doença aguda ou crónica ou na sequência de uma intervenção cirúrgica. (Evid. A) 2 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 McClave, S. a, Martindale, R. G., Vanek, V. W., McCarthy, M., Roberts, P., Taylor, B., et al. (2009). Guidelines for the Provision and Assessment of Nutrition Support Therapy in the Adult Critically Ill Patient: Society of Critical Care Medicine (SCCM) and American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (A.S.P.E.N.). JPEN. Journal of parenteral and enteral nutrition, 33(3), 277-316. doi: 10.1177/0148607109335234. 2 European Pressure Ulcer Advisory Panel and National Pressure Ulcer Advisory Panel (2009). Prevention and treatment of pressure ulcers: quick reference guide. Washington DC: National Pressure Ulcer Advisory Panel.
  8. 9. 2. o que há de novo? <ul><li>Doentes em UCI Cirúrgica benificiam de insulinoterapia intensiva (risco relativo (RR) 0.63, 95% Intervalo de confiança (IC) 0.44–0.91), enquanto doentes noutras UCI’s não (UCI Médica: RR 1.0, 95% CI 0.78–1.28; UCI Polivalente: RR 0.99, 95% CI 0.86–1.12). Os diferentes objetivos da terapia (nível de glucose ≤ 6.1 mmol/L (110mg/dL) vs. ≤ 8.3 mmol/L (150 mg/dL)), não influenciam a mortalidade ou o risco de hipoglicemia. 1 </li></ul><ul><li>OS resultados desta meta-análise não apoiam a adoção generalizada de insulinoterapia intensiva no doente crítico. Alguns doentes poderão benificiar desta terapia, embora as suas carateristicas ainda não estejam claramente definidas. 1 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Heyland, D. K., Cook, D. J., Malhotra, A., Rd, R. D., Henderson, W. R., Chittock, D. R., et al. (2009). Intensive insulin therapy and mortality among critically ill patients: a meta-analysis including NICE-SUGAR study data . Cmaj, 180(8). 821-7
  9. 10. 2. o que há de novo? <ul><li>6104 doentes (randomizados): 3054 (insulinoterapia intensiva) e 3050 (terapia convencional); ambos os grupos com características semelhantes. Hipoglicemia severa (≤ 40 mg /dL ) foi relatada em 206 de 3.016 pacientes (6,8%) no grupo de controle intensivo e 15 de 3014 (0,5%) no grupo de controle convencional (P <0,001). Não houve diferença significativa no número médio de dias de internamento ou de ventilação mecância. 829 doentes (27,5%) morreram no grupo sujeito a insulinoterapia intensiva e 751 (24,9%) no grupo submetido a tratamento convencional (IC 95%, 1,02 a 1,28, P = 0,02). </li></ul><ul><li>Na grupo sumbetido a insulinoterapia intensiva aumentou o risco absoluto de morte aos 90 dias (em 2.6 pontos percentuais), mantendo-se significativa após ajuste para eventuais fatores de confusão. A hipoglicemia severa foi mais comum neste grupo. </li></ul><ul><li>Assim, o objetivo será manter glicose < 180 mg/dL (menor mortalidade do que a 81-108 mg/dL. </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>The Normoglycemia in Intensive Care Evaluation–Survival Using Glucose Algorithm Regulation (2009) Intensive versus Conventional Glucose Control in Critically Ill Patients. The new england journal of medicine , 360(13). 1283-97
  10. 11. 2. o que há de novo? <ul><li>100 doentes (Idade média 66.2 anos, DP 15,1): 93 com dificuldades de deglutição e 7 com SNG. </li></ul><ul><li>Segurança e eficácia (r/c quantidade de fármaco perdido em cada administração; globalmente durante o tratamento) </li></ul><ul><li>Dever-se-á considerar uma forma ou dosagem mais adequada ou equivalente terapêutico (discussão na equipa). Deve-se triturar cada droga separadamente , evitando misturar drogas em conjunto (incompatibilidades). </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Palese, A., Bello, A., & Magee, J. (2011). Triturating drugs for administration in patients with difficulties in swallowing: evaluation of the drug lost. Journal of clinical nursing, 20(3-4), 587-90. doi: 10.1111/j.1365-2702.2010.03577.x.
  11. 12. 2. o que há de novo? <ul><li>O uso de volume residual gástrico (GRVs) para monitorar a nutrição enteral (NE) no unidade de terapia intensiva de ajuste (UTI) é altamente controversa. 1 </li></ul><ul><li>Agentes procinéticos ter um efeito inconsistente sobre volume residual gástrico. ASPEN/SCCM guidelines , recomendam que VRG < 500 ml não devem resultar na suspensão de NE. Aquando da medição, o volume do conteúdo gástrico aspirado pode ser devolvido para o estômago, sem causar complicações significativas. 2 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Hurt, R. T., & McClave, S. a. (2010). Gastric residual volumes in critical illness: what do they really mean? Critical care clinics , 26 (3), 481-90, viii-ix. Elsevier Ltd. doi: 10.1016/j.ccc.2010.04.010. 2 DeLegge, M. H. (2011). Managing gastric residual volumes in the critically ill patient: an update. Current opinion in clinical nutrition and metabolic care, 14(2), 193-6. doi: 10.1097/MCO.0b013e328341ede7. Hurt & McClave (2010)
  12. 13. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  13. 14. 3. protocolos de administração <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  14. 15. 3. protocolos de administração <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  15. 16. 3. protocolos de administração <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  16. 17. 3. protocolos de administração <ul><li>A adesão não ocorre em ambiente vácuo ou estéril: modificação por fatores externos (hospital, e dentro deste a UCI, são complexos sistemas organizacionais). </li></ul><ul><li>São facilitadores da adesão: formação (adaptada às necessidades), auditoria e feedback , assim como “lembretes de cabeceira”… </li></ul><ul><li>… a adesão poderá ainda ser influenciada por aspetos culturais da organização (crenças compartilhadas, atitudes, valores), assim como a liderança formal e informal e o envolvimento da equipe multidisciplinar e uma comunicação aberta. </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Dhaliwal, R., Madden, S. M., Cahill, N., Jeejeebhoy, K., Kutsogiannis, J., Muscedere, J., et al. (2010). Guidelines, guidelines, guidelines: what are we to do with all of these North American guidelines? JPEN. Journal of parenteral and enteral nutrition, 34(6), 625-43. doi: 10.1177/0148607110378104.
  17. 18. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  18. 19. 4. a realidade do sci1 <ul><li>Contato… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  19. 20. 4. a realidade do sci1 <ul><li>Estabilização </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  20. 21. 4. a realidade do sci1 <ul><li>Observação e análise: </li></ul><ul><ul><li>Plano de Tratamentos </li></ul></ul><ul><ul><li>Plano de Cuidados </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Passa o tempo! </li></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Nutrition support therapy in the form of enteral nutrition (EN) should be initiated in the critically ill patient who is unable to maintain volitional intake C Enteral feeding should be started early within the first 24-48 hours following admission C
  22. 24. <ul><li>Por vezes suporte nutricional iniciado tardiamente e…insuficiente! </li></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>The feedings should be advanced toward goal over the next 48-72 hours E In the ICU patient population, neither the presence nor absence of bowel sounds nor evidence of passage of flatus and stool is required for the initiation of enteral feeding B The target goal of EN (defined by energy requirements) should be determined and clearly identified at the time of initiation of nutrition support therapy. C
  23. 25. 4. a realidade do sci1 <ul><li>Iniciado suporte nutricional, por via entérica, de acordo com protocolo de administração (e tolerância)… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Use of enteral feeding protocols increases the overall percentage of goal calories provided and should be implemented C
  24. 26. <ul><li>NE em detrimento de NP </li></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>EN is the preferred route of feeding over parenteral nutrition (PN) for the critically ill patient who requires nutrition support therapy B
  25. 27. 4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  26. 28. <ul><li>NE de acordo com o peso: </li></ul><ul><ul><li>Primeiros 4 dias são fornecidas 20 kcal/kg/dia (fórmula polimérica/isocalórica) </li></ul></ul><ul><ul><li>5º dia 25 kcal/ kg/dia (fórmula polimérica/ hipercalórica). </li></ul></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Use of enteral feeding protocols increases the overall percentage of goal calories provided and should be implemented C The target goal of EN (defined by energy requirements) should be determined and clearly identified at the time of initiation of nutrition support therapy. C Use of enteral feeding protocols increases the overall percentage of goal calories provided and should be implemented C
  27. 29. <ul><li>Tempos de paragem de perfusão (pré e pós procedimento) demasiado longos! </li></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Inappropriate cessation of EN should be avoided E
  28. 30. <ul><li>Tolerância gástrica: </li></ul><ul><ul><li>≤ 200 cc </li></ul></ul><ul><li>Administração de metoclopramida (10 mg, EV) em SOS </li></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Holding EN for gastric residual volumes <500 mL in the absence of other signs of intolerance should be avoided B Agents to promote motility such as prokinetic drugs (metoclopramide and erythromycin) or narcotic antagonists (naloxone and alvimopan) should be initiated where clinically feasible C
  29. 31. <ul><li>Cabeceira do leito: </li></ul><ul><ul><li>30º </li></ul></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>In all intubated ICU patients receiving EN, the head of the bed should be elevated 30°-45° C For high-risk patients or those shown to be intolerant to gastric feeding, delivery of EN should be switched to continuous infusion D
  30. 32. <ul><li>Calorimetria indirecta: </li></ul><ul><ul><li>Apenas 1 aparelho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Nem todos o usam; </li></ul></ul><ul><ul><li>Restantes: Estimativa das necessidades. </li></ul></ul><ul><li>Doentes que recebem menos necessidades: </li></ul><ul><ul><li>Sem qualquer outro suporte! </li></ul></ul>4. a realidade do sci1 <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Use of enteral feeding protocols increases the overall percentage of goal calories provided and should be implemented C
  31. 33. 4. a realidade do sci1 Lavagem da boca com clorexidina (solução oral, 6/6h e/ou SOS) <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Use of chlorhexidine mouthwash twice a day should be considered to reduce risk of ventilator-associated pneumonia C Development of diarrhea associated with enteral tube feedings warrants further evaluation for etiology E
  32. 34. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  33. 35. 5. complicações <ul><li>1 mês: 400 doentes (total de 3778 dias de NE). Tempo médio de NE: 9,6 +/- 0,4 dias. A média do tempo decorrido desde a admissão à UCI até ao início da administração de NE foi de 3,1 +/- 0,2 dias. Um total de 265 pacientes (66,2%) receberam uma fórmula polimérica padrão e 132 (33,8%) receberam uma fórmula específica. A administração da NE em 91% dos casos foi por SNG. </li></ul><ul><li>A relação de volumes foi calculada diariamente e foi usado como um índice de eficácia da administração da dieta. Doentes com CGI’s apresentaram menor relação do volume (63,1 +/- 1,2% vs 93,3 +/- 0,3%) (p <0,001), maior tempo de internamento (20,6 +/- 1,2 vs 15,2 +/- 1,3 dias), mortalidade (p <0,01) e maior (31% vs 16,1%) (p <0,001). </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Suspensão da NE como conseqüência da CGI’s não controláveis ​​ocorreu em 15,2% dos pacientes. Montejo, J. C. (1999). Enteral nutrition-related gastrointestinal complications in critically ill patients: A multicenter study. Critical Care Medicine, 27 (8), 1447-1453 Complicação % Elevado resíduo gástrico 39 Obstipação 15,7 Diarreia 14,7 Distensão abdominal 13,2 Vómitos 12,2 Regurgitação 5,5
  34. 36. 5. complicações <ul><li>1 mês: 400 doentes (total de 3778 dias de NE). Tempo médio de NE: 9,6 +/- 0,4 dias. A média do tempo decorrido desde a admissão à UCI até ao início da administração de NE foi de 3,1 +/- 0,2 dias. Um total de 265 pacientes (66,2%) receberam uma fórmula polimérica padrão e 132 (33,8%) receberam uma fórmula específica. A administração da NE em 91% dos casos foi por SNG. </li></ul><ul><li>A relação de volumes foi calculada diariamente e foi usado como um índice de eficácia da administração da dieta. Doentes com CGI’s apresentaram menor relação do volume (63,1 +/- 1,2% vs 93,3 +/- 0,3%) (p <0,001), maior tempo de internamento (20,6 +/- 1,2 vs 15,2 +/- 1,3 dias), mortalidade (p <0,01) e maior (31% vs 16,1%) (p <0,001). </li></ul><ul><li>SNG mal posicionada (inserção ou posterior deslocação) </li></ul><ul><li>UP nariz </li></ul><ul><li>Obstrução da SNG </li></ul><ul><li>Impactação </li></ul><ul><li>Pneumonia por aspiração </li></ul><ul><li>Contaminação da nutrição </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Suspensão da NE como conseqüência da CGI’s não controláveis ​​ocorreu em 15,2% dos pacientes. Montejo, J. C. (1999). Enteral nutrition-related gastrointestinal complications in critically ill patients: A multicenter study. Critical Care Medicine, 27 (8), 1447-1453 … E ainda… Complicação % Elevado resíduo gástrico 39 Obstipação 15,7 Diarreia 14,7 Distensão abdominal 13,2 Vómitos 12,2 Regurgitação 5,5
  35. 37. 5. complicações <ul><li>Avaliações diárias utilizando várias técnicas (RX, o comprimento marcação externa, pH, a observação de características aspirado) devem ser realizados por pessoas treinadas. </li></ul><ul><li>Cabeceiras dos leito a 30-45º; </li></ul><ul><li>Cuff do tubo endotraqueal ou traqueostomia: pressão 20-30 cm H 2 O; </li></ul><ul><li>Vigilância durante a administração de NE. </li></ul><ul><li>pneumonia por aspiração </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Sanko, J. S. (2004). Aspiration assessment and prevention in critically ill enterally fed patients: evidence-based recommendations for practice. Gastroenterology nursing, 27(6), 279-85. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15632762.
  36. 38. 5. complicações <ul><li>alterações da motilidade… </li></ul><ul><li>Esofágica </li></ul><ul><ul><li>no doente crítico a frequência e amplitude bem como o percentual de contrações propulsivas do esôfago são reduzidos; Fármacos podem inibir a atividade motora do esófago (cetaminas, benzodiazepinas e opioides). Estas alterações, associadas a dimuição da pressão no esfinter gastroesofágico poderão conduzir a aspiração de conteudo gástrico. </li></ul></ul><ul><li>Distubios no esvaziamento gástrico </li></ul><ul><ul><li>inolerância gástrica é o motivo mais frequentes para as tentativas falhadas de administração de NE (discrepância entre o volume fornecido e o prescrito; aumento do risco de aspiração e crescimento bacteriano. Hiperglicemia, aumento da PIC e stresse poderão também afetar o esvaziamento gástrico . </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Fruhwald, S., Holzer, P., & Metzler, H. (2007). Intestinal motility disturbances in intensive care patients pathogenesis and clinical impact. Intensive care medicine, 33(1), 36-44. doi: 10.1007/s00134-006-0452-7.
  37. 39. 5. complicações <ul><li>alterações da motilidade… </li></ul><ul><li>Fármacos: </li></ul><ul><ul><li>opioides </li></ul></ul><ul><ul><li>paracetamol: “tem um efeito inibitório no peristaltismo do porco da Guiné, que o ácido acetilsalicilico não tem” (Herbert et al., 2005 cit. Fruhwald, Holzer & Metzler; 2007) </li></ul></ul><ul><ul><li>agonista α2 (clonidina) </li></ul></ul><ul><ul><li>catecolaminas </li></ul></ul><ul><ul><li>gestão de fluidos e eletrólitos (12 vs 4 ml/kg/h); Valores aumentados de potássio e magnésio reduzem a duração do ileus . </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Fruhwald, S., Holzer, P., & Metzler, H. (2007). Intestinal motility disturbances in intensive care patients pathogenesis and clinical impact. Intensive care medicine, 33(1), 36-44. doi: 10.1007/s00134-006-0452-7.
  38. 40. 5. complicações <ul><li>alterações da motilidade… </li></ul><ul><li>Inanição: </li></ul><ul><ul><li>Estudos em animais: longo período de fome é associado a atrofia da mucosa e reduzida atividade enzimática ( Dou et al., 2001); </li></ul></ul><ul><ul><li>Seres humano: há evidências de atraso no esvaziamento gástrico, que se correlaciona com o grau de desnutrição e atrofia do estômago e intestinal, acarretando risco de distensão (Stacher, 2003) </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Fruhwald, S., Holzer, P., & Metzler, H. (2007). Intestinal motility disturbances in intensive care patients pathogenesis and clinical impact. Intensive care medicine, 33(1), 36-44. doi: 10.1007/s00134-006-0452-7.
  39. 41. 5. complicações <ul><li>alterações da motilidade… </li></ul><ul><li>Inanição: </li></ul><ul><ul><li>Estudos em animais: longo período de fome é associado a atrofia da mucosa e reduzida atividade enzimática ( Dou et al., 2001); </li></ul></ul><ul><ul><li>Seres humano: há evidências de atraso no esvaziamento gástrico, que se correlaciona com o grau de desnutrição e atrofia do estômago e intestinal, acarretando risco de distensão (Stacher, 2003) </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Fruhwald, S., Holzer, P., & Metzler, H. (2007). Intestinal motility disturbances in intensive care patients pathogenesis and clinical impact. Intensive care medicine, 33(1), 36-44. doi: 10.1007/s00134-006-0452-7.
  40. 42. 5. complicações <ul><li>alterações da motilidade… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Fruhwald, S., Holzer, P., & Metzler, H. (2007). Intestinal motility disturbances in intensive care patients pathogenesis and clinical impact. Intensive care medicine, 33(1), 36-44. doi: 10.1007/s00134-006-0452-7.
  41. 43. 5. complicações <ul><li>diarreia... </li></ul><ul><li>O único fator significativo associado a ocorrência de diarréia foi o consumo de antibióticos (em especial naqueles que receberam a combinação de 2 ou mais antibioticos). Não encontraram associação entre os fatores relacionados à NE, parâmetros analíticos, nem outros fármacos e a diarreia. </li></ul><ul><li>Assim a NE não deve ser visto como a principal causa de diarréia, devendo-se considerar outras possíveis causas antes de reduzir ou suspender a administração de NE. </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Trabal, J., Leyes, P., Hervás, S., Herrera, M., & Talló Forga, M. de. (2008). Factors associated with nosocomial diarrhea in patients with enteral tube feeding. Nutrición hospitalaria : organo oficial de la Sociedad Española de Nutrición Parenteral y Enteral, 23(5), 500-4. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19160901.
  42. 44. 5. complicações <ul><li>diarreia... </li></ul><ul><ul><li>50 doentes: auditoria para avaliar a incidência de diarreia (considerado: frequência de fezes, consistência e quantidade). A incidência de diarreia foi de 78%, aumentando quando o doente permanece durante longos períodos com NE. </li></ul></ul><ul><ul><li>O aumento da gravidade da doença, saturação periférica de oxigénio, o controlo glicémico, albumina e contagem de glóbulos brancos consideram-se fatores estatisticamente significantes para o desenvolvimento de diarréia </li></ul></ul><ul><ul><li>Diarreia, nos doentes criticos, com NE, é multifatorial. A identificação precoce dos fatores de risco de diarréia e o desenvolvimento de um algoritmo de gerenciamento de risco é recomendado. </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Jack, L., Coyer, F., Courtney, M., & Venkatesh, B. (2010). Diarrhoea risk factors in enterally tube fed critically ill patients: a retrospective audit. Intensive & critical care nursing : the official journal of the British Association of Critical Care Nurses, 26(6), 327-34. Elsevier Ltd. doi: 10.1016/j.iccn.2010.08.001.
  43. 45. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Problema não frequente no SCI1. Grande parte dos doentes têm CVC. Por norma, cateterizada veia subclávia. Como recurso jugular interna ou femural (último local a ser cateterizado).
  44. 46. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>CVC em uso no SCI1 – 3 lumens; Respeito pela norma asséptica! Penso impermeável e transparente (IV3000 ® ), sendo isolados os 3 lumens, minimizando as portas de entrada. Troca dos sistemas de perfusão de NP de acordo com a estabilidade da solução; Uso preferencialmente de via única. Uso de filtros lipidicos!
  45. 47. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Uso de bombas infusoras; HBPM: clientes com alto risco!!
  46. 48. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  47. 49. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  48. 50. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>(Odley, 2010) cit. Magalhães, 2011 Hiperglicemia Hipoglicemia Causas “ Fluids infused too fast; too little insulin in infusion solution if diabetic; improper mixture of HPN solution; infection (hyperglycemia can be a very early warning sign, even before fever is present); certain medications (steroids and some hemotherapy agents).” “ HPN fluids stopped abruptly without adequate period of tapering; HPN bag finishing early due to malfunction of pump or decreased volume in bag; too much insulin in infusion solution. ” Prevenção “ Maintain aseptic technique at all times. Inspect labels of all HPN bags closely for consistency in formula; changes in formula should be indicated to you (…); Monitor temperature .” “ Verify volume of bag and that pump is functioning correctly , prior to infusing; report any discrepancies or problems to provider.”
  49. 51. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>(Odley, 2010) cit. Magalhães, 2011 Desidratação Causas “ Depletion of fluids/electrolytes due to increased losses from vomiting, diarrhea, fistula/ostomy output; inadequate intake of HPN infusion/extra fluids as ordered.” Prevenção “ Infuse complete volume of HPN and fluids as ordered (…); report any significant changes from usual pattern (…). Monitor weight at least 3 times per week .”
  50. 52. 5. complicações <ul><li>Nutrição parentérica… </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>(Odley, 2010) cit. Magalhães, 2011 R/C CATÉTER Flebite Infecção Sistémica Infecção / Inflamação Causas “ Typically not an infectious problem, but rather an irritation of the vein caused by the insertion procedure.” “ Poor aseptic technique procedures; contaminated tubing or heparin or saline flushes; contaminated IV solution; exposure to illness outside body or inside body ; routine dental work without prophylactic antibiotic coverage.” “ Poor aseptic technique during site care; retained sutures in skin.” Prevenção “ None. (This complication occurs with approximately 15-20% of insertions.)” “ Use proper aseptic technique at all times. Inspect all solutions beforehand for clouding/particulate matter. Schedule routine dental checkups; “ Use proper aseptic technique during site care, including meticulous handwashing. ”
  51. 53. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>Jejum – porquê? </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  52. 54. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>Sr. J; Pós-operatório de Drenagem de HSD </li></ul><ul><ul><li>Para realização de TQ Percutânea - Pausa alimentar: 0h-17h </li></ul></ul><ul><li>Sra. M; Pós-operatório de Drenagem de HSD </li></ul><ul><ul><li>Para realização de TQ Percutânea - Pausa alimentar: 0h-21h </li></ul></ul><ul><li>Sra A; Insuficiência Respiratória (?) </li></ul><ul><ul><li>Para realização de broncofibroscopia - Pausa alimentar: 0h-11h </li></ul></ul><ul><li>Sra. E; Pós-operatório de Drenagem de HSA </li></ul><ul><ul><li>Para realização de TQ Percutânea - Pausa alimentar: 0h-17h </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  53. 55. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>Esquecimento? Erro? Decisão?
  54. 56. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>A … subsiste???
  55. 57. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>“ devem-se evitar períodos de jejum prolongado no pré-operatório, reduzindo a reação ao stresse peri-operatório ” 1 </li></ul><ul><li>&quot; Enhanced Recovery After Surgery&quot; (ERAS): (…) reduzido jejum pré-operatório , (…) sem interrupção da ingestão alimentar por via oral após a cirurgia, se possível, e um consumo perioperatório de suplemento nutricional oral. Estudos têm mostrado que tais práticas nutricionais contribem para a estabilização perioperatória do organismo, reduzindo a resistência à insulina no pós-operatório, minimizando o catabolismo protéico, diminuindo o stresse oxidativo e melhorando as funções dos vários órgãos ” 2 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Rittler, P., & Jauch, K. -. (2007). Algorithms for nutritional therapy in surgical patients. [Ernährungsmedizinische algorithmen in der chirurgie] Aktuelle Ernahrungsmedizin, 32(6), 299-306. 2 Breuer, J. -., Von Heymann, C., & Spies, C. (2009). Perioperative nutrition - metabolic conditioning. [Perioperative ernährung - Metabolische konditionierung] Aktuelle Ernahrungsmedizin, 34(3), 107-113.
  56. 58. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>American Society of Anesthesiologists Task Force on Preoperative Fasting (1999) cit. Sendelbach (2010) 1 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Sendelbach, S. (2010). Preoperative fasting doesnʼt mean nothing after midnight. The American journal of nursing , 110 (9), 64-5. doi: 10.1097/01.NAJ.0000388269.73122.3d.
  57. 59. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>“ Numa recente revisão sistemática da Cochrane, envolvendo 22 estudos, evidenciou-se que a ingestão de líquidos no pré-operatório imediato (2-3h antes da cirurgia) é segura e não está relacionada com risco de aspiração, regurgitação e de mortalidade em relação a pacientes sob protocolos tradicionais de jejum. A alimentação líquida oral no pré-operatório foi tida como benéfica para o paciente, evitando a desidratação e a sede ” 1 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Aguilar-Nascimento, J. E. D., Perrone, F., & Assunção Prado, L. Í. D. (2009). Jejum pré-operatório de 8 horas ou de 2 horas: o que revela a evidência? Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões , 36 (4), 350-352. doi: 10.1590/S0100-69912009000400014.
  58. 60. 5.1. complicações – o doente em jejum <ul><li>“ Recomendações da ASA propoem que o doente possa ingerir líquidos até 2 horas antes da cirugia e até 6 horas, para refeição leve . NE pode ser uma alternativa antes da cirurgia . NE fornece mais nutrientes (proteínas e gorduras), mais satisfação, menos fome e sede, e menos náuseas e vómitos no pós-operatório (quando comparado com água). </li></ul><ul><li>(…) não há ensaio clínico randomizado controlado, nem qualquer bom estudo sobre tempo de esvaziamento gástrico após a ingestão de NE. Sugerimos novos estudos nesta área (…)” 1 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Sutanto, L. B., Surani, S., Prasetyono, T. O. H., Syamsudin, E., Sugeng, A., & Muhidin, I. (2009). Role of Enteral Nutrition in Pre-operative Patients. Critical Care, 12(3), 95-99.
  59. 61. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  60. 62. 6. monitorização – qualidade? <ul><li>A administração de NE tem sido associado com: </li></ul><ul><ul><li>redução de complicações infecciosas </li></ul></ul><ul><ul><li>redução mortalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>redução do tempo de internamento </li></ul></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>McClave, S. a, Martindale, R. G., Vanek, V. W., McCarthy, M., Roberts, P., Taylor, B., et al. (2009). Guidelines for the Provision and Assessment of Nutrition Support Therapy in the Adult Critically Ill Patient: Society of Critical Care Medicine (SCCM) and American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (A.S.P.E.N.). JPEN. Journal of parenteral and enteral nutrition, 33(3), 277-316. doi: 10.1177/0148607109335234.
  61. 63. 6. monitorização – qualidade? <ul><li>monitorizar o quê? </li></ul><ul><ul><li>administração precoce de NE </li></ul></ul><ul><ul><li>tempo de jejum pré-procedimento </li></ul></ul><ul><ul><li>diferença entre prescrito e administrado </li></ul></ul><ul><ul><li>presença de complicações associadas </li></ul></ul><ul><ul><li>infeção associada ao CVC </li></ul></ul><ul><li>“ A philosophy of continuous improvement of the processes associated with providing a good or service that meets or exceeds customer expectations ” 1 </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>1 Weiner, B. J., Alexander, J. a, Shortell, S. M., Baker, L. C., Becker, M., & Geppert, J. J. (2006). Quality improvement implementation and hospital performance on quality indicators. Health services research , 41 (2), 307-34. doi: 10.1111/j.1475-6773.2005.00483.x.
  62. 64. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  63. 65. 7. Concluindo? Refletindo? <ul><li>caro utilizador, tem a certeza que deseja deixar este diapositivo em branco? </li></ul><ul><li>nutrição entérica – como, quando e onde? </li></ul><ul><li>o que há de novo? </li></ul><ul><li>protocolos de administração </li></ul><ul><li>a realidade do SCI1 </li></ul><ul><li>complicações </li></ul><ul><li>monitorização – qualidade? </li></ul><ul><li>concluindo? refletindo? </li></ul>
  64. 66. Abílio Cardoso Teixeira | Mestrando Ciências Enfermagem: ICBAS – UP (www.ic bas.up.pt)| Enfermeiro: SCI1 (www.sci.com.pt), CHP – HSA (www.hgsa.pt) [email_address] | facebook.com/abilio.cardosoteixeira | pt.linkedin.com/in/abiliocardosoteixeira | slideshare: abiliocardosoteixeira
  65. 67. 8. bibliografia <ul><li>Aguilar-Nascimento, J. E. D., Perrone, F., & Assunção Prado, L. Í. D. (2009). Jejum pré-operatório de 8 horas ou de 2 horas: o que revela a evidência? Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões , 36 (4), 350-352. doi: 10.1590/S0100-69912009000400014. </li></ul><ul><li>Berger, M.M. (2011). Enteral nutrition in hemodynamic instability. Intensivmedizin und Notfallmedizin , 48 (2), 117-118. doi: 10.1007/s00390-010-0231-0. </li></ul><ul><li>Bochicchio, G. V., & Scalea, T. M. (2008). Glycemic Control in the ICU. Advances in Surgery , 42 , 261-275. doi: 10.1016/j.yasu.2008.03.006. </li></ul><ul><li>Brown, K. L., & Phillips, T. J. (2010). Nutrition and wound healing. Clinics in dermatology , 28 (4), 432-9. Elsevier Inc. doi: 10.1016/j.clindermatol.2010.03.028. </li></ul><ul><li>Cahill, N. E., Suurdt, J., Ouellette-Kuntz, H., & Heyland, D. K. (2010). Understanding adherence to guidelines in the intensive care unit: development of a comprehensive framework. JPEN. Journal of parenteral and enteral nutrition , 34 (6), 616-24. doi: 10.1177/0148607110361904. </li></ul><ul><li>Davies, A. R., & Bellomo, R. (2004). Establishment of enteral nutrition: prokinetic agents and small bowel feeding tubes. Current opinion in critical care , 10 (2), 156-61. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15075727. </li></ul><ul><li>DeLegge, M. H. (2011). Managing gastric residual volumes in the critically ill patient: an update. Current opinion in clinical nutrition and metabolic care , 14 (2), 193-6. doi: 10.1097/MCO.0b013e328341ede7. </li></ul><ul><li>Fruhwald, S., Holzer, P., & Metzler, H. (2007). Intestinal motility disturbances in intensive care patients pathogenesis and clinical impact. Intensive care medicine , 33 (1), 36-44. doi: 10.1007/s00134-006-0452-7. </li></ul><ul><li>Gacouin, A., Camus, C., Gros, A., Isslame, S., Marque, S., Lavoué, S., et al. (2010). Constipation in long-term ventilated patients: associated factors and impact on intensive care unit outcomes. Critical care medicine , 38 (10), 1933-8. doi: 10.1097/CCM.0b013e3181eb9236. </li></ul><ul><li>Godoy, D. a, Di Napoli, M., & Rabinstein, A. a. (2010). Treating Hyperglycemia in Neurocritical Patients: Benefits and Perils. Neurocritical care , 425-438. doi: 10.1007/s12028-010-9404-8. </li></ul><ul><li>Heyland, D. K., Cook, D. J., Malhotra, A., Rd, R. D., Henderson, W. R., Chittock, D. R., et al. (2009). patients : a meta-analysis including NICE-SUGAR study data. Cmaj , 180 (8). </li></ul><ul><li>Hurt, R. T., & McClave, S. a. (2010). Gastric residual volumes in critical illness: what do they really mean? Critical care clinics , 26 (3), 481-90, viii-ix. Elsevier Ltd. doi: 10.1016/j.ccc.2010.04.010. </li></ul><ul><li>Izaguirre Guerricagoitia, L., & Truchuelo Aragón, a. (2011). [Prevalence of diarrhea in critical patients units in Spain: A multicenter study.]. Enfermeria intensiva / Sociedad Espanola de Enfermeria Intensiva y Unidades Coronarias , (xx). doi: 10.1016/j.enfi.2010.10.002. </li></ul><ul><li>Jack, L., Coyer, F., Courtney, M., & Venkatesh, B. (2010). Diarrhoea risk factors in enterally tube fed critically ill patients: a retrospective audit. Intensive & critical care nursing : the official journal of the British Association of Critical Care Nurses , 26 (6), 327-34. Elsevier Ltd. doi: 10.1016/j.iccn.2010.08.001. </li></ul>
  66. 68. 8. bibliografia <ul><li>Kansagara, D., Fu, R., Freeman, M., Wolf, F., & Helfand, M. (2011). Clinical Guideline Annals of Internal Medicine Intensive Insulin Therapy in Hospitalized Patients : A Systematic. Annals of Internal Medicine , 154 (4). </li></ul><ul><li>Kattelmann, K. K., Hise, M., Russell, M., Charney, P., Stokes, M., & Compher, C. (2006). Preliminary evidence for a medical nutrition therapy protocol: enteral feedings for critically ill patients. Journal of the American Dietetic Association , 106 (8), 1226-41. doi: 10.1016/j.jada.2006.05.320. </li></ul><ul><li>Kreymann, K. G., Berger, M M, Deutz, N. E. P., Hiesmayr, M., Jolliet, P., Kazandjiev, G., et al. (2006). ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Intensive care. Clinical nutrition (Edinburgh, Scotland) , 25 (2), 210-23. doi: 10.1016/j.clnu.2006.01.021. </li></ul><ul><li>Kwon, R. S., Banerjee, S., Desilets, D., Diehl, D. L., Farraye, F. a, Kaul, V., et al. (2010). Enteral nutrition access devices. Gastrointestinal endoscopy , 72 (2), 236-48. doi: 10.1016/j.gie.2010.02.008. </li></ul><ul><li>Maltby, J. (2006). Fasting from midnight – the history behind the dogma. Best Practice & Research Clinical Anaesthesiology , 20 (3), 363-378. doi: 10.1016/j.bpa.2006.02.001. </li></ul><ul><li>Marik, P. E., & Zaloga, G. P. (2001). Early enteral nutrition in acutely ill patients: a systematic review. Critical care medicine , 29 (12), 2264-70. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11801821. </li></ul><ul><li>McClave, S. a, Martindale, R. G., Vanek, V. W., McCarthy, M., Roberts, P., Taylor, B., et al. (2009). Guidelines for the Provision and Assessment of Nutrition Support Therapy in the Adult Critically Ill Patient: Society of Critical Care Medicine (SCCM) and American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (A.S.P.E.N.). JPEN. Journal of parenteral and enteral nutrition , 33 (3), 277-316. doi: 10.1177/0148607109335234. </li></ul><ul><li>Montejo, J. C., Miñambres, E., Bordejé, L., Mesejo, a, Acosta, J., Heras, a, et al. (2010). Gastric residual volume during enteral nutrition in ICU patients: the REGANE study. Intensive care medicine , 36 (8), 1386-93. doi: 10.1007/s00134-010-1856-y. </li></ul><ul><li>Morais, A. a C., Faintuch, J., Caser, E. B., Costa, D. S., Pazolini, B. a, & Oliveira, A. C. (2011). Nutritional support for critically ill patients: Does duration correlate with mortality? Journal of critical care , 1-7. Elsevier Inc. doi: 10.1016/j.jcrc.2010.12.006. </li></ul><ul><li>Sendelbach, S. (2010). Preoperative fasting doesnʼt mean nothing after midnight. The American journal of nursing , 110 (9), 64-5. doi: 10.1097/01.NAJ.0000388269.73122.3d. </li></ul><ul><li>Soreide, E., & Ljungqvist, O. (2006). Modern preoperative fasting guidelines: a summary of the present recommendations and remaining questions. Best Practice & Research Clinical Anaesthesiology , 20 (3), 483-491. doi: 10.1016/j.bpa.2006.03.002. </li></ul><ul><li>Stuart, P. (2006). The evidence base behind modern fasting guidelines. Best Practice & Research Clinical Anaesthesiology , 20 (3), 457-469. doi: 10.1016/j.bpa.2006.03.001. </li></ul><ul><li>Turner, P. (2010). Providing optimal nutritional support on the intensive care unit: key challenges and practical solutions. The Proceedings of the Nutrition Society , 69 (4), 574-81. doi: 10.1017/S002966511000385X. </li></ul><ul><li>Whelan, K., & Schneider, S. M. (2011). Mechanisms, prevention, and management of diarrhea in enteral nutrition. Current opinion in gastroenterology , 27 (2), 152-9. doi: 10.1097/MOG.0b013e32834353cb. </li></ul>

×