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Mestrado em Gestão de Empresas

Scm na Saude

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Logística e Gestão da
Cadeia de
Abastecimento na
Saúde
Trabalho realizado por:
Diana Carneiro
Mestrado em Gestão de Empresas
Docente: João Paulo Oliveira Pinto
Unidade Curricular: Gestão de Operações
Introdução
Pricewaterhouse Health Research Institute anunciou que seriam gastos
entre 1,2 e 2,2 triliões US $ por ano na saúde
As atividades secundárias são parte integrante das unidades de saúde e por isso
exercem um peso substancial nos custos da Organização -> As atividades
secundárias, que maioritariamente são operações logísticas, devem ser
igualmente analisadas do ponto vista económico
Uma nação não é provida de um orçamento infinito de modo a suprir
todas as necessidades da população, pelo que é necessário priorizar
investimentos e racionalizar custos
Custo de logística na saúde é muito superior à do setor comercial e
eletrónico (redes de distribuição exclusivas e independentes)
Introdução
Custo dos materiais e o constante aumento da concorrência na área da saúde ->
a gestão de stocks de material clínico tem tomado um papel importante nos
hospitais, levando a um aumento qualitativo no atendimento e uma diminuição
dos custos operacionais
Forte necessidade de se estudar os desafios aplicados na área da
saúde, para os gestores de material clínico poderem ter informações,
procurando soluções para reduzir as ineficiências e obter sucesso na
gestão da cadeia de abastecimento
Falha no entendimento dos princípios da cadeia de abastecimento
levou os responsáveis pelas tomadas de decisão a definir de forma
restrita o seu conceito deixando outras áreas inexploradas ou
negligenciadas, diminuindo o potencial desta ferramenta.
Logística e Gestão da Cadeia de
Abastecimento
Definição: o planeamento e a gestão de todas as atividades de sourcing e procurement, conversão e todas as
atividades logísticas. Abrange a coordenação e a procura de colaboração entre parceiros de cadeia ou de canal,
sejam eles fornecedores, intermediários, prestadores de serviços logísticos ou clientes.
Cadeia de
Abastecimento deve
ser vista como um
todo!!!
Elementos Chave da Logística
Gestão de
Transportes
Embalagem e
Utilização
Gestão de
Armazém
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Logística: ser capaz de providenciar um serviço com o menor tempo de resposta, ao mais baixo custo e com
a melhor qualidade
“o produto certo, para o cliente certo, na quantidade certa, na condição certa, no lugar certo, no tempo certo
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EmbalamentoeUtilização
•sistema
coordenado de
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bens/
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o e
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seguro, eficiente
e eficaz,
permitindo o seu
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Armazém •estações de
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logísticos. Com o
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tecnologia foram
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softwares com o
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a tomada de
decisão desde o
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controlo,
coordenação até
todo o tipo de
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  • 1. Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento na Saúde Trabalho realizado por: Diana Carneiro Mestrado em Gestão de Empresas Docente: João Paulo Oliveira Pinto Unidade Curricular: Gestão de Operações
  • 2. Introdução Pricewaterhouse Health Research Institute anunciou que seriam gastos entre 1,2 e 2,2 triliões US $ por ano na saúde As atividades secundárias são parte integrante das unidades de saúde e por isso exercem um peso substancial nos custos da Organização -> As atividades secundárias, que maioritariamente são operações logísticas, devem ser igualmente analisadas do ponto vista económico Uma nação não é provida de um orçamento infinito de modo a suprir todas as necessidades da população, pelo que é necessário priorizar investimentos e racionalizar custos Custo de logística na saúde é muito superior à do setor comercial e eletrónico (redes de distribuição exclusivas e independentes)
  • 3. Introdução Custo dos materiais e o constante aumento da concorrência na área da saúde -> a gestão de stocks de material clínico tem tomado um papel importante nos hospitais, levando a um aumento qualitativo no atendimento e uma diminuição dos custos operacionais Forte necessidade de se estudar os desafios aplicados na área da saúde, para os gestores de material clínico poderem ter informações, procurando soluções para reduzir as ineficiências e obter sucesso na gestão da cadeia de abastecimento Falha no entendimento dos princípios da cadeia de abastecimento levou os responsáveis pelas tomadas de decisão a definir de forma restrita o seu conceito deixando outras áreas inexploradas ou negligenciadas, diminuindo o potencial desta ferramenta.
  • 4. Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento Definição: o planeamento e a gestão de todas as atividades de sourcing e procurement, conversão e todas as atividades logísticas. Abrange a coordenação e a procura de colaboração entre parceiros de cadeia ou de canal, sejam eles fornecedores, intermediários, prestadores de serviços logísticos ou clientes. Cadeia de Abastecimento deve ser vista como um todo!!!
  • 5. Elementos Chave da Logística Gestão de Transportes Embalagem e Utilização Gestão de Armazém Gestão de Informação Gestão de Stocks Logística: ser capaz de providenciar um serviço com o menor tempo de resposta, ao mais baixo custo e com a melhor qualidade “o produto certo, para o cliente certo, na quantidade certa, na condição certa, no lugar certo, no tempo certo e ao custo certo”
  • 6. Logística EmbalamentoeUtilização •sistema coordenado de preparação dos bens/ mercadorias com um manuseio, acondicionament o e embalamento seguro, eficiente e eficaz, permitindo o seu transporte, distribuição, armazenamento, consumo e recuperação, reutilização ou eliminação. Armazém •estações de receção, manuseio, armazenamento, triagem e expedição de mercadorias/ bens. GestãodeStocks • decide quais os bens, quantos e onde se deve encontrar. Quanto maior for o stock de determinado produto maior a capacidade de resposta da empresa face à procura. Do ponto vista financeiro, um stock de um bem imobiliza capital, sendo desejável reduzir o nível deste sem prejudicar o nível de serviço ao cliente SistemadeInformação •compila e integra toda a informação sobre todos os processos logísticos. Com o advento da tecnologia foram criados diversos softwares com o intuito de auxiliar a tomada de decisão desde o planeamento, controlo, coordenação até todo o tipo de operações logísticas GestãodeTransportes •modo de transporte dos bens de consumo, o tempo de trânsito médio, a flexibilidade e capacidade do transporte, planeia as rotas e os horários dos transportes e o tipo de entrega.
  • 7. Cadeia de Abastecimento na Saúde No sector da Saúde é pretendido prestar cuidados ao doente/ cliente e comunidade tanto durante a doença quanto na prevenção e promoção da saúde, sendo por isso a sua principal atividade. As operações logísticas englobam atividades complementares tão diversas como: lavandaria; manutenção de equipamento; transportes; compras; gestão de aprovisionamento e inventário; gestão de resíduos hospitalares; sistema de informação; entre outros.
  • 8. Cadeia de Abastecimento na Saúde • produto sai do fornecedor e é transportado até ao hospital (armazém) onde é armazenadoCiclo 1 • transporte do material clínico do armazém principal para os pequenos armazéns existentes nos diversos serviços, os chamados armazéns avançados Ciclo 2 • transporte desse material para o local de tratamento do utenteCiclo 3
  • 9. Cadeia de Abastecimento na Saúde Aproximadamente 46% do orçamento médio de um hospital em estudo, no Canadá, era gasto em atividades logísticas, mais concretamente 27% em abastecimento de bens, 15% em profissionais direcionados para estas atividades e, por fim, 4% em tempo despendido pelos profissionais de saúde em tarefas logísticas. Langley et al., 2009
  • 10. Cadeia de Abastecimento na Saúde Meados de 2000 Recentemente ➢ infraestruturas muito fracas com áreas de armazenagem muito compartimentadas ➢ processos pouco integrados e burocráticos ➢ utilização do sistema de informação unicamente para processos contabilísticos ➢ incapacidade para controlar exigências e consumos ao nível dos serviços clínicos ➢ níveis globais de stocks na cadeia interna muito elevados ➢ inexistência de uma responsabilidade única sobre toda a logística hospitalar ➢ estratégica das compras, muito menos de modelos de colaboração com fornecedores ➢ … ➢ Criação de uma responsabilidade única (logística) desde o aprovisionamento dos artigos até à distribuição aos serviços clínicos com o controle sobre todos os fluxos físicos, incluindo produtos farmacêuticos, e sobre todos os stocks, incluindo os dos serviços clínicos ➢ Implementação de mecanismos de reposição aos serviços clínicos (lógicas de reposição VMI/CR, ou lógicas JIT); ➢ Criação da área de Strategic Sourcing ➢ Aprimoramento das infraestruturas de Logística.
  • 11. Gestão de Inventário Hospitalar A gestão de inventário representa uma grande percentagem dos custos de capital sobre a organização Os gestores de inventário devem determinar como inventariar um produto de modo a manter o nível de stock e poder assim evitar o excesso ou a falta de produto no local de armazenamento Para um maior controlo da distribuição dos materiais dentro dos hospitais, normalmente é adotada uma política de revisão periódica do sistema de inventário. Os movimentos do stock devem estar concebidos de forma a assegurar o inventário contabilístico permanente, apoiado no registo validado das entradas e saídas de modo a permitir conhecer no curso do exercício, as existências em quantidade e em valor.
  • 12. Gestão de Inventário Hospitalar ➢ Existem diversos tipos de inventário dependendo do motivo pelo qual são necessários Inventário de stock clínico • obtido pelos resultados de consumo Inventário de segurança • é realizado como excesso de stock quando existe a incerteza de procura e lead time stock especulativo • inventário desnecessário adquirido por um maior volume de encomenda superior ao exigido pelo consumo Tecnologias de Informação
  • 13. Gestão de Stocks Ferramenta mais importante ao dispor da gestão para maximizar os resultados líquidos A manutenção de um nível adequado de stock é o desafio que é colocado aos gestores, já que é necessário minimizar os custos de stock não pondo em risco a operacionalidade de toda a logística Pretende obter respostas para as questões: quando e quanto comprar (relações entre entrada e saída de material) Entre as diversas estratégias adotadas para o aumento da rentabilidade sobre o capital investido, a gestão de stocks passa a ser um dos sectores mais importantes para a organização. Procura continua para desenvolver técnicas eficazes que possibilitem o abastecimento necessário nos serviços utilizando o mínimo de investimento
  • 14. Gestão de Stocks na saúde Em muitos sistemas de saúde, os executivos focalizam os esforços de contenção de custos nos preços de fornecimento mais baixos, em vez de diminuir o custo total de entrega, levando a que os gestores de materiais estejam continuamente à procura de formas inovadoras para conter os custos, sem sacrificar a qualidade. Uma das características da gestão do material hospitalar é a utilização de uma política de revisão periódica por serviço (intervalo fixo de revisão) Entraves: 1) Espaço de armazenamento restrito (o reajustamento entre os níveis de serviço e / ou a frequência de entrega de forma a ser possível armazenar todos os materiais dentro do espaço disponível); 2) revisão reflete-se sobre a capacidade do hospital e número de utentes (não inventariando para um dado período)
  • 15. Gestão de Stocks na saúde Stock Funciona como pulmão que garante as oscilações entre a produção e a procura no que diz respeito ao armazenamento dos produtos Garante o abastecimento dos materiais necessários para serviços e produção Desenvolvimento de técnicas matemáticas e estatísticas para auxiliar o planeamento e controlo dos stocks que têm em conta os custos os custos de armazenamento, tempo de abastecimento e impacto causado pela rutura de stock no momento em que são necessários
  • 16. Gestão de Stocks na saúde – Planeamento e controlo dos custos dos stocks Por vezes não é possível saber qual a quantidade exata de produtos que serão utilizados, vencidos ou danificados, pois existe alguma incerteza em relação aos utentes. Planeamento através de dados passados, médias, métodos e técnicas estatísticas (regressão linear, pesquisa ou correlação, etc.) Stock em excesso pode gerar desperdício e empate de capital que poderia ser aplicado em outros recursos rentáveis 1º Passo: identificação das quantidades 2º Passo: Identificar quais as técnicas adotadas prioritariamente, em que circunstâncias são utilizadas, qual a aderência aos serviços de saúde, quais os desafios e limitações
  • 17. Gestão de Stocks na saúde – Técnicas de gestão de stocks Análise ABC Classificação dos artigos em 3 classes (A, B e C) Classe A – 20% dos produtos que representam aprox. 80% da Faturação Total; Classe B – 30% dos produtos que representam aprox. 15% da faturação total; Classe C – 50% dos produtos que representam aprox. 5% da faturação total; Classe A – produtos de elevada procura e/ ou valor monetário (possível rutura traria problemas graves) Para os produtos A’s devem ser estabelecidos níveis de serviço superiores e adotar-se o modelo de revisão contínua (controlo de stocks mais apertado) Os stocks de material clínico hospitalar obrigam a uma grande variedade de materiais, complicando o planeamento do processo de compras (materiais com determinadas especificidades + procura aleatória). Cabe ao gestor de stocks separar os produtos em grupos que tenham características de gestão semelhantes de forma a ser possível fazer uma padronização do material (define o que se deve manter em stock)
  • 18. Gestão de Stocks na saúde – Técnicas de gestão de stocks Tendências da Gestão de stocks Just in Time (JIT) Os sistemas Just in Time (JIT) são aplicados usualmente na gestão de stocks no ambiente hospitalar, pois os processos são mais simplificados e repetitivos. Muitos hospitais americanos usam o sistema JIT para a distribuição de materiais (medicamentos, alimentos, material clínico) Produtos inventariados chegam no momento em que são necessários, em vez de serem armazenados em stock No sector de saúde, o JIT recebe popularmente a denominação de Stockless Materials Management (gestão de materiais sem stock) Stockless Materials Management é um programa desenvolvido entre o hospital e o fornecedor. O fornecedor assume a função de distribuição central do hospital. Fornecedor entrega diariamente os medicamentos necessários, pré-alocados em caixas específicas por cada unidade Obrigatoriedade de Fluxo de Informação Contínuo entre os pontos de consumo no hospital e o fornecedor
  • 19. Análise do Estudo – Gestão de Stocks de Material Clínico Este estudo centra-se na gestão de stocks de material clínico do Hospital Privado de Aveiro (CliRia) Cálculo da Curva ABC através dos seguintes passos: Passo 1: listagem dos produtos consumidos com o preço unitário; Passo 2: listagem das quantidades consumidas; Passo 3: calcular o valor do consumo, multiplicando o custo unitário pelas quantidades consumidas nesse intervalo de tempo; Passo 4: calcular a percentagem representativa de cada produto relativamente ao valor total dos produtos; Passo 5: apresentação da listagem por ordem decrescente de valor; Passo 6: calcular a percentagem acumulada do valor total de cada produto; Passo 7: estabelecer a separação entre classes; Passo 8: representação gráfica dos resultados.
  • 20. Análise do Estudo – Gestão de Stocks de Material Clínico Classe A = 64 materiais; 20,16% do material clínico é responsável por 79,88% do custo total Classe B e C = 253 materiais; 79,84% do material clínico é responsável por 20,12% desse custo Interpretação dos resultados
  • 21. 317 11 Análise do Estudo – Gestão de Stocks de Material Clínico Classe A •Perceber o consumo semanal •Identificação do tipo de gestão adotado pelo hospital: cálculo da taxa de rotação de stocks (consumo no período/ stock médio), taxa de cobertura (stock médio/ consumo médio semanal), stock de segurança e ponto de encomenda
  • 22. Análise do Estudo – Gestão de Stocks de Material Clínico Valores que correspondem ao nível de alerta para a realização de uma nova encomendas Identifica a utilização de stocks de segurança, pelo que o stock deve ser reposto com brevidade para não haver rutura do mesmo.
  • 23. Análise do Estudo – Gestão de Stocks de Material Clínico Processo Simples e eficaz Permite o cálculo fácil do ponto de encomenda (controlo das existências) Fundamental atualizar/ comprar os softwares com estes valores de stock de segurança, ponto de encomenda, entre outros, para que sempre que estes valores sejam atingidos o software alerte, recomendando uma quantidade de encomenda já estipulada
  • 24. Conclusão Aplicação da Cadeia de Abastecimento na área da Saúde encontra-se subdesenvolvida. As operações de logística na atualidade são preponderantes para o bom funcionamento das unidades de saúde, apresentando uma quota parte no orçamento. É importante que os gestores tomem consciência da relevância do papel destas operações e o quão importante é otimizar estes processos logísticos.