Urgência e emergência

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Urgência e emergência

  1. 1. EMERGÊNCIA E URGÊNCIA Segundo o Conselho Federal de Medicina, em sua Resolução CFM n° 1.451, de 10 de março de 1995 Urgência significa a ocorrência imprevista de agravo à saúde, com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata. Emergência como sendo constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, tratamento médico imediato.
  2. 2. EMERGÊNCIAS • EMERGÊNCIAS: são situações que apresentem alteração do estado de saúde, com risco iminente de vida. O tempo para resolução é extremamente curto, normalmente quantificado em minutos.
  3. 3. EMERGÊNCIAS • Tais como: perda de consciência sem recuperação, dificuldade respiratória de forma aguda acompanhada de cianose, chiado, dor intensa súbita no peito acompanhada de suor frio, falta de ar e vômitos; dificuldade de movimentação ou de fala repentina; grande hemorragia; quadro alérgico grave com placas vermelhas, tosse, falta de ar e inchaço; movimentos descoordenados em todo o corpo ou parte deles acompanhados de desvio dos olhos, repuxo da boca com sialorréia; aumento súbito da pressão arterial, acompanhado de dores de cabeça de forte intensidade. Acidentes domésticos graves com fraturas e impossibilidade de locomoção do enfermo, queda de grandes alturas, choque elétrico, afogamentos e intoxicações graves.
  4. 4. URGÊNCIAS • URGÊNCIAS: são situações que apresentem alteração do estado de saúde, porém sem risco iminente de vida, que por sua gravidade, desconforto ou dor, requerem atendimento médico com a maior brevidade possível. O tempo para resolução pode variar de algumas horas até um máximo de 24 horas. • Tais como: cefaléias súbitas de forte intensidade, não habituais e que não cedem aos medicamentos rotineiros; dor lombar súbita muito intensa acompanhada de náuseas, vômitos e alterações urinárias; febre elevada em crianças de causa não esclarecida.
  5. 5. EMERGÊNCIA E URGÊNCIA Note-se que esses conceitos estão relacionados ao fator tempo como determinante do prognóstico vital.
  6. 6. (...) relativo a emergir, ou seja, alguma coisa que não existia, ou que não era vista, e que passa a existir ou ser manifesta, representando, dessa forma, qualquer queixa ou novo sintoma que um paciente passe a apresentar. Assim, tanto um acidente quanto uma virose respiratória, uma dor de dente ou uma hemorragia digestiva, podem ser consideradas emergências (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006).
  7. 7. EMERGÊNCIA E URGÊNCIA RISCOS • ART. 135 – Deixar de prestar assistência quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada e extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos o socorro da autoridade pública: Pena – detenção de um a seis meses, ou multa Parágrafo único – A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.
  8. 8. RESPONSABILIDADES E DEVERES A Resolução 311/2007 (Código De Ética Dos Profissionais De Enfermagem) • Art. 22 - Disponibilizar seus serviços profissionais à comunidade em casos de emergência, epidemia e catástrofe, sem pleitear vantagens pessoais. • PROIBIÇÕES • Art. 26 - Negar Assistência de Enfermagem em qualquer situação que se caracterize como urgência ou emergência. • Art.129 - A pena de Cassação do Direito ao Exercício Profissional é aplicável nos casos de infrações ao que está estabelecido nos artigos: .....deste Código.
  9. 9. MISSÃO DO ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO • Ser instrumento capaz de acolher o cidadão e garantir um melhor acesso aos serviços de urgência/emergência.
  10. 10. OBJETIVOS • Humanizar o atendimento mediante escuta qualificada do cidadão que busca os serviços de urgência/emergência; • Classificar, mediante protocolo, as queixas dos usuários que demandam os serviços de urgência/emergência, visando identificar os que necessitam de atendimento médico mediato ou imediato; • Utilizar o encontro com o cidadão como instrumento de educação no que tange ao atendimento de urgência/emergência; • Construir os fluxos de atendimento na urgência/emergência considerando a rede dos serviços de prestação de assistência à saúde.
  11. 11. TRIAGEM EMERGÊNCIA/ URGÊNCIAS EM ACIDENTES
  12. 12. OBSERVAÇÕES GERAIS • Alguns grupos de pacientes foram descritos no protocolo como situações especiais. São eles: idosos, deficientes físicos, deficientes mentais, acamados, pacientes com dificuldade de locomoção, gestantes, algemados, escoltados ou envolvidos em ocorrência policial, vítimas de abuso sexual e pacientes que retornam em menos de 24h sem melhora. • Esses pacientes devem merecer atenção especial da equipe da Classificação de Risco e, dentro do possível, a sua avaliação deve ser priorizada, respeitando a situação clínica dos outros pacientes que aguardam atendimento.
  13. 13. EMERGÊNCIA E URGÊNCIA • Vamos Classificar estas situações? – Cólica renal – Parada cardiorrespiratória – Aspiração de corpos estranhos – Intoxicações graves, afogamentos, choques elétricos. – Vômitos repetidos; – Dor lombar súbita e intensa com náusea e vômitos; – Fratura fechada de rádio com perfusão menor que 2”; – Quadro alérgico grave sem edema de glote; – Dispnéia intensa, sudorese, incapacidade de permanecer deitado, pele, lábios e língua cianóticos; – Elevação súbita da pressão arterial com intensa dor de cabeça; – Fraturas com hemorragias ou perda de consciência; – Apendicite não supurada; – Politraumatismo; – Apendicite supurada;

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