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81 slids planejamento e projeto do processo logístico 02 jul 2013

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Planejamento e Projeto do
Processo logístico
"Não é o que não sabemos que nos impede de vencer - é justamente o
que já sabemos o nosso maior obstáculo ".
OBJETIVOS DO CURSO
1. Revisar conceitos e estrutura da Cadeia de Suprimentos (Supply
Chain);
2. Apresentar metodologia para planejamento do projeto logístico:
 Conceitos fundamentais ;
 “Check List” para o projeto;
3. Apresentação da Empresa escolhida pelos alunos;
4. Inicio do Diagnóstico da Empresa – foco em manuseio de
materiais.
• Administrador-Sócio da DELAM SERVIÇOS DE TREINAMENTO E CONSULTORIA
EM EDUCAÇÃO LTDA. Coordenador do MBA em Gestão da Tecnologia da
Informação para Colaboradores da Grendene e Votorantim no Instituto Executivo de
Formação. Ex-Diretor de Negócios e Empreendedorismo da Fundação Núcleo de
Tecnologia Industrial-NUTEC. Autor dos Projetos dos Cursos Curta Duração de
Logística Supply Chain e Suprimentos, Compras e Negociação com Fornecedores
pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. Ministrei mais de oitenta cursos, desde
2007. Professor de Pós-Graduação Controladoria e Auditoria na Faculdade Vale
Jaguaribe. Ex-Consultor da Ernst Young. Gerente de Shopping. Mestre em Gestão,
com Habilitação Logística Empresarial, pela Universidade Lusíada Portugal.
Treinamento em Processos de Compras, baseado ERP na Empresa Solução
Sistemas. Treinamento Planejamento Compras e Negociação Fornecedores (CRM)
na Distribuidora SODINE. Ministrei Palestra: "A Engenharia da Sustentabilidade"
Workshop Jornada de Engenharia 2012 Universidade Estadual Vale do Acaraú-
Sobral. Ministrei Palestra: “Formação de Empreendedores para Sucesso Financeiro,
CEPEP-Fortaleza. Professional Self Coaching , Certificado pelas Entidades:
International Association Coaching, European Coaching Association Instituto
Brasileiro Coaching.
• Mais de vinte e cinco anos de vivência e experiência em Gestão, Desenho,
Redesenho e Auditoria de Processos nos Centros de Custos. Consultoria nas áreas
Logística Empresarial, Produção, Análise de Risco do Negócio, Análise de Mercado
para Diagnóstico e Planejamento Estratégico.
PERFIL PROFISSIONAL
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PLANEJAMENTO E PROJETO PROCESSO LOGÍSTICO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
PREVISTO FORMAÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO DURANTE O CURSO*
 Objetivos do Curso e Revisão
Cadeia Suprimento;
 O que é Logística Supply Chain;
 Missão da Logística;
 Estratégia Corporativa;
 Visão Geral do Planejamento;
 Logística de Suprimentos;
 Estratégia de Logística SC;
 Fluxo Planejamento Logístico;
 Planejamento Logístico SC;
 Exemplos de Processo de
Decisão Estratégica, Tática e
Operacional
 Tópicos Avaliação Ambiente
Externo;
 Tópicos Levantamento Ambiente
Interno;
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 Desenvolvimento da Lógica de
Apoio;
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Em “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas”
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você pretende chegar.
Definir a orientação estratégica de uma empresa a fim de capacitá-la a
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Trata-se de um processo criativo, de projeções do futuro, normalmente
orientado pela cúpula da organização, em que as diretrizes gerais da
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5
REVISÃO CADEIA DE
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 Cadeias de suprimentos (Supply Chain) é um conjunto
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81 slids planejamento e projeto do processo logístico 02 jul 2013

  • 1. Planejamento e Projeto do Processo logístico "Não é o que não sabemos que nos impede de vencer - é justamente o que já sabemos o nosso maior obstáculo ".
  • 2. OBJETIVOS DO CURSO 1. Revisar conceitos e estrutura da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain); 2. Apresentar metodologia para planejamento do projeto logístico:  Conceitos fundamentais ;  “Check List” para o projeto; 3. Apresentação da Empresa escolhida pelos alunos; 4. Inicio do Diagnóstico da Empresa – foco em manuseio de materiais.
  • 3. • Administrador-Sócio da DELAM SERVIÇOS DE TREINAMENTO E CONSULTORIA EM EDUCAÇÃO LTDA. Coordenador do MBA em Gestão da Tecnologia da Informação para Colaboradores da Grendene e Votorantim no Instituto Executivo de Formação. Ex-Diretor de Negócios e Empreendedorismo da Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial-NUTEC. Autor dos Projetos dos Cursos Curta Duração de Logística Supply Chain e Suprimentos, Compras e Negociação com Fornecedores pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. Ministrei mais de oitenta cursos, desde 2007. Professor de Pós-Graduação Controladoria e Auditoria na Faculdade Vale Jaguaribe. Ex-Consultor da Ernst Young. Gerente de Shopping. Mestre em Gestão, com Habilitação Logística Empresarial, pela Universidade Lusíada Portugal. Treinamento em Processos de Compras, baseado ERP na Empresa Solução Sistemas. Treinamento Planejamento Compras e Negociação Fornecedores (CRM) na Distribuidora SODINE. Ministrei Palestra: "A Engenharia da Sustentabilidade" Workshop Jornada de Engenharia 2012 Universidade Estadual Vale do Acaraú- Sobral. Ministrei Palestra: “Formação de Empreendedores para Sucesso Financeiro, CEPEP-Fortaleza. Professional Self Coaching , Certificado pelas Entidades: International Association Coaching, European Coaching Association Instituto Brasileiro Coaching. • Mais de vinte e cinco anos de vivência e experiência em Gestão, Desenho, Redesenho e Auditoria de Processos nos Centros de Custos. Consultoria nas áreas Logística Empresarial, Produção, Análise de Risco do Negócio, Análise de Mercado para Diagnóstico e Planejamento Estratégico. PERFIL PROFISSIONAL http://delanoy.blogspot.com
  • 4. PLANEJAMENTO E PROJETO PROCESSO LOGÍSTICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PREVISTO FORMAÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO DURANTE O CURSO*  Objetivos do Curso e Revisão Cadeia Suprimento;  O que é Logística Supply Chain;  Missão da Logística;  Estratégia Corporativa;  Visão Geral do Planejamento;  Logística de Suprimentos;  Estratégia de Logística SC;  Fluxo Planejamento Logístico;  Planejamento Logístico SC;  Exemplos de Processo de Decisão Estratégica, Tática e Operacional  Tópicos Avaliação Ambiente Externo;  Tópicos Levantamento Ambiente Interno;  Avaliação da Tecnologia;  Desenvolvimento da Lógica de Apoio;  Planejando o Projeto;  Plano de Trabalho do Projeto;  Coleta e Análise de Dados;  Recomendações e Implantação;  Formação Grupos de Trabalho.
  • 5. Em “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” Alice pergunta ao Gato Cheshire: Você, por favor, poderia me dizer para onde devo ir a partir daqui? E o gato responde: Isso depende principalmente de até onde você pretende chegar. Definir a orientação estratégica de uma empresa a fim de capacitá-la a atingir seus objetivos de lucros, crescimento e participação no mercado, deve ser a primeira e a mais importante das preocupações para a gerência Trata-se de um processo criativo, de projeções do futuro, normalmente orientado pela cúpula da organização, em que as diretrizes gerais da empresa são delineadas e consolidadas num projeto corporativo conjunto 5
  • 6. REVISÃO CADEIA DE SUPRIMENTOS  Cadeias de suprimentos (Supply Chain) é um conjunto de atividades funcionais (transporte, controle de estoques, etc...) que se repetem inúmeras vezes ao longo do canal pelo qual matérias-primas vão sendo convertidas em produtos acabados, aos quais se agrega valor ao consumidor;
  • 7. 7 Parte do SCM que planeja, opera, controla Fluxo (Forward & Reverse) e Armazenagem de Bens, Serviços e Informações Fornecedor Cliente de forma econômica eficiente e efetiva satisfazendo as necessidades e preferências dos clientes CSCMP - Council of Supply Chain Management Professionals O que é Logística?
  • 9. Estratégia Corporativa A criação da estratégia corporativa começa com uma definição clara dos objetivos da empresa clientes empresaconcorrentesfornecedores É provável que ocorra um processo de estabelecimento da visão, no qual estratégias não convencionais, desconhecidas e até mesmo aparentemente sem sentido serão levadas em consideração É indispensável um entendimento geral de quais são as metas mais importantes: realizações de lucros, retorno do investimento, participação no mercado ou crescimento Componentes de uma boa estratégia
  • 10. Na etapa seguinte... Estratégia Corporativa Um brainstorming sobre o que se pode conseguir com uma estratégia de nicho é o resultado desse processo de estabelecimento da visão as amplas visões estratégicas precisam ser transformadas em projetos mais concretos Essas estratégias tornam-se, a essa altura, orientações específicas sobre a melhor maneira de transformar a projeção/visão da companhia em realidade 10
  • 11. Estratégia Corporativa A estratégia corporativa impulsiona as estratégias funcionais porque estas são englobadas na primeira, como se mostra na figura seguinte A estratégia corporativa é concretizada à medida que produção, marketing, finanças e logística dão continuidade aos planos elaborados para cumpri-la 11
  • 12. Visão Geral do Planejamento Estratégico Funcional para um Planejamento Estratégico Corporativo 12
  • 13. LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS CARACTERIZA O INÍCIO DA CADEIA LOGÍSTICA E TEM COMO ELEMENTOS:  DESENVOLVIMENTO, ESPECIFICAÇÃO, E PROJETO DO PRODUTO;  PREVISÃO DE DEMANDA;  PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE NOVAS FONTES DE FORNECIMENTO;  COMPRAS;  RECEBIMENTO;  ESTOCAGEM DE MATÉRIAS-PRIMAS E COMPONENTES E SEUS RESPECTIVOS CONTROLES.
  • 14. É opinião quase unânime que uma estratégia logística inclui três objetivos principais: A escolha de uma boa estratégia de logística exige o emprego de grande parte dos mesmos processos criativos inerentes ao desenvolvimento de uma boa estratégia corporativa redução de custos redução de capital melhoria dos serviços A redução de custos é a estratégia voltada para o enxugamento dos custos variáveis relacionados ao transporte e armazenagem Selecionar o melhor modo de transporte Maximização dos lucros é o objetivo maior Escolher um entre vários locais de armazenagem Estratégia de Logística/CS
  • 15. Redução de capital... Estratégia de Logística/CS ...estratégia voltada para o enxugamento do nível dos investimentos nos sistemas logísticos Maximizar o retorno sobre os ativos logísticos é a motivação desta estratégia. Embarcar diretamente para o cliente a fim de evitar o armazenamento Armazenamento público em lugar das opções privadas Provedores terceirizados de serviços logísticos Abordagem just-in-time em lugar de manter estoques 15
  • 16. Estratégia de Logística/CS Estratégias de melhoria de serviços normalmente admitem que os lucros dependem do nível dos serviços logísticos proporcionado Para ser eficiente, a estratégia de serviço é desenvolvida sempre tendo como parâmetro os serviços proporcionados pelos concorrentes Uma estratégia de logística proativa muitas vezes começa com as metas empresariais e as exigências dos serviços ao cliente Esses fatores já foram mencionados como estratégias de “ataque” para enfrentar a concorrência A parte restante do projeto do sistema logístico pode então derivar dessas estratégias de ataque 16
  • 17. Cada elo do sistema logístico é planejado e comparado com todos os demais num processo de planejamento logístico integrado O desenho dos sistemas de gestão e controle mostrado a seguir, completa o ciclo de planejamento Projetar estratégias eficientes de logística de serviços ao consumidor não exige qualquer programa ou técnica em especial, trata-se apenas do produto de uma mente privilegiada Uma vez formulada a estratégia dos serviços logísticos, a tarefa é concretizar seus objetivos Estratégia de Logística/CS 17
  • 18. Fluxo do Planejamento Logístico 18
  • 19. Níveis de Planejamento: Planejamento de Logística/CS O planejamento logístico busca sempre responder às perguntas sobre o quê, quando e como Planejamento estratégico Planejamento tático Planejamento operacional É considerado de longo prazo, com o horizonte temporal de mais de um ano - estratégico Tem um horizonte temporal intermediário, normalmente inferior a um ano - tático Processo decisório de curto prazo, com decisões normalmente tomadas a cada hora, ou diariamente - operacional 19
  • 20. Exemplos de Processo de Decisão Estratégica, Tática e Operacional 20
  • 21. Planejamento estratégico Planejamento operacional Planejamento de Logística/CS dados incompletos e inexatos Os planos são em geral considerados adequados quando conseguem mostrar-se razoavelmente próximos do nível ótimo dados precisos e os métodos para o planejamento devem ter condições de operar com a maior parte desses dados e ainda elaborar planos razoáveis 21
  • 22. O planejamento logístico procura resolver quatro grandes áreas de problemas: Principais Áreas de Planejamento níveis de serviço decisões sobre transportes decisões sobre estoques localização das instalações Essas áreas de problemas são inter-relacionadas e devem ser planejadas como uma unidade, embora seja comum planejá-las em separado. Cada uma delas tem significativo impacto sobre o projeto do sistema 22
  • 23. 23 Sistemas de Controle Logístico  Controlar os fluxos de demanda; informações adequadas, com tempo para a tomada de decisão, viabilizam o atendimento de quantidades certas de materiais e produtos no momento exato a um custo mínimo.  Informações logísticas compreendem dados de praticamente todas as atividades da empresa (produção, setor financeiro, distribuição, armazenagem, vendas, etc.) conforme figura à seguir: Qual o objetivo principal do Sistema de Controle Logístico
  • 25. 25
  • 26. ESTRUTURAÇÃO DAS ÁREAS DE CONHECIMENTO DO ESTUDO LOGÍSTICO  Estruturação das Áreas de Conhecimento do Estudo, apresentada no próximo slide, traça um esquema da relação entre as áreas de conhecimentos que serão abordadas;  Há uma subordinação natural de abrangência das áreas, com os temas mais amplos condicionando os menos abrangentes;  Há também um processo de retroalimentação dos temas mais especializados para que áreas mais abrangentes foquem, dentro de sua amplitude, aquelas partes que se relacionam com os temas menores. Desta forma, pode-se afirmar que esta estrutura do conhecimento adquire uma dinamicidade que pode caracterizá-la como um processo. 26
  • 27. 27
  • 28. 28 Desenvolvimento de Sistemas de Informação 1-Levantamento (identificar e definir escopo, objetivos, funções); 2-Projeto Lógico (especificar requisitos operacionais – entrada de dados, forma de armazenagem e apresentação de resultados; estrutura dos dados e funções a serem executadas; testes de aceitação; como será suprida a demanda a custo mínimo); 3-Projeto Físico (software básico, hardware para aplicações, equipamentos de comunicação, regras e controles sobre a operação; em função do orçamento = arquitetura do sistema); 4-Implementação; 5-Testes e 6-Implantação.  Desenvolver o sistema especificado nos projetos com grande interação entre analistas, programadores e usuários futuros do sistema em todos os níveis.  Ir usando e avaliando o sistema a medida que for implantado. Quais as Etapas do Desenvolvimento de Sistemas de informação?
  • 29. 29 Quais as aplicações mais populares nos Sistemas de Informações Logísticas? As aplicações mais populares nos Sistemas de Informações Logísticas que deverão estar integradas são:  ERP – Sistema de Gestão Empresarial (Enterprise Resources Planning)  APS – Planejamento e Programação Avançados (Advanced Planning and Scheduling)  TMS – Gerenciamento de Transportes  DRP – Planejamento de recursos de distribuição (Distribution Resources Planning)  MRP –Planejamento de Requisitos de Material (Materials Requirementes Planning)  MRPII –Planejamento de Recursos de Produção (Manufacturing Resources Planning)  WMS – Gerenciamento de Depósito/Armazém  CPFR – Planejamento Colaborativo (Collaborative, Planning, Forecasting and Replenishment)  ROT – Roteirização  SFA – Automação da Força de Vendas  PDM – Gerenciamento de Dados do Produto  CRM –Gestão do Relacionamento com Clientes (Customer Relationship Management)
  • 30. Triângulo de tomadas de decisões Logísticas 30
  • 31. Metas dos Serviços aos Clientes Planejamento de Logística/CS O nível do serviço logístico proporcionado aos clientes afeta radicalmente o projeto do sistema Serviços mínimos possibilitam um número menor de locais de estocagem e transportes mais baratos A principal meta em termos de planejamento logístico estratégico deve ser a determinação de níveis apropriados de serviços No entanto quanto mais pressionados os limites desses serviços, maiores se tornam os custos logísticos, crescendo a uma taxa desproporcional em relação ao nível de serviço 31
  • 32. Estratégia de localização das instalações Planejamento de Logística/CS Determinando-se o número, localização e tamanho das instalações e pela atribuição de uma fatia de demanda se estabelece o caminho pelo qual o produto é direcionado ao mercado Atender a demanda diretamente das fábricas, fornecedores ou pontos de estoque, ou direcioná-la por meio de pontos selecionados de armazenamento, são elementos que pesam nos custos totais de distribuição Assim, encontrar a alocação de custos mais baixa ou alternativa de maior lucratividade é a essência da estratégia de localização das instalações 32
  • 33. Decisões de estoque Planejamento de Logística/CS Alocar (empurrar) estoques aos pontos de armazenagem ou puxá-los para os pontos de estocagem de acordo com as regras de reposição são estratégias diferentes Localizar seletivamente vários itens da linha de produtos em armazéns de fábricas, regionais ou de campo, ou gerenciar níveis de estoques mediante vários métodos de controle contínuo, são estratégias adicionais 33
  • 34. Estratégia de Transporte Planejamento de Logística/CS Decisões sobre transporte São decisões sobre as quais pesam fatores como a distância entre os armazéns, os clientes e as fábricas, fatores esses que, adicionalmente, têm influência sobre a localização do armazém. Os níveis de estoque também dependem das decisões sobre transporte que variam conforme o volume de cada remessa Seleção do modo Volume de embarque ProgramaçãoRoteirização 34
  • 35. Conceituação do Problema de Planejamento Logístico/CS Planejamento de Logística/CS Outra maneira de abordar o problema do planejamento logístico é observá-lo como uma rede abstrata de ligações e nós As ligações da rede representam a movimentação de mercadorias entre os vários pontos de estocagem É possível a existência de várias ligações entre qualquer elenco de nós, de maneira a representar formas alternativas de serviços de transporte, rotas diferenciadas e produtos também diferentes Pontos (lojas de varejo, armazéns, fábricas ou vendedores) Nós 35
  • 36. Planejamento de Logística/CS Os nós representam pontos em que o fluxo dos estoques experimenta uma parada temporária antes do transporte para uma loja de varejo, a caminho do consumidor final Essas atividades de transporte - armazenagem para fluxos de estoques representam uma parcela do sistema logístico total. Existe ainda uma rede de fluxos de informação Como conceito, a rede de informação é muito semelhante à rede de fluxo de mercadorias, pois ambas podem ser vistas como uma coleção de ligações e nós Os nós são os vários pontos de coleta e processamento de dados 36
  • 37. Contudo, há uma grande diferença entre as redes: Planejamento de Logística/CS no canal de distribuição em direção ao consumidor final, as mercadorias têm fluxo para baixo, ao passo que a informação flui, mas não na sua totalidade, para cima no canal em direção às fontes de matérias-primas A rede de fluxo de mercadorias e a rede de informações combinam-se para formar um sistema logístico 37
  • 38. Planejamento de Logística/CS As redes são interdependentes, por exemplo, o projeto da rede de informação exerce influência sobre os prazos do ciclo de pedidos para o sistema, os prazos dos ciclos de pedidos afetam os níveis de estoques que precisam ser mantidos nos nós da rede de mercadorias, a disponibilidade de estoques afeta os níveis de serviços aos clientes, e estes afetam os prazos de ciclo de pedidos e o projeto da rede de informação 38
  • 39. Planejamento de Logística/CS A rede deve ser construída com uma configuração de armazéns, pontos de varejo, fábricas, alocação de estoques, serviços de transporte e sistemas de processamento de informação, que possam atingir um equilíbrio ótimo entre os rendimentos derivados do nível de serviços ao cliente estabelecido pelo projeto de rede e os custos ligados à criação e operação dessa rede O planejamento logístico é um problema de projeto 39
  • 40. Diagrama de uma rede abreviada para um sistema logístico 40
  • 41. Planejamento de Logística/CS No processo de planejamento, a questão mais importante é saber quando a rede deve ser planejada ou remodelada Quando Planejar Quando não há sistema logístico, como é comum nos casos de uma nova empresa ou de novos itens incluídos numa linha de produtos já tradicional, a necessidade de planejar uma rede logística é obvia 41
  • 42. Planejamento de Logística/CS Podemos apresentar diretrizes gerais para a avaliação e auditoria da rede nas cinco áreas-chave: Serviços aos clientes Demanda Características dos produtos Custos logísticos Política de precificação 42
  • 43. Planejamento de Logística/CS Demanda: Tanto o nível da demanda quanto sua dispersão geográfica influem poderosamente sobre a configuração das redes logísticas Mesmo que as condições existentes apontem apenas a necessidade de expansão ou redução das instalações existentes, mudanças consideráveis e velozes nos padrões da demanda podem tornar obrigatório que se instalem novos armazéns ou fábricas em áreas de rápido crescimento, e que, ao mesmo tempo, sejam fechadas instalações em mercados de crescimento lento ou em declínio 43
  • 44. Planejamento de Logística/CS Serviços ao cliente: no seu sentido mais amplo, incluem disponibilidade de estoque, rapidez de entrega e agilidade e precisão no processamento dos pedidos Reformular a estratégia logística é uma necessidade comum quando o nível dos serviços é alterado em função da força da concorrência, revisões de políticas ou de metas de serviços arbitrariamente diferentes daquelas a partir das quais a logística original teve base 44
  • 45. Planejamento de Logística/CS Alterar as características de um produto pode mudar substancialmente um dos elementos dos custos no mix logístico com reduzida mudança para os demais, isto acaba criando um novo ponto de equilíbrio de custos para o sistema logístico Características dos produtos: Os custos logísticos são sensíveis a características tais como peso, volume (cubagem), valor e risco. No canal logístico essas características podem ser alteradas por meio do desenho da embalagem ou do estado final do produto durante o embarque ou estocagem 45
  • 46. Planejamento de Logística/CS Custos Logísticos: os custos a que a empresa se sujeita em matéria de suprimento físico e de distribuição física acabam determinando a frequência com que seu sistema logístico precisa ser replanejado Custos Logísticos: os custos a que a empresa se sujeita em matéria de suprimento físico e de distribuição física acabam determinando a frequência com que seu sistema logístico precisa ser replanejado Quando os custos logísticos são elevados, como é usual no caso de produtos químicos embalados e de produtos alimentícios, a estratégia logística passa a constituir uma preocupação fundamental 46
  • 47. Planejamento de Logística/CS A política de preços afeta ainda a transferência da titularidade das mercadorias e da responsabilidade pelo transporte no canal de distribuição Alterações na política de precificação sob o qual os produtos são comprados ou vendidos, têm consequências para a estratégia logística devido a essa política definir a responsabilidade por determinadas atividades logísticas 47
  • 48. Planejamento de Logística/CS Embora os custos sejam transferíveis ao longo do canal logístico, seja qual for o tratamento a eles dispensado pelo mecanismo de precificação, existem empresas que planejam seu sistema logístico a partir dos custos pelos quais são responsáveis Se a empresa tem uma política de preços segundo a qual é o cliente que paga pela entrega das mercadorias, a estratégia daí resultante normalmente inclui poucos pontos de estocagem, a não ser que haja restrições aos serviços aos clientes que exijam tais pontos 48
  • 49. Diretrizes para a Formulação de Estratégias Planejamento de Logística/CS Muitos dos princípios e conceitos que orientam o planejamento logístico são decorrência da natureza especial das atividades logísticas, principalmente o transporte. Outros são resultado de fenômenos econômicos e de mercados gerais 49
  • 50. Planejamento de Logística/CS A compensação do custo é o reconhecimento de que os padrões de custos das várias atividades da empresa revelam características que as colocam em conflito mútuo Constitui peça central para o escopo e o projeto do sistema logístico a análise de compensação (trade off), que leva ao conceito do custo total Conceito de Custo Total Gerencia-se esse conflito mediante um equilíbrio entre as atividades de maneira a que sejam coletivamente otimizadas 50
  • 51. Planejamento de Logística/CS A opção econômica mais adequada ocorre no ponto em que a soma de ambos os custos é mais baixa Conceito de Custo Total Escolher um serviço de transporte com base nas tarifas mais baixas ou na promessa de maior rapidez nem sempre é o melhor método O conceito do custo total se aplica a algo bem mais abrangente que o problema da seleção do serviço de transporte A questão básica na logística é a da gestão do conflito de custos 51
  • 52. Conflito generalizado entre custos de transporte e estoques como uma função das características de serviços de transporte 52
  • 54. Planejamento de Logística/CS Os exemplos ilustram o conceito de custo total da maneira como aplicado aos problemas internos da empresa e especificamente aos problemas logísticos. Surgem, porém, ocasiões em que decisões tomadas por uma empresa num canal de distribuição afetam os custos logísticos de outra firma As políticas de estoque de um comprador, por exemplo, afetam tanto os custos de estoque do remetente quanto os custos operacionais do transportador Nesse caso faz-se necessário ampliar os limites do sistema além da própria função logística da empresa, quando possível englobando várias empresas 54
  • 55. A conclusão é que... Planejamento de Logística/CS O conceito de custo total é a compensação de todos os custos que estão em conflito mútuo de custos e que podem afetar o resultado de uma determinada decisão logística A tentativa de avaliar todas as variadas compensações de custos que podem relacionar-se a qualquer problema decisório é inútil. Fica para a capacidade de decisão da administração o julgamento sobre os fatores a serem considerados relevantes e a decisão de incluí-los na análise 55
  • 56. Distribuição Diferenciada Planejamento de Logística/CS Esse é um principio fundamental do planejamento logístico. Exigências diferenciadas de serviços aos clientes, características diferenciadas de produtos e níveis diferenciados de vendas entre os múltiplos itens que uma empresa normal distribui, indicam a conveniência da adoção de estratégias múltiplas de distribuição para a linha de produtos Quando uma empresa armazena todos os produtos em todas as suas instalações de estocagem, pode estar fazendo isso para simplificar a administração, mas o fato é que essa é uma estratégia que não leva em conta as diferenças inerentes entre produtos e seus custos, o que, por sua vez, conduz a custos de distribuição mais altos do que os necessários 56
  • 57. Planejamento de Logística/CS A estrutura de tarifas de transporte induz os embarques em volumes proporcionais a veículos lotados. Os produtos deveriam ser divididos de acordo com o tamanho do embarque, e os clientes que fazem pedidos de alto volume deveriam ser atendidos diretamente, ficando o atendimento de todos os demais a partir de armazéns. 57
  • 58. Planejamento de Logística/CS itens de alto giro deveriam ser postos nos armazéns de campo situados nos pontos mais remotos do canal de distribuição itens de médio volume deveriam ser postos em um número menor de localizações regionais itens de baixo giro deveriam ser postos apenas em pontos de estocagem centralizados, como as fábricas Do volume restante das vendas, os produtos são diferenciados por localização Como resultado, cada ponto de estoque poderia conter um mix diferenciado de produtos 58
  • 59. Estratégia Mista Planejamento de Logística/CS Uma estratégia mista de distribuição terá custos mais baixos que os da estratégia pura. Embora estratégias unificadas possam tirar proveito de economias de escala e da administração descomplicada, ficam em desvantagem quando a linha de produção tem variações significativas em termos de cubagem, peso, tamanho dos pedidos, volume de vendas e exigências dos serviços aos clientes. Uma estratégia mista permite o estabelecimento de uma estratégia ótima para grupos diferenciados de produtos 59
  • 60. Curva de custo total para estratégias ou alternativas de armazenagem única e combinada 60
  • 61. Adiamento O tempo da remessa e a localização do processamento do produto acabado na distribuição deveriam ser adiados até que os pedidos do cliente fossem recebidos Planejamento de Logística/CS A ideia que sustenta este princípio é a de evitar que se remetam mercadorias antes da confirmação da ocorrência da demanda (adiamento) e de evitar que o produto acabado tenha sua forma elaborada antes de ser confirmada pelo comprador (adiamento de forma) 61
  • 62. Adiamento Planejamento de Logística/CS rotulagem produçãomontagemembalagem O adiamento de forma pode ter quatro modalidades: O quinto tipo é o adiamento temporal O adiamento é favorecido quando as características a seguir se fazem presentes 62
  • 63. Planejamento de Logística/CS Características Tecnológicas e de Processamento Viável para desacoplar operações primárias e de adiamento Complexidade limitada de personalização Desenho de produto modular Abastecimento a partir de múltiplas fontes 63
  • 64. Planejamento de Logística/CS Características do Produto Alta simplicidade dos módulos Formulação específica de produtos Periféricos específicos Alta densidade de valor dos produtos Aumento de cubagem e/ou peso do produto mediante a personalização 64
  • 65. Planejamento de Logística/CS Características de Mercado Ciclos curtos de vida do produto Altas flutuações de vendas Prazos de entrega curtos e confiáveis Preços competitivos Mercados e clientes variados 65
  • 66. 66
  • 67. Consolidação Planejamento de Logística/CS Criar grandes embarques a partir de vários de menor porte é uma força econômica poderosa no planejamento estratégico. É o resultado das sólidas economias de escala que estão presentes na estrutura custo-frete A potencial redução da satisfação do cliente derivada da demora de entrega precisa ser compensada com o custo- benefício da consolidação dos pedidos 67
  • 68. Consolidação Planejamento de Logística/CS De maneira geral, o conceito da consolidação será mais bem utilizado na formulação da estratégia no caso de serem pequenas as quantidades embarcadas Ou seja, quanto menor o embarque, tanto maiores os benefícios da consolidação 68
  • 69. Padronização Planejamento de Logística/CS A proliferação da variedade de produtos pode aumentar os estoques e reduzir o tamanho dos embarques. O simples acréscimo à linha de produtos de um item parecido com outro existente pode aumentar os níveis de estoques combinados de ambos os itens em 40%, ou mais, mesmo não havendo aumento na demanda total Como apresentar ao mercado a variedade que os clientes desejam sem aumentar drasticamente os custos logísticos? A utilização dos conceitos de padronização e adiamento em combinação é muitas vezes a solução deste problema Cria-se a padronização na produção com as partes intercambiáveis, a modularização dos produtos e a rotulagem de produtos iguais sob marcas diferentes 69
  • 70. Escolhendo a Melhor Estratégia de Canal São duas as estratégias mais significativas: Tem como característica principal a configuração do canal de suprimentos visando ao máximo de eficiência, ou seja, os estoques são processados para conseguir, com o máximo de economia, operação rentável de produtos, compras em alta quantidade, o processamento de lotes de pedidos e o transporte de grande vulto. Estoques de segurança são mantidos a fim de garantir o máximo de disponibilidade 70
  • 71. Escolhendo a Melhor Estratégia de Canal A estratégia de fornecimento sob pedido configura o canal de suprimentos visando a um máximo de responsividade. O canal tem, por isso, como características principais capacidade máxima, substituição instantânea, prazos de entrega mínimos, processamento flexível, transporte de primeira ordem e processamento individual dos pedidos Os custos derivados da responsividade são compensados pela minimização dos estoques dos produtos acabados 71
  • 72. Características das cadeias de suprimentos sob estoques e suprimentos sob pedidos 72
  • 73. Escolhendo a Melhor Estratégia de Canal A previsibilidade da demanda e a margem de lucro dos produtos são os principais determinantes da escolha da cadeia de suprimentos Quando da modelagem da estratégia mais apropriada, faz- se necessário categorizar corretamente os itens existentes de uma linha de produtos Registrando-se algum desequilíbrio, duas são as opções que se apresentam... 73
  • 74. Escolhendo a Melhor Estratégia de Canal Na primeira, pode-se tentar alterar as características do produto. Para um produto imprevisível, melhor seria buscar um método aperfeiçoado de previsão, disso resultando a adequação de um desenho de fornecimento sob estoque Na segunda, pode-se mudar o desenho do tipo da cadeia de suprimentos. Um desenho de fornecimento sob estoque usado para um produto imprevisível pode ser alterado para o de fornecimento sob pedido, ou responsivo 74
  • 75. Escolhendo a Melhor Estratégia de Canal Há produtos que podem ter demanda altamente imprevisível mas cujo baixo valor e pequena margem sugerem que a manutenção de estoques adicionais, resultantes de previsão errada ou de prazos de entrega de reabastecimentos altamente variáveis, se justificam Produtos com demanda previsível não necessitam ser mudados de um desenho responsivo para outro eficiente quando não há benefício derivado de baixos custos de canal ou de elevado padrão de serviços aos clientes 75
  • 77. Ações para produtos classificados incorretamente 77
  • 78. Avaliação do Desempenho Estratégico São três as mensurações mais úteis para a correta avaliação desse fator fluxo de caixa, economia e retorno do investimento. Se forem positivas e substanciais, as estratégias evidentemente estão funcionando a contento. Essas mensurações financeiras constituem matéria de especial interesse para a alta gerência de qualquer grande empresa 78
  • 79. Avaliação do Desempenho Estratégico Fluxo de Caixa O fluxo de caixa é o dinheiro que uma estratégia gera Pode ser então usado para pagar salários ou dividendos, ou, ainda, ser investido em outras áreas do empreendimento 79
  • 80. Avaliação do Desempenho Estratégico Economias Economias são as mudanças em todos os custos relevantes relacionados com uma determinada estratégia A estratégia capaz de mudar o número e localização dos depósitos numa rede logística terá efeito sobre os custos com transportes, manutenção, armazenagem e produção/compras 80
  • 81. Retorno sobre o Investimento Avaliação do Desempenho Estratégico O retorno do investimento é a razão entre economias anuais decorrentes da estratégia e o investimento efetuado nessa mesma estratégia Ele indica a eficiência da utilização do capital Boas estratégias são as que apresentam um retorno maior ou igual ao retorno esperado dos projetos da companhia 81