04 para alem do impressionismo

8.657 visualizações

Publicada em

Neo-impressionismo, van Gogh, Paul Gauguin, Toulouse-Lautrec, Simbolismo, Paul Cézanne

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
8.657
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6.568
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

04 para alem do impressionismo

  1. 1. Cultura da Gare Para além do Impressionismo Apresentação concebida para o Curso Profissional de Turismo http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  2. 2. Neoimpressionismo Surgem críticas de o Impressionismo não concretizar com rigor a teoria da cor; O imediatismo da execução tornava os pintores negligentes e intuitivos na aplicação da cor, sobrepondo pinceladas misturando a cor; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 2
  3. 3. Surge um grupo de pintores que pretende fazer evoluir o Impressionismo no sentido de uma aplicação rigorosa e científica da cor, surge o Neoimpressionismo; O principal teórico desta corrente foi Georges Seurat (1859-1891); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 3
  4. 4. Georges Seurat, A grande Jatte Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 4
  5. 5. Georges Seurat, A grande Jatte (pormenores) Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 5
  6. 6. Paul Signac, A sala de Jantar, pormenor Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 6
  7. 7. Pincelada pontilhista Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 7
  8. 8. As pinceladas eram reduzidas a pequenas manchas arredondadas, que evoluíram para pequenos pontos (pontilhismo), de cor pura não misturada (divisionismo), cientificamente colocadas umas ao lado das outras, segundo a lei das complementares; Estas manchas cromáticas, a certa distância, misturam-se nos olhos do espectador; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 8
  9. 9. A representação do instante luminoso passou a ser secundária; O elemento central é a harmonia de cores; A pintura deixou de ser uma impressão fugaz e passou a ser uma construção rigorosa, científica; Paul Signac, O castelo dos Papas Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 9
  10. 10. Georges Seurat, Modelo de costas Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 10
  11. 11. Temática principal: vida urbana, paisagens marítimas e as diversões; Representadas em telas de grandes dimensões; Executadas no atelier a partir de estudos ao ar livre; Para além de Seurat, distinguem-se, Paul Signac (1863-1935) e Pissaro; Georges Seurat, Torre Eiffel; Paul Signac, Porto de Marselha Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 11
  12. 12. Pós-Impressionismo
  13. 13. O Pós-Impressionismo designa um período artístico que se estende, mais ou menos, entre 1880 e 1890; Surgem novas tendências e novas buscas em arte; Derivam do Impressionismo, na medida em que se afastam da representação mimética da Natureza; Assumem os valores específicos da pintura: bidimensionalidade e cor; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 13
  14. 14. Vincent van Gogh (1853-1890) e os caminhos do expressionismo
  15. 15. Van Gogh, Comedores de batatas, 1885 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 15
  16. 16. Van Gogh, Noite estrelada, 1889 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 16
  17. 17. Van Gogh, A Igreja de Auvers-sur-Oise, 1890 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 17
  18. 18. “Não conheço ainda melhor definição de arte que esta: A arte é o Homem adicionado à Natureza que ele traz à luz; é a realidade, a verdade, mas com um significado a que o artista dá expressão; mesmo quando desenha tijolos, granito, vias férreas ou arcos de uma ponte... é a pérola preciosa trazida à luz, a alma humana. Eu vejo, expressão e até alma em toda a Natureza, como por exemplo umas árvores… Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 18
  19. 19. Não se conserva a beleza das cores da Natureza por meio de imitações servis, mas sim pela sua recriação numa escala de cores com o mesmo valor, que não devem ser de maneira alguma as já existentes”; Vincent van Gogh Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 19
  20. 20. Van Gogh, Esplanada de Café à noite, 1888 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 20
  21. 21. Nascido na Holanda, veio para Paris em 1886; Personalidade atribulada; Realiza uma pintura de um realismo expressionista; Teve um percurso individual, mas a sua obra irá influenciar os expressionistas; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 21
  22. 22. A arte já não servia para materializar impressões, mas era antes a expressão de sentimentos, energias e tensões; A pintura devia recorrer à acentuação da forma e à vibração intensa e dramática da cor, de modo a traduzir as tensões e os sentimentos que são inerentes à própria vida e à aventura da existência; Van Gogh, Autorretrato com orelha cortada, e cachimbo, 1889 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 22
  23. 23. A sua pintura é caracterizada por: Desenho anguloso e violento; Cores contrastantes e arbitrárias; Formas sinuosas e flamejantes; Pincelada larga; É uma pintura intencionalmente expressiva; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 23
  24. 24. Van Gogh, Quarto em Arles, 1888 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 24
  25. 25. Van Gogh foi o pintor da angústia da vida, da genialidade, da loucura; Personificou a Natureza, atribui-lhe estados de alma; Van Gogh, Campo de trigo com corvos, 1890 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 25
  26. 26. Van Gogh, Cipreste com duas figuras, 1889 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 26
  27. 27. Van Gogh, Auto-retrato, 1889 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 27
  28. 28. Paul Cézanne (1839-1906) e o préCubismo
  29. 29. Paul Cézanne, Natureza-morta Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 29
  30. 30. Paul Cézanne, A montanha de Sainte-Victoire, 1900-1905 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 30
  31. 31. Paul Cézanne, O rapaz do colete vermelho Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 31
  32. 32. Aprendeu com Pissaro a técnica impressionista, mas abandonou-a preferindo uma pintura mais reflexiva; Passava por uma análise detalhada, lenta da luz e da forma; Afirma: “pretendo fazer do Impressionismo algo de sólido e duradouro, como a arte dos museus”; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 32
  33. 33. Cézanne defendia a importância da estrutura; A organização das linhas e das cores era muito importante para a estabilidade e clareza da pintura; Necessitava de construir formas e não de dissolvê-las, como os impressionistas; Paul Cézanne, As banhistas, 1900 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 33
  34. 34. Apercebeu-se que por debaixo da superfície das coisas existia um esqueleto sólido, que não muda com as mudanças de luz e da atmosfera; Tudo era geometria, afirma: “Tudo na Natureza se modela como esferas, cones e cilindros”; Tudo na Natureza se modela como esferas, cones e cilindros; Devemos aprender a pintar baseados nestas formas simples e só depois seremos capazes de fazer tudo o que quisermos; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 34
  35. 35. Paul Cézanne, O jardineiro Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 35
  36. 36. Paul Cézanne, A montanha de Sainte-Victoire, 1900-1905 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 36
  37. 37. As soluções encontradas por Cézanne são muito estruturais e geométricas, constituindo uma oposição aos princípios impressionistas; Cézanne procurava a materialidade da pintura, a solidez e os volumes através de uma construção organizada do quadro; Paul Cézanne, Natureza-morta, 1896 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 37
  38. 38. O artista não devia ser passivo diante da realidade, era necessário observar arduamente para construir o quadro; Pintar significa registar e organizar sensações de cor; É preciso que os olhos e o cérebro se auxiliem mutuamente; Paul Cézanne, A montanha de SainteVictoire, 1900-1905 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 38
  39. 39. Paul Cézanne, A montanha de Sainte-Victoire, 1900-1905 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 39
  40. 40. Paul Cézanne, A montanha de Sainte-Victoire, 1900-1905 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 40
  41. 41. Cézanne criou uma pintura autónoma em relação ao motivo; Cézanne morreu em 1906, admirado pelos jovens pintores Braque e Picasso, que se lançariam na aventura do Cubismo; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 41
  42. 42. Paul Gauguin (1848-1903) e o Simbolismo
  43. 43. Gauguin, Autorretrato Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 43
  44. 44. Gauguin, A visão depois do sermão, 1888 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 44
  45. 45. Iniciou-se tarde na pintura, conviveu com os Impressionistas; Esteve ligado a Cézanne e a Van Gogh; Construiu uma arte pessoal influências da estampa japonesa nas formas planas e simplificadas e no modo como as fecha com uma linha a negro - cloisonnisme - que provém, igualmente, da arte do vitral. Gauguin, Autorretrato com auréola, 1889 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 45
  46. 46. Gauguin, A conversa Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 46
  47. 47. Influências: Estampa japonesa nas formas planas e simplificadas ; arte medieval do vitral no modo como as fecha com uma linha a negro – cloisonnisme; E preenchia-as com cores planas, sem modelado; Gauguin, O dia dos deuses Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 47
  48. 48. Gauguin, O que somos? De onde vimos? Para onde vamos?, 1897 Admira as artes e as civilizações primitivas, em oposição à industrialização europeia; Procura a pureza original na vida e na arte; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 48
  49. 49. Foi o pintor da evasão, da recusa da vida moderna, do exotismo; Vai viver para uma aldeia na Bretanha, Pont-Aven; Mais tarde para as ilhas da Polinésia Francesa (Tahiti), onde viveu a fase final da sua vida; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 49
  50. 50. Principais características da pintura de Gauguin: Temas retirados da natureza, mas uma natureza imaginada pelo pintor, procura o lado místico, simbólico, sugestivo; Formas bidimensionais, estilizadas, sintéticas, estáticas, circundadas pela linha a negro (cloisonnisme); Gauguin, O Cristo Amarelo, 1889 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 50
  51. 51. Cores anti naturalistas, simbólicas exóticas; A sua pintura não é cópia da realidade mas a sua transposição mágica, imaginativa, alegórica; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 51
  52. 52. Afirma: “Porque não exagerar na pintura, do mesmo modo que os poetas empregam metáforas? Curve mais um ombro se isso torna o corpo mais bonito. Faça-os mais brancos se assim fica melhor. Mova os galhos das árvores ainda que não sopre vento”; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 52
  53. 53. É um pintor simbolista, a sua arte procura refletir o mundo espírito, da magia e dos mitos, e não a realidade exterior, visível; A cor, a linha e a forma deviam exercer funções mais expressivas do que descritivas; Gauguin, Fatata me ti Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 53
  54. 54. Gauguin e o grupo de Pont-Aven, representam a pintura “sintética” ou “sintetista”; Outro importante pintor do grupo de Pont-Aven foi Émile Bernard (1868-1941); Uma das correntes da tendência simbolista, que se desenvolve após 1886; O poeta Jean Moréas publica o seu manifesto da literatura simbolista; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 54
  55. 55. O Simbolismo opõe-se à arte representativa e objetiva – Naturalismo, Realismo e Impressionismo; Valoriza o mundo subjetivo e a interioridade; Influenciados pelos Românticos e pelos pré-Rafaelistas; Baseiam-se em estados emocionais (angústias, sonhos, fantasias), separam a arte da representação fiel da Natureza; As formas cores e linhas possuem significados próprios; Não reproduzem a realidade natural mas a realidade espiritual; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 55
  56. 56. Os temas (históricos, literários, mitológicos, quotidiano) eram usados como símbolos; O simbolismo não possuiu unidade estilística; Para além da Gauguin e a escola de Pont-Aven, existem outros pintores com percursos independentes e o grupo dos Nabis; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 56
  57. 57. Pintores simbolistas com percursos independentes: Puvis de Chavannes (1824-1898); Gustave Moreau (1826-1898); Odilon Redon (1840-1916); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 57
  58. 58. Puvis de Chavannes usou temáticas fantasistas, o sonho; Formas simplificadas e grandes massas de cor; Obras anti naturalistas; Puvis de Chavannes, A esperança; O sonho; Raparigas à beira-mar; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 58
  59. 59. Gustave Moreau inspirou-se na literatura, mitologia e religião; Praticou uma pintura de formas difusas, sem linha de contorno; Utilizou cores luxuriantes; Expressou um mundo de fantasia, sensualidade e misticismo; Gustave Moreau, A Esfinge; As Sereias Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 59
  60. 60. Odilon Redon, foi o simbolista dos simbolistas; Criou uma arte do oculto, do sobrenatural e de visões extrassensoriais; Odilon Redon, Pandora, Retrato de Mademoiselle Violette Heyman Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 60
  61. 61. Os Nabis (c. 1890-c.1905) (palavra judaica que significa “profetas”), no seguimento do grupo de Pont-Aven, pretendem romper definitivamente com o Impressionismo; Influenciados por Cézanne, Moreau, Gauguin, Puvis de Chavannes, pintura japonesa; Pintura de formas simplificadas; Imagens sintéticas, cores puras; Pintura, vitral, cartazes, ilustração, etc.; Temas: cenas intimistas, interiores domésticos e cenas sociais; Principais autores Nabis: Paul Sérusier (1865-1917); Maurice Denis (1870-1943); Édouard Vuillard (1868-1940); Pierre Bonnard (18671947); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 61
  62. 62. Paul Sérusier, Paisagem no Bosque do Amor, 1888, óleo sobre tampa de caixa de charutos Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 62
  63. 63. Maurice Denis, Telhados Vermelhos Denis afirmava: “é necessário ter presente que um quadro, antes de ser um cavalo de batalha, uma mulher nua ou uma anedota, é essencialmente uma superfície coberta de cores dispostas numa certa ordem”; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 63
  64. 64. Édouard Vuillard, Retrato de senhora azul; No leito Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 64
  65. 65. Odilon Redon, Pierre Bonnard, O Penteador, 1890, óleo sobre tecido Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 65
  66. 66. Henri Toulouse-Lautrec (1864-1901)
  67. 67. Toulouse-Lautrec, A Toilette,1896 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 67
  68. 68. Pintou a vida boémia de Paris; Próximo dos Impressionistas nunca partilhou o gosto pela pintura ao ar livre nem pela desmaterialização dos objetos; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 68
  69. 69. Influências de Degas, das estampas japonesas e da Arte Nova; Desenho linear; Acentuação da bidimensionalidade; A sua linguagem pictórica aproxima-se da ilustração; Toulouse-Lautrec, A bailarina Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 69
  70. 70. Toulouse-Lautrec, No Moulin Rouge Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 70
  71. 71. Toulouse-Lautrec, Jane Avril a dançar Temática: vida boémia (bares, cabarés, cafés, bordéis); As cenas são apresentadas de modo brutal, crítico, aproximando-se da caricatura; Interessou-se pelo desenho, pela gravura e ainda pelas artes aplicadas, no campo de design de comunicação; Realizou cartazes e ilustrações para revistas e livros; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 71
  72. 72. Toulouse-Lautrec, Cartaz Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 72
  73. 73. A Escultura: Rodin (1840-1917)
  74. 74. Rodin, Danaide, 1885, mármore, Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 74
  75. 75. Foi um renovador da escultura; Aproximou-se dos objectivos e estética da pintura sua contemporânea; Formado na escola romântica, foi aluno de Barye e Carpeaux; Admirador de Miguel Ângelo; Rodin, O sono, mármore Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 75
  76. 76. Utilizou o “non finito”, o não acabamento de algumas superfícies da escultura; Contrapôs formas lisas e aveludadas ao bloco inacabado e em bruto; As suas peças estão cheias de reentrâncias e saliências, (côncavas e convexas); Superfícies que refletem e absorvem a luz; Por vezes deixa a marca dos seus dedos no barro ou na cera; Procura captar a essência dos seus modelos; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 76
  77. 77. Rodin, O pensador, bronze, 1904 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 77
  78. 78. Rodin, O beijo, 1882-98, mármore Pretende captar o registo do momento que precede a acção; Uma das suas criações mais conhecidas é “O beijo”, as figuras parecem presas à matéria que simboliza a paixão; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 78
  79. 79. Rodin, A Porta do Inferno, 1880-1917, bronze; O filho pródigo Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 79
  80. 80. Foi considerado realista, simbolista, expressionista e mesmo impressionista (embora seja difícil de falar de impressionismo na escultura); Foi o maior escultor dos finais do século XIX e princípios do XX; Discípulos: Camille Claudel (1864-1843) e Antoine Bourdelle (18611829); Rodin, Os Burgueses de Calais, bronze Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 80
  81. 81. Rodin, Balzac, bronze, Três sombras Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 81
  82. 82. A Pintura e a Escultura, em Portugal, nos finais do século XIX
  83. 83. Segunda metade do século XIX: Crise económica e financeira (1889-92); ditadura de João Franco; Ultimato inglês; Contestação republicana; Regicídio (1908); Implantação da República (1910); Atraso estrutural do país (nível económico, social e cultural); Nas artes falta originalidade e criatividade e um grande conservadorismo; Como consequência: Neoclassicismo e Romantismo estendem-se no tempo; Atraso do Naturalismo, Realismo e Impressionismo; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 83
  84. 84. O Naturalismo, na pintura, foi sentimental e romântico, que irá sobreviver até meados do século XX; Os introdutores do naturalismo foram: António Carvalho da Silva Porto (1850-1894); João Marques da Silva Oliveira (1853-1927); Estiveram em França como Bolseiros da Academia Portuense; Contactaram os pintores da “escola de Barbizon”, realistas e impressionistas; Professores da Academia de Lisboa e Porto; Fizeram parte do Grupo do Leão (Café Leão de Ouro); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 84
  85. 85. Silva Porto, Barco de Avintes; Guardando o Rebanho; Cancela Vermelha Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 85
  86. 86. Marques Oliveira, Céfalo e Pocris; Costureiras trabalhando; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 86
  87. 87. Na continuação apareceram outros nomes: José Malhoa (1855-1933); Henrique Pousão (1859-1884); Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929); Aurélia de Sousa (1865-1922); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 87
  88. 88. José Malhoa foi um pintor de cenas de género de carácter sentimental e popular (cenas de devoção, vida camponesa, festas, romarias); Foi um cronista da vida urbana da pequena burguesia; Algumas obras mostram influências do Impressionismo; Malhoa, Promessas; O fado Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 88
  89. 89. Henrique Pousão, obra naturalista, influências impressionistas, Viajou por França e Itália; Aluno de Silva Porto e Marques Oliveira; Pousão, Cecília Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 89
  90. 90. Columbano, retratista da pequena burguesia; Cenas de interiores; Columbano, O Grupo do Leão Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 90
  91. 91. Columbano, Concerto de Amadores; Retrato de Antero de Quental; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 91
  92. 92. Aurélia de Sousa, Autorretrato Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 92
  93. 93. Na escultura o Naturalismo chegou nos finais do século XIX com: Soares dos Reis (1847-1889); João Simões de Almeida (1844-1926); Teixeira Lopes (1866-1942); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 93
  94. 94. Soares dos Reis, estudou em Paris e Roma; Fundou o Centro Artístico Portuense; Professor na Academia Portuense de Belas Artes; Sensibilidade mais próxima do Romantismo do que do Naturalismo; Soares dos Reis, o Desterrado, 1871-75, mármore, 178 cm altura Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 94
  95. 95. Soares dos Reis, Figura Feminina Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 95
  96. 96. João Simões de Almeida, introdutor do Naturalismo na Academia de Belas-Artes de Lisboa; Simões de Almeida, Caim; A Puberdade Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 96
  97. 97. Teixeira Lopes, discípulo de Soares dos Reis; Especialista em obras de carácter religioso e temas ligados à criança; Retratista; Teixeira Lopes, A Viúva; Monumento a Eça de Queirós Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 97
  98. 98. Teixeira Lopes, O menino; Madrugada Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 98

×