SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 93
1
História A - Módulo 1
Raízes mediterrânicas da civilização europeia –
cidade, cidadania e império na Antiguidade
Clássica
Unidade 1 – O modelo ateniense
http://divulgacaohistoria.com/
O espaço
Devido à sua geografia montanhosa a Grécia, na
Antiguidade, nunca constituiu uma unidade política;
As cidades gregas (Pólis), eram independentes,
autónomas, com governos, instituições e leis próprias;
Eram cidades-estado;
Apesar de serem independentes as cidade-estado gregas
partilhavam aspetos comuns: a cultura, a língua, a
religião, a realização de jogos (Jogos Olímpicos)
A pólis compreendia a cidade e os territórios adjacentes,
de modo a garantir a autossuficiência (autarcia);
Mapa da Ática território da cidade estado de Atenas
https://pt.dreamstime.com/illustratio
n/%C3%A1tica.html
https://www.facebook.com/10827872721583
3/posts/161526451891060/?locale2=es_LA
Autarcia - sociedade que, do ponto de vista económico,
se basta a si mesma.
A democracia foi criada na cidade-estado de Atenas;
(Demos-povo em grego e cracia -poder em grego)
Atenas era a maior cidade da Grécia Antiga, teria cerca de
400.000 habitantes;
As decisões políticas eram tomadas pelos cidadão
atenienses;
Atenas é uma cidade
consagrada à deusa Atena
(na mitologia grega,
a deusa da civilização,
da sabedoria,
da estratégia em batalha,
das artes, da justiça e
da habilidade);
Um dos principais tempos
da cidade é o Atena Niké;
Apenas os homens livres nascidos em Atenas e maiores
de 18 anos eram considerados cidadãos;
Estavam excluídos os escravos, as mulheres, os
estrangeiros (metecos);
Os cidadãos constituíam o corpo cívico da pólis,
governavam a cidade;
Organizavam as cerimónias religiosas, faziam as leis,
decidiam a guerra ou a paz;
Mapa de Atenas e do seu porto de mar (Pireu)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco_de_Atenas_e_
Pireu_%2887-86_a.C.%29
Acrópole – Construída num lugar alto. Um lugar de
defesa. Encontravam-se os principais templos da cidade
https://seguindopassoshistoria.blogspot.com/2009/09/o-seculo-de-
pericles.html
Reconstituição do Ágora de Atenas
O ágora é a praça pública e o mercado da cidade
O ágora e a acrópole eram os principais espaço cívicos da
cidade;
Neles estavam os principais edifícios públicos e os
templos mais importantes;
A democracia ateniense
620 a.c – Leis de Drácon (primeiras leis escritas)
595 a.c. – Leis de Sólon
540 a.c. – Tirania de Pisístrato
508 a.c. – Leis de Clístenes
459 a.c. – Acesso de todos os cidadãos aos cargos públicos;
455 a.c. – Lei das mistoforias (cargos públicos com salário);
495 – 429 a.c. – Vida de Péricles
A democracia ateniense implantou-se na cidade após
mais de um século de lutas, manifestações e revoltas;
Ao longo dos séculos VI e V a.c. foram publicadas leis
que criaram a democracia ateniense;
Os direitos dos cidadãos: isonomia, isocracia, isegoria
Igualdade perante a lei: isonomia;
Igualdade de acesso aos cargos públicos: isocracia;
Igual direito ao uso da palavra: isegoria;
Estes direitos foram consagrados pelas reformas de
Clístenes, em 508 a.c.;
Foi o fundador da democracia ateniense;
Péricles criou as mistoforias, (os cidadãos recebiam
um pagamento pelo exercício de cargos públicos)
tornou possível aos cidadãos mais pobres exercerem
cargos públicos;
https://apaixonadosporhistoria.com.br/artigo/220/a-democracia-ateniense
Eclésia ou Assembleia Popular
Eclésia ou Assembleia Popular:
Reunia-se várias vezes por mês;
Podiam participar todos os cidadãos;
Discutiam e decidiam as leis;
Decidiam a paz e a guerra;
Deliberavam sobre todos os assuntos que diziam
respeito ao governo da cidade;
Normalmente votavam de braço no ar, mas em certos
assuntos o voto era secreto;
Bulé ou Conselho dos 500:
Tinha o poder legislativo, elaboravam as propostas de
lei para serem discutidas na Eclésia;
Eram responsáveis pela cobrança dos impostos e
finanças públicas;
Eram sorteados, só podiam ser membros da Bulé, duas
vezes na vida;
Arcontes:
Sorteados;
Desempenhavam funções religiosas (organizavam as
cerimónias religiosas) e judiciais (presidiam aos
tribunais).
Estrategos:
Comandantes do Exército e da Marinha;
Cargo eleito;
Era o cargo mais importante, os verdadeiros chefes da
democracia ateniense;
Péricles foi eleito estratego durante quase 30 anos;
Tribunais: Areópago e o Helieu ou Tribunal
Popular;
Eram os tribunais da cidade de Atenas;
Características da democracia ateniense
Era uma democracia direta;
Não existiam partidos políticos, cada cidadão decidia
por si próprio;
A política era o governo da cidade;
Aqueles que não se interessavam pela política eram os
“idiotes”;
A participação dos cidadãos no governo da cidade era
fundamental, era o exercício da cidadania;
Era importante a participação de todos, por isso
muitos cargos eram sorteados;
Ser sorteado também era visto pelos antigos
atenienses como uma escolha dos deuses;
Oratória
A oratória era o dom da palavra que permitia convencer
os outros;
Todo os cidadãos deviam estar preparados para
apresentar propostas, para discutir na Eclésia ou para,
nos Tribunais, defender ou acusar;
Existiam escolas de oratória;
Existiram alguns cidadãos que ficaram famosos pelas
suas capacidades de discursar.
Proteção da democracia
Procuravam impedir a tomada de poder por um só
homem ou que existissem excessos;
Estabeleceram o ostracismo;
Na Eclésia se um nome fosse votado, o cidadão era
ostracizado (tinha de deixar a cidade durante 10 anos);
Todos os cidadãos no final dos seus mandatos eram
obrigados a prestar contas pelos atos que tinham
realizado;
Existia a Graphé Paranomon que permita que uma lei
fosse revogada se fosse considerada que era contrária
às leis da cidade;
A corrupção e a demagogia (condução do povo) eram
severamente condenadas;
Os limites da democracia ateniense
Numa população de 400.000 apenas 40.000 eram
cidadãos;
Excluídos do estatuto de cidadão: mulheres, metecos
(estrangeiros) e escravos;
O cidadão tinha de ser do sexo masculino, maior de 18
anos e filho de pai e mãe atenienses;
A democracia estava reservada a uma minoria;
As mulheres não tinham o direito de disporem da sua
pessoa ou administrarem os seus bens;
Pelo casamento passavam da tutela do pai para a do
marido;
Nas casa mais ricas existia um espaço que lhes era
reservado, o gineceu;
Raramente saíam à rua, a exceção eram as festas
religiosas;
Os metecos passavam a sua condição de pais para filhos;
Pagavam impostos e prestavam serviço militar, mas não
podiam participar no governo da cidade;
Não podiam casar com uma ateniense nem podima
possuir terras;
Eram artesãos e comerciantes, alguns até conseguiam
enriquecer, mas continuavam a não poder participar no
governo da cidade;
Os escravos representavam cerca de metade da
população da cidade;
Eram considerados como uma mercadoria, pertenciam a
alguém;
Não podiam ter bens pessoais;
Não lhes era reconhecida personalidade civil;
Uma cultura aberta à cidade
Os gregos chamavam-se a si próprios de Helenos;
Estão divididos em inúmeras cidades-estado, mas têm
uma unidade cultural (a mesma língua, os mesmos
deuses, a mesma cultura e tradições);
Todos os que não eram gregos eram apelidados de
bárbaros;
Os Jogos Olímpicos eram abertos a todos os gregos;
As grandes manifestações cívico-religiosas
A religião representava um papel fundamental na
vida dos gregos;
Adoravam os mesmos deuses, mas cada cidade tinha
os seus deuses protetores;
Fazia parte do conceito de cidadania grega a
participação nos deveres religiosos;
Em Atenas, as funções religiosas eram realizadas
pelos arcontes;
Realizavam-se festas, jogos e procissões em honra dos
deuses;
Em Atenas realizava-se as Panateneias (de quatro em
quatro anos as Grandes Panateneias) em honra da
deusa Atena, a patrona da cidade;
Realizavam-se concursos, provas desportivas, etc.;
As Grandes Dionisíacas, em honra do deus Dionísio,
deram origem ao teatro;
Os maiores dramaturgos gregos foram os
atenienses Ésquilo, Sófocles e Eurípedes;
Mais tarde o teatro grego dividiu-se em tragédias e
comédias;
Aristófanes foi um dos maiores autores cómicos;
O teatro grego tinha funções cívicas e religiosas;
Os gregos tinham vários lugares sagrados como Delfos,
Olímpia, Corinto, etc.;
Os jogos eram uma forma de os gregos
homenagearem os seus deuses;
Para os gregos os vencedores eram os escolhidos pelos
deuses;
Os mais famosos e importantes, disputavam-se me
Olímpia de 4 em 4 anos, em honra de Zeus, os Jogos
Olímpicos;
Disputavam-se desde 776 a.c., durante a sua
realização a paz era sagrada e obrigatória, todos as
guerras entre as cidades gregas eram interrompidas;
Realizavam-se cerimónias religiosas, provas
desportivas e concursos literários;
Só os homens podiam participar nestas provas;
O prémio para os vencedores era uma coroa de ramos
oliveira;
O vencedor era considerado ser protegido pelos
deuses, era uma grande honra pessoal e para a sua
cidade;
Os jogos e outras celebrações pan-helénicas
contribuíram para a existência de um sentimento de
unidade entre todos os gregos apesar de estarem
divididos em cidades-estado que muitas vezes se
guerreavam;
A educação para o exercício público do poder
A educação estava virada para a necessidade de
desenvolver cidadãos cultos e empenhados na vida
política da cidade;
Até aos 7 anos a crianças eram educadas pela mãe no
gineceu;
Depois as raparigas permaneciam em casa e os rapazes
iam para a escola;
Os rapazes frequentavam a escola para se prepararem
para serem bons cidadãos;
A educação estava ao cuidados dos pais;
Os mais pobres aprendiam a ler, escrever, praticar
exercício físico e a nadar;
Os mais ricos tinham um programa de estudos mais
alargado;
Aprendiam a leitura, escrita, aritmética e a recitação
dos poemas épicos;
A educação intelectual era acompanhada pela
educação física;
Nos ginásios, para além da educação física, aprendia-
se Matemática, Filosofia;
Os atenienses que pretendiam desenvolver a sua
acapacidade de discursar em público iam para as
escolas de oratória;
A arquitetura e a escultura, expressão do culto
público e da procura de harmonia
Em Atenas o Homem vive por ele e para ele; dedica-se
ao exercício da existência;
Sente-se responsável por si e pela sua cidade;
A sua vida não está ao serviço e glorificação de um rei;
Numa sociedade civilizada e livre, onde a religião foi
humanizada, procura a razão da vida no prazer, no
aperfeiçoamento da existência;
Vai surgir uma arte civil, quase totalmente esquecida da
sua função religiosa, procurando embelezar a vida.
A arte aproxima-se da autonomia, surge a noção de
beleza;
A arte deixa de ser exclusivamente
funcional procura o prazer estético;
Na Grécia inaugurou-se uma nova
etapa da arte;
A arte torna-se na Grécia uma
procura do Belo
Para os gregos é um jogo de
proporções e regras que podem
ser descritas
A arquitetura grega foi uma busca de harmonia,
perfeição, proporção;
A procura do belo;
Texto adaptado de René Huyghe, Sentido e destino da arte
Atena Niké,
Atenas
Templo de Edfu,
Egipto
Palácio de Cnossos,
Civilização Minóica, Creta
Templo de Apolo, Termos
c. 620 a.c. - Reconstituição
Primitivos templos gregos construídos em madeira;
A partir do século VII a.c. passam a ser construídos
em pedra;
A obra era um trabalho coletivo: arquitetos, escultores,
pintores, etc.;
Objetivo final: procura da beleza, da harmonia;
Estava ao serviço da vida pública e da religiosa,
conciliando-as;
Os gregos utilizaram o sistema de construção trilítico,
pilares verticais unidos por lintéis horizontais;
Não utilizaram a linha curva;
pilares
Lintel
O exterior dos edifícios era decorado com esculturas e
pintado com azul, vermelho e dourado
Parténon, fachada,
reconstituição
Planta do templo
1 – Pronaos
2 – Naos ou cella
3 – Estátua do deus
4 – Opistódomo
5 – Peristilo
53/62
Entablamento
Colunas
Base ou
envasamento
54
As ordens são um sistema de proporções.
A coluna era o símbolo do Homem.
Em alguns templos as colunas foram substituídas por
estátuas de mulheres (Cariátides) ou de homens
(Atlantes);
Capitel
Fuste
Base
Ordem dórica
Mais antiga. Nasceu na Grécia Continental. c. 600 a.c.;
Formas geométricas, pouca decoração;
Aspeto maciço e pesado;
Atribui-se um carácter masculino;
Correções da ótica
Correções da ótica
Ordem Jónica
Nasce na Jónia (Ásia Menor) no século VI a.c.;
Proporções mais esbeltas que a ordem dórica;
Decoração mais abundante;
Está associada à figura feminina;
Erectéion
Erectéion
Ordem coríntia
Aparece no século V a.c.;
É uma variante da ordem jónica. Apareceu na cidade
de Corinto;
Principais diferenças: base mais trabalhada, fuste mais
delgado e um capitel em forma de sino invertido
formado por folhas de acanto encimadas pelas volutas
jónicas;
63
Coluna e Capitel coríntios
Para os Gregos a escultura era uma glorificação dos
atletas, heróis e deuses;
Mimesis é a imitação da Natureza;
Escultura realista e idealista;
Apresenta funções religiosas, políticas, funerárias,
honoríficas e ornamentais;
“O Homem é a medida de todas as coisas”;
Escultura
66
Estátuas eram coloridas para obter um maior realismo;
Temática: quase exclusivamente o Homem;
Estátuas primitivas – século IX ao VI a.c. – foram
realizadas em madeira (xoana);
Estátua, c. 500/550 a.c.
67
Estátua egípcia Estátua arcaica grega
Relevo:
É aplicado nos templos: tímpanos, friso jónico e
métopas;
Está sujeito às formas da arquitetura;
Funções do relevo:
Contar uma história;
Decorar o espaço arquitetónico;
Tímpanos: o espaço coloca problemas estéticos;
As figuras principais estão ao centro de pé;
As restantes adaptam-se aos lados decrescentes do
triângulo, primeiro curvadas, depois sentadas e por fim
deitadas;
71
Kouros, VI a.c. Koré, VII a.c.
74
Características:
Pose muito rígida, pouco natural;
Barba e cabelo simplificados;
Olhos em amêndoa;
Sorriso enigmático;
Simetria bilateral;
Rosto e musculatura esquematizados;
Estas estátuas eram pintadas de maneira
realista;
Kouroi, VI a.c.
Koré, c. 500/550 a.c.
77
Kouros, c. 500 a.c.
Século V a.c.:
Fase de transição:
Efebo de Kritios
c. 480 a.c.
Posição natural
Peso assenta sobre uma perna –
perna apoiada
Outra perna serve para manter o
equilíbrio – perna livre
Assimetria
80
Efebo de Kritios c. 480 a.c.
Poseídon
Dorífero – Policleto
(cópia romana)
Policleto estabelece o primeiro
cânone da escultura grega,
escreveu um tratado sobre
proporções, O cânone
Cânone (Cânon), conjunto de
proporções de uma estátua;
Exp: cabeça 1/7; pé 1/6; face
1/10; etc.;
Discóbolo – Míron
(cópia romana)
Fídias, Atena Parteno (cópia
romana).
Original teria sido executado
em ouro, marfim e pedras
preciosas
Praxíteles – corpos esbeltos, nu feminino
Hermes e Dionísio
Afrodite de Cnido
Lisipo, Apoxiomeno
c. 320 a.c.
Lisipo, estabelece um novo cânone
no século IV a.c., o corpo torna-se
mais esbelto. Introduziu a verdadeira
noção de estátua de vulto redondo, a
estátua é criada para poder ser vista
de qualquer ângulo;
Cânones de Policleto e Lisipo
Retrato de Péricles
O Gaulês Moribundo
Vénus de Milo
Esta apresentação foi construída tendo por base a
seguinte bibliografia:
Rosas, Maria Antónia Monterroso; Couto, Célia Pinto;
Jesus, Elisabete, Entre Tempos 10, Porto Editora
Sanches, Mário; História A, 10º ano, O essencial, Edições
Asa, 2005
Apresentação em Power Point da Areal Editora

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O modelo ateniense uma cultura aberta à cidade
O modelo ateniense   uma cultura aberta à cidadeO modelo ateniense   uma cultura aberta à cidade
O modelo ateniense uma cultura aberta à cidadehome
 
Resumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo AtenienseResumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo AtenienseLojinha da Flor
 
A Democracia Ateniense no séc. V a. C.
A Democracia Ateniense no séc. V a. C.A Democracia Ateniense no séc. V a. C.
A Democracia Ateniense no séc. V a. C.Jorge Almeida
 
1 o modelo ateniense
1  o modelo ateniense1  o modelo ateniense
1 o modelo ateniensecr962019
 
O modelo ateniense (síntese) (1).pptx
O modelo ateniense (síntese) (1).pptxO modelo ateniense (síntese) (1).pptx
O modelo ateniense (síntese) (1).pptxCecília Gomes
 
Historia A - Grécia
Historia A - Grécia Historia A - Grécia
Historia A - Grécia Lucas Nunes
 
Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3cattonia
 
O século de péricles
O século de périclesO século de péricles
O século de périclesAna Barreiros
 
02 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_202 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_2Vítor Santos
 
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
8. O modelo romano a formação de uma rede escolar urbana uniformizada
8. O modelo romano   a formação de uma rede escolar urbana uniformizada8. O modelo romano   a formação de uma rede escolar urbana uniformizada
8. O modelo romano a formação de uma rede escolar urbana uniformizadaNúcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
01 02_o_modelo_romano
01  02_o_modelo_romano01  02_o_modelo_romano
01 02_o_modelo_romanoVítor Santos
 
Roma apresentação 1
Roma apresentação 1Roma apresentação 1
Roma apresentação 1Vítor Santos
 
Civilização romana
Civilização romanaCivilização romana
Civilização romanabamp
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdfVítor Santos
 
A demografia ateniense
A demografia atenienseA demografia ateniense
A demografia ateniensenita2000
 
O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...
O Modelo Romano -   a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...O Modelo Romano -   a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...
O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
O mundo helénico no século V a. C. - Democracia
O  mundo helénico no século V a. C. - DemocraciaO  mundo helénico no século V a. C. - Democracia
O mundo helénico no século V a. C. - DemocraciaCarlos Pinheiro
 

Mais procurados (20)

O modelo ateniense uma cultura aberta à cidade
O modelo ateniense   uma cultura aberta à cidadeO modelo ateniense   uma cultura aberta à cidade
O modelo ateniense uma cultura aberta à cidade
 
Resumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo AtenienseResumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo Ateniense
 
O modelo ateniense
O modelo atenienseO modelo ateniense
O modelo ateniense
 
A Democracia Ateniense no séc. V a. C.
A Democracia Ateniense no séc. V a. C.A Democracia Ateniense no séc. V a. C.
A Democracia Ateniense no séc. V a. C.
 
1 o modelo ateniense
1  o modelo ateniense1  o modelo ateniense
1 o modelo ateniense
 
O modelo ateniense (síntese) (1).pptx
O modelo ateniense (síntese) (1).pptxO modelo ateniense (síntese) (1).pptx
O modelo ateniense (síntese) (1).pptx
 
Historia A - Grécia
Historia A - Grécia Historia A - Grécia
Historia A - Grécia
 
Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3
 
O século de péricles
O século de périclesO século de péricles
O século de péricles
 
02 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_202 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_2
 
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
 
8. O modelo romano a formação de uma rede escolar urbana uniformizada
8. O modelo romano   a formação de uma rede escolar urbana uniformizada8. O modelo romano   a formação de uma rede escolar urbana uniformizada
8. O modelo romano a formação de uma rede escolar urbana uniformizada
 
01 02_o_modelo_romano
01  02_o_modelo_romano01  02_o_modelo_romano
01 02_o_modelo_romano
 
Roma apresentação 1
Roma apresentação 1Roma apresentação 1
Roma apresentação 1
 
Civilização romana
Civilização romanaCivilização romana
Civilização romana
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
 
A demografia ateniense
A demografia atenienseA demografia ateniense
A demografia ateniense
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...
O Modelo Romano -   a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...O Modelo Romano -   a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...
O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e...
 
O mundo helénico no século V a. C. - Democracia
O  mundo helénico no século V a. C. - DemocraciaO  mundo helénico no século V a. C. - Democracia
O mundo helénico no século V a. C. - Democracia
 

Semelhante a 01_01_o_modelo_ateniense.pdf

Semelhante a 01_01_o_modelo_ateniense.pdf (20)

Civilização Grega
Civilização GregaCivilização Grega
Civilização Grega
 
Grecia geral
Grecia geralGrecia geral
Grecia geral
 
Os Gregos No SéCulo V
Os Gregos No SéCulo VOs Gregos No SéCulo V
Os Gregos No SéCulo V
 
Civilizacaogrega
CivilizacaogregaCivilizacaogrega
Civilizacaogrega
 
M1.1 o modelo ateniense
M1.1 o modelo atenienseM1.1 o modelo ateniense
M1.1 o modelo ateniense
 
GRÉCIA ANTIGA.pptx
GRÉCIA ANTIGA.pptxGRÉCIA ANTIGA.pptx
GRÉCIA ANTIGA.pptx
 
Grécia antiga
Grécia antigaGrécia antiga
Grécia antiga
 
Revisão de história 3º ano
Revisão de história 3º anoRevisão de história 3º ano
Revisão de história 3º ano
 
Módulo 1 – a cultura da ágora
Módulo 1 – a cultura da ágoraMódulo 1 – a cultura da ágora
Módulo 1 – a cultura da ágora
 
Grécia antig apps
Grécia antig appsGrécia antig apps
Grécia antig apps
 
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptxGRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
 
GréCia Antiga
GréCia AntigaGréCia Antiga
GréCia Antiga
 
Atenas 7c
Atenas  7cAtenas  7c
Atenas 7c
 
Os Gregos
Os GregosOs Gregos
Os Gregos
 
GRÉCIA DEMOCRACIA ATENIENSE E PERÍODO CLÁSSICO
GRÉCIA DEMOCRACIA ATENIENSE E PERÍODO CLÁSSICOGRÉCIA DEMOCRACIA ATENIENSE E PERÍODO CLÁSSICO
GRÉCIA DEMOCRACIA ATENIENSE E PERÍODO CLÁSSICO
 
A civilização grega
A civilização gregaA civilização grega
A civilização grega
 
Civilização grega
Civilização gregaCivilização grega
Civilização grega
 
Grecia Antiga
Grecia AntigaGrecia Antiga
Grecia Antiga
 
O modelo ateniense a democracia
O modelo ateniense  a democraciaO modelo ateniense  a democracia
O modelo ateniense a democracia
 
O modelo ateniense a democracia
O modelo ateniense  a democraciaO modelo ateniense  a democracia
O modelo ateniense a democracia
 

Mais de Vítor Santos

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdfVítor Santos
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdfVítor Santos
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdfVítor Santos
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdfVítor Santos
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdfVítor Santos
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdfVítor Santos
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdfVítor Santos
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdfVítor Santos
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdfVítor Santos
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdfVítor Santos
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdfVítor Santos
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdfVítor Santos
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdfVítor Santos
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdfVítor Santos
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdfVítor Santos
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdfVítor Santos
 
06 historia a _revisoes_modulo_6
06 historia a _revisoes_modulo_606 historia a _revisoes_modulo_6
06 historia a _revisoes_modulo_6Vítor Santos
 
04 historia a_revisoes_modulo_4
04 historia a_revisoes_modulo_404 historia a_revisoes_modulo_4
04 historia a_revisoes_modulo_4Vítor Santos
 

Mais de Vítor Santos (20)

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
 
Cronologia prec
Cronologia precCronologia prec
Cronologia prec
 
06 historia a _revisoes_modulo_6
06 historia a _revisoes_modulo_606 historia a _revisoes_modulo_6
06 historia a _revisoes_modulo_6
 
04 historia a_revisoes_modulo_4
04 historia a_revisoes_modulo_404 historia a_revisoes_modulo_4
04 historia a_revisoes_modulo_4
 

Último

Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?MrciaRocha48
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadodanieligomes4
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimWashingtonSampaio5
 

Último (20)

Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
 

01_01_o_modelo_ateniense.pdf

  • 1. 1 História A - Módulo 1 Raízes mediterrânicas da civilização europeia – cidade, cidadania e império na Antiguidade Clássica Unidade 1 – O modelo ateniense http://divulgacaohistoria.com/
  • 2.
  • 4. Devido à sua geografia montanhosa a Grécia, na Antiguidade, nunca constituiu uma unidade política; As cidades gregas (Pólis), eram independentes, autónomas, com governos, instituições e leis próprias; Eram cidades-estado; Apesar de serem independentes as cidade-estado gregas partilhavam aspetos comuns: a cultura, a língua, a religião, a realização de jogos (Jogos Olímpicos)
  • 5.
  • 6. A pólis compreendia a cidade e os territórios adjacentes, de modo a garantir a autossuficiência (autarcia); Mapa da Ática território da cidade estado de Atenas https://pt.dreamstime.com/illustratio n/%C3%A1tica.html https://www.facebook.com/10827872721583 3/posts/161526451891060/?locale2=es_LA
  • 7. Autarcia - sociedade que, do ponto de vista económico, se basta a si mesma.
  • 8. A democracia foi criada na cidade-estado de Atenas; (Demos-povo em grego e cracia -poder em grego) Atenas era a maior cidade da Grécia Antiga, teria cerca de 400.000 habitantes; As decisões políticas eram tomadas pelos cidadão atenienses;
  • 9. Atenas é uma cidade consagrada à deusa Atena (na mitologia grega, a deusa da civilização, da sabedoria, da estratégia em batalha, das artes, da justiça e da habilidade); Um dos principais tempos da cidade é o Atena Niké;
  • 10. Apenas os homens livres nascidos em Atenas e maiores de 18 anos eram considerados cidadãos; Estavam excluídos os escravos, as mulheres, os estrangeiros (metecos); Os cidadãos constituíam o corpo cívico da pólis, governavam a cidade; Organizavam as cerimónias religiosas, faziam as leis, decidiam a guerra ou a paz;
  • 11. Mapa de Atenas e do seu porto de mar (Pireu) https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco_de_Atenas_e_ Pireu_%2887-86_a.C.%29
  • 12. Acrópole – Construída num lugar alto. Um lugar de defesa. Encontravam-se os principais templos da cidade
  • 14. O ágora e a acrópole eram os principais espaço cívicos da cidade; Neles estavam os principais edifícios públicos e os templos mais importantes;
  • 15. A democracia ateniense 620 a.c – Leis de Drácon (primeiras leis escritas) 595 a.c. – Leis de Sólon 540 a.c. – Tirania de Pisístrato 508 a.c. – Leis de Clístenes 459 a.c. – Acesso de todos os cidadãos aos cargos públicos; 455 a.c. – Lei das mistoforias (cargos públicos com salário); 495 – 429 a.c. – Vida de Péricles
  • 16. A democracia ateniense implantou-se na cidade após mais de um século de lutas, manifestações e revoltas; Ao longo dos séculos VI e V a.c. foram publicadas leis que criaram a democracia ateniense;
  • 17. Os direitos dos cidadãos: isonomia, isocracia, isegoria Igualdade perante a lei: isonomia; Igualdade de acesso aos cargos públicos: isocracia; Igual direito ao uso da palavra: isegoria; Estes direitos foram consagrados pelas reformas de Clístenes, em 508 a.c.; Foi o fundador da democracia ateniense;
  • 18. Péricles criou as mistoforias, (os cidadãos recebiam um pagamento pelo exercício de cargos públicos) tornou possível aos cidadãos mais pobres exercerem cargos públicos;
  • 20. Eclésia ou Assembleia Popular: Reunia-se várias vezes por mês; Podiam participar todos os cidadãos; Discutiam e decidiam as leis; Decidiam a paz e a guerra; Deliberavam sobre todos os assuntos que diziam respeito ao governo da cidade; Normalmente votavam de braço no ar, mas em certos assuntos o voto era secreto;
  • 21. Bulé ou Conselho dos 500: Tinha o poder legislativo, elaboravam as propostas de lei para serem discutidas na Eclésia; Eram responsáveis pela cobrança dos impostos e finanças públicas; Eram sorteados, só podiam ser membros da Bulé, duas vezes na vida;
  • 22. Arcontes: Sorteados; Desempenhavam funções religiosas (organizavam as cerimónias religiosas) e judiciais (presidiam aos tribunais).
  • 23. Estrategos: Comandantes do Exército e da Marinha; Cargo eleito; Era o cargo mais importante, os verdadeiros chefes da democracia ateniense; Péricles foi eleito estratego durante quase 30 anos;
  • 24. Tribunais: Areópago e o Helieu ou Tribunal Popular; Eram os tribunais da cidade de Atenas;
  • 25. Características da democracia ateniense Era uma democracia direta; Não existiam partidos políticos, cada cidadão decidia por si próprio; A política era o governo da cidade; Aqueles que não se interessavam pela política eram os “idiotes”;
  • 26. A participação dos cidadãos no governo da cidade era fundamental, era o exercício da cidadania; Era importante a participação de todos, por isso muitos cargos eram sorteados; Ser sorteado também era visto pelos antigos atenienses como uma escolha dos deuses;
  • 27. Oratória A oratória era o dom da palavra que permitia convencer os outros; Todo os cidadãos deviam estar preparados para apresentar propostas, para discutir na Eclésia ou para, nos Tribunais, defender ou acusar; Existiam escolas de oratória; Existiram alguns cidadãos que ficaram famosos pelas suas capacidades de discursar.
  • 28. Proteção da democracia Procuravam impedir a tomada de poder por um só homem ou que existissem excessos; Estabeleceram o ostracismo; Na Eclésia se um nome fosse votado, o cidadão era ostracizado (tinha de deixar a cidade durante 10 anos);
  • 29. Todos os cidadãos no final dos seus mandatos eram obrigados a prestar contas pelos atos que tinham realizado; Existia a Graphé Paranomon que permita que uma lei fosse revogada se fosse considerada que era contrária às leis da cidade; A corrupção e a demagogia (condução do povo) eram severamente condenadas;
  • 30. Os limites da democracia ateniense Numa população de 400.000 apenas 40.000 eram cidadãos; Excluídos do estatuto de cidadão: mulheres, metecos (estrangeiros) e escravos; O cidadão tinha de ser do sexo masculino, maior de 18 anos e filho de pai e mãe atenienses; A democracia estava reservada a uma minoria;
  • 31. As mulheres não tinham o direito de disporem da sua pessoa ou administrarem os seus bens; Pelo casamento passavam da tutela do pai para a do marido; Nas casa mais ricas existia um espaço que lhes era reservado, o gineceu; Raramente saíam à rua, a exceção eram as festas religiosas;
  • 32. Os metecos passavam a sua condição de pais para filhos; Pagavam impostos e prestavam serviço militar, mas não podiam participar no governo da cidade; Não podiam casar com uma ateniense nem podima possuir terras; Eram artesãos e comerciantes, alguns até conseguiam enriquecer, mas continuavam a não poder participar no governo da cidade;
  • 33. Os escravos representavam cerca de metade da população da cidade; Eram considerados como uma mercadoria, pertenciam a alguém; Não podiam ter bens pessoais; Não lhes era reconhecida personalidade civil;
  • 34. Uma cultura aberta à cidade Os gregos chamavam-se a si próprios de Helenos; Estão divididos em inúmeras cidades-estado, mas têm uma unidade cultural (a mesma língua, os mesmos deuses, a mesma cultura e tradições); Todos os que não eram gregos eram apelidados de bárbaros; Os Jogos Olímpicos eram abertos a todos os gregos;
  • 35. As grandes manifestações cívico-religiosas A religião representava um papel fundamental na vida dos gregos; Adoravam os mesmos deuses, mas cada cidade tinha os seus deuses protetores; Fazia parte do conceito de cidadania grega a participação nos deveres religiosos; Em Atenas, as funções religiosas eram realizadas pelos arcontes;
  • 36. Realizavam-se festas, jogos e procissões em honra dos deuses; Em Atenas realizava-se as Panateneias (de quatro em quatro anos as Grandes Panateneias) em honra da deusa Atena, a patrona da cidade; Realizavam-se concursos, provas desportivas, etc.;
  • 37. As Grandes Dionisíacas, em honra do deus Dionísio, deram origem ao teatro; Os maiores dramaturgos gregos foram os atenienses Ésquilo, Sófocles e Eurípedes; Mais tarde o teatro grego dividiu-se em tragédias e comédias; Aristófanes foi um dos maiores autores cómicos; O teatro grego tinha funções cívicas e religiosas;
  • 38. Os gregos tinham vários lugares sagrados como Delfos, Olímpia, Corinto, etc.; Os jogos eram uma forma de os gregos homenagearem os seus deuses; Para os gregos os vencedores eram os escolhidos pelos deuses; Os mais famosos e importantes, disputavam-se me Olímpia de 4 em 4 anos, em honra de Zeus, os Jogos Olímpicos;
  • 39. Disputavam-se desde 776 a.c., durante a sua realização a paz era sagrada e obrigatória, todos as guerras entre as cidades gregas eram interrompidas; Realizavam-se cerimónias religiosas, provas desportivas e concursos literários; Só os homens podiam participar nestas provas; O prémio para os vencedores era uma coroa de ramos oliveira;
  • 40. O vencedor era considerado ser protegido pelos deuses, era uma grande honra pessoal e para a sua cidade; Os jogos e outras celebrações pan-helénicas contribuíram para a existência de um sentimento de unidade entre todos os gregos apesar de estarem divididos em cidades-estado que muitas vezes se guerreavam;
  • 41. A educação para o exercício público do poder A educação estava virada para a necessidade de desenvolver cidadãos cultos e empenhados na vida política da cidade; Até aos 7 anos a crianças eram educadas pela mãe no gineceu; Depois as raparigas permaneciam em casa e os rapazes iam para a escola;
  • 42. Os rapazes frequentavam a escola para se prepararem para serem bons cidadãos; A educação estava ao cuidados dos pais; Os mais pobres aprendiam a ler, escrever, praticar exercício físico e a nadar; Os mais ricos tinham um programa de estudos mais alargado;
  • 43. Aprendiam a leitura, escrita, aritmética e a recitação dos poemas épicos; A educação intelectual era acompanhada pela educação física; Nos ginásios, para além da educação física, aprendia- se Matemática, Filosofia; Os atenienses que pretendiam desenvolver a sua acapacidade de discursar em público iam para as escolas de oratória;
  • 44. A arquitetura e a escultura, expressão do culto público e da procura de harmonia Em Atenas o Homem vive por ele e para ele; dedica-se ao exercício da existência; Sente-se responsável por si e pela sua cidade; A sua vida não está ao serviço e glorificação de um rei;
  • 45. Numa sociedade civilizada e livre, onde a religião foi humanizada, procura a razão da vida no prazer, no aperfeiçoamento da existência; Vai surgir uma arte civil, quase totalmente esquecida da sua função religiosa, procurando embelezar a vida. A arte aproxima-se da autonomia, surge a noção de beleza;
  • 46. A arte deixa de ser exclusivamente funcional procura o prazer estético; Na Grécia inaugurou-se uma nova etapa da arte; A arte torna-se na Grécia uma procura do Belo Para os gregos é um jogo de proporções e regras que podem ser descritas
  • 47. A arquitetura grega foi uma busca de harmonia, perfeição, proporção; A procura do belo; Texto adaptado de René Huyghe, Sentido e destino da arte
  • 48. Atena Niké, Atenas Templo de Edfu, Egipto Palácio de Cnossos, Civilização Minóica, Creta
  • 49. Templo de Apolo, Termos c. 620 a.c. - Reconstituição Primitivos templos gregos construídos em madeira; A partir do século VII a.c. passam a ser construídos em pedra;
  • 50. A obra era um trabalho coletivo: arquitetos, escultores, pintores, etc.; Objetivo final: procura da beleza, da harmonia; Estava ao serviço da vida pública e da religiosa, conciliando-as;
  • 51. Os gregos utilizaram o sistema de construção trilítico, pilares verticais unidos por lintéis horizontais; Não utilizaram a linha curva; pilares Lintel
  • 52. O exterior dos edifícios era decorado com esculturas e pintado com azul, vermelho e dourado Parténon, fachada, reconstituição
  • 53. Planta do templo 1 – Pronaos 2 – Naos ou cella 3 – Estátua do deus 4 – Opistódomo 5 – Peristilo 53/62
  • 55. As ordens são um sistema de proporções. A coluna era o símbolo do Homem. Em alguns templos as colunas foram substituídas por estátuas de mulheres (Cariátides) ou de homens (Atlantes);
  • 57. Ordem dórica Mais antiga. Nasceu na Grécia Continental. c. 600 a.c.; Formas geométricas, pouca decoração; Aspeto maciço e pesado; Atribui-se um carácter masculino;
  • 60. Ordem Jónica Nasce na Jónia (Ásia Menor) no século VI a.c.; Proporções mais esbeltas que a ordem dórica; Decoração mais abundante; Está associada à figura feminina;
  • 63. Ordem coríntia Aparece no século V a.c.; É uma variante da ordem jónica. Apareceu na cidade de Corinto; Principais diferenças: base mais trabalhada, fuste mais delgado e um capitel em forma de sino invertido formado por folhas de acanto encimadas pelas volutas jónicas; 63
  • 64. Coluna e Capitel coríntios
  • 65.
  • 66. Para os Gregos a escultura era uma glorificação dos atletas, heróis e deuses; Mimesis é a imitação da Natureza; Escultura realista e idealista; Apresenta funções religiosas, políticas, funerárias, honoríficas e ornamentais; “O Homem é a medida de todas as coisas”; Escultura 66
  • 67. Estátuas eram coloridas para obter um maior realismo; Temática: quase exclusivamente o Homem; Estátuas primitivas – século IX ao VI a.c. – foram realizadas em madeira (xoana); Estátua, c. 500/550 a.c. 67
  • 68. Estátua egípcia Estátua arcaica grega
  • 69. Relevo: É aplicado nos templos: tímpanos, friso jónico e métopas; Está sujeito às formas da arquitetura; Funções do relevo: Contar uma história; Decorar o espaço arquitetónico;
  • 70. Tímpanos: o espaço coloca problemas estéticos; As figuras principais estão ao centro de pé; As restantes adaptam-se aos lados decrescentes do triângulo, primeiro curvadas, depois sentadas e por fim deitadas;
  • 71. 71
  • 72.
  • 73.
  • 74. Kouros, VI a.c. Koré, VII a.c. 74
  • 75. Características: Pose muito rígida, pouco natural; Barba e cabelo simplificados; Olhos em amêndoa; Sorriso enigmático; Simetria bilateral; Rosto e musculatura esquematizados; Estas estátuas eram pintadas de maneira realista;
  • 77. Koré, c. 500/550 a.c. 77
  • 79. Século V a.c.: Fase de transição:
  • 80. Efebo de Kritios c. 480 a.c. Posição natural Peso assenta sobre uma perna – perna apoiada Outra perna serve para manter o equilíbrio – perna livre Assimetria 80
  • 81. Efebo de Kritios c. 480 a.c.
  • 83. Dorífero – Policleto (cópia romana) Policleto estabelece o primeiro cânone da escultura grega, escreveu um tratado sobre proporções, O cânone Cânone (Cânon), conjunto de proporções de uma estátua; Exp: cabeça 1/7; pé 1/6; face 1/10; etc.;
  • 85. Fídias, Atena Parteno (cópia romana). Original teria sido executado em ouro, marfim e pedras preciosas
  • 86. Praxíteles – corpos esbeltos, nu feminino Hermes e Dionísio Afrodite de Cnido
  • 87. Lisipo, Apoxiomeno c. 320 a.c. Lisipo, estabelece um novo cânone no século IV a.c., o corpo torna-se mais esbelto. Introduziu a verdadeira noção de estátua de vulto redondo, a estátua é criada para poder ser vista de qualquer ângulo;
  • 92.
  • 93. Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte bibliografia: Rosas, Maria Antónia Monterroso; Couto, Célia Pinto; Jesus, Elisabete, Entre Tempos 10, Porto Editora Sanches, Mário; História A, 10º ano, O essencial, Edições Asa, 2005 Apresentação em Power Point da Areal Editora