A Cultura do Salão

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Módulo 7, Curso Turismo

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Sinalização e comunicação no recinto da Expo 98
Diretores do projeto: Henrique Cayatte e Pierluigi Cerri

Designer: Shigeo...
1714-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo;
da Europa das Monarquias à Europa da Revolução (O
tempo e o espaço...
Europa das Monarquias

Europa da Revolução

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Vídeo sobre a Revolução Francesa (Canal de História)

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O período compreendido entre 1714 a 1815, corresponde,
do ponto de vista histórico ao final da Idade Moderna e ao
início d...
Nível económico: A partir da 2ª década do século XVIII a
economia europeia evidência um novo dinamismo
produtivo, sobretud...
Isto provoca a diminuição das crises de subsistência;
Dinamizadas pela procura do comércio colonial
desenvolvem-se algumas...
Maior produtividade  melhoria das condições de vida 
diminuição da mortalidade  crescimento populacional;
A conjuntura ...
O crescimento demográfico,
a expansão do comércio colonial,
maior produtividade agrícola e industrial,
invenções cientific...
Crescimento da burguesia, a grande impulsionadora do
desenvolvimento económico;
Desenvolve-se o individualismo, pragmatism...
A burguesia ocupa os altos cargos públicos (administração
central e local) e financeiros;
Nobreza e alta Burguesia são as ...
A burguesia beneficia do desenvolvimento económico geral;
A nobreza beneficia dos seus privilégios e isenções fiscais,
ocu...
Fragonard, O baloiço, 1777, óleo

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O quotidiano era preenchido com caçadas, banquetes,
passeios, piqueniques, saraus para ouvir música, canto,
poesia, teatro...
Os filósofos iluministas, humanistas e racionalistas,
consideravam a Ciência e todo o conhecimento como o
principal motor ...
Só pela educação seria possível reformar as sociedades
segundo as leis naturais e a Razão;
O iluminismo deu um suporte teó...
Inglaterra, 1688, Revolução Parlamentar;
Revolução Americana, 1776;
Revolução Francesa, 1789;
Estes acontecimentos provoca...
O salão – o novo espaço de conforto e intimidade (O local)
Com a morte de Luís XIV, Versalhes perde importância;
A nobreza...
Interior Rococó

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Procura-se a beleza requintada, a elegância, o luxo, e a
exuberância;
A frivolidade, a sensualidade e o intimismo;
Ao opul...
O Rococó é uma arte alegre, otimista, despreocupada;
Destina-se às elites (aristocráticas e burguesas)
sofisticadas, aprec...
Era a dependência nobre, de grandes dimensões,
ricamente mobilada e decorada;
Era o lugar de reunião da família e onde se ...
Estes espaços privado e íntimos tornaram-se o centro da
vida social, cultural e artística;
Entre os mais famosos contam-se...
Existia um crescente interesse pelas coisas do espírito,
realizavam-se reuniões em que eram convidados as
personalidades d...
As Luzes – as rupturas culturais e científicas

No século XVIII, designa-se por Luz(es) o conhecimento
racional, o saber e...
Procuravam o conhecimento verdadeiro e erradicar a
superstição e o erro;
A filosofia de pensamento e conhecimento chamou-s...
A razão humana, quando exercida em liberdade, era o único
meio de conhecer os segredos do Universo;
O conhecimento, a ciên...
Devia-se procurar o progresso e o bem-estar das
populações para alcançar a felicidade, que era um direito
natural de todos...
O Iluminismo é uma filosofia racionalista e otimista, decorria do
Renascimento (Humanismo);
Desenvolve-se numa época marca...
Formularam a ideia do direito natural (direito à igualdade e à
igualdade);
Com base no direito natural e na moral natural ...
A crença na Natureza levou à criação de uma nova religião
– a religião natural;
Estas ideias vão dar origem ao ateísmo e d...
Estes princípios contagiaram muitos dos espíritos cultos da
época;
Inclusive alguns meios aristocráticos (despotismo
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Principais iluministas:
Montesquieu;
Voltaire;
Rousseau;
Condorcet;
Diderot
Luís António Verney;
António Ribeiro Sanches;
...
O filósofo
Jean-Jacques Rousseau
(Genebra, 1712 – Paris, 1778)
Biografia
Francês, nascido na Suíça, foi:
Músico, autor de óperas;
Escreveu romances e outras obras literárias;
Filósofo;
Escreveu o...
Desenvolveu a teoria do “bom selvagem”, a crença de que
todo o homem é por nascimento bom, é a sociedade e a
civilização q...
Todas as sociedades deviam
assentar no contrato social
(Contrato Social, 1762):
Acordo entre os indivíduos e a
sociedade, ...
O regime ideal era o da aristocracia eletiva;
O seu pensamento teve muita influência na Revolução
Francesa;
O governo da C...
A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do
Cidadão (1789)
Módulo 7, Curso Turismo

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A Declaração Universal dos
Direitos do Homem e do Cidadão
é um documento legislativo,
composto de um preâmbulo e 17
artigo...
Foi redigida e aprovada pelos deputados da Assembleia
Nacional Constituinte, em 26 de Agosto de 1789;
Esta assembleia foi ...
A liberdade individual é a ideia base de todo o documento;
“Todos os homens nascem livres e permanecem livres”;
A liberdad...
A declaração significa a destruição
da sociedade de ordens do Antigo
Regime;
E do seu regime jurídico;
O poder reside no p...
A Declaração dos Direitos foi obra da burguesia letrada
que era maioritária na Assembleia Constituinte;
Os postulados da d...
Le Nozze di Figaro (1786) – finale, de W. A. Mozart
(As Bodas de Fígaro)
(1756-91)
As Bodas de Fígaro é uma
ópera bufa ou drama jocoso;
O libreto é da autoria de
Lorenzo da Ponte;
A obra é baseada na coméd...
Foi levada à cena pela primeira
vez, em Viena, a 1 de Maio de
1786;
A ação passa-se no final do
século XVIII, no castelo d...
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As Bodas de Fígaro é uma das óperas mais populares;
Mozart utiliza fundamentalmente o cravo e através dele
estabelece uma ...
É uma ópera com um grande
sentido de humor;
As relações sociais e amorosas
entre personagens de vários
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Esta ópera cómica, é ao mesmo tempo profunda;
Desenvolve-se sobre um fundo de tragédia e aborda
questões como: a fragilida...
Personagens: Fígaro (barbeiro); Susana (camareira da
condessa); D. Bártolo (doutor); Marcelina (governanta);
Cherubino (pa...
Resumo do 2º Ato:
Condessa aflige-se com as infidelidades do marido;
Fígaro propõe-lhe um estratagema: o conde receberia u...
Resumo do 3º ato:
Marcelina e Bártolo descobrem que Fígaro é seu filho;
Susana marca encontro com o conde, com o conhecime...
Resumo do 4º ato:

Fígaro surpreende a jovem Barbarina à procura da agulha
que selava a carta, que o Conde lhe havia confi...
Resumo do 4º ato:

Chegam a Condessa e Susana, com as vestes trocadas, e
ocasiona-se um encontro complicado.
Cherubino, qu...
Resumo do 4º acto:

Para se vingar do Conde, Fígaro começa a cortejar Susanna,
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01 das revoluções à revolução blogue

  1. 1. A Cultura do Salão http://divulgacaohistoria.wordpress.com/ Módulo 7, Curso Turismo 1
  2. 2. Sinalização e comunicação no recinto da Expo 98 Diretores do projeto: Henrique Cayatte e Pierluigi Cerri Designer: Shigeo Fukuda Os pictogramas fornecem mensagens básicas; São um meio de comunicação não linguístico; Módulo 7, Curso Turismo 2/45
  3. 3. 1714-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo; da Europa das Monarquias à Europa da Revolução (O tempo e o espaço); Módulo 7, Curso Turismo 3
  4. 4. Europa das Monarquias Europa da Revolução Módulo 7, Curso Turismo 4
  5. 5. Vídeo sobre a Revolução Francesa (Canal de História) Módulo 7, Curso Turismo 5
  6. 6. O período compreendido entre 1714 a 1815, corresponde, do ponto de vista histórico ao final da Idade Moderna e ao início da Idade Contemporânea; É um período que se por um lado se mantém muitas das estruturas típicas do Antigo Regime, por outro anuncia uma nova era; Módulo 7, Curso Turismo 6
  7. 7. Nível económico: A partir da 2ª década do século XVIII a economia europeia evidência um novo dinamismo produtivo, sobretudo na agricultura (bons anos agrícolas e invenção e aplicação de novas técnicas e processos de cultivo); Módulo 7, Curso Turismo 7
  8. 8. Isto provoca a diminuição das crises de subsistência; Dinamizadas pela procura do comércio colonial desenvolvem-se algumas oficinas artesanais e surgem grandes manufaturas; Módulo 7, Curso Turismo 8
  9. 9. Maior produtividade  melhoria das condições de vida  diminuição da mortalidade  crescimento populacional; A conjuntura depressiva do século XVI foi substituída pelo crescimento; Desenvolvimento cientifíco-técnico; Módulo 7, Curso Turismo 9
  10. 10. O crescimento demográfico, a expansão do comércio colonial, maior produtividade agrícola e industrial, invenções cientificas e técnicas, vão conduzir, começando na Inglaterra, à Revolução Industrial; Módulo 7, Curso Turismo 10
  11. 11. Crescimento da burguesia, a grande impulsionadora do desenvolvimento económico; Desenvolve-se o individualismo, pragmatismo e racionalismo, a mentalidade burguesa; Café Módulo 7, Curso Turismo 11
  12. 12. A burguesia ocupa os altos cargos públicos (administração central e local) e financeiros; Nobreza e alta Burguesia são as elites do Antigo Regime, tiveram nesta época a sua “idade de ouro”; Módulo 7, Curso Turismo 12
  13. 13. A burguesia beneficia do desenvolvimento económico geral; A nobreza beneficia dos seus privilégios e isenções fiscais, ocupação de altos cargos públicos, acumulação de terras, etc; Esta elite desenvolve nos seus palácios citadinos ou castelos (e não já apenas na corte) um modo de vida requintado e confortável; Módulo 7, Curso Turismo 13
  14. 14. Fragonard, O baloiço, 1777, óleo Módulo 7, Curso Turismo 14
  15. 15. O quotidiano era preenchido com caçadas, banquetes, passeios, piqueniques, saraus para ouvir música, canto, poesia, teatro, bailes ou cientistas; A propagação do pensamento iluminista, dominante no século XVIII, levou a um maior interesse pela educação e cultura; Módulo 7, Curso Turismo 15
  16. 16. Os filósofos iluministas, humanistas e racionalistas, consideravam a Ciência e todo o conhecimento como o principal motor do progresso, que por sua vez permitiria atingir o supremo objetivo da humanidade, a Felicidade; Montesquieu Módulo 7, Curso Turismo 16
  17. 17. Só pela educação seria possível reformar as sociedades segundo as leis naturais e a Razão; O iluminismo deu um suporte teórico às revoluções liberais dos finais do século XVIII, que fizeram cair o Absolutismo e implantar os primeiros regimes democráticos; Módulo 7, Curso Turismo 17
  18. 18. Inglaterra, 1688, Revolução Parlamentar; Revolução Americana, 1776; Revolução Francesa, 1789; Estes acontecimentos provocaram uma série de revoluções em cadeia, que se prolongam pelo século XIX, na Europa e na América, e alteram a ordem politico-social; Módulo 7, Curso Turismo 18
  19. 19. O salão – o novo espaço de conforto e intimidade (O local) Com a morte de Luís XIV, Versalhes perde importância; A nobreza passa mais tempo nas suas moradias e procura torná-las tão confortáveis quanto a corte; A decoração de interiores tornou-se muito importante; Módulo 7, Curso Turismo 19
  20. 20. Interior Rococó Módulo 7, Curso Turismo 20
  21. 21. Procura-se a beleza requintada, a elegância, o luxo, e a exuberância; A frivolidade, a sensualidade e o intimismo; Ao opulento e majestoso do barroco a aristocracia prefere uma arte mais privada e sofisticada; Módulo 7, Curso Turismo 21
  22. 22. O Rococó é uma arte alegre, otimista, despreocupada; Destina-se às elites (aristocráticas e burguesas) sofisticadas, apreciadoras da “arte de bem viver”; Nas mansões, o centro da vida social, era o salão ou salões; Módulo 7, Curso Turismo 22
  23. 23. Era a dependência nobre, de grandes dimensões, ricamente mobilada e decorada; Era o lugar de reunião da família e onde se recebiam as visitas e se faziam reuniões mais alargadas: festividades, banquete, bailes, etc. Módulo 7, Curso Turismo 23
  24. 24. Estes espaços privado e íntimos tornaram-se o centro da vida social, cultural e artística; Entre os mais famosos contam-se o de algumas personalidades femininas: Madame Tecin, Madame Geoffrin e madame Pompadour; Salão de Madame Geoffrin Módulo 7, Curso Turismo 24
  25. 25. Existia um crescente interesse pelas coisas do espírito, realizavam-se reuniões em que eram convidados as personalidades da moda: cantores de ópera, escritores, filósofos, cientistas, músicos, Mozart, por exemplo; Mozart no salão de Madame Pompadour Módulo 7, Curso Turismo 25
  26. 26. As Luzes – as rupturas culturais e científicas No século XVIII, designa-se por Luz(es) o conhecimento racional, o saber esclarecido, o único capaz de tornar claro (iluminar) todas as coisas; Aqueles que punham em prática este conhecimento racional eram os Iluministas; Módulo 7, Curso Turismo 26
  27. 27. Procuravam o conhecimento verdadeiro e erradicar a superstição e o erro; A filosofia de pensamento e conhecimento chamou-se Iluminismo; O Iluminismo valorizava o indivíduo pela sua inteligência ou Razão; Módulo 7, Curso Turismo 27
  28. 28. A razão humana, quando exercida em liberdade, era o único meio de conhecer os segredos do Universo; O conhecimento, a ciência era o único caminho para libertar o Homem do preconceito e das injustiças; Módulo 7, Curso Turismo 28
  29. 29. Devia-se procurar o progresso e o bem-estar das populações para alcançar a felicidade, que era um direito natural de todos os homens; O progresso deveria melhorar a existência material e espiritual dos Homens, tornando-os seres mais perfeitos e esclarecidos; Módulo 7, Curso Turismo 29
  30. 30. O Iluminismo é uma filosofia racionalista e otimista, decorria do Renascimento (Humanismo); Desenvolve-se numa época marcada pelo crescimento económico, demográfico, científico-técnico, Módulo 7, Curso Turismo 30
  31. 31. Formularam a ideia do direito natural (direito à igualdade e à igualdade); Com base no direito natural e na moral natural condenaram a tradição; Criticam a religião e todos os regimes e sociedades constituídas sobre princípios contrários às leis naturais; Módulo 7, Curso Turismo 31
  32. 32. A crença na Natureza levou à criação de uma nova religião – a religião natural; Estas ideias vão dar origem ao ateísmo e deísmo; Estes princípios estavam, em grande parte, de acordo, com a mentalidade burguesa: individualismo, igualdade, liberdade, progresso, dignificação pessoal pelo trabalho e educação; Módulo 7, Curso Turismo 32
  33. 33. Estes princípios contagiaram muitos dos espíritos cultos da época; Inclusive alguns meios aristocráticos (despotismo iluminado); Foram publicadas Enciclopédias (compilação de todo o saber) Módulo 7, Curso Turismo 33
  34. 34. Principais iluministas: Montesquieu; Voltaire; Rousseau; Condorcet; Diderot Luís António Verney; António Ribeiro Sanches; Módulo 7, Curso Turismo 34
  35. 35. O filósofo Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 1712 – Paris, 1778) Biografia
  36. 36. Francês, nascido na Suíça, foi: Músico, autor de óperas; Escreveu romances e outras obras literárias; Filósofo; Escreveu obras sobre educação, pedagogia, filosofia e teoria política. Módulo 7, Curso Turismo 36
  37. 37. Desenvolveu a teoria do “bom selvagem”, a crença de que todo o homem é por nascimento bom, é a sociedade e a civilização que o corrompem; Para corrigir os vícios da sociedade era preciso reformálas segundo os princípios da ordem natural; Módulo 7, Curso Turismo 37
  38. 38. Todas as sociedades deviam assentar no contrato social (Contrato Social, 1762): Acordo entre os indivíduos e a sociedade, no qual se legitima a transferência do poder para a comunidade e desta para o governante; Este tem de exercer o poder no interesse da comunidade; Módulo 7, Curso Turismo 38
  39. 39. O regime ideal era o da aristocracia eletiva; O seu pensamento teve muita influência na Revolução Francesa; O governo da Convenção (1793-95) considerou os seus ideais o “Evangelho da Revolução”; O seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional”; Módulo 7, Curso Turismo 39
  40. 40. A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789)
  41. 41. Módulo 7, Curso Turismo 41
  42. 42. A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão é um documento legislativo, composto de um preâmbulo e 17 artigos; Foi o prefácio da Primeira Constituição Francesa (1791); Inspira-se nas ideias iluministas e na Declaração dos Direitos (1776) da Revolução Americana; Módulo 7, Curso Turismo 42
  43. 43. Foi redigida e aprovada pelos deputados da Assembleia Nacional Constituinte, em 26 de Agosto de 1789; Esta assembleia foi formada a 17 de Junho, quando os nobres se recusaram a aceitar o voto de igualdade com o povo na Assembleia dos Notáveis; Módulo 7, Curso Turismo 43
  44. 44. A liberdade individual é a ideia base de todo o documento; “Todos os homens nascem livres e permanecem livres”; A liberdade individual é um direito natural, tal como a propriedade, a segurança e a resistência à opressão; Módulo 7, Curso Turismo 44
  45. 45. A declaração significa a destruição da sociedade de ordens do Antigo Regime; E do seu regime jurídico; O poder reside no povo e o rei é apenas mandatário deste; O poder devia ser tripartido: executivo, judicial e legislativo; Módulo 7, Curso Turismo 45
  46. 46. A Declaração dos Direitos foi obra da burguesia letrada que era maioritária na Assembleia Constituinte; Os postulados da declaração vão influenciar no século XIX muitas revoluções liberais; Ver “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” Módulo 7, Curso Turismo 46
  47. 47. Le Nozze di Figaro (1786) – finale, de W. A. Mozart (As Bodas de Fígaro) (1756-91)
  48. 48. As Bodas de Fígaro é uma ópera bufa ou drama jocoso; O libreto é da autoria de Lorenzo da Ponte; A obra é baseada na comédia francesa de Beaumarchais, Le Mariage de Figaro; Módulo 7, Curso Turismo 48/
  49. 49. Foi levada à cena pela primeira vez, em Viena, a 1 de Maio de 1786; A ação passa-se no final do século XVIII, no castelo de Águas-Frescas, perto de Sevilha; A ação desenrola-se em 4 atos; Resumo da Ópera (wikipédia) Módulo 7, Curso Turismo 49
  50. 50. Módulo 7, Curso Turismo 50
  51. 51. As Bodas de Fígaro é uma das óperas mais populares; Mozart utiliza fundamentalmente o cravo e através dele estabelece uma sonoridade próxima da conversação; É uma comédia que satiriza alguns costumes da nobreza mas sem a virulência do texto de Beaumarchais; O tema é o desejo amoroso e a fidelidade; Módulo 7, Curso Turismo 51
  52. 52. É uma ópera com um grande sentido de humor; As relações sociais e amorosas entre personagens de vários estratos sociais estabelecem um discurso político, não explicito, que é norteado por alguns princípios que irão desencadear a Revolução Francesa; Módulo 7, Curso Turismo 52
  53. 53. Esta ópera cómica, é ao mesmo tempo profunda; Desenvolve-se sobre um fundo de tragédia e aborda questões como: a fragilidade do amor, as desigualdades entre homens e mulheres, entre senhores e criados, entre adultos e crianças; Módulo 7, Curso Turismo 53/
  54. 54. Personagens: Fígaro (barbeiro); Susana (camareira da condessa); D. Bártolo (doutor); Marcelina (governanta); Cherubino (pajem); Conde e Condessa Almaviva; António (jardineiro) Resumo do 1º ato: Fígaro quer casar com Susana; Cherubino sente-se perturbado perante as mulheres; Marcelina, tenta fazer com que Fígaro case com ela; Módulo 7, Curso Turismo 54/
  55. 55. Resumo do 2º Ato: Condessa aflige-se com as infidelidades do marido; Fígaro propõe-lhe um estratagema: o conde receberia um bilhete relatando um encontro da condessa, Susana fingiria aceitar o encontro com o conde mas iria Cherubino; Módulo 7, Curso Turismo 55
  56. 56. Resumo do 3º ato: Marcelina e Bártolo descobrem que Fígaro é seu filho; Susana marca encontro com o conde, com o conhecimento da condessa; Módulo 7, Curso Turismo 56
  57. 57. Resumo do 4º ato: Fígaro surpreende a jovem Barbarina à procura da agulha que selava a carta, que o Conde lhe havia confiado para a entregar a Susana. Mas ela perdeu-a. Fígaro sabe então que Susana se vai encontrar com o Conde, mas ignora o plano. Enfadado, convida Bártolo e Basílio a serem testemunhas desse encontro e adverte-os sobre a infidelidade das mulheres. Módulo 7, Curso Turismo 57
  58. 58. Resumo do 4º ato: Chegam a Condessa e Susana, com as vestes trocadas, e ocasiona-se um encontro complicado. Cherubino, que tinha ficado com Barbarina, vê a Condessa que estava disfarçada de Susana - e tenta beijá-la, mas nesse momento chega o Conde e é ele que recebe o beijo. Este responde-lhe com uma bofetada, mas atinge Fígaro que se tinha acercado para ver o que se passava. Módulo 7, Curso Turismo 58
  59. 59. Resumo do 4º acto: Para se vingar do Conde, Fígaro começa a cortejar Susanna, pensando ser a Condessa, mas quando a reconhece declaralhe o seu amor e esta enfurece-se já que não se apercebeu que tinha sido reconhecida pelo marido. Quando dá conta, o par abraça-se e o Conde fica zangado, que confunde Susana com a Condessa. Quando se apercebe da situação, o Conde pede perdão à esposa pelas suspeitas e pela sua má conduta. A Condessa perdoa-o e acaba tudo numa alegre festa Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 Módulo 7, Curso Turismo 59

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