SlideShare uma empresa Scribd logo
Roseli Gabriel
Curso : Tutor / Senai
                 2012
Principais correntes/enfoques teóricos
do processo de ensino-aprendizagem
• Corrente comportamentalista: o aprendiz é visto
  como um objeto da aprendizagem.
• Corrente cognitivista:o aprendiz é visto como sujeito;
  a cognição é um processo.
• Corrente humanística: o aprendiz é visto como
  sujeito, mas a ênfase é a sua auto-realização.
Corrente comportamentalista/
            Behaviorista
• Segundo essa corrente, o aprendiz responde a
  estímulos fornecidos pelo ambiente externo. Limita-
  se ao estudo de comportamentos manifestos e
  mensuráveis que podem ser controlados por suas
  consequências (modelo cientificista do positivismo).
  Não leva em consideração o que ocorre dentro da
  mente do indivíduo durante o processo de
  aprendizagem, pois o que importa é o resultado: o
  comportamento desejado.
• Principais teóricos nesta corrente: John Watson,
  Skinner e Gagné.
John Watson (1878-1958)
• John Watson foi considerado o pai do behaviorismo metodológico , ao
  publicar, em 1913, o artigo "Psicologia vista por um Behaviorista", que
  declarava a psicologia como um ramo objetivo e experimental das
  ciências naturais, que tinha como finalidade prever e controlar o
  comportamento de todo e qualquer indivíduo.
• Watson defendia a importância do meio na construção e
  desenvolvimento do indivíduo. Os seus estudos basearam-se no
  condicionamento clássico, conceito desenvolvido pelo fisiologista
  russo Ivan Pavlov (1849-1936), que ganhou o Prêmio Nobel de
  Medicina pelo seu trabalho sobre a atividade digestiva dos cães.
• Pavlov descobriu que os cães não salivavam apenas ao ver comida,
  mas também quando associavam algum som ou gesto à "chegada de
  comida" - ver a clássica experiência do cachorro de Pavlov. A este
  fenômeno de associação ele denominou de condicionamento
  clássico.
Comportamento Operante
• A principal contribuição de Skinner para a Psicologia foi o conceito de
   Comportamento Operante, que descreve a relação entre os
  organismos e o ambiente. Essa relação prevê dois subtipos de
  comportamento: respondente e operante.
• Comportamento respondente (reflexo ou involuntário): um estímulo
  gera uma determinada resposta, como a contração da pupila em
  presença da luz.
• Comportamento operante: uma resposta gera uma consequência que
  tem probabilidade de ocorrer novamente em um contexto semelhante
  . Consequências positivas tendem a ser reforçadas (recompensa ou
  reforçador positivo), ao passo que consequências adversas têm as
  respostas que as geraram punidas, reduzindo a probabilidade de que a
  mesma volte a ocorrer em um contexto semelhante (reforçador
  positivo ou castigo).
• Skinner acreditava que o condicionamento operante é responsável
  pela formação de maior parte do comportamento humano.
Implicações da teoria de Skinner na
   educação: Instrução programada
   Princípios básicos:
1. Pequenas etapas: a informação é apresentada através de
   pequenas e fáceis etapas; cada etapa constitui um “quadro”
   (frame)
2. Resposta ativa: o aluno aprende melhor se participa
   ativamente da aprendizagem;
3. Verificação imediata: o aluno aprende melhor quando
   verifica a resposta rapidamente;
4. Ritmo próprio: o aluno deve trabalhar no ritmo que
   desejar;
5. Testagem do programa: se a apresentação de um quadro
   estiver muito extensa ou pouco clara, isso se refletirá na s
   respostas dos estudantes.
Eventos de instrução e processos cognitivos
   correspondentes na teoria de Gagné
 1. obter atenção (recepção)
 2. informar o objetivo para os aprendizes (expectativa)
 3. estimular a lembrança do aprendizado anterior
 (recuperação)
 4. apresentar o estímulo (percepção seletiva)
 5. fornecer orientação de aprendizado (código semântico)
 6. obter desempenho (resposta)
 7. fornecer feedback (reforço)
 8. avaliar o desempenho (recuperação)
 9. aumentar a retenção e a transferência (generalização).
 Em termos de teorias do ensino, Gagné parece situar-se
 entre o behaviorismo e o cognitivismo, pois fala em
 estímulo e resposta, mas também processos internos de
 aprendizagem.
A linha cognitivista
• Essa linha enfatiza o processo de cognição, através do qual
  o universo de significados do indivíduo tem origem:à
  medida que o ser se situa no mundo, estabelece relações
  de significação, ou seja, atribui significados à realidade em
  que se encontra. Preocupa-se com o processo de
  compreensão, transformação, armazenamento e uso da
  informação envolvida na cognição, e procura identificar
  regularidades (padrões) nesse processo. Ocupa-se
  particularmente dos processos mentais.
• Principal expoentes dessa linha: Piaget, Ausubel, Vigotsky
  e Bruner.
A teoria de Jean Piaget (1896- 1980)
 Piaget distingue quatro períodos gerais do
  desenvolvimento cognitivo, que se subdividem,
  por sua vez, em estágios ou níveis:
 Sensório-motor (do nascimento até cerca de 2
  anos de idade);
 Pré-operacional (2 a 6-7 anos)
 Operacional-concreto (6-7 a 11-12 anos)
 Operacional-formal (da pré-adolescência até a
  idade adulta)
Período pré-operacional
 À medida em que começa a dominar a linguagem, símbolos e
  imagens mentais, seu pensamento começa a se organizar. Sua atenção
  volta-se ao aspecto mais atraente dos acontecimentos, o que pode
  resultar em conclusões equivocadas (ex: experimento dos copos). Esse
  período subdivide-se no período simbólico e intuitivo.
 a)período simbólico (2 a 4 anos): surgimento da linguagem, do
  desenho, da imitação, da dramatização, etc.. o indivíduo “dá alma”
  (animismo) aos objetos ("o carro do papai foi 'dormir' na garagem").
  Outras características: nominalismo (dar nomes às coisas das quais
  não sabe o nome ainda), superdeterminação (“teimosia”),
  egocentrismo, etc.
 b) Período intuitivo: já existe um desejo de explicação dos fenômenos.
  É a “idade dos porquês”, pois o indíviduo pergunta o tempo todo.
  Distingue a fantasia do real, podendo dramatizar a fantasia sem que
  acredite nela. Já é capaz de organizar coleções e conjuntos , e , nas
  conversas, a adaptar sua fala ao contexto da fala do companheiro.
Outros termos importantes na
           teoria de Piaget
 Segundo Piaget, o crescimento cognitivo da criança se dá por meio de
  assimilação e acomodação.
 Assimilação é um processo mental pelo qual se incorporam (integram)
  os dados das experiências aos esquemas de ação e aos esquemas
  existentes. Quando a criança tem novas experiências , ela tenta adaptar
  esses novos estímulos às estruturas cognitivas que já possui.
 Esquemas são estruturas mentais ou cognitivas (padrão de
  comportamento ou pensamento) pelas quais os indivíduos
  intelectualmente se adaptam e organizam o meio. (Metáfora do fichário)
 Acomodação é um processo mental pelo qual os sistemas existentes vão
  modificar-se em função das experiências do meio. Ela acontece quando a
  criança não consegue assimilar um novo estímulo, ou seja, não existe uma
  estrutura cognitiva que assimile a nova informação em função das
  particularidades desse novo estímulo.
A teoria de David Ausubel (1918-2008)
         Aprendizagem significativa
 A teoria de Ausubel, assim como a de outros cognitivistas, se baseia
  na premissa de que existe uma estrutura na qual a integração e
  organização de novos conhecimentos se processa. No entanto, a
  aprendizagem precisa fazer sentido para o aluno (conceito de
  aprendizagem significativa ou meaningful learning) e, assim, a
  informação deverá se ancorar nos conceitos relevantes já existentes. O
  argumento básico é que a estrutura cognitiva já existente facilita a
  aprendizagem pois serve de âncora para a subsunção (subsumption)
  de novas informações. Quando isso não ocorre, a aprendizagem é
  apenas um armazenamento arbitrário de informações (rote learning
  ou aprendizagem mecânica).
 Uma segunda suposição do modelo é que o processo de ancoragem da
  nova informação resulta em crescimento e modificação do conceito
  subsunçor, e que tais conceitos permanecerão interligados na
  estrutura cognitiva.
Condições para a ocorrência da
     Aprendizagem Significativa
 Idéias simbolicamente expressas devem ser relacionadas de forma não
  literal e não arbitrária ao que o aprendiz já sabe e lhe é relevante, ou
  seja, que tenha os subsunçores adequados. Um material com essas
  características é chamado de potencialmente significativo.
 Independentemente do quão potencialmente significativo seja um
  material a ser aprendido, se a intenção do aprendiz for apenas de
  memorizá-lo, o processo de aprendizagem e o seu produto serão
  mecânicos.
 A aprendizagem significativa se subdivide em representacional
  (capacidade de dar significado a símbolos, que passam a significar
  para o indivíduo aquilo que seus referentes significam), de conceitos
  (capacidade de representar abstrações genéricas e categóricas dos
  atributos essenciais dos referentes), e proposicional (capacidade de
  formular e compreender proposições a partir do significado dos
  conceitos).
A teoria de Lev Vigotsky (1896- 1934)
 Para este teórico, as interações interpessoais tem um papel de
  destaque na aprendizagem. A linguagem, essencialmente
  interativa, intervém no processo de desenvolvimento
  intelectual da criança desde o nascimento-- sozinha, não seria
  capaz de adquirir aquilo que obtém por intermédio de sua
  interação com os adultos e com as outras crianças, num
  processo em que a linguagem é fundamental.
 Em sua teoria, Vygotsky apresenta a noção de que o bom
  aprendizado é aquele que considera o nível de desenvolvimento
  potencial ou proximal, ou seja, o que as crianças são capazes de
  realizar com e sem a ajuda externa .
Estrutura do conhecimento
  Possui três características fundamentais:
 forma de representação utilizada (ativa, icônica ou
  simbólica);
 economia: está relacionada à quantidade de informação a
  ser conservada na mente e a ser processada para resolver
  um problema (ex: decorar as fórmulas na matemática ou
  na física);
 potência efetiva: é caracterizada pela capacidade de um
  estudante para relacionar assuntos aparentemente
  distintos, ou seja, ao valor generativo de um conjunto de
  idéias ou raciocínios aprendidos.
A instrução e o papel do professor
          segundo Bruner
 Ao contrário de outros teóricos, Bruner acredita que as teorias de
  aprendizagem devem ser não apenas descritivas, mas prescritivas, ou
  seja, concentrarem-se em como otimizar o ensino.
 Segundo Bruner, o ensino deve ser planejado levando em conta o que
  se sabe sobre o desenvolvimento do aprendiz, a fim de melhor
  organizar a sequência da matéria.
 Deve-se conhecer as quatro características básicas de uma teoria do
  ensino: predisposições, estrutura do conhecimento, sequência e
  reforço.
 O reforço de Bruner é diferente do reforço de Skinner; para Bruner, o
  processo de aprendizagem deve levar o estudante a se auto-reforçar a
  fim de que a aprendizagem seja reforço de si própria.
A orientação humanística
• O aluno, nesse enfoque, é visto primordialmente
  como pessoa. O importante é a auto-realização e
  crescimento pessoal do indivíduo, que é visto como
  um todo, e não apenas como intelecto. Ele é a fonte
  de todos os atos, pois é essencialmente livre para fazer
  escolhas. Nesse enfoque, a aprendizagem não se
  limita a um aumento de conhecimentos, pois influi
  nas escolhas e atitudes do aprendiz.
• Principais expoentes dessa orientação: Carl Rogers e
  Alexander Neill.
A teoria de Carl Rogers (1902 – 1987)
A pedagogia centrada no aluno

 A formação de Carl Rogers foi em Psicologia e, ao contrário do
  que se possa imaginar, desenvolveu uma teoria aplicável em
  qualquer tipo de relacionamento, seja entre professor e aluno,
  seja entre pais e filhos, amigos ou mesmo na vida profissional, já
  que suas observações são frutos da vivência dentro de seu
  próprio consultório – entre terapeuta e paciente. Somente em
  1971 dirigiu sua atenção especialmente para a Educação, com a
  proposta da pedagogia centrada no aluno.
 Para Rogers, ensinar é mais que transmitir conhecimento – é
  despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do
  conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesma e a dar um
  novo passo em busca de mais. É educar para a vida e para novos
  relacionamentos.
A relação professor-aluno sob a
           ótica de Rogers
 Para Rogers, o relacionamento entre professor e aprendiz deve
  ser afetuoso e cooperativo, um aprendendo com o outro,
  caminhando para o aprendizado significativo. Essa humildade
  por parte do professor o levará, segundo ele, a um
  relacionamento autêntico e transparente com o educando. A
  autenticidade será a principal ferramenta do educador, que
  conduzirá o aluno à aprendizagem significava.
 O professor passa a ser considerado um facilitador da
  aprendizagem, não mais aquele que transmite conhecimento, e
  sim aquele que auxilia os educandos a aprender a viver como
  indivíduos em processo de transformação. O educando é
  instado a buscar o seu próprio conhecimento, consciente de sua
  constante transformação.
Qualificações necessárias ao professor-
       facilitador segundo Rogers
 Autenticidade: qualidade que conquista o respeito dos
  educandos. É preciso se mostrar pessoa como eles também são:
  com defeitos e qualidades, sentimentos e desejos, alegrias e
  tristezas. Um ser real e comum com sua própria história de
  vida.
 Apreço, aceitação e confiança: é necessário ter carinho pelo
  estudante e por tudo que ele representa; considerar suas ações e
  reações e aceitá-los como pessoas reais.
 Compreensão empática: ocorre quando o facilitador deixa o
  julgamento de lado e compreende o educando, cultivando a
  capacidade de olhar o outro de seu ponto de vista, o que será de
  extrema importância para a aprendizagem.
A avaliação no contexto da
     pedagogia centrada no aluno
 O aluno não tem que se preocupar em ser avaliado pelo
  professor, pois faz parte do processo de aprendizagem a auto-
  avaliação responsável. Uma vez que neste tipo de
  aprendizagem o aluno torna-se gestor de seu próprio processo
  de busca do conhecimento, ele aprende também a estabelecer
  critérios, a determinar os objetivos a serem alcançados e
  verificar se foram alcançados. Dentro desse critério é que se
  embasa a auto-avaliação do aluno e a avaliação do professor.
 Quanto um erro é cometido pelo aluno durante o processo de
  aprendizado, ele será orientado pelo facilitador a reencontrar o
  caminho certo, sem ser diminuído, julgado ou menosprezado .
Fontes consultadas
 MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e Aprendizagem:
  enfoques teóricos. São Paulo: Editora Moraes, 1985.
 http://www.cerebromente.org.br/n08/mente/construtivism
 http://www.webartigos.com/articles/35533/1/o-humanismo
 http://www.robertexto.com/archivo1/socio_construtivista.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Estágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piaget
Estágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piagetEstágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piaget
Estágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piaget
Anaí Peña
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
Marcela Montalvão Teti
 
Teoria de piaget (slides)
Teoria de piaget (slides)Teoria de piaget (slides)
Teoria de piaget (slides)
Débora Rodrigues
 
Psicologia Da EducaçãO Aula IntrodutóRia
Psicologia Da EducaçãO  Aula IntrodutóRiaPsicologia Da EducaçãO  Aula IntrodutóRia
Psicologia Da EducaçãO Aula IntrodutóRia
Silvia Marina Anaruma
 
14 piaget vygotsky e wallon ...
14 piaget vygotsky e wallon ...14 piaget vygotsky e wallon ...
14 piaget vygotsky e wallon ...
Karina Reimberg
 
Epistemologia genética de jean piaget primeira parte
Epistemologia genética de jean piaget primeira parteEpistemologia genética de jean piaget primeira parte
Epistemologia genética de jean piaget primeira parte
Anaí Peña
 
Piage Completo
Piage CompletoPiage Completo
Piage Completo
Andréa Forgiarni Cechin
 
Henri wallon - AFETIVIDADE
Henri wallon - AFETIVIDADEHenri wallon - AFETIVIDADE
Henri wallon - AFETIVIDADE
Aclecio Dantas
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
Thais1976
 
Jean piaget
Jean piagetJean piaget
Fases do desenvolvimento de acordo com a Teoria de Freud
Fases do desenvolvimento  de acordo com a Teoria de FreudFases do desenvolvimento  de acordo com a Teoria de Freud
Fases do desenvolvimento de acordo com a Teoria de Freud
Lucas Vinícius
 
Desenvolvimento humano
Desenvolvimento humanoDesenvolvimento humano
Desenvolvimento humano
Amanda da Silveira
 
Psicologia da edc.
Psicologia da edc.Psicologia da edc.
Psicologia da edc.
Regina Oliveira
 
Teoria humanista
Teoria humanistaTeoria humanista
Teoria humanista
Silvia Marina Anaruma
 
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-ExistencialPsicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Sara Campagnaro
 
Behaviorismo
Behaviorismo Behaviorismo
Behaviorismo
Profissão Professor
 
David ausubel - Aprendizagem Significativa
David ausubel - Aprendizagem SignificativaDavid ausubel - Aprendizagem Significativa
David ausubel - Aprendizagem Significativa
Kete Martins Rufino
 
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Débora Silveira
 
1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento
Claudinéia da Silva de Oliveira
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
ecleiamb
 

Mais procurados (20)

Estágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piaget
Estágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piagetEstágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piaget
Estágios do desenvolvimento cognitivo segundo jean piaget
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
 
Teoria de piaget (slides)
Teoria de piaget (slides)Teoria de piaget (slides)
Teoria de piaget (slides)
 
Psicologia Da EducaçãO Aula IntrodutóRia
Psicologia Da EducaçãO  Aula IntrodutóRiaPsicologia Da EducaçãO  Aula IntrodutóRia
Psicologia Da EducaçãO Aula IntrodutóRia
 
14 piaget vygotsky e wallon ...
14 piaget vygotsky e wallon ...14 piaget vygotsky e wallon ...
14 piaget vygotsky e wallon ...
 
Epistemologia genética de jean piaget primeira parte
Epistemologia genética de jean piaget primeira parteEpistemologia genética de jean piaget primeira parte
Epistemologia genética de jean piaget primeira parte
 
Piage Completo
Piage CompletoPiage Completo
Piage Completo
 
Henri wallon - AFETIVIDADE
Henri wallon - AFETIVIDADEHenri wallon - AFETIVIDADE
Henri wallon - AFETIVIDADE
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 
Jean piaget
Jean piagetJean piaget
Jean piaget
 
Fases do desenvolvimento de acordo com a Teoria de Freud
Fases do desenvolvimento  de acordo com a Teoria de FreudFases do desenvolvimento  de acordo com a Teoria de Freud
Fases do desenvolvimento de acordo com a Teoria de Freud
 
Desenvolvimento humano
Desenvolvimento humanoDesenvolvimento humano
Desenvolvimento humano
 
Psicologia da edc.
Psicologia da edc.Psicologia da edc.
Psicologia da edc.
 
Teoria humanista
Teoria humanistaTeoria humanista
Teoria humanista
 
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-ExistencialPsicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-Existencial
 
Behaviorismo
Behaviorismo Behaviorismo
Behaviorismo
 
David ausubel - Aprendizagem Significativa
David ausubel - Aprendizagem SignificativaDavid ausubel - Aprendizagem Significativa
David ausubel - Aprendizagem Significativa
 
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
 
1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 

Semelhante a Teorias de aprendizagem trabalho

Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
SUZILEY
 
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para AlunosTeorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
neliane frança
 
A Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da AprendizagemA Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da Aprendizagem
O Blog do Pedagogo
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
angelafreire
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
angelafreire
 
Teorias pedagógicas de ensino aprendizagem
Teorias pedagógicas de ensino aprendizagemTeorias pedagógicas de ensino aprendizagem
Teorias pedagógicas de ensino aprendizagem
CDIM Daniel
 
Jean piaget 1
Jean piaget  1Jean piaget  1
Jean piaget 1
Felipe Mago
 
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando   educaçao e construcao do conhecimentoBecker, fernando   educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
marcaocampos
 
FPIF - Aprendizagem
FPIF - AprendizagemFPIF - Aprendizagem
FPIF - Aprendizagem
APMTorres
 
Teorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de AprendizagemTeorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de Aprendizagem
Sabrina Mariana
 
Módulo1 évelin severo
Módulo1 évelin severoMódulo1 évelin severo
Módulo1 évelin severo
Évelin Pinto Lambertes Severo
 
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptxAULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
PregadorJonasKoncept
 
Tecnologia Lte
Tecnologia LteTecnologia Lte
Tecnologia Lte
Sabrina Mariana
 
Teorias da aprendizagem camila de abreu fontes de oliveira
Teorias da aprendizagem   camila de abreu fontes de oliveiraTeorias da aprendizagem   camila de abreu fontes de oliveira
Teorias da aprendizagem camila de abreu fontes de oliveira
CamilaAbreuFontes
 
Behavorismo
BehavorismoBehavorismo
Behavorismo
Patricia Fernandes
 
Apresentação da Teoria de Piaget - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...
Apresentação  da Teoria de Piaget  - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...Apresentação  da Teoria de Piaget  - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...
Apresentação da Teoria de Piaget - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...
delicia2
 
AD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptx
AD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptxAD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptx
AD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptx
AlineGomes255422
 
Biografia de jean piaget
Biografia de jean piagetBiografia de jean piaget
Biografia de jean piaget
veralicepeq
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
Quelen Fogaça
 
Epistemologia Genética de Jean Piaget
Epistemologia Genética de Jean PiagetEpistemologia Genética de Jean Piaget
Epistemologia Genética de Jean Piaget
Lucila Pesce
 

Semelhante a Teorias de aprendizagem trabalho (20)

Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para AlunosTeorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
 
A Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da AprendizagemA Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da Aprendizagem
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
 
Teorias pedagógicas de ensino aprendizagem
Teorias pedagógicas de ensino aprendizagemTeorias pedagógicas de ensino aprendizagem
Teorias pedagógicas de ensino aprendizagem
 
Jean piaget 1
Jean piaget  1Jean piaget  1
Jean piaget 1
 
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando   educaçao e construcao do conhecimentoBecker, fernando   educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
 
FPIF - Aprendizagem
FPIF - AprendizagemFPIF - Aprendizagem
FPIF - Aprendizagem
 
Teorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de AprendizagemTeorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de Aprendizagem
 
Módulo1 évelin severo
Módulo1 évelin severoMódulo1 évelin severo
Módulo1 évelin severo
 
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptxAULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
 
Tecnologia Lte
Tecnologia LteTecnologia Lte
Tecnologia Lte
 
Teorias da aprendizagem camila de abreu fontes de oliveira
Teorias da aprendizagem   camila de abreu fontes de oliveiraTeorias da aprendizagem   camila de abreu fontes de oliveira
Teorias da aprendizagem camila de abreu fontes de oliveira
 
Behavorismo
BehavorismoBehavorismo
Behavorismo
 
Apresentação da Teoria de Piaget - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...
Apresentação  da Teoria de Piaget  - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...Apresentação  da Teoria de Piaget  - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...
Apresentação da Teoria de Piaget - Os Períodos de Desenvolvimento da crianç...
 
AD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptx
AD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptxAD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptx
AD 1-DIDÁTICA-Jean Piaget.pptx
 
Biografia de jean piaget
Biografia de jean piagetBiografia de jean piaget
Biografia de jean piaget
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 
Epistemologia Genética de Jean Piaget
Epistemologia Genética de Jean PiagetEpistemologia Genética de Jean Piaget
Epistemologia Genética de Jean Piaget
 

Último

Acróstico - Reciclar é preciso
Acróstico   -  Reciclar é preciso Acróstico   -  Reciclar é preciso
Acróstico - Reciclar é preciso
Mary Alvarenga
 
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptxAula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
kdn15710
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manualUFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
Manuais Formação
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptxLIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
WelidaFreitas1
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
MatildeBrites
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
KeilianeOliveira3
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
carlaslr1
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 

Último (20)

Acróstico - Reciclar é preciso
Acróstico   -  Reciclar é preciso Acróstico   -  Reciclar é preciso
Acróstico - Reciclar é preciso
 
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptxAula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manualUFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptxLIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 

Teorias de aprendizagem trabalho

  • 1. Roseli Gabriel Curso : Tutor / Senai 2012
  • 2. Principais correntes/enfoques teóricos do processo de ensino-aprendizagem • Corrente comportamentalista: o aprendiz é visto como um objeto da aprendizagem. • Corrente cognitivista:o aprendiz é visto como sujeito; a cognição é um processo. • Corrente humanística: o aprendiz é visto como sujeito, mas a ênfase é a sua auto-realização.
  • 3. Corrente comportamentalista/ Behaviorista • Segundo essa corrente, o aprendiz responde a estímulos fornecidos pelo ambiente externo. Limita- se ao estudo de comportamentos manifestos e mensuráveis que podem ser controlados por suas consequências (modelo cientificista do positivismo). Não leva em consideração o que ocorre dentro da mente do indivíduo durante o processo de aprendizagem, pois o que importa é o resultado: o comportamento desejado. • Principais teóricos nesta corrente: John Watson, Skinner e Gagné.
  • 4. John Watson (1878-1958) • John Watson foi considerado o pai do behaviorismo metodológico , ao publicar, em 1913, o artigo "Psicologia vista por um Behaviorista", que declarava a psicologia como um ramo objetivo e experimental das ciências naturais, que tinha como finalidade prever e controlar o comportamento de todo e qualquer indivíduo. • Watson defendia a importância do meio na construção e desenvolvimento do indivíduo. Os seus estudos basearam-se no condicionamento clássico, conceito desenvolvido pelo fisiologista russo Ivan Pavlov (1849-1936), que ganhou o Prêmio Nobel de Medicina pelo seu trabalho sobre a atividade digestiva dos cães. • Pavlov descobriu que os cães não salivavam apenas ao ver comida, mas também quando associavam algum som ou gesto à "chegada de comida" - ver a clássica experiência do cachorro de Pavlov. A este fenômeno de associação ele denominou de condicionamento clássico.
  • 5. Comportamento Operante • A principal contribuição de Skinner para a Psicologia foi o conceito de Comportamento Operante, que descreve a relação entre os organismos e o ambiente. Essa relação prevê dois subtipos de comportamento: respondente e operante. • Comportamento respondente (reflexo ou involuntário): um estímulo gera uma determinada resposta, como a contração da pupila em presença da luz. • Comportamento operante: uma resposta gera uma consequência que tem probabilidade de ocorrer novamente em um contexto semelhante . Consequências positivas tendem a ser reforçadas (recompensa ou reforçador positivo), ao passo que consequências adversas têm as respostas que as geraram punidas, reduzindo a probabilidade de que a mesma volte a ocorrer em um contexto semelhante (reforçador positivo ou castigo). • Skinner acreditava que o condicionamento operante é responsável pela formação de maior parte do comportamento humano.
  • 6. Implicações da teoria de Skinner na educação: Instrução programada Princípios básicos: 1. Pequenas etapas: a informação é apresentada através de pequenas e fáceis etapas; cada etapa constitui um “quadro” (frame) 2. Resposta ativa: o aluno aprende melhor se participa ativamente da aprendizagem; 3. Verificação imediata: o aluno aprende melhor quando verifica a resposta rapidamente; 4. Ritmo próprio: o aluno deve trabalhar no ritmo que desejar; 5. Testagem do programa: se a apresentação de um quadro estiver muito extensa ou pouco clara, isso se refletirá na s respostas dos estudantes.
  • 7. Eventos de instrução e processos cognitivos correspondentes na teoria de Gagné 1. obter atenção (recepção) 2. informar o objetivo para os aprendizes (expectativa) 3. estimular a lembrança do aprendizado anterior (recuperação) 4. apresentar o estímulo (percepção seletiva) 5. fornecer orientação de aprendizado (código semântico) 6. obter desempenho (resposta) 7. fornecer feedback (reforço) 8. avaliar o desempenho (recuperação) 9. aumentar a retenção e a transferência (generalização). Em termos de teorias do ensino, Gagné parece situar-se entre o behaviorismo e o cognitivismo, pois fala em estímulo e resposta, mas também processos internos de aprendizagem.
  • 8. A linha cognitivista • Essa linha enfatiza o processo de cognição, através do qual o universo de significados do indivíduo tem origem:à medida que o ser se situa no mundo, estabelece relações de significação, ou seja, atribui significados à realidade em que se encontra. Preocupa-se com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação envolvida na cognição, e procura identificar regularidades (padrões) nesse processo. Ocupa-se particularmente dos processos mentais. • Principal expoentes dessa linha: Piaget, Ausubel, Vigotsky e Bruner.
  • 9. A teoria de Jean Piaget (1896- 1980)  Piaget distingue quatro períodos gerais do desenvolvimento cognitivo, que se subdividem, por sua vez, em estágios ou níveis:  Sensório-motor (do nascimento até cerca de 2 anos de idade);  Pré-operacional (2 a 6-7 anos)  Operacional-concreto (6-7 a 11-12 anos)  Operacional-formal (da pré-adolescência até a idade adulta)
  • 10. Período pré-operacional  À medida em que começa a dominar a linguagem, símbolos e imagens mentais, seu pensamento começa a se organizar. Sua atenção volta-se ao aspecto mais atraente dos acontecimentos, o que pode resultar em conclusões equivocadas (ex: experimento dos copos). Esse período subdivide-se no período simbólico e intuitivo.  a)período simbólico (2 a 4 anos): surgimento da linguagem, do desenho, da imitação, da dramatização, etc.. o indivíduo “dá alma” (animismo) aos objetos ("o carro do papai foi 'dormir' na garagem"). Outras características: nominalismo (dar nomes às coisas das quais não sabe o nome ainda), superdeterminação (“teimosia”), egocentrismo, etc.  b) Período intuitivo: já existe um desejo de explicação dos fenômenos. É a “idade dos porquês”, pois o indíviduo pergunta o tempo todo. Distingue a fantasia do real, podendo dramatizar a fantasia sem que acredite nela. Já é capaz de organizar coleções e conjuntos , e , nas conversas, a adaptar sua fala ao contexto da fala do companheiro.
  • 11. Outros termos importantes na teoria de Piaget  Segundo Piaget, o crescimento cognitivo da criança se dá por meio de assimilação e acomodação.  Assimilação é um processo mental pelo qual se incorporam (integram) os dados das experiências aos esquemas de ação e aos esquemas existentes. Quando a criança tem novas experiências , ela tenta adaptar esses novos estímulos às estruturas cognitivas que já possui.  Esquemas são estruturas mentais ou cognitivas (padrão de comportamento ou pensamento) pelas quais os indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o meio. (Metáfora do fichário)  Acomodação é um processo mental pelo qual os sistemas existentes vão modificar-se em função das experiências do meio. Ela acontece quando a criança não consegue assimilar um novo estímulo, ou seja, não existe uma estrutura cognitiva que assimile a nova informação em função das particularidades desse novo estímulo.
  • 12. A teoria de David Ausubel (1918-2008) Aprendizagem significativa  A teoria de Ausubel, assim como a de outros cognitivistas, se baseia na premissa de que existe uma estrutura na qual a integração e organização de novos conhecimentos se processa. No entanto, a aprendizagem precisa fazer sentido para o aluno (conceito de aprendizagem significativa ou meaningful learning) e, assim, a informação deverá se ancorar nos conceitos relevantes já existentes. O argumento básico é que a estrutura cognitiva já existente facilita a aprendizagem pois serve de âncora para a subsunção (subsumption) de novas informações. Quando isso não ocorre, a aprendizagem é apenas um armazenamento arbitrário de informações (rote learning ou aprendizagem mecânica).  Uma segunda suposição do modelo é que o processo de ancoragem da nova informação resulta em crescimento e modificação do conceito subsunçor, e que tais conceitos permanecerão interligados na estrutura cognitiva.
  • 13. Condições para a ocorrência da Aprendizagem Significativa  Idéias simbolicamente expressas devem ser relacionadas de forma não literal e não arbitrária ao que o aprendiz já sabe e lhe é relevante, ou seja, que tenha os subsunçores adequados. Um material com essas características é chamado de potencialmente significativo.  Independentemente do quão potencialmente significativo seja um material a ser aprendido, se a intenção do aprendiz for apenas de memorizá-lo, o processo de aprendizagem e o seu produto serão mecânicos.  A aprendizagem significativa se subdivide em representacional (capacidade de dar significado a símbolos, que passam a significar para o indivíduo aquilo que seus referentes significam), de conceitos (capacidade de representar abstrações genéricas e categóricas dos atributos essenciais dos referentes), e proposicional (capacidade de formular e compreender proposições a partir do significado dos conceitos).
  • 14. A teoria de Lev Vigotsky (1896- 1934)  Para este teórico, as interações interpessoais tem um papel de destaque na aprendizagem. A linguagem, essencialmente interativa, intervém no processo de desenvolvimento intelectual da criança desde o nascimento-- sozinha, não seria capaz de adquirir aquilo que obtém por intermédio de sua interação com os adultos e com as outras crianças, num processo em que a linguagem é fundamental.  Em sua teoria, Vygotsky apresenta a noção de que o bom aprendizado é aquele que considera o nível de desenvolvimento potencial ou proximal, ou seja, o que as crianças são capazes de realizar com e sem a ajuda externa .
  • 15. Estrutura do conhecimento Possui três características fundamentais:  forma de representação utilizada (ativa, icônica ou simbólica);  economia: está relacionada à quantidade de informação a ser conservada na mente e a ser processada para resolver um problema (ex: decorar as fórmulas na matemática ou na física);  potência efetiva: é caracterizada pela capacidade de um estudante para relacionar assuntos aparentemente distintos, ou seja, ao valor generativo de um conjunto de idéias ou raciocínios aprendidos.
  • 16. A instrução e o papel do professor segundo Bruner  Ao contrário de outros teóricos, Bruner acredita que as teorias de aprendizagem devem ser não apenas descritivas, mas prescritivas, ou seja, concentrarem-se em como otimizar o ensino.  Segundo Bruner, o ensino deve ser planejado levando em conta o que se sabe sobre o desenvolvimento do aprendiz, a fim de melhor organizar a sequência da matéria.  Deve-se conhecer as quatro características básicas de uma teoria do ensino: predisposições, estrutura do conhecimento, sequência e reforço.  O reforço de Bruner é diferente do reforço de Skinner; para Bruner, o processo de aprendizagem deve levar o estudante a se auto-reforçar a fim de que a aprendizagem seja reforço de si própria.
  • 17. A orientação humanística • O aluno, nesse enfoque, é visto primordialmente como pessoa. O importante é a auto-realização e crescimento pessoal do indivíduo, que é visto como um todo, e não apenas como intelecto. Ele é a fonte de todos os atos, pois é essencialmente livre para fazer escolhas. Nesse enfoque, a aprendizagem não se limita a um aumento de conhecimentos, pois influi nas escolhas e atitudes do aprendiz. • Principais expoentes dessa orientação: Carl Rogers e Alexander Neill.
  • 18. A teoria de Carl Rogers (1902 – 1987) A pedagogia centrada no aluno  A formação de Carl Rogers foi em Psicologia e, ao contrário do que se possa imaginar, desenvolveu uma teoria aplicável em qualquer tipo de relacionamento, seja entre professor e aluno, seja entre pais e filhos, amigos ou mesmo na vida profissional, já que suas observações são frutos da vivência dentro de seu próprio consultório – entre terapeuta e paciente. Somente em 1971 dirigiu sua atenção especialmente para a Educação, com a proposta da pedagogia centrada no aluno.  Para Rogers, ensinar é mais que transmitir conhecimento – é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesma e a dar um novo passo em busca de mais. É educar para a vida e para novos relacionamentos.
  • 19. A relação professor-aluno sob a ótica de Rogers  Para Rogers, o relacionamento entre professor e aprendiz deve ser afetuoso e cooperativo, um aprendendo com o outro, caminhando para o aprendizado significativo. Essa humildade por parte do professor o levará, segundo ele, a um relacionamento autêntico e transparente com o educando. A autenticidade será a principal ferramenta do educador, que conduzirá o aluno à aprendizagem significava.  O professor passa a ser considerado um facilitador da aprendizagem, não mais aquele que transmite conhecimento, e sim aquele que auxilia os educandos a aprender a viver como indivíduos em processo de transformação. O educando é instado a buscar o seu próprio conhecimento, consciente de sua constante transformação.
  • 20. Qualificações necessárias ao professor- facilitador segundo Rogers  Autenticidade: qualidade que conquista o respeito dos educandos. É preciso se mostrar pessoa como eles também são: com defeitos e qualidades, sentimentos e desejos, alegrias e tristezas. Um ser real e comum com sua própria história de vida.  Apreço, aceitação e confiança: é necessário ter carinho pelo estudante e por tudo que ele representa; considerar suas ações e reações e aceitá-los como pessoas reais.  Compreensão empática: ocorre quando o facilitador deixa o julgamento de lado e compreende o educando, cultivando a capacidade de olhar o outro de seu ponto de vista, o que será de extrema importância para a aprendizagem.
  • 21. A avaliação no contexto da pedagogia centrada no aluno  O aluno não tem que se preocupar em ser avaliado pelo professor, pois faz parte do processo de aprendizagem a auto- avaliação responsável. Uma vez que neste tipo de aprendizagem o aluno torna-se gestor de seu próprio processo de busca do conhecimento, ele aprende também a estabelecer critérios, a determinar os objetivos a serem alcançados e verificar se foram alcançados. Dentro desse critério é que se embasa a auto-avaliação do aluno e a avaliação do professor.  Quanto um erro é cometido pelo aluno durante o processo de aprendizado, ele será orientado pelo facilitador a reencontrar o caminho certo, sem ser diminuído, julgado ou menosprezado .
  • 22. Fontes consultadas  MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e Aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Editora Moraes, 1985.  http://www.cerebromente.org.br/n08/mente/construtivism  http://www.webartigos.com/articles/35533/1/o-humanismo  http://www.robertexto.com/archivo1/socio_construtivista.