SlideShare uma empresa Scribd logo
Momento      histórico   desta  teoria
marcado pelo empirismo, pela ciência
exata e objetiva, ou seja, uma ciência
era reconhecida como tal, na medida
em     que    dispusesse    de  dados
quantitativos que proporcionassem a
padronização.
Considerado     o    fundador      do
behaviorismo no mundo ocidental.
BEHAVIORISMO = behavior em inglês
significa comportamento
Deixou claro que o objeto de seus
estudos     era o   comportamento
observável.
A aprendizagem é diretamente
 observada, mediante a resposta do
               aluno.


O professor deve se preocupar com as
condições do ambiente, a mudança de
comportamento do aluno e a medição
 dessa mudança no momento do seu
           planejamento.
Foi influenciado pelo condicionamento
clássico do russo Ivan Pavlov (1849-
1936).
Supôs que o comportamento inclui
repostas que podem ser observadas e
relacionadas    com  eventos    que
precedem (estímulos) e as sucedem
(consequências).
Seu objetivo maior era criar leis e
princípios gerais do comportamento
humano.
Não organizou uma teoria clara e
consistente, porém teve enorme
influência na psicologia e na teoria
formulada por Skinner.
Grande cientista do século XX, autor da
corrente que dominou o pensamento e
prática da psicologia, em escolas e
consultórios até os anos 1950.
Usou como princípio que só é possível
      teorizar e agir sobre o que é
      cientificamente observável,
    descartando estados mentais ou
subjetivos como consciência, vontade,
   inteligência, emoção, memória e
                 outros.
O behaviorismo entende a aquisição do
conhecimento como resultado direto da
experiência, pois acredita que “estados
 internos” não são relevantes para uma
           análise funcional.


  No processo ensino-aprendizagem,
   utilizam-se reforços positivos e
              negativos.
Os comportamento desejados serão
       instalados e mantidos por
     condicionantes e reforçadores
arbitrários como: elogios, graus, notas,
    prêmios, reconhecimento, que
    associam-se a: diploma, futuro
promissor, ascensão social, monetária,
                status.
A metodologia usada é a diretiva.
   Utiliza-se a instrução programada,
treinamento, memorização e repetição.
    O erro é visto de forma negativa.

    As teorias do condicionamento
enfatizam a importância das condições
   ambientais para a ocorrência da
aprendizagem e a define com base nas
     mudanças comportamentais.
A aprendizagem é diretamente
 observada, mediante a resposta do
               aluno.


O professor deve se preocupar com as
condições do ambiente, a mudança de
comportamento do aluno e a medição
 dessa mudança no momento do seu
           planejamento.
Maior   representante     da    teoria
humanista.
Suas ideias decorrem principalmente de
sua longa experiência com psicólogo.

O termo humanista se baseia na visão
otimista de homem.
Suas contribuições foram originais e
opuseram-se às concepções e práticas
             empiristas.


Surgiu como uma terceira via entre os
 dois campos que predominavam na
 psicologia em meados do século XX
    (psicanálise e behaviorismo).
O aspecto antiautoritário e pouco
convencional de sua teoria, se tornou
atraente em meados da década de 60,
    no auge do movimento hippie.

  As ideias para a educação são uma
 extensão da teoria que desenvolveu
 como psicólogo. A terapia rogeriana
   como não-diretiva e centrada no
                cliente.
O papel do professor para Rogers
  assemelha-se ao do terapeuta, no
   sentido de ser um facilitador do
  processo de crescimento pessoal e
           autorealização.

    O homem é considerado em sua
totalidade. “O homem é arquiteto de si
               mesmo”.
A experiência pessoal e subjetiva é o
     fundamento sobre o qual o
    conhecimento é construído.

Rogers estava convencido de que as
 pessoas só aprendem aquilo que
 necessitam ou querem aprender.
Segundo esta teoria a educação tem
 significado amplo, sendo tudo o que
   estiver a serviço do crescimento
 pessoa, interpessoal ou intergrupal.

  Deve criar condições que facilitem a
aprendizagem do aluno, com o objetivo
       de liberar a capacidade de
 autoaprendizagem, de forma que seja
   possível o desenvolvimento tanto
     intelectual quanto emocional.
O processo de ensino-aprendizagem é
centrado no aluno, que possui liberdade
            para aprender.


  Aprendizagem implica mudanças no
indivíduo como um todo. O professor é
um facilitador da aprendizagem, o que
     significa apoiar os alunos para
  caminharem sozinhos (autonomia).
Em relação a avaliação, desprezou
qualquer padronização de produtos de
 aprendizagem (provas, recompensas,
             punições).

     Defendeu a autoavaliação.

A aprendizagem é mais duradoura e
abrangente quando envolve a pessoa
   como um todo (sentimentos e
            intelecto).
Afirma que os seres humanos tem uma
 potencialidade para aprender e que a
aprendizagem ocorre quando a matéria
de ensino é percebida como relevante
     para seus próprios objetivos.


Atitudes que caracterizam o professor
 facilitador: autenticidade, estima,
   aceitação e confiança no aluno e
       compreensão empática.
Propõe uma explicação teórica do
processo de aprendizagem por meio da
compreensão da estrutura cognitiva do
     indivíduo, da organização dos
 conteúdos, das ideias e dos conceitos
     de uma determinada área do
             conhecimento.
O conceito central de sua teoria é o de
     aprendizagem significativa.
As informações, conceito e experiências
      seriam organizadas de forma
  hierárquica, em que elementos mais
 específicos são ligados (assimilados) a
     conceitos mais gerais formando
 estruturas cognitivas, estruturas que
     formam uma rede de conceitos
    organizados hierarquicamente de
   acordo com o grau de abstração e
             generalização.
A aprendizagem é significativa quando
se ancora em conceitos relevantes pré-
             existentes.

A proposição é que os conhecimentos
prévios dos alunos sejam valorizados.
Entretanto, para haver aprendizagem
   significativa é necessário que o
 indivíduo tenha pré-disposição para
   aprender e que o conteúdo seja
    potencialmente significativo.
Quanto mais a maneira de organizar o
processo de aprendizagem se aproximar
da aprendizagem por descoberta, mais
   próxima estará da aprendizagem
  significativa, pois o aluno terá que
   descobrir os conteúdos, antes de
              assimilá-los.
A aprendizagem significativa opõe-se a
      aprendizagem mecânica ou
            memorística.
Nasceu na Suíça, licenciou-se em
Biologia, mas logo se interessou pela
Psicologia.

Dedicou suas pesquisas à descoberta
sistemática da evolução mental das
crianças, ao desenvolvimento da
inteligência e à construção do
conhecimento.
Partindo de uma visão interacionista,
   homem e mundo serão analisados
conjuntamente, já que o conhecimento
 é produto da interação entre sujeito e
                objeto.
A educação é condição formadora
 necessária ao desenvolvimento natural
do ser humano. Deve provocar situações
   que seja desequilibradoras para o
aluno, desequilíbrios adequados ao seu
       nível de desenvolvimento.

  Refere-se a um todo indissociável,
   considerando-se dois elementos
 fundamentais: o intelecto e o moral.
O processo ensino-aprendizagem é um
processo de reorganização cognitiva e
depende do nível de desenvolvimento
             do sujeito.


A interação aluno – aluno favorece a
          aprendizagem.
Piaget inaugurou a correte
Construtivista, com a ideia de que o
aprendizado é construído pelo aluno


  O ambiente escolar precisa ser
desafiador e provocar desequilíbrios.
I) Ideias e conceitos centrais
As etapas do desenvolvimento são
    influenciadas por quatro etapas:
 maturação, experiência, transmissão
social e equilibração ou autorregulação

  O desenvolvimento se dá por uma
 constante busca de equilíbrio, que
 significa a adaptação dos esquemas
existentes no mundo exterior, sendo o
 principal fator do desenvolvimento
              intelectual.
Com Piaget ficou claro que as crianças
   não raciocinam como os adultos e
 apenas gradualmente se inserem nas
 regras. Essa inserção se dá mediante
           dois mecanismos:
I) Ideias e conceitos centrais
Consiste em incorporar objetos do
    mundo exterior a esquemas mentais
               preexistentes.



        Modificações dos sistemas de
    assimilação por influência do mundo
      externo, ou seja, à mudança da
   estrutura para compreensão do meio.

Ao equilíbrio entre assimilação e acomodação dá-se o nome de adaptação.
II) Estágios do Desenvolvimento
A passagem de um estágio de
 desenvolvimento para outro é sempre
    caracterizada por formação de
      estruturas que não existiam
     anteriormente no indivíduo.
Os estágios caracterizam-se por ser uma
   ordem de sucessão constante, por
  apresentar idades médias variáveis e
 por possuir uma estrutura de conjunto
    com reações particulares que se
     integram e não se substituem.
II) Estágios do Desenvolvimento

  Período sensório-motor (0 a 2 anos)
Inicia-se com o nascimento e vai até o
 período de aquisição da linguagem. A
  criança recém-nascida resume sua
 conduta a coordenações sensoriais e
    motoras (reflexos) , mecanismos
   hereditários, instintos e primeiras
 emoções. É o período de assimilação
motora e surge a inteligência sensório-
    motora ou inteligência prática.
II) Estágios do Desenvolvimento

  Período pré-operacional (2 a 7 anos)
Surgimento da capacidade de dominar a
linguagem e a representação do mundo
          por meio de símbolos.
  É marcado pelo egocentrismo pois a
  criança tem dificuldade e considerar
  pontos de vista que não sejam seus.
  É considerada a fase dos “porquês”,
 devido a essa pergunta ser frequente e
    em certos momentos repetitiva.
     A inteligência sensório-motora
transforma-se em pensamento, graças à
       linguagem e à socialização.
II) Estágios do Desenvolvimento

  Período operatório concreto (8 a 12 anos)
A criança torna-se suscetível a um
          começo de reflexão.
    As ações tornam-se operatórias:
destacam-se os processos de seriação e
classificação, habilidades de discriminar
        similaridades e diferenças.

Domina conceitos de tempo e número.
 Presença de sentimento de justiça. A
  socialização é favorecida devido à
       compreensão de regras.
II) Estágios do Desenvolvimento

  Período operacional (a partir dos 12 anos)
Surge o pensamento hipotético-
dedutivo, as ideias gerais e construções
               abstratas.

É no período das operações formais que
   são desenvolvidas, dentre outras,
     operações combinatórias e de
              correlação.

  Torna-se possível a construção de
         reflexões e teorias.
III) Piaget e a Moral
O desenvolvimento da moral infantil,
segundo Piaget, obedece a processos
  análogos ao desenvolvimento do
 conhecimento físico. Assim como a
            inteligência.
Vigotski (1896-1934), advogado,
 pensador complexo e revolucionário,
  marcado pelo pensamento marxista.
   Sua obra influenciou e influencia a
pedagogia contemporânea e encontra-
  se em processo de apropriação pela
            prática docente.
Desenvolveu estudos para compreender
      o processo de mediação e o
     desenvolvimento das funções
psicológicas superiores, que distingue o
     homem das demais espécies.
Vigotski (1896-1934), advogado,
 pensador complexo e revolucionário,
  marcado pelo pensamento marxista.
   Sua obra influenciou e influencia a
pedagogia contemporânea e encontra-
  se em processo de apropriação pela
            prática docente.
Desenvolveu estudos para compreender
      o processo de mediação e o
     desenvolvimento das funções
psicológicas superiores, que distingue o
     homem das demais espécies.
A teoria histórico-cultural entende que
 a criança nasce com potencialidades
      para aprender, entretanto o
desenvolvimento resulta do processo de
    aprendizagem da cultura, que é
         socialmente mediado.

O ponto marcante da sua teoria está na
      ênfase do social, no papel
 preponderante das relações sociais no
     processo de desenvolvimento
             intelectual.
Daí a máxima:
     “O homem é um ser social”


 É um ser social não porque ele vive e
 goste de viver em grupo, mas porque,
  sem sociedade, sem os outros com
quem aprender a ser um ser humano, o
   homem não se torna humano com
     inteligência, personalidade e
              consciência.
I) Conceitos Básicos

  Funções psicológicas superiores
São mecanismos psicológicos mais
   sofisticados e complexos como
imaginação, planejamento, tomada de
      decisão, intencionalidade.

 Suas origens devem ser buscadas nas
  relações sociais entre o indivíduo e
outros homens, por meio da mediação.
I) Conceitos Básicos

  Internalização
As funções psíquicas são
experimentadas inicialmente sob forma
 de atividade interpsíquica vivenciadas
nas relações entre as pessoas, antes de
    assumirem a forma de atividade
   intrapsíquica (dentro da pessoa).

    A passagem de uma atividade
      interpsíquica para o plano
    intrapsicológico é o processo
     denominado internalização.
II) Mediação
A mediação ocorre por meio dos signos,
 da palavra, dos instrumentos e todo o
    ambiente humano carregado de
significado cultural que são fornecidos
    pelas relações entre os homens.

 É um processo essencial para tornar
   possível atividades psicológicas
voluntárias, intencionais, controladas
    pelo próprio indivíduo. Todo
   aprendizado é necessariamente
               mediado.
III) Zona de Desenvolvimento
Proximal
Desenvolvimento Real: capacidade de
realizar tarefas de forma independente.
Desenvolvimento Potencial: capacidade
 de realizar tarefas com ajuda de outro
          indivíduo mais capaz.

 Zona de Desenvolvimento Proximal
                (ZDP):
    É a distância entre o nível de
  Desenvolvimento Real e o nível de
     Desenvolvimento Potencial.
IV) Relação Pensamento
Linguagem
Pensamento e Linguagem têm origens
 diferentes e desenvolvem-se segundo
trajetórias diferentes e independentes
 havendo, entretanto, estreita ligação
             entre os dois.

No desenvolvimento da criança, a fala
  torna-se intelectual com a função
  simbólica, o pensamento torna-se
                verbal.
V) Relação aprendizagem e
desenvolvimento
Existe um percurso de
  desenvolvimento, em parte definido
 pelo processo de maturação, mas é o
aprendizado que possibilita o despertar
       dos processos internos de
desenvolvimento, que ocorrem devido á
               cultura.
O professor não “passa” informações,
 não “transmite”. O que faz é ensinar
para que o aluno seja capaz de elaborar
  sínteses, saindo do senso comum à
        consciência filosófica.

    O receptor não é passivo, mas
  reconstrói, reelabora significados.
Os educadores, os pais, o professor, as
  gerações adultas, os parceiros mais
experientes, têm o papel essencial pois
    as criança não têm condições de
   decifrar sozinhas as conquistas da
            cultura humana.


  O bom ensino é o que se adianta ao
          desenvolvimento.
Henry Wallon (1879-1962)

 Nascido de uma família com atmosfera
      republicana e democrática.
 Passou pela filosofia e medicina, antes
de chegar à psicologia. Foi um professor
    preocupado com causas sociais,
  demonstrando compromisso ético e
         engajamento político.
I) Ideias centrais


     O homem é determinado fisiológica e
    socialmente. O ser humano é portanto
            geneticamente social.

      Wallon propôs o estudo integrado do
desenvolvimento da atividade infantil que inclui
   a afetividade, motricidade e inteligência.
As emoções são consideradas a origem
    da consciência, da atividade
            intelectual.
   A linguagem é o instrumento e o
suporte indispensável para o progresso
do pensamento, pois entre pensamento
  e linguagem existe uma relação de
 reciprocidade: a linguagem exprime
pensamento, ao mesmo tempo em que
      age como estruturadora do
             pensamento.
Wallon afirma que o desenvolvimento
    da pessoa passa por etapas, ou
               estágios.

O ritmo pelo qual se sucedem as etapas
 é descontínuo, marcado por rupturas,
  retrocessos e reviravoltas, assim, o
 desenvolvimento é caracterizado por
               conflitos.
O desenvolvimento ocorre com a
  construção progressiva em que se
 sucedem fases com predominância
alternadamente afetiva e cognitiva.
II) Estágios do Desenvolvimento
    Estágio impulsivo-emocional(até 1 ano)


 Predominância das relações emocionais com o
 ambiente e o desenvolvimento sensório-motor:
olhar, pegar e andar; é o período de construção
do sujeito, onde atividade cognitiva e afetiva se
                   misturam.
II) Estágios do Desenvolvimento
     Estágio sensório-motor (1 a 3 anos)


 Predominância das relações cognitivas com o
   meio; ocorre intensa exploração do mundo
físico e desenvolvimento da função simbólica e
 da linguagem, pode-se dizer que o ato mental
          projeta-se em atos motores.
II) Estágios do Desenvolvimento
          Personalismo (3 a 6 anos)


    Predominância das relações afetivas,
   construção da consciência por meio das
             interações sociais.
II) Estágios do Desenvolvimento
              Categorial (6 anos)


   Predominância das relações cognitivas, o
interesse infantil volta-se ao conhecimento e á
  conquista do mundo exterior; amplia-se as
        relações cognitivas com o meio.
II) Estágios do Desenvolvimento
           Estágio de adolescência


     Retomada da predominância afetiva;
modificações corporais e hormonais; vêm a tona
   questões pessoais, morais e existenciais.
Howard Gardner

   Suas teorias surgiram no início da
             década e 1980.
     Contrapõe-se a ideia de que a
 inteligência é algo único e mensurável
apenas por um teste de QI, propõe que
a inteligência seja compreendida como
   multifacetada, composta por várias
  competências, definida então como:
“a capacidade de resolver problemas ou
      de criar produtos que sejam
   valorizados dentro de um ou mais
          cenários culturais”.
As vivências, os estímulos, a história de
  vida influenciam o desenvolvimento
      das competências, e estas são
    independentes entre si, ou seja,
 habilidades em uma competência não
     implica habilidades nas demais.

 Em um primeiro momento, Gardner e
     sua equipe propuseram sete
            inteligências.
I) Lógica-Matemática

Competência para lidar com cálculos e números
e, principalmente, para resolução de problemas
         que envolvam raciocínio lógico.
II) Linguística

  Capacidade de lidar bem com a linguagem
              verbal e escrita.
III) Espacial

     Envolve a facilidade na percepção e
     relacionamento com o espaço físico.
IV) Física-cinestésica

   Refere-se a forma de expressão corporal
    adequada, assim como a resolução de
problemas pro meio de movimentos do corpo.
V) Interpessoal

Diz respeito a capacidade de entender outras
   pessoas, comunicar-se adequadamente,
 motivando-as, incentivando-as e em alguns
casos liderando-as para um objetivo comum.
VI) Intrapessoal

 Está relacionada aos aspectos internos de um
 indivíduo, à capacidade de se conhecer, de se
      autoanalisar, de se reconhecer, de se
autoavaliar; reconhecer pontos fracos e fortes.
VII) Musical

  Capacidade de interpretar, escrever, ler e
     expressar-se por meio da música.
*** Posteriormente, foi acrescentada a
 inteligência natural, se refere a capacidade de
  se realizar qualquer tipo de discriminação no
       campo da natureza, reconhecendo e
          valorizando todos os seres vivos.
*** Realizou a junção entre a inteligência intra e
    extrapessoal denominando-a Inteligência
                    Emocional.
    *** Citou no ano 2000 a possibilidade de
acrescentar a Inteligência Existencial, vinculada
    a capacidade de transcendência, seria a
   capacidade de gurus e líderes espirituais.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Débora Silveira
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências Pedagógicas
Marcelo Assis
 
1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento
Claudinéia da Silva de Oliveira
 
Apresentação jean piaget
Apresentação jean piagetApresentação jean piaget
Apresentação jean piaget
pibidsociais
 
Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...
Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...
Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...
LD35
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
Thiago de Almeida
 
Vygotsky
VygotskyVygotsky
psicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuação
psicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuaçãopsicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuação
psicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuação
fatima amitaflustosa
 
Jerome Bruner
Jerome BrunerJerome Bruner
Jerome Bruner
Paula Prata
 
55586200 teorias-da-aprendizagem-aula
55586200 teorias-da-aprendizagem-aula55586200 teorias-da-aprendizagem-aula
55586200 teorias-da-aprendizagem-aula
Patricia Mendes
 
As teorias do desenvolvimento humano
As teorias do desenvolvimento humanoAs teorias do desenvolvimento humano
As teorias do desenvolvimento humano
Bruno Gurué
 
Psicopedagogia
PsicopedagogiaPsicopedagogia
Psicopedagogia
Ericka Vanessa Andrade
 
Vygotsky e a teoria sociohistórica
Vygotsky e a teoria sociohistóricaVygotsky e a teoria sociohistórica
Vygotsky e a teoria sociohistórica
Thiago de Almeida
 
A Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da AprendizagemA Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da Aprendizagem
O Blog do Pedagogo
 
Processo de Aprendizagem
Processo de AprendizagemProcesso de Aprendizagem
Processo de Aprendizagem
Kelly Vanderlei
 
Aprendizagem
AprendizagemAprendizagem
Aprendizagem
Vania Cardoso
 
Teorias Cognitivas de aprendizagem
Teorias Cognitivas de aprendizagem Teorias Cognitivas de aprendizagem
Teorias Cognitivas de aprendizagem
Maria de los Dolores J Peña
 
Aula sobre vygotsky
Aula sobre vygotskyAula sobre vygotsky
Aula sobre vygotsky
Diego Alvarez
 
psicologia da educação
psicologia da educaçãopsicologia da educação
psicologia da educação
faculdadeteologica
 
Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...
Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...
Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...
Educação Infantil
 

Mais procurados (20)

Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências Pedagógicas
 
1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento1. teorias do desenvolvimento
1. teorias do desenvolvimento
 
Apresentação jean piaget
Apresentação jean piagetApresentação jean piaget
Apresentação jean piaget
 
Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...
Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...
Quadro comparativo das concepções de aprendizagem entre os teóricos piaget, v...
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
 
Vygotsky
VygotskyVygotsky
Vygotsky
 
psicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuação
psicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuaçãopsicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuação
psicopedagogia : sua historia, origem e campo de atuação
 
Jerome Bruner
Jerome BrunerJerome Bruner
Jerome Bruner
 
55586200 teorias-da-aprendizagem-aula
55586200 teorias-da-aprendizagem-aula55586200 teorias-da-aprendizagem-aula
55586200 teorias-da-aprendizagem-aula
 
As teorias do desenvolvimento humano
As teorias do desenvolvimento humanoAs teorias do desenvolvimento humano
As teorias do desenvolvimento humano
 
Psicopedagogia
PsicopedagogiaPsicopedagogia
Psicopedagogia
 
Vygotsky e a teoria sociohistórica
Vygotsky e a teoria sociohistóricaVygotsky e a teoria sociohistórica
Vygotsky e a teoria sociohistórica
 
A Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da AprendizagemA Psicologia da Aprendizagem
A Psicologia da Aprendizagem
 
Processo de Aprendizagem
Processo de AprendizagemProcesso de Aprendizagem
Processo de Aprendizagem
 
Aprendizagem
AprendizagemAprendizagem
Aprendizagem
 
Teorias Cognitivas de aprendizagem
Teorias Cognitivas de aprendizagem Teorias Cognitivas de aprendizagem
Teorias Cognitivas de aprendizagem
 
Aula sobre vygotsky
Aula sobre vygotskyAula sobre vygotsky
Aula sobre vygotsky
 
psicologia da educação
psicologia da educaçãopsicologia da educação
psicologia da educação
 
Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...
Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...
Slide quadro comparativo piaget, vygotsky e wallon ( Pedagoga Claudia O. Andr...
 

Destaque

Teorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de AprendizagemTeorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de Aprendizagem
Sabrina Mariana
 
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos PedagógicosTeorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Instituto Consciência GO
 
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para AlunosTeorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
neliane frança
 
Psicologia da Educação
Psicologia da EducaçãoPsicologia da Educação
Psicologia da Educação
unieubra
 
PSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLARPSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLAR
Cassia Dias
 
Psicologia educacional
Psicologia educacionalPsicologia educacional
Psicologia educacional
Ana Pereira
 
Psicologia escolar e educacional
Psicologia escolar e educacionalPsicologia escolar e educacional
Psicologia escolar e educacional
Thiago de Almeida
 
Construtivismo
ConstrutivismoConstrutivismo
Construtivismo
martamariaresende
 
Construtivismo[1]
Construtivismo[1]Construtivismo[1]
Cérebro e Aprendizagem
Cérebro e AprendizagemCérebro e Aprendizagem
Construtivismo
ConstrutivismoConstrutivismo
Construtivismo
Sergio Lins
 
Teorias Construtivistas
Teorias ConstrutivistasTeorias Construtivistas
Teorias Construtivistas
Daurivan Nobre
 
Jean piaget
Jean piagetJean piaget
Jean piaget
Escola
 
A aprendizagem
A aprendizagem A aprendizagem
A aprendizagem
Luis De Sousa Rodrigues
 
Desenvolvimento Cognitivo: Piaget
Desenvolvimento Cognitivo: PiagetDesenvolvimento Cognitivo: Piaget
Desenvolvimento Cognitivo: Piaget
Manô Araújo
 
Tipos De Aprendizagem
Tipos De AprendizagemTipos De Aprendizagem
Tipos De Aprendizagem
Eliane Almeida
 

Destaque (16)

Teorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de AprendizagemTeorias Pedagógica de Aprendizagem
Teorias Pedagógica de Aprendizagem
 
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos PedagógicosTeorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
 
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para AlunosTeorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos
 
Psicologia da Educação
Psicologia da EducaçãoPsicologia da Educação
Psicologia da Educação
 
PSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLARPSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLAR
 
Psicologia educacional
Psicologia educacionalPsicologia educacional
Psicologia educacional
 
Psicologia escolar e educacional
Psicologia escolar e educacionalPsicologia escolar e educacional
Psicologia escolar e educacional
 
Construtivismo
ConstrutivismoConstrutivismo
Construtivismo
 
Construtivismo[1]
Construtivismo[1]Construtivismo[1]
Construtivismo[1]
 
Cérebro e Aprendizagem
Cérebro e AprendizagemCérebro e Aprendizagem
Cérebro e Aprendizagem
 
Construtivismo
ConstrutivismoConstrutivismo
Construtivismo
 
Teorias Construtivistas
Teorias ConstrutivistasTeorias Construtivistas
Teorias Construtivistas
 
Jean piaget
Jean piagetJean piaget
Jean piaget
 
A aprendizagem
A aprendizagem A aprendizagem
A aprendizagem
 
Desenvolvimento Cognitivo: Piaget
Desenvolvimento Cognitivo: PiagetDesenvolvimento Cognitivo: Piaget
Desenvolvimento Cognitivo: Piaget
 
Tipos De Aprendizagem
Tipos De AprendizagemTipos De Aprendizagem
Tipos De Aprendizagem
 

Semelhante a Teorias da aprendizagem

Atividade 1 - teorias de aprendizagem - puc-rs
Atividade 1  - teorias de aprendizagem - puc-rsAtividade 1  - teorias de aprendizagem - puc-rs
Atividade 1 - teorias de aprendizagem - puc-rs
Márcio Emílio
 
Teorias de aprendizagem
Teorias de aprendizagemTeorias de aprendizagem
Teorias de aprendizagem
Alcione Santos
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
Quelen Fogaça
 
Atividade 1 teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPoint
Atividade 1   teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPointAtividade 1   teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPoint
Atividade 1 teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPoint
Márcio Emílio
 
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEM
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEMBASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEM
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEM
Ana Paula Ribeiro da Fonseca Lopes
 
Teorias de aprendizagem trabalho
Teorias de aprendizagem trabalhoTeorias de aprendizagem trabalho
Teorias de aprendizagem trabalho
Roseli2012
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
SUZILEY
 
Teorias de aprendizagem.sintese
Teorias de aprendizagem.sinteseTeorias de aprendizagem.sintese
Teorias de aprendizagem.sintese
Eduardo Lopes
 
Fundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da PsicopedagogiaFundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da Psicopedagogia
Glaucia Correa Peres
 
Fundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da PsicopedagogiaFundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da Psicopedagogia
psicologiainside
 
FPIF - Aprendizagem
FPIF - AprendizagemFPIF - Aprendizagem
FPIF - Aprendizagem
APMTorres
 
Atividade sobre abordagens pedagógicas
Atividade sobre abordagens pedagógicasAtividade sobre abordagens pedagógicas
Atividade sobre abordagens pedagógicas
Sara L Medeiros
 
Atividades Pedagógicas
Atividades PedagógicasAtividades Pedagógicas
Atividades Pedagógicas
Sara L Medeiros
 
Abordagem cognitivista
Abordagem cognitivistaAbordagem cognitivista
Abordagem cognitivista
Lílian Reis
 
Psicologia
Psicologia Psicologia
Psicologia
Alelis Gomes
 
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógicaApostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Fátima Noronha
 
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógicaApostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Fátima Noronha
 
Construtivismo
ConstrutivismoConstrutivismo
Construtivismo
Greicy Kely
 
Fundamentos da Psicopedagogia Institucional e Clínica
Fundamentos da Psicopedagogia Institucional e ClínicaFundamentos da Psicopedagogia Institucional e Clínica
Fundamentos da Psicopedagogia Institucional e Clínica
Instituto Consciência GO
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
Ana Medeiros
 

Semelhante a Teorias da aprendizagem (20)

Atividade 1 - teorias de aprendizagem - puc-rs
Atividade 1  - teorias de aprendizagem - puc-rsAtividade 1  - teorias de aprendizagem - puc-rs
Atividade 1 - teorias de aprendizagem - puc-rs
 
Teorias de aprendizagem
Teorias de aprendizagemTeorias de aprendizagem
Teorias de aprendizagem
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 
Atividade 1 teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPoint
Atividade 1   teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPointAtividade 1   teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPoint
Atividade 1 teorias de aprendizagem - puc-rs - PowerPoint
 
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEM
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEMBASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEM
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO: APRENDIZAGEM
 
Teorias de aprendizagem trabalho
Teorias de aprendizagem trabalhoTeorias de aprendizagem trabalho
Teorias de aprendizagem trabalho
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 
Teorias de aprendizagem.sintese
Teorias de aprendizagem.sinteseTeorias de aprendizagem.sintese
Teorias de aprendizagem.sintese
 
Fundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da PsicopedagogiaFundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da Psicopedagogia
 
Fundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da PsicopedagogiaFundamentos da Psicopedagogia
Fundamentos da Psicopedagogia
 
FPIF - Aprendizagem
FPIF - AprendizagemFPIF - Aprendizagem
FPIF - Aprendizagem
 
Atividade sobre abordagens pedagógicas
Atividade sobre abordagens pedagógicasAtividade sobre abordagens pedagógicas
Atividade sobre abordagens pedagógicas
 
Atividades Pedagógicas
Atividades PedagógicasAtividades Pedagógicas
Atividades Pedagógicas
 
Abordagem cognitivista
Abordagem cognitivistaAbordagem cognitivista
Abordagem cognitivista
 
Psicologia
Psicologia Psicologia
Psicologia
 
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógicaApostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
 
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógicaApostila  teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
Apostila teorias da aprendizagem para a prática pedagógica
 
Construtivismo
ConstrutivismoConstrutivismo
Construtivismo
 
Fundamentos da Psicopedagogia Institucional e Clínica
Fundamentos da Psicopedagogia Institucional e ClínicaFundamentos da Psicopedagogia Institucional e Clínica
Fundamentos da Psicopedagogia Institucional e Clínica
 
Teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagemTeorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
 

Mais de Marcelo Assis

Construção da proposta pedagógica da escola
Construção da proposta pedagógica da escolaConstrução da proposta pedagógica da escola
Construção da proposta pedagógica da escola
Marcelo Assis
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
Marcelo Assis
 
Parâmetros Curriculares Nacionais
Parâmetros Curriculares NacionaisParâmetros Curriculares Nacionais
Parâmetros Curriculares Nacionais
Marcelo Assis
 
Plano nacional de educação
Plano nacional de educaçãoPlano nacional de educação
Plano nacional de educação
Marcelo Assis
 
LDB - 9394/96
LDB - 9394/96LDB - 9394/96
LDB - 9394/96
Marcelo Assis
 
Constitucional art. 201 a 204
Constitucional art. 201 a 204Constitucional art. 201 a 204
Constitucional art. 201 a 204
Marcelo Assis
 

Mais de Marcelo Assis (6)

Construção da proposta pedagógica da escola
Construção da proposta pedagógica da escolaConstrução da proposta pedagógica da escola
Construção da proposta pedagógica da escola
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
 
Parâmetros Curriculares Nacionais
Parâmetros Curriculares NacionaisParâmetros Curriculares Nacionais
Parâmetros Curriculares Nacionais
 
Plano nacional de educação
Plano nacional de educaçãoPlano nacional de educação
Plano nacional de educação
 
LDB - 9394/96
LDB - 9394/96LDB - 9394/96
LDB - 9394/96
 
Constitucional art. 201 a 204
Constitucional art. 201 a 204Constitucional art. 201 a 204
Constitucional art. 201 a 204
 

Último

FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
samucajaime015
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 

Último (20)

FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 

Teorias da aprendizagem

  • 1.
  • 2.
  • 3. Momento histórico desta teoria marcado pelo empirismo, pela ciência exata e objetiva, ou seja, uma ciência era reconhecida como tal, na medida em que dispusesse de dados quantitativos que proporcionassem a padronização.
  • 4. Considerado o fundador do behaviorismo no mundo ocidental. BEHAVIORISMO = behavior em inglês significa comportamento Deixou claro que o objeto de seus estudos era o comportamento observável.
  • 5. A aprendizagem é diretamente observada, mediante a resposta do aluno. O professor deve se preocupar com as condições do ambiente, a mudança de comportamento do aluno e a medição dessa mudança no momento do seu planejamento.
  • 6. Foi influenciado pelo condicionamento clássico do russo Ivan Pavlov (1849- 1936). Supôs que o comportamento inclui repostas que podem ser observadas e relacionadas com eventos que precedem (estímulos) e as sucedem (consequências).
  • 7. Seu objetivo maior era criar leis e princípios gerais do comportamento humano. Não organizou uma teoria clara e consistente, porém teve enorme influência na psicologia e na teoria formulada por Skinner.
  • 8. Grande cientista do século XX, autor da corrente que dominou o pensamento e prática da psicologia, em escolas e consultórios até os anos 1950.
  • 9. Usou como princípio que só é possível teorizar e agir sobre o que é cientificamente observável, descartando estados mentais ou subjetivos como consciência, vontade, inteligência, emoção, memória e outros.
  • 10. O behaviorismo entende a aquisição do conhecimento como resultado direto da experiência, pois acredita que “estados internos” não são relevantes para uma análise funcional. No processo ensino-aprendizagem, utilizam-se reforços positivos e negativos.
  • 11. Os comportamento desejados serão instalados e mantidos por condicionantes e reforçadores arbitrários como: elogios, graus, notas, prêmios, reconhecimento, que associam-se a: diploma, futuro promissor, ascensão social, monetária, status.
  • 12. A metodologia usada é a diretiva. Utiliza-se a instrução programada, treinamento, memorização e repetição. O erro é visto de forma negativa. As teorias do condicionamento enfatizam a importância das condições ambientais para a ocorrência da aprendizagem e a define com base nas mudanças comportamentais.
  • 13. A aprendizagem é diretamente observada, mediante a resposta do aluno. O professor deve se preocupar com as condições do ambiente, a mudança de comportamento do aluno e a medição dessa mudança no momento do seu planejamento.
  • 14.
  • 15. Maior representante da teoria humanista. Suas ideias decorrem principalmente de sua longa experiência com psicólogo. O termo humanista se baseia na visão otimista de homem.
  • 16. Suas contribuições foram originais e opuseram-se às concepções e práticas empiristas. Surgiu como uma terceira via entre os dois campos que predominavam na psicologia em meados do século XX (psicanálise e behaviorismo).
  • 17. O aspecto antiautoritário e pouco convencional de sua teoria, se tornou atraente em meados da década de 60, no auge do movimento hippie. As ideias para a educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. A terapia rogeriana como não-diretiva e centrada no cliente.
  • 18. O papel do professor para Rogers assemelha-se ao do terapeuta, no sentido de ser um facilitador do processo de crescimento pessoal e autorealização. O homem é considerado em sua totalidade. “O homem é arquiteto de si mesmo”.
  • 19. A experiência pessoal e subjetiva é o fundamento sobre o qual o conhecimento é construído. Rogers estava convencido de que as pessoas só aprendem aquilo que necessitam ou querem aprender.
  • 20. Segundo esta teoria a educação tem significado amplo, sendo tudo o que estiver a serviço do crescimento pessoa, interpessoal ou intergrupal. Deve criar condições que facilitem a aprendizagem do aluno, com o objetivo de liberar a capacidade de autoaprendizagem, de forma que seja possível o desenvolvimento tanto intelectual quanto emocional.
  • 21. O processo de ensino-aprendizagem é centrado no aluno, que possui liberdade para aprender. Aprendizagem implica mudanças no indivíduo como um todo. O professor é um facilitador da aprendizagem, o que significa apoiar os alunos para caminharem sozinhos (autonomia).
  • 22. Em relação a avaliação, desprezou qualquer padronização de produtos de aprendizagem (provas, recompensas, punições). Defendeu a autoavaliação. A aprendizagem é mais duradoura e abrangente quando envolve a pessoa como um todo (sentimentos e intelecto).
  • 23. Afirma que os seres humanos tem uma potencialidade para aprender e que a aprendizagem ocorre quando a matéria de ensino é percebida como relevante para seus próprios objetivos. Atitudes que caracterizam o professor facilitador: autenticidade, estima, aceitação e confiança no aluno e compreensão empática.
  • 24.
  • 25. Propõe uma explicação teórica do processo de aprendizagem por meio da compreensão da estrutura cognitiva do indivíduo, da organização dos conteúdos, das ideias e dos conceitos de uma determinada área do conhecimento.
  • 26. O conceito central de sua teoria é o de aprendizagem significativa. As informações, conceito e experiências seriam organizadas de forma hierárquica, em que elementos mais específicos são ligados (assimilados) a conceitos mais gerais formando estruturas cognitivas, estruturas que formam uma rede de conceitos organizados hierarquicamente de acordo com o grau de abstração e generalização.
  • 27. A aprendizagem é significativa quando se ancora em conceitos relevantes pré- existentes. A proposição é que os conhecimentos prévios dos alunos sejam valorizados. Entretanto, para haver aprendizagem significativa é necessário que o indivíduo tenha pré-disposição para aprender e que o conteúdo seja potencialmente significativo.
  • 28. Quanto mais a maneira de organizar o processo de aprendizagem se aproximar da aprendizagem por descoberta, mais próxima estará da aprendizagem significativa, pois o aluno terá que descobrir os conteúdos, antes de assimilá-los. A aprendizagem significativa opõe-se a aprendizagem mecânica ou memorística.
  • 29.
  • 30. Nasceu na Suíça, licenciou-se em Biologia, mas logo se interessou pela Psicologia. Dedicou suas pesquisas à descoberta sistemática da evolução mental das crianças, ao desenvolvimento da inteligência e à construção do conhecimento.
  • 31. Partindo de uma visão interacionista, homem e mundo serão analisados conjuntamente, já que o conhecimento é produto da interação entre sujeito e objeto.
  • 32. A educação é condição formadora necessária ao desenvolvimento natural do ser humano. Deve provocar situações que seja desequilibradoras para o aluno, desequilíbrios adequados ao seu nível de desenvolvimento. Refere-se a um todo indissociável, considerando-se dois elementos fundamentais: o intelecto e o moral.
  • 33. O processo ensino-aprendizagem é um processo de reorganização cognitiva e depende do nível de desenvolvimento do sujeito. A interação aluno – aluno favorece a aprendizagem.
  • 34. Piaget inaugurou a correte Construtivista, com a ideia de que o aprendizado é construído pelo aluno O ambiente escolar precisa ser desafiador e provocar desequilíbrios.
  • 35. I) Ideias e conceitos centrais
  • 36. As etapas do desenvolvimento são influenciadas por quatro etapas: maturação, experiência, transmissão social e equilibração ou autorregulação O desenvolvimento se dá por uma constante busca de equilíbrio, que significa a adaptação dos esquemas existentes no mundo exterior, sendo o principal fator do desenvolvimento intelectual.
  • 37. Com Piaget ficou claro que as crianças não raciocinam como os adultos e apenas gradualmente se inserem nas regras. Essa inserção se dá mediante dois mecanismos:
  • 38. I) Ideias e conceitos centrais
  • 39. Consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas mentais preexistentes. Modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo, ou seja, à mudança da estrutura para compreensão do meio. Ao equilíbrio entre assimilação e acomodação dá-se o nome de adaptação.
  • 40. II) Estágios do Desenvolvimento
  • 41. A passagem de um estágio de desenvolvimento para outro é sempre caracterizada por formação de estruturas que não existiam anteriormente no indivíduo. Os estágios caracterizam-se por ser uma ordem de sucessão constante, por apresentar idades médias variáveis e por possuir uma estrutura de conjunto com reações particulares que se integram e não se substituem.
  • 42. II) Estágios do Desenvolvimento Período sensório-motor (0 a 2 anos)
  • 43. Inicia-se com o nascimento e vai até o período de aquisição da linguagem. A criança recém-nascida resume sua conduta a coordenações sensoriais e motoras (reflexos) , mecanismos hereditários, instintos e primeiras emoções. É o período de assimilação motora e surge a inteligência sensório- motora ou inteligência prática.
  • 44. II) Estágios do Desenvolvimento Período pré-operacional (2 a 7 anos)
  • 45. Surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. É marcado pelo egocentrismo pois a criança tem dificuldade e considerar pontos de vista que não sejam seus. É considerada a fase dos “porquês”, devido a essa pergunta ser frequente e em certos momentos repetitiva. A inteligência sensório-motora transforma-se em pensamento, graças à linguagem e à socialização.
  • 46. II) Estágios do Desenvolvimento Período operatório concreto (8 a 12 anos)
  • 47. A criança torna-se suscetível a um começo de reflexão. As ações tornam-se operatórias: destacam-se os processos de seriação e classificação, habilidades de discriminar similaridades e diferenças. Domina conceitos de tempo e número. Presença de sentimento de justiça. A socialização é favorecida devido à compreensão de regras.
  • 48. II) Estágios do Desenvolvimento Período operacional (a partir dos 12 anos)
  • 49. Surge o pensamento hipotético- dedutivo, as ideias gerais e construções abstratas. É no período das operações formais que são desenvolvidas, dentre outras, operações combinatórias e de correlação. Torna-se possível a construção de reflexões e teorias.
  • 50. III) Piaget e a Moral
  • 51. O desenvolvimento da moral infantil, segundo Piaget, obedece a processos análogos ao desenvolvimento do conhecimento físico. Assim como a inteligência.
  • 52.
  • 53. Vigotski (1896-1934), advogado, pensador complexo e revolucionário, marcado pelo pensamento marxista. Sua obra influenciou e influencia a pedagogia contemporânea e encontra- se em processo de apropriação pela prática docente. Desenvolveu estudos para compreender o processo de mediação e o desenvolvimento das funções psicológicas superiores, que distingue o homem das demais espécies.
  • 54. Vigotski (1896-1934), advogado, pensador complexo e revolucionário, marcado pelo pensamento marxista. Sua obra influenciou e influencia a pedagogia contemporânea e encontra- se em processo de apropriação pela prática docente. Desenvolveu estudos para compreender o processo de mediação e o desenvolvimento das funções psicológicas superiores, que distingue o homem das demais espécies.
  • 55. A teoria histórico-cultural entende que a criança nasce com potencialidades para aprender, entretanto o desenvolvimento resulta do processo de aprendizagem da cultura, que é socialmente mediado. O ponto marcante da sua teoria está na ênfase do social, no papel preponderante das relações sociais no processo de desenvolvimento intelectual.
  • 56. Daí a máxima: “O homem é um ser social” É um ser social não porque ele vive e goste de viver em grupo, mas porque, sem sociedade, sem os outros com quem aprender a ser um ser humano, o homem não se torna humano com inteligência, personalidade e consciência.
  • 57. I) Conceitos Básicos Funções psicológicas superiores
  • 58. São mecanismos psicológicos mais sofisticados e complexos como imaginação, planejamento, tomada de decisão, intencionalidade. Suas origens devem ser buscadas nas relações sociais entre o indivíduo e outros homens, por meio da mediação.
  • 59. I) Conceitos Básicos Internalização
  • 60. As funções psíquicas são experimentadas inicialmente sob forma de atividade interpsíquica vivenciadas nas relações entre as pessoas, antes de assumirem a forma de atividade intrapsíquica (dentro da pessoa). A passagem de uma atividade interpsíquica para o plano intrapsicológico é o processo denominado internalização.
  • 62. A mediação ocorre por meio dos signos, da palavra, dos instrumentos e todo o ambiente humano carregado de significado cultural que são fornecidos pelas relações entre os homens. É um processo essencial para tornar possível atividades psicológicas voluntárias, intencionais, controladas pelo próprio indivíduo. Todo aprendizado é necessariamente mediado.
  • 63. III) Zona de Desenvolvimento Proximal
  • 64. Desenvolvimento Real: capacidade de realizar tarefas de forma independente. Desenvolvimento Potencial: capacidade de realizar tarefas com ajuda de outro indivíduo mais capaz. Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP): É a distância entre o nível de Desenvolvimento Real e o nível de Desenvolvimento Potencial.
  • 66. Pensamento e Linguagem têm origens diferentes e desenvolvem-se segundo trajetórias diferentes e independentes havendo, entretanto, estreita ligação entre os dois. No desenvolvimento da criança, a fala torna-se intelectual com a função simbólica, o pensamento torna-se verbal.
  • 67. V) Relação aprendizagem e desenvolvimento
  • 68. Existe um percurso de desenvolvimento, em parte definido pelo processo de maturação, mas é o aprendizado que possibilita o despertar dos processos internos de desenvolvimento, que ocorrem devido á cultura.
  • 69. O professor não “passa” informações, não “transmite”. O que faz é ensinar para que o aluno seja capaz de elaborar sínteses, saindo do senso comum à consciência filosófica. O receptor não é passivo, mas reconstrói, reelabora significados.
  • 70. Os educadores, os pais, o professor, as gerações adultas, os parceiros mais experientes, têm o papel essencial pois as criança não têm condições de decifrar sozinhas as conquistas da cultura humana. O bom ensino é o que se adianta ao desenvolvimento.
  • 71.
  • 72. Henry Wallon (1879-1962) Nascido de uma família com atmosfera republicana e democrática. Passou pela filosofia e medicina, antes de chegar à psicologia. Foi um professor preocupado com causas sociais, demonstrando compromisso ético e engajamento político.
  • 73. I) Ideias centrais O homem é determinado fisiológica e socialmente. O ser humano é portanto geneticamente social. Wallon propôs o estudo integrado do desenvolvimento da atividade infantil que inclui a afetividade, motricidade e inteligência.
  • 74. As emoções são consideradas a origem da consciência, da atividade intelectual. A linguagem é o instrumento e o suporte indispensável para o progresso do pensamento, pois entre pensamento e linguagem existe uma relação de reciprocidade: a linguagem exprime pensamento, ao mesmo tempo em que age como estruturadora do pensamento.
  • 75. Wallon afirma que o desenvolvimento da pessoa passa por etapas, ou estágios. O ritmo pelo qual se sucedem as etapas é descontínuo, marcado por rupturas, retrocessos e reviravoltas, assim, o desenvolvimento é caracterizado por conflitos.
  • 76. O desenvolvimento ocorre com a construção progressiva em que se sucedem fases com predominância alternadamente afetiva e cognitiva.
  • 77. II) Estágios do Desenvolvimento Estágio impulsivo-emocional(até 1 ano) Predominância das relações emocionais com o ambiente e o desenvolvimento sensório-motor: olhar, pegar e andar; é o período de construção do sujeito, onde atividade cognitiva e afetiva se misturam.
  • 78. II) Estágios do Desenvolvimento Estágio sensório-motor (1 a 3 anos) Predominância das relações cognitivas com o meio; ocorre intensa exploração do mundo físico e desenvolvimento da função simbólica e da linguagem, pode-se dizer que o ato mental projeta-se em atos motores.
  • 79. II) Estágios do Desenvolvimento Personalismo (3 a 6 anos) Predominância das relações afetivas, construção da consciência por meio das interações sociais.
  • 80. II) Estágios do Desenvolvimento Categorial (6 anos) Predominância das relações cognitivas, o interesse infantil volta-se ao conhecimento e á conquista do mundo exterior; amplia-se as relações cognitivas com o meio.
  • 81. II) Estágios do Desenvolvimento Estágio de adolescência Retomada da predominância afetiva; modificações corporais e hormonais; vêm a tona questões pessoais, morais e existenciais.
  • 82.
  • 83. Howard Gardner Suas teorias surgiram no início da década e 1980. Contrapõe-se a ideia de que a inteligência é algo único e mensurável apenas por um teste de QI, propõe que a inteligência seja compreendida como multifacetada, composta por várias competências, definida então como:
  • 84. “a capacidade de resolver problemas ou de criar produtos que sejam valorizados dentro de um ou mais cenários culturais”.
  • 85. As vivências, os estímulos, a história de vida influenciam o desenvolvimento das competências, e estas são independentes entre si, ou seja, habilidades em uma competência não implica habilidades nas demais. Em um primeiro momento, Gardner e sua equipe propuseram sete inteligências.
  • 86. I) Lógica-Matemática Competência para lidar com cálculos e números e, principalmente, para resolução de problemas que envolvam raciocínio lógico.
  • 87. II) Linguística Capacidade de lidar bem com a linguagem verbal e escrita.
  • 88. III) Espacial Envolve a facilidade na percepção e relacionamento com o espaço físico.
  • 89. IV) Física-cinestésica Refere-se a forma de expressão corporal adequada, assim como a resolução de problemas pro meio de movimentos do corpo.
  • 90. V) Interpessoal Diz respeito a capacidade de entender outras pessoas, comunicar-se adequadamente, motivando-as, incentivando-as e em alguns casos liderando-as para um objetivo comum.
  • 91. VI) Intrapessoal Está relacionada aos aspectos internos de um indivíduo, à capacidade de se conhecer, de se autoanalisar, de se reconhecer, de se autoavaliar; reconhecer pontos fracos e fortes.
  • 92. VII) Musical Capacidade de interpretar, escrever, ler e expressar-se por meio da música.
  • 93. *** Posteriormente, foi acrescentada a inteligência natural, se refere a capacidade de se realizar qualquer tipo de discriminação no campo da natureza, reconhecendo e valorizando todos os seres vivos. *** Realizou a junção entre a inteligência intra e extrapessoal denominando-a Inteligência Emocional. *** Citou no ano 2000 a possibilidade de acrescentar a Inteligência Existencial, vinculada a capacidade de transcendência, seria a capacidade de gurus e líderes espirituais.