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Especialização em Docência no Ensino
Superior PUCRS
Professora: Elaine Furk Faria
Aluna: Quelen Cristina da Silva Fogaça
Denominam-se teorias da aprendizagem, em
Psicologia e em Educação, aos diversos modelos
que visam explicar o processo de aprendizagem
pelos indivíduos.
Fonte: WIKIPÉDIA
Neste trabalho vou abordar algumas destas teorias,
identificando seus autores, suas principais
características e concepções epistemológicas.
Jean William Fritz Piaget (Neuchâtel, 9 de agosto de 1896 -
Genebra, 16 de setembro de 1980). Estudou inicialmente biologia
na Universidade de Neuchâtel onde concluiu seu doutorado, e
posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e
Educação. Foi professor de psicologia na Universidade de
Genebra de 1929 a 1954, e tornou-se mundialmente reconhecido
pela sua revolução epistemológica. Durante sua vida Piaget
escreveu mais de cinqüenta livros e diversas centenas de artigos.
A concepção construtivista, define a aprendizagem como
um processo de troca mútua entre o meio e o indivíduo, tendo o
outro como mediador. O sujeito é um elemento ativo que age e
constrói sua aprendizagem.
A Epistemologia Genética é a teoria desenvolvida por Jean
Piaget, e consiste numa combinação das teorias então existentes.
Para Piaget, o conhecimento é gerado através de uma interação
do sujeito com seu meio, a partir de estruturas existentes no
sujeito. Assim sendo, a aquisição de conhecimentos depende
tanto das estruturas cognitivas do sujeito como de sua relação
com o objeto.
Pela concepção construtivista, o professor deve
criar contextos, conceber ações e desafiar os alunos
para que a aprendizagem ocorra. "O conhecimento
não é incorporado diretamente pelo sujeito: pressupõe
uma atividade, por parte de quem aprende, que
organize e integre os novos conhecimentos aos já
existentes", escreve Teresa Mauri em O
Construtivismo na Sala de Aula.
 Teoria: estuda a origem lógica dos
conhecimentos científicos, mas
especificamente como essa lógica se origina
e se desenvolve na criança.
 Aprender é agir sobre o objeto do
conhecimento e na relação construir o
conhecimento.
 1º período: Sensório-motor (0 a 2
anos)
Período de percepção, sensação e
movimento.
É regido pela inteligência prática.
 2º período: Pré-operatório (2 a 7 anos)
Função simbólica – linguagem –
comunicação
Egocentrismo (reconhece, assume, percebe
o seu ponto de vista)
Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter
uma explicação – finalismo
Jogo simbólico = faz de conta, imaginário
Animismo – características humanas a seres
inanimados
Realismo – materializar suas fantasias
Artificialismo – explicar fenômenos da
natureza através de atitudes humanas
 3º período: Operações concretas (7 a
11 ou 12 anos)
Reorganiza, interioriza, antecipa ações.
Diferencia real e fantasia.
Estabelece relações e admite diferentes
pontos de vista.
Tem noções de tempo, velocidade, espaço,
causalidade.
 4º período: Operações formais (11 ou
12 anos em diante)
Esquemas conceituais abstratos
Valores pessoais
Piaget organizou também os chamados estágios de desenvolvimento,
que determinam o nível maturacional da criança, quais suas
apropriações de acordo com seu tempo. Suas principais características:
Lev Semenovich Vygotsky nasceu em 1896 na
cidade de Orsha, na Rússia, e morreu em
Moscou em 1934, com apenas 38 anos. Formou-
se em Direito, História e Filosofia nas
Universidades de Moscou e A. L. Shanyavskii,
respectivamente.
Vygostsky tem como palavra-chave
interação social, o que implica dizer que
o desenvolvimento do indivíduo se dá
através da relação com o outro, com o
mundo.
Sua teoria tem a concepção
epistemológica
interacionista/construtivista.
Segundo VYGOTSKY , a aprendizagem
tem um papel fundamental para o
desenvolvimento do saber, do
conhecimento. Todo e qualquer
processo de aprendizagem é ensino-
aprendizagem, incluindo aquele que
aprende, aquele que ensina e a relação
entre eles.
Ele explica esta conexão entre
desenvolvimento e aprendizagem através da
zona de desenvolvimento proximal
(distância entre os níveis de desenvolvimento
potencial e nível de desenvolvimento real),
um “espaço dinâmico” entre os problemas
que uma criança pode resolver sozinha (nível
de desenvolvimento real) e os que deverá
resolver com a ajuda de outro sujeito mais
capaz no momento, para em seguida, chegar
a dominá-los por si mesma (nível de
desenvolvimento potencial).
 Teoria: estuda do pensamento como produto
da história social ou reflexo das atividades
interpessoais e das condições materiais,
chamando essa psicologia de cultural e
histórica.
 Aprender: “A aprendizagem é o aspecto
necessário e universal do processo de
desenvolvimento das funções psicológicas
culturalmente organizadas especificamente
humanas”.
Burrhus Frederic Skinner nasceu em 1904 na cidade de Susquehanna,
no Estado da Pennsylvania, Estados Unidos. Concluiu o segundo grau
em 1922, no mesmo ano entrou na universidade Hamilton College.
Graduou-se em literatura inglesa e línguas românicas, em 1926, e, com
essa formação, Skinner decidiu ser escritor. Essa idéia foi abandonada
em 1928 quando resolveu fazer o curso de pós-graduação em
Psicologia, se inscrevendo no programa de Psicologia Experimental, em
Harvard University. Obteve os títulos de Mestrado e Doutorado, em
1930 e 1931, respectivamente. Após o doutoramento, permaneceu em
Harvard, até 1936, com um apoio financeiro para fazer pesquisas.
Nenhum pensador ou cientista do século 20 levou tão longe a
crença na possibilidade de controlar e moldar o comportamento
humano como o norte-americano Burrhus Frederic Skinner . Sua obra é
a expressão mais célebre do behaviorismo, corrente que dominou o
pensamento e a prática da psicologia, em escolas e consultórios, até os
anos 1950.
O behaviorismo restringe seu estudo ao comportamento
(behavior, em inglês), tomado como um conjunto de reações dos
organismos aos estímulos externos. Seu princípio é que só é possível
teorizar e agir sobre o que é cientificamente observável. Com isso,
ficam descartados conceitos e categorias centrais para outras correntes
teóricas, como consciência, vontade, inteligência, emoção e memória -
os estados mentais ou subjetivos.
Os adeptos do behaviorismo costumam se interessar pelo
processo de aprendizado como um agente de mudança do
comportamento.
 A palavra chave da teoria de Skinner é comportamento. Para ele,
a aprendizagem concentra-se na capacidade de estimular ou
reprimir comportamentos, desejáveis ou indesejáveis.
 Na sala de aula, a repetição mecânica deve ser incentivada, pois
esta leva à memorização e assim ao aprendizado.
 O ensino é obtido quando o que precisa ser ensinado pode ser
colocado sob condições de controle e sob comportamentos
observáveis.
 Os comportamentos são obtidos punindo o comportamento não
desejado e reforçado ou incentivado o comportamento desejado
com um estímulo, repetido até que ele se torne automático.
 Dessa forma, segundo Skinner, a aprendizagem concentra-se na
aquisição de novos comportamentos.
 A aprendizagem ocorre através de estímulos e reforços, de
modo que se torna mecanizada.
 De acordo com a teoria de Skinner, os alunos recebem
passivamente o conhecimento do professor.
 O papel do professor é criar ou modificar comportamentos
para que o aluno faça aquilo que o professor deseja.
 É Adequada para cursos técnicos, especialistas e
treinamentos ou em atividades que visam ensinar conteúdo
e tarefas que se apóiam na memorização e fixação dos
conhecimentos, ainda hoje muito frequentes na educação.
 A compreensão do comportamento humano apóia-se em
seu comportamento operante.
 De acordo com Skinner, o seu interesse está em
compreender o comportamento humano, não e manipulá-lo.
 Todo comportamento é fruto de um condicionamento, e
assim não existem habilidades inatas nos organismos.
A função mestra do professor, no processo da instrução, é arranjar as contingências de
reforço. Skinner enfatiza que o importante para o professor não é procurar ou encontrar reforços
outros do que aqueles que já existem na situação do dia-a-dia, mas sim armar e arranjar as
contingências desses reforços em relação às respostas desejadas.
As idéias básicas sobre a apresentação de estímulos para a aprendizagem, em Skinner,
estão condensadas em dois instrumentos: as máquinas de ensinar (criadas por volta de 1920
por Sidney Pressey e posteriormente desenvolvidas por Skinner) e a instrução programada.
Tanto a máquina de ensinar quanto a instrução programada buscam levar o aluno a
estudar individualmente, sem intervenção direta do professor, por meio de material previamente
elaborado, à base de fracionamento mínimo da matéria, adaptado às possibilidades do
educando, segundo seu ritmo próprio, maturidade e conhecimentos anteriores.
O propósito da instrução programada é aumentar ao máximo a frequência de
reforçamento e reduzir ao mínimo as conseqüências aversivas que acompanham o erro. Ela se
baseia nos seguintes princípios: pequenos passos; resposta ativa; avaliação imediata; ritmo
próprio; progressão lógica e graduada; reforço constante; verificação da aprendizagem.
Paulo Freire nasceu em 1921 em Recife, numa família
de classe média. Com o agravamento da crise
econômica mundial iniciada em 1929 e a morte de seu
pai, quando tinha 13 anos, Freire passou a enfrentar
dificuldades econômicas. Formou-se em direito, mas
não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional
para o magistério. Suas idéias pedagógicas se
formaram da observação da cultura dos alunos - em
particular o uso da linguagem - e do papel elitista da
escola.
Em 1963, em Angicos (RN), chefiou um programa que
alfabetizou 300 pessoas em um mês. No ano seguinte, o golpe
militar o surpreendeu em Brasília, onde coordenava o Plano
Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire
passou 70 dias na prisão antes de se exilar. Em 1968, no Chile,
escreveu seu livro mais conhecido, Pedagogia do Oprimido.
Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e
organizou planos de alfabetização em países
africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil,
integrando-se à vida universitária. Filiou-se ao Partido
dos Trabalhadores e, entre 1989 e 1991, foi secretário
municipal de Educação de São Paulo. Freire foi
casado duas vezes e teve cinco filhos. Foi nomeado
doutor honoris causa de 28 universidades em vários
países e teve obras traduzidas em mais de 20
idiomas. Morreu em 1997, de enfarte.
Paulo Freire considera que o docente não deve se limitar ao
ensinamento dos conteúdos, mas, sobretudo, ensinar a pensar, pois “pensar é
não estarmos demasiado certos de nossas certezas”. (FREIRE, 1996, p. 28). O
pensar de maneira adequada permite aos discentes se colocarem como
sujeitos históricos, de modo a se conhecerem e ao mundo em que se inserem,
intervindo sobre o mesmo, isto é, aprende-se a partir dos conhecimentos
existentes e daqueles que serão ressignificados mais adiante.
Ensinar é, portanto, buscar, indagar, constatar, intervir, educar. O ato de
ensinar exige conhecimento e, consequentemente, a troca de saberes.
Pressupõe-se a presença de indivíduos que, juntos, trocarão experiências de
novas informações adquiridas, respeitando também os saberes do senso
comum e a capacidade criadora de cada um.
Paulo Freire considera que o docente não deve se limitar ao
ensinamento dos conteúdos, mas, sobretudo, ensinar a pensar, pois “pensar é
não estarmos demasiado certos de nossas certezas”. (FREIRE, 1996, p. 28). O
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intervindo sobre o mesmo, isto é, aprende-se a partir dos conhecimentos
existentes e daqueles que serão ressignificados mais adiante.
Ensinar é, portanto, buscar, indagar, constatar, intervir, educar. O ato de
ensinar exige conhecimento e, consequentemente, a troca de saberes.
Pressupõe-se a presença de indivíduos que, juntos, trocarão experiências de
novas informações adquiridas, respeitando também os saberes do senso
comum e a capacidade criadora de cada um.
Para Freire, o objetivo maior da educação é
conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às
parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a
entender sua situação de oprimidas e agir em favor da
própria libertação. O principal livro de Freire se intitula
justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos
nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua
obra.
Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a
criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria
das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação
bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita
conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber
é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para
Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele
propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica
fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito
investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a
escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a
educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.
 ARAUJO, Mauro. O Conhecimento em Paulo Freire. Disponível em:
<http://teoriadaaprendizagem.blogspot.com.br/2012/03/o-conhecimento-em-paulo-freire.html>. Acesso em:
24 de agosto 2016.
 FERRARI, Márcio. B. F. Skinner, o cientista do comportamento e do aprendizado. Disponível em:
<http://novaescola.org.br/formacao/skinner-428143.shtml>. Acesso em: 24 de agosto 2016.
 FERRARI, Márcio. Paulo Freire, o mentor da educação para a consciência. Disponível em:
<http://novaescola.org.br/formacao/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml?page=1>. Acesso em: 24 de
agosto 2016.
 FRANÇA, Neliane.Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos. Disponível em:
<http://pt.slideshare.net/nelikafranca/teorias-da-aprendizagem-material-para-alunos>. Acesso em: 24 de
agosto 2016.
 Jean_Piaget. Em: Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Piaget>.
Acesso em: 24 de agosto 2016.
 ROQUE, Walkiria Cibelle. Piaget, Vygotsky e Wallon – Tripé teórico da Educação. Disponível em:
<https://walkiriaroque.com/2010/11/20/piaget-vygotsky-e-wallon-tripe-teorico-da-educacao-2/>. Acesso em:
24 de agosto 2016.
 SANTOMAURO, Beatriz. Inatismo, empirismo e construtivismo: três ideias sobre a aprendizagem. Disponível
em: <http://novaescola.org.br/formacao/formacao-continuada/inatismo-empirismo-construtivismo-tres-ideias-
aprendizagem-608085.shtml?page=2>. Acesso em: 24 de agosto 2016.
 SAVIANE, Dermeval. Paulo Freire - Concepções de Escola, Ensino e Aprendizagem. Disponível em:
<http://letrasunifacsead.blogspot.com.br/p/paulo-freire-concepcoes-de-escola.html>. Acesso em: 24 de
agosto 2016.
 SILVA, André Luiz. Teoria de Aprendizagem de Vygotsky. Disponível
em:<http://www.infoescola.com/pedagogia/teoria-de-aprendizagem-de-vygotsky/>. Acesso em: 25 de agosto
2016.
 Teorias da Aprendizagem. Em: Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em:
<https://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_da_aprendizagem> Acesso em: 25 de agosto 2016.
 VALENTE, Nelson. Skinner: teoria da aprendizagem. Disponível em:
<http://www.webartigos.com/artigos/skinner-teoria-da-aprendizagem/16971/>. Acesso em: 24 de agosto
2016.

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Teorias da aprendizagem

  • 1. Especialização em Docência no Ensino Superior PUCRS Professora: Elaine Furk Faria Aluna: Quelen Cristina da Silva Fogaça
  • 2. Denominam-se teorias da aprendizagem, em Psicologia e em Educação, aos diversos modelos que visam explicar o processo de aprendizagem pelos indivíduos. Fonte: WIKIPÉDIA Neste trabalho vou abordar algumas destas teorias, identificando seus autores, suas principais características e concepções epistemológicas.
  • 3. Jean William Fritz Piaget (Neuchâtel, 9 de agosto de 1896 - Genebra, 16 de setembro de 1980). Estudou inicialmente biologia na Universidade de Neuchâtel onde concluiu seu doutorado, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e Educação. Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e tornou-se mundialmente reconhecido pela sua revolução epistemológica. Durante sua vida Piaget escreveu mais de cinqüenta livros e diversas centenas de artigos.
  • 4. A concepção construtivista, define a aprendizagem como um processo de troca mútua entre o meio e o indivíduo, tendo o outro como mediador. O sujeito é um elemento ativo que age e constrói sua aprendizagem. A Epistemologia Genética é a teoria desenvolvida por Jean Piaget, e consiste numa combinação das teorias então existentes. Para Piaget, o conhecimento é gerado através de uma interação do sujeito com seu meio, a partir de estruturas existentes no sujeito. Assim sendo, a aquisição de conhecimentos depende tanto das estruturas cognitivas do sujeito como de sua relação com o objeto.
  • 5. Pela concepção construtivista, o professor deve criar contextos, conceber ações e desafiar os alunos para que a aprendizagem ocorra. "O conhecimento não é incorporado diretamente pelo sujeito: pressupõe uma atividade, por parte de quem aprende, que organize e integre os novos conhecimentos aos já existentes", escreve Teresa Mauri em O Construtivismo na Sala de Aula.
  • 6.  Teoria: estuda a origem lógica dos conhecimentos científicos, mas especificamente como essa lógica se origina e se desenvolve na criança.  Aprender é agir sobre o objeto do conhecimento e na relação construir o conhecimento.
  • 7.
  • 8.  1º período: Sensório-motor (0 a 2 anos) Período de percepção, sensação e movimento. É regido pela inteligência prática.  2º período: Pré-operatório (2 a 7 anos) Função simbólica – linguagem – comunicação Egocentrismo (reconhece, assume, percebe o seu ponto de vista) Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação – finalismo Jogo simbólico = faz de conta, imaginário Animismo – características humanas a seres inanimados Realismo – materializar suas fantasias Artificialismo – explicar fenômenos da natureza através de atitudes humanas  3º período: Operações concretas (7 a 11 ou 12 anos) Reorganiza, interioriza, antecipa ações. Diferencia real e fantasia. Estabelece relações e admite diferentes pontos de vista. Tem noções de tempo, velocidade, espaço, causalidade.  4º período: Operações formais (11 ou 12 anos em diante) Esquemas conceituais abstratos Valores pessoais Piaget organizou também os chamados estágios de desenvolvimento, que determinam o nível maturacional da criança, quais suas apropriações de acordo com seu tempo. Suas principais características:
  • 9. Lev Semenovich Vygotsky nasceu em 1896 na cidade de Orsha, na Rússia, e morreu em Moscou em 1934, com apenas 38 anos. Formou- se em Direito, História e Filosofia nas Universidades de Moscou e A. L. Shanyavskii, respectivamente.
  • 10. Vygostsky tem como palavra-chave interação social, o que implica dizer que o desenvolvimento do indivíduo se dá através da relação com o outro, com o mundo. Sua teoria tem a concepção epistemológica interacionista/construtivista.
  • 11. Segundo VYGOTSKY , a aprendizagem tem um papel fundamental para o desenvolvimento do saber, do conhecimento. Todo e qualquer processo de aprendizagem é ensino- aprendizagem, incluindo aquele que aprende, aquele que ensina e a relação entre eles.
  • 12. Ele explica esta conexão entre desenvolvimento e aprendizagem através da zona de desenvolvimento proximal (distância entre os níveis de desenvolvimento potencial e nível de desenvolvimento real), um “espaço dinâmico” entre os problemas que uma criança pode resolver sozinha (nível de desenvolvimento real) e os que deverá resolver com a ajuda de outro sujeito mais capaz no momento, para em seguida, chegar a dominá-los por si mesma (nível de desenvolvimento potencial).
  • 13.  Teoria: estuda do pensamento como produto da história social ou reflexo das atividades interpessoais e das condições materiais, chamando essa psicologia de cultural e histórica.  Aprender: “A aprendizagem é o aspecto necessário e universal do processo de desenvolvimento das funções psicológicas culturalmente organizadas especificamente humanas”.
  • 14.
  • 15. Burrhus Frederic Skinner nasceu em 1904 na cidade de Susquehanna, no Estado da Pennsylvania, Estados Unidos. Concluiu o segundo grau em 1922, no mesmo ano entrou na universidade Hamilton College. Graduou-se em literatura inglesa e línguas românicas, em 1926, e, com essa formação, Skinner decidiu ser escritor. Essa idéia foi abandonada em 1928 quando resolveu fazer o curso de pós-graduação em Psicologia, se inscrevendo no programa de Psicologia Experimental, em Harvard University. Obteve os títulos de Mestrado e Doutorado, em 1930 e 1931, respectivamente. Após o doutoramento, permaneceu em Harvard, até 1936, com um apoio financeiro para fazer pesquisas.
  • 16. Nenhum pensador ou cientista do século 20 levou tão longe a crença na possibilidade de controlar e moldar o comportamento humano como o norte-americano Burrhus Frederic Skinner . Sua obra é a expressão mais célebre do behaviorismo, corrente que dominou o pensamento e a prática da psicologia, em escolas e consultórios, até os anos 1950. O behaviorismo restringe seu estudo ao comportamento (behavior, em inglês), tomado como um conjunto de reações dos organismos aos estímulos externos. Seu princípio é que só é possível teorizar e agir sobre o que é cientificamente observável. Com isso, ficam descartados conceitos e categorias centrais para outras correntes teóricas, como consciência, vontade, inteligência, emoção e memória - os estados mentais ou subjetivos. Os adeptos do behaviorismo costumam se interessar pelo processo de aprendizado como um agente de mudança do comportamento.
  • 17.  A palavra chave da teoria de Skinner é comportamento. Para ele, a aprendizagem concentra-se na capacidade de estimular ou reprimir comportamentos, desejáveis ou indesejáveis.  Na sala de aula, a repetição mecânica deve ser incentivada, pois esta leva à memorização e assim ao aprendizado.  O ensino é obtido quando o que precisa ser ensinado pode ser colocado sob condições de controle e sob comportamentos observáveis.  Os comportamentos são obtidos punindo o comportamento não desejado e reforçado ou incentivado o comportamento desejado com um estímulo, repetido até que ele se torne automático.  Dessa forma, segundo Skinner, a aprendizagem concentra-se na aquisição de novos comportamentos.
  • 18.  A aprendizagem ocorre através de estímulos e reforços, de modo que se torna mecanizada.  De acordo com a teoria de Skinner, os alunos recebem passivamente o conhecimento do professor.  O papel do professor é criar ou modificar comportamentos para que o aluno faça aquilo que o professor deseja.  É Adequada para cursos técnicos, especialistas e treinamentos ou em atividades que visam ensinar conteúdo e tarefas que se apóiam na memorização e fixação dos conhecimentos, ainda hoje muito frequentes na educação.  A compreensão do comportamento humano apóia-se em seu comportamento operante.  De acordo com Skinner, o seu interesse está em compreender o comportamento humano, não e manipulá-lo.  Todo comportamento é fruto de um condicionamento, e assim não existem habilidades inatas nos organismos.
  • 19. A função mestra do professor, no processo da instrução, é arranjar as contingências de reforço. Skinner enfatiza que o importante para o professor não é procurar ou encontrar reforços outros do que aqueles que já existem na situação do dia-a-dia, mas sim armar e arranjar as contingências desses reforços em relação às respostas desejadas. As idéias básicas sobre a apresentação de estímulos para a aprendizagem, em Skinner, estão condensadas em dois instrumentos: as máquinas de ensinar (criadas por volta de 1920 por Sidney Pressey e posteriormente desenvolvidas por Skinner) e a instrução programada. Tanto a máquina de ensinar quanto a instrução programada buscam levar o aluno a estudar individualmente, sem intervenção direta do professor, por meio de material previamente elaborado, à base de fracionamento mínimo da matéria, adaptado às possibilidades do educando, segundo seu ritmo próprio, maturidade e conhecimentos anteriores. O propósito da instrução programada é aumentar ao máximo a frequência de reforçamento e reduzir ao mínimo as conseqüências aversivas que acompanham o erro. Ela se baseia nos seguintes princípios: pequenos passos; resposta ativa; avaliação imediata; ritmo próprio; progressão lógica e graduada; reforço constante; verificação da aprendizagem.
  • 20. Paulo Freire nasceu em 1921 em Recife, numa família de classe média. Com o agravamento da crise econômica mundial iniciada em 1929 e a morte de seu pai, quando tinha 13 anos, Freire passou a enfrentar dificuldades econômicas. Formou-se em direito, mas não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional para o magistério. Suas idéias pedagógicas se formaram da observação da cultura dos alunos - em particular o uso da linguagem - e do papel elitista da escola.
  • 21. Em 1963, em Angicos (RN), chefiou um programa que alfabetizou 300 pessoas em um mês. No ano seguinte, o golpe militar o surpreendeu em Brasília, onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes de se exilar. Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, Pedagogia do Oprimido.
  • 22. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e, entre 1989 e 1991, foi secretário municipal de Educação de São Paulo. Freire foi casado duas vezes e teve cinco filhos. Foi nomeado doutor honoris causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de enfarte.
  • 23. Paulo Freire considera que o docente não deve se limitar ao ensinamento dos conteúdos, mas, sobretudo, ensinar a pensar, pois “pensar é não estarmos demasiado certos de nossas certezas”. (FREIRE, 1996, p. 28). O pensar de maneira adequada permite aos discentes se colocarem como sujeitos históricos, de modo a se conhecerem e ao mundo em que se inserem, intervindo sobre o mesmo, isto é, aprende-se a partir dos conhecimentos existentes e daqueles que serão ressignificados mais adiante. Ensinar é, portanto, buscar, indagar, constatar, intervir, educar. O ato de ensinar exige conhecimento e, consequentemente, a troca de saberes. Pressupõe-se a presença de indivíduos que, juntos, trocarão experiências de novas informações adquiridas, respeitando também os saberes do senso comum e a capacidade criadora de cada um.
  • 24. Paulo Freire considera que o docente não deve se limitar ao ensinamento dos conteúdos, mas, sobretudo, ensinar a pensar, pois “pensar é não estarmos demasiado certos de nossas certezas”. (FREIRE, 1996, p. 28). O pensar de maneira adequada permite aos discentes se colocarem como sujeitos históricos, de modo a se conhecerem e ao mundo em que se inserem, intervindo sobre o mesmo, isto é, aprende-se a partir dos conhecimentos existentes e daqueles que serão ressignificados mais adiante. Ensinar é, portanto, buscar, indagar, constatar, intervir, educar. O ato de ensinar exige conhecimento e, consequentemente, a troca de saberes. Pressupõe-se a presença de indivíduos que, juntos, trocarão experiências de novas informações adquiridas, respeitando também os saberes do senso comum e a capacidade criadora de cada um.
  • 25. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.
  • 26. Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.
  • 27.  ARAUJO, Mauro. O Conhecimento em Paulo Freire. Disponível em: <http://teoriadaaprendizagem.blogspot.com.br/2012/03/o-conhecimento-em-paulo-freire.html>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  FERRARI, Márcio. B. F. Skinner, o cientista do comportamento e do aprendizado. Disponível em: <http://novaescola.org.br/formacao/skinner-428143.shtml>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  FERRARI, Márcio. Paulo Freire, o mentor da educação para a consciência. Disponível em: <http://novaescola.org.br/formacao/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml?page=1>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  FRANÇA, Neliane.Teorias Da Aprendizagem Material Para Alunos. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/nelikafranca/teorias-da-aprendizagem-material-para-alunos>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  Jean_Piaget. Em: Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Piaget>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  ROQUE, Walkiria Cibelle. Piaget, Vygotsky e Wallon – Tripé teórico da Educação. Disponível em: <https://walkiriaroque.com/2010/11/20/piaget-vygotsky-e-wallon-tripe-teorico-da-educacao-2/>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  SANTOMAURO, Beatriz. Inatismo, empirismo e construtivismo: três ideias sobre a aprendizagem. Disponível em: <http://novaescola.org.br/formacao/formacao-continuada/inatismo-empirismo-construtivismo-tres-ideias- aprendizagem-608085.shtml?page=2>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  SAVIANE, Dermeval. Paulo Freire - Concepções de Escola, Ensino e Aprendizagem. Disponível em: <http://letrasunifacsead.blogspot.com.br/p/paulo-freire-concepcoes-de-escola.html>. Acesso em: 24 de agosto 2016.  SILVA, André Luiz. Teoria de Aprendizagem de Vygotsky. Disponível em:<http://www.infoescola.com/pedagogia/teoria-de-aprendizagem-de-vygotsky/>. Acesso em: 25 de agosto 2016.  Teorias da Aprendizagem. Em: Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_da_aprendizagem> Acesso em: 25 de agosto 2016.  VALENTE, Nelson. Skinner: teoria da aprendizagem. Disponível em: <http://www.webartigos.com/artigos/skinner-teoria-da-aprendizagem/16971/>. Acesso em: 24 de agosto 2016.