SlideShare uma empresa Scribd logo
AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx
Breve Histórico:
 1920, psicólogo John B. Watson (1878-1958)
 1946 Dr. Benjamin Spock (1903-1990). Autor do clássico “Meu filho, meu
tesouro – Como criar seus filhos com bom senso e carinho”
 Os cientistas do Desenvolvimento Humano de hoje, desenvolveram teorias
e conduziram pesquisas visando descrever, explicar, prever e influenciar o
desenvolvimento.
1 - O debate natureza-criação ou Herança x
Ambiente.
-Criação (manipulação do ambiente)
-Natureza (mecanismo interno, Filosoficamente
representado pelos idealistas e racionalistas)
2 – Estágios e sequências.
-Continuidade:(novos tipos de atividades)
-descontinuidade: (quase as mesma atividades)
 1 - Maturação (é universal, sequencial e
relativamente impermeável à influência ambiental.)
 2 - O momento da experiência (período crítico e
período sensível.)
 3 - Tendências inatas e restrições
 O desenvolvimento humano é o resultado das experiência filtrada
através dessa tendências iniciais, mas aquelas tendências limitam o
número de caminhos evolutivos possíveis. (Campbell e Bickard, 1992;
Cole, 2005.)
 4 –Genética do comportamento
 O estudo das contribuições genéticas ao comportamento individual,
denominado genética do comportamento, usa duas técnicas de pesquisa
principal- o estudo de gêmeos idênticos e fraternos e o estudo de
crianças adotadas.
 5 - Modelos internos da experiência:
 Um conjunto de ideias ou suposições centrais sobre o mundo,
sobre si mesma e sobre relacionamentos com outras pessoas
através dos quais toda experiência é subsequentemente filtrada.
 6 - Modelo de influência ambiental de Aslin:
 Os modelos teóricos são úteis para tentar organizar ideias sobre
como todos esses fatores internos e ambientais interagem para
influenciar o desenvolvimento.
 7 – A perspectiva ecológica:
 Urie Bronfenbrenner, uma das figuras - chave nessa área
de estudo (1979;1989), enfatiza que cada criança cresce
em um ambiente social complexo (uma ecologia social)
com um elenco distinto de personagens.
 8 – Vulnerabilidade e resiliência:
 O mesmo ambiente pode ter efeito bastante diferentes
sobre crianças que nascem com diferentes
características.
 Mudanças normativas do período etário; são
universais, ou seja, são comuns a todo indivíduo de
uma espécie e estão ligadas a idades específicas.
 Mudanças normativas do período histórico;
compartilham as mesmas experiências históricas
nos mesmos momentos de suas vidas.
 Mudanças não normativas ou diferenças
individuais;
eventos únicos, não compartilhados.
I - Teorias psicanalíticas
 A suposição mais central dessas teorias é que o
comportamento é governado por processos
conscientes e inconscientes. Elas veem o
desenvolvimento como fundamentalmente constituído
de estágios, com cada estágio centrado em uma
forma particular de tensão ou em uma determinada
tarefa.
Teoria de Freud: propôs a existência de uma pulsão
sexual básica, inconsciente, instintiva, que chamou de
libido. Ele afirmava que essa energia é a força
motivadora do comportamento humano. Freud também
propôs que material inconsciente é criado com o passar
do tempo através do funcionamento dos vários
mecanismos de defesa.
Teoria de Erikson: Os estágios que Erikson propôs,
chamados estágios psicossociais, são influenciados
muito menos pelo amadurecimento e muito mais por
demandas culturais comuns para crianças de uma
determinada idade, tal como as exigências de que
uma criança esteja treinada na toalete por volta dos
2 anos e de que aprenda habilidades escolares nas
idades de 6 ou 7 anos. Na visão de Erikson, toda
criança passa por uma sequência fixa de tarefas,
cada uma centrada no desenvolvimento de uma
determinada fase da identidade.
II - Teorias cognitivas
• Elas enfatizam primariamente mais o
desenvolvimento cognitivo do que a
personalidade, invertem essa ordem de
importância, realçando a centralidade das
ações da criança no ambiente e seu
processamento cognitivo das experiências.
1 - Teoria de Piaget; O processo de adaptação,
na visão de Piaget, é constituído de diversos
subprocessos importantes (assimilação,
acomodação e equilíbração). O que é importante
entender neste ponto preliminar é que Piaget
acreditava que a criança desenvolve uma série de
“entendimentos” ou “teorias” razoavelmente
distintos sobre a forma como o mundo funciona,
baseado em sua exploração ativa do ambiente.
2 - teoria de Vygotsky; preocupado em
entender as origens do conhecimento da criança
Vygotsky diferia de Piaget, contudo, em um aspecto
fundamental: para ele, formas complexas de
pensamento têm suas origens em interações sociais
(Duncan, 1995). De acordo com Vygotsky, a
aprendizagem de novas habilidades cognitivas é
conduzida por um adulto (ou por uma criança mais
hábil, como um irmão mais velho), que modela e
estrutura a experiência de aprendizagem da criança.
III - Teorias da aprendizagem
As teorias da aprendizagem representam
uma tradição teórica muito diferente
daquela dos psicanalistas ou dos cognitivo
- desenvolvimentalistas, na qual a ênfase
é muito mais na forma como o ambiente
molda a criança do que em como a
criança entende suas experiências.
 1 - Condicionamento clássico: aquisição de novos sinais para
respostas existentes. O bebê já está programado para fazer tudo
aquilo; esses são reflexos automáticos. A aprendizagem ocorre quando
algum estímulo novo é introduzido ao sistema.
 2 - Condicionamento operante: é o processo através do qual a
frequência de um comportamento aumenta ou diminui devido às
consequências que o comportamento produz.
 3 - Teoria sóciociocognitiva de Bandura: Primeiro, ele afirma que a
aprendizagem nem sempre requer reforço direto. A aprendizagem
também pode ocorrer meramente como resultado de observar alguém
realizando alguma ação. agora enfatiza o fato de que a modelação
pode ser o veículo para aprender informação abstrata e habilidades
concretas.
 Após aprender sobre teorias do
desenvolvimento, os estudantes geralmente
querem saber qual delas é a correta.
Entretanto, os desenvolvimentalistas não
pensam em teorias em termos de certo ou
errado mas, antes, comparam-nas à base de
suas suposições e avaliam o quanto elas são
úteis para entender o desenvolvimento
humano.
 1 – Modelos transversais; Para estudar a atenção
transversalmente, poderíamos selecionar grupos de participantes
em cada uma de diversas idades, como grupos de 2, 5, 8 e 11 anos.
Se verificarmos que cada grupo demonstra um intervalo de atenção
médio mais longo do que todos os grupos que são mais jovens,
podemos ficar tentados a concluir que o intervalo de atenção
aumenta com a idade; não podemos, porém, dizer isso
conclusivamente com dados transversais, pois essas crianças
diferem não apenas em idade, mas também em coorte. As
diferenças na atenção poderiam refletir diferenças educacionais e
não estar realmente ligadas a idade ou desenvolvimento. Além
disso, modelos transversais não podem nos dizer nada sobre
sequências de mudança com a idade ou sobre a consistência do
comportamento individual com o passar do tempo, porque cada
criança é testada apenas uma vez.
•Mudanças Relacionadas à Idade
Mudanças Relacionadas à
Idade
 2 – Modelos longitudinais; Os modelos longitudinais
parecem resolver os problemas que surgem com os modelos
transversais porque acompanham os mesmos indivíduos
durante um período de tempo. Por exemplo, para examinar
nossa hipótese do intervalo de atenção, poderíamos testar
um determinado grupo de crianças primeiro aos 2, então
aos 5, em seguida aos 8 e, finalmente, aos 11 anos. Esses
modelos examinam sequências de mudança e consistência
ou inconsistência Individual com o passar do tempo. E,
visto que esses modelos comparam as mesmas pessoas em
diferentes idades, eles contornam os problemas de coorte
dos modelos transversais.
Mudanças Relacionadas à Idade
3 –Modelos sequenciais; Uma forma de evitar as
deficiências tanto dos modelos transversais quanto dos modelos longitudinais
é usar um modelo sequencial. Para estudar nossa questão de intervalo de
atenção usando um modelo sequencial, começaríamos com pelo menos dois
grupos etários. U grupo poderia incluir crianças de 2 a 4 anos, e o outro
poderia ter crianças de 5 a 7 anos. Testaríamos cada grupo durante um
número de anos, conforme ilustrado na Figura 1.4. Cada ponto de testagem
além do inicial fornece dois tipos de comparações. As comparações de grupo
etário fornecem o mesmo tipo de informação que um modelo transversal
forneceria. As comparações dos escores ou comportamentos dos participantes
em cada grupo com seus próprios escores ou comportamentos em um ponto
de testagem anterior fornecem, ao mesmo tempo, evidências longitudinais.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx

AULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptx
AULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptxAULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptx
AULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptx
HeltonJaime1
 
Aula psicologia-do-desenv-e-aprendizagem
Aula psicologia-do-desenv-e-aprendizagemAula psicologia-do-desenv-e-aprendizagem
Aula psicologia-do-desenv-e-aprendizagem
WillianOliveira744573
 
Teoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptx
Teoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptxTeoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptx
Teoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptx
CharlesMagalhesdeAra
 
O que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humanoO que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humano
Jan Carlos
 
Atividade 1 teorias da aprendizagem
Atividade 1  teorias da aprendizagemAtividade 1  teorias da aprendizagem
Atividade 1 teorias da aprendizagem
Cynthia Girundi
 
CORRENTES TEORICAS.docx
CORRENTES TEORICAS.docxCORRENTES TEORICAS.docx
CORRENTES TEORICAS.docx
EscolaGraas
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
angelafreire
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
angelafreire
 
Jean Piaget
Jean PiagetJean Piaget
Jean Piaget
Ana Rita Rochynski
 
Teoria Do Desenvolvimento Humano Uniube
Teoria Do Desenvolvimento Humano   UniubeTeoria Do Desenvolvimento Humano   Uniube
Teoria Do Desenvolvimento Humano Uniube
Eliane Almeida
 
Educação Matemática e Desenvolvimento Humano
Educação Matemática e Desenvolvimento HumanoEducação Matemática e Desenvolvimento Humano
Educação Matemática e Desenvolvimento Humano
Everton Vieira
 
Grupo rp
Grupo rpGrupo rp
Grupo rp
Everton Vieira
 
Behavorismo
BehavorismoBehavorismo
Behavorismo
Patricia Fernandes
 
Teorias contemporâneas da aprendizagem
Teorias contemporâneas da aprendizagemTeorias contemporâneas da aprendizagem
Teorias contemporâneas da aprendizagem
Carlos Caldas
 
Apresentacao piaget-e-vyg
Apresentacao piaget-e-vygApresentacao piaget-e-vyg
Apresentacao piaget-e-vyg
Ivone Laurentino Dos Santos
 
Abordagem cognitivista
Abordagem cognitivistaAbordagem cognitivista
Abordagem cognitivista
Lílian Reis
 
26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe
26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe
26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe
Kualo Kala
 
Gean Piaget o gênio Henrique A. G.
Gean Piaget o gênio Henrique A. G.    Gean Piaget o gênio Henrique A. G.
Gean Piaget o gênio Henrique A. G.
raimundoxexe
 
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptx
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptxPSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptx
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptx
FabioGomes141583
 
Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)
Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)
Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)
Márcia Franco
 

Semelhante a AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx (20)

AULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptx
AULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptxAULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptx
AULA-psicologia-do-desenv-e-aprendizagem.pptx
 
Aula psicologia-do-desenv-e-aprendizagem
Aula psicologia-do-desenv-e-aprendizagemAula psicologia-do-desenv-e-aprendizagem
Aula psicologia-do-desenv-e-aprendizagem
 
Teoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptx
Teoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptxTeoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptx
Teoria e pesquisa em Desenvolvimento Humano.pptx
 
O que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humanoO que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humano
 
Atividade 1 teorias da aprendizagem
Atividade 1  teorias da aprendizagemAtividade 1  teorias da aprendizagem
Atividade 1 teorias da aprendizagem
 
CORRENTES TEORICAS.docx
CORRENTES TEORICAS.docxCORRENTES TEORICAS.docx
CORRENTES TEORICAS.docx
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
 
Referencial -teorico_-_piaget
Referencial  -teorico_-_piagetReferencial  -teorico_-_piaget
Referencial -teorico_-_piaget
 
Jean Piaget
Jean PiagetJean Piaget
Jean Piaget
 
Teoria Do Desenvolvimento Humano Uniube
Teoria Do Desenvolvimento Humano   UniubeTeoria Do Desenvolvimento Humano   Uniube
Teoria Do Desenvolvimento Humano Uniube
 
Educação Matemática e Desenvolvimento Humano
Educação Matemática e Desenvolvimento HumanoEducação Matemática e Desenvolvimento Humano
Educação Matemática e Desenvolvimento Humano
 
Grupo rp
Grupo rpGrupo rp
Grupo rp
 
Behavorismo
BehavorismoBehavorismo
Behavorismo
 
Teorias contemporâneas da aprendizagem
Teorias contemporâneas da aprendizagemTeorias contemporâneas da aprendizagem
Teorias contemporâneas da aprendizagem
 
Apresentacao piaget-e-vyg
Apresentacao piaget-e-vygApresentacao piaget-e-vyg
Apresentacao piaget-e-vyg
 
Abordagem cognitivista
Abordagem cognitivistaAbordagem cognitivista
Abordagem cognitivista
 
26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe
26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe
26616 teoricos da_aprendizagem_nzroe
 
Gean Piaget o gênio Henrique A. G.
Gean Piaget o gênio Henrique A. G.    Gean Piaget o gênio Henrique A. G.
Gean Piaget o gênio Henrique A. G.
 
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptx
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptxPSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptx
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM unidade 12.pptx
 
Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)
Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)
Psicologiadaaprendizagem 140124113741-phpapp01 (1)
 

Último

01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
danielecarvalho75
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
PatrciaOliveiraPat
 
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
balmeida871
 
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptxtccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
DvilaSoares1
 
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Jssica597589
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
CarolLopes74
 
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
NanandorMacosso
 
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamenteSeminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
LasAraujo12
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
FabianeOlegario2
 

Último (9)

01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
 
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
 
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptxtccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
 
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
 
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
 
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamenteSeminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
 

AULA 2 SLIDE 1 de Desenvolvimento Humano Infância cap 1.pptx

  • 2. Breve Histórico:  1920, psicólogo John B. Watson (1878-1958)  1946 Dr. Benjamin Spock (1903-1990). Autor do clássico “Meu filho, meu tesouro – Como criar seus filhos com bom senso e carinho”  Os cientistas do Desenvolvimento Humano de hoje, desenvolveram teorias e conduziram pesquisas visando descrever, explicar, prever e influenciar o desenvolvimento.
  • 3. 1 - O debate natureza-criação ou Herança x Ambiente. -Criação (manipulação do ambiente) -Natureza (mecanismo interno, Filosoficamente representado pelos idealistas e racionalistas)
  • 4. 2 – Estágios e sequências. -Continuidade:(novos tipos de atividades) -descontinuidade: (quase as mesma atividades)
  • 5.  1 - Maturação (é universal, sequencial e relativamente impermeável à influência ambiental.)  2 - O momento da experiência (período crítico e período sensível.)  3 - Tendências inatas e restrições
  • 6.  O desenvolvimento humano é o resultado das experiência filtrada através dessa tendências iniciais, mas aquelas tendências limitam o número de caminhos evolutivos possíveis. (Campbell e Bickard, 1992; Cole, 2005.)  4 –Genética do comportamento  O estudo das contribuições genéticas ao comportamento individual, denominado genética do comportamento, usa duas técnicas de pesquisa principal- o estudo de gêmeos idênticos e fraternos e o estudo de crianças adotadas.
  • 7.  5 - Modelos internos da experiência:  Um conjunto de ideias ou suposições centrais sobre o mundo, sobre si mesma e sobre relacionamentos com outras pessoas através dos quais toda experiência é subsequentemente filtrada.  6 - Modelo de influência ambiental de Aslin:  Os modelos teóricos são úteis para tentar organizar ideias sobre como todos esses fatores internos e ambientais interagem para influenciar o desenvolvimento.
  • 8.  7 – A perspectiva ecológica:  Urie Bronfenbrenner, uma das figuras - chave nessa área de estudo (1979;1989), enfatiza que cada criança cresce em um ambiente social complexo (uma ecologia social) com um elenco distinto de personagens.  8 – Vulnerabilidade e resiliência:  O mesmo ambiente pode ter efeito bastante diferentes sobre crianças que nascem com diferentes características.
  • 9.  Mudanças normativas do período etário; são universais, ou seja, são comuns a todo indivíduo de uma espécie e estão ligadas a idades específicas.  Mudanças normativas do período histórico; compartilham as mesmas experiências históricas nos mesmos momentos de suas vidas.  Mudanças não normativas ou diferenças individuais; eventos únicos, não compartilhados.
  • 10. I - Teorias psicanalíticas  A suposição mais central dessas teorias é que o comportamento é governado por processos conscientes e inconscientes. Elas veem o desenvolvimento como fundamentalmente constituído de estágios, com cada estágio centrado em uma forma particular de tensão ou em uma determinada tarefa.
  • 11. Teoria de Freud: propôs a existência de uma pulsão sexual básica, inconsciente, instintiva, que chamou de libido. Ele afirmava que essa energia é a força motivadora do comportamento humano. Freud também propôs que material inconsciente é criado com o passar do tempo através do funcionamento dos vários mecanismos de defesa.
  • 12. Teoria de Erikson: Os estágios que Erikson propôs, chamados estágios psicossociais, são influenciados muito menos pelo amadurecimento e muito mais por demandas culturais comuns para crianças de uma determinada idade, tal como as exigências de que uma criança esteja treinada na toalete por volta dos 2 anos e de que aprenda habilidades escolares nas idades de 6 ou 7 anos. Na visão de Erikson, toda criança passa por uma sequência fixa de tarefas, cada uma centrada no desenvolvimento de uma determinada fase da identidade.
  • 13. II - Teorias cognitivas • Elas enfatizam primariamente mais o desenvolvimento cognitivo do que a personalidade, invertem essa ordem de importância, realçando a centralidade das ações da criança no ambiente e seu processamento cognitivo das experiências.
  • 14. 1 - Teoria de Piaget; O processo de adaptação, na visão de Piaget, é constituído de diversos subprocessos importantes (assimilação, acomodação e equilíbração). O que é importante entender neste ponto preliminar é que Piaget acreditava que a criança desenvolve uma série de “entendimentos” ou “teorias” razoavelmente distintos sobre a forma como o mundo funciona, baseado em sua exploração ativa do ambiente.
  • 15. 2 - teoria de Vygotsky; preocupado em entender as origens do conhecimento da criança Vygotsky diferia de Piaget, contudo, em um aspecto fundamental: para ele, formas complexas de pensamento têm suas origens em interações sociais (Duncan, 1995). De acordo com Vygotsky, a aprendizagem de novas habilidades cognitivas é conduzida por um adulto (ou por uma criança mais hábil, como um irmão mais velho), que modela e estrutura a experiência de aprendizagem da criança.
  • 16. III - Teorias da aprendizagem As teorias da aprendizagem representam uma tradição teórica muito diferente daquela dos psicanalistas ou dos cognitivo - desenvolvimentalistas, na qual a ênfase é muito mais na forma como o ambiente molda a criança do que em como a criança entende suas experiências.
  • 17.  1 - Condicionamento clássico: aquisição de novos sinais para respostas existentes. O bebê já está programado para fazer tudo aquilo; esses são reflexos automáticos. A aprendizagem ocorre quando algum estímulo novo é introduzido ao sistema.  2 - Condicionamento operante: é o processo através do qual a frequência de um comportamento aumenta ou diminui devido às consequências que o comportamento produz.  3 - Teoria sóciociocognitiva de Bandura: Primeiro, ele afirma que a aprendizagem nem sempre requer reforço direto. A aprendizagem também pode ocorrer meramente como resultado de observar alguém realizando alguma ação. agora enfatiza o fato de que a modelação pode ser o veículo para aprender informação abstrata e habilidades concretas.
  • 18.  Após aprender sobre teorias do desenvolvimento, os estudantes geralmente querem saber qual delas é a correta. Entretanto, os desenvolvimentalistas não pensam em teorias em termos de certo ou errado mas, antes, comparam-nas à base de suas suposições e avaliam o quanto elas são úteis para entender o desenvolvimento humano.
  • 19.  1 – Modelos transversais; Para estudar a atenção transversalmente, poderíamos selecionar grupos de participantes em cada uma de diversas idades, como grupos de 2, 5, 8 e 11 anos. Se verificarmos que cada grupo demonstra um intervalo de atenção médio mais longo do que todos os grupos que são mais jovens, podemos ficar tentados a concluir que o intervalo de atenção aumenta com a idade; não podemos, porém, dizer isso conclusivamente com dados transversais, pois essas crianças diferem não apenas em idade, mas também em coorte. As diferenças na atenção poderiam refletir diferenças educacionais e não estar realmente ligadas a idade ou desenvolvimento. Além disso, modelos transversais não podem nos dizer nada sobre sequências de mudança com a idade ou sobre a consistência do comportamento individual com o passar do tempo, porque cada criança é testada apenas uma vez. •Mudanças Relacionadas à Idade
  • 20. Mudanças Relacionadas à Idade  2 – Modelos longitudinais; Os modelos longitudinais parecem resolver os problemas que surgem com os modelos transversais porque acompanham os mesmos indivíduos durante um período de tempo. Por exemplo, para examinar nossa hipótese do intervalo de atenção, poderíamos testar um determinado grupo de crianças primeiro aos 2, então aos 5, em seguida aos 8 e, finalmente, aos 11 anos. Esses modelos examinam sequências de mudança e consistência ou inconsistência Individual com o passar do tempo. E, visto que esses modelos comparam as mesmas pessoas em diferentes idades, eles contornam os problemas de coorte dos modelos transversais.
  • 21. Mudanças Relacionadas à Idade 3 –Modelos sequenciais; Uma forma de evitar as deficiências tanto dos modelos transversais quanto dos modelos longitudinais é usar um modelo sequencial. Para estudar nossa questão de intervalo de atenção usando um modelo sequencial, começaríamos com pelo menos dois grupos etários. U grupo poderia incluir crianças de 2 a 4 anos, e o outro poderia ter crianças de 5 a 7 anos. Testaríamos cada grupo durante um número de anos, conforme ilustrado na Figura 1.4. Cada ponto de testagem além do inicial fornece dois tipos de comparações. As comparações de grupo etário fornecem o mesmo tipo de informação que um modelo transversal forneceria. As comparações dos escores ou comportamentos dos participantes em cada grupo com seus próprios escores ou comportamentos em um ponto de testagem anterior fornecem, ao mesmo tempo, evidências longitudinais.