68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'2
      *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS
                    (ALCOOMETRIA)

1. Status de Revis‹o

Elaborado por:                                        Aprovado por:
1žUHYis‹o: 00                                                         Data: ___/____/______


2. Objetivo

       Definir o procedimento para a determina•‹o do grau alco—lico de misturas hidroalco—licas.


3. Defini•›es

   ·   Alcoometria: Ž a determina•‹o do grau alco—lico das misturas de ‡gua e ‡lcool et’lico.
   ·   Alco™metro centesimal (Alco™metro de Gay Lussac): destina-se ˆ determina•‹o do grau
       alco—lico ou da for•a real das misturas de ‡gua e ‡lcool, indicando somente a
       concentra•‹o do ‡lcool em volume. O instrumento que determina o grau alco—lico Ž
       denominado dens’metro e indica, imediatamente, o volume de ‡lcool et’lico contido em 100
       volumes de uma mistura feita exclusivamente de ‡lcool et’lico e ‡gua.
   ·   žGay Lussacž*/ YROXPH
: Ž a unidade que determina a quantidade de ‡lcool et’lico,
       em mililitros, contida em 100 mililitros de uma mistura hidroalco—lica.
   ·   ž,130  3  SRUFHQtagem de ‡lcool em peso ou grau alco—lico INPM): quantidade em
       gramas de ‡lcool et’lico contida em 100 gramas de uma mistura hidroalco—lica.

   ·   T‡bua da For•a Real dos L’quidos Espirituosos: a for•a real de um ‡lcool Ž o grau indicado
       pelo alco™metro centesimal ˆ temperatura de 15o C. A for•a Ž dita aparente, quando a
       WHPSHUDWXUDHVWiDFLPDRXDEDL[RGHž
   ·   Tabela de alcoometria: tabela indicativa da rela•‹o entre o grau do alco™metro centesimal,
       a densidade da mistura alco—lica e o t’tulo ponderal.


4. Procedimento

4.1. Requisitos prŽvios:
4.1.1. Determinar previamente a temperatura da amostra.
4.1.2.2DOFR{PHWURFHQWHVLPDOHVWiFDOLEUDGRDžHD)DUPDFRSpLD%UDVLOHLUDLQGLFDRVWtWXORV
HWDQyOLFRV D  ž 3RU LVVR p QHFHVViULR SURFHGHU j FRQYHUVmR atravŽs da T‡bua da for•a real
dos l’quidos espirituosos.
4.1.3. Consultar a T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos (Tabela no anexo I) para proceder
a corre•‹o da leitura obtida, em fun•‹o da temperatura.

4.2. Procedimento:

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68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'2
      *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS
                    (ALCOOMETRIA)

4.2.1. Transferir uma quantidade suficiente da amostra (mistura hidroalco—lica) a ser analisada
para uma proveta de modo que possa obter a leitura.
4.2.2. Colocar a proveta em posi•‹o vertical nivelada.
4.2.3. Deixar a amostra permanecer em repouso atŽ completa elimina•‹o das bolhas de ar.
4.2.4. Introduza o term™metro no l’quido e determine a temperatura da amostra quando a coluna
termomŽtrica ficar estacion‡ria.
4.2.5. Imergir no l’quido (amostra), o alco™metro rigorosamente limpo e seco, previamente
embebido na amostra em ensaio.
4.2.6.O alco™metro dever‡ flutuar livremente na proveta com a amostra, sem aderir ˆs paredes e
o l’quido (amostra) n‹o dever‡ atingir as bordas.
4.2.7. Fa•a a leitura quando o alco™metro atingir a posi•‹o de equil’brio (quando o alco™metro
para de oscilar), verificar o ponto de afloramento da haste e ler o nœmero da gradua•‹o na parte
inferior do menisco. Esta leitura determina o grau alco—lico aparente contido na amostra em
centŽsimos e em volume.
4.2.8. Consultar a T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos (Tabela do anexo I) para proceder
a corre•‹o da leitura obtida, em fun•‹o da temperatura.

Exemplo de c‡lculo:
A primeira linha horizontal da tabela indica a for•a aparente, isto Ž, o volume centesimal aparente
de ‡lcool, marcado pelo alco™metro. A primeira linha vertical da esquerda indica a temperatura
DSDUHQWHFRPSUHHQGLGDHQWUHžHž$LQWHUVHFomRHQWUHDVOLQKDVYHUWLFDOWHPSHUDWXUD
aparente) e horizontal (grau alco—lico aparente), nos dar‡ a for•a real ou o volume centesimal
ž*/
UHDOGRiOFRROHPDQiOLVH
Exemplo: ÈOFRRO QHXWURFRPWHPSHUDWXUDDSDUHQWHGHžHJUDXDOFRyOLFRDSDUHQWHLJXDOD
ž*/ WHUi XP YROXPHFHQWHVLPDOUHDOGHž*/jžGH DFRUGRFRPDWDEHOD(VWHQ~PHUR
indica que a mistura em ensaio contŽm 94,7 centŽsimos de ‡lcool absoluto em volume e 5,3
volumes de ‡gua.

5. Registros da Qualidade



6. Hist—rico de Revis›es
N‹o aplic‡vel


7. Refer•ncias
    · Brasil, MinistŽrio da Saœde, Ag•ncia Nacional de Vigil‰ncia Sanit‡ria. Formul‡rio
       Nacional. Bras’lia: ANVISA, 2005.




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      *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS
                    (ALCOOMETRIA)
8. Anexos Anexo I: T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos




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      *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS
                    (ALCOOMETRIA)




Anexo II: Tabela alcoomŽtrica




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Pop alcoometria

  • 1.
    68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'2 *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS (ALCOOMETRIA) 1. Status de Revis‹o Elaborado por: Aprovado por: 1žUHYis‹o: 00 Data: ___/____/______ 2. Objetivo Definir o procedimento para a determina•‹o do grau alco—lico de misturas hidroalco—licas. 3. Defini•›es · Alcoometria: Ž a determina•‹o do grau alco—lico das misturas de ‡gua e ‡lcool et’lico. · Alco™metro centesimal (Alco™metro de Gay Lussac): destina-se ˆ determina•‹o do grau alco—lico ou da for•a real das misturas de ‡gua e ‡lcool, indicando somente a concentra•‹o do ‡lcool em volume. O instrumento que determina o grau alco—lico Ž denominado dens’metro e indica, imediatamente, o volume de ‡lcool et’lico contido em 100 volumes de uma mistura feita exclusivamente de ‡lcool et’lico e ‡gua. · žGay Lussacž*/ YROXPH
  • 2.
    : Ž aunidade que determina a quantidade de ‡lcool et’lico, em mililitros, contida em 100 mililitros de uma mistura hidroalco—lica. · ž,130 3 SRUFHQtagem de ‡lcool em peso ou grau alco—lico INPM): quantidade em gramas de ‡lcool et’lico contida em 100 gramas de uma mistura hidroalco—lica. · T‡bua da For•a Real dos L’quidos Espirituosos: a for•a real de um ‡lcool Ž o grau indicado pelo alco™metro centesimal ˆ temperatura de 15o C. A for•a Ž dita aparente, quando a WHPSHUDWXUDHVWiDFLPDRXDEDL[RGHž · Tabela de alcoometria: tabela indicativa da rela•‹o entre o grau do alco™metro centesimal, a densidade da mistura alco—lica e o t’tulo ponderal. 4. Procedimento 4.1. Requisitos prŽvios: 4.1.1. Determinar previamente a temperatura da amostra. 4.1.2.2DOFR{PHWURFHQWHVLPDOHVWiFDOLEUDGRDžHD)DUPDFRSpLD%UDVLOHLUDLQGLFDRVWtWXORV HWDQyOLFRV D ž 3RU LVVR p QHFHVViULR SURFHGHU j FRQYHUVmR atravŽs da T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos. 4.1.3. Consultar a T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos (Tabela no anexo I) para proceder a corre•‹o da leitura obtida, em fun•‹o da temperatura. 4.2. Procedimento: P‡gina 1 de 1
  • 3.
    68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'2 *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS (ALCOOMETRIA) 4.2.1. Transferir uma quantidade suficiente da amostra (mistura hidroalco—lica) a ser analisada para uma proveta de modo que possa obter a leitura. 4.2.2. Colocar a proveta em posi•‹o vertical nivelada. 4.2.3. Deixar a amostra permanecer em repouso atŽ completa elimina•‹o das bolhas de ar. 4.2.4. Introduza o term™metro no l’quido e determine a temperatura da amostra quando a coluna termomŽtrica ficar estacion‡ria. 4.2.5. Imergir no l’quido (amostra), o alco™metro rigorosamente limpo e seco, previamente embebido na amostra em ensaio. 4.2.6.O alco™metro dever‡ flutuar livremente na proveta com a amostra, sem aderir ˆs paredes e o l’quido (amostra) n‹o dever‡ atingir as bordas. 4.2.7. Fa•a a leitura quando o alco™metro atingir a posi•‹o de equil’brio (quando o alco™metro para de oscilar), verificar o ponto de afloramento da haste e ler o nœmero da gradua•‹o na parte inferior do menisco. Esta leitura determina o grau alco—lico aparente contido na amostra em centŽsimos e em volume. 4.2.8. Consultar a T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos (Tabela do anexo I) para proceder a corre•‹o da leitura obtida, em fun•‹o da temperatura. Exemplo de c‡lculo: A primeira linha horizontal da tabela indica a for•a aparente, isto Ž, o volume centesimal aparente de ‡lcool, marcado pelo alco™metro. A primeira linha vertical da esquerda indica a temperatura DSDUHQWHFRPSUHHQGLGDHQWUHžHž$LQWHUVHFomRHQWUHDVOLQKDVYHUWLFDOWHPSHUDWXUD aparente) e horizontal (grau alco—lico aparente), nos dar‡ a for•a real ou o volume centesimal ž*/
  • 4.
    UHDOGRiOFRROHPDQiOLVH Exemplo: ÈOFRRO QHXWURFRPWHPSHUDWXUDDSDUHQWHGHžHJUDXDOFRyOLFRDSDUHQWHLJXDOD ž*/WHUi XP YROXPHFHQWHVLPDOUHDOGHž*/jžGH DFRUGRFRPDWDEHOD(VWHQ~PHUR indica que a mistura em ensaio contŽm 94,7 centŽsimos de ‡lcool absoluto em volume e 5,3 volumes de ‡gua. 5. Registros da Qualidade 6. Hist—rico de Revis›es N‹o aplic‡vel 7. Refer•ncias · Brasil, MinistŽrio da Saœde, Ag•ncia Nacional de Vigil‰ncia Sanit‡ria. Formul‡rio Nacional. Bras’lia: ANVISA, 2005. P‡gina 2 de 2
  • 5.
    68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'2 *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS (ALCOOMETRIA) 8. Anexos Anexo I: T‡bua da for•a real dos l’quidos espirituosos P‡gina 3 de 3
  • 6.
    68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'2 *5$8$/2Ï/,2(00,6785$6+,'52$/2Ï/,AS (ALCOOMETRIA) Anexo II: Tabela alcoomŽtrica P‡gina 4 de 4