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Contribuições da Fenomenologia
para a Construção do Conceito
de Corporeidade na Educação
Física Brasileira
Milena Silva Moreira
Licenciada em Educação Física pela UNEB,
CAMPUS IV e Especialista em Educação Física
Escolar pela Universidade Cândido Mendes,
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• Estado da arte............................................................................................................................ 12
Justificativa ............................................................................................................................... 13
• CAPÍTULO I
• Algumas considerações sobre o corpo...................................................................................... 16
• O corpo em Merleau- Ponty ..................................................................................................... 19
• O corpo e a escola ..................................................................................................................... 21 O
corpo-máquina e as aulas de Educação Física ...................................................................... 24
• O corpo no currículo da educação profissional ........................................................................ 25
• CAPÍTULO II
• Caracterização do espaço e dos sujeitos da pesquisa ............................................................... 27
Apresentação dos dados da pesquisa ........................................................................................ 30
• Percepção de corpo ................................................................................................................... 31
• Corpo na escola ........................................................................................................................ 34
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• CAPÍTULO II
• Relações entre os dados empíricos e as discussões atuais ........................................................ 39
• “O estudo foi dividido em três capítulos, o
primeiro apresenta breves considerações acerca
do corpo em diferentes épocas da história,
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Merleau- Ponty. Apresenta também as relações
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que tem como referencial os estudos deste
filósofo francês, bem como a relação entre o
corpo e o currículo da educação profissional.”
• “No segundo capítulo o espaço e os sujeitos da
pesquisa foram caracterizados, e foram
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os relatos dos alunos. Estes relatos estão
organizados segundo a seguinte ordem: a
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escola, e o corpo e o currículo.”
• “Já no terceiro capítulo estão presentes as
inferências acerca dos resultados da pesquisa
relacionados à fenomenologia da percepção,
numa releitura de autores conceituados na
área de Educação Física, em busca de novas
perspectivas para o corpo.”
Fenomenologia
• Descrição daquilo que aparece, ou ciência que
tem como objetivo essa descrição; O pesquisador
descreve o fenômeno da forma como ele se
mostra, buscando, por meio de sua essência, ver
a plenitude do fenômeno.
• Edmund Husserl (1859-1938)
• Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre e Maurice
Merleau-Ponty;
• “Quer que se trate do corpo do outro ou de meu
próprio corpo não tenho outro meio de conhecer
o corpo humano senão vivê-lo, quer dizer
retomar por minha conta o drama que o
transpassa e confundir-me com ele. Portanto, sou
o meu corpo, exatamente na medida em que
tenho um saber adquirido e, reciprocamente,
meu corpo é como um sujeito natural, como um
esboço provisório de meu ser total (MERLEAU-
PONTY, 1999, p. 269).”
Fenomenologia no estudo do corpo na
Educação Física brasileira
• 1980 - Silvino Santim
• “Educação Física: uma abordagem filosófica
da corporeidade” (1987)
• “Educação Física do lúdico à opressão do
rendimento”(1994)
“Assim, avançando no caminho de repensar o corpo fora dos conceitos
tradicionais, chegaríamos à conclusão de que o homem é o corpo, e a
corporeidade é a humanidade ou o especificamente humano do
homem. Neste ponto, encontramos Merleau-Ponty. Ele é o defensor
da unidade plena do homem, não a unidade que se faz pela soma das
partes, mas a unidade que, de forma alguma pode ser separada por
partes. Esta unidade proposta não é pensada como sacrifício de
alguma dimensão do homem, muito menos pelo processo
reducionista, onde só se fica com uma das partes como sendo o todo.
A explicitação desta unidade aparece na Fenomenologia da Percepção,
na primeira parte (p. 81-232), dedicada ao corpo. A unidade humana
se daria como corporeidade. Afirma Merleau-Ponty: ‘realmente, eu
não tenho corpo, mas sou corpo’” (Santin, 1994, p. 85).
• Crítica à concepção de corpo-máquina, ao
dualismo corpo –alma, e à noção de
movimento sem intencionalidade.
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com o mundo”, descrição direta da nossa
experiência com ele; “impulso lúdico”.
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Humana.
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paradigma emergente”(1994)
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Fenomenologia

  • 1. Contribuições da Fenomenologia para a Construção do Conceito de Corporeidade na Educação Física Brasileira Milena Silva Moreira Licenciada em Educação Física pela UNEB, CAMPUS IV e Especialista em Educação Física Escolar pela Universidade Cândido Mendes, UCAM.
  • 2. • Percepção de corpo dos alunos do Ensino Médio profissionalizante na cidade de Saúde: incursões no universo da corporeidade.(2011) • O Corpo e as Orientações Curriculares nacionais (2006): Breves Considerações sobre um Diálogo Necessário.(2016)
  • 3. • SUMÁRIO • INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 10 Metodologia .............................................................................................................................. 11 • Estado da arte............................................................................................................................ 12 Justificativa ............................................................................................................................... 13 • CAPÍTULO I • Algumas considerações sobre o corpo...................................................................................... 16 • O corpo em Merleau- Ponty ..................................................................................................... 19 • O corpo e a escola ..................................................................................................................... 21 O corpo-máquina e as aulas de Educação Física ...................................................................... 24 • O corpo no currículo da educação profissional ........................................................................ 25 • CAPÍTULO II • Caracterização do espaço e dos sujeitos da pesquisa ............................................................... 27 Apresentação dos dados da pesquisa ........................................................................................ 30 • Percepção de corpo ................................................................................................................... 31 • Corpo na escola ........................................................................................................................ 34 Corpo e currículo ...................................................................................................................... 36 • CAPÍTULO II • Relações entre os dados empíricos e as discussões atuais ........................................................ 39
  • 4. • “O estudo foi dividido em três capítulos, o primeiro apresenta breves considerações acerca do corpo em diferentes épocas da história, destacando a concepção cartesiana e sua superação com a fenomenologia da percepção de Merleau- Ponty. Apresenta também as relações entre o corpo e a educação a partir de concepções de alguns autores da área de Educação Física, que tem como referencial os estudos deste filósofo francês, bem como a relação entre o corpo e o currículo da educação profissional.”
  • 5. • “No segundo capítulo o espaço e os sujeitos da pesquisa foram caracterizados, e foram apresentados os resultados da pesquisa, com os relatos dos alunos. Estes relatos estão organizados segundo a seguinte ordem: a percepção de corpo, o corpo no dia-a-dia da escola, e o corpo e o currículo.”
  • 6. • “Já no terceiro capítulo estão presentes as inferências acerca dos resultados da pesquisa relacionados à fenomenologia da percepção, numa releitura de autores conceituados na área de Educação Física, em busca de novas perspectivas para o corpo.”
  • 7. Fenomenologia • Descrição daquilo que aparece, ou ciência que tem como objetivo essa descrição; O pesquisador descreve o fenômeno da forma como ele se mostra, buscando, por meio de sua essência, ver a plenitude do fenômeno. • Edmund Husserl (1859-1938) • Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre e Maurice Merleau-Ponty;
  • 8. • “Quer que se trate do corpo do outro ou de meu próprio corpo não tenho outro meio de conhecer o corpo humano senão vivê-lo, quer dizer retomar por minha conta o drama que o transpassa e confundir-me com ele. Portanto, sou o meu corpo, exatamente na medida em que tenho um saber adquirido e, reciprocamente, meu corpo é como um sujeito natural, como um esboço provisório de meu ser total (MERLEAU- PONTY, 1999, p. 269).”
  • 9. Fenomenologia no estudo do corpo na Educação Física brasileira • 1980 - Silvino Santim • “Educação Física: uma abordagem filosófica da corporeidade” (1987) • “Educação Física do lúdico à opressão do rendimento”(1994)
  • 10. “Assim, avançando no caminho de repensar o corpo fora dos conceitos tradicionais, chegaríamos à conclusão de que o homem é o corpo, e a corporeidade é a humanidade ou o especificamente humano do homem. Neste ponto, encontramos Merleau-Ponty. Ele é o defensor da unidade plena do homem, não a unidade que se faz pela soma das partes, mas a unidade que, de forma alguma pode ser separada por partes. Esta unidade proposta não é pensada como sacrifício de alguma dimensão do homem, muito menos pelo processo reducionista, onde só se fica com uma das partes como sendo o todo. A explicitação desta unidade aparece na Fenomenologia da Percepção, na primeira parte (p. 81-232), dedicada ao corpo. A unidade humana se daria como corporeidade. Afirma Merleau-Ponty: ‘realmente, eu não tenho corpo, mas sou corpo’” (Santin, 1994, p. 85).
  • 11. • Crítica à concepção de corpo-máquina, ao dualismo corpo –alma, e à noção de movimento sem intencionalidade. • Propõe um retorno aos movimentos criativos, aos gestos expressivos, sensíveis. • “Retorno às coisas mesmas”, “relação ingênua com o mundo”, descrição direta da nossa experiência com ele; “impulso lúdico”.
  • 12. • Manuel Sérgio: Ciência da Motricidade Humana. “Filosofia das actividades corporais” (1982) “Educação Física ou Ciência da Motricidade Humana” (1989) “Motricidade Humana: contribuições para um paradigma emergente”(1994)
  • 13. • “Essência”, “percepção”, “corpo próprio”... • O corpo encerra um poder de significação, na medida em que não é uma coisa, mas um meio de exprimir sentidos e comunicar-se... • A Corporeidade denota este sentido expressivo. • Motricidade=intencionalidade operante (Merleau-Ponty);
  • 14. • Wagner Wey Moreira • “Educação Física escolar: uma abordagem fenomenológica” (1991) • “Fenômeno”, “mundo vivido”, “ essência do corpo” • Pioneiro em pesquisa com abordagem fenomenológica aplicada à Educação Física
  • 15. • 1980- Elenor Kunz e Terezinha Petrúcia da Nóbrega • Elenor Kunz- Teoria do Se-Movimentar Humano – TSMH • Crítica às abordagens disciplinares do movimento humano. • Diferenças entre o movimento no esporte e o movimento próprio • “Educação Física: ensino e mudanças” (1991)
  • 16. • Três dimensões: O sujeito das ações do movimento; Situação concreta na qual as ações do movimento estão vinculadas; Significado que orienta as ações do movimento e é responsável pela apreensão de sua estrutura.
  • 17. Terezinha Petrúcia da Nobrega • Maior tratamento teórico dos conceitos de Merleau-Ponty, vai além da “Fenomenologia da percepção: “estesia”, “ ser selvagem”, “ontologia sensível”, “reversibilidade”, sentido bruto”, natureza”... Abordagem complexa da fenomenologia. • Aproximação com outros campos da ciência. • Compreensão da linguagem às experiências do corpo e da existência.
  • 18. • “ Aprendendo com o corpo : pressupostos filosóficos da corporeidade na Educação Física”(1995) • “ Para uma teoria da corporeidade: um diálogo com Merleau-Ponty e o pensamento complexo” (1999) • “ Corporeidade e Educação Física: do corpo objeto ao corpo-sujeito” (2000) • “Uma fenomenologia do corpo” (2010)