O documento discute os estereótipos, preconceitos e discriminação contra grupos sociais. Apresenta como esses fenômenos surgem de teorias implícitas que veem os grupos como entidades homogêneas e imutáveis, desconsiderando a diversidade interna. Também analisa como a infantilização e animalização são usadas para depreciar certas categorias, como pessoas com deficiência.