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o que é a Web 1.0?
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https://qzprod.files.wordpress.com/2
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A partir do final dos anos 90 e
começo dos anos 2000
começam a surgir as páginas
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A principal característica delas
é que os usuários que as
acessam podem inserir e
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imediata da Web 2.0 foi
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Online Massivos
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MOOCs: Cursos Abertos
Online Massivos
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MOOCs: Cursos Abertos
Online Massivos
No Brasil, o site Veduca
copia o modelo do
Coursera, mas com
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O acesso pode ser feito
em:
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acessada exibe os
cursos disponíveis para
inscrição no momento.
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exemplo, oferece um
curso introdutório sobre
Libras!
Os três movimentos
REAs: Recursos
Educacionais Abertos
O movimento REA é
proposto com esse
nome pela UNESCO em
2002.
Um recursos REA é
disponibilizado em
formato aberto, de
domínio público, para
que outros possam
modificar, rearrumar e
remixar.
São necessárias
licenças de uso abertas,
como a Creative
Commons e a GPL
(General Public
License).
Ao lado, o fato do
arquivo poder ser
editado, permitiu seu
reuso e tradução!
Vamos assistir?
o que é a Web 2.0?
“Conheça a licença
Creative Commons”
https://www.youtube.com/watch
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Um das consequências da cultura hacker
foi a criação de modos de licenciamento
livres, como a GPL - General Public
License, criada em 1989 por Richard
Stallman e fartamente usada em
softwares livres, como o Linux.
https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Genera
l_Public_License
A Creative Commons, por sua vez, procura
ser uma alternativa às licenças copyright,
garantindo que o criador de um conteúdo
decida quais direitos ele liberará para as
outras pessoas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Co
mmons
Os três movimentos
REAs: Recursos
Educacionais Abertos
O Banco Internacional
de Objetos
Educacionais, iniciativa
do MEC, reúne objetos
digitais de acesso
público para todos os
níveis de ensino, para
que professores os
baixem e usem sem
suas atividades
educacionais.
Há cerca de 20000
objetos publicados até o
ano de 2015.
http://objetoseducacion
ais2.mec.gov.br/
Os três movimentos
PLEs: Ambientes Pessoais
de Aprendizagem
Os PLEs ou Ambientes
Pessoais de
Aprendizagem, é um
conceito proposto no
começo dos anos 2000,
relacionado ao
autogerenciamento de
aprendizagem do aluno.
A ideia é que o estudante
use as diferentes
ferramentas/aplicações
da Web 2.0, interligando
seus conteúdos em um
espaço próprio e pessoal,
com suas regras de
organização.
O PLE ajuda a agregar e
documentar os percursos
de aprendizagem.
https://cacoo.com/diagrams
/GWYc6a9pg8sPnvNt-
5ADA5.png
As refutações de Neil Selwyn
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
(1) Criação
ativa de
conhecimento
(2)
Abundância
de atividades
comunitárias
(3) Interesse e
procura pelos
alunos
(4) Benefícios
da
aprendizagem
informal
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
(1) Criação ativa
de conhecimento
(2)
Abundância
de atividades
comunitárias
(3) Interesse e
procura pelos
alunos
(4) Benefícios
da
aprendizagem
informal
Pouca evidência de que a
maioria das pessoas são
usuárias ativas (participativas)
em sites da web 2.0
Maioria consome conteúdos
passivamente, os usuários
criadores são 0,5% a 1%.
Exemplo: comunidade restrita
de autores ativos na Wikipédia
(v. Rosado, 2008).
O que se produz, em boa medida,
são de interesse do círculo pessoal
de amizades, corriqueiros (fotos
com amigos, atividades cotidianas).
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
O grupo dos 10000
usuários mais ativos na
Wikipédia em Inglês são
responsáveis por 33%
de todas as edições do
site. O grupos dos 1000
usuários mais ativos
são responsáveis por
14% das edições.
São 26,3 milhões de
usuários totais
registrados no site!
https://en.wikipedia.org
/wiki/Wikipedia:List_of
_Wikipedians_by_numb
er_of_edits
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
(1) Criação
ativa de
conhecimento
(2) Abundância de
atividades
comunitárias
(3) Interesse e
procura pelos
alunos
(4) Benefícios
da
aprendizagem
informal
A baixa atividade participativa
leva à refutação de que em
espaços online da Web 2.0 os
intercâmbios socioculturais são
fortes.
Por sua vez, os jovens se
envolvem em níveis diferentes
com a Web 2.0, dos mais
criativos e participativos
(poucos) aos consumidores
passivos de conteúdos (muitos).
(v. Rosado e Tomé, 2015)
O nível “avançado” de uso, ou
seja, criando produtos novos e
colaborando, é baixo entre os
jovens.
Leitura
consultas opcionais
O perfil de jovens portugueses e
brasileiros e seus usos do
computador e da internet, em
especial as redes sociais, foi
analisado nesse artigo.
Algumas ideias sobre alta
criação de conteúdos por jovens
foi refutada pelos dados
analisados.
ROSADO, Luiz A. S.; TOMÉ, Vitor
M. N.
As redes sociais na internet e
suas apropriações por jovens
brasileiros e portugueses em
idade escolar.
RBEP, Brasília, v. 96, n. 242, p.
11-25, jan./abr. 2015.
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
(1) Criação
ativa de
conhecimento
(2)
Abundância
de atividades
comunitárias
(3) Interesse e
procura pelos
alunos
(4) Benefícios
da
aprendizagem
informal
Nem todos os jovens tem
interesse e sintonia com as
atividades da Web 2.0.
Muitos relatam preferir
interações pessoais do que se
inscrever em redes sociais
online.
Os “nativos digitais” nem
sempre optam por aderir de
modo irrestrito às novas
aplicações da Web 2.0.
Há indícios de que os jovens
veem as aplicações informais
da internet como espaço que
não precisa ser invadido pela
escola formal.
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
(1) Criação
ativa de
conhecimento
(2)
Abundância
de atividades
comunitárias
(3) Interesse e
procura pelos
alunos
(4) Benefícios da
aprendizagem
informal
Há um entusiasmo com os
modelos da educação informal,
com a autonomia dos
indivíduos nos sites da web 2.0.
Retorna-se a uma contestação
dos modelos formais e das
instituições e organizações de
educação.
Retorna-se ao discurso de Ivan
Illich sobre a desescolarização
da sociedade.
(1) Criação
ativa de
conhecimento
(2)
Abundância
de atividades
comunitárias
(3) Interesse e
procura pelos
alunos
(4) Benefícios da
aprendizagem
informal
Reflexão final
as 4 contestações de Neil Selwyn
(contra-debate)
Apesar desses discursos, a
educação continua atuando
com o consumo instrumental e
massivo de informações através
de seus currículos e a
aprendizagem informal não é
efetivamente dominante nos
ambientes educacionais.
Ivan Illich nos anos 60
publica seu polêmico
livro “Sociedade sem
escolas” argumentando
que o sistema
educacional aprisiona o
aluno em uma
transmissão
burocrática de
conhecimentos
centralizada no
professor, sem permitir
a troca entre os alunos.
O vídeo a seguir explica
resumidamente sua
visão.
https://www.youtube.co
m/watch?v=lU2mVkxQI
h4 (português oral, sem
legendas, precisa de
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https://we.riseup.net/asse
ts/71202/illich-sociedade-
sem-escolas_large.jpg
Vamos assistir?
Ivan Illich e a
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Reflexão final
A mídia-educação
Selwyn nos aponta que seria
mais interessante repensar os
espaços e as práticas da
escolarização formal para a
utilização educativa da Web
2.0.
Esta acepção, de
conscientização dentro da
própria escola sobre as novas
mídias, sem excluir o papel da
educação formal e curricular,
nos leva para o próximo Bloco
de aulas, que pensará a
Alfabetização Midiática e a
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Reflexão final
A mídia-educação
Basicamente busca-se unir,
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Educação aberta

  • 2. Leitura pontos de discussão A Web 2.0 apropriada pelos educadores e suas esperanças renovadas pela “aprendizagem autêntica” e “construção ativa do conhecimento” – modelos construtivistas e sociointeracionistas. Os sites da Web 2.0 e seu modo de construção coletiva e informal, em comunidade de autores, inspira modelos para a educação aberta – modelo próximo aos princípios de trabalho hacker. A ideia simples de que se os jovens estão motivamos na internet, trazer o modelo da Web 2.0 para a educação irá motiva- los.
  • 3. Leitura pontos de discussão Imperativo tecnológico: ideia de que a educação deve, fatalmente, acompanhar a evolução da tecnologia e reagir às suas alterações. Expressões como “escolas 2.0” e “educação 2.0” surgiram a partir da Web 2.0. Futuros são imaginados para a escola com base na última tecnologia surgida. Argumenta-se, então, que as escolas e universidades são incapazes de lidar com as novas tecnologias e sua característica 2.0.
  • 4. Web 1.0 e Web 2.0: afinal, qual a diferença?
  • 5. Leitura o que é a Web 1.0? Ao longo dos anos 80, 90 e começo dos anos 2000 tivemos o predomínio das páginas da Web 1.0. Características da Web 1.0 Essas páginas eram estáticas, os usuários que as acessavam não tinham poder de modificar seus conteúdos. O próprio criador da página devia dominar linguagem de programação, como o HTML, para atualizar seu conteúdo.
  • 6. Leitura o que é a Web 1.0? O modelo usado era de um emissor para uma massa de receptores, como nos jornais impressos e na TV. https://qzprod.files.wordpress.com/2 015/08/netscape.jpg?quality=80&str ip=all&w=640 Sites antigos: http://gizmodo.com/5960831/23- ancient-web-sites-that-are-still-alive http://www.rdrop.com/
  • 7. Leitura o que é a Web 1.0? http://www.pacificgrandprix.com/
  • 8. Leitura o que é a Web 2.0? A partir do final dos anos 90 e começo dos anos 2000 começam a surgir as páginas da Web 2.0. Características da Web 2.0 A principal característica delas é que os usuários que as acessam podem inserir e modificar conteúdos, elas são dinâmicas, aceitando fotos, vídeos e textos.
  • 9. Leitura o que é a Web 2.0? O criador da página precisa dominar códigos de programação, mas quem a acessa não precisa de conhecimento técnico para altera-las. O modelo é participativo, colaborativo, comunitário. Os blogs, wikis e redes sociais surgiram na Web 2.0.
  • 10. Leitura o que é a Web 2.0? https://www.youtube.com/upload
  • 11. Leitura o que é a Web 2.0? https://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0?veaction=edit
  • 12. Vamos assistir? o que é a Web 2.0? Este vídeo explica algumas características da Web 2.0. “A máquina somos nós” https://www.youtube.com/watc h?v=NJsacDCsiPg (só música) 5:01
  • 13. Leitura consequências da Web 2.0 A consequência imediata da Web 2.0 foi o aumento exponencial de postagens de vídeos, imagens, textos e outros tipos de documentos em sites como YouTube, Facebook, Flickr e Wikipédia. A ilustração ao lado quantifica o número de postagens de internautas por minuto. http://www.dailyinfogra phic.com/wp- content/uploads/2013/ 12/Internet-minute.jpg
  • 14. Leitura Web 1.0 e Web 2.0 modelos de comunicação em rede Um para Todos (modelos da comunicação de massa) Todos para Todos (modelo da comunicação em rede)
  • 15. Leitura Web 1.0 e Web 2.0 modelos de educação: discursos maniqueístas Um para Todos “Educação 1.0” Educação transmissiva vertical Professor pré-digital, hierárquico Aluno receptor Conteúdos sequenciais fechados Todos para Todos “Educação 2.0” Educação em rede horizontal Professor interativo Aluno explorador Conteúdos livres e abertos
  • 17. Os movimentos da educação aberta
  • 18. Os três movimentos MOOCs: Cursos Abertos Online Massivos Os MOOCs podem ser comparados a Ambientes Virtuais de Aprendizagem abertos a milhares de estudantes. Ao se inscreverem, os alunos podem acompanhar suas atividades, coordenadas por um professor regente e sua equipe. A diferença destes cursos é na quantidade de estudantes e na comunicação que ocorre entre eles, mais horizontal. http://www.diygenius.c om/wp- content/uploads/2013/ 08/ultimate-mooc- guide.jpg
  • 19. Os três movimentos MOOCs: Cursos Abertos Online Massivos O maior site MOOC é o Coursera (https://www.coursera.or g/), fundado em 2012 por professores da Universidade de Stanford. São mais de 80 universidades parceiras e cerca de 400 cursos oferecidos. Os cursos são divididos em semanas, contendo vídeos, textos, fóruns, testes (múltipla escolha), atividades de criação e algumas atividades “ao vivo” (síncronas). Ao lado o curso “Internet History, Technology, and Security” da Universidade de Michigan.
  • 20. Os três movimentos MOOCs: Cursos Abertos Online Massivos No Brasil, o site Veduca copia o modelo do Coursera, mas com cursos em língua portuguesa. O acesso pode ser feito em: http://www.veduca.com .br/ A seção MOOCs ao ser acessada exibe os cursos disponíveis para inscrição no momento. A UNISINOS, por exemplo, oferece um curso introdutório sobre Libras!
  • 21. Os três movimentos REAs: Recursos Educacionais Abertos O movimento REA é proposto com esse nome pela UNESCO em 2002. Um recursos REA é disponibilizado em formato aberto, de domínio público, para que outros possam modificar, rearrumar e remixar. São necessárias licenças de uso abertas, como a Creative Commons e a GPL (General Public License). Ao lado, o fato do arquivo poder ser editado, permitiu seu reuso e tradução!
  • 22. Vamos assistir? o que é a Web 2.0? “Conheça a licença Creative Commons” https://www.youtube.com/watch ?v=izSOrOmxRgE (legenda e áudio em português) 6:43 Um das consequências da cultura hacker foi a criação de modos de licenciamento livres, como a GPL - General Public License, criada em 1989 por Richard Stallman e fartamente usada em softwares livres, como o Linux. https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Genera l_Public_License A Creative Commons, por sua vez, procura ser uma alternativa às licenças copyright, garantindo que o criador de um conteúdo decida quais direitos ele liberará para as outras pessoas. https://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Co mmons
  • 23. Os três movimentos REAs: Recursos Educacionais Abertos O Banco Internacional de Objetos Educacionais, iniciativa do MEC, reúne objetos digitais de acesso público para todos os níveis de ensino, para que professores os baixem e usem sem suas atividades educacionais. Há cerca de 20000 objetos publicados até o ano de 2015. http://objetoseducacion ais2.mec.gov.br/
  • 24. Os três movimentos PLEs: Ambientes Pessoais de Aprendizagem Os PLEs ou Ambientes Pessoais de Aprendizagem, é um conceito proposto no começo dos anos 2000, relacionado ao autogerenciamento de aprendizagem do aluno. A ideia é que o estudante use as diferentes ferramentas/aplicações da Web 2.0, interligando seus conteúdos em um espaço próprio e pessoal, com suas regras de organização. O PLE ajuda a agregar e documentar os percursos de aprendizagem. https://cacoo.com/diagrams /GWYc6a9pg8sPnvNt- 5ADA5.png
  • 25. As refutações de Neil Selwyn
  • 26. Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) (1) Criação ativa de conhecimento (2) Abundância de atividades comunitárias (3) Interesse e procura pelos alunos (4) Benefícios da aprendizagem informal
  • 27. Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) (1) Criação ativa de conhecimento (2) Abundância de atividades comunitárias (3) Interesse e procura pelos alunos (4) Benefícios da aprendizagem informal Pouca evidência de que a maioria das pessoas são usuárias ativas (participativas) em sites da web 2.0 Maioria consome conteúdos passivamente, os usuários criadores são 0,5% a 1%. Exemplo: comunidade restrita de autores ativos na Wikipédia (v. Rosado, 2008). O que se produz, em boa medida, são de interesse do círculo pessoal de amizades, corriqueiros (fotos com amigos, atividades cotidianas).
  • 28. Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) O grupo dos 10000 usuários mais ativos na Wikipédia em Inglês são responsáveis por 33% de todas as edições do site. O grupos dos 1000 usuários mais ativos são responsáveis por 14% das edições. São 26,3 milhões de usuários totais registrados no site! https://en.wikipedia.org /wiki/Wikipedia:List_of _Wikipedians_by_numb er_of_edits
  • 29. Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) (1) Criação ativa de conhecimento (2) Abundância de atividades comunitárias (3) Interesse e procura pelos alunos (4) Benefícios da aprendizagem informal A baixa atividade participativa leva à refutação de que em espaços online da Web 2.0 os intercâmbios socioculturais são fortes. Por sua vez, os jovens se envolvem em níveis diferentes com a Web 2.0, dos mais criativos e participativos (poucos) aos consumidores passivos de conteúdos (muitos). (v. Rosado e Tomé, 2015) O nível “avançado” de uso, ou seja, criando produtos novos e colaborando, é baixo entre os jovens.
  • 30. Leitura consultas opcionais O perfil de jovens portugueses e brasileiros e seus usos do computador e da internet, em especial as redes sociais, foi analisado nesse artigo. Algumas ideias sobre alta criação de conteúdos por jovens foi refutada pelos dados analisados. ROSADO, Luiz A. S.; TOMÉ, Vitor M. N. As redes sociais na internet e suas apropriações por jovens brasileiros e portugueses em idade escolar. RBEP, Brasília, v. 96, n. 242, p. 11-25, jan./abr. 2015.
  • 31. Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) (1) Criação ativa de conhecimento (2) Abundância de atividades comunitárias (3) Interesse e procura pelos alunos (4) Benefícios da aprendizagem informal Nem todos os jovens tem interesse e sintonia com as atividades da Web 2.0. Muitos relatam preferir interações pessoais do que se inscrever em redes sociais online. Os “nativos digitais” nem sempre optam por aderir de modo irrestrito às novas aplicações da Web 2.0. Há indícios de que os jovens veem as aplicações informais da internet como espaço que não precisa ser invadido pela escola formal.
  • 32. Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) (1) Criação ativa de conhecimento (2) Abundância de atividades comunitárias (3) Interesse e procura pelos alunos (4) Benefícios da aprendizagem informal Há um entusiasmo com os modelos da educação informal, com a autonomia dos indivíduos nos sites da web 2.0. Retorna-se a uma contestação dos modelos formais e das instituições e organizações de educação. Retorna-se ao discurso de Ivan Illich sobre a desescolarização da sociedade.
  • 33. (1) Criação ativa de conhecimento (2) Abundância de atividades comunitárias (3) Interesse e procura pelos alunos (4) Benefícios da aprendizagem informal Reflexão final as 4 contestações de Neil Selwyn (contra-debate) Apesar desses discursos, a educação continua atuando com o consumo instrumental e massivo de informações através de seus currículos e a aprendizagem informal não é efetivamente dominante nos ambientes educacionais.
  • 34. Ivan Illich nos anos 60 publica seu polêmico livro “Sociedade sem escolas” argumentando que o sistema educacional aprisiona o aluno em uma transmissão burocrática de conhecimentos centralizada no professor, sem permitir a troca entre os alunos. O vídeo a seguir explica resumidamente sua visão. https://www.youtube.co m/watch?v=lU2mVkxQI h4 (português oral, sem legendas, precisa de interpretação) 2:44 https://we.riseup.net/asse ts/71202/illich-sociedade- sem-escolas_large.jpg Vamos assistir? Ivan Illich e a Sociedade sem escolas
  • 35. Reflexão final A mídia-educação Selwyn nos aponta que seria mais interessante repensar os espaços e as práticas da escolarização formal para a utilização educativa da Web 2.0. Esta acepção, de conscientização dentro da própria escola sobre as novas mídias, sem excluir o papel da educação formal e curricular, nos leva para o próximo Bloco de aulas, que pensará a Alfabetização Midiática e a Mídia-educação.
  • 36. Reflexão final A mídia-educação Basicamente busca-se unir, junto a alunos e professores, a formação técnica com a formação crítica sobre as mídias. https://bakoheat.files.wordpress.co m/2015/05/teacher-2.jpg