O documento discute a educação aberta e sua relação com os ideais do movimento hacker. Apresenta os movimentos da educação aberta como MOOCs, REAs e PLEs. Também discute as críticas de Neil Selwyn aos discursos entusiasmados com a educação 2.0 baseada na Web 2.0, apontando evidências de baixa participação ativa dos usuários e de que os jovens nem sempre demonstram grande interesse pelas atividades online.