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Apresentação COINES 2017 (Cristiane Taveira e Alexandre Rosado)

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Apresentação durante o Congresso Internacional do INES no dia 6 de novembro de 2017.

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Apresentação COINES 2017 (Cristiane Taveira e Alexandre Rosado)

  1. 1. Visualidade na surdez: intersecções entre arte, educação e gramática visual Educação, Mídias e Comunidade Surda Cristiane Taveira | Alexandre Rosado
  2. 2. O problema central está no letramento de alunos surdos, o que levou à reflexão sobre a constituição do pensamento através de signos e seus possíveis significados construídos socialmente. O nosso enfoque está nas práticas advindas da experiência visual da surdez e a quais eventos de letramento se referem esses discursos. Understanding Deaf Culture (ROURKE, 2010) Problema Central
  3. 3. Busca inicial de teorias e práticas das Pedagogias Surdas Problema Central
  4. 4. Estudo de Fundamentos fundamentos teóricos e práticos das Pedagogias Surdas e Alfabetismo ou letramento visual.
  5. 5. Apesar do uso intensivo da imagem fora do ambiente escolar (jogos eletrônicos, publicidade, entretenimento, quadrinhos, entre outros), ainda é muito tímida a sistematização de seu uso para fins pedagógicos. Textos não-lineares http://srid4fun.blogspot.com.br/
  6. 6. Opção por mesclas de textos lineares com os não-lineares. Princípio democrático de acesso a imagem. Pensamento impossível sem memórias imagéticas. Conceito tradicional de texto linear é dominante. Uma imagem pode ser lida como argumento. Textos não-lineares
  7. 7. Pesquisa e tese de doutorado Pesquisa e tese https://ines.academia.edu/CristianeTaveira
  8. 8. Os tipos de leitura ou de leitores se revezam ao longo das atividades de um mesmo leitor Leitor imersivo (mídia digital, internet, conexões, navegação) Leitor movente (a cidade, a publicidade, a rua, os letreiros) Leitor contemplativo (a leitura, a biblioteca, a atenção focada)
  9. 9. Importa-nos com maior intensidade, abrir mão da disputa entre as línguas, e observar o comportamento de ambas na constituição de suportes e de recursos no que se refere aos encadeamentos, as misturas entre imagem e texto.
  10. 10. Aprender a ler imagens, desenvolver a observação de seus aspectos e traços constitutivos. Dar o tempo necessário para que a imagem nos enriqueça, dialogue conosco. Letramento visual PietMondrian“BroadwayBoogieWoogie,”(1943) Tal processo depende da experiência dos sujeitos e com os sujeitos em campo, nos envolvendo com suas interpretações de mundo para seleção leitura e significação de imagens. GerritRietveld“CadeiraVermelhoeAzul”(1917)
  11. 11. Nosso interesse está na Comunidade surda, como esta produz condições de registro, no enfrentamento de limitações de estocagem de vídeos e de obstáculos às revisões de suas próprias mensagens armazenadas. Obstáculos e limitações Vilém Flusser e as comunicações não-humanas abissais: o exemplo do Vampyroteuthis infernalis As limitações estão na dificuldade de registrar e manipular o próprio pensamento em artefatos de outra ordem que não o suporte impresso, da armazenagem à decodificação por maior número de pares surdos e não- surdos.
  12. 12. Considerações sobre a visualidade
  13. 13. Característica principal da coleção de artefatos produzidos durante a prática pedagógica: o apelo imagético. Este apelo acrescenta outros olhares ao letramento e à produção literária.
  14. 14. 1 Em primeiro lugar, o artista surdo (arte) e o professor surdo (ensino) são colagens justapostas, necessárias na didática da invenção surda.
  15. 15. Na hora que a língua portuguesa perde seu aspecto central, o corpo, a oralidade, a sinalidade e o visual, ganham terreno. Volta-se ao referente (ao objeto, à situação propriamente dita, referenciada, mais próxima do real). Isso não significaria abrir mão do território do simbólico. 2
  16. 16. 3 Os suportes e modalidades de comunicação que ainda não possuem tanto relevo na escola, tais como teatro, o cinema, a fotografia, a informática, o uso da visualidade surda, abrem caminhos para um pensamento-imagem.
  17. 17. 4 A consciência da substância visual pelos que veem não é algo inato. Alguns dos professores surdos e não-surdos bilíngues possuem intuições (feeling) sobre os usos do letramento visual e o fazem por experimentação. Para selecionar ou criar objetos educativos, necessitamos ampliar a disposição de tempo e de espaços para codificar e decodificar mensagens visuais, para seleção, leitura e significação dessas imagens.
  18. 18. 4
  19. 19. 5 Pudemos observar que o arranjo imagético onde há a incidência da experiência de um surdo adulto é dominado pelo uso de extensões do corpo tais como câmeras fotográficas, filmadoras, computadores, notebooks, celulares, iPhones, iPads, tablets, internet. Há a necessidade urgente de armazenar e divulgar as experiências que ainda estão dispersas.
  20. 20. Intervenções práticas criação estratégias visuais novas tecnologias na produção de vídeo leitura compartilhada
  21. 21. Aprofundar o entendimento sobre as diferentes linguagens que compõem a realização, utilização e finalidade dos recursos teatrais, fílmicos e imagéticos presentes na vida dos surdos. Nossa agenda
  22. 22. Pensar em matrizes de linguagem (verbal, visual e sonora) presentes em diferentes categorias de artefatos, necessário para o enriquecimento da experiência de um leitor (da língua de sinais, da performance, do corpo). Matrizes de linguagem Nossa agenda
  23. 23. Pensar que os surdos, ao fazerem as suas próprias produções (autoria), possam avaliá- las (exercício crítico) e compreendê-las, desenvolvendo leitura de mensagens cada vez mais sofisticadas. Nossa agenda
  24. 24. Andamento do projeto Nossa agenda
  25. 25. Nossa agenda
  26. 26. Nossa agenda
  27. 27. Pensamos que a Educação de surdos possa se dar em termos de compreensão de técnicas, da estética, dos estilos e também dos atributos mercadológicos ou ideológicos, seja das produções da Comunidade Surda em geral e, mais ainda, das produções massificadas pela mídia.
  28. 28. Produtos gerados
  29. 29. Produção de Monografia em Libras Há a necessidade de um acervo de vídeos em prol de uma didática e da constituição do conhecimento científico por/para leitores surdos. Produtos gerados
  30. 30. Produtos geradosProdutos gerados
  31. 31. Produtos gerados
  32. 32. Produtos gerados
  33. 33. Produtos gerados
  34. 34. Produtos gerados
  35. 35. Produtos geradosProdutos gerados
  36. 36. Materiais para cursos de extensão O fazer cotidiano gera a necessidade de experimentar esquemas visuais traduzidos em infografia. Produtos gerados
  37. 37. Produção de informes bilíngues O desafio do bilinguismo inclui o exercício da comunicação em modelos que hibridizam linguagens consagradas (ex: jornalística) com necessidades da comunidade surda. Produtos gerados
  38. 38. Produção de vídeos com alunos A mídia-educação nos leva a pensar além da crítica aos meios (sobre), mas o uso dos meios (através) como expressão autoral e inserção social. Produtos gerados
  39. 39. Todas as produções podem ser acessadas em nosso site https://edumidiascomunidadesurda.wordpress.com Produtos gerados
  40. 40. Conclusão O que significa ser letrado para o surdo?
  41. 41. O que significa ser letrado para o surdo?
  42. 42. O que significa ser letrado para o surdo?
  43. 43. O que significa ser letrado para o surdo?
  44. 44. O que significa ser letrado para o surdo?
  45. 45. O letramento da pessoa surda, ou o que significa ser letrado para um surdo, perpassa a busca e a experimentação de práticas que entrecruzem arte, educação e gramática visual. Só os visualmente letrados podem se elevar acima dos modismos e fazer os próprios juízos de valor sobre o que consideram apropriado e esteticamente agradável, um primeiro passo para a formação autoral. E para isso há a necessidade da vivência estética e da produção de artefatos cotidianamente. Refletindo
  46. 46. Precisamos trocar experiências!
  • MichelleReis22

    Feb. 7, 2018

Apresentação durante o Congresso Internacional do INES no dia 6 de novembro de 2017.

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