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Economia açucareira na
América Portuguesa
Cana de açúcar
Gado
Drogas do Sertão
A empresa açucareira
• O açúcar foi a principal atividade colonizadora na América
Portuguesa.
• Experiência prévia dos portugueses com a cana nas ilhas do litoral africano.
• Mercado europeu
• Condições positivas ao plantio (clima e solo de massapé)
Durante a colonização da América portuguesa a metrópole se
encontrava em crise (manutenção de seu império nas Índias, crise das
especiarias na Europa). Também havia falta de trabalhadores
portugueses que viessem ao Brasil.
• Em relação aos capitais, Portugal contou com o investimento holandês, em troca
do monopólio do refino e da distribuição do açúcar na Europa.
• Mão de obra: em um primeiro momento foi a escravidão indígena e por volta de
1550, a mão de obra escrava africana.
• REGIME DE PLANTATION:
• Agricultura extensiva
• Latifúndio
• Mão de obra escrava
• Produção voltada para o mercado externo
• Áreas produtoras: litoral, São Vicente e, principalmente, o nordestino.
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• A expansão da lavoura na colônia está ligada à ampliação de mercados na Europa.
• OBS.: Espanhóis, através da exploração da América, levaram grandes quantias de metais para
a Europa e, sem uma estrutura produtiva interna ou mentalidade capitalista para
investimentos, tais riquezas foram distribuídas através do comércio pela própria Europa.
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1. Casa Grande
2. Senzala de cima
3. Pomar
4. Galinheiro
5. Chiqueiro
6. Senzala
7. Açude: construção de pedra ou madeira para represar a água dos rios afim
de serem utilizadas na indústria , na agricultura ou no abastecimento de
cidades.
8. Curral: local cercado onde se prende gado.
9. Porteira
10. Levada (canaliza a água)
11. Roda do engenho
12 e 13: Casa de purgar (purificar): local onde o melaço era refinado.
14. Picadeiro (lugar reservado às canas de moer)
15. Casa da caldeira
16. Encaixamento
17. Casa de Farinha
18. Estribaria
19. Tanque de mel
20. Distilação
21 e 22: Casa de Bagaço
23. Ponte
24. Cemitério
CASA GRANDE E SENZALA
Gilberto Freyre
• Ciclo da Cana-de-açúcar: 1530 – início da segunda metade do século XVII.
• Atividades paralelas:
• Pecuária (alimentação, fornecimento de gado para tração e transporte)
• Agricultura de subsistência
• Pequeno comércio local
• Drogas do Sertão (cacau, baunilha, guaraná, ervas medicinais, etc)
• Sobre a mão de obra:
• Trabalho escravo para baratear o custo da produção
• Primeiramente, o indígena; seguido do africano.
Por que houve substituição da mão de obra?
• Jesuítas (missões ou reduções)
• Modos de vida/Cultura indígena: de forma geral, viviam da caça e da coleta, sem
reconhecer a propriedade privada, estratificação social ou a noção de trabalho como
forma de produzir riquezas. As atividades econômicas resumiam-se ao extrativismo,
caça, e agricultura rudimentar.
• Dizimação das populações nativas (escravidão, doenças)
• Lucros com o tráfico negreiro (desde o século XV)
Comércio colonial
• Colônia: “sofria” o monopólio colonial exercido pela metrópole (“necessidade”
das riquezas geradas pela metrópole).
• 1530 – 1580: menor rigidez – região pouco povoada, única atividade forte era
o açúcar
• 1571: d. Sebastião decreta a exclusividade dos navios portugueses no comércio colonial,
porém, não havia força militar suficiente para combater o contrabando
• 1580 – 1640: União Ibérica – maior rigidez
• 1640: Portugal retoma o trono, mas está endividada e em decadência
econômica. *relação do açúcar e holandeses*
• 1643: Criado o Conselho Ultramarino: administrar todos os assuntos referentes
ao mundo colonial português.
• 1649: Cia. Geral de Comércio do Estado do Brasil (Rio Gde do Norte até S.
Vicente)
• 1682: Cia. De Comércio do Estado do Maranhão (litoral norte do país)
Pecuária:
• O gado estava relacionado ao açúcar: transporte, tração e
alimentação (em uma escala menor)
• Responsável pela interiorização da colonização.
• Produção extensiva, por isso dificuldade na utilização da mão de obra
escrava (controle e fiscalização – roubo e fuga)
• Vaqueiro livre, o qual era dono de uma pequena parcela do gado.
Drogas do Sertão:
• Produtos medicinais, alimentícios, afrodisíacos obtidos pelo
extrativismo.
• Ocupação do norte, região da Amazônia.
• Cacau, baunilha, guaraná, castanha, urucum, cravo, entre outros.

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Economia açucareira e escravidão na América Portuguesa

  • 1. Economia açucareira na América Portuguesa Cana de açúcar Gado Drogas do Sertão
  • 2. A empresa açucareira • O açúcar foi a principal atividade colonizadora na América Portuguesa. • Experiência prévia dos portugueses com a cana nas ilhas do litoral africano. • Mercado europeu • Condições positivas ao plantio (clima e solo de massapé) Durante a colonização da América portuguesa a metrópole se encontrava em crise (manutenção de seu império nas Índias, crise das especiarias na Europa). Também havia falta de trabalhadores portugueses que viessem ao Brasil.
  • 3. • Em relação aos capitais, Portugal contou com o investimento holandês, em troca do monopólio do refino e da distribuição do açúcar na Europa. • Mão de obra: em um primeiro momento foi a escravidão indígena e por volta de 1550, a mão de obra escrava africana. • REGIME DE PLANTATION: • Agricultura extensiva • Latifúndio • Mão de obra escrava • Produção voltada para o mercado externo • Áreas produtoras: litoral, São Vicente e, principalmente, o nordestino. • Pernambuco: principal área de produção açucareira – núcleo da colonização. • A expansão da lavoura na colônia está ligada à ampliação de mercados na Europa. • OBS.: Espanhóis, através da exploração da América, levaram grandes quantias de metais para a Europa e, sem uma estrutura produtiva interna ou mentalidade capitalista para investimentos, tais riquezas foram distribuídas através do comércio pela própria Europa.
  • 4.
  • 6. 1. Casa Grande 2. Senzala de cima 3. Pomar 4. Galinheiro 5. Chiqueiro 6. Senzala 7. Açude: construção de pedra ou madeira para represar a água dos rios afim de serem utilizadas na indústria , na agricultura ou no abastecimento de cidades. 8. Curral: local cercado onde se prende gado. 9. Porteira 10. Levada (canaliza a água) 11. Roda do engenho 12 e 13: Casa de purgar (purificar): local onde o melaço era refinado.
  • 7. 14. Picadeiro (lugar reservado às canas de moer) 15. Casa da caldeira 16. Encaixamento 17. Casa de Farinha 18. Estribaria 19. Tanque de mel 20. Distilação 21 e 22: Casa de Bagaço 23. Ponte 24. Cemitério
  • 8. CASA GRANDE E SENZALA Gilberto Freyre
  • 9. • Ciclo da Cana-de-açúcar: 1530 – início da segunda metade do século XVII. • Atividades paralelas: • Pecuária (alimentação, fornecimento de gado para tração e transporte) • Agricultura de subsistência • Pequeno comércio local • Drogas do Sertão (cacau, baunilha, guaraná, ervas medicinais, etc) • Sobre a mão de obra: • Trabalho escravo para baratear o custo da produção • Primeiramente, o indígena; seguido do africano. Por que houve substituição da mão de obra? • Jesuítas (missões ou reduções) • Modos de vida/Cultura indígena: de forma geral, viviam da caça e da coleta, sem reconhecer a propriedade privada, estratificação social ou a noção de trabalho como forma de produzir riquezas. As atividades econômicas resumiam-se ao extrativismo, caça, e agricultura rudimentar. • Dizimação das populações nativas (escravidão, doenças) • Lucros com o tráfico negreiro (desde o século XV)
  • 10. Comércio colonial • Colônia: “sofria” o monopólio colonial exercido pela metrópole (“necessidade” das riquezas geradas pela metrópole). • 1530 – 1580: menor rigidez – região pouco povoada, única atividade forte era o açúcar • 1571: d. Sebastião decreta a exclusividade dos navios portugueses no comércio colonial, porém, não havia força militar suficiente para combater o contrabando • 1580 – 1640: União Ibérica – maior rigidez • 1640: Portugal retoma o trono, mas está endividada e em decadência econômica. *relação do açúcar e holandeses* • 1643: Criado o Conselho Ultramarino: administrar todos os assuntos referentes ao mundo colonial português. • 1649: Cia. Geral de Comércio do Estado do Brasil (Rio Gde do Norte até S. Vicente) • 1682: Cia. De Comércio do Estado do Maranhão (litoral norte do país)
  • 11. Pecuária: • O gado estava relacionado ao açúcar: transporte, tração e alimentação (em uma escala menor) • Responsável pela interiorização da colonização. • Produção extensiva, por isso dificuldade na utilização da mão de obra escrava (controle e fiscalização – roubo e fuga) • Vaqueiro livre, o qual era dono de uma pequena parcela do gado.
  • 12. Drogas do Sertão: • Produtos medicinais, alimentícios, afrodisíacos obtidos pelo extrativismo. • Ocupação do norte, região da Amazônia. • Cacau, baunilha, guaraná, castanha, urucum, cravo, entre outros.