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Multimídia em aulas de História
História do Brasil
1ª Edição – 2020
Cana de Açúcar
Portugal organizou a exploração econômica do Brasil de modo a obter o maior lucro
possível. Não encontrando ouro e prata nas terras brasileiras, os portugueses criaram
grandes fazendas produtoras de Gêneros agrícolas tropicais, pois esses produtos
alcançavam bons preços na Europa.
A colonização da América baseou-se no latifúndio (grande fazenda), na monocultura
(plantação de apenas um produto) e no trabalho escravo.
Baseado nestes elementos podemos explicar como a América do norte (especialmente
Estados Unidos) desenvolveu-se muito mais do que os países da América do Sul.
1- Na América do sul, a maior parte da população era extremamente pobre, mesmo
nos latifúndios, embora ricos, produziam apenas cana-de-açúcar (monocultura), sendo
assim, dependiam da importação de uma série de produtos europeus, que iam desde
simples alimentos até os mais variados equipamentos e manufaturas, ou seja, no caso do
Brasil, os latifundiários ganhavam muito dinheiro com a venda da cana, mais gastavam
todo este dinheiro com a importação de produtos europeus, enriquecendo os países
fornecedores.
2- Já no caso da colonização dos Estados Unidos, no século XVII, as famílias vieram
para trabalhar na terra, produzindo o necessário a sua subsistência, ou seja, eles
produziam um pouco de cada produto necessário para a manutenção das fazendas,
evitando assim, importar produtos de outros países, e consequentemente desenvolvendo
atividades industriais em seu próprio país
A plantação de cana-de-açúcar no Brasil teve seu maior desenvolvimento na região
de Pernambuco, pois as condições climáticas eram muito favoráveis.
A palavra engenho era utilizada para denominar apenas as instalações necessárias
à fabricação do açúcar, com o passar do tempo, o termo passou a designar todo o
latifúndio açucareiro, ou seja, passou-se a chamar todas as fazendas produtoras de açúcar
de: engenhos.
Nestes engenhos haviam quatro edificações principais: a Casa-grande (a residência
do senhor e sua família), a Capela (uma pequena igreja comandada pela igreja católica), a
Senzala (um galpão onde os escravos viviam amontoados sem nenhum conforto) e o
Engenho (local onde ficavam os instrumentos para o beneficiamento da cana).
Na sociedade açucareira, o senhor de engenho era o líder absoluto,
dentro de sua propriedade ele exercia total autoridade sobre sua esposa, filhos
e escravos. Os escravos eram considerados sem vontade própria, e para serem
facilmente dominados, eram mantidos na ignorância.
O tratamento dado aos escravos era baseado na violência física,
qualquer erro era punido com os mais severos castigos (marcados a ferro
quente, mutilados ou torturados até a morte).
Estes maus-tratos causavam muitas rebeliões entre os escravos e,
alguns deles começaram a fugir e refugiar-se em comunidades chamadas
quilombos. O mais importante destes foi o quilombo dos Palmares, que chegou
a abrigar cerca de 30 mil escravos fugitivos.
Na sociedade açucareira tinham outros grupos de trabalhadores livres,
brancos e mulatos que prestavam serviços ao senhor:
- O mestre do açúcar (administrava a fabricação do açúcar)
- O feitor ( cuidava dos trabalhadores escravos)
- O capitão-do-mato (responsável pela captura de negros fugitivos)
O comércio de escravos era extremamente lucrativo, pois além do Brasil,
eles eram vendidos em muitos outros países.
O comércio de escravos promoveu o enriquecimento da burguesia
européia, mas por outro lado, foi responsável pela escravidão e morte de
milhares de negros e indígenas. Isso constituiu, sem dúvida nenhuma, um dos
maiores absurdos cometidos pelo homem em toda história da humanidade.
Feitor
Capitão do Mato
Questões de Vestibular
1- Foram, respectivamente, fatores importantes na ocupação holandesa no
Nordeste do Brasil e na sua posterior expulsão:
a) o envolvimento da Holanda no tráfico de escravos e os desentendimentos entre
Maurício de Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais.
b) a participação da Holanda na economia do açúcar e o endividamento dos
senhores de engenho com a Companhia das Índias Ocidentais.
c) o interesse da Holanda na economia do ouro e a resistência e não aceitação do
domínio estrangeiro pela população.
d) a tentativa da Holanda em monopolizar o comércio colonial e o fim da dominação
espanhola em Portugal.
e) a exclusão da Holanda da economia açucareira e a mudança de interesses da
Companhia das Índias Ocidentais.
Resposta
B
2- Personagem atuante no Brasil colônia, foi "fruto social de uma região
marginalizada, de escassos recursos materiais e de vida econômica restrita
(...)", teve suas ações orientadas "ou no sentido de tirar o máximo proveito das
brechas que a economia colonial eventualmente oferecia para a efetivação de
lucros rápidos e passageiros em conjunturas favoráveis - como no caso da caça
ao índio - ou no sentido de buscar alternativas econômicas fora dos quadro da
agricultura voltada para o mercado externo (...)".
Carlos Henrique Davidoff, 1982.
O personagem e a região a que o texto se refere são, respectivamente:
a) o jesuíta e a província Cisplatina.
b) o tropeiro e o vale do Paraíba.
c) o caipira e o interior paulista.
d) o bandeirante e a província de São Paulo.
e) o caiçara e o litoral baiano.
Resposta
D
3- O açúcar e o ouro, cada qual em sua época de predomínio, garantiram para
Portugal a posse e a ocupação de vasto território, alimentaram sonhos e
cobiças, estimularam o povoamento e o fluxo expressivo de negros escravos,
subsidiaram e induziram atividades intermediárias; foram fatores decisivos para
o relativo progresso material e certa opulência barroca, além de contribuírem
para o razoável florescimento das artes e das letras no período colonial. Apesar
desta ação comum ou semelhante, a economia aurífera colonial avançou em
direção própria e se diferenciou das demais atividades, principalmente porque:
a) não teve efeito multiplicador no desenvolvimento de atividades econômicas
secundárias junto às minas e nas pradarias do Rio Grande.
b) interiorizou a formação de um mercado consumidor e propiciou surto urbano
considerável.
c) o ouro brasileiro, sendo dependente do mercado externo, não resistiu à influência
exercida pela prata das minas de Potosi.
d) representou forte obstáculo às relações favoráveis à Metrópole e não educou o
colonizado para a luta contra a opressão do colonizador.
e) as bandeiras não foram além dos limites territoriais estabelecidos em
Tordesilhas, apesar dos conflitos com os jesuítas e da ação cruel contra os
indígenas do sertão sul-americano.
Resposta
B
4- A produção de açúcar, no Brasil colonial:
a) possibilitou o povoamento e a ocupação de todo o território nacional,
enriquecendo grande parte da população.
b) praticada por grandes, médios e pequenos lavradores, permitiu a formação de
uma sólida classe média rural.
c) consolidou no Nordeste uma economia baseada no latifundiário monocultor e
escravocrata que atendia aos interesses do sistema português.
d) desde o início garantiu o enriquecimento da região Sul do país e foi a base
econômica de sua hegemonia na República.
e) não exigindo muitos braços, desencorajou a importação de escravos, liberando
capitais para atividades mais lucrativas.
Resposta
C
5- Sobre a pecuária na vida brasileira durante o Período Colonial, é correto afirmar
que:
(01) No século XVIII, a pecuária no Sul do Brasil não teve qualquer relação com o
surto minerador das Minas Gerais.
(02) A atividade pecuária foi muito importante para a expansão do território
brasileiro.
(04) Era realizada desde o século XVI na costa nordestina, coexistindo lado a lado
com a produção açucareira.
(08) Graças à pecuária, a existência de carne e leite no sertão nordestino
amenizava a dura vida dos sertanejos, e o couro lhes era matéria-prima
fundamental.
(16) Cidades como Feira de Santana, na Bahia, e Sorocaba, em São Paulo, eram
importantes centros de comercialização de gado.
(32) No Rio Grande do Sul, o charque tornou-se grande fonte de renda.
Resposta
02 + 04 + 08 + 16 + 32 = 62
6- Durante o Período Colonial brasileiro, a mão-de-obra do negro africano
substituiu, progressivamente, a indígena. Isso se deveu:
a) ao fato dos portugueses já utilizarem, há muito, o trabalho escravo negro no sul
de Portugal e nas ilhas do Atlântico.
b) à inabilidade do indígena para o trabalho agrícola e sedentário.
c) à reduzida e dispersa população pré-colombiana comparada com a grande oferta
de mão-de-obra negra africana.
d) ao fato dos negros africanos já aceitarem passivamente o trabalho na lavoura e
na mineração do Brasil.
e) aos interesses dos traficantes negreiros e de Portugal neste ramo de comércio
colonial, altamente lucrativo.
Resposta
E
7- Os principais portos de desembarque de negros no Brasil foram:
a) Santos, Vitória e Belém
b) Salvador, Recife e Rio de Janeiro
c) Rio Grande e Fortaleza
d) Espírito Santo e Porto Alegre
e) nas ilhas atlânticas portuguesas
Resposta
B
8- A organização da agromanufatura açucareira no Brasil Colônia está ligada ao
sentido geral da colonização portuguesa, cuja dinâmica estava baseada na
a) pesada carga de taxas e impostos sobre o trabalho livre, com o objetivo de
isentar de tributos o trabalho escravo.
b) unidade produtiva voltada para a mobilidade mercantil interna, ampliada pelo
desenvolvimento de atividades artesanais, industriais e comerciais.
c) estrutura de produção, que objetivava a urbanização e a criação de maior espaço
para os homens livres da colônia.
d) pequena empresa, que procurava viabilizar a produção açucareira apenas para o
mercado interno.
e) propriedade latifundiária escravista, para atender aos interesses da Metrópole
Portuguesa de garantir a produção de açúcar em larga escala para o comércio
externo.
Resposta
E
Acafe 2006/2. “Glória da economia colonial e base de formação da sociedade brasileira,
a cultura da cana-de-açúcar, sustentada no trabalho escravo, remete a uma longa história
de opressão e violência.”
(MOURA, Ana Maria da Silva. Doce, amargo açúcar. Revista Nossa História, ano, 3, n. 29,
mar. 2006, p. 64.)
A partir do enunciado, assinale a alternativa incorreta.
a) A agromanufatura da cana-de-açúcar resultou na produção da cachaça, produto tão
importante quanto o açúcar, fazendo disseminarem-se os alambiques ao longo do período
colonial, passando a cachaça a ter uso corrente na alimentação colonial.
b) O açúcar, produto tão comum e indispensável ao mundo de hoje, foi fundamental
para a economia da América portuguesa, a partir do século XVI, quando começou a se
transformar em um bem de consumo e mercadoria.
c) O trabalho escravo deu suporte à mão-de-obra açucareira, de forma que a exploração
e opressão têm uma história que remonta ao início da colonização, o que não significa que
não houve resistência dos escravos para com seus senhores
d) Os engenhos de açúcar se espalharam pelo Brasil, mas foi principalmente no Norte
do país que sua concentração gerou riquezas e enriqueceu o senhorio.
e) O chicote, a rudeza e a brutalidade dos senhores de engenho foram esquecidos
durante séculos de história, evidenciando uma sociedade de contradições, violência e
exclusão.
Resposta
D
• (CESUSC 2007) Os castigos corporais são comuns, permitidos por lei e com a permissão da Igreja.
As Ordenações Filipinas sancionam a morte e mutilação dos negros como também o açoite.
Segundo um regimento de 1633 o castigo é realizado por etapas: depois de bem açoitado, o senhor
mandará picar o escravo com navalha ou faca que corte bem e dar-lhe com sal, sumo de limão e
urina e o meterá alguns dias na corrente, e sendo fêmea, será açoitada à guisa de baioneta dentro
de casa com o mesmo açoite.
• KOSHIBA, Luiz. MANZI, Denise F. História do Brasil. São Paulo: Atual, 2006.
• Relações entre o passado e o presente a respeito do trabalho escravo na história do Brasil são
possíveis e necessárias para compreender a formação da sociedade brasileira.
• A respeito da escravidão no Brasil e seus reflexos atuais, assinale a alternativa CORRETA.
• A- A maior utilização do negro como mão-de-obra escrava, em detrimento do escravo indígena,
deve-se principalmente ao tráfico negreiro, atividade altamente rentável, tornando-se uma das
principais fontes de acumulação de capitais para metrópole.
• B- Apesar dos fortes castigos aplicados aos escravos, não houve resistência à escravidão, tendo em
vista o forte aparelho repressor do Estado Português, que garantia a total submissão dos africanos
escravizados.
• C- As teorias raciais do século XIX, que garantiam a superioridade de uma “raça branca” sobre as
demais, em nada influenciaram a existência do preconceito racial nos dias atuais, pois este foi
extinto com o fim do nazismo.
• D- Não é possível estabelecer nenhum paralelo entre o projeto de lei para garantir cotas para
negros nas universidades e o processo que pôs fim à escravidão no Brasil, pois com a abolição e o
advento da república ficaram garantidos os direitos iguais para todos perante a lei.
• E- Nunca houve escravidão indígena no Brasil, pois além dos índios não se adaptarem ao trabalho
forçado a Igreja os protegeu de qualquer ameaça, principalmente através das reduções jesuíticas.
Resposta
A
• UFSC 2008
• O costume de ver todo dia esta gente na sua degradação me habituava com a
sua desgraça. Nunca, menino, tive pena deles. Achava muito natural que
vivessem dormindo em chiqueiros, comendo um nada, trabalhando como
burros de carga. A minha compreensão da vida fazia-me ver nisto uma obra de
Deus. Eles nasceram assim porque Deus quisera, e porque Deus quisera nós
éramos brancos e mandávamos neles. Mandávamos também nos bois, nos
burros, nos matos.REGO, José Lins do. Menino de engenho. Rio de Janeiro:
José Olympio, 2005. p. 116.
• Com base no texto acima, é CORRETO afirmar que:
• 01. a condição de subalternidade foi considerada algo “natural” no Brasil, em
certas ocasiões. O uso de escravos africanos como mão-de-obra, do século XVI
até meados do XIX, é um exemplo.
• 02. a sociedade brasileira era essencialmente agrícola no início do século XX.
Predominavam as grandes fazendas onde os trabalhadores recebiam
pequenos salários e viviam em contínua dependência de seus patrões,
conhecidos como coronéis.
• 04. o coronelismo ou clientelismo era uma prática política que visava a obter
clientes fiéis aos estabelecimentos comerciais gerenciados pelos coronéis nas
capitais brasileiras.
• 08. a política brasileira no início do século XX, período conhecido como Primeira
República ou República do Café-com-Leite, rompeu com o coronelismo
existente no século anterior.
• 16. os engenhos de cana-de-açúcar foram importantes para o desenvolvimento
econômico do norte brasileiro, empregando principalmente a mão-de-obra
assalariada de imigrantes europeus que para lá se dirigiram em meados do
século XVIII.
• 32. a grande propriedade açucareira foi um dos elementos que favoreceram a
concentração de poder e riqueza nas mãos do senhor de engenho.
RESPOSTA
01+02+32=35

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  • 4. Portugal organizou a exploração econômica do Brasil de modo a obter o maior lucro possível. Não encontrando ouro e prata nas terras brasileiras, os portugueses criaram grandes fazendas produtoras de Gêneros agrícolas tropicais, pois esses produtos alcançavam bons preços na Europa. A colonização da América baseou-se no latifúndio (grande fazenda), na monocultura (plantação de apenas um produto) e no trabalho escravo. Baseado nestes elementos podemos explicar como a América do norte (especialmente Estados Unidos) desenvolveu-se muito mais do que os países da América do Sul. 1- Na América do sul, a maior parte da população era extremamente pobre, mesmo nos latifúndios, embora ricos, produziam apenas cana-de-açúcar (monocultura), sendo assim, dependiam da importação de uma série de produtos europeus, que iam desde simples alimentos até os mais variados equipamentos e manufaturas, ou seja, no caso do Brasil, os latifundiários ganhavam muito dinheiro com a venda da cana, mais gastavam todo este dinheiro com a importação de produtos europeus, enriquecendo os países fornecedores. 2- Já no caso da colonização dos Estados Unidos, no século XVII, as famílias vieram para trabalhar na terra, produzindo o necessário a sua subsistência, ou seja, eles produziam um pouco de cada produto necessário para a manutenção das fazendas, evitando assim, importar produtos de outros países, e consequentemente desenvolvendo atividades industriais em seu próprio país A plantação de cana-de-açúcar no Brasil teve seu maior desenvolvimento na região de Pernambuco, pois as condições climáticas eram muito favoráveis. A palavra engenho era utilizada para denominar apenas as instalações necessárias à fabricação do açúcar, com o passar do tempo, o termo passou a designar todo o latifúndio açucareiro, ou seja, passou-se a chamar todas as fazendas produtoras de açúcar de: engenhos. Nestes engenhos haviam quatro edificações principais: a Casa-grande (a residência do senhor e sua família), a Capela (uma pequena igreja comandada pela igreja católica), a Senzala (um galpão onde os escravos viviam amontoados sem nenhum conforto) e o Engenho (local onde ficavam os instrumentos para o beneficiamento da cana).
  • 5. Na sociedade açucareira, o senhor de engenho era o líder absoluto, dentro de sua propriedade ele exercia total autoridade sobre sua esposa, filhos e escravos. Os escravos eram considerados sem vontade própria, e para serem facilmente dominados, eram mantidos na ignorância. O tratamento dado aos escravos era baseado na violência física, qualquer erro era punido com os mais severos castigos (marcados a ferro quente, mutilados ou torturados até a morte). Estes maus-tratos causavam muitas rebeliões entre os escravos e, alguns deles começaram a fugir e refugiar-se em comunidades chamadas quilombos. O mais importante destes foi o quilombo dos Palmares, que chegou a abrigar cerca de 30 mil escravos fugitivos. Na sociedade açucareira tinham outros grupos de trabalhadores livres, brancos e mulatos que prestavam serviços ao senhor: - O mestre do açúcar (administrava a fabricação do açúcar) - O feitor ( cuidava dos trabalhadores escravos) - O capitão-do-mato (responsável pela captura de negros fugitivos) O comércio de escravos era extremamente lucrativo, pois além do Brasil, eles eram vendidos em muitos outros países. O comércio de escravos promoveu o enriquecimento da burguesia européia, mas por outro lado, foi responsável pela escravidão e morte de milhares de negros e indígenas. Isso constituiu, sem dúvida nenhuma, um dos maiores absurdos cometidos pelo homem em toda história da humanidade.
  • 6.
  • 7.
  • 9.
  • 11. Questões de Vestibular 1- Foram, respectivamente, fatores importantes na ocupação holandesa no Nordeste do Brasil e na sua posterior expulsão: a) o envolvimento da Holanda no tráfico de escravos e os desentendimentos entre Maurício de Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais. b) a participação da Holanda na economia do açúcar e o endividamento dos senhores de engenho com a Companhia das Índias Ocidentais. c) o interesse da Holanda na economia do ouro e a resistência e não aceitação do domínio estrangeiro pela população. d) a tentativa da Holanda em monopolizar o comércio colonial e o fim da dominação espanhola em Portugal. e) a exclusão da Holanda da economia açucareira e a mudança de interesses da Companhia das Índias Ocidentais.
  • 13. 2- Personagem atuante no Brasil colônia, foi "fruto social de uma região marginalizada, de escassos recursos materiais e de vida econômica restrita (...)", teve suas ações orientadas "ou no sentido de tirar o máximo proveito das brechas que a economia colonial eventualmente oferecia para a efetivação de lucros rápidos e passageiros em conjunturas favoráveis - como no caso da caça ao índio - ou no sentido de buscar alternativas econômicas fora dos quadro da agricultura voltada para o mercado externo (...)". Carlos Henrique Davidoff, 1982. O personagem e a região a que o texto se refere são, respectivamente: a) o jesuíta e a província Cisplatina. b) o tropeiro e o vale do Paraíba. c) o caipira e o interior paulista. d) o bandeirante e a província de São Paulo. e) o caiçara e o litoral baiano.
  • 15. 3- O açúcar e o ouro, cada qual em sua época de predomínio, garantiram para Portugal a posse e a ocupação de vasto território, alimentaram sonhos e cobiças, estimularam o povoamento e o fluxo expressivo de negros escravos, subsidiaram e induziram atividades intermediárias; foram fatores decisivos para o relativo progresso material e certa opulência barroca, além de contribuírem para o razoável florescimento das artes e das letras no período colonial. Apesar desta ação comum ou semelhante, a economia aurífera colonial avançou em direção própria e se diferenciou das demais atividades, principalmente porque: a) não teve efeito multiplicador no desenvolvimento de atividades econômicas secundárias junto às minas e nas pradarias do Rio Grande. b) interiorizou a formação de um mercado consumidor e propiciou surto urbano considerável. c) o ouro brasileiro, sendo dependente do mercado externo, não resistiu à influência exercida pela prata das minas de Potosi. d) representou forte obstáculo às relações favoráveis à Metrópole e não educou o colonizado para a luta contra a opressão do colonizador. e) as bandeiras não foram além dos limites territoriais estabelecidos em Tordesilhas, apesar dos conflitos com os jesuítas e da ação cruel contra os indígenas do sertão sul-americano.
  • 17. 4- A produção de açúcar, no Brasil colonial: a) possibilitou o povoamento e a ocupação de todo o território nacional, enriquecendo grande parte da população. b) praticada por grandes, médios e pequenos lavradores, permitiu a formação de uma sólida classe média rural. c) consolidou no Nordeste uma economia baseada no latifundiário monocultor e escravocrata que atendia aos interesses do sistema português. d) desde o início garantiu o enriquecimento da região Sul do país e foi a base econômica de sua hegemonia na República. e) não exigindo muitos braços, desencorajou a importação de escravos, liberando capitais para atividades mais lucrativas.
  • 19. 5- Sobre a pecuária na vida brasileira durante o Período Colonial, é correto afirmar que: (01) No século XVIII, a pecuária no Sul do Brasil não teve qualquer relação com o surto minerador das Minas Gerais. (02) A atividade pecuária foi muito importante para a expansão do território brasileiro. (04) Era realizada desde o século XVI na costa nordestina, coexistindo lado a lado com a produção açucareira. (08) Graças à pecuária, a existência de carne e leite no sertão nordestino amenizava a dura vida dos sertanejos, e o couro lhes era matéria-prima fundamental. (16) Cidades como Feira de Santana, na Bahia, e Sorocaba, em São Paulo, eram importantes centros de comercialização de gado. (32) No Rio Grande do Sul, o charque tornou-se grande fonte de renda.
  • 20. Resposta 02 + 04 + 08 + 16 + 32 = 62
  • 21. 6- Durante o Período Colonial brasileiro, a mão-de-obra do negro africano substituiu, progressivamente, a indígena. Isso se deveu: a) ao fato dos portugueses já utilizarem, há muito, o trabalho escravo negro no sul de Portugal e nas ilhas do Atlântico. b) à inabilidade do indígena para o trabalho agrícola e sedentário. c) à reduzida e dispersa população pré-colombiana comparada com a grande oferta de mão-de-obra negra africana. d) ao fato dos negros africanos já aceitarem passivamente o trabalho na lavoura e na mineração do Brasil. e) aos interesses dos traficantes negreiros e de Portugal neste ramo de comércio colonial, altamente lucrativo.
  • 23. 7- Os principais portos de desembarque de negros no Brasil foram: a) Santos, Vitória e Belém b) Salvador, Recife e Rio de Janeiro c) Rio Grande e Fortaleza d) Espírito Santo e Porto Alegre e) nas ilhas atlânticas portuguesas
  • 25. 8- A organização da agromanufatura açucareira no Brasil Colônia está ligada ao sentido geral da colonização portuguesa, cuja dinâmica estava baseada na a) pesada carga de taxas e impostos sobre o trabalho livre, com o objetivo de isentar de tributos o trabalho escravo. b) unidade produtiva voltada para a mobilidade mercantil interna, ampliada pelo desenvolvimento de atividades artesanais, industriais e comerciais. c) estrutura de produção, que objetivava a urbanização e a criação de maior espaço para os homens livres da colônia. d) pequena empresa, que procurava viabilizar a produção açucareira apenas para o mercado interno. e) propriedade latifundiária escravista, para atender aos interesses da Metrópole Portuguesa de garantir a produção de açúcar em larga escala para o comércio externo.
  • 27. Acafe 2006/2. “Glória da economia colonial e base de formação da sociedade brasileira, a cultura da cana-de-açúcar, sustentada no trabalho escravo, remete a uma longa história de opressão e violência.” (MOURA, Ana Maria da Silva. Doce, amargo açúcar. Revista Nossa História, ano, 3, n. 29, mar. 2006, p. 64.) A partir do enunciado, assinale a alternativa incorreta. a) A agromanufatura da cana-de-açúcar resultou na produção da cachaça, produto tão importante quanto o açúcar, fazendo disseminarem-se os alambiques ao longo do período colonial, passando a cachaça a ter uso corrente na alimentação colonial. b) O açúcar, produto tão comum e indispensável ao mundo de hoje, foi fundamental para a economia da América portuguesa, a partir do século XVI, quando começou a se transformar em um bem de consumo e mercadoria. c) O trabalho escravo deu suporte à mão-de-obra açucareira, de forma que a exploração e opressão têm uma história que remonta ao início da colonização, o que não significa que não houve resistência dos escravos para com seus senhores d) Os engenhos de açúcar se espalharam pelo Brasil, mas foi principalmente no Norte do país que sua concentração gerou riquezas e enriqueceu o senhorio. e) O chicote, a rudeza e a brutalidade dos senhores de engenho foram esquecidos durante séculos de história, evidenciando uma sociedade de contradições, violência e exclusão.
  • 29. • (CESUSC 2007) Os castigos corporais são comuns, permitidos por lei e com a permissão da Igreja. As Ordenações Filipinas sancionam a morte e mutilação dos negros como também o açoite. Segundo um regimento de 1633 o castigo é realizado por etapas: depois de bem açoitado, o senhor mandará picar o escravo com navalha ou faca que corte bem e dar-lhe com sal, sumo de limão e urina e o meterá alguns dias na corrente, e sendo fêmea, será açoitada à guisa de baioneta dentro de casa com o mesmo açoite. • KOSHIBA, Luiz. MANZI, Denise F. História do Brasil. São Paulo: Atual, 2006. • Relações entre o passado e o presente a respeito do trabalho escravo na história do Brasil são possíveis e necessárias para compreender a formação da sociedade brasileira. • A respeito da escravidão no Brasil e seus reflexos atuais, assinale a alternativa CORRETA. • A- A maior utilização do negro como mão-de-obra escrava, em detrimento do escravo indígena, deve-se principalmente ao tráfico negreiro, atividade altamente rentável, tornando-se uma das principais fontes de acumulação de capitais para metrópole. • B- Apesar dos fortes castigos aplicados aos escravos, não houve resistência à escravidão, tendo em vista o forte aparelho repressor do Estado Português, que garantia a total submissão dos africanos escravizados. • C- As teorias raciais do século XIX, que garantiam a superioridade de uma “raça branca” sobre as demais, em nada influenciaram a existência do preconceito racial nos dias atuais, pois este foi extinto com o fim do nazismo. • D- Não é possível estabelecer nenhum paralelo entre o projeto de lei para garantir cotas para negros nas universidades e o processo que pôs fim à escravidão no Brasil, pois com a abolição e o advento da república ficaram garantidos os direitos iguais para todos perante a lei. • E- Nunca houve escravidão indígena no Brasil, pois além dos índios não se adaptarem ao trabalho forçado a Igreja os protegeu de qualquer ameaça, principalmente através das reduções jesuíticas.
  • 31. • UFSC 2008 • O costume de ver todo dia esta gente na sua degradação me habituava com a sua desgraça. Nunca, menino, tive pena deles. Achava muito natural que vivessem dormindo em chiqueiros, comendo um nada, trabalhando como burros de carga. A minha compreensão da vida fazia-me ver nisto uma obra de Deus. Eles nasceram assim porque Deus quisera, e porque Deus quisera nós éramos brancos e mandávamos neles. Mandávamos também nos bois, nos burros, nos matos.REGO, José Lins do. Menino de engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005. p. 116. • Com base no texto acima, é CORRETO afirmar que: • 01. a condição de subalternidade foi considerada algo “natural” no Brasil, em certas ocasiões. O uso de escravos africanos como mão-de-obra, do século XVI até meados do XIX, é um exemplo. • 02. a sociedade brasileira era essencialmente agrícola no início do século XX. Predominavam as grandes fazendas onde os trabalhadores recebiam pequenos salários e viviam em contínua dependência de seus patrões, conhecidos como coronéis. • 04. o coronelismo ou clientelismo era uma prática política que visava a obter clientes fiéis aos estabelecimentos comerciais gerenciados pelos coronéis nas capitais brasileiras. • 08. a política brasileira no início do século XX, período conhecido como Primeira República ou República do Café-com-Leite, rompeu com o coronelismo existente no século anterior. • 16. os engenhos de cana-de-açúcar foram importantes para o desenvolvimento econômico do norte brasileiro, empregando principalmente a mão-de-obra assalariada de imigrantes europeus que para lá se dirigiram em meados do século XVIII. • 32. a grande propriedade açucareira foi um dos elementos que favoreceram a concentração de poder e riqueza nas mãos do senhor de engenho.