Sociedade, cultura e cotidiano no brasil imperial

25.055 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
25.055
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
33
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
301
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sociedade, cultura e cotidiano no brasil imperial

  1. 2. Sociedade, cultura e cotidiano no Brasil Imperial
  2. 4. Características do Rio de Janeiro antes da chegada de D. João VI, em 1808 <ul><li>A cidade não tinha condições, àquela altura, de comportar todos aqueles que chegavam de Portugal. Era ainda um centro urbano com características coloniais, assim como a maioria das cidades brasileiras, com ruelas estreitas, frequentados por negros de ganho, muita sujeira e pouco conforto para os que lá viviam e para os que lá se dirigiam. Não havia remoção de lixo, sistema de esgoto ou qualquer outra noção de higiene pública. </li></ul>
  3. 6. Cotidiano da cidade no período joanino (1808-1821) <ul><li>A presença da Corte contribuiu para a difusão de hábitos mais sofisticados entre os da elite da cidade, ainda que esses novos hábitos convivessem com a pobreza, a desordem e a criminalidade </li></ul>
  4. 7. Sociedade e economia <ul><li>Crescimento da economia cafeeira e surto industrial (1850-1880); </li></ul><ul><li>Progressos urbanos; </li></ul><ul><li>Surgimento das ferrovias (intercâmbio de mercadorias e ideias); </li></ul><ul><li>A sociedade torna-se mais heterogênea; </li></ul>
  5. 8. Mudanças culturais no Brasil entre 1808 e 1889 <ul><li>Introdução de novas ideias e novos comportamentos; </li></ul><ul><li>Visitas de intelectuais, artistas e cientistas europeus; </li></ul><ul><li>Chegada da Missão Artística Francesa ao Brasil, em 1816; </li></ul><ul><li>Criação da Imprensa Régia; </li></ul><ul><li>Importação de estilos literários: Romantismo, Realismo e Naturalismo; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento do Teatro, da Música Erudita e proliferação dos ritmos populares. </li></ul>
  6. 11. O desenvolvimento da urbanização <ul><li>Rio de Janeiro: principal centro urbano do país, capital do império, investimentos em transportes, iluminação e embelezamento; </li></ul><ul><li>Outros importantes centros eram: Salvador, Recife, Belém e São Paulo; </li></ul><ul><li>Intensificação da vida social; </li></ul><ul><li>Sofisticação restrita aos ricos; </li></ul><ul><li>Permanência de problemas antigos (ruas estreitas e sujas, ausência de higiene, etc). </li></ul>
  7. 15. A desordem na Corte <ul><li>No Rio de Janeiro, em 1890, cerca de cem mil pessoas viviam precariamente, empregados em trabalhos temporários e dedicados à malandragem; </li></ul><ul><li>Eram homens e mulheres livres que circulavam pela cidade velha, pelo porto e pelos subúrbios; </li></ul><ul><li>Eram vendedores, portuários, engraxates, bicheiros, domésticas, prostitutas; </li></ul><ul><li>A maioria era constituída de negros e mulatos; </li></ul><ul><li>Identificação preconceituosa: pobreza e população negra e mestiça; </li></ul>
  8. 16. Malandros e Capoeiras
  9. 17. A capoeira <ul><li>Em meados do século XIX, os capoeiras tinham se tornado um grave problema no Rio de Janeiro; </li></ul><ul><li>Sua atividade cotidiana, visível no dia a dia, amedrontava a população carioca, devido ao uso constante da navalha; </li></ul><ul><li>Instrumento de luta e de afirmação de jovens negros; </li></ul>
  10. 20. Bibliografia <ul><li>ANASTACIA, Carla Maria Junho, História: Ensino Médio, livro 1, 2º ano, 1. ed. Belo Horizonte: Editora Educacional, 2010, pp. 54-67. </li></ul>

×