SlideShare uma empresa Scribd logo
Logística Internacional
Balança Comercial e Impostos
Classificação Fiscal de Mercadorias
Incoterms
Aula 31.03.17
Fiec – 2017/1
Curso Técnico em Logística – Módulo 1
O que é Balança Comercial?
Balança comercial, em seu sentido estrito, é a diferença entre o valor de
exportações e importações de um país. A balança comercial não usa como
referência quantidades dos produtos que entram e saem do país, mas sim seus
valores, isto é, o valor conseguido com as vendas (exportações) menos o valor
gasto nas compras (importações) de um país. A intenção é que sempre haja um
lucro, ou seja, que o valor das exportações sejam maiores do que os das
importações. Nesse caso, houve um superávit. Caso ocorra o contrário, ou seja, que
as importações tenham tido valor maior que as exportações, recebe o nome de
déficit.
Práticas como as barreiras alfandegárias, impostos sobre produtos importados e
protecionismo às empresas nacionais são formas de buscar o superávit na balança
comercial. Muitos outros fatores influenciam essa política de exportação e
importação: cotação das principais moedas mundiais, alta ou baixa no preço do
produto em questão, poderio de produção desse produto, etc.
Balança Comercial Brasileira
MARÇO 2017 – 4ª semana
RESULTADOS GERAIS
Na quarta semana de março de 2017, a balança comercial registrou
superávit de US$ 1,602 bilhão, resultado de exportações no valor de
US$ 4,453 bilhões e importações de US$ 2,851 bilhões. No mês, as
exportações somam US$ 15,982 bilhões e as importações, US$ 10,525
bilhões, com saldo positivo de US$ 5,457 bilhões. No ano, as
exportações totalizam US$ 46,363 bilhões e as importações, US$
33,627 bilhões, com saldo positivo de US$ 12,736 bilhões.
Tributos incidentes sobre mercadorias em
operações de compra e venda
São os que guardam proporcionalidade com preço de venda ou dos serviços,
mesmo quando o respectivo montante integre esse preço.
• ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços
de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações;
• II - Imposto de Importação;
• IE - Imposto de Exportação;
• PIS – Programa de Integração Social, na parcela incidente sobre a Receita
Bruta de Vendas e Serviços;
• COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, antigo
FINSOCIAL (Fundo de Investimento Social).
Diferença
entre imposto,
tributo, taxa e
contribuição
Embora possam
parecer sinônimos,
não são.
Todo imposto é um
tributo, mas nem
todo tributo é um
imposto. Os tributos
englobam também
taxas e
contribuições.
http://especiais.g1.globo.com/economia/2015/quanto-pagamos-de-impostos/
Classificação Fiscal de Mercadorias
Como classificar mercadorias?
Para que o importador, o exportador, o fabricante ou o produtor determine a
respectiva classificação fiscal de suas mercadorias, é necessário que o
mesmo esteja familiarizado com o Sistema Harmonizado de Designação e
Codificação de Mercadorias, conhecido simplesmente como Sistema
Harmonizado (SH), tal como previsto no Acordo Geral de Tarifas e Comércio
(General Agreement on Tariffs and Trade – GATT), do qual o Brasil é
signatário, e encontra-se vigente desde 1988, o qual já sofreu algumas
alterações, sendo a mais recente em 2012, com o intuito de adequá-lo à
evolução e controle do comércio internacional.
Desta feita, trata-se de metodologia internacional, baseada em uma
estrutura de códigos e respectivas descrições, criada para promover o
desenvolvimento do comércio internacional; aprimorar a coleta e a
comparação das estatísticas de compra e venda no mercado internacional,
além de aplicações tributárias.
Sistema Harmonizado (SH/2012)
Assim sendo faz-se necessário saber que a composição dos códigos do Sistema
Harmonizado (SH), é formado por seis dígitos, os quais permitem identificar as
características de cada mercadoria tais como origem, matéria utilizada em sua
constituição, aplicação e demais quesitos de ordem técnica, os quais apresentam-se
da seguinte forma:
Sistema Harmonizado (SH/2012)
Os dois primeiros dígitos que compõem o Capítulo vão de 01 a 99, ou seja, são ao todo 99
capítulos que identificam os mais variados tipos de mercadorias. A mesma situação
encontra-se nos dois dígitos seguintes que identificam a Posição ocupada dentro do
respectivo Capítulo, de acordo com suas características específicas. O quinto dígito
representa a Subposição de 1º nível que vai de 1 a 9 sendo a mesma situação para o sexto
dígito que representa a Subposição de 2º nível. A combinação de todos estes dígitos
permite uma variedade imensa de códigos, os quais podem identificar os mais diversos
tipos de mercadorias. Importante ainda saber que a dita estrutura acomoda-se em 21
seções distintas, representando os mais diversos universos de mercadorias.
Ainda que esta situação toda possa parecer confusa em um primeiro momento, é
necessário entender também que a nomenclatura ainda é composta de Notas de Seção, de
Capítulo e de Subposição, as quais identificam o código a ser utilizado, seja pela
identificação de textos específicos ou ainda a identificação de textos que orientam qual o
código a ser pesquisado. Alias deixo aqui meu conselho sobre a obrigatoriedade de leitura
das determinadas notas, pois as mesmas podem, efetivamente, mudar a classificação de
uma mercadoria de um código para outro.
E quanto à nossa classificação fiscal, como fica?
Além da codificação descrita, o Sistema Harmonizado é composto
também das Regras Gerais para a Interpretação do Sistema
Harmonizado e das Notas Explicativas do Sistema Harmonizado
(NESH), que fornecem esclarecimentos necessários para a
interpretação do Sistema Harmonizado, estabelecendo em detalhes o
alcance e conteúdo da Nomenclatura.
O Brasil como parte signatária do GATT acata e adota as normas do
Sistema Harmonizado – SH. Para a identificação da classificação fiscal
será necessário a identificação dos dois últimos dígitos – 7º e 8º – que
representam o Item, e o Subitem, respectivamente dentro da
Nomenclatura Comum do MERCOSUL – NCM.
MERCOSUL – NCM
O código da Nomenclatura Comum do MERCOSUL – NCM, utilizado tanto pelo Brasil quanto pela
Argentina, Paraguai e Uruguai com o advento do Mercado Comum do Cone Sul – MERCOSUL, desde
1995, segue a sistemática de classificação conforme a seguinte estrutura:
A classificação fiscal de mercadorias utilizada no Brasil, portanto, é a combinação dos seis dígitos do
Sistema Harmonizado – SH, mais a inclusão de dígitos que permitem a identificação de mercadorias
no território nacional (MERCOSUL inclusive).
Portanto...
• Para exportar é necessário classificar a mercadoria no sistema SH/
NCM, porque é através dessa classificação que os impostos serão
aplicados.
Incoterms
Os chamados Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais
de Comércio) servem para definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e
venda internacional, os direitos e obrigações recíprocos do exportador e do
importador, estabelecendo um conjunto padronizado de definições e
determinando regras e práticas neutras, como por exemplo: onde o exportador
deve entregar a mercadoria, quem paga o frete, quem é o responsável pela
contratação do seguro.
Enfim, os Incoterms têm esse objetivo, uma vez que se trata de regras
internacionais, imparciais, de caráter uniformizador, que constituem toda a base
dos negócios internacionais e objetivam promover sua harmonia.
Na realidade, não impõem e sim propõem o entendimento entre vendedor e
comprador, quanto às tarefas necessárias para deslocamento da mercadoria do
local onde é elaborada até o local de destino final (zona de consumo): embalagem,
transportes internos, licenças de exportação e de importação, movimentação em
terminais, transporte e seguro internacionais etc.
http://www.mdic.gov.br/sistemas_web/aprendex/default/index/conteudo/id/18

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aulas comercio internacional
Aulas comercio internacionalAulas comercio internacional
Aulas comercio internacional
Belenice Vieira
 
Relações económicas com o exterior
Relações económicas com o exteriorRelações económicas com o exterior
Relações económicas com o exterior
Nuno Sousa
 
Resumo com-comercio internacional
Resumo com-comercio internacionalResumo com-comercio internacional
Resumo com-comercio internacional
Mik Sousa
 
Noções Básicas de Comercio Exterior
Noções Básicas de Comercio Exterior Noções Básicas de Comercio Exterior
Noções Básicas de Comercio Exterior
Osmar Aleixo Rodrigues Filho
 
Comércio Exterior
Comércio ExteriorComércio Exterior
Comércio Exterior
Gilberto Freitas
 
Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"
Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"
Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"
ABRACOMEX
 
SISCOMEX - Sistema de Comércio Exterior
SISCOMEX - Sistema de Comércio ExteriorSISCOMEX - Sistema de Comércio Exterior
SISCOMEX - Sistema de Comércio Exterior
Kelvin Felipe
 
A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...
A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...
A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...
Ramon Tomazela
 
Contabilidade
ContabilidadeContabilidade
Contabilidade
Turma9bejsm
 
Revisao Comercio exterior
Revisao Comercio exteriorRevisao Comercio exterior
Revisao Comercio exterior
Vinicius LF
 
Are internal capital markets efficient
Are internal capital markets efficientAre internal capital markets efficient
Are internal capital markets efficient
Lívia Linhares
 
Palestra | Classificação Fiscal de Mercadorias
Palestra | Classificação Fiscal de MercadoriasPalestra | Classificação Fiscal de Mercadorias
Palestra | Classificação Fiscal de Mercadorias
Pactum Consultoria Empresarial
 
Comercio internacional regular 7
Comercio internacional regular 7Comercio internacional regular 7
Comercio internacional regular 7
J M
 
Estudo do impacto económico do capital de risco em portugal
Estudo do impacto económico do capital de risco em portugalEstudo do impacto económico do capital de risco em portugal
Estudo do impacto económico do capital de risco em portugal
Manuel Fernandes
 
Aula 11
Aula 11Aula 11
Aula 11
Sergio Santos
 
Apresentação de comércio exterior
Apresentação de comércio exteriorApresentação de comércio exterior
Apresentação de comércio exterior
Filipe Xavier
 
Conceitos gerais de comércio exterior
Conceitos gerais de comércio exteriorConceitos gerais de comércio exterior
Conceitos gerais de comércio exterior
ABRACOMEX
 
Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...
Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...
Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...
berbone
 
Manual de gerência de preços roberto assef
Manual de gerência de preços   roberto assefManual de gerência de preços   roberto assef
Manual de gerência de preços roberto assef
Samuel Torres de Freitas Lima
 
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Raffaella Ergün
 

Mais procurados (20)

Aulas comercio internacional
Aulas comercio internacionalAulas comercio internacional
Aulas comercio internacional
 
Relações económicas com o exterior
Relações económicas com o exteriorRelações económicas com o exterior
Relações económicas com o exterior
 
Resumo com-comercio internacional
Resumo com-comercio internacionalResumo com-comercio internacional
Resumo com-comercio internacional
 
Noções Básicas de Comercio Exterior
Noções Básicas de Comercio Exterior Noções Básicas de Comercio Exterior
Noções Básicas de Comercio Exterior
 
Comércio Exterior
Comércio ExteriorComércio Exterior
Comércio Exterior
 
Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"
Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"
Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"
 
SISCOMEX - Sistema de Comércio Exterior
SISCOMEX - Sistema de Comércio ExteriorSISCOMEX - Sistema de Comércio Exterior
SISCOMEX - Sistema de Comércio Exterior
 
A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...
A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...
A Ação 3 do Projeto BEPS e o regime brasileiro de tributação em bases univers...
 
Contabilidade
ContabilidadeContabilidade
Contabilidade
 
Revisao Comercio exterior
Revisao Comercio exteriorRevisao Comercio exterior
Revisao Comercio exterior
 
Are internal capital markets efficient
Are internal capital markets efficientAre internal capital markets efficient
Are internal capital markets efficient
 
Palestra | Classificação Fiscal de Mercadorias
Palestra | Classificação Fiscal de MercadoriasPalestra | Classificação Fiscal de Mercadorias
Palestra | Classificação Fiscal de Mercadorias
 
Comercio internacional regular 7
Comercio internacional regular 7Comercio internacional regular 7
Comercio internacional regular 7
 
Estudo do impacto económico do capital de risco em portugal
Estudo do impacto económico do capital de risco em portugalEstudo do impacto económico do capital de risco em portugal
Estudo do impacto económico do capital de risco em portugal
 
Aula 11
Aula 11Aula 11
Aula 11
 
Apresentação de comércio exterior
Apresentação de comércio exteriorApresentação de comércio exterior
Apresentação de comércio exterior
 
Conceitos gerais de comércio exterior
Conceitos gerais de comércio exteriorConceitos gerais de comércio exterior
Conceitos gerais de comércio exterior
 
Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...
Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...
Ética na contabilidade de custos – dilemas dos profissionais da contabilidade...
 
Manual de gerência de preços roberto assef
Manual de gerência de preços   roberto assefManual de gerência de preços   roberto assef
Manual de gerência de preços roberto assef
 
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
 

Semelhante a Classificação fiscal de Mercadorias e Incoterms - Logistica Internacional

Artigo exportação maquinas e equipamentos
Artigo exportação maquinas e equipamentosArtigo exportação maquinas e equipamentos
Artigo exportação maquinas e equipamentos
Adilson Mereth
 
Curso ncm
Curso ncmCurso ncm
Mini Curso de Tributação
Mini Curso de TributaçãoMini Curso de Tributação
Mini Curso de Tributação
Michael Belmonte
 
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
Antônio Júnior
 
Exporta fácil
Exporta fácilExporta fácil
Exporta fácil
einne2012
 
Organização formal do SNC .pdf
Organização formal do SNC .pdfOrganização formal do SNC .pdf
Organização formal do SNC .pdf
Amélia Martins
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
vdsilva
 
Contabilidade internacional, normalização e harmonização contabilística
Contabilidade internacional, normalização e harmonização contabilísticaContabilidade internacional, normalização e harmonização contabilística
Contabilidade internacional, normalização e harmonização contabilística
Universidade Pedagogica
 
Material da Palestra:Preciso importar, e agora?
Material da Palestra:Preciso importar, e agora?Material da Palestra:Preciso importar, e agora?
Material da Palestra:Preciso importar, e agora?
ABRACOMEX
 
Projeto de importação de roda automotiva
Projeto de importação de roda automotivaProjeto de importação de roda automotiva
Projeto de importação de roda automotiva
IBSolutions Soluções em Comércio Internacional
 
Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6
Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6
Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6
Wandick Rocha de Aquino
 
Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx
Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptxAnálise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx
Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx
TaianeTeles
 
Curso sped fiscal artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciais
Curso sped fiscal   artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciaisCurso sped fiscal   artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciais
Curso sped fiscal artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciais
Professor Edgar Madruga
 
2º Estudo IOB de Riscos Fiscais
2º Estudo IOB de Riscos Fiscais2º Estudo IOB de Riscos Fiscais
2º Estudo IOB de Riscos Fiscais
IOB News
 
Logistica Global
Logistica GlobalLogistica Global
Logistica Global
Mario Silvestri Filho
 
Projeto de importação de para choque
Projeto de importação de para choqueProjeto de importação de para choque
Projeto de importação de para choque
IBSolutions Soluções em Comércio Internacional
 
GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...
GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...
GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...
Rodrigo Larrossa
 
Projeto de importação de cerveja de malte atualizado
Projeto de importação de cerveja de malte atualizadoProjeto de importação de cerveja de malte atualizado
Projeto de importação de cerveja de malte atualizado
IBSolutions Soluções em Comércio Internacional
 
Como importar azeite
Como importar azeiteComo importar azeite
A importância da contabilidade nacional
A importância da contabilidade nacionalA importância da contabilidade nacional
A importância da contabilidade nacional
Universidade Pedagogica
 

Semelhante a Classificação fiscal de Mercadorias e Incoterms - Logistica Internacional (20)

Artigo exportação maquinas e equipamentos
Artigo exportação maquinas e equipamentosArtigo exportação maquinas e equipamentos
Artigo exportação maquinas e equipamentos
 
Curso ncm
Curso ncmCurso ncm
Curso ncm
 
Mini Curso de Tributação
Mini Curso de TributaçãoMini Curso de Tributação
Mini Curso de Tributação
 
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
 
Exporta fácil
Exporta fácilExporta fácil
Exporta fácil
 
Organização formal do SNC .pdf
Organização formal do SNC .pdfOrganização formal do SNC .pdf
Organização formal do SNC .pdf
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
 
Contabilidade internacional, normalização e harmonização contabilística
Contabilidade internacional, normalização e harmonização contabilísticaContabilidade internacional, normalização e harmonização contabilística
Contabilidade internacional, normalização e harmonização contabilística
 
Material da Palestra:Preciso importar, e agora?
Material da Palestra:Preciso importar, e agora?Material da Palestra:Preciso importar, e agora?
Material da Palestra:Preciso importar, e agora?
 
Projeto de importação de roda automotiva
Projeto de importação de roda automotivaProjeto de importação de roda automotiva
Projeto de importação de roda automotiva
 
Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6
Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6
Práticas Tributárias - Aulas 5 e 6
 
Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx
Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptxAnálise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx
Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx
 
Curso sped fiscal artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciais
Curso sped fiscal   artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciaisCurso sped fiscal   artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciais
Curso sped fiscal artigo crc - o sped e os riscos de interpretações parciais
 
2º Estudo IOB de Riscos Fiscais
2º Estudo IOB de Riscos Fiscais2º Estudo IOB de Riscos Fiscais
2º Estudo IOB de Riscos Fiscais
 
Logistica Global
Logistica GlobalLogistica Global
Logistica Global
 
Projeto de importação de para choque
Projeto de importação de para choqueProjeto de importação de para choque
Projeto de importação de para choque
 
GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...
GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...
GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR: Projetos de aquisição de softwares para gestão d...
 
Projeto de importação de cerveja de malte atualizado
Projeto de importação de cerveja de malte atualizadoProjeto de importação de cerveja de malte atualizado
Projeto de importação de cerveja de malte atualizado
 
Como importar azeite
Como importar azeiteComo importar azeite
Como importar azeite
 
A importância da contabilidade nacional
A importância da contabilidade nacionalA importância da contabilidade nacional
A importância da contabilidade nacional
 

Mais de Andrea Fiuza

Grh aula 4
Grh aula 4Grh aula 4
Grh aula 4
Andrea Fiuza
 
Grh aula 3
Grh aula 3Grh aula 3
Grh aula 3
Andrea Fiuza
 
Grh aula 2
Grh aula 2Grh aula 2
Grh aula 2
Andrea Fiuza
 
Grh aula 1
Grh aula 1Grh aula 1
Grh aula 1
Andrea Fiuza
 
Mercado de Câmbio - Logística Internacional
Mercado de Câmbio - Logística InternacionalMercado de Câmbio - Logística Internacional
Mercado de Câmbio - Logística Internacional
Andrea Fiuza
 
2015 1-log-aula5
2015 1-log-aula52015 1-log-aula5
2015 1-log-aula5
Andrea Fiuza
 
2015 1-log-aula6
2015 1-log-aula62015 1-log-aula6
2015 1-log-aula6
Andrea Fiuza
 
2015 1-log-aula2
2015 1-log-aula22015 1-log-aula2
2015 1-log-aula2
Andrea Fiuza
 
2015 1-log-aula1
2015 1-log-aula12015 1-log-aula1
2015 1-log-aula1
Andrea Fiuza
 
2015 1-log-aula4
2015 1-log-aula42015 1-log-aula4
2015 1-log-aula4
Andrea Fiuza
 
2015 1-log-aula3
2015 1-log-aula32015 1-log-aula3
2015 1-log-aula3
Andrea Fiuza
 
Aula 8 - Prestação de Serviços
Aula 8 - Prestação de ServiçosAula 8 - Prestação de Serviços
Aula 8 - Prestação de Serviços
Andrea Fiuza
 
Aula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de Distribuição
Aula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de DistribuiçãoAula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de Distribuição
Aula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de Distribuição
Andrea Fiuza
 
Aula 11 - Promoção
Aula 11 - PromoçãoAula 11 - Promoção
Aula 11 - Promoção
Andrea Fiuza
 
Aula 10 - Preço
Aula 10 - PreçoAula 10 - Preço
Aula 10 - Preço
Andrea Fiuza
 
Aula7 - Marcas
Aula7 - MarcasAula7 - Marcas
Aula7 - Marcas
Andrea Fiuza
 
Aula6 - Composto/Mix de Marketing
Aula6 - Composto/Mix de MarketingAula6 - Composto/Mix de Marketing
Aula6 - Composto/Mix de Marketing
Andrea Fiuza
 
Aula5 - Comportamento do Consumidor
Aula5 - Comportamento do ConsumidorAula5 - Comportamento do Consumidor
Aula5 - Comportamento do Consumidor
Andrea Fiuza
 
Aula4 - Versões de Marketing
Aula4 - Versões de MarketingAula4 - Versões de Marketing
Aula4 - Versões de Marketing
Andrea Fiuza
 
Aula3 - Tipos de Marketing
Aula3 - Tipos de MarketingAula3 - Tipos de Marketing
Aula3 - Tipos de Marketing
Andrea Fiuza
 

Mais de Andrea Fiuza (20)

Grh aula 4
Grh aula 4Grh aula 4
Grh aula 4
 
Grh aula 3
Grh aula 3Grh aula 3
Grh aula 3
 
Grh aula 2
Grh aula 2Grh aula 2
Grh aula 2
 
Grh aula 1
Grh aula 1Grh aula 1
Grh aula 1
 
Mercado de Câmbio - Logística Internacional
Mercado de Câmbio - Logística InternacionalMercado de Câmbio - Logística Internacional
Mercado de Câmbio - Logística Internacional
 
2015 1-log-aula5
2015 1-log-aula52015 1-log-aula5
2015 1-log-aula5
 
2015 1-log-aula6
2015 1-log-aula62015 1-log-aula6
2015 1-log-aula6
 
2015 1-log-aula2
2015 1-log-aula22015 1-log-aula2
2015 1-log-aula2
 
2015 1-log-aula1
2015 1-log-aula12015 1-log-aula1
2015 1-log-aula1
 
2015 1-log-aula4
2015 1-log-aula42015 1-log-aula4
2015 1-log-aula4
 
2015 1-log-aula3
2015 1-log-aula32015 1-log-aula3
2015 1-log-aula3
 
Aula 8 - Prestação de Serviços
Aula 8 - Prestação de ServiçosAula 8 - Prestação de Serviços
Aula 8 - Prestação de Serviços
 
Aula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de Distribuição
Aula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de DistribuiçãoAula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de Distribuição
Aula 9 - Praça, P.D.V. e Canais de Distribuição
 
Aula 11 - Promoção
Aula 11 - PromoçãoAula 11 - Promoção
Aula 11 - Promoção
 
Aula 10 - Preço
Aula 10 - PreçoAula 10 - Preço
Aula 10 - Preço
 
Aula7 - Marcas
Aula7 - MarcasAula7 - Marcas
Aula7 - Marcas
 
Aula6 - Composto/Mix de Marketing
Aula6 - Composto/Mix de MarketingAula6 - Composto/Mix de Marketing
Aula6 - Composto/Mix de Marketing
 
Aula5 - Comportamento do Consumidor
Aula5 - Comportamento do ConsumidorAula5 - Comportamento do Consumidor
Aula5 - Comportamento do Consumidor
 
Aula4 - Versões de Marketing
Aula4 - Versões de MarketingAula4 - Versões de Marketing
Aula4 - Versões de Marketing
 
Aula3 - Tipos de Marketing
Aula3 - Tipos de MarketingAula3 - Tipos de Marketing
Aula3 - Tipos de Marketing
 

Último

OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
PatriciaZanoli
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
LEANDROSPANHOL1
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
WelberMerlinCardoso
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 

Último (20)

OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 

Classificação fiscal de Mercadorias e Incoterms - Logistica Internacional

  • 1. Logística Internacional Balança Comercial e Impostos Classificação Fiscal de Mercadorias Incoterms Aula 31.03.17 Fiec – 2017/1 Curso Técnico em Logística – Módulo 1
  • 2. O que é Balança Comercial? Balança comercial, em seu sentido estrito, é a diferença entre o valor de exportações e importações de um país. A balança comercial não usa como referência quantidades dos produtos que entram e saem do país, mas sim seus valores, isto é, o valor conseguido com as vendas (exportações) menos o valor gasto nas compras (importações) de um país. A intenção é que sempre haja um lucro, ou seja, que o valor das exportações sejam maiores do que os das importações. Nesse caso, houve um superávit. Caso ocorra o contrário, ou seja, que as importações tenham tido valor maior que as exportações, recebe o nome de déficit. Práticas como as barreiras alfandegárias, impostos sobre produtos importados e protecionismo às empresas nacionais são formas de buscar o superávit na balança comercial. Muitos outros fatores influenciam essa política de exportação e importação: cotação das principais moedas mundiais, alta ou baixa no preço do produto em questão, poderio de produção desse produto, etc.
  • 3. Balança Comercial Brasileira MARÇO 2017 – 4ª semana RESULTADOS GERAIS Na quarta semana de março de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,602 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,453 bilhões e importações de US$ 2,851 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 15,982 bilhões e as importações, US$ 10,525 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,457 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 46,363 bilhões e as importações, US$ 33,627 bilhões, com saldo positivo de US$ 12,736 bilhões.
  • 4.
  • 5. Tributos incidentes sobre mercadorias em operações de compra e venda São os que guardam proporcionalidade com preço de venda ou dos serviços, mesmo quando o respectivo montante integre esse preço. • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações; • II - Imposto de Importação; • IE - Imposto de Exportação; • PIS – Programa de Integração Social, na parcela incidente sobre a Receita Bruta de Vendas e Serviços; • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, antigo FINSOCIAL (Fundo de Investimento Social).
  • 6. Diferença entre imposto, tributo, taxa e contribuição Embora possam parecer sinônimos, não são. Todo imposto é um tributo, mas nem todo tributo é um imposto. Os tributos englobam também taxas e contribuições.
  • 9. Como classificar mercadorias? Para que o importador, o exportador, o fabricante ou o produtor determine a respectiva classificação fiscal de suas mercadorias, é necessário que o mesmo esteja familiarizado com o Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias, conhecido simplesmente como Sistema Harmonizado (SH), tal como previsto no Acordo Geral de Tarifas e Comércio (General Agreement on Tariffs and Trade – GATT), do qual o Brasil é signatário, e encontra-se vigente desde 1988, o qual já sofreu algumas alterações, sendo a mais recente em 2012, com o intuito de adequá-lo à evolução e controle do comércio internacional. Desta feita, trata-se de metodologia internacional, baseada em uma estrutura de códigos e respectivas descrições, criada para promover o desenvolvimento do comércio internacional; aprimorar a coleta e a comparação das estatísticas de compra e venda no mercado internacional, além de aplicações tributárias.
  • 10.
  • 11. Sistema Harmonizado (SH/2012) Assim sendo faz-se necessário saber que a composição dos códigos do Sistema Harmonizado (SH), é formado por seis dígitos, os quais permitem identificar as características de cada mercadoria tais como origem, matéria utilizada em sua constituição, aplicação e demais quesitos de ordem técnica, os quais apresentam-se da seguinte forma:
  • 12. Sistema Harmonizado (SH/2012) Os dois primeiros dígitos que compõem o Capítulo vão de 01 a 99, ou seja, são ao todo 99 capítulos que identificam os mais variados tipos de mercadorias. A mesma situação encontra-se nos dois dígitos seguintes que identificam a Posição ocupada dentro do respectivo Capítulo, de acordo com suas características específicas. O quinto dígito representa a Subposição de 1º nível que vai de 1 a 9 sendo a mesma situação para o sexto dígito que representa a Subposição de 2º nível. A combinação de todos estes dígitos permite uma variedade imensa de códigos, os quais podem identificar os mais diversos tipos de mercadorias. Importante ainda saber que a dita estrutura acomoda-se em 21 seções distintas, representando os mais diversos universos de mercadorias. Ainda que esta situação toda possa parecer confusa em um primeiro momento, é necessário entender também que a nomenclatura ainda é composta de Notas de Seção, de Capítulo e de Subposição, as quais identificam o código a ser utilizado, seja pela identificação de textos específicos ou ainda a identificação de textos que orientam qual o código a ser pesquisado. Alias deixo aqui meu conselho sobre a obrigatoriedade de leitura das determinadas notas, pois as mesmas podem, efetivamente, mudar a classificação de uma mercadoria de um código para outro.
  • 13. E quanto à nossa classificação fiscal, como fica? Além da codificação descrita, o Sistema Harmonizado é composto também das Regras Gerais para a Interpretação do Sistema Harmonizado e das Notas Explicativas do Sistema Harmonizado (NESH), que fornecem esclarecimentos necessários para a interpretação do Sistema Harmonizado, estabelecendo em detalhes o alcance e conteúdo da Nomenclatura. O Brasil como parte signatária do GATT acata e adota as normas do Sistema Harmonizado – SH. Para a identificação da classificação fiscal será necessário a identificação dos dois últimos dígitos – 7º e 8º – que representam o Item, e o Subitem, respectivamente dentro da Nomenclatura Comum do MERCOSUL – NCM.
  • 14. MERCOSUL – NCM O código da Nomenclatura Comum do MERCOSUL – NCM, utilizado tanto pelo Brasil quanto pela Argentina, Paraguai e Uruguai com o advento do Mercado Comum do Cone Sul – MERCOSUL, desde 1995, segue a sistemática de classificação conforme a seguinte estrutura: A classificação fiscal de mercadorias utilizada no Brasil, portanto, é a combinação dos seis dígitos do Sistema Harmonizado – SH, mais a inclusão de dígitos que permitem a identificação de mercadorias no território nacional (MERCOSUL inclusive).
  • 15. Portanto... • Para exportar é necessário classificar a mercadoria no sistema SH/ NCM, porque é através dessa classificação que os impostos serão aplicados.
  • 16. Incoterms Os chamados Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) servem para definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda internacional, os direitos e obrigações recíprocos do exportador e do importador, estabelecendo um conjunto padronizado de definições e determinando regras e práticas neutras, como por exemplo: onde o exportador deve entregar a mercadoria, quem paga o frete, quem é o responsável pela contratação do seguro. Enfim, os Incoterms têm esse objetivo, uma vez que se trata de regras internacionais, imparciais, de caráter uniformizador, que constituem toda a base dos negócios internacionais e objetivam promover sua harmonia. Na realidade, não impõem e sim propõem o entendimento entre vendedor e comprador, quanto às tarefas necessárias para deslocamento da mercadoria do local onde é elaborada até o local de destino final (zona de consumo): embalagem, transportes internos, licenças de exportação e de importação, movimentação em terminais, transporte e seguro internacionais etc.
  • 17.
  • 18.
  • 19.