Classificação Fiscal de Mercadorias no
Comércio Exterior
SUMÁRIO DOS MÓDULOS E OBJETIVOS
Módulo 1: Introdução
Módulo 2: Sistemas de classificação fiscal
Módulo 3: Sistemas Acessórios de Classificação Fiscal
Módulo 4: Classificação Fiscal na Prática e Atualidades
Objetivos: Aula expositiva socre e prática sobre os sistemas de
classificação fiscal de mercadorias no comércio exterior.
Módulo 1
Introdução
Introdução
• O que é Classificação Fiscal de Mercadorias?
• O que é Merceologia?
• A padronização da classificação fiscal de
mercadorias é importante por vários motivos:
Facilita as negociações
internacionais
Resumo
Sistemas de Classificação Fiscal
Módulo 2
Sistemas de Classificação Fiscal
• SH: Sistema
Harmonizado;
• TEC: Tarifa Externa
Comum.
• NCM: Nomenclatura
Comum do MERCOSUL ;
• NALADI: Nomenclatura
Aduaneira da
Associação Latino-
Americana de
Integração;
• NC: Nomenclatura
Combinada da União
Europeia.
O SH, é uma nomenclatura sistemática com a
seguinte estrutura:
• Lista ordenada de Posições
e de Subposições, compreendendo:
• 21 Seções,
• 96 Capítulos
• 1.241 Posições, subdivididas em Subposições.
Sistema Harmonizado - SH
Sistema Harmonizado - SH
• Capítulos 98 e 99: para
utilização das partes
contratantes;
• Notas de Seção, de
Capítulo e de
Subposição;
• Capítulo 77: reservado para utilização futura do SH;
• Seis Regras Gerais Interpretativas.
Sistema Harmonizado - SH
A Seção I: “Animais Vivos
e Produtos do Reino
Animal”;
A Seção II: “Produtos do
Reino Vegetal”;
Assim foram criadas 21 Seções, que agrupam dentro de
cada uma produtos semelhantes.
Sistema Harmonizado - SH
A Seção V os “Produtos
Minerais;
A Seção VI os “Produtos
das Indústrias Químicas
ou Indústrias Conexas”
A Seção XVII “Material de
Transporte”, etc.
• 8701- Tratores
• 8701.10- Motocultores
• 8701.20- Tratores Rodoviários para semirreboque
• 8701.30- Tratores de lagartas
• 8701.90- Outros
Sistema Harmonizado - SH
• Ex: 8426.41
• 84 Esses dois primeiros números dizem
respeito ao capítulo, isto é, o produto
integra o Capítulo 84.
Sistema Harmonizado - SH
• 8426: Esses quatro primeiros
números dizem respeito à posição.
Caso seja possível fazer divisões
dentro da posição, dizemos que a
posição será desdobrada, dando
origem a subposições de 1º nível.
Sistema Harmonizado - SH
‘O quinto dígito, denominado
Subposição Simples (de 1º nível
ou de 1 travessão), representa o
desdobramento da Posição.’
Sistema Harmonizado - SH
‘O sexto dígito, Subposição
Composta (de 2º nível ou de 2
travessões), corresponde ao
desdobramento da Subposição
Simples. ‘
Sistema Harmonizado - SH
Esquema da Estrutura do SH
Estrutura do Sistema Harmonizado
Sistema Harmonizado - SH
Módulo 3
Sistemas Acessórios de
Classificação Fiscal
Sistemas de Acessórios de
Classificação Fiscal
• OMA: Organização Mundial de Alfândegas
• NESH: Notas Explicativas do Sistema
Harmonizado
• NVE: Nomenclatura de Valor Aduaneiro
Módulo 4
Classificação Fiscal na
Prática e Atualidades
Classificação Fiscal na Prática
• Caracterização da Mercadoria;
• Roteiro Simplificado de Classificação;
• Regras Gerais para a Interpretação do SH e
Regra Geral Complementar da NCM;
• Riscos da Classificação Fiscal Inadequada;
• Impactos Legais e Fiscais;
• Dúvidas na Classificação;
Atualidades
• NCM: Nomenclatura Comum do Mercosul
• TEC: Tarifa Externa Comum
• Alteração Permanente da TEC
• DBD – Detalhamento Brasileiro de
Nomenclaturas
RESUMO:
Para exportar determinado produto, o exportador
deverá classificá-lo de acordo com um método
internacional de classificação de mercadorias,
baseado em uma estrutura de códigos e
respectivas descrições.
O principal método internacional de classificação de
mercadorias é denominado Sistema Harmonizado
de Designação e de Codificação de Mercadorias,
ou simplesmente Sistema Harmonizado (SH).
RESUMO:
O SH foi criado para promover o
desenvolvimento do comércio
internacional, assim como aprimorar a
coleta, a comparação e a análise das
estatísticas, particularmente as do
comércio exterior.
RESUMO:
Além disso, o Sistema Harmonizado facilita as negociações
comerciais internacionais, a elaboração das tarifas de fretes
e das estatísticas relativas aos diferentes meios de
transporte de mercadorias e de outras informações
utilizadas pelos diversos intervenientes no comércio
internacional.
Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai adotam, desde janeiro
de 1995, a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM),
que tem por base o Sistema Harmonizado.
RESUMO:
É com base na NCM que os países do
MERCOSUL definem as alíquotas de seus
impostos de exportação. A Tarifa Externa
Comum (TEC) define os valores dos direitos de
importação aplicados por todos os Membros do
MERCOSUL.
Obrigado pela participação!
Contatos:
www.abracomex.org | atendimento@abracomex.org
http://twitter.com/abracomex | Skype: abracomex
Portal de ensino: http://www.abracomexonline.org/
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Comex INfoco, curso "Classificação Fiscal de Mercadorias no Comércio Exterior"

  • 1.
    Classificação Fiscal deMercadorias no Comércio Exterior
  • 2.
    SUMÁRIO DOS MÓDULOSE OBJETIVOS Módulo 1: Introdução Módulo 2: Sistemas de classificação fiscal Módulo 3: Sistemas Acessórios de Classificação Fiscal Módulo 4: Classificação Fiscal na Prática e Atualidades Objetivos: Aula expositiva socre e prática sobre os sistemas de classificação fiscal de mercadorias no comércio exterior.
  • 3.
  • 4.
    Introdução • O queé Classificação Fiscal de Mercadorias? • O que é Merceologia? • A padronização da classificação fiscal de mercadorias é importante por vários motivos: Facilita as negociações internacionais
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Sistemas de ClassificaçãoFiscal • SH: Sistema Harmonizado; • TEC: Tarifa Externa Comum. • NCM: Nomenclatura Comum do MERCOSUL ; • NALADI: Nomenclatura Aduaneira da Associação Latino- Americana de Integração; • NC: Nomenclatura Combinada da União Europeia.
  • 8.
    O SH, éuma nomenclatura sistemática com a seguinte estrutura: • Lista ordenada de Posições e de Subposições, compreendendo: • 21 Seções, • 96 Capítulos • 1.241 Posições, subdivididas em Subposições. Sistema Harmonizado - SH
  • 9.
    Sistema Harmonizado -SH • Capítulos 98 e 99: para utilização das partes contratantes; • Notas de Seção, de Capítulo e de Subposição; • Capítulo 77: reservado para utilização futura do SH; • Seis Regras Gerais Interpretativas.
  • 10.
    Sistema Harmonizado -SH A Seção I: “Animais Vivos e Produtos do Reino Animal”; A Seção II: “Produtos do Reino Vegetal”; Assim foram criadas 21 Seções, que agrupam dentro de cada uma produtos semelhantes.
  • 11.
    Sistema Harmonizado -SH A Seção V os “Produtos Minerais; A Seção VI os “Produtos das Indústrias Químicas ou Indústrias Conexas” A Seção XVII “Material de Transporte”, etc.
  • 12.
    • 8701- Tratores •8701.10- Motocultores • 8701.20- Tratores Rodoviários para semirreboque • 8701.30- Tratores de lagartas • 8701.90- Outros Sistema Harmonizado - SH
  • 13.
    • Ex: 8426.41 •84 Esses dois primeiros números dizem respeito ao capítulo, isto é, o produto integra o Capítulo 84. Sistema Harmonizado - SH
  • 14.
    • 8426: Essesquatro primeiros números dizem respeito à posição. Caso seja possível fazer divisões dentro da posição, dizemos que a posição será desdobrada, dando origem a subposições de 1º nível. Sistema Harmonizado - SH
  • 15.
    ‘O quinto dígito,denominado Subposição Simples (de 1º nível ou de 1 travessão), representa o desdobramento da Posição.’ Sistema Harmonizado - SH
  • 16.
    ‘O sexto dígito,Subposição Composta (de 2º nível ou de 2 travessões), corresponde ao desdobramento da Subposição Simples. ‘ Sistema Harmonizado - SH
  • 17.
  • 18.
    Estrutura do SistemaHarmonizado Sistema Harmonizado - SH
  • 19.
    Módulo 3 Sistemas Acessóriosde Classificação Fiscal
  • 20.
    Sistemas de Acessóriosde Classificação Fiscal • OMA: Organização Mundial de Alfândegas • NESH: Notas Explicativas do Sistema Harmonizado • NVE: Nomenclatura de Valor Aduaneiro
  • 21.
    Módulo 4 Classificação Fiscalna Prática e Atualidades
  • 22.
    Classificação Fiscal naPrática • Caracterização da Mercadoria; • Roteiro Simplificado de Classificação; • Regras Gerais para a Interpretação do SH e Regra Geral Complementar da NCM; • Riscos da Classificação Fiscal Inadequada; • Impactos Legais e Fiscais; • Dúvidas na Classificação;
  • 23.
    Atualidades • NCM: NomenclaturaComum do Mercosul • TEC: Tarifa Externa Comum • Alteração Permanente da TEC • DBD – Detalhamento Brasileiro de Nomenclaturas
  • 24.
    RESUMO: Para exportar determinadoproduto, o exportador deverá classificá-lo de acordo com um método internacional de classificação de mercadorias, baseado em uma estrutura de códigos e respectivas descrições. O principal método internacional de classificação de mercadorias é denominado Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, ou simplesmente Sistema Harmonizado (SH).
  • 25.
    RESUMO: O SH foicriado para promover o desenvolvimento do comércio internacional, assim como aprimorar a coleta, a comparação e a análise das estatísticas, particularmente as do comércio exterior.
  • 26.
    RESUMO: Além disso, oSistema Harmonizado facilita as negociações comerciais internacionais, a elaboração das tarifas de fretes e das estatísticas relativas aos diferentes meios de transporte de mercadorias e de outras informações utilizadas pelos diversos intervenientes no comércio internacional. Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai adotam, desde janeiro de 1995, a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), que tem por base o Sistema Harmonizado.
  • 27.
    RESUMO: É com basena NCM que os países do MERCOSUL definem as alíquotas de seus impostos de exportação. A Tarifa Externa Comum (TEC) define os valores dos direitos de importação aplicados por todos os Membros do MERCOSUL.
  • 28.
    Obrigado pela participação! Contatos: www.abracomex.org| atendimento@abracomex.org http://twitter.com/abracomex | Skype: abracomex Portal de ensino: http://www.abracomexonline.org/ Telefones: 4062-0660 Ramal:0405 / (11) 2171-1528 / (27) 3026-7785.