SlideShare uma empresa Scribd logo
Bem-vindo à disciplina
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
Apresentação
O QUE É A ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS?
É buscar meios de aliar os conhecimentos adquiridos para mensurar e
evidenciar informações contábeis para promover análise dos
indicadores econômicos e financeiros da empresa e assim tomar
decisões.
A disciplina de ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS está dividida em três unidades:
NA PRIMEIRA UNIDADE ESTUDAREMOS SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E
FINANCEIRAS.
• TÓPICO 1 – ASPECTOS INTRODUTÓRIOS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
• TÓPICO 2 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – PARTE 1
• TÓPICO 3 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – PARTE 2
A disciplina de ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS está dividida em três unidades:
NA SEGUNDA UNIDADE ESTUDAREMOS SOBRE INDICADORES PARA GESTÃO
EMPRESARIAL
• TÓPICO 1 – ANÁLISE HORIZONTAL E ANÁLISE VERTICAL
• TÓPICO 2 – ANÁLISE DOS INDICADORES DE LIQUIDEZ
• TÓPICO 3 – INDICADORES DE ENDIVIDAMENTO E FATOR DE INSOLVÊNCIA
A disciplina de ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS está dividida em três unidades:
NA TERCEIRA UNIDADE ESTUDAREMOS SOBRE INDICADORES DE GESTÃO E AS
ETAPAS DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS.
• TÓPICO 1 – INDICADORES DE RENTABILIDADE E ALAVANCAGEM
• TÓPICO 2 – INDICADORES DE ROTATIVIDADE, CUSTO MÉDIO PONDERADO DE
CAPITAL E CAPITAL DE GIRO
• TÓPICO 3 – ETAPAS DA ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES
Unidade 1
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS
TÓPICO 1 – ASPECTOS INTRODUTÓRIOS
DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
TÓPICO 2 – ESTRUTURA DAS
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – P1
TÓPICO 3 – ESTRUTURA DAS
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – P2
Fonte: https://www.contabeis.com.br/artigos/5394/a-importancia-das-
demonstracoes-contabeis/ Acesso em 06 jul 2022.
A partir do estudo desta unidade, você deverá ser capaz de:
• reconhecer os elementos das demonstrações contábeis, assim como o seu
reconhecimento e mensuração;
• diferenciar a apresentação de demonstrações contábeis individuais,
consolidadas, separadas e combinadas;
• compreender a estrutura das demonstrações contábeis, balanço patrimonial
e demonstração de resultado;
• reconhecer a importância das demais demonstrações para a realização de
uma análise conjunta;
• entender a função das notas explicativas;
• compreender o objetivo dos demais relatórios, como o Relatório de
Administração e do Conselho Fiscal.
As demonstrações financeiras (também chamadas de demonstrações contábeis)
são relatórios contábeis estruturados que fornecem informações sobre a situação
patrimonial, financeira e econômica da empresa.
Estas informações permitem aos seus usuários realizar tomada de decisões, assim
como notar tendências futuras. Isto porque a finalidade da contabilidade é
exatamente essa: fornecer informações para a tomada de decisão.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
O QUE É A ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES?
A obrigatoriedade de se manter registros contábeis e elaborar demonstrações
está presente:
- Código Civil (Lei nº 10.406/02) – que disciplina o sistema de compra e venda
- Lei nº 6.404/1976 – lei que rege as sociedades anônimas
- Decreto nº 9.580/2018 (RIR – Regulamento do Imposto de Renda)
- Pronunciamento Contábil CPC 26 – que rege as demonstrações contábeis
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
A Análise das Demonstrações Contábeis é a coleta de dados existentes nas
Demonstrações Financeiras “com vistas à apuração de indicadores que permitem
avaliar a capacidade de solvência (situação financeira), conhecer a estrutura
patrimonial (situação patrimonial) e descobrir a potencialidade da entidade em
gerar bons resultados (situação econômica)”.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Os usuários das informações contábeis são os mais variados, por exemplo:
- INVESTIDORES
- BANCOS
- FORNECEDORES
- FUNCIONÁRIOS
Agora, pense: dois usuários diferentes demandam os mesmos tipos de
informações? E se forem ambos, por exemplo, Investidores?
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
USUÁRIOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
A resposta é: cada usuário tem um objetivo diferente ao analisar as informações
contábeis.
Mesmo dois investidores podem focar em aspectos diferentes; um pode ter uma
visão voltada ao curto prazo e busca analisar o retorno que a empresa vem
proporcionando, enquanto o outro investidor vislumbra o longo prazo, mais
preocupado em analisar os riscos envolvidos nesse investimento.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
“O analista financeiro extrairá elementos e fará julgamentos sobre o futuro da
entidade objeto de análise. Portanto, é parte conclusiva da análise de balanço o
julgamento do avaliador sobre a situação da empresa e suas possibilidades
futuras” (PADOVEZE; BENEDICTO, 2010, p. 3).
Por isso, é muito importante que o analista conheça bem tanto a empresa
quanto o segmento em que essa empresa atua. E que não se utilize somente de
uma demonstração financeira específica – o que impede uma visão clara da
situação empresarial; o ideal é analisar as demonstrações financeiras em
conjunto, assim como demais informações qualitativas e quantitativas às quais
tiver acesso.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Para que se consiga tomar decisões com base na análise das informações
contábeis, precisa haver certa padronização, uma vez que analisar envolve uma
comparação entre:
a) dados históricos;
b) padrões existentes em outros períodos da empresa; e
c) indicadores de seus concorrentes.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Para tentar padronizar internacionalmente as contabilizações e tratamento de
eventos contábeis, existem normativas que visam guiar uma estrutura que possa
ser base para análise das demonstrações e, assim, evitar distorções na
comparação entre empresas.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Fazem parte do Comitê de Pronunciamentos Contábeis:
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
FLUXOS DOS PROCESSOS DE ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES
É importante relembrar que os registros contábeis seguem o Regime de
Competência, no qual “os efeitos das transações e outros eventos são
reconhecidos quando ocorrem (e não quando caixa ou outros recursos
financeiros são recebidos ou pagos) .
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Os elementos das Demonstrações Contábeis são:
- ATIVOS;
- PASSIVOS;
- PATRIMÔNIO LÍQUIDO;
- RECEITAS;
- DESPESAS
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
ATIVO = Recurso econômico presente controlado pela entidade como
resultado de eventos passados, que tenha potencial de produzir
benefícios econômicos futuros.
Bens e Direitos
Ativo Circulante (CP
Ativo Não Circulante (LP)
bancos, duplicatas a
receber, estoques,
máquinas e terrenos
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
PASSIVO = Obrigação presente da entidade de transferir um recurso
econômico como resultado de eventos passados.
Obrigações com
Terceiros
Passivo Circulante (CP
Passivo Não Circulante (LP)
empréstimos a pagar,
fornecedores a pagar,
salários a pagar
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
PATRIMÔNIO LÍQUIDO = É a participação residual nos ativos da
entidade após a dedução de todos os seus passivos.
Obrigações com Sócios Patrimônio Líquido
capital social, reservas de
capital, lucros ou
prejuízos acumulados
O Passivo mostra a origem dos
capitais que estão à disposição
da empresa.
O Ativo mostra em que esses
capitais foram aplicados.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
EQUAÇÃO FUNDAMENTAL
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Há também o diferencial entre capital próprio e capital de terceiros
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Podemos ver que do lado esquerdo temos as contas do Ativo, enquanto do lado
direito temos as contas do Passivo + Patrimônio Líquido.
O equilíbrio encontrado na equação fundamental da contabilidade é que o valor
total do Ativo sempre será igual ao valor do Passivo + Patrimônio Líquido.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Do confronto entre Receitas e Despesas se chega ao Resultado da empresa. Ou
seja, se a empresa teve mais Receitas que Despesas, ela obteve Lucro. Se ela
teve mais despesas que Receitas, ela incorreu em Prejuízo.
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
RECONHECIMENTO
DO VÍNCULO DOS
ELEMENTOS DAS
DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
Características qualitativas de informações financeiras úteis:
RELEVÂNCIA E REPRESENTAÇÃO FIDEDIGNA
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO
TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE
DASDEMONSTRAÇÕES
Fonte: https://bit.ly/3IHSuEX
TÓPICO2 -ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS
PARTE1
Balanço Patrimonial (BP).
Demonstração do Resultado (DRE).
Demonstração dos Resultados Abrangentes
(DRA).
https://brainly.com.br/tarefa/52151034
Conseguem-se retirar informações importantes de cada uma das
demonstrações individualmente, porém, é em uma análise conjunta de
todas as demonstrações disponíveis que se alcança um resultado mais
acurado.
Isso porque muitas informações constantes em uma demonstração podem
ser destrinchadas de forma mais complexa e detalhada em outra.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
O Balanço Patrimonial demonstra a situação patrimonial de uma empresa
em um determinado momento. É muito utilizada a comparação com uma
fotografia, pois apresenta um momento estático da empresa.
O Ativo (bens e direitos) da Entidade é apresentado no lado esquerdo do
BP, enquanto o Passivo (obrigações) e o Patrimônio Líquido (diferença entre
o Ativo e o Passivo) são apresentados do lado direito do BP.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
BALANÇO PATRIMONIAL
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
Ativo Não Circulante
Realizável a longo prazo – Itens semelhantes aos circulantes, mas que possuem menor
liquidez, logo, serão realizáveis no longo prazo
Investimento – Não relacionados à atividade da empresa nem se destinam a negociações:
entram as participações em outras sociedades, imóveis alugados a terceiros (com objetivo
de obter renda), obras de arte etc.
Imobilizado – Bens corpóreos (físicos), que se destinam à manutenção da atividade da
entidade, e que “é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou
serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; e (b) se espera utilizar por
mais de um período”
Intangível – “Bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com
essa finalidade. São exemplos: direitos autorais, patentes, marcas, [...] gastos com
desenvolvimento de novos produtos etc.”
Ativo Circulante
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
Passivo Circulante
Passivo Não Circulante
Patrimônio Líquido
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
EXEMPLO PARTE DO ATIVO
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
EXEMPLO
PARTE DO PASSIVO
O nome é Balanço Patrimonial para demonstrar o equilíbrio entre os dois
lados: o total do Ativo (lado esquerdo do balanço) sempre é igual ao total
do Passivo + Patrimônio Líquido (lado direito do balanço).
Fica claro na marcação inserida na imagem do BP da Metisa. Na primeira
coluna de valores, referentes a 2020 da Controladora, o valor tanto do
Ativo quanto do Passivo é R$356.254.072.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
A Demonstração do Resultado (DRE) mostra o resultado líquido do período
(Lucro ou Prejuízo), através do confronto entre as receitas e despesas.
“Em linhas gerais, o resultado é apurado deduzindo-se das receitas todas as
despesas (inclusive os custos, que nesse momento se transformam em
despesas) que a empresa incorreu no referido período”.
Por isso, é apresentado como forma dedutiva, pois deduz-se das Receitas
as Despesas.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (DRE)
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
Receita líquida: “Nas publicações deve-se começar a Demonstração com a
Receita Líquida, ficando a conciliação entre esse valor e a Receita Bruta
evidenciada apenas em nota explicativa”
Receita Bruta seria o total bruto vendido no período, e para chegar à
Receita Líquida são realizadas as Deduções, que basicamente incorporam
as Devoluções (cancelamentos de venda), Abatimentos (descontos
incondicionais concedidos) e Impostos sobre as vendas (que na realidade
pertencem ao governo, não à empresa, que é simplesmente uma
intermediária, responsável por cobrar do adquirente e repassar o valor ao
governo).
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
Da Receita Líquida se deduz o Custo das Mercadorias Vendidas ou Custo
dos Serviços Prestados, chegando no Lucro Bruto. São listados então as
Despesas Operacionais, ou seja, aquelas relacionadas com a atividade-fim
da empresa, como as Despesas de Venda e as Despesas Administrativas.
Chega-se, então, ao Lucro Operacional antes do Resultado Financeiro.
O Resultado Financeiro é obtido pelo confronto entre Receitas Financeiras
e Despesas Financeiras. Somando-se ou subtraindo-se o resultado
(dependendo se for positivo ou negativo), chega-se ao Resultado antes do
Imposto de Renda e Contribuição Social. Deduzindo a provisão do Imposto
de Renda e Contribuição Social, chega-se, por fim, ao Lucro Líquido do
Exercício.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
EXEMPLO
Aprendemos que a Demonstração do Resultado demonstra o confronto
entre as receitas realizadas e as despesas incorridas no período. Então, o
que é abrangido na Demonstração dos Resultados Abrangentes – DRA?
As mutações que ocorreram no Patrimônio Líquido e que não passaram
pelo Resultado, desde que não decorram de transações com os
proprietários.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ABRANGENTES (DRA)
A DRA inicia pelo Resultado Líquido do Exercício, retirado do final da DRE,
podendo ser lucro ou prejuízo.
Os resultados abrangentes incluem, entre outros, variações na reserva de
reavaliação quando permitidas legalmente, ganhos e perdas atuariais em
planos de pensão e ganhos e perdas derivados de conversão de
demonstrações contábeis de operações no exterior.
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
EXEMPLO
TÓPICO3 -ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS
PARTE2
Demonstração das mutações do patrimônio
líquido – DMPL
Demonstração do valor adicionado – DVA
Demonstração dos fluxos de caixa – DFC
Notas Explicativas
Relatório da auditoria, da Administração, do
Conselho fiscal
https://brainly.com.br/tarefa/52151034
Esta demonstração apresenta as mutações que ocorreram em todas as
contas do Patrimônio Líquido.
Com ela, consegue-se verificar o que aconteceu com a riqueza da empresa,
ou seja, de que forma houve alterações no seu capital próprio.
“Sua estrutura é bastante simples: nas colunas, são indicadas as contas
do PL (com uma coluna final para apresentar o total das contas); e nas
linhas, são apresentadas as operações que provocaram alterações das
contas do PL durante o período de apresentação”.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – DMPL
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
EXEMPLO
Demonstra quanto de riqueza foi produzida pela empresa e distribuída aos
seus funcionários, ao governo, aos proprietários e aos fornecedores de
capital.
Seu objetivo é levar à sociedade mais ampla os valores agregados pela
entidade no desenvolvimento de suas atividades. Logo, consegue-se
visualizar na DVA a riqueza que foi efetivamente gerada pela empresa e
de que forma ela foi distribuída em prol da sociedade.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO – DVA
Tal demonstração é gerada a partir das mesmas informações constantes na
DRE, porém com outra apresentação, pois seu foco é diferente.
É dividida em duas partes:
A primeira apresenta o cálculo do valor adicionado pela empresa, ou seja, a
riqueza gerada por ela.
A segunda parte apresenta a distribuição do valor adicionado, ou seja, de
que forma a riqueza gerada foi distribuída.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
EXEMPLO: 1ª PARTE DA DVA
Fonte: https://bit.ly/3HQXir5
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
EXEMPLO: 2ª PARTE DA DVA
Fonte: https://bit.ly/3HQXir5
A DFC busca apresentar o efeito das operações ocorridas no caixa da
empresa. Isso porque a Contabilidade mantém o registro dos eventos pelo
regime de competência, ou seja, não necessariamente há alteração no
caixa; por exemplo, no caso de uma venda à prazo, a contabilização não
envolve movimentação de recebimento em dinheiro, e sim de um direito a
receber posteriormente.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
Na construção da Demonstração dos Fluxos de Caixa, são três os grupos
nos quais são distribuídos os eventos que afetam o caixa:
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
A DFC pode ser estruturada de duas formas diferentes: pelo Método Direto
ou pelo Método Indireto.
No Método Direto, apresentam-se as principais classes de pagamentos e
recebimentos divididos entre os três grupos de atividades (operacionais, de
investimento e de financiamento).
Já no Método Indireto, inicia-se pelo Lucro Líquido do Exercício,
conciliando-o com as transações que não afetaram diretamente o caixa e
equivalentes de caixa.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
Apesar de o Método Direto ser o mais fácil de
compreender pelos usuários, em geral as empresas
costumam publicar pelo Método Indireto
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS
EXEMPLO:
DFC PELO
MÉTODO DIRETO
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS
EXEMPLO:
DFC PELO MÉTODO
INDIRETO
As Demonstrações Financeiras apresentam saldos contábeis de forma
estruturada, mas só olhando os valores constantes nos saldos é difícil ter
informações suficientes para uma tomada de decisão.
É aí que entram as Notas Explicativas, que apresentam a descrição sobre
qual a base utilizada para a elaboração das demonstrações financeiras,
descrevem as práticas e estimativas contábeis escolhidas pela empresa,
trazem informações adicionais sobre a composição dos saldo etc.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
NOTAS EXPLICATIVAS
Às vezes, a função da Nota Explicativa é simplesmente explicar os valores
que compõem o saldo presente nas Demonstrações, de forma que o
analista consiga visualizar do que realmente é composto aquele valor.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
EXEMPLO
O Relatório da Auditoria é obrigatório às sociedades anônimas de capital
aberto, sociedades fechadas de grande porte e alguns outros tipos de
entidade (como as instituições financeiras, por exemplo), é realizado pela
Auditoria Independente, ou seja, alheia à empresa, não submisso à gestão
da empresa.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
RELATÓRIO DA AUDITORIA
O principal objetivo da auditoria é a emissão de um parecer acerca das
demonstrações contábeis face aos princípios contábeis geralmente aceitos,
normas brasileiras de contabilidade, demais legislações aplicáveis e práticas
adotadas no Brasil.
São 4 os tipos de PARECERES:
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
EXEMPLO
O Relatório da Administração apresenta uma visão única da entidade e
suas operações, pois é nele que os administradores conversam com os
usuários das informações contábeis, tentando repassar de forma clara e
objetiva informações e conhecimentos que só eles possuem, por gerirem a
empresa e conhecerem profundamente suas especificidades, operações e
processos.
Muitas vezes é essa visão interna e detalhada que fornece informações
que suportam o entendimento das Demonstrações e Notas Explicativas
em si.
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
EXEMPLO
http://bit.do/eNSP9

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx

CONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCAL
CONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCALCONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCAL
CONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCAL
Elua Brasil
 
Apostila financeira
Apostila financeiraApostila financeira
Apostila financeira
custos contabil
 
Apostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basicoApostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basico
apostilacontabil
 
Apostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basicoApostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basico
apostilacontabil
 
Fundamentos da contabilidade escola de formação ead
Fundamentos da contabilidade   escola de formação eadFundamentos da contabilidade   escola de formação ead
Fundamentos da contabilidade escola de formação ead
Adriano Souza
 
Estrutura das dem contabeis aula 1
Estrutura das dem contabeis   aula 1Estrutura das dem contabeis   aula 1
Estrutura das dem contabeis aula 1
joseesade
 
Plano de contas
Plano de contasPlano de contas
Plano de contas
Felipe Leo
 
Atalhos word
Atalhos wordAtalhos word
Atalhos word
Guilherme Santos
 
Especialidades da Administração
Especialidades da AdministraçãoEspecialidades da Administração
Especialidades da Administração
Turmadomarcondes
 
Trabalho administração RP 2015
Trabalho administração RP 2015Trabalho administração RP 2015
Trabalho administração RP 2015
Ainfoweb
 
AULA DE EAB tecnicas
AULA DE EAB  tecnicasAULA DE EAB  tecnicas
AULA DE EAB tecnicas
Natasha Cunha
 
ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEISASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Claudeir Novais
 
MasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdf
MasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdfMasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdf
MasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdf
MadalenoVicente
 
Principios da contabidade
Principios da contabidadePrincipios da contabidade
Principios da contabidade
zeramento contabil
 
Apostila controladoria 1
Apostila controladoria 1Apostila controladoria 1
Apostila controladoria 1
controladoriacontab
 
Apostila controladoria ii
Apostila controladoria iiApostila controladoria ii
Apostila controladoria ii
controladoriacontab
 
Apresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPs
Apresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPsApresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPs
Apresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPs
Edson Fernando de Souza
 
0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis
0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis
0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis
João Fernando Borges Domingos
 
Aula 05
Aula 05Aula 05
Postulados, Princípios e Convenções Contábeis
Postulados, Princípios e Convenções ContábeisPostulados, Princípios e Convenções Contábeis
Postulados, Princípios e Convenções Contábeis
Wandick Rocha de Aquino
 

Semelhante a Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx (20)

CONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCAL
CONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCALCONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCAL
CONTABILIDADE BASICA E ESCRITURAÇÃO FISCAL
 
Apostila financeira
Apostila financeiraApostila financeira
Apostila financeira
 
Apostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basicoApostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basico
 
Apostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basicoApostila contabilidade geral manual basico
Apostila contabilidade geral manual basico
 
Fundamentos da contabilidade escola de formação ead
Fundamentos da contabilidade   escola de formação eadFundamentos da contabilidade   escola de formação ead
Fundamentos da contabilidade escola de formação ead
 
Estrutura das dem contabeis aula 1
Estrutura das dem contabeis   aula 1Estrutura das dem contabeis   aula 1
Estrutura das dem contabeis aula 1
 
Plano de contas
Plano de contasPlano de contas
Plano de contas
 
Atalhos word
Atalhos wordAtalhos word
Atalhos word
 
Especialidades da Administração
Especialidades da AdministraçãoEspecialidades da Administração
Especialidades da Administração
 
Trabalho administração RP 2015
Trabalho administração RP 2015Trabalho administração RP 2015
Trabalho administração RP 2015
 
AULA DE EAB tecnicas
AULA DE EAB  tecnicasAULA DE EAB  tecnicas
AULA DE EAB tecnicas
 
ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEISASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ASPECTO INTRODUTÓRIO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
 
MasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdf
MasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdfMasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdf
MasterclassV_AnaliseFinanceiranaGestaoEmpresarial.pdf
 
Principios da contabidade
Principios da contabidadePrincipios da contabidade
Principios da contabidade
 
Apostila controladoria 1
Apostila controladoria 1Apostila controladoria 1
Apostila controladoria 1
 
Apostila controladoria ii
Apostila controladoria iiApostila controladoria ii
Apostila controladoria ii
 
Apresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPs
Apresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPsApresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPs
Apresentação da Concepção da pesquisa Controller em EPPs
 
0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis
0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis
0000000000000000000000000000000000000 estrutura das demostracoes_contabeis
 
Aula 05
Aula 05Aula 05
Aula 05
 
Postulados, Princípios e Convenções Contábeis
Postulados, Princípios e Convenções ContábeisPostulados, Princípios e Convenções Contábeis
Postulados, Princípios e Convenções Contábeis
 

Último

RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMETRESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
rihabkorbi24
 
Foi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Foi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxFoi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Foi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
lindalva da cruz
 
7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf
7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf
7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf
InsttLcioEvangelista
 
Introduction to EFFECTUATION concepts and applications
Introduction to EFFECTUATION concepts and applicationsIntroduction to EFFECTUATION concepts and applications
Introduction to EFFECTUATION concepts and applications
João de Paula Ribeiro Neto
 
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCCEstudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Paulo Emerson Pereira
 
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
Paulo Emerson Pereira
 

Último (6)

RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMETRESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
 
Foi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Foi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxFoi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Foi por amor.pptx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
 
7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf
7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf
7 - Gerenciamento e Economia de Sistemas de Operações Logísticas.pdf
 
Introduction to EFFECTUATION concepts and applications
Introduction to EFFECTUATION concepts and applicationsIntroduction to EFFECTUATION concepts and applications
Introduction to EFFECTUATION concepts and applications
 
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCCEstudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
 
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
 

Análise de demonstrações contábeis_-_UNIDADE1 .pptx

  • 1. Bem-vindo à disciplina ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Apresentação
  • 2. O QUE É A ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS? É buscar meios de aliar os conhecimentos adquiridos para mensurar e evidenciar informações contábeis para promover análise dos indicadores econômicos e financeiros da empresa e assim tomar decisões.
  • 3. A disciplina de ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS está dividida em três unidades: NA PRIMEIRA UNIDADE ESTUDAREMOS SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS. • TÓPICO 1 – ASPECTOS INTRODUTÓRIOS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES • TÓPICO 2 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – PARTE 1 • TÓPICO 3 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – PARTE 2
  • 4. A disciplina de ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS está dividida em três unidades: NA SEGUNDA UNIDADE ESTUDAREMOS SOBRE INDICADORES PARA GESTÃO EMPRESARIAL • TÓPICO 1 – ANÁLISE HORIZONTAL E ANÁLISE VERTICAL • TÓPICO 2 – ANÁLISE DOS INDICADORES DE LIQUIDEZ • TÓPICO 3 – INDICADORES DE ENDIVIDAMENTO E FATOR DE INSOLVÊNCIA
  • 5. A disciplina de ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS está dividida em três unidades: NA TERCEIRA UNIDADE ESTUDAREMOS SOBRE INDICADORES DE GESTÃO E AS ETAPAS DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. • TÓPICO 1 – INDICADORES DE RENTABILIDADE E ALAVANCAGEM • TÓPICO 2 – INDICADORES DE ROTATIVIDADE, CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL E CAPITAL DE GIRO • TÓPICO 3 – ETAPAS DA ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES
  • 6. Unidade 1 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS TÓPICO 1 – ASPECTOS INTRODUTÓRIOS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES TÓPICO 2 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – P1 TÓPICO 3 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – P2 Fonte: https://www.contabeis.com.br/artigos/5394/a-importancia-das- demonstracoes-contabeis/ Acesso em 06 jul 2022.
  • 7. A partir do estudo desta unidade, você deverá ser capaz de: • reconhecer os elementos das demonstrações contábeis, assim como o seu reconhecimento e mensuração; • diferenciar a apresentação de demonstrações contábeis individuais, consolidadas, separadas e combinadas; • compreender a estrutura das demonstrações contábeis, balanço patrimonial e demonstração de resultado; • reconhecer a importância das demais demonstrações para a realização de uma análise conjunta; • entender a função das notas explicativas; • compreender o objetivo dos demais relatórios, como o Relatório de Administração e do Conselho Fiscal.
  • 8. As demonstrações financeiras (também chamadas de demonstrações contábeis) são relatórios contábeis estruturados que fornecem informações sobre a situação patrimonial, financeira e econômica da empresa. Estas informações permitem aos seus usuários realizar tomada de decisões, assim como notar tendências futuras. Isto porque a finalidade da contabilidade é exatamente essa: fornecer informações para a tomada de decisão. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES O QUE É A ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES?
  • 9. A obrigatoriedade de se manter registros contábeis e elaborar demonstrações está presente: - Código Civil (Lei nº 10.406/02) – que disciplina o sistema de compra e venda - Lei nº 6.404/1976 – lei que rege as sociedades anônimas - Decreto nº 9.580/2018 (RIR – Regulamento do Imposto de Renda) - Pronunciamento Contábil CPC 26 – que rege as demonstrações contábeis TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 10. A Análise das Demonstrações Contábeis é a coleta de dados existentes nas Demonstrações Financeiras “com vistas à apuração de indicadores que permitem avaliar a capacidade de solvência (situação financeira), conhecer a estrutura patrimonial (situação patrimonial) e descobrir a potencialidade da entidade em gerar bons resultados (situação econômica)”. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 11. Os usuários das informações contábeis são os mais variados, por exemplo: - INVESTIDORES - BANCOS - FORNECEDORES - FUNCIONÁRIOS Agora, pense: dois usuários diferentes demandam os mesmos tipos de informações? E se forem ambos, por exemplo, Investidores? TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES USUÁRIOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
  • 12. A resposta é: cada usuário tem um objetivo diferente ao analisar as informações contábeis. Mesmo dois investidores podem focar em aspectos diferentes; um pode ter uma visão voltada ao curto prazo e busca analisar o retorno que a empresa vem proporcionando, enquanto o outro investidor vislumbra o longo prazo, mais preocupado em analisar os riscos envolvidos nesse investimento. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 13. “O analista financeiro extrairá elementos e fará julgamentos sobre o futuro da entidade objeto de análise. Portanto, é parte conclusiva da análise de balanço o julgamento do avaliador sobre a situação da empresa e suas possibilidades futuras” (PADOVEZE; BENEDICTO, 2010, p. 3). Por isso, é muito importante que o analista conheça bem tanto a empresa quanto o segmento em que essa empresa atua. E que não se utilize somente de uma demonstração financeira específica – o que impede uma visão clara da situação empresarial; o ideal é analisar as demonstrações financeiras em conjunto, assim como demais informações qualitativas e quantitativas às quais tiver acesso. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 14. Para que se consiga tomar decisões com base na análise das informações contábeis, precisa haver certa padronização, uma vez que analisar envolve uma comparação entre: a) dados históricos; b) padrões existentes em outros períodos da empresa; e c) indicadores de seus concorrentes. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 15. Para tentar padronizar internacionalmente as contabilizações e tratamento de eventos contábeis, existem normativas que visam guiar uma estrutura que possa ser base para análise das demonstrações e, assim, evitar distorções na comparação entre empresas. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 16. Fazem parte do Comitê de Pronunciamentos Contábeis: TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 18. É importante relembrar que os registros contábeis seguem o Regime de Competência, no qual “os efeitos das transações e outros eventos são reconhecidos quando ocorrem (e não quando caixa ou outros recursos financeiros são recebidos ou pagos) . TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
  • 19. Os elementos das Demonstrações Contábeis são: - ATIVOS; - PASSIVOS; - PATRIMÔNIO LÍQUIDO; - RECEITAS; - DESPESAS TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 21. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES ATIVO = Recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos passados, que tenha potencial de produzir benefícios econômicos futuros. Bens e Direitos Ativo Circulante (CP Ativo Não Circulante (LP) bancos, duplicatas a receber, estoques, máquinas e terrenos
  • 22. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES PASSIVO = Obrigação presente da entidade de transferir um recurso econômico como resultado de eventos passados. Obrigações com Terceiros Passivo Circulante (CP Passivo Não Circulante (LP) empréstimos a pagar, fornecedores a pagar, salários a pagar
  • 23. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES PATRIMÔNIO LÍQUIDO = É a participação residual nos ativos da entidade após a dedução de todos os seus passivos. Obrigações com Sócios Patrimônio Líquido capital social, reservas de capital, lucros ou prejuízos acumulados
  • 24. O Passivo mostra a origem dos capitais que estão à disposição da empresa. O Ativo mostra em que esses capitais foram aplicados. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES EQUAÇÃO FUNDAMENTAL
  • 25. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES Há também o diferencial entre capital próprio e capital de terceiros
  • 26. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES Podemos ver que do lado esquerdo temos as contas do Ativo, enquanto do lado direito temos as contas do Passivo + Patrimônio Líquido. O equilíbrio encontrado na equação fundamental da contabilidade é que o valor total do Ativo sempre será igual ao valor do Passivo + Patrimônio Líquido.
  • 29. Do confronto entre Receitas e Despesas se chega ao Resultado da empresa. Ou seja, se a empresa teve mais Receitas que Despesas, ela obteve Lucro. Se ela teve mais despesas que Receitas, ela incorreu em Prejuízo. TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES
  • 31. Características qualitativas de informações financeiras úteis: RELEVÂNCIA E REPRESENTAÇÃO FIDEDIGNA TÓPICO1 -ASPECTOSINTRODUTÓRIOSDAANÁLISE DASDEMONSTRAÇÕES CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO
  • 33. TÓPICO2 -ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS PARTE1 Balanço Patrimonial (BP). Demonstração do Resultado (DRE). Demonstração dos Resultados Abrangentes (DRA). https://brainly.com.br/tarefa/52151034
  • 34. Conseguem-se retirar informações importantes de cada uma das demonstrações individualmente, porém, é em uma análise conjunta de todas as demonstrações disponíveis que se alcança um resultado mais acurado. Isso porque muitas informações constantes em uma demonstração podem ser destrinchadas de forma mais complexa e detalhada em outra. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
  • 35. O Balanço Patrimonial demonstra a situação patrimonial de uma empresa em um determinado momento. É muito utilizada a comparação com uma fotografia, pois apresenta um momento estático da empresa. O Ativo (bens e direitos) da Entidade é apresentado no lado esquerdo do BP, enquanto o Passivo (obrigações) e o Patrimônio Líquido (diferença entre o Ativo e o Passivo) são apresentados do lado direito do BP. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1 BALANÇO PATRIMONIAL
  • 37. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1 Ativo Não Circulante Realizável a longo prazo – Itens semelhantes aos circulantes, mas que possuem menor liquidez, logo, serão realizáveis no longo prazo Investimento – Não relacionados à atividade da empresa nem se destinam a negociações: entram as participações em outras sociedades, imóveis alugados a terceiros (com objetivo de obter renda), obras de arte etc. Imobilizado – Bens corpóreos (físicos), que se destinam à manutenção da atividade da entidade, e que “é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; e (b) se espera utilizar por mais de um período” Intangível – “Bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade. São exemplos: direitos autorais, patentes, marcas, [...] gastos com desenvolvimento de novos produtos etc.” Ativo Circulante
  • 41. O nome é Balanço Patrimonial para demonstrar o equilíbrio entre os dois lados: o total do Ativo (lado esquerdo do balanço) sempre é igual ao total do Passivo + Patrimônio Líquido (lado direito do balanço). Fica claro na marcação inserida na imagem do BP da Metisa. Na primeira coluna de valores, referentes a 2020 da Controladora, o valor tanto do Ativo quanto do Passivo é R$356.254.072. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
  • 42. A Demonstração do Resultado (DRE) mostra o resultado líquido do período (Lucro ou Prejuízo), através do confronto entre as receitas e despesas. “Em linhas gerais, o resultado é apurado deduzindo-se das receitas todas as despesas (inclusive os custos, que nesse momento se transformam em despesas) que a empresa incorreu no referido período”. Por isso, é apresentado como forma dedutiva, pois deduz-se das Receitas as Despesas. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (DRE)
  • 44. Receita líquida: “Nas publicações deve-se começar a Demonstração com a Receita Líquida, ficando a conciliação entre esse valor e a Receita Bruta evidenciada apenas em nota explicativa” Receita Bruta seria o total bruto vendido no período, e para chegar à Receita Líquida são realizadas as Deduções, que basicamente incorporam as Devoluções (cancelamentos de venda), Abatimentos (descontos incondicionais concedidos) e Impostos sobre as vendas (que na realidade pertencem ao governo, não à empresa, que é simplesmente uma intermediária, responsável por cobrar do adquirente e repassar o valor ao governo). TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
  • 45. Da Receita Líquida se deduz o Custo das Mercadorias Vendidas ou Custo dos Serviços Prestados, chegando no Lucro Bruto. São listados então as Despesas Operacionais, ou seja, aquelas relacionadas com a atividade-fim da empresa, como as Despesas de Venda e as Despesas Administrativas. Chega-se, então, ao Lucro Operacional antes do Resultado Financeiro. O Resultado Financeiro é obtido pelo confronto entre Receitas Financeiras e Despesas Financeiras. Somando-se ou subtraindo-se o resultado (dependendo se for positivo ou negativo), chega-se ao Resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social. Deduzindo a provisão do Imposto de Renda e Contribuição Social, chega-se, por fim, ao Lucro Líquido do Exercício. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
  • 47. Aprendemos que a Demonstração do Resultado demonstra o confronto entre as receitas realizadas e as despesas incorridas no período. Então, o que é abrangido na Demonstração dos Resultados Abrangentes – DRA? As mutações que ocorreram no Patrimônio Líquido e que não passaram pelo Resultado, desde que não decorram de transações com os proprietários. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ABRANGENTES (DRA)
  • 48. A DRA inicia pelo Resultado Líquido do Exercício, retirado do final da DRE, podendo ser lucro ou prejuízo. Os resultados abrangentes incluem, entre outros, variações na reserva de reavaliação quando permitidas legalmente, ganhos e perdas atuariais em planos de pensão e ganhos e perdas derivados de conversão de demonstrações contábeis de operações no exterior. TÓPICO2–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P1
  • 50. TÓPICO3 -ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS PARTE2 Demonstração das mutações do patrimônio líquido – DMPL Demonstração do valor adicionado – DVA Demonstração dos fluxos de caixa – DFC Notas Explicativas Relatório da auditoria, da Administração, do Conselho fiscal https://brainly.com.br/tarefa/52151034
  • 51. Esta demonstração apresenta as mutações que ocorreram em todas as contas do Patrimônio Líquido. Com ela, consegue-se verificar o que aconteceu com a riqueza da empresa, ou seja, de que forma houve alterações no seu capital próprio. “Sua estrutura é bastante simples: nas colunas, são indicadas as contas do PL (com uma coluna final para apresentar o total das contas); e nas linhas, são apresentadas as operações que provocaram alterações das contas do PL durante o período de apresentação”. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – DMPL
  • 53. Demonstra quanto de riqueza foi produzida pela empresa e distribuída aos seus funcionários, ao governo, aos proprietários e aos fornecedores de capital. Seu objetivo é levar à sociedade mais ampla os valores agregados pela entidade no desenvolvimento de suas atividades. Logo, consegue-se visualizar na DVA a riqueza que foi efetivamente gerada pela empresa e de que forma ela foi distribuída em prol da sociedade. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO – DVA
  • 54. Tal demonstração é gerada a partir das mesmas informações constantes na DRE, porém com outra apresentação, pois seu foco é diferente. É dividida em duas partes: A primeira apresenta o cálculo do valor adicionado pela empresa, ou seja, a riqueza gerada por ela. A segunda parte apresenta a distribuição do valor adicionado, ou seja, de que forma a riqueza gerada foi distribuída. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
  • 57. A DFC busca apresentar o efeito das operações ocorridas no caixa da empresa. Isso porque a Contabilidade mantém o registro dos eventos pelo regime de competência, ou seja, não necessariamente há alteração no caixa; por exemplo, no caso de uma venda à prazo, a contabilização não envolve movimentação de recebimento em dinheiro, e sim de um direito a receber posteriormente. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
  • 58. Na construção da Demonstração dos Fluxos de Caixa, são três os grupos nos quais são distribuídos os eventos que afetam o caixa: TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
  • 59. A DFC pode ser estruturada de duas formas diferentes: pelo Método Direto ou pelo Método Indireto. No Método Direto, apresentam-se as principais classes de pagamentos e recebimentos divididos entre os três grupos de atividades (operacionais, de investimento e de financiamento). Já no Método Indireto, inicia-se pelo Lucro Líquido do Exercício, conciliando-o com as transações que não afetaram diretamente o caixa e equivalentes de caixa. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 Apesar de o Método Direto ser o mais fácil de compreender pelos usuários, em geral as empresas costumam publicar pelo Método Indireto
  • 62. As Demonstrações Financeiras apresentam saldos contábeis de forma estruturada, mas só olhando os valores constantes nos saldos é difícil ter informações suficientes para uma tomada de decisão. É aí que entram as Notas Explicativas, que apresentam a descrição sobre qual a base utilizada para a elaboração das demonstrações financeiras, descrevem as práticas e estimativas contábeis escolhidas pela empresa, trazem informações adicionais sobre a composição dos saldo etc. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 NOTAS EXPLICATIVAS
  • 63. Às vezes, a função da Nota Explicativa é simplesmente explicar os valores que compõem o saldo presente nas Demonstrações, de forma que o analista consiga visualizar do que realmente é composto aquele valor. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 EXEMPLO
  • 64. O Relatório da Auditoria é obrigatório às sociedades anônimas de capital aberto, sociedades fechadas de grande porte e alguns outros tipos de entidade (como as instituições financeiras, por exemplo), é realizado pela Auditoria Independente, ou seja, alheia à empresa, não submisso à gestão da empresa. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 RELATÓRIO DA AUDITORIA
  • 65. O principal objetivo da auditoria é a emissão de um parecer acerca das demonstrações contábeis face aos princípios contábeis geralmente aceitos, normas brasileiras de contabilidade, demais legislações aplicáveis e práticas adotadas no Brasil. São 4 os tipos de PARECERES: TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2
  • 67. O Relatório da Administração apresenta uma visão única da entidade e suas operações, pois é nele que os administradores conversam com os usuários das informações contábeis, tentando repassar de forma clara e objetiva informações e conhecimentos que só eles possuem, por gerirem a empresa e conhecerem profundamente suas especificidades, operações e processos. Muitas vezes é essa visão interna e detalhada que fornece informações que suportam o entendimento das Demonstrações e Notas Explicativas em si. TÓPICO3–ESTRUTURADASDEMONSTRAÇÕESFINANCEIRAS–P2 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO