SlideShare uma empresa Scribd logo
TEMPO E HISTÓRIA
Cap.1 Pág. 10
Cap. 1 – pág. 10
História
Para que
serve?
Por que
estudar?
O que
é?
Para
que
estudar?
O que é História?
Cap. 1 – pág. 10
• Uma ciência?
• Uma narrativa?
• Contar o passado?
• Uma investigação?
História (do grego
antigo ἱστορία,:
historía, que significa
"pesquisa",
"conhecimento
advindo da
investigação")
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist
%C3%B3ria
Cap. 1 – pág. 10
Há história desde que existem seres humanos sobre
a face da Terra, contudo o conhecimento histórico, enquanto
tal, começou a ser sistematizado na Grécia Antiga por
historiadores como Heródoto e Tucídides.
Observe ao seu redor, a começar pela imagem no data
show, a sala de aula a sua volta, ouça e sinta o meio em que
você está.
Todas as coisas que você acabou de
observar têm uma história, até mesmo
aquilo que está dentro de você em termos
de pensamentos e sentimentos na forma
de você sentir e perceber, em outras
palavras tudo tem uma história.
O questionamento no estudo da História
Cap. 1 – pág. 10
•Por que eu me visto desta forma?
•Por que falo Português?
•Por que gosto desse estilo de música?
•Que profissão eu pretendo seguir?
Será que escolhemos tudo isso sozinhos, ou será que
existe uma influência da sociedade nas respostas a essas
perguntas?
Perceba que para responder a cada uma dessas
perguntas (até mesmo sobre o que se espera do futuro) você
terá que recorrer ao passado, terá que recorrer à memória e a
um certo conhecimento histórico.
Cap. 1 – pág. 10
Uma das questões centrais da História
 A compreensão das relações entre passado e presente.
História
 Disciplina que se dedica à interpretação das vivências
humanas em épocas e lugares distintos.
Nesse processo de interpretação
istoriadores
Procuram investigar o que mulheres e homens fizeram, pensaram
e sentiram no decorrer de suas vidas, no cenário de suas culturas;
Pesquisam a história de instituições de diferentes
sociedades;
o trabalho abrange, portanto, aspectos da vida econômica, política,
Cap. 1 – pág. 10
História vem do grego histor
• A utilização da palavra história, pela primeira
vez, foi na Grécia Antiga.
• Ela origina-se de histor, palavra grega que
significa testemunho.
• Depois, a história foi identificada como
narração, isto é, o historiador seria um
memorialista escrevendo, no presente, sobre
os acontecimentos do passado.
• Mais tarde, ela continuou sendo entendida
como narrativa, mas ganhou uma finalidade
didática – ensinar e criar modelos de
comportamento para os seres humanos.
Mas qual o conceito de história?
Cap. 1 – pág. 10
• História é tudo o que
está relacionado às
pessoas, desde o
momento em que
surgiram, sua evolução e
sua presença através
dos tempos.
• O dicionário Aurélio
define História de forma
tradicional como
narrativa de fatos e
conhecimento adquirido
pela tradição ou por
documentos.
História: Narração metódica dos fatos
notáveis ocorridos na vida dos povos,
em particular na vida da humanidade em
geral; conjunto de conhecimentos
adquiridos através da tradição e/ou
mediante documentos, acerca da
evolução do passado da humanidade.
FERREIRA. Aurélio Buarque de Holanda.
Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da
língua portuguesa. 3ed.
Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1999.
Ciência dos
homens do
tempo
Cap. 1 – pág. 10
Então, História é
Estuda a ação
dos homens
Estudo do
passado
Narração de
fatos
Processo
dinâmico
Objeto de estudo da História
• A ideia que o passado passa a ser
objeto de uma ciência é absurda.
• O objeto da história é por natureza o
homem. (Marc Bloch)
Cap. 1 – pág. 10
O homem como sujeito histórico
• Os seres humanos
sempre fizeram registros
históricos. Nossos
indígenas, por exemplo,
já registravam o
cotidiano por meio da
confecção de utensílios
(machadinhas de pedra,
enfeites de penas de
pássaros, objetos de
cerâmica) ou pinturas em
cavernas, dez mil anos
atrás.
Cap. 1 – pág. 10
Daka Homo erectus
Imagem: Henry Gilbert and Kathy Schick / Creative Commons Attribution-Share
Alike 3.0 Unported
Cap. 1 – pág. 10
FONTES HISTÓRICAS
• Os historiadores trabalham com variadas fontes em
suas pesquisas.
• As fontes sugerem indícios, pistas, indicações sobre o
tema pesquisado devem ser interpretadas pelo
historiador.
• As fontes históricas podem ser classificadas de várias
maneiras: recentes ou antigas, privadas ou públicas,
representativas da cultura material ou imaterial etc.
Cap. 1 – pág. 10
FONTES HISTÓRICAS
Existem também fontes orais e muitas outras, pois
na verdade tudo que se relaciona com o ser
humano de alguma forma pode ser considerado
fonte histórica. Podemos dizer que há dois tipos de
fontes: as escritas e as não escritas.
Cap. 1 – pág. 10
Cap. 1 – pág. 10
 A historiografia – produto do trabalho do historiador –
não pode ser isolada de sua época.
 o historiador ao interpretar e escrever sua história
também vive seu tempo e seu contexto histórico.
 Desse modo, a historiografia pode ser expressão de sua
época e também reação a ela.
 O trabalho que o historiador elabora depende de uma
série de concepções que ele desenvolve ( escolhas,
recortes, definição do objeto enfocado (tema, método e
projeto de pesquisa), seleção das fontes históricas a
serem utilizadas).
 Em consequência, as conclusões a que chegam os
historiadores nunca podem ser consideradas absolutas e
definitivas.
 A historiografia não deve ter a pretensão de fixar
verdades absolutas, prontas e acabadas.
 A HISTÓRIA como forma de conhecimento, é uma
atividade contínua de pesquisa.
TEMPO: diferentes percepções e medições
• A noção de tempo abrange aspectos cronológicos, psicológicos e o
aspecto histórico-social.
Cap. 1 – pág. 10
TEMPO HISTÓRICO - se relaciona com as percepções sobre mudanças e
permanências nos modos de ser e de viver das sociedades.
Imagem 1
Imagem 2
O mesmo tema trabalhado em épocas e com técnicas diferentes. A imagem 1 representa Romeu e Julieta em uma pintura a óleo de Ford
Madox Brown, datada de 1870, retratando a famosa cena do terraço da obra literária Romeu e Julieta de William Shakespeare(1564-1616).
A imagem 2 é uma cena do filme Romeu e Julieta , de 1996, direção de Baz Luhrmann, com Leonardo DiCaprio e Claire Danes.
Cap. 1 – pág. 10 MEDIÇÕES DO TEMPO
MEDIÇÕES DO TEMPO
• O modo como
atualmente medimos o
tempo, geralmente pelo
relógio, não é universal –
ou seja, não é válido
para todas as épocas e
todos os povos.
• Trata-se apenas de uma
possibilidade de medição
desenvolvida em nossa
cultura, sendo, portanto,
uma construção
histórica, isto é, relativa
a um lugar e a uma
época, portanto, a uma
sociedade.
Miniatura flamenga do século XV ilustra os
primeiros relógios mecânicos na Europa
ocidental.
Cap. 1 – pág. 10
Cap. 1 – pág. 10
CALENDÁRIO
• Relacionado aos interesses de uma sociedade;
• sistema que estabelece um modo de contar o tempo;
• São uma criação sociocultural ou uma construção histórica;
• Baseado em observações astronômicas, crenças religiosas ou
outros valores sociais de um povo;
• Supõe-se que foram criados entre 3 mil e 2 mil anos antes de
Cristo – Chineses, egípcios ou sumérios – base na observação
do Sol e a Lua.
• Atualmente, o calendário cristão é o mais utilizado no mundo,
embora, nem todos os povos o tenham adotado. Muçulmanos
e judeus, por exemplo, têm sistemas próprios de contagem de
tempo.
O processo de globalização contemporâneo levou os diversos
povos do mundo a se comunicar, nas relações internacionais, em
termos de um calendário global, mesmo preservando os marcos
locais das diversas culturas.
• Os
calendários
apresentam
um sistema
temporal para
a organização
das atividades
humanas,
como a
agricultura, a
caça, as
festas, o
trabalho, as
cerimônias
religiosas etc.
Reprodução
de ilustração
de manuscrito
francês do
século XV, do
Manual
agrícola, de
Pietro de
Crescenzi,
representando
diversas
atividades
agrícolas,
conforme o
mês do ano.
Cap. 1 – pág. 10
• Marco básico da contagem do tempo o nascimento de Cristo,
situado pelo monge Dionísio, o Pequeno (532) no ano de 753
de Roma.
• As datas anteriores ao nascimento de Cristo recebem a
abreviatura a.C.(antes de Cristo) e as datas posteriores podem
vir acompanhadas ou não da abreviatura d.C. (depois de
Cristo).
• O calendário cristão foi ajustado no século XVI pelo papa
Gregório XIII (reforma gregoriana) – posto em prática a partir
de 1582.
• O tempo é organizado em dias, semanas, meses e anos.
CALENDÁRIO CRISTÃO
• Décadas = agrupados de dez em dez
anos
• Séculos= agrupados de cem em cem
anos
• Milênios – agrupados de mil em mil anos
Períodos
O século é uma unidade de tempo muito utilizada nos
estudos de História. Costuma ser indicado por
algarismos romanos, tradição que vem da Roma Antiga.
Cap. 1 – pág. 10
PERIODIZAÇÕES HISTÓRICAS
• Periodizar significa “separar ou dividir em períodos”, isto é, em
espaços de tempo demarcados por eventos considerados
significativos e caracterizados, entre si, por traços
contrastantes.
• Os historiadores elaboram periodizações históricas como forma
de ordenar, compreender e avaliar os acontecimentos e temas
estudados.
• Como as periodizações são concebidas pelos historiadores, elas
expressam o ponto de vista interpretativo de quem as
elaborou.
• A periodização tradicional, elaborada por historiadores
europeus que davam maior importância às fontes escritas e aos
fatos políticos europeus. Por isso, chamaram de Pré-História o
período anterior à invenção da escrita.
• Estabeleceram como marcos divisórios das “idades” de uma
suposta história universal acontecimentos ocorridos na Europa
ou a ela relacionados. Deixaram de lado a história de
sociedades em outros continentes, como América, Ásia e
África.
 A presença de restos de
grandes animais no Nordeste e
no Ceará evidencia com clareza
que os aspectos da geografia,
no passado, eram bem
diferentes de hoje, indicando
que o clima era bem mais
úmido que o atual, com uma
maior distribuição de chuvas.
 A vegetação era mais
abundante que a de nossos
dias, pois as espécies
necessitavam de grandes
quantidades de alimentos.
 No passado distante o clima do
Nordeste era mais ameno, não
havendo as secas que tanto
castigam hoje a região. Reprodução de uma preguiça gigante: ossadas desse
animal foram encontradas em Tauá e Itapipoca.
PRINCIPAIS MARCOS DESSA PERIODIZAÇÃO
TRADICIONAL
Pré-História
• Do surgimento
do ser humano
até o
aparecimento
da escrita
(c.4000ª.C.)
Idade Antiga ou
Antiguidade
• Do
aparecimento
da escrita até a
queda do
Império
Romano do
Ocidente (476
d.C.)
Idade Média
• Da queda do
Império
Romano do
Ocidente até a
tomada de
Constantinopla
pelos turcos
(1453)
Idade Moderna
• Da tomada de
Constantinopla
até a
Revolução
Francesa
(tomada da
Bastilha, 1789)
Idade
Contemporânea
• Da Revolução
Francesa até
os dias atuais.
Cap. 1 – pág. 10
Cap. 1 – pág. 10
CRÍTICAS À PERIODIZAÇÃO TRADICIONAL
 O termo Pré-História costuma ser criticado, pois o ser humano,
desde seu surgimento, é um ser histórico, mesmo que não
tenha utilizado a escrita. Podemos eventualmente nos referir a
essa expressão, desde que sejamos cientes de que todo passado
humano faz parte da história, isto é, das inúmeras histórias.
Afinal, o ser humano é sempre um agente histórico.
Povos sem escrita = povo pré-letrado ou povo ágrafo (sem escrita).
 O caráter europocêntrico (base de estudo algumas regiões da
Europa, do Oriente Médio e do norte da África). Portanto não
pode ser aplicada a todas as sociedades do mundo.
 É impossível que um único fato possa inaugurar ou encerrar um
período histórico. Em geral, as grandes mudanças históricas
fazem parte de um processo longo e gradativo, embora haja o
costume de se adotar determinado evento para simbolizar tais
transformações.
 Toda periodização contém algo de arbitrário. Todavia, pode
funcionar como forma de convenção social.
Cap. 1 pág. 10: Tempo e História
 Todo ser humano é um sujeito histórico, logo, tem uma parcela
de responsabilidade na construção da realidade em que está
inserido.
 O estudo da história exige o diálogo permanente entre
diferentes ciências que, associadas, ajudam a compreender e a
explicar a vida dos grupos humanos em diferentes épocas e
espaços.
 Para realizar seus estudos, os historiadores recorrem às fontes
históricas, vestígios deixados pelo homem ao longo de sua
existência. As fontes históricas podem ser escritas e não-
escritas.
Cap. 1 pág. 10: Tempo e História
 Medidas de tempo como hora, dia, mês e ano foram
estabelecidas para organizar a vida em sociedade.
 Os historiadores também utilizam medidas que correspondem a
períodos de tempo mais longos, como século e milênio.
 O tempo cronológico é diferente do tempo histórico. Enquanto
o primeiro é uma forma de medir o tempo por meio de relógios
e calendários, o segundo é utilizado pelos historiadores para
estabelecer semelhanças e diferenças entre povos que vivem no
mesmo tempo cronológico ou não.
• Compreendendo - Pág. 14 (1 a 4);
• Compreendendo - Pág. 19 (1 a 6);
• De olho na universidade pág. 21 – questão 1.
Cap. 1 – pág. 10
PERGUNTAS
E RESPOSTAS

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

1° ano - E.M. - Introdução à história
1° ano - E.M. - Introdução à história1° ano - E.M. - Introdução à história
1° ano - E.M. - Introdução à história
Daniel Alves Bronstrup
 
Pré História
Pré   História Pré   História
Pré História
Fatima Freitas
 
Introdução à história
Introdução à históriaIntrodução à história
Introdução à história
Paulo Alexandre
 
O Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o anoO Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o ano
Lucas Degiovani
 
História e tempo
História e tempoHistória e tempo
História e tempo
dmflores21
 
Introdução aos estudos históricos
Introdução aos estudos históricosIntrodução aos estudos históricos
Introdução aos estudos históricos
Paulo Alexandre
 
Aula fontes históricas- 6º anos
Aula fontes históricas- 6º anosAula fontes históricas- 6º anos
Aula fontes históricas- 6º anos
Carlos Néri
 
História, fontes e historiadores
História, fontes e historiadoresHistória, fontes e historiadores
História, fontes e historiadores
Ivanilton Junior
 
O Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANOO Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANO
Diego Bian Filo Moreira
 
Neolítico revolução agrícola e as primeiras cidades
Neolítico   revolução agrícola e as primeiras cidadesNeolítico   revolução agrícola e as primeiras cidades
Neolítico revolução agrícola e as primeiras cidades
Douglas Barraqui
 
1° ano aula slide - feudalismo
1° ano   aula slide - feudalismo1° ano   aula slide - feudalismo
1° ano aula slide - feudalismo
Daniel Alves Bronstrup
 
Para que estudar História
Para que estudar HistóriaPara que estudar História
Para que estudar História
Liz Prates
 
O TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇO
O TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇOO TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇO
O TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇO
Ana Selma Sena Santos
 
Slide feudalismo 7 ano
Slide feudalismo 7 anoSlide feudalismo 7 ano
Slide feudalismo 7 ano
profbrenoazevedo
 
Iluminismo
IluminismoIluminismo
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Nefer19
 
A Formação dos Estados Nacionais
A Formação dos Estados NacionaisA Formação dos Estados Nacionais
A Formação dos Estados Nacionais
Douglas Barraqui
 
A Idade Moderna
A Idade ModernaA Idade Moderna
A Idade Moderna
Paulo Alexandre
 
Antigas civilizações
Antigas civilizações Antigas civilizações
Antigas civilizações
Adail Silva
 
1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america
Paulo Alexandre
 

Mais procurados (20)

1° ano - E.M. - Introdução à história
1° ano - E.M. - Introdução à história1° ano - E.M. - Introdução à história
1° ano - E.M. - Introdução à história
 
Pré História
Pré   História Pré   História
Pré História
 
Introdução à história
Introdução à históriaIntrodução à história
Introdução à história
 
O Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o anoO Tempo e a História - 6o ano
O Tempo e a História - 6o ano
 
História e tempo
História e tempoHistória e tempo
História e tempo
 
Introdução aos estudos históricos
Introdução aos estudos históricosIntrodução aos estudos históricos
Introdução aos estudos históricos
 
Aula fontes históricas- 6º anos
Aula fontes históricas- 6º anosAula fontes históricas- 6º anos
Aula fontes históricas- 6º anos
 
História, fontes e historiadores
História, fontes e historiadoresHistória, fontes e historiadores
História, fontes e historiadores
 
O Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANOO Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANO
 
Neolítico revolução agrícola e as primeiras cidades
Neolítico   revolução agrícola e as primeiras cidadesNeolítico   revolução agrícola e as primeiras cidades
Neolítico revolução agrícola e as primeiras cidades
 
1° ano aula slide - feudalismo
1° ano   aula slide - feudalismo1° ano   aula slide - feudalismo
1° ano aula slide - feudalismo
 
Para que estudar História
Para que estudar HistóriaPara que estudar História
Para que estudar História
 
O TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇO
O TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇOO TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇO
O TEMPO NA HISTÓRIA - HISTÓRIA TEMPO E ESPAÇO
 
Slide feudalismo 7 ano
Slide feudalismo 7 anoSlide feudalismo 7 ano
Slide feudalismo 7 ano
 
Iluminismo
IluminismoIluminismo
Iluminismo
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
 
A Formação dos Estados Nacionais
A Formação dos Estados NacionaisA Formação dos Estados Nacionais
A Formação dos Estados Nacionais
 
A Idade Moderna
A Idade ModernaA Idade Moderna
A Idade Moderna
 
Antigas civilizações
Antigas civilizações Antigas civilizações
Antigas civilizações
 
1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america
 

Semelhante a 1 tempo e historia - 1ºano do Ensino Médio

Aula de introdução aos estudos Históricos
Aula de introdução aos estudos Históricos  Aula de introdução aos estudos Históricos
Aula de introdução aos estudos Históricos
Mariana Willendorff Oliveira
 
Revisão galielu
Revisão galieluRevisão galielu
Revisão galielu
Privada
 
África: o berço da humanidade
África: o berço da humanidadeÁfrica: o berço da humanidade
África: o berço da humanidade
Tyrone Mello
 
Prevupe - Introdução aos estudos históricos
Prevupe - Introdução aos estudos históricosPrevupe - Introdução aos estudos históricos
Prevupe - Introdução aos estudos históricos
Rodrigo Ferreira
 
Revisão galielu
Revisão galieluRevisão galielu
Revisão galielu
Privada
 
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptxINTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
Frederico Marques Sodré
 
Introdução à história em
Introdução à história emIntrodução à história em
Introdução à história em
Adriana Gomes Messias
 
Módulo 0
Módulo 0Módulo 0
Módulo 0
cattonia
 
Aulas história 6_ano
Aulas história 6_anoAulas história 6_ano
Aulas história 6_ano
tyromello
 
Introdução - O trabalho do Historiador
Introdução - O trabalho do HistoriadorIntrodução - O trabalho do Historiador
Introdução - O trabalho do Historiador
Andre Lucas
 
Introdução aos Estudos Históricos
Introdução aos Estudos HistóricosIntrodução aos Estudos Históricos
Introdução aos Estudos Históricos
EM Pedra Branca
 
O que é historia?
O que é historia? O que é historia?
O que é historia?
REYSDS
 
Introducao historia
Introducao historiaIntroducao historia
Introducao historia
Elisângela Martins Rodrigues
 
Histor 01
Histor 01Histor 01
Introdução à história
Introdução à históriaIntrodução à história
Introdução à história
Zé Knust
 
A ciência histórica.pptx
A ciência histórica.pptxA ciência histórica.pptx
A ciência histórica.pptx
FlviaCristina51
 
1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia
Lucas Cechinel
 
1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia
Lucas Cechinel
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
Vítor Santos
 
História conceitos
História   conceitosHistória   conceitos
História conceitos
Neryvann Cliff
 

Semelhante a 1 tempo e historia - 1ºano do Ensino Médio (20)

Aula de introdução aos estudos Históricos
Aula de introdução aos estudos Históricos  Aula de introdução aos estudos Históricos
Aula de introdução aos estudos Históricos
 
Revisão galielu
Revisão galieluRevisão galielu
Revisão galielu
 
África: o berço da humanidade
África: o berço da humanidadeÁfrica: o berço da humanidade
África: o berço da humanidade
 
Prevupe - Introdução aos estudos históricos
Prevupe - Introdução aos estudos históricosPrevupe - Introdução aos estudos históricos
Prevupe - Introdução aos estudos históricos
 
Revisão galielu
Revisão galieluRevisão galielu
Revisão galielu
 
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptxINTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
 
Introdução à história em
Introdução à história emIntrodução à história em
Introdução à história em
 
Módulo 0
Módulo 0Módulo 0
Módulo 0
 
Aulas história 6_ano
Aulas história 6_anoAulas história 6_ano
Aulas história 6_ano
 
Introdução - O trabalho do Historiador
Introdução - O trabalho do HistoriadorIntrodução - O trabalho do Historiador
Introdução - O trabalho do Historiador
 
Introdução aos Estudos Históricos
Introdução aos Estudos HistóricosIntrodução aos Estudos Históricos
Introdução aos Estudos Históricos
 
O que é historia?
O que é historia? O que é historia?
O que é historia?
 
Introducao historia
Introducao historiaIntroducao historia
Introducao historia
 
Histor 01
Histor 01Histor 01
Histor 01
 
Introdução à história
Introdução à históriaIntrodução à história
Introdução à história
 
A ciência histórica.pptx
A ciência histórica.pptxA ciência histórica.pptx
A ciência histórica.pptx
 
1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia
 
1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia1 refletindo a-historia
1 refletindo a-historia
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
 
História conceitos
História   conceitosHistória   conceitos
História conceitos
 

Mais de Marilia Pimentel

1 colonizações espanhóis e ingleses na américa
1  colonizações espanhóis e ingleses na américa1  colonizações espanhóis e ingleses na américa
1 colonizações espanhóis e ingleses na américa
Marilia Pimentel
 
1 história, cultura, patrimônio e tempo
1   história, cultura, patrimônio e tempo1   história, cultura, patrimônio e tempo
1 história, cultura, patrimônio e tempo
Marilia Pimentel
 
2 revolução russa
2  revolução russa2  revolução russa
2 revolução russa
Marilia Pimentel
 
1 primeira guerra mundial
1   primeira guerra mundial 1   primeira guerra mundial
1 primeira guerra mundial
Marilia Pimentel
 
3 revolução industrial
3   revolução industrial3   revolução industrial
3 revolução industrial
Marilia Pimentel
 
2 iluminismo e despotismo
2   iluminismo e despotismo2   iluminismo e despotismo
2 iluminismo e despotismo
Marilia Pimentel
 
1 antigo regime e revolução inglesa
1  antigo regime e revolução inglesa1  antigo regime e revolução inglesa
1 antigo regime e revolução inglesa
Marilia Pimentel
 
3 - As primeiras sociedades
3 -  As primeiras sociedades3 -  As primeiras sociedades
3 - As primeiras sociedades
Marilia Pimentel
 
2 origem humana
2   origem humana2   origem humana
2 origem humana
Marilia Pimentel
 
História do Brasil: da República a Era Vargas
História do Brasil: da República a Era VargasHistória do Brasil: da República a Era Vargas
História do Brasil: da República a Era Vargas
Marilia Pimentel
 
Segundo Reinado (1840 – 1889)
Segundo Reinado (1840 – 1889)Segundo Reinado (1840 – 1889)
Segundo Reinado (1840 – 1889)
Marilia Pimentel
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831  1840)Período regencial (1831  1840)
Período regencial (1831 1840)
Marilia Pimentel
 
Primeiro reinado
Primeiro reinadoPrimeiro reinado
Primeiro reinado
Marilia Pimentel
 
Independência do brasil
Independência do brasilIndependência do brasil
Independência do brasil
Marilia Pimentel
 
História do Brasil: Brasil Colônia
História do Brasil: Brasil ColôniaHistória do Brasil: Brasil Colônia
História do Brasil: Brasil Colônia
Marilia Pimentel
 
História do Brasil : Brasil Colônia
História do Brasil : Brasil ColôniaHistória do Brasil : Brasil Colônia
História do Brasil : Brasil Colônia
Marilia Pimentel
 
Séculos finais da idade média
Séculos finais da idade médiaSéculos finais da idade média
Séculos finais da idade média
Marilia Pimentel
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
Marilia Pimentel
 
Mundo islâmico: ontem e hoje
Mundo islâmico: ontem e hojeMundo islâmico: ontem e hoje
Mundo islâmico: ontem e hoje
Marilia Pimentel
 
Igreja e cultura medieval
Igreja e cultura medievalIgreja e cultura medieval
Igreja e cultura medieval
Marilia Pimentel
 

Mais de Marilia Pimentel (20)

1 colonizações espanhóis e ingleses na américa
1  colonizações espanhóis e ingleses na américa1  colonizações espanhóis e ingleses na américa
1 colonizações espanhóis e ingleses na américa
 
1 história, cultura, patrimônio e tempo
1   história, cultura, patrimônio e tempo1   história, cultura, patrimônio e tempo
1 história, cultura, patrimônio e tempo
 
2 revolução russa
2  revolução russa2  revolução russa
2 revolução russa
 
1 primeira guerra mundial
1   primeira guerra mundial 1   primeira guerra mundial
1 primeira guerra mundial
 
3 revolução industrial
3   revolução industrial3   revolução industrial
3 revolução industrial
 
2 iluminismo e despotismo
2   iluminismo e despotismo2   iluminismo e despotismo
2 iluminismo e despotismo
 
1 antigo regime e revolução inglesa
1  antigo regime e revolução inglesa1  antigo regime e revolução inglesa
1 antigo regime e revolução inglesa
 
3 - As primeiras sociedades
3 -  As primeiras sociedades3 -  As primeiras sociedades
3 - As primeiras sociedades
 
2 origem humana
2   origem humana2   origem humana
2 origem humana
 
História do Brasil: da República a Era Vargas
História do Brasil: da República a Era VargasHistória do Brasil: da República a Era Vargas
História do Brasil: da República a Era Vargas
 
Segundo Reinado (1840 – 1889)
Segundo Reinado (1840 – 1889)Segundo Reinado (1840 – 1889)
Segundo Reinado (1840 – 1889)
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831  1840)Período regencial (1831  1840)
Período regencial (1831 1840)
 
Primeiro reinado
Primeiro reinadoPrimeiro reinado
Primeiro reinado
 
Independência do brasil
Independência do brasilIndependência do brasil
Independência do brasil
 
História do Brasil: Brasil Colônia
História do Brasil: Brasil ColôniaHistória do Brasil: Brasil Colônia
História do Brasil: Brasil Colônia
 
História do Brasil : Brasil Colônia
História do Brasil : Brasil ColôniaHistória do Brasil : Brasil Colônia
História do Brasil : Brasil Colônia
 
Séculos finais da idade média
Séculos finais da idade médiaSéculos finais da idade média
Séculos finais da idade média
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
 
Mundo islâmico: ontem e hoje
Mundo islâmico: ontem e hojeMundo islâmico: ontem e hoje
Mundo islâmico: ontem e hoje
 
Igreja e cultura medieval
Igreja e cultura medievalIgreja e cultura medieval
Igreja e cultura medieval
 

Último

Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
JohnnyLima16
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
maria-oliveira
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 

Último (20)

Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 

1 tempo e historia - 1ºano do Ensino Médio

  • 2. Cap. 1 – pág. 10 História Para que serve? Por que estudar? O que é? Para que estudar?
  • 3. O que é História? Cap. 1 – pág. 10 • Uma ciência? • Uma narrativa? • Contar o passado? • Uma investigação? História (do grego antigo ἱστορία,: historía, que significa "pesquisa", "conhecimento advindo da investigação") http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist %C3%B3ria
  • 4. Cap. 1 – pág. 10 Há história desde que existem seres humanos sobre a face da Terra, contudo o conhecimento histórico, enquanto tal, começou a ser sistematizado na Grécia Antiga por historiadores como Heródoto e Tucídides. Observe ao seu redor, a começar pela imagem no data show, a sala de aula a sua volta, ouça e sinta o meio em que você está. Todas as coisas que você acabou de observar têm uma história, até mesmo aquilo que está dentro de você em termos de pensamentos e sentimentos na forma de você sentir e perceber, em outras palavras tudo tem uma história.
  • 5. O questionamento no estudo da História Cap. 1 – pág. 10 •Por que eu me visto desta forma? •Por que falo Português? •Por que gosto desse estilo de música? •Que profissão eu pretendo seguir? Será que escolhemos tudo isso sozinhos, ou será que existe uma influência da sociedade nas respostas a essas perguntas? Perceba que para responder a cada uma dessas perguntas (até mesmo sobre o que se espera do futuro) você terá que recorrer ao passado, terá que recorrer à memória e a um certo conhecimento histórico.
  • 6. Cap. 1 – pág. 10 Uma das questões centrais da História  A compreensão das relações entre passado e presente. História  Disciplina que se dedica à interpretação das vivências humanas em épocas e lugares distintos. Nesse processo de interpretação istoriadores Procuram investigar o que mulheres e homens fizeram, pensaram e sentiram no decorrer de suas vidas, no cenário de suas culturas; Pesquisam a história de instituições de diferentes sociedades; o trabalho abrange, portanto, aspectos da vida econômica, política,
  • 7. Cap. 1 – pág. 10 História vem do grego histor • A utilização da palavra história, pela primeira vez, foi na Grécia Antiga. • Ela origina-se de histor, palavra grega que significa testemunho. • Depois, a história foi identificada como narração, isto é, o historiador seria um memorialista escrevendo, no presente, sobre os acontecimentos do passado. • Mais tarde, ela continuou sendo entendida como narrativa, mas ganhou uma finalidade didática – ensinar e criar modelos de comportamento para os seres humanos.
  • 8. Mas qual o conceito de história? Cap. 1 – pág. 10 • História é tudo o que está relacionado às pessoas, desde o momento em que surgiram, sua evolução e sua presença através dos tempos. • O dicionário Aurélio define História de forma tradicional como narrativa de fatos e conhecimento adquirido pela tradição ou por documentos. História: Narração metódica dos fatos notáveis ocorridos na vida dos povos, em particular na vida da humanidade em geral; conjunto de conhecimentos adquiridos através da tradição e/ou mediante documentos, acerca da evolução do passado da humanidade. FERREIRA. Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da língua portuguesa. 3ed. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1999.
  • 9. Ciência dos homens do tempo Cap. 1 – pág. 10 Então, História é Estuda a ação dos homens Estudo do passado Narração de fatos Processo dinâmico
  • 10. Objeto de estudo da História • A ideia que o passado passa a ser objeto de uma ciência é absurda. • O objeto da história é por natureza o homem. (Marc Bloch) Cap. 1 – pág. 10
  • 11. O homem como sujeito histórico • Os seres humanos sempre fizeram registros históricos. Nossos indígenas, por exemplo, já registravam o cotidiano por meio da confecção de utensílios (machadinhas de pedra, enfeites de penas de pássaros, objetos de cerâmica) ou pinturas em cavernas, dez mil anos atrás. Cap. 1 – pág. 10 Daka Homo erectus Imagem: Henry Gilbert and Kathy Schick / Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported
  • 12. Cap. 1 – pág. 10 FONTES HISTÓRICAS • Os historiadores trabalham com variadas fontes em suas pesquisas. • As fontes sugerem indícios, pistas, indicações sobre o tema pesquisado devem ser interpretadas pelo historiador. • As fontes históricas podem ser classificadas de várias maneiras: recentes ou antigas, privadas ou públicas, representativas da cultura material ou imaterial etc.
  • 13. Cap. 1 – pág. 10 FONTES HISTÓRICAS Existem também fontes orais e muitas outras, pois na verdade tudo que se relaciona com o ser humano de alguma forma pode ser considerado fonte histórica. Podemos dizer que há dois tipos de fontes: as escritas e as não escritas.
  • 14. Cap. 1 – pág. 10
  • 15. Cap. 1 – pág. 10  A historiografia – produto do trabalho do historiador – não pode ser isolada de sua época.  o historiador ao interpretar e escrever sua história também vive seu tempo e seu contexto histórico.  Desse modo, a historiografia pode ser expressão de sua época e também reação a ela.  O trabalho que o historiador elabora depende de uma série de concepções que ele desenvolve ( escolhas, recortes, definição do objeto enfocado (tema, método e projeto de pesquisa), seleção das fontes históricas a serem utilizadas).  Em consequência, as conclusões a que chegam os historiadores nunca podem ser consideradas absolutas e definitivas.  A historiografia não deve ter a pretensão de fixar verdades absolutas, prontas e acabadas.  A HISTÓRIA como forma de conhecimento, é uma atividade contínua de pesquisa.
  • 16. TEMPO: diferentes percepções e medições • A noção de tempo abrange aspectos cronológicos, psicológicos e o aspecto histórico-social. Cap. 1 – pág. 10 TEMPO HISTÓRICO - se relaciona com as percepções sobre mudanças e permanências nos modos de ser e de viver das sociedades. Imagem 1 Imagem 2 O mesmo tema trabalhado em épocas e com técnicas diferentes. A imagem 1 representa Romeu e Julieta em uma pintura a óleo de Ford Madox Brown, datada de 1870, retratando a famosa cena do terraço da obra literária Romeu e Julieta de William Shakespeare(1564-1616). A imagem 2 é uma cena do filme Romeu e Julieta , de 1996, direção de Baz Luhrmann, com Leonardo DiCaprio e Claire Danes.
  • 17. Cap. 1 – pág. 10 MEDIÇÕES DO TEMPO MEDIÇÕES DO TEMPO • O modo como atualmente medimos o tempo, geralmente pelo relógio, não é universal – ou seja, não é válido para todas as épocas e todos os povos. • Trata-se apenas de uma possibilidade de medição desenvolvida em nossa cultura, sendo, portanto, uma construção histórica, isto é, relativa a um lugar e a uma época, portanto, a uma sociedade. Miniatura flamenga do século XV ilustra os primeiros relógios mecânicos na Europa ocidental.
  • 18. Cap. 1 – pág. 10
  • 19. Cap. 1 – pág. 10 CALENDÁRIO • Relacionado aos interesses de uma sociedade; • sistema que estabelece um modo de contar o tempo; • São uma criação sociocultural ou uma construção histórica; • Baseado em observações astronômicas, crenças religiosas ou outros valores sociais de um povo; • Supõe-se que foram criados entre 3 mil e 2 mil anos antes de Cristo – Chineses, egípcios ou sumérios – base na observação do Sol e a Lua. • Atualmente, o calendário cristão é o mais utilizado no mundo, embora, nem todos os povos o tenham adotado. Muçulmanos e judeus, por exemplo, têm sistemas próprios de contagem de tempo. O processo de globalização contemporâneo levou os diversos povos do mundo a se comunicar, nas relações internacionais, em termos de um calendário global, mesmo preservando os marcos locais das diversas culturas.
  • 20. • Os calendários apresentam um sistema temporal para a organização das atividades humanas, como a agricultura, a caça, as festas, o trabalho, as cerimônias religiosas etc. Reprodução de ilustração de manuscrito francês do século XV, do Manual agrícola, de Pietro de Crescenzi, representando diversas atividades agrícolas, conforme o mês do ano.
  • 21. Cap. 1 – pág. 10 • Marco básico da contagem do tempo o nascimento de Cristo, situado pelo monge Dionísio, o Pequeno (532) no ano de 753 de Roma. • As datas anteriores ao nascimento de Cristo recebem a abreviatura a.C.(antes de Cristo) e as datas posteriores podem vir acompanhadas ou não da abreviatura d.C. (depois de Cristo). • O calendário cristão foi ajustado no século XVI pelo papa Gregório XIII (reforma gregoriana) – posto em prática a partir de 1582. • O tempo é organizado em dias, semanas, meses e anos. CALENDÁRIO CRISTÃO • Décadas = agrupados de dez em dez anos • Séculos= agrupados de cem em cem anos • Milênios – agrupados de mil em mil anos Períodos
  • 22. O século é uma unidade de tempo muito utilizada nos estudos de História. Costuma ser indicado por algarismos romanos, tradição que vem da Roma Antiga.
  • 23. Cap. 1 – pág. 10 PERIODIZAÇÕES HISTÓRICAS • Periodizar significa “separar ou dividir em períodos”, isto é, em espaços de tempo demarcados por eventos considerados significativos e caracterizados, entre si, por traços contrastantes. • Os historiadores elaboram periodizações históricas como forma de ordenar, compreender e avaliar os acontecimentos e temas estudados. • Como as periodizações são concebidas pelos historiadores, elas expressam o ponto de vista interpretativo de quem as elaborou. • A periodização tradicional, elaborada por historiadores europeus que davam maior importância às fontes escritas e aos fatos políticos europeus. Por isso, chamaram de Pré-História o período anterior à invenção da escrita. • Estabeleceram como marcos divisórios das “idades” de uma suposta história universal acontecimentos ocorridos na Europa ou a ela relacionados. Deixaram de lado a história de sociedades em outros continentes, como América, Ásia e África.
  • 24.  A presença de restos de grandes animais no Nordeste e no Ceará evidencia com clareza que os aspectos da geografia, no passado, eram bem diferentes de hoje, indicando que o clima era bem mais úmido que o atual, com uma maior distribuição de chuvas.  A vegetação era mais abundante que a de nossos dias, pois as espécies necessitavam de grandes quantidades de alimentos.  No passado distante o clima do Nordeste era mais ameno, não havendo as secas que tanto castigam hoje a região. Reprodução de uma preguiça gigante: ossadas desse animal foram encontradas em Tauá e Itapipoca.
  • 25. PRINCIPAIS MARCOS DESSA PERIODIZAÇÃO TRADICIONAL Pré-História • Do surgimento do ser humano até o aparecimento da escrita (c.4000ª.C.) Idade Antiga ou Antiguidade • Do aparecimento da escrita até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.) Idade Média • Da queda do Império Romano do Ocidente até a tomada de Constantinopla pelos turcos (1453) Idade Moderna • Da tomada de Constantinopla até a Revolução Francesa (tomada da Bastilha, 1789) Idade Contemporânea • Da Revolução Francesa até os dias atuais. Cap. 1 – pág. 10
  • 26. Cap. 1 – pág. 10 CRÍTICAS À PERIODIZAÇÃO TRADICIONAL  O termo Pré-História costuma ser criticado, pois o ser humano, desde seu surgimento, é um ser histórico, mesmo que não tenha utilizado a escrita. Podemos eventualmente nos referir a essa expressão, desde que sejamos cientes de que todo passado humano faz parte da história, isto é, das inúmeras histórias. Afinal, o ser humano é sempre um agente histórico. Povos sem escrita = povo pré-letrado ou povo ágrafo (sem escrita).  O caráter europocêntrico (base de estudo algumas regiões da Europa, do Oriente Médio e do norte da África). Portanto não pode ser aplicada a todas as sociedades do mundo.  É impossível que um único fato possa inaugurar ou encerrar um período histórico. Em geral, as grandes mudanças históricas fazem parte de um processo longo e gradativo, embora haja o costume de se adotar determinado evento para simbolizar tais transformações.  Toda periodização contém algo de arbitrário. Todavia, pode funcionar como forma de convenção social.
  • 27. Cap. 1 pág. 10: Tempo e História  Todo ser humano é um sujeito histórico, logo, tem uma parcela de responsabilidade na construção da realidade em que está inserido.  O estudo da história exige o diálogo permanente entre diferentes ciências que, associadas, ajudam a compreender e a explicar a vida dos grupos humanos em diferentes épocas e espaços.  Para realizar seus estudos, os historiadores recorrem às fontes históricas, vestígios deixados pelo homem ao longo de sua existência. As fontes históricas podem ser escritas e não- escritas.
  • 28. Cap. 1 pág. 10: Tempo e História  Medidas de tempo como hora, dia, mês e ano foram estabelecidas para organizar a vida em sociedade.  Os historiadores também utilizam medidas que correspondem a períodos de tempo mais longos, como século e milênio.  O tempo cronológico é diferente do tempo histórico. Enquanto o primeiro é uma forma de medir o tempo por meio de relógios e calendários, o segundo é utilizado pelos historiadores para estabelecer semelhanças e diferenças entre povos que vivem no mesmo tempo cronológico ou não.
  • 29. • Compreendendo - Pág. 14 (1 a 4); • Compreendendo - Pág. 19 (1 a 6); • De olho na universidade pág. 21 – questão 1. Cap. 1 – pág. 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS