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Análise de Viabilidade
Econômico-Financeira
Prof. Milton Henrique do Couto Neto
mcouto@catolica-es.edu.br
Quem sou eu?
Prof. Milton Henrique do Couto Neto
mcouto@catolica-es.edu.br
Engenheiro Mecânico, UFF
MBA em Gestão Empres...
Experiência como Professor Universitário
2011
2004 2011
2006
2007 2009
Disciplinas
Lecionadas
Marketing
Empreendedorismo
Administração de Materiais
Matemática
Matemática Financeira
Gestão...
Experiência como Gestor
Empresário de
diversos setores
1995 2006
2006 2012
2012 2013
2013
2015
2014
Consultorias,
Palestra...
miltonhcoutomiltonhenrique miltonhcouto
mcouto@catolica-es.edu.br
Contatos
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disponíveis para download no
www.slideshare.net/miltonh
E vocês, quem são?
Estudo de Viabilidade
Econômico-Financeira
Diferença entre Econômico e Financeiro
Econômico
Economia, atividade produtiva, capacidade de gerar
lucros
Ativos (Patr...
RISCO é um
componente inerente a
qualquer negócio
As informações aumentam a
sensação de certeza, diminuem a
ansiedade e a percepção de risco
Estudo de Viabilidade
Tornar viável!
 Não se espera, como resposta, que determinado
projeto seja tido como viável ou não
...
Objetivos do Estudo de Viabilidade
Identificar e fortalecer as
condições necessárias para que o
projeto dê certo
Identif...
Ainda assim, todo
empreendimento continua com
um componente de incerteza
Metodologia para
Estudo de Viabilidade
Início
Estudo de Mercado
Estudo de
Localização
Estudo de
Produção
Estudo de
Tamanho...
Estudo de Viabilidade
1) Estudo de Mercado
 Definir produtos, faixas de mercado e
condições de comercialização
2) Estudo ...
Início
Estudo de Mercado
Estudo de
Localização
Estudo de
Produção
Estudo de
Tamanho
Estudo Econômico-
Financeiro
Fim
Estudo de Mercado
Estudo de Mercado
Leva em conta:
Análise da Indústria/Setor
Descrição do Segmento de Mercado
Análise SWOT do produto/se...
Análise da Indústria/Setor
Deve apresentar as informações a respeito:
do tamanho,
crescimento e
estrutura da indústria/...
Estruturas de Mercado
2 Extremos
Uma única firma vende um
bem, no qual não possui
similares que o
substituam.
Muitas firma...
Arranjo das Estruturas de Mercado
Número de Vendedores
NúmerodeCompradores
Um Poucos Muitos
Um
Monopólio
Bilateral
Monopsô...
Tipos de Estruturas de Mercado
Tipo de
Mercado
Número de
Produtores
Entrada
Influência
sobre o Preço
Exemplos
Monopólio
Um...
Ciclo de Vida de Produtos
Tempo
NºdeUnidadesVendidas
Introdução Crescimento
Maturidade
Declínio
Vendas
Lucro
Ciclo de Vida de
Produtos : Introdução
baixa taxa de crescimento
baixo nº de consumidores
poucos concorrentes
lucros b...
Ciclo de Vida de
Produtos : Crescimento
alta taxa de crescimento
entrada de vários concorrentes
aumento do lucros
qued...
apresenta-se em três períodos:
 maturidade de crescimento, estável e decadente
excesso de capacidade
saída de concorre...
Ciclo de Vida de
Produtos : Declínio
taxa de crescimento negativa
vendas em declínio
lucros em declínio
excesso de cap...
Descrição do
Segmento de
Mercado
Definido o setor em que atua e
seu mercado geral, você
também quer e precisa saber
identi...
Segmento de Mercado
O segmento de mercado é
definido a partir das
características do
produto, estilo de vida do
consumidor...
Somos todos diferentes!
Cada um tem seu gosto, suas necessidades, suas
preferências, suas vontades, etc.
O jeito mais fáci...
Por que Segmentar?
• Por que as pessoas
preferem comprar
aquilo que atende
realmente a suas
necessidades, ao invés
de comp...
Por que
Segmentar?
• Por que as pessoas gostam de ser abordadas de
uma maneira específica que lhes dê a impressão de
um re...
Por que Segmentar?
• Por que as pessoas pagam
mais pelos produtos que
atendem exatamente a suas
necessidades e que foram
i...
Segmentação Geográfica
Segmentação Demográfica
Segmentação Psicográfica
Segmentação Comportamental
Segmentação Efetiva
Mensuráveis • Tamanho, poder de compra,
características dos segmentos
devem ser mensuráveis
Segmentação Efetiva
Substanciais •Segmentos devem ser grandes ou
rentáveis o suficiente
Segmentação Efetiva
Acessíveis • Segmentos podem ser
efetivamente alcançados e
servidos
Segmentação Efetiva
Diferenciáveis
•Segmentos respondem de
maneira diferente a cada
elemento e programa de mix
de marketing
Segmentação Efetiva
Acionáveis
•Devem ser capazes de atrair e
atender os segmentos
Estratégia de Segmentação
Marketing de
Massa
Chamar todo mundo de “Zé”
Marketing de
Segmento
Entender que tem um “Zé
Rober...
Estratégias de Segmentação
Composto de Mkt Mercado
Marketing Indiferenciado ou de Massa
Caracterização:
Aplicabilidade:
N...
Marketing de Massa
Durante muito tempo a Coca Cola
só era oferecida na garrafa de
vidro de 290 ml
Entre 1915 e 1926 o
Ford T só era disponível
na cor preta
Marketing de Massa
Marketing Diferenciado ou de Segmento
Caracterização:
Composto de Mkt 3
Composto de Mkt 2
Segmento 1
Segmento 2
Segmento 3...
Marketing de Segmento
Marketing de Segmento
Marketing de Nicho
Caracterização:
Aplicabilidade:
Consumidor sensível à diferenciação
Organizações com pouca capacidade...
Nicho
Muito bom para o artesão, para o
pequeno empresário ou para o
pequeno empreendedor
Mas não é comercialmente viável
p...
Marketing de Nicho
Depois de Segmentar, escolha o
seu Mercado Alvo
O mercado-alvo não é aquele que você gostaria: é aquele que pode consumir ...
Mercado Alvo
 Qual o market-share
(participação de mercado) dentre
os principais concorrentes?
 Qual o potencial de merc...
Escolha do Público Alvo
Este!Não este!
Escolher qual será o grupo a ser atendido!
Níveis de Segmentação
Marketing de Massa
Marketing de Nicho
Diferentes
Níveis de
Segmentação
100 pessoas
1.000 pessoas
10....
Níveis de Segmentação
Marketing de Massa
Marketing de Nicho
 Todo mundo é “Zé”
 Pizza inteira!
 Sr. José Luiz da Silva
...
Seleção do Mercado Alvo
Concentração em um único segmento
M1 M2 M3
P1
P2
P3
Seleção do Mercado Alvo
Especialização Seletiva
M1 M2 M3
P1
P2
P3
Seleção do Mercado Alvo
Especialização por Produto
M1 M2 M3
P1
P2
P3
Seleção do Mercado Alvo
Especialização por Mercado
M1 M2 M3
P1
P2
P3
Seleção do Mercado Alvo
Cobertura Total do Mercado
M1 M2 M3
P1
P2
P3
Análise SWOT do Produto/Serviço
Ambiente Interno
• Forças
• Fraquezas
Ambiente Externo
• Potencialidades
• Fragilidades
Ambiente
Ambiente Interno Ambiente Externo
Empresa;
Clientes;
Fornecedores;
Intermediários.
Ambiente Econômico;
Ambiente D...
Ambiente Interno
• FORÇA
– É uma característica da empresa que lhe confere
vantagem estratégica;
• FRAQUEZA
– É uma caract...
Ambiente Externo
• OPORTUNIDADE
– É uma condição no ambiente que, se
explorada, ajuda a empresa a obter
competitividade es...
Análise Ambiental
AMBIENTE EXTERNO
Oportunidades Ameaças
AMBIENTEINTERNO
Forças
Fraquezas
Potencialidades
de ação ofensiva...
Força e
Oportunidade
Até que ponto a FORÇA analisada pode
colaborar para o aproveitamento da
OPORTUNIDADE em consideração...
Força e Ameaça
Até que ponto a FORÇA analisada pode
colaborar para superar a AMEAÇA em
consideração?
DEFENDER
Fraqueza e
Oportunidade
Até que ponto a FRAQUEZA analisada
pode prejudicar o aproveitamento da
OPORTUNIDADE em consideraç...
Ameaças e
Fraquezas
Até que ponto a FRAQUEZA analisada
pode agravar a concretização da
AMEAÇA em consideração?
REZAR
Análise da Concorrência
 De que maneira o produto ou serviço pode ser comparado
ao do concorrente?
 De que maneira ele e...
“Se nas férias uma criança prefere ir
para a casa da avó ao invés de ir para
a Disney, então a avó da criança é
concorrent...
Concorrentes Diretos
Atuam no mesmo setor
Concorrentes Indiretos
Atuam em setores diferentes
Ou faço uma pós graduação ou troco de carro ou viajo de férias...
Início
Estudo de Mercado
Estudo de
Localização
Estudo de
Produção
Estudo de
Tamanho
Estudo Econômico-
Financeiro
Fim
Estudo de Localização
Definir o Objetivo da Localização
Esta loja deve estar num
local com alto tráfego de
pessoas durante todo o dia
Esta não...
Localização Diferente para
Agronegócios
Indústrias
Comércios Atacadistas
Comércios Varejistas
Prestadores de Serviço
Teoria da Localização
Uma boa localização procura garantir que a
operação seja feita com custos mínimos a curto
e/ou long...
Localização de Agronegócios –
Primórdios (Von Thunen)
Distância
Lucro = Preço Venda – Despesa de Frete
Relativamente Unifo...
Fatores para a Decisão sobre a
Localização de Indústrias
 Acessibilidade aos diferentes modais de transporte
 Área geogr...
Basicamente:
Proximidade de Matérias Primas
Oferta de Infraestrutura
Proximidade de Mão de Obra
Proximidade do Mercado...
Proximidade de Matéria Prima
“Frango é milho que anda”
Oferta de
Infraestrutura
Proximidade
de Mão de Obra
Proximidade do
Mercado
Proximidade do Transporte
Baixo Custo de Implantação e Operação
Mas também há preocupação com
outros fatores
Relevo
Clima
Tipos de
Agrupamento -
Cluster
Agrupamento natural de empresas similares em
determinada região geográfica, com as mesmas
...
Tipos de Agrupamento –
Condomínio Industrial
Caracteriza-se pela
localização dos
fornecedores dentro da
planta da indústr...
Tipos de Agrupamento –
Consórcio Modular
Trata-se de uma forma radical de outsourcing
(mão-de-obra terceirizada), constit...
Consórcio Modular - VW
Tipos de Agrupamento -
Cooperativas
É a união de diversas propriedades da mesma
região geográfica para um objetivo comum,...
Métodos para Localização de
Empresas – Centro de Gravidade
Avalia o local de menor custo,
considerando o fornecimento de
...
Método para Localização de
Empresas – Método dos Momentos
Semelhante ao método do centro
de gravidade, com ponderação de
...
Método de Localização de
Empresas – Ponto de Equilíbrio
Compara diferentes localidades em função dos
custos totais de ope...
Gráfico do Ponto de Equilíbrio
Quantidade
(unidades)
Custo Total
(R$) A
B
Q
Melhor Opção: BMelhor Opção: A
Método para Localização de
Empresas – Ponderação de Fatores
Determina os fatores julgados como relevantes
atribuindo-lhes...
Localização de Atacadistas e Varejistas
Varejista
Compras em menor
volume
Compras com maior
frequência
Atacadista
Compr...
Localização de Atacadistas e Varejistas
Varejista
Próximo aos mercados
consumidores
Pequenas lojas
Atacadista
Entorno d...
Localização do Comércio Varejista
Depende do produto comercializado:
Bens de Compra Comparada
Bens de Conveniência
Bens...
Bem de Compra Comparada
São bens que o consumidor, só compra depois de avaliar
várias opções do mesmo produto, comparando...
Bem de Conveniência
 São bens que o consumidor, geralmente, compra com
frequência, de imediato e com mínimo esforço
Loja...
Bens de Especialidade
 Bens de características e/ou identificação de
marcas exclusivas, para as quais um grupo
significat...
Bens Não Procurados
 Bens sobre os quais o consumidor não tem
conhecimento ou sobre os quais sabe pouco, mas
que não pens...
Pontos a serem considerados na
localização do varejo
Existência de mercado
Nível e tipo de competição
existente
Disponi...
Questão Fundamental da Localização
Onde vou vender mais, com menor custo?
DEMANDA
Demanda da Empresa
Total Demandado
da Empresa
Esforço de
MarketingEsforço de
Marketing 1
Esforço Máximo de
Marketing
Previ...
Potencial de Vendas
É o máximo possível de vendas a ser
atingido pela empresa no setor
empresarial em sua curva de demand...
Determinação do Mercado Potencial
Avaliar o Potencial de Vendas de cada uma das
opções de localização
Métodos para determinar os mercados
potenciais de regiões de mercado
IPC – Índice de Poder de Compra
Potencial de Mercad...
Saturação do Varejo
O conceito de saturação do
varejo parte do pressuposto
de que qualquer região ou
área de comércio, co...
Classificação das Áreas de Comércio
Supersaturada
Saturada
Subsaturada
Acima da Necessidade
Equilibrada
Abaixo da Neces...
Índice de Saturação do Varejo
Mede o potencial de vendas por m2 da área de
vendas de uma região ou área de comércio para ...
Área de Influência
Área de influência é uma área geográfica que contém
os consumidores de uma empresa particular ou de
um ...
Opções para a Localização Final de um
Comércio
Em um local isolado
Em um centro de comércio natural
Em um centro de com...
Opção por Local Isolado
É caracterizado por não dividir o tráfego de
consumidores com outras lojas
A opção por um local ...
Opção por Centro de Comércio
Natural
No processo de crescimento das cidades, alguns locais
acabam naturalmente tendo um f...
Opção por Shopping Centers
São espaços planejados e administrados de forma
centralizada que contêm estabelecimentos
comer...
Vantagens para o Varejista que se
Localiza num Shopping Center
Rateio de custos de operação (vigilância, segurança, ar
co...
Princípios a serem considerados na
avaliação de locais para uma nova
loja
Interceptação
Acumulação Atrativa
Compatibili...
Princípio da Interceptação
Diz respeito às qualidades específicas de um local
de comércio, que determina sua capacidade p...
Princípio da
Acumulação
Atrativa
Este princípio indica
que um aglomerado
de varejistas,
exercendo atividades
similares ou...
Princípio da Compatibilidade
Ocorre quando diferentes negócios varejistas
localizados em um mesmo centro comercial forem
...
Princípio do Congestionamento
Resulta da diminuição da
mobilidade das pessoas e
veículos na área,
resultantes do crescime...
Princípio da
Acessibilidade
Estabelece que, quanto mais
facilmente os consumidores
potenciais possam chegar,
entrar, perc...
Fatores a Considerar na Avaliação
de Locais
Aspectos demográficos locais:
Base e perfil populacional
Renda familiar
Núm...
Fatores a Considerar na Avaliação
de Possíveis Locais
Estrutura e compatibilidade do varejo local:
Nível de congestioname...
Fatores a Considerar na Avaliação
de Possíveis Locais
Fluxo de trânsito de veículos e acessibilidade:
Número de veículos
...
Fatores a Considerar na Avaliação
de Possíveis Locais
Tráfego de pedestres:
 Número de pessoas
 Tipos de pessoas
Caracte...
Fatores a Considerar na Avaliação
de Possíveis Locais
Fatores legais:
Tipo de zoneamento
Impostos locais
Restrições à o...
Início
Estudo de Mercado
Estudo de
Localização
Estudo de
Produção
Estudo de
Tamanho
Estudo Econômico-
Financeiro
Fim
Estudo de Produção
Processo de
Produção
Input
Matérias Primas
Ouput
Produto Acabado
Planejamento da Produção
Previsão de Vendas
O que esperamos vender
Plano de Produção
O que temos de produzir
Capacidade Pr...
Programação da Produção
EntregaFabricação Transporte
EntregaFabricação Transporte
EntregaFabricação Transporte
Cada componente possui um ciclo de ...
Produção PessoasEquipamentos
Processos
Pessoas
Quem vende?
Quem compra?
Quem fabrica?
Quem entrega?
Quem cobra?
Quem administra?
Quem paga?
Etc.
Máquinas e Equipamentos
Especificação
Escolha do Fornecedor
Custo de Aquisição / Montagem / Manutenção
Demais condições
Processos Produtivos
Produção por Projeto
Produção Artesanal
Produção por Lotes
Produção em Massa
Produção Contínua
Tipos de Processo de Produção
• Produção por Projeto
– Reduzido volume e elevada variedade, típicos de
produtos customizad...
Tipos de Processo de Produção
• Produção Artesanal
– Baixos volumes e elevada variedade;
– Distingue-se da produção por pr...
Tipos de Processo de Produção
• Produção por Lotes
– Processo que combina um volume médio com
uma variedade média
Tipos de Processo de Produção
• Produção em Massa
– Processo que lida com a produção de bens com
alto volume e pouca varie...
Tipos de
Processo de
Produção
• Produção Contínua
– Processo baseado
em um volume
muitíssimo elevado
e uma variedade
muito...
Visão Ampliada da Produção
Equipe de Vendas Logística de EntregaProdução
Integração
Fornecedores Consumidores
Cadeia de Suprimentos
Fornecedores
dos
Fornecedores Empresa
Consumidores
dos
Consumidores
Fluxo ...
Produção Empurrada e Puxada
Minimização de Estoques – Fazer por Encomenda
Fornecedores
Almoxarifado
Depósito
Clientes
Compras
Vendas
Tipos de Estoque
Matérias Primas
Materiais em Processamento
Materiais Semi-Acabados
Materiais Acabados ou
Componentes
...
ESTOQUE
Entradas
de um item
Saídas
de um item
Giro de Estoque
Dependência do Estoque
Depende Não Depende
Estoque Farinha >>> Estoque Picolé
Maior
controle
Custo dos
Estoques
Aluguel do espaço
Salários e encargos do
pessoal envolvido
Seguros contra incêndio e
roubo
Máquinas...
Risco de Estoque
Riscos de Estoque
Início
Estudo de Mercado
Estudo de
Localização
Estudo de
Produção
Estudo de
Tamanho
Estudo Econômico-
Financeiro
Fim
Estudo de Tamanho
Tamanho de
uma Empresa
o tamanho da empresa é a capacidade de
produção que pode ser atingida pela mesma
quando em operaçã...
Ração
Leite
Produção Máxima
Não adianta dar mais ração
A quantidade de leite produzido a mais será inferior a
quantidade a...
Produtividade Média e Marginal
Produtividade Média
𝑷 𝑴é𝒅𝒊𝒂 =
𝑷𝒓𝒐𝒅𝒖çã𝒐 𝑻𝒐𝒕𝒂𝒍
𝑭𝒂𝒕𝒐𝒓 𝒅𝒆 𝑻𝒂𝒎𝒂𝒏𝒉𝒐
Produtividade Marginal
𝑷 𝑴𝒂𝒓𝒈...
Fator de Tamanho
Número de empregados
Volume de faturamento
Total de capital empregado e/ou valor do
patrimônio líquido...
Tamanho Ótimo 𝑷 𝑴é𝒅𝒊𝒂 = 𝑷 𝑴𝒂𝒓𝒈𝒊𝒏𝒂𝒍
𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 > 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 < 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙
𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 = 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙
Produtividade
Fator de Ta...
𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 > 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 < 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙
𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 = 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙
Produtividade
Fator de Tamanho
1 Kg Ração
2 litros de Leite
...
Limites Mínimo e Máximo
Tamanho Máximo
Tamanho Mínimo
Demanda Máxima
do Mercado
Tamanho Mínimo
Econômico
Faixa Ideal de Op...
Tamanho = Capacidade
volume máximo ou quantidade máxima de “alguma coisa”
Capacidade de Produção
o máximo nível de atividade de
valor adicionado em determinado
período de tempo que o processo
pod...
Algumas Medidas de Capacidade
Organização Capacidade Estática Capacidade de Produção
Faculdade
Quantidade de salas, cartei...
Capacidade Instalada
É a capacidade
máxima que uma
unidade produtora
pode produzir se
trabalhar
ininterruptamente,
sem qu...
Capacidade Disponível ou de Projeto
É a quantidade máxima que uma unidade
produtiva pode produzir durante a jornada
de tr...
Grau de Disponibilidade
Indica, em percentual,
quanto uma unidade
produtiva está
disponível
𝑮𝒓𝒂𝒖 𝒅𝒆 𝑫𝒊𝒔𝒑𝒐𝒏𝒊𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 =
𝑪𝒂𝒑...
Capacidade Efetiva ou de Carga
A capacidade efetiva representa a capacidade
disponível subtraindo-se as perdas planejadas...
Grau de Utilização
representa, em
forma percentual,
quanto uma
unidade produtiva
está utilizando sua
capacidade
disponíve...
Capacidade Realizada
A capacidade realizada é obtida subtraindo-se
as perdas não planejadas da capacidade
efetiva, em out...
Índice de Eficiência
fornece a porcentagem de eficiência da
unidade produtora em realizar o trabalho
programado
Í𝒏𝒅𝒊𝒄𝒆 𝒅𝒆...
Tamanho Ótimo
Entende-se por tamanho
ótimo aquela escala de
produção que conduz à
mais alta rentabilidade
para a empresa ...
Escala de Mínima Efetividade (EME)
o volume de produção, capacidade ou vendas
em que o custo médio de longo prazo é
minim...
Custos de Produção
Custo Fixo (CFT)
– São os custos que não mudam com
as variações na quantidade
produzida;
Custos Variá...
Custos de Produção
• Custo Fixo Médio (CFM)
• Custo Variável Médio (CVM)
• Custo Total Médio (CTM)
Q
CFT
CFM
Q
CVT
CVM
C...
Custos de Produção
Custo Fixo
Custo
Variável
Custo
Total
R$
Qtd.
Análise Linear do Ponto de Equilíbrio
$
Qtd.
Q1 Q2 Q3
Receita Total
Custo Total
Faixa Relevante
Trata-se de uma “simplific...
Custos de Produção
• Custo Marginal (CMg)
– Representa o custo adicional ou extra da produção
de mais 1 unidade de produto...
Custo médio e custo marginal a longo prazo
Produção
Custo
($ por unidade
de produção)
CMeLP
CMgLP
A
O custo marginal de lo...
Formatos das Curvas de Custo
Produção
(unidades/ano)
Custo
($ por
ano)
25
50
75
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
CMg
CTMe
CVM...
0 1 2 3 4 5 6 7
35
59
75
95
120
150
190
245
Custo Fixo
Custo Variável
Custo Marginal
Produção Q
Custo
Custo
Produção Q
24
...
Custo
Produção Q
24
16 20
25 30
40
55
1 2 3 4 5 6 7
CMg
Preço de Mercado
Suponha que o preço de mercado seja de R$ 40,00
P...
Custo
Produção Q
24
16
20
25
30
40
55
1 2 3 4 5 6 7
CMg
Preço de Mercado
Preço de Mercado
Preço de Mercado
A R$ 40,00 o id...
Deslocamentos das Curvas de Custos
CFM CVM CTM CMg
Aumento do
Custo Fixo
- Inalterada Aumento Inalterada
Aumento do
Custo ...
Condicionantes do Tamanho Ótimo
 Estimativa do mercado atual e previsão de seu
crescimento
 Evolução das importações e p...
Formas de Aumento na Capacidade
Aumento da
Capacidade Instalada
 Impacto no Custo Fixo
Aumento de Turnos de
Trabalho
 Im...
Início
Estudo de Mercado
Estudo de
Localização
Estudo de
Produção
Estudo de
Tamanho
Estudo Econômico-
Financeiro
Fim
Estudo Econômico-
Financeiro
Critérios de
Aprovação de
um Projeto
Critério Financeiro
disponibilidade de
recursos
Critério Econômico
rentabilidade do...
Critério Financeiro
Tem dinheiro suficiente para investir ou não?
SIM NÃO
Provavelmente está tirando o
dinheiro de alguma ...
Critério Financeiro
Retorno > Custo
Custo de
Oportunidade
Custo de
Crédito
Critério Econômico
Lucro = Receita - Despesas
Estimativa de Vendas
Estimativa de Custos
Análise de Investimentos
A avaliação do fluxo de caixa
da operação baseada na
comparação dos valores
presentes, calculado...
Fluxo de Caixa
tempo0 1 2 3 n4
−𝑪𝑭 𝟎
+𝑪𝑭 𝟏 +𝑪𝑭 𝟐 +𝑪𝑭 𝟑 +𝑪𝑭 𝟒 +𝑪𝑭 𝒏
Investimento
Inicial
Retornos
Valor Presente Líquido - VPL
O valor presente líquido de um fluxo de caixa é
obtido pela diferença entre o valor presente...
Valor Presente Líquido - VPL
tempo0 1 2 3 n4
−𝑪𝑭 𝟎
+𝑪𝑭 𝟏 +𝑪𝑭 𝟐 +𝑪𝑭 𝟑 +𝑪𝑭 𝟒 +𝑪𝑭 𝒏
𝑽𝑷𝑳 = 𝑪𝑭 𝟎 +
𝑪𝑭 𝟏
(𝟏 + 𝒊) 𝟏
+
𝑪𝑭 𝟐
(𝟏 + 𝒊...
Taxa de Mínima Atratividade - TMA
É a taxa a partir da qual o investidor considera que
está obtendo ganhos financeiros
Ge...
Tomada de Decisão - VPL
Entre dois investimentos
possíveis escolhe-se aquele
que apresentar o maior VPL
VPL ≥ 0 então in...
Taxa Interna de Retorno - TIR
É a taxa de juros que iguala, em
determinado momento do
tempo, o valor presente das
entrada...
Taxa Interna de Retorno - TIR
𝑪𝑭 𝟎 =
𝑪𝑭 𝟏
(𝟏 + 𝒊) 𝟏
+
𝑪𝑭 𝟐
(𝟏 + 𝒊) 𝟐
+
𝑪𝑭 𝟑
(𝟏 + 𝒊) 𝟑
+
𝑪𝑭 𝟒
(𝟏 + 𝒊) 𝟒
+ . . . +
𝑪𝑭 𝒏
(𝟏 +...
Tomada de Decisão - TIR
Do ponto de vista estritamente financeiro,
se tivermos que escolher entre dois projetos
de invest...
Problemas da TIR
Se o prazo do investimento for
muito longo e com muitas
mudanças de sinais no fluxo de
caixa, então pode...
Relação entre TIR e VPL
Do ponto de vista do investidor o
VPL decresce com a taxa de
desconto, ou seja, quanto maior a
ta...
Relação entre TIR e VPL – Graficamente
Taxa de
Desconto
VPL (R$)
TIR
Não vale o investimento
VPL<0
Vale o investimento
VPL...
Payback
Representa o tempo de recuperação do investimento
Ou seja, quanto tempo até que o VPL =0?
0 1 2 3
−𝟐𝟓𝟎
+𝟏𝟎𝟎 +𝟏𝟎𝟎...
Payback Descontado
É o Payback calculado considerando a atualização
do capital a uma dada taxa de juros
0 1 2 3
−𝟐𝟓𝟎
+𝟏𝟎𝟎...
Incertezas em Relação ao Projeto
Fatores Econômicos
• super ou subdimensionamente de oferta e demanda,
alterações de preç...
Obrigado pela atenção!
FIM
miltonhenriquemiltonhcouto
mcouto@catolica-es.edu.br
Milton Henrique do Couto Neto
Pós Estudo de viabilidade economico financeiro
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Pós Estudo de viabilidade economico financeiro

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Material elaborado para a aula da pós graduação sobre Viabilidade Econômico Financeiro de empresas, contendo estudo de mercado, estudo de localização, estudo de produção, estudo de tamanho e estudo financeiro com VPL, TIR e Payback.

Publicada em: Negócios
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  • Oligopolio, do slid 22, não seria a definição de monopolio?
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Pós Estudo de viabilidade economico financeiro

  1. 1. Análise de Viabilidade Econômico-Financeira Prof. Milton Henrique do Couto Neto mcouto@catolica-es.edu.br
  2. 2. Quem sou eu? Prof. Milton Henrique do Couto Neto mcouto@catolica-es.edu.br Engenheiro Mecânico, UFF MBA em Gestão Empresarial, UVV MBA em Marketing Empresarial, UVV Mestre em Administração, UFES Pós-MBA em Inteligência Empresarial, FGV http://lattes.cnpq.br/8394911895758599
  3. 3. Experiência como Professor Universitário 2011 2004 2011 2006 2007 2009
  4. 4. Disciplinas Lecionadas Marketing Empreendedorismo Administração de Materiais Matemática Matemática Financeira Gestão Financeira Fundamentos da Administração Gestão de Processos e Empresas
  5. 5. Experiência como Gestor Empresário de diversos setores 1995 2006 2006 2012 2012 2013 2013 2015 2014 Consultorias, Palestras e Treinamentos 2008
  6. 6. miltonhcoutomiltonhenrique miltonhcouto mcouto@catolica-es.edu.br Contatos
  7. 7. Este e outros arquivos estão disponíveis para download no www.slideshare.net/miltonh
  8. 8. E vocês, quem são?
  9. 9. Estudo de Viabilidade Econômico-Financeira
  10. 10. Diferença entre Econômico e Financeiro Econômico Economia, atividade produtiva, capacidade de gerar lucros Ativos (Patrimônio) Financeiro Finanças, circulação e gestão de dinheiro Caixa (Contas a pagar e a receber )
  11. 11. RISCO é um componente inerente a qualquer negócio
  12. 12. As informações aumentam a sensação de certeza, diminuem a ansiedade e a percepção de risco
  13. 13. Estudo de Viabilidade Tornar viável!  Não se espera, como resposta, que determinado projeto seja tido como viável ou não  Espera-se que sejam apontadas as condições para fazer com que o projeto seja viável
  14. 14. Objetivos do Estudo de Viabilidade Identificar e fortalecer as condições necessárias para que o projeto dê certo Identificar e tentar neutralizar os fatores que podem dificultar as possibilidades de êxito do projeto
  15. 15. Ainda assim, todo empreendimento continua com um componente de incerteza
  16. 16. Metodologia para Estudo de Viabilidade Início Estudo de Mercado Estudo de Localização Estudo de Produção Estudo de Tamanho Estudo Econômico- Financeiro Fim
  17. 17. Estudo de Viabilidade 1) Estudo de Mercado  Definir produtos, faixas de mercado e condições de comercialização 2) Estudo de Localização  Definir onde produzir ou vender 3) Estudo de Produção  Definir a tecnologia ou os processos internos 4) Estudo do Tamanho  Definir escala e nível econômico 5) Estudo Econômico-Financeiro  Definir investimentos e recursos financeiros
  18. 18. Início Estudo de Mercado Estudo de Localização Estudo de Produção Estudo de Tamanho Estudo Econômico- Financeiro Fim
  19. 19. Estudo de Mercado
  20. 20. Estudo de Mercado Leva em conta: Análise da Indústria/Setor Descrição do Segmento de Mercado Análise SWOT do produto/serviço Análise da Concorrência
  21. 21. Análise da Indústria/Setor Deve apresentar as informações a respeito: do tamanho, crescimento e estrutura da indústria/setor em que sua organização está inserida
  22. 22. Estruturas de Mercado 2 Extremos Uma única firma vende um bem, no qual não possui similares que o substituam. Muitas firmas vendem bens que são substitutos perfeitos entre si. Concorrência Perfeita Oligopólio
  23. 23. Arranjo das Estruturas de Mercado Número de Vendedores NúmerodeCompradores Um Poucos Muitos Um Monopólio Bilateral Monopsônio Poucos Oligopólio Bilateral Oligopsônio Muitos Monopólio Oligopólio Concorrência Perfeita
  24. 24. Tipos de Estruturas de Mercado Tipo de Mercado Número de Produtores Entrada Influência sobre o Preço Exemplos Monopólio Um produtor sem nenhum substituto próximo Difícil Substancial (só não estabelece o preço se este for regulamentado pelo governo) Correio Oligopólio Poucos produtores Difícil Algum (Pesquisador de Preço) Aço e Alumínio (pouca diferenciação) Automóveis e Cigarros (muita diferenciação) Concorrência Monopolista Muitos produtores, produto diferenciado Fácil Pouco Comércio Varejista Concorrência Perfeita Muitos produtores, produto não diferenciado Fácil Nenhum (Seguidor de Preço) Feijão
  25. 25. Ciclo de Vida de Produtos Tempo NºdeUnidadesVendidas Introdução Crescimento Maturidade Declínio Vendas Lucro
  26. 26. Ciclo de Vida de Produtos : Introdução baixa taxa de crescimento baixo nº de consumidores poucos concorrentes lucros baixos falta de padrão tecnológico preços elevados altos custos de distribuição e promoção produtos em versões básicas
  27. 27. Ciclo de Vida de Produtos : Crescimento alta taxa de crescimento entrada de vários concorrentes aumento do lucros queda nos preços e nos custos estabelecimento de padrão tecnológico aparecimento de diversas versões de produtos eventualmente a taxa de crescimento muda de sentido busca de estabelecimento de preferência ou fidelidade à marca
  28. 28. apresenta-se em três períodos:  maturidade de crescimento, estável e decadente excesso de capacidade saída de concorrentes tendência à diminuição dos lucros investimentos em processos fabris busca de redução de custos preços descendentes busca de nichos e proteção de flancos Ciclo de Vida de Produtos : Maturidade
  29. 29. Ciclo de Vida de Produtos : Declínio taxa de crescimento negativa vendas em declínio lucros em declínio excesso de capacidade preço promocional a maioria dos concorrentes abandona a arena tecnologia de produto geralmente ultrapassada redução significativa das versões de produto redução significativa das alternativas de distribuição
  30. 30. Descrição do Segmento de Mercado Definido o setor em que atua e seu mercado geral, você também quer e precisa saber identificar quais os segmentos deste mercado são seu alvo
  31. 31. Segmento de Mercado O segmento de mercado é definido a partir das características do produto, estilo de vida do consumidor (idade, sexo, renda, profissão, família, personalidade etc) e outros fatores que afetam de uma maneira direta o consumo do produto
  32. 32. Somos todos diferentes! Cada um tem seu gosto, suas necessidades, suas preferências, suas vontades, etc. O jeito mais fácil de não agradar a ninguém, é tentar agradar a todo mundo...
  33. 33. Por que Segmentar? • Por que as pessoas preferem comprar aquilo que atende realmente a suas necessidades, ao invés de comprar produtos de qualidade mas que não atendam aquilo que querem
  34. 34. Por que Segmentar? • Por que as pessoas gostam de ser abordadas de uma maneira específica que lhes dê a impressão de um real interesse em compreender suas necessidades e desejos
  35. 35. Por que Segmentar? • Por que as pessoas pagam mais pelos produtos que atendem exatamente a suas necessidades e que foram identificados através de meios personalizados de abordagem
  36. 36. Segmentação Geográfica
  37. 37. Segmentação Demográfica
  38. 38. Segmentação Psicográfica
  39. 39. Segmentação Comportamental
  40. 40. Segmentação Efetiva Mensuráveis • Tamanho, poder de compra, características dos segmentos devem ser mensuráveis
  41. 41. Segmentação Efetiva Substanciais •Segmentos devem ser grandes ou rentáveis o suficiente
  42. 42. Segmentação Efetiva Acessíveis • Segmentos podem ser efetivamente alcançados e servidos
  43. 43. Segmentação Efetiva Diferenciáveis •Segmentos respondem de maneira diferente a cada elemento e programa de mix de marketing
  44. 44. Segmentação Efetiva Acionáveis •Devem ser capazes de atrair e atender os segmentos
  45. 45. Estratégia de Segmentação Marketing de Massa Chamar todo mundo de “Zé” Marketing de Segmento Entender que tem um “Zé Roberto”, um “Zé Paulo”, um “Zé Luís”, um “Zé Augusto”, etc. Marketing de Nicho Conhecer o Sr. José Luiz da Silva
  46. 46. Estratégias de Segmentação Composto de Mkt Mercado Marketing Indiferenciado ou de Massa Caracterização: Aplicabilidade: Não há concorrência Produto novo Consumidor não percebe diferenciação entre as diversas ofertas Organizações não conseguem diferenciar suas ofertas Organizações com grande capacidade de produção Exemplos: O Ford “T” que podia ser comprado de qualquer cor, desde que fosse de cor preta; A Coca-Cola que, por muitos anos, vendeu seu refrigerante em apenas um tamanho de garrafa.
  47. 47. Marketing de Massa Durante muito tempo a Coca Cola só era oferecida na garrafa de vidro de 290 ml
  48. 48. Entre 1915 e 1926 o Ford T só era disponível na cor preta Marketing de Massa
  49. 49. Marketing Diferenciado ou de Segmento Caracterização: Composto de Mkt 3 Composto de Mkt 2 Segmento 1 Segmento 2 Segmento 3 Composto de Mkt 1 Aplicabilidade: Há forte concorrência Produto na fase de crescimento na Curva de Ciclo de Vida Consumidor sensível à diferenciação Organizações querem dificultar a entrada de um concorrente Organizações com grande capacidade de produto/marketing Obrigar os desafiantes a adotar uma estratégia mais cara e demorada para ganhar parcelas de mercado Exemplo: Um fabricante de automóveis que segmenta o mercado de automóveis em Carros Populares, Médios, de Luxo e Utilitários Estratégias de Segmentação
  50. 50. Marketing de Segmento
  51. 51. Marketing de Segmento
  52. 52. Marketing de Nicho Caracterização: Aplicabilidade: Consumidor sensível à diferenciação Organizações com pouca capacidade de produção Organizações com competências únicas Evitar concorrência com os líderes em participação de mercado Composto de Mkt Segmento 1 Segmento 2 Segmento 3 Subsegmento ou nicho Exemplos de Nicho: Toca discos de agulha, máquinas fotográficas de filme, etc. “Não haverá mercado para produtos que todos gostem um pouco, apenas para produtos que alguém gosta muito” Estratégias de Segmentação
  53. 53. Nicho Muito bom para o artesão, para o pequeno empresário ou para o pequeno empreendedor Mas não é comercialmente viável para a produção em massa ou para o grande produtor
  54. 54. Marketing de Nicho
  55. 55. Depois de Segmentar, escolha o seu Mercado Alvo O mercado-alvo não é aquele que você gostaria: é aquele que pode consumir o seu produto
  56. 56. Mercado Alvo  Qual o market-share (participação de mercado) dentre os principais concorrentes?  Qual o potencial de mercado?  O mercado encontra-se bem atendido?  Quais as oportunidades para o seu produto/serviço obter uma maior participação?
  57. 57. Escolha do Público Alvo Este!Não este! Escolher qual será o grupo a ser atendido!
  58. 58. Níveis de Segmentação Marketing de Massa Marketing de Nicho Diferentes Níveis de Segmentação 100 pessoas 1.000 pessoas 10.000.000 pessoas 1.000.000 pessoas Mercadoalvo
  59. 59. Níveis de Segmentação Marketing de Massa Marketing de Nicho  Todo mundo é “Zé”  Pizza inteira!  Sr. José Luiz da Silva  Só 1 pedaço da Pizza!
  60. 60. Seleção do Mercado Alvo Concentração em um único segmento M1 M2 M3 P1 P2 P3
  61. 61. Seleção do Mercado Alvo Especialização Seletiva M1 M2 M3 P1 P2 P3
  62. 62. Seleção do Mercado Alvo Especialização por Produto M1 M2 M3 P1 P2 P3
  63. 63. Seleção do Mercado Alvo Especialização por Mercado M1 M2 M3 P1 P2 P3
  64. 64. Seleção do Mercado Alvo Cobertura Total do Mercado M1 M2 M3 P1 P2 P3
  65. 65. Análise SWOT do Produto/Serviço Ambiente Interno • Forças • Fraquezas Ambiente Externo • Potencialidades • Fragilidades
  66. 66. Ambiente Ambiente Interno Ambiente Externo Empresa; Clientes; Fornecedores; Intermediários. Ambiente Econômico; Ambiente Demográfico; Ambiente Sociocultural; Ambiente Político-Legal; Ambiente Tecnológico; Ambiente Competitivo
  67. 67. Ambiente Interno • FORÇA – É uma característica da empresa que lhe confere vantagem estratégica; • FRAQUEZA – É uma característica da empresa que lhe confere desvantagem estratégica;
  68. 68. Ambiente Externo • OPORTUNIDADE – É uma condição no ambiente que, se explorada, ajuda a empresa a obter competitividade estratégica; • AMEAÇA – É uma condição do ambiente que pode impedir os esforços de uma empresa em obter competitividade estratégica;
  69. 69. Análise Ambiental AMBIENTE EXTERNO Oportunidades Ameaças AMBIENTEINTERNO Forças Fraquezas Potencialidades de ação ofensiva Debilidades Vulnerabilidade Capacidade Defensiva
  70. 70. Força e Oportunidade Até que ponto a FORÇA analisada pode colaborar para o aproveitamento da OPORTUNIDADE em consideração? ATACAR
  71. 71. Força e Ameaça Até que ponto a FORÇA analisada pode colaborar para superar a AMEAÇA em consideração? DEFENDER
  72. 72. Fraqueza e Oportunidade Até que ponto a FRAQUEZA analisada pode prejudicar o aproveitamento da OPORTUNIDADE em consideração? PREPARAR
  73. 73. Ameaças e Fraquezas Até que ponto a FRAQUEZA analisada pode agravar a concretização da AMEAÇA em consideração? REZAR
  74. 74. Análise da Concorrência  De que maneira o produto ou serviço pode ser comparado ao do concorrente?  De que maneira ele está organizado?  Ele pode tomar decisões mais rápidas do que você?  Ele responde rapidamente a mudanças?  Tem uma equipe gerencial eficiente?  A concorrência é líder ou seguidor no mercado?  Quem poderá vir a ser os seus concorrentes no futuro?
  75. 75. “Se nas férias uma criança prefere ir para a casa da avó ao invés de ir para a Disney, então a avó da criança é concorrente da Disney” X
  76. 76. Concorrentes Diretos Atuam no mesmo setor
  77. 77. Concorrentes Indiretos Atuam em setores diferentes Ou faço uma pós graduação ou troco de carro ou viajo de férias...
  78. 78. Início Estudo de Mercado Estudo de Localização Estudo de Produção Estudo de Tamanho Estudo Econômico- Financeiro Fim
  79. 79. Estudo de Localização
  80. 80. Definir o Objetivo da Localização Esta loja deve estar num local com alto tráfego de pessoas durante todo o dia Esta não...
  81. 81. Localização Diferente para Agronegócios Indústrias Comércios Atacadistas Comércios Varejistas Prestadores de Serviço
  82. 82. Teoria da Localização Uma boa localização procura garantir que a operação seja feita com custos mínimos a curto e/ou longo prazo, já que é esta é a típica decisão de grande impacto nos custos de operação Procura-se a localização que dê a maior razão benefício/custo
  83. 83. Localização de Agronegócios – Primórdios (Von Thunen) Distância Lucro = Preço Venda – Despesa de Frete Relativamente Uniforme Quanto mais distante, maior o custo do frete Quanto maior a distância entre produtor e consumidor, menor o lucro
  84. 84. Fatores para a Decisão sobre a Localização de Indústrias  Acessibilidade aos diferentes modais de transporte  Área geográfica a ser atendida pela nova estrutura  Capacidade de processamento dos armazéns  Clima  Condições sindicais  Custo de estoque de segurança  Custo de estoque em trânsito  Custo total logístico  Custos com mão de obra  Custos com transporte  Custos da instalação  Custos de capital  Custos de manutenção de estoques  Custos de manutenção dos sistemas de estocagem  Divisão da demanda entre as instalações  Efeitos da consolidação dos estoques  Facilidade de acesso ao mercado  Facilidade de acesso aos fornecedores  Fatores econômicos  Fluxo de entrada e saída de produtos  Fontes de energia  Força competitiva  Impostos estaduais, municipais e federais  Isenções tributárias  Localização direcionada pela produção  Localização direcionada pelo mercado  Localização dos principais concorrentes  Nível de serviço ao cliente  Nível mínimo de processamento do armazém  Oferta de mão de obra especializada  Tempo de trânsito do produto acabado  Existência de operadores logísticos com CD’s espalhados pelo Brasil  Incentivos fiscais  ICMS (Crédito e Débito)
  85. 85. Basicamente: Proximidade de Matérias Primas Oferta de Infraestrutura Proximidade de Mão de Obra Proximidade do Mercado Proximidade de Transporte Baixo Custo de Implantação e Operação
  86. 86. Proximidade de Matéria Prima “Frango é milho que anda”
  87. 87. Oferta de Infraestrutura
  88. 88. Proximidade de Mão de Obra
  89. 89. Proximidade do Mercado
  90. 90. Proximidade do Transporte
  91. 91. Baixo Custo de Implantação e Operação
  92. 92. Mas também há preocupação com outros fatores Relevo Clima
  93. 93. Tipos de Agrupamento - Cluster Agrupamento natural de empresas similares em determinada região geográfica, com as mesmas características econômicas e com um objetivo comum de competitividade Evidencia tanto a concorrência como a cooperação
  94. 94. Tipos de Agrupamento – Condomínio Industrial Caracteriza-se pela localização dos fornecedores dentro da planta da indústria, ou adjacentes a ela. Os fornecedores são escolhidos pela indústria, que determina as características da planta do fornecedor e orienta estrategicamente todos os participantes do condomínio
  95. 95. Tipos de Agrupamento – Consórcio Modular Trata-se de uma forma radical de outsourcing (mão-de-obra terceirizada), constituindo-se na transferência de diversas atividades, que antes faziam parte das atribuições da empresa, entre esta e seus fornecedores Os parceiros não participam do lucro final dos produtos. Eles continuam sendo fornecedores, com a grande diferença de também montar as peças que vendem
  96. 96. Consórcio Modular - VW
  97. 97. Tipos de Agrupamento - Cooperativas É a união de diversas propriedades da mesma região geográfica para um objetivo comum, como a distribuição da produção, negociação e financiamentos. Muito comuns na indústria agrícola de produção de grãos, aves ou leite
  98. 98. Métodos para Localização de Empresas – Centro de Gravidade Avalia o local de menor custo, considerando o fornecimento de matérias-primas e os mercado consumidores 𝑪𝑮 = (𝑸𝒖𝒂𝒏𝒕𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒙 𝑪𝒖𝒔𝒕𝒐 𝑻𝒓𝒂𝒏𝒔𝒑𝒐𝒓𝒕𝒆 𝒙 𝑫𝒊𝒔𝒕â𝒏𝒄𝒊𝒂) (𝑸𝒖𝒂𝒏𝒕𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒙 𝑪𝒖𝒔𝒕𝒐 𝑻𝒓𝒂𝒏𝒔𝒑𝒐𝒓𝒕𝒆)
  99. 99. Método para Localização de Empresas – Método dos Momentos Semelhante ao método do centro de gravidade, com ponderação de um determinado Centro (Cidade) contra os demais Centros existentes Para cada centro, calcula-se o Momento (M) que as demais cidades possuem 𝑴 𝒄𝒆𝒏𝒕𝒓𝒐 𝑿 = 𝑸𝒖𝒂𝒏𝒕𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒙 𝑪𝒖𝒔𝒕𝒐 𝑻𝒓𝒂𝒏𝒔𝒑𝒐𝒓𝒕𝒆 𝒙 𝑫𝒊𝒔𝒕â𝒏𝒄𝒊𝒂
  100. 100. Método de Localização de Empresas – Ponto de Equilíbrio Compara diferentes localidades em função dos custos totais de operação
  101. 101. Gráfico do Ponto de Equilíbrio Quantidade (unidades) Custo Total (R$) A B Q Melhor Opção: BMelhor Opção: A
  102. 102. Método para Localização de Empresas – Ponderação de Fatores Determina os fatores julgados como relevantes atribuindo-lhes uma nota. Para cada fator determina-se um peso, segundo sua importância. A soma destes fatores determinará qual a melhor localização Fator Peso (%) Opção A Opção B Proximidade de Matéria Prima 40 0,3 0,5 Proximidade de Mercado Consumidor 30 0,1 0,2 Custo de Transporte 30 0,5 0,2 TOTAL 100 30,0 32,0 Melhor Opção: B
  103. 103. Localização de Atacadistas e Varejistas Varejista Compras em menor volume Compras com maior frequência Atacadista Compras em maior volume Compras com menor frequência Estas diferenças fazem com que Varejistas e Atacadistas tenham estratégias de localização bem diferentes entre si
  104. 104. Localização de Atacadistas e Varejistas Varejista Próximo aos mercados consumidores Pequenas lojas Atacadista Entorno de grandes centros urbanos Grandes depósitos
  105. 105. Localização do Comércio Varejista Depende do produto comercializado: Bens de Compra Comparada Bens de Conveniência Bens de Especialidade Bens Não Procurados
  106. 106. Bem de Compra Comparada São bens que o consumidor, só compra depois de avaliar várias opções do mesmo produto, comparando-as quanto a adequação, qualidade, preço e estilo Lojas próximas umas das outras para facilitar a comparação e a tomada de decisão
  107. 107. Bem de Conveniência  São bens que o consumidor, geralmente, compra com frequência, de imediato e com mínimo esforço Lojas com estacionamento fácil; Lembre-se de que ninguém anda 2 quadras para comprar chicletes.
  108. 108. Bens de Especialidade  Bens de características e/ou identificação de marcas exclusivas, para as quais um grupo significativo de compradores está habitualmente disposto a fazer um esforço especial de compra Não precisam estar convenientemente instalados, mas precisam que seus compradores potenciais saibam aonde os encontrar
  109. 109. Bens Não Procurados  Bens sobre os quais o consumidor não tem conhecimento ou sobre os quais sabe pouco, mas que não pensa normalmente em comprar Sem grande preocupação com a localização pois necessitam de um esforço de marketing substancial na forma de propaganda e venda pessoal
  110. 110. Pontos a serem considerados na localização do varejo Existência de mercado Nível e tipo de competição existente Disponibilidade de locais Custos (aquisição ou aluguel) Acessibilidade Facilidade de estacionamento Disponibilidade de mídias para comunicação com o público-alvo Aspectos legais, etc.
  111. 111. Questão Fundamental da Localização Onde vou vender mais, com menor custo? DEMANDA
  112. 112. Demanda da Empresa Total Demandado da Empresa Esforço de MarketingEsforço de Marketing 1 Esforço Máximo de Marketing Previsão de Vendas 1 Potencial de Vendas
  113. 113. Potencial de Vendas É o máximo possível de vendas a ser atingido pela empresa no setor empresarial em sua curva de demanda e corresponde ao esforço máximo de marketing, em um definido ambiente de negócios
  114. 114. Determinação do Mercado Potencial Avaliar o Potencial de Vendas de cada uma das opções de localização
  115. 115. Métodos para determinar os mercados potenciais de regiões de mercado IPC – Índice de Poder de Compra Potencial de Mercado Proporção em Cadeia IAC – Índice de Atividade de Vendas ABC Geodemográfico Todos os métodos levam em conta fatores demográficos (pessoas), econômicos (renda), históricos (vendas) e estatísticos
  116. 116. Saturação do Varejo O conceito de saturação do varejo parte do pressuposto de que qualquer região ou área de comércio, com determinado potencial de mercado, pode comportar apenas um número máximo de m2 de espaço de área de vendas para um determinado setor de varejo ou para determinado produto ou linha de produtos
  117. 117. Classificação das Áreas de Comércio Supersaturada Saturada Subsaturada Acima da Necessidade Equilibrada Abaixo da Necessidade - +
  118. 118. Índice de Saturação do Varejo Mede o potencial de vendas por m2 da área de vendas de uma região ou área de comércio para um determinado setor de varejo ou para determinado produto ou linha de produtos Relaciona um indicador do potencial de mercado com um indicador da oferta existente 𝑰𝑺𝑽 = 𝑪𝒐𝒏𝒔𝒖𝒎𝒊𝒅𝒐𝒓𝒆𝒔 𝒙 𝑮𝒂𝒔𝒕𝒐𝒔 Á𝒓𝒆𝒂 𝒅𝒆 𝑽𝒆𝒏𝒅𝒂𝒔
  119. 119. Área de Influência Área de influência é uma área geográfica que contém os consumidores de uma empresa particular ou de um grupo de empresas para bens ou serviços específicos Comércio Área de Influência Primária (60 a 75% dos clientes) Área de Influência Secundária (15 a 25% dos clientes) Área de Influência Terciária (5 a 10% dos clientes)
  120. 120. Opções para a Localização Final de um Comércio Em um local isolado Em um centro de comércio natural Em um centro de comércio planejado (Shopping Center)
  121. 121. Opção por Local Isolado É caracterizado por não dividir o tráfego de consumidores com outras lojas A opção por um local isolado deve estar relacionada com a vantagem em operar de forma monopolista e / ou com vantagem operacional
  122. 122. Opção por Centro de Comércio Natural No processo de crescimento das cidades, alguns locais acabam naturalmente tendo um fluxo anormal de pessoas como: proximidade de pontos de ônibus, estações de trens e metrô, rodoviárias etc.; locais com grande densidade de escritórios e consultórios; fluxo anormal de veículos (como em grandes avenidas e cruzamentos entre grandes avenidas)
  123. 123. Opção por Shopping Centers São espaços planejados e administrados de forma centralizada que contêm estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços como: lojas de todos os tipos, lanchonetes, restaurantes, bancos, salas de cinema, áreas destinadas a entretenimento e diversões, e amplo estacionamento
  124. 124. Vantagens para o Varejista que se Localiza num Shopping Center Rateio de custos de operação (vigilância, segurança, ar condicionado, iluminação, energia, limpeza, manutenção) Benefício da demanda do shopping como um todo Rateio de custos de propaganda e promoções
  125. 125. Princípios a serem considerados na avaliação de locais para uma nova loja Interceptação Acumulação Atrativa Compatibilidade Congestionamento de Lojas Acessibilidade
  126. 126. Princípio da Interceptação Diz respeito às qualidades específicas de um local de comércio, que determina sua capacidade para interceptar consumidores quando se locomovem de um lugar para outro. A intercepção tem dois elementos distintos: a região origem e a região destino do consumidor Origem e Destino
  127. 127. Princípio da Acumulação Atrativa Este princípio indica que um aglomerado de varejistas, exercendo atividades similares ou complementares, tem maior poder de atração sobre os consumidores do que varejistas similares ou complementares, dispersos e isolados
  128. 128. Princípio da Compatibilidade Ocorre quando diferentes negócios varejistas localizados em um mesmo centro comercial forem complementares e próximos
  129. 129. Princípio do Congestionamento Resulta da diminuição da mobilidade das pessoas e veículos na área, resultantes do crescimento do centro comercial, desencorajando novos e atuais consumidores a irem ao local
  130. 130. Princípio da Acessibilidade Estabelece que, quanto mais facilmente os consumidores potenciais possam chegar, entrar, percorrer e sair de um local, mais facilmente estarão predispostos a visitá-lo para realizar compras
  131. 131. Fatores a Considerar na Avaliação de Locais Aspectos demográficos locais: Base e perfil populacional Renda familiar Número e tipos de residências Porcentual da população que faz parte do público-alvo Característica do estilo de vida da população
  132. 132. Fatores a Considerar na Avaliação de Possíveis Locais Estrutura e compatibilidade do varejo local: Nível de congestionamento de lojas Número e tipos de lojas Número, porte e força dos concorrentes diretos Proximidade de outras áreas comerciais Atividades cooperadas de interesse mútuo dos varejistas Nível de acumulação atrativa Nível de compatibilidade Afinidade no posicionamento Complementaridade com outros varejistas
  133. 133. Fatores a Considerar na Avaliação de Possíveis Locais Fluxo de trânsito de veículos e acessibilidade: Número de veículos Tipo de veículos Disponibilidade e facilidade de estacionamento Disponibilidade e frequência de transportes públicos Fluidez do trânsito:  Quantidade de grandes vias de trânsito  Número de pistas nas grandes vias de trânsito  Fluxo direcional das vias de trânsito  Limite de velocidade  Número e tipos de aparelhos de controle de tráfego  Acesso às vias principais  Qualidade das principais vias de acesso  Nível de congestionamento na área  Existência de barreiras limitantes na área de influência como: pontes, viadutos, linhas férreas, autopistas etc.  Número de intersecções
  134. 134. Fatores a Considerar na Avaliação de Possíveis Locais Tráfego de pedestres:  Número de pessoas  Tipos de pessoas Características do local específico (ponto):  Número de vagas de estacionamento disponíveis  Distância entre o(s) estacionamento(s) e o local da loja  Visibilidade do ponto  Posição do local (esquina ou meio do quarteirão)  Tamanho do local  Formato do local  Estado de conservação da construção  Qualidade das entradas e saídas  Termos e custos de ocupação:  Custo do aluguel ou de aquisição  Custo de condomínio  Período de arrendamento e cláusulas restritivas e de renovação  Limitações de horários  Facilidades existentes
  135. 135. Fatores a Considerar na Avaliação de Possíveis Locais Fatores legais: Tipo de zoneamento Impostos locais Restrições à operação (horários de funcionamento, horários para carga e descarga, horários e restrições para circulação de veículos de carga etc.)
  136. 136. Início Estudo de Mercado Estudo de Localização Estudo de Produção Estudo de Tamanho Estudo Econômico- Financeiro Fim
  137. 137. Estudo de Produção
  138. 138. Processo de Produção Input Matérias Primas Ouput Produto Acabado
  139. 139. Planejamento da Produção Previsão de Vendas O que esperamos vender Plano de Produção O que temos de produzir Capacidade Produtiva O que podemos produzir Nível de Estoque O que está disponível
  140. 140. Programação da Produção
  141. 141. EntregaFabricação Transporte EntregaFabricação Transporte EntregaFabricação Transporte Cada componente possui um ciclo de produção e entrega diferente que devem ser ajustados
  142. 142. Produção PessoasEquipamentos Processos
  143. 143. Pessoas Quem vende? Quem compra? Quem fabrica? Quem entrega? Quem cobra? Quem administra? Quem paga? Etc.
  144. 144. Máquinas e Equipamentos Especificação Escolha do Fornecedor Custo de Aquisição / Montagem / Manutenção Demais condições
  145. 145. Processos Produtivos Produção por Projeto Produção Artesanal Produção por Lotes Produção em Massa Produção Contínua
  146. 146. Tipos de Processo de Produção • Produção por Projeto – Reduzido volume e elevada variedade, típicos de produtos customizados
  147. 147. Tipos de Processo de Produção • Produção Artesanal – Baixos volumes e elevada variedade; – Distingue-se da produção por projetos por produzir mais produtos, geralmente de menor dimensão
  148. 148. Tipos de Processo de Produção • Produção por Lotes – Processo que combina um volume médio com uma variedade média
  149. 149. Tipos de Processo de Produção • Produção em Massa – Processo que lida com a produção de bens com alto volume e pouca variedade
  150. 150. Tipos de Processo de Produção • Produção Contínua – Processo baseado em um volume muitíssimo elevado e uma variedade muito pequena
  151. 151. Visão Ampliada da Produção Equipe de Vendas Logística de EntregaProdução Integração
  152. 152. Fornecedores Consumidores Cadeia de Suprimentos Fornecedores dos Fornecedores Empresa Consumidores dos Consumidores Fluxo de Informações, produtos e fundos (direto e reverso)
  153. 153. Produção Empurrada e Puxada Minimização de Estoques – Fazer por Encomenda
  154. 154. Fornecedores Almoxarifado Depósito Clientes Compras Vendas
  155. 155. Tipos de Estoque Matérias Primas Materiais em Processamento Materiais Semi-Acabados Materiais Acabados ou Componentes Produtos Acabados
  156. 156. ESTOQUE Entradas de um item Saídas de um item Giro de Estoque
  157. 157. Dependência do Estoque Depende Não Depende Estoque Farinha >>> Estoque Picolé Maior controle
  158. 158. Custo dos Estoques Aluguel do espaço Salários e encargos do pessoal envolvido Seguros contra incêndio e roubo Máquinas e equipamentos para movimentação Despesas financeiras geradas pelo estoque parado
  159. 159. Risco de Estoque
  160. 160. Riscos de Estoque
  161. 161. Início Estudo de Mercado Estudo de Localização Estudo de Produção Estudo de Tamanho Estudo Econômico- Financeiro Fim
  162. 162. Estudo de Tamanho
  163. 163. Tamanho de uma Empresa o tamanho da empresa é a capacidade de produção que pode ser atingida pela mesma quando em operação durante um período de tempo normal, do ponto de vista técnico e econômico  Ponto de vista técnico: máxima produção  Ponto de vista econômico: nível de produção
  164. 164. Ração Leite Produção Máxima Não adianta dar mais ração A quantidade de leite produzido a mais será inferior a quantidade adicional de ração dada
  165. 165. Produtividade Média e Marginal Produtividade Média 𝑷 𝑴é𝒅𝒊𝒂 = 𝑷𝒓𝒐𝒅𝒖çã𝒐 𝑻𝒐𝒕𝒂𝒍 𝑭𝒂𝒕𝒐𝒓 𝒅𝒆 𝑻𝒂𝒎𝒂𝒏𝒉𝒐 Produtividade Marginal 𝑷 𝑴𝒂𝒓𝒈𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑷𝒓𝒐𝒅𝒖çã𝒐 𝑻𝒐𝒕𝒂𝒍 𝟐 − 𝑷𝒓𝒐𝒅𝒖çã𝒐 𝑻𝒐𝒕𝒂𝒍 𝟏 𝑭𝒂𝒕𝒐𝒓 𝒅𝒆 𝑻𝒂𝒎𝒂𝒏𝒉𝒐 𝟐 − 𝑭𝒂𝒕𝒐𝒓 𝒅𝒆 𝑻𝒂𝒎𝒂𝒏𝒉𝒐 𝟏 Fator de Tamanho  Nº Empregados  Kg de Matéria Prima  Unidades Produzidas  Turnos de Operação  Velocidade de Produção  Etc.
  166. 166. Fator de Tamanho Número de empregados Volume de faturamento Total de capital empregado e/ou valor do patrimônio líquido Valor total adicionado pela empresa Volume (ou peso) da matéria-prima consumida
  167. 167. Tamanho Ótimo 𝑷 𝑴é𝒅𝒊𝒂 = 𝑷 𝑴𝒂𝒓𝒈𝒊𝒏𝒂𝒍 𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 > 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 < 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙 𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 = 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙 Produtividade Fator de Tamanho
  168. 168. 𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 > 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 < 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙 𝑃 𝑀é𝑑𝑖𝑎 = 𝑃 𝑀𝑎𝑟𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙 Produtividade Fator de Tamanho 1 Kg Ração 2 litros de Leite 1 Kg Ração 1 litro de Leite 1 Kg Ração 0,5 litro de Leite
  169. 169. Limites Mínimo e Máximo Tamanho Máximo Tamanho Mínimo Demanda Máxima do Mercado Tamanho Mínimo Econômico Faixa Ideal de Operação x Unidades X Unidades
  170. 170. Tamanho = Capacidade volume máximo ou quantidade máxima de “alguma coisa”
  171. 171. Capacidade de Produção o máximo nível de atividade de valor adicionado em determinado período de tempo que o processo pode realizar sob condições normais de operação
  172. 172. Algumas Medidas de Capacidade Organização Capacidade Estática Capacidade de Produção Faculdade Quantidade de salas, carteiras, enfim, número de vagas disponíveis Quantidade de alunos formados por ano Teatro ou cinema Quantidade de assentos na sala de espetáculo ou na sala de exibição Número de freqüentadores por semana Supermercado Área de vendas em m2 Faturamento mensal por m2 Transportadora rodoviária de cargas Soma da capacidade em quilos ou m3 dos caminhões disponíveis Volume ou peso transportado por mês Hospital Número de leitos disponíveis Quantidade de pacientes atendidos por mês Hidroelétrica “Tamanho” do gerador Megawatts gerados por mês Confecções de roupas Número de costureiras e de máquinas de costura Produtos produzidos por semana Fábrica de fogões Número de homens e de máquinas Fogões produzidos por mês Fazenda Área cultivada Toneladas de grãos por safra
  173. 173. Capacidade Instalada É a capacidade máxima que uma unidade produtora pode produzir se trabalhar ininterruptamente, sem que seja considerada nenhuma perda
  174. 174. Capacidade Disponível ou de Projeto É a quantidade máxima que uma unidade produtiva pode produzir durante a jornada de trabalho disponível, sem levar em consideração qualquer tipo de perda
  175. 175. Grau de Disponibilidade Indica, em percentual, quanto uma unidade produtiva está disponível 𝑮𝒓𝒂𝒖 𝒅𝒆 𝑫𝒊𝒔𝒑𝒐𝒏𝒊𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 = 𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑫𝒊𝒔𝒑𝒐𝒏í𝒗𝒆𝒍 𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑰𝒏𝒔𝒕𝒂𝒍𝒂𝒅𝒂
  176. 176. Capacidade Efetiva ou de Carga A capacidade efetiva representa a capacidade disponível subtraindo-se as perdas planejadas desta capacidade  Necessidade de set-ups para alterações no mix de produtos  Manutenções preventivas periódicas  Tempos perdidos em trocas de turnos  Amostragens da qualidade, etc. Perdas planejadas são aquelas perdas que se sabe de antemão que irão acontecer
  177. 177. Grau de Utilização representa, em forma percentual, quanto uma unidade produtiva está utilizando sua capacidade disponível 𝑮𝒓𝒂𝒖 𝒅𝒆 𝑼𝒕𝒊𝒍𝒊𝒛𝒂çã𝒐 = 𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑬𝒇𝒆𝒕𝒊𝒗𝒂 𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑫𝒊𝒔𝒑𝒐𝒏í𝒗𝒆𝒍
  178. 178. Capacidade Realizada A capacidade realizada é obtida subtraindo-se as perdas não planejadas da capacidade efetiva, em outras palavras, é a capacidade que realmente aconteceu em determinado período Perdas não planejadas são perdas que não se consegue antever  Falta de matéria-prima;  Falta de energia elétrica;  Falta de funcionários;  Paradas para manutenção corretiva;  Investigações de problemas da qualidade, etc.
  179. 179. Índice de Eficiência fornece a porcentagem de eficiência da unidade produtora em realizar o trabalho programado Í𝒏𝒅𝒊𝒄𝒆 𝒅𝒆 𝑬𝒇𝒊𝒄𝒊ê𝒏𝒄𝒊𝒂 = 𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑹𝒆𝒂𝒍𝒊𝒛𝒂𝒅𝒂 𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑬𝒇𝒆𝒕𝒊𝒗𝒂
  180. 180. Tamanho Ótimo Entende-se por tamanho ótimo aquela escala de produção que conduz à mais alta rentabilidade para a empresa em um dado intervalo de tempo
  181. 181. Escala de Mínima Efetividade (EME) o volume de produção, capacidade ou vendas em que o custo médio de longo prazo é minimizado Custo Médio Volume produzido EME Tamanho Ótimo
  182. 182. Custos de Produção Custo Fixo (CFT) – São os custos que não mudam com as variações na quantidade produzida; Custos Variáveis (CVT) – São os custos que variam com o nível de produção; Custo Total (CT) – É a soma do custo fixo e do custo variável.
  183. 183. Custos de Produção • Custo Fixo Médio (CFM) • Custo Variável Médio (CVM) • Custo Total Médio (CTM) Q CFT CFM Q CVT CVM CVMCFM Q CT CTM  Custos Médios ou Unitários
  184. 184. Custos de Produção Custo Fixo Custo Variável Custo Total R$ Qtd.
  185. 185. Análise Linear do Ponto de Equilíbrio $ Qtd. Q1 Q2 Q3 Receita Total Custo Total Faixa Relevante Trata-se de uma “simplificação” Que considera um preço constante unitário P e um custo variável unitário V Ponto de Equilíbrio F VP F Qequilíbrio  
  186. 186. Custos de Produção • Custo Marginal (CMg) – Representa o custo adicional ou extra da produção de mais 1 unidade de produto – Por conseguinte representa também o custo que pode ser economizado ao não se produzir mais 1 produto Q CT CMg   
  187. 187. Custo médio e custo marginal a longo prazo Produção Custo ($ por unidade de produção) CMeLP CMgLP A O custo marginal de longo prazo determina a evolução do custo médio de longo prazo: Se CMgLP < CMeLP, CMeLP está diminuindo Se CMgLP > CMeLP, CMeLP está aumentando Logo, CMgLP = CMeLP no ponto de mínimo do CMeLP
  188. 188. Formatos das Curvas de Custo Produção (unidades/ano) Custo ($ por ano) 25 50 75 100 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 CMg CTMe CVMe CFMe
  189. 189. 0 1 2 3 4 5 6 7 35 59 75 95 120 150 190 245 Custo Fixo Custo Variável Custo Marginal Produção Q Custo Custo Produção Q 24 16 20 25 30 40 55 1 2 3 4 5 6 7 CMg Lei dos Rendimentos Decrescentes
  190. 190. Custo Produção Q 24 16 20 25 30 40 55 1 2 3 4 5 6 7 CMg Preço de Mercado Suponha que o preço de mercado seja de R$ 40,00 PrejuízoLucro Até 6 unidades produzidas: CMg < Preço → Lucro Acima de 6 unidades produzidas: CMg > Preço → Prejuízo Ponto de Equilíbrio para a Empresa LUCRO MÁXIMO!
  191. 191. Custo Produção Q 24 16 20 25 30 40 55 1 2 3 4 5 6 7 CMg Preço de Mercado Preço de Mercado Preço de Mercado A R$ 40,00 o ideal é produzir 6 unidades; A R$ 30,00 o ideal é produzir 5 unidades; A R$ 25,00 o ideal é produzir 4 unidades; Etc. Curva da OFERTA!
  192. 192. Deslocamentos das Curvas de Custos CFM CVM CTM CMg Aumento do Custo Fixo - Inalterada Aumento Inalterada Aumento do Custo Variável Inalterada - Aumenta Aumenta Diminuição do Custo Fixo Diminui Diminui - Diminui Diminuição do Custo Variável Diminui Diminui Diminui - CFM CVM CTM CMg
  193. 193. Condicionantes do Tamanho Ótimo  Estimativa do mercado atual e previsão de seu crescimento  Evolução das importações e preços dos produtos importados (considerando-se a possibilidade de redução desses preços)  Seleção de tecnologias existentes. Confronto entre especificações técnicas, preços dos equipamentos e custos de produção  Existência de projetos semelhantes e planos de expansão das empresas concorrentes
  194. 194. Formas de Aumento na Capacidade Aumento da Capacidade Instalada  Impacto no Custo Fixo Aumento de Turnos de Trabalho  Impacto no Custo Variável
  195. 195. Início Estudo de Mercado Estudo de Localização Estudo de Produção Estudo de Tamanho Estudo Econômico- Financeiro Fim
  196. 196. Estudo Econômico- Financeiro
  197. 197. Critérios de Aprovação de um Projeto Critério Financeiro disponibilidade de recursos Critério Econômico rentabilidade do investimento
  198. 198. Critério Financeiro Tem dinheiro suficiente para investir ou não? SIM NÃO Provavelmente está tirando o dinheiro de alguma aplicação para investir no projeto Provavelmente vai pegar dinheiro emprestado num banco Custo de Oportunidade Custo de Crédito
  199. 199. Critério Financeiro Retorno > Custo Custo de Oportunidade Custo de Crédito
  200. 200. Critério Econômico Lucro = Receita - Despesas Estimativa de Vendas Estimativa de Custos
  201. 201. Análise de Investimentos A avaliação do fluxo de caixa da operação baseada na comparação dos valores presentes, calculados pelo regime de juros compostos
  202. 202. Fluxo de Caixa tempo0 1 2 3 n4 −𝑪𝑭 𝟎 +𝑪𝑭 𝟏 +𝑪𝑭 𝟐 +𝑪𝑭 𝟑 +𝑪𝑭 𝟒 +𝑪𝑭 𝒏 Investimento Inicial Retornos
  203. 203. Valor Presente Líquido - VPL O valor presente líquido de um fluxo de caixa é obtido pela diferença entre o valor presente dos recebimentos (ou pagamentos) previstos e o valor presente do fluxo de caixa inicial tempo0 1 2 3 n4 −𝑪𝑭 𝟎 +𝑪𝑭 𝟏 +𝑪𝑭 𝟐 +𝑪𝑭 𝟑 +𝑪𝑭 𝟒 +𝑪𝑭 𝒏 IMPORTANTE: O VPL não identifica diretamente a taxa de rentabilidade da operação, mas sim o resultado econômico em moeda atualizada
  204. 204. Valor Presente Líquido - VPL tempo0 1 2 3 n4 −𝑪𝑭 𝟎 +𝑪𝑭 𝟏 +𝑪𝑭 𝟐 +𝑪𝑭 𝟑 +𝑪𝑭 𝟒 +𝑪𝑭 𝒏 𝑽𝑷𝑳 = 𝑪𝑭 𝟎 + 𝑪𝑭 𝟏 (𝟏 + 𝒊) 𝟏 + 𝑪𝑭 𝟐 (𝟏 + 𝒊) 𝟐 + 𝑪𝑭 𝟑 (𝟏 + 𝒊) 𝟑 + 𝑪𝑭 𝟒 (𝟏 + 𝒊) 𝟒 + . . . + 𝑪𝑭 𝒏 (𝟏 + 𝒊) 𝒏
  205. 205. Taxa de Mínima Atratividade - TMA É a taxa a partir da qual o investidor considera que está obtendo ganhos financeiros Geralmente:  Custo de Oportunidade  Custo de Crédito  Custo de Capital
  206. 206. Tomada de Decisão - VPL Entre dois investimentos possíveis escolhe-se aquele que apresentar o maior VPL VPL ≥ 0 então investe VPL < 0 então não investe
  207. 207. Taxa Interna de Retorno - TIR É a taxa de juros que iguala, em determinado momento do tempo, o valor presente das entradas (recebimentos) com o das saídas (pagamentos) previstas em caixa É também a taxa que faz VPL = 0
  208. 208. Taxa Interna de Retorno - TIR 𝑪𝑭 𝟎 = 𝑪𝑭 𝟏 (𝟏 + 𝒊) 𝟏 + 𝑪𝑭 𝟐 (𝟏 + 𝒊) 𝟐 + 𝑪𝑭 𝟑 (𝟏 + 𝒊) 𝟑 + 𝑪𝑭 𝟒 (𝟏 + 𝒊) 𝟒 + . . . + 𝑪𝑭 𝒏 (𝟏 + 𝒊) 𝒏 𝑽𝑷𝑳 = 𝑪𝑭 𝟎 + 𝑪𝑭 𝟏 (𝟏 + 𝒊) 𝟏 + 𝑪𝑭 𝟐 (𝟏 + 𝒊) 𝟐 + 𝑪𝑭 𝟑 (𝟏 + 𝒊) 𝟑 + 𝑪𝑭 𝟒 (𝟏 + 𝒊) 𝟒 + . . . + 𝑪𝑭 𝒏 (𝟏 + 𝒊) 𝒏 TIR → VPL = 0
  209. 209. Tomada de Decisão - TIR Do ponto de vista estritamente financeiro, se tivermos que escolher entre dois projetos de investimento devemos escolher aquele que apresentar a maior TIR, ou seja, a maior taxa de rentabilidade efetiva Ao decidirmos a execução, ou não, de um investimento devemos comparar a TIR com o custo de oportunidade do capital (melhor rentabilidade disponível no mercado)
  210. 210. Problemas da TIR Se o prazo do investimento for muito longo e com muitas mudanças de sinais no fluxo de caixa, então pode ser que haja múltiplas TIR’s ou nenhuma TIR não é usada para optar entre dois investimentos excludentes, pois se “confunde” com o porte de investimentos e com prazos diferentes dos fluxos
  211. 211. Relação entre TIR e VPL Do ponto de vista do investidor o VPL decresce com a taxa de desconto, ou seja, quanto maior a taxa de desconto, menor o VPL A TIR é a taxa de desconto que zera o VPL Logo, do ponto de vista do investidor, a TIR é a maior taxa de desconto que ainda produz um VPL positivo Portanto, se a taxa de desconto dos fluxos for menor que a TIR então o projeto é lucrativo pelo método VPL
  212. 212. Relação entre TIR e VPL – Graficamente Taxa de Desconto VPL (R$) TIR Não vale o investimento VPL<0 Vale o investimento VPL>0 Ponto de Vista do Investidor
  213. 213. Payback Representa o tempo de recuperação do investimento Ou seja, quanto tempo até que o VPL =0? 0 1 2 3 −𝟐𝟓𝟎 +𝟏𝟎𝟎 +𝟏𝟎𝟎 +𝟏𝟎𝟎n Fluxo Saldo 0 -250 -250 1 +100 -150 2 +100 -50 3 +100 +50 Payback
  214. 214. Payback Descontado É o Payback calculado considerando a atualização do capital a uma dada taxa de juros 0 1 2 3 −𝟐𝟓𝟎 +𝟏𝟎𝟎 +𝟏𝟎𝟎 +𝟏𝟎𝟎 n Fluxo Atualizado Saldo 0 -250 -250 -250 1 +100 +90 -160 2 +100 +80 -80 3 +100 +70 +10 Payback
  215. 215. Incertezas em Relação ao Projeto Fatores Econômicos • super ou subdimensionamente de oferta e demanda, alterações de preços de produtos e matérias-primas, investimentos imprevistos, etc… Fatores Financeiros • falta de capacidade de pagamento, insuficiência de capital, etc… Fatores Técnicos • inadequabilidade de processo, matéria-prima, tecnologia empregada, etc… Outros  fatores políticos e institucionais, clima, problemas de gerenciamento de projetos, etc…
  216. 216. Obrigado pela atenção! FIM miltonhenriquemiltonhcouto mcouto@catolica-es.edu.br Milton Henrique do Couto Neto

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