SlideShare uma empresa Scribd logo
Impactos no Macroambiente
Prof. Milton Henrique do Couto Neto
miltonhcouto@gmail.com
Efeito Estufa
• É um mecanismo natural do planeta Terra para possibilitar a
manutenção da temperatura numa média de 15ºC, ideal para o
equilíbrio de grande parte das formas de vida em nosso planeta
• Sem o efeito estufa natural, o planeta Terra poderia ficar muito frio,
inviabilizando o desenvolvimento de grande parte das espécies
animais e vegetais
• Isso ocorreria, pois a radiação solar refletida pela Terra se perderia
totalmente.
Efeito Estufa
Efeito Estufa
IPCC - Painel Intergovernamental sobre
Mudança do Clima
• Órgão criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio
Ambiente (PNUMA) e pela Organização Meteorológica Mundial
(OMM) em 1988 para estudar o problema das mudanças climáticas
• Reúne 2.500 cientistas de mais de 130 países
• A missão deste Painel consiste em avaliar a informação científica
disponível sobre os efeitos das mudanças climáticas, destacar seus
impactos ambientais e socioeconômicos e traçar estratégias para dar
respostas adequadas ao fenômeno
IPCC - Painel Intergovernamental sobre
Mudança do Clima
• Em 1990, o IPCC publicou um relatório
afirmando que as atividades humanas
poderiam estar causando o aumento do efeito
estufa
• O estudo foi a base para as discussões durante
a RIO-92, no Rio de Janeiro
Protocolo de Quioto
• É um tratado internacional que estabelece
compromissos para a redução da emissão
dos gases que provocam o efeito estufa,
considerados como a principal causa do
aquecimento global
• Os países desenvolvidos que são signatários
deste Protocolo têm a obrigação de reduzir
a emissão de gases do efeito estufa em,
pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de
1990 no período entre 2008 e 2012
Situação Atual
• O IPCC afirma que para evitar o aumento de
até 2ºC até o fim do século será necessário
conter o aumento das emissões até 2020 e
reduzi-la em 80% até 2050
Gases do Efeito Estufa (GEE)
No âmbito do Protocolo de Quioto, os seguintes GEEs são regulados:
• dióxido de carbono (CO2),
• metano (CH4),
• óxido nitroso (N4O),
• hidrofluorcarbonos (HFCs),
• perfluorcarbonos (PFCs); e
• hexafluoreto de enxofre (SF6).
Mecanismos de Flexibilização
Emissions Trade (comércio de emissões)
• São utilizados entre países industrializados
• Através desse mecanismo, um país que tenha reduzido suas emissões
acima de sua meta, pode transferir o excesso de suas reduções para
outro país que não tenha alcançado tal condição
Mecanismos de Flexibilização
Joint Implementation (implementação conjunta)
• Os países podem fazer uso para reduzir suas emissões sem tomar
medidas no próprio país
• O mecanismo possibilita a um país realizar projeto de redução de
gases do efeito estufa em outro país, contabilizando, a seu favor, as
emissões reduzidas
Mecanismos de Flexibilização
MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo)
• Criado para auxiliar o processo de redução de emissões de gases (GEE) ou
de captura (ou sequestro) de carbono por parte dos países
• O Brasil propôs a criação do Fundo de Desenvolvimento Limpo, formado
por meio de contribuições dos países desenvolvidos que não cumprissem
suas metas
• O fundo seria utilizado para desenvolver projetos em países em
desenvolvimento
Emissões de Dióxido de Carbono
• O Brasil não faz parte do Anexo 1, pois suas
emissões de GEEs são recentes
• Os principais responsáveis pelas emissões no
Brasil são os desmatamentos e queimadas, que
representam aproximadamente 75% e a queima
de combustíveis fósseis, que representam 22% do
total de emissões
Não estamos nada bem...
Emissões de Dióxido de Carbono
O protocolo estimula os países signatários a cooperarem entre si,
através de algumas ações básicas:
• Reformar os setores de energia e transportes;
• Promover o uso de fontes energéticas renováveis;
• Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins
da Convenção;
• Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos
sistemas energéticos; e
• Proteger florestas e outros sumidouros de carbono
Mercado de CO2e
Mercado de CO2e
Mercado de CO2e
Mercado Mundial de CO2e
Mercado Mundial de CO2e
Como é calculado?
• As agências de proteção ambiental reguladoras emitem
certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de
enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes
• Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no País e
a partir daí são estabelecidas metas para a redução de suas
emissões
• As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas
responsabilidades
• Cada bônus, cotado em dólares, equivale a uma tonelada de
poluentes
• Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecida
por lei, tem que comprar certificados das empresas mais bem
sucedidas
• O sistema tem a vantagem de permitir que cada empresa
estabeleça seu próprio ritmo de adequação às leis ambientais
• Estes certificados podem ser comercializados através das Bolsas
de Valores e de Mercadorias
Como é calculado?
• Uma tonelada de CO2 equivalente corresponde a um crédito de carbono
• O CO2 equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas
do GEE (Gases do Efeito Estufa) pelo seu potencial de aquecimento global
• O potencial de aquecimento global do CO2 foi estipulado como 1
• O potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que
o potencial do CO2, portanto o CO2 equivalente do metano é igual a 21
• Portanto, uma tonelada de metano reduzida corresponde a 21 créditos de
carbono
Equivalentes de CO2
Cotação de Crédito de Carbono Futuro
Redução de emissões por desmatamento e
degradação
• O sistema de redução de emissões por desmatamento e degradação (Redd,
na sigla em inglês). O desmatamento responde por cerca de 20% das
emissões humanas de gases do efeito estufa, especialmente o dióxido de
carbono e o metano, derivados da derrubada e queima de florestas
• As florestas tropicais são essenciais também como mananciais hídricos, e
funcionam como "pulmões" do planeta ao promover a troca de dióxido de
carbono por oxigênio no ar. Além disso, esses espaços contêm riquíssimos
ecossistemas, dos quais muitas comunidades dependem. Pagar pela
preservação ajudara a combater o aquecimento global e proteger a
biodiversidade do planeta
Redução de emissões por desmatamento e
degradação
• Objetivos: O objetivo do Redd é pagar para manter as florestas de pé. O
pagamento, por meio da venda de créditos de carbono, refletira o valor do
carbono armazenado nas florestas, ou os custos ambientais advindos da extração
de madeira e da ocupação agropecuária
• Como funciona? Essencialmente trata-se em usar os créditos como "moeda" com
a qual os países em desenvolvimento teriam estímulo para conter o
desmatamento, enquanto os países ricos, ao investir nesses mecanismos,
ajudariam a cumprir suas quotas obrigatórias de redução de emissões
• Sequestro de carbono: A venda será realizada sobre o sequestro dos créditos
emitidos pela área. Não são permitidas áreas de reflorestamento, somente áreas
com vegetação nativa. Para projetos (REDD)
• Área: A compra será somente dos créditos de carbono (sequestro de carbono) e
não da (propriedade)
Redução de emissões por desmatamento e
degradação
• Proporção: A quantidade de créditos a ser negociada é de 38 a 600
por hectare dependendo do bioma, e biomassa acumulada
• Tempo Do Projeto, 30 anos, 60 anos ou período máximo de 90 anos
• O valor do credito pago, representa um numerário relativo, pois
depende de vários fatores como ex: temos como base de calculo um
valor de (R$ 14,85 REAIS por credito) este valor e como base de
calculo, porque e verificado a cotação dia
Redução de emissões por desmatamento e
degradação
• 1 Hectare = 38 a 600 toneladas de carbono ao ano (dependendo do
bioma)
• Exemplo:
• área de 1.000 hectares
• a R$ 20,00 reais por tonelada
• 140 toneladas ao ano por hectares
• = 1.000 x 140 x R$ 20,00 = R$ 2.800.000,00 por ano
• Pagamento: O pagamento dos créditos será anual
Redução de emissões por desmatamento e
degradação
Condições para execução do projeto:
• serão aceitas áreas de florestas nativas, reserva legal, reflorestamento, rppm. e
demais que tenha como base o sequestro de carbono.
• Os créditos são a mercadoria a ser negociada, por isso a preservação da floresta
será de responsabilidade do proprietário, ou caso seja transferida esta
responsabilidade a entidades a título de assessoria e jurídica.
• Não devera ocorrer inflações porque implicará em multa e eventual paralisação
do projeto;
• Será efetuado contrato com proprietário para o monitoramento do projeto.
Procedimentos: Após a verificação dos documentos da propriedade estarem
correto para o projeto , será realizado o PDD (Projeto de Planta Limpa) que é
o levantamento quantitativo da área em relação à emissão do carbono.
Após o PDD, a área será protocolada junto aos órgãos competentes, o qual
reconhecerá a autenticidade do PDD e autorizará a emissão dos créditos
Destruição da Camada de Ozônio O3
• A Camada de Ozônio (O3), localizada na estratosfera entre 15 e 50
Km de altitude, forma um escudo invisível que protege a superfície do
planeta contra os raios ultravioletas vindos do Sol
• Essa radiação UV que bronzeia, seca e envelhece a pele, é nociva aos
animais e plantas, principalmente porque pode danificar o DNA
(ácido desoxirribonucleico), levando eventualmente a um
crescimento tumoroso como, por exemplo, o câncer de pele,
problemas nas córneas e a fragilização do sistema imunológico
Destruição da Camada
de Ozônio O3
O Buraco na Camada de Ozônio
• Em 1983, pesquisadores fizeram uma descoberta que gerou muita preocupação:
havia um buraco na camada de ozônio na área da estratosfera sobre o território
da Antártica
• Este buraco era de grandes proporções, pois tinha cerca de 10 milhões de
quilômetros quadrados
• Na década de 1980 outros buracos de menor proporção foram encontrados em
vários pontos da estratosfera
• Com o passar do tempo, estes buracos foram crescendo (principalmente o que
fica sobre a Antártica), sendo que em setembro de 1992 chegou a totalizar 29,4
milhões de quilômetros quadrados
• Dados de cientistas japoneses indicam que o buraco de ozônio atingiu um
tamanho de 20,8 milhões de quilômetros quadrados em 22 de setembro de 2012,
o máximo desde o início do ano
Chuva Ácida
• O químico e climatologista inglês, Robert August Smith, foi quem
observou a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de
Manchester no início da Revolução Industrial e a denominou de
chuva ácida
• Com o passar dos anos e o aumento da industrialização, esse
problema se agravou
Chuva Ácida
Gestão Ambiental 02 -  impactos no macroambiente

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOS
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOSPOLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOS
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOS
GUILHERME FRANÇA
 
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos SólidosPolítica Nacional de Resíduos Sólidos
Introdução aula 6
Introdução   aula 6Introdução   aula 6
Introdução aula 6
Giovanna Ortiz
 
Lei Nacional de Resíduos Sólidos
Lei Nacional de Resíduos SólidosLei Nacional de Resíduos Sólidos
Gestão Ambiental 03 - a sustentabilidade no microambiente
Gestão Ambiental 03 -  a sustentabilidade no microambienteGestão Ambiental 03 -  a sustentabilidade no microambiente
Gestão Ambiental 03 - a sustentabilidade no microambiente
Milton Henrique do Couto Neto
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Gestao ambiental
Gestao ambientalGestao ambiental
Gestao ambiental
amattos76
 
Residuos solidos
Residuos solidosResiduos solidos
Residuos solidos
Cosmo Palasio
 
gestão ambiental
gestão ambientalgestão ambiental
gestão ambiental
Gisele Fernandes
 
Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01
Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01
Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01
Natália Michelan
 
Café & gestão - gestão ambiental e sustentabilidade
Café & gestão -  gestão ambiental e sustentabilidadeCafé & gestão -  gestão ambiental e sustentabilidade
Café & gestão - gestão ambiental e sustentabilidade
Cra-es Conselho
 
A política nacional de resíduos sólidos comentada
A política nacional de resíduos sólidos   comentadaA política nacional de resíduos sólidos   comentada
A política nacional de resíduos sólidos comentada
Lidiane Fenerich
 
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos SólidosPolítica Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Fausto Filipe Teixeira
 
pnrs
pnrspnrs
Seminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge Rocco
Seminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge RoccoSeminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge Rocco
Seminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge Rocco
ciespjacarei
 
Aula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdfAula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdf
Giovanna Ortiz
 
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara HicksonPlano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Nativa Socioambiental
 
Resíduos de logística reversa final
Resíduos de logística reversa finalResíduos de logística reversa final
Resíduos de logística reversa final
Master Ambiental
 
gestão ambiental
gestão ambientalgestão ambiental
gestão ambiental
Neilany Sousa
 
Resíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos SólidosResíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos Sólidos
Francyane Adielle
 

Mais procurados (20)

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOS
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOSPOLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOS
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SOLIDOS
 
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos SólidosPolítica Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos Sólidos
 
Introdução aula 6
Introdução   aula 6Introdução   aula 6
Introdução aula 6
 
Lei Nacional de Resíduos Sólidos
Lei Nacional de Resíduos SólidosLei Nacional de Resíduos Sólidos
Lei Nacional de Resíduos Sólidos
 
Gestão Ambiental 03 - a sustentabilidade no microambiente
Gestão Ambiental 03 -  a sustentabilidade no microambienteGestão Ambiental 03 -  a sustentabilidade no microambiente
Gestão Ambiental 03 - a sustentabilidade no microambiente
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Aula 7
 
Gestao ambiental
Gestao ambientalGestao ambiental
Gestao ambiental
 
Residuos solidos
Residuos solidosResiduos solidos
Residuos solidos
 
gestão ambiental
gestão ambientalgestão ambiental
gestão ambiental
 
Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01
Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01
Aula3gestaoambiental 140421131658-phpapp01
 
Café & gestão - gestão ambiental e sustentabilidade
Café & gestão -  gestão ambiental e sustentabilidadeCafé & gestão -  gestão ambiental e sustentabilidade
Café & gestão - gestão ambiental e sustentabilidade
 
A política nacional de resíduos sólidos comentada
A política nacional de resíduos sólidos   comentadaA política nacional de resíduos sólidos   comentada
A política nacional de resíduos sólidos comentada
 
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos SólidosPolítica Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos Sólidos
 
pnrs
pnrspnrs
pnrs
 
Seminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge Rocco
Seminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge RoccoSeminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge Rocco
Seminário sobre Resíduos Sólidos - Apresentação de Jorge Rocco
 
Aula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdfAula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdf
 
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara HicksonPlano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
 
Resíduos de logística reversa final
Resíduos de logística reversa finalResíduos de logística reversa final
Resíduos de logística reversa final
 
gestão ambiental
gestão ambientalgestão ambiental
gestão ambiental
 
Resíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos SólidosResíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos - Politica Nacional de Resíduos Sólidos
 

Semelhante a Gestão Ambiental 02 - impactos no macroambiente

Meio Ambiente E PolíTica Internacional
Meio Ambiente E PolíTica InternacionalMeio Ambiente E PolíTica Internacional
Meio Ambiente E PolíTica Internacional
ceama
 
AULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.ppt
AULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.pptAULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.ppt
AULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.ppt
TonyMuhate
 
Crédito de Carbono
Crédito de CarbonoCrédito de Carbono
Crédito de Carbono
TR Consulting
 
Sustentabilidade, Ecologia e O Petróleo no Brasil
Sustentabilidade, Ecologia e  O Petróleo no BrasilSustentabilidade, Ecologia e  O Petróleo no Brasil
Sustentabilidade, Ecologia e O Petróleo no Brasil
Alfredo Moreira
 
A cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terra
A cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terraA cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terra
A cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terra
Fernando Alcoforado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
Luan Furtado
 
Apresentação 47 OAB - mercado carbono
Apresentação 47 OAB - mercado carbonoApresentação 47 OAB - mercado carbono
Apresentação 47 OAB - mercado carbono
Vinicius Carneiro
 
118916624 temperatura alteracoes-globais
118916624 temperatura alteracoes-globais118916624 temperatura alteracoes-globais
118916624 temperatura alteracoes-globais
Pelo Siro
 
Experiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDL
Experiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDLExperiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDL
Experiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDL
Editora Fórum
 
Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014
Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014
Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014
Development Workshop Angola
 
Apresentação eqao[1] 0
Apresentação eqao[1] 0Apresentação eqao[1] 0
Apresentação eqao[1] 0
Geise De Goes Canalez
 
Projeto de compostagem lixo zero
Projeto de compostagem lixo zeroProjeto de compostagem lixo zero
Projeto de compostagem lixo zero
Paulo Henrique
 
Sequestro de carbono
Sequestro de carbonoSequestro de carbono
Sequestro de carbono
Araguaci Andrade
 

Semelhante a Gestão Ambiental 02 - impactos no macroambiente (20)

Meio Ambiente E PolíTica Internacional
Meio Ambiente E PolíTica InternacionalMeio Ambiente E PolíTica Internacional
Meio Ambiente E PolíTica Internacional
 
AULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.ppt
AULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.pptAULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.ppt
AULA 10 - PROTECÇÃO DO AMBIENTE - lEGISLAÇÃO.ppt
 
Crédito de Carbono
Crédito de CarbonoCrédito de Carbono
Crédito de Carbono
 
Sustentabilidade, Ecologia e O Petróleo no Brasil
Sustentabilidade, Ecologia e  O Petróleo no BrasilSustentabilidade, Ecologia e  O Petróleo no Brasil
Sustentabilidade, Ecologia e O Petróleo no Brasil
 
A cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terra
A cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terraA cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terra
A cop 21 em paris e o clima futuro do planeta terra
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Protocolo de kyoto
Protocolo de kyotoProtocolo de kyoto
Protocolo de kyoto
 
Apresentação 47 OAB - mercado carbono
Apresentação 47 OAB - mercado carbonoApresentação 47 OAB - mercado carbono
Apresentação 47 OAB - mercado carbono
 
118916624 temperatura alteracoes-globais
118916624 temperatura alteracoes-globais118916624 temperatura alteracoes-globais
118916624 temperatura alteracoes-globais
 
Experiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDL
Experiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDLExperiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDL
Experiência da Arcelor Mittal Brasil com Projetos de MDL
 
Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014
Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014
Luís Costantino - Alterações Climáticas em Angola, DW Debate 11/07/2014
 
Apresentação eqao[1] 0
Apresentação eqao[1] 0Apresentação eqao[1] 0
Apresentação eqao[1] 0
 
Projeto de compostagem lixo zero
Projeto de compostagem lixo zeroProjeto de compostagem lixo zero
Projeto de compostagem lixo zero
 
Sequestro de carbono
Sequestro de carbonoSequestro de carbono
Sequestro de carbono
 

Mais de Milton Henrique do Couto Neto

A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...
A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...
A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...
Milton Henrique do Couto Neto
 
Aula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e Derivativos
Aula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e DerivativosAula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e Derivativos
Aula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e Derivativos
Milton Henrique do Couto Neto
 
Gestão Ambiental 08 - eia e rima
Gestão Ambiental 08 - eia e rimaGestão Ambiental 08 - eia e rima
Gestão Ambiental 08 - eia e rima
Milton Henrique do Couto Neto
 
Gestão Ambiental 07 - produção limpa
Gestão Ambiental 07 -  produção limpaGestão Ambiental 07 -  produção limpa
Gestão Ambiental 07 - produção limpa
Milton Henrique do Couto Neto
 
Análise das Demonstrações Financeiras
Análise das Demonstrações FinanceirasAnálise das Demonstrações Financeiras
Análise das Demonstrações Financeiras
Milton Henrique do Couto Neto
 
Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)
Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)
Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)
Milton Henrique do Couto Neto
 
Questões ENADE - Administração Financeira
Questões ENADE - Administração FinanceiraQuestões ENADE - Administração Financeira
Questões ENADE - Administração Financeira
Milton Henrique do Couto Neto
 
Pós - Matemática Financeira
Pós - Matemática FinanceiraPós - Matemática Financeira
Pós - Matemática Financeira
Milton Henrique do Couto Neto
 
Politicas e Modelos de Financiamento
Politicas e Modelos de FinanciamentoPoliticas e Modelos de Financiamento
Politicas e Modelos de Financiamento
Milton Henrique do Couto Neto
 
Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...
Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...
Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...
Milton Henrique do Couto Neto
 
Avaliação de Empresas e Gestão de Investimentos
Avaliação de Empresas e Gestão de InvestimentosAvaliação de Empresas e Gestão de Investimentos
Avaliação de Empresas e Gestão de Investimentos
Milton Henrique do Couto Neto
 
60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos
60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos
60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos
Milton Henrique do Couto Neto
 
Gestão de Tesouraria
Gestão de TesourariaGestão de Tesouraria
Gestão de Tesouraria
Milton Henrique do Couto Neto
 
DO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura Organizacional
DO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura OrganizacionalDO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura Organizacional
DO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura Organizacional
Milton Henrique do Couto Neto
 
DO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do Conhecimento
DO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do ConhecimentoDO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do Conhecimento
DO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do Conhecimento
Milton Henrique do Couto Neto
 
DO Unidade 2 - Inovação e Intraempreendedorismo
DO Unidade 2 - Inovação e IntraempreendedorismoDO Unidade 2 - Inovação e Intraempreendedorismo
DO Unidade 2 - Inovação e Intraempreendedorismo
Milton Henrique do Couto Neto
 
DO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima Organizacional
DO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima OrganizacionalDO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima Organizacional
DO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima Organizacional
Milton Henrique do Couto Neto
 
Teoria do Desenvolvimento Organizacional
Teoria do Desenvolvimento OrganizacionalTeoria do Desenvolvimento Organizacional
Teoria do Desenvolvimento Organizacional
Milton Henrique do Couto Neto
 
Elaboração de Organograma e Estruturação Organizacional
Elaboração de Organograma e Estruturação OrganizacionalElaboração de Organograma e Estruturação Organizacional
Elaboração de Organograma e Estruturação Organizacional
Milton Henrique do Couto Neto
 
Arranjo Físico e Fluxos em Operações
Arranjo Físico e Fluxos em OperaçõesArranjo Físico e Fluxos em Operações
Arranjo Físico e Fluxos em Operações
Milton Henrique do Couto Neto
 

Mais de Milton Henrique do Couto Neto (20)

A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...
A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...
A implantação de uma Central de Monitoramento como inteligência, numa empresa...
 
Aula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e Derivativos
Aula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e DerivativosAula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e Derivativos
Aula Pós - Instrumentos de Renda Fixa, Variável e Derivativos
 
Gestão Ambiental 08 - eia e rima
Gestão Ambiental 08 - eia e rimaGestão Ambiental 08 - eia e rima
Gestão Ambiental 08 - eia e rima
 
Gestão Ambiental 07 - produção limpa
Gestão Ambiental 07 -  produção limpaGestão Ambiental 07 -  produção limpa
Gestão Ambiental 07 - produção limpa
 
Análise das Demonstrações Financeiras
Análise das Demonstrações FinanceirasAnálise das Demonstrações Financeiras
Análise das Demonstrações Financeiras
 
Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)
Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)
Pesquisa de Marketing - UFES (Curso de Verão)
 
Questões ENADE - Administração Financeira
Questões ENADE - Administração FinanceiraQuestões ENADE - Administração Financeira
Questões ENADE - Administração Financeira
 
Pós - Matemática Financeira
Pós - Matemática FinanceiraPós - Matemática Financeira
Pós - Matemática Financeira
 
Politicas e Modelos de Financiamento
Politicas e Modelos de FinanciamentoPoliticas e Modelos de Financiamento
Politicas e Modelos de Financiamento
 
Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...
Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...
Análise da criação, manutenção e exclusão das redes de relacionamentos (netwo...
 
Avaliação de Empresas e Gestão de Investimentos
Avaliação de Empresas e Gestão de InvestimentosAvaliação de Empresas e Gestão de Investimentos
Avaliação de Empresas e Gestão de Investimentos
 
60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos
60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos
60 Exercícios Resolvidos de Administração Financeira para Concursos
 
Gestão de Tesouraria
Gestão de TesourariaGestão de Tesouraria
Gestão de Tesouraria
 
DO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura Organizacional
DO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura OrganizacionalDO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura Organizacional
DO Unidade 3 - Resiliência e Arquitetura Organizacional
 
DO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do Conhecimento
DO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do ConhecimentoDO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do Conhecimento
DO Unidade 1 - Teoria do Desenvolvimento Organizacional e Gestão do Conhecimento
 
DO Unidade 2 - Inovação e Intraempreendedorismo
DO Unidade 2 - Inovação e IntraempreendedorismoDO Unidade 2 - Inovação e Intraempreendedorismo
DO Unidade 2 - Inovação e Intraempreendedorismo
 
DO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima Organizacional
DO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima OrganizacionalDO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima Organizacional
DO Unidade 4 - Ética nas Organizações e Cultura e Clima Organizacional
 
Teoria do Desenvolvimento Organizacional
Teoria do Desenvolvimento OrganizacionalTeoria do Desenvolvimento Organizacional
Teoria do Desenvolvimento Organizacional
 
Elaboração de Organograma e Estruturação Organizacional
Elaboração de Organograma e Estruturação OrganizacionalElaboração de Organograma e Estruturação Organizacional
Elaboração de Organograma e Estruturação Organizacional
 
Arranjo Físico e Fluxos em Operações
Arranjo Físico e Fluxos em OperaçõesArranjo Físico e Fluxos em Operações
Arranjo Físico e Fluxos em Operações
 

Gestão Ambiental 02 - impactos no macroambiente

  • 1. Impactos no Macroambiente Prof. Milton Henrique do Couto Neto miltonhcouto@gmail.com
  • 2. Efeito Estufa • É um mecanismo natural do planeta Terra para possibilitar a manutenção da temperatura numa média de 15ºC, ideal para o equilíbrio de grande parte das formas de vida em nosso planeta • Sem o efeito estufa natural, o planeta Terra poderia ficar muito frio, inviabilizando o desenvolvimento de grande parte das espécies animais e vegetais • Isso ocorreria, pois a radiação solar refletida pela Terra se perderia totalmente.
  • 3.
  • 6. IPCC - Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima • Órgão criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 1988 para estudar o problema das mudanças climáticas • Reúne 2.500 cientistas de mais de 130 países • A missão deste Painel consiste em avaliar a informação científica disponível sobre os efeitos das mudanças climáticas, destacar seus impactos ambientais e socioeconômicos e traçar estratégias para dar respostas adequadas ao fenômeno
  • 7. IPCC - Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima • Em 1990, o IPCC publicou um relatório afirmando que as atividades humanas poderiam estar causando o aumento do efeito estufa • O estudo foi a base para as discussões durante a RIO-92, no Rio de Janeiro
  • 8. Protocolo de Quioto • É um tratado internacional que estabelece compromissos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, considerados como a principal causa do aquecimento global • Os países desenvolvidos que são signatários deste Protocolo têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012
  • 9. Situação Atual • O IPCC afirma que para evitar o aumento de até 2ºC até o fim do século será necessário conter o aumento das emissões até 2020 e reduzi-la em 80% até 2050
  • 10. Gases do Efeito Estufa (GEE) No âmbito do Protocolo de Quioto, os seguintes GEEs são regulados: • dióxido de carbono (CO2), • metano (CH4), • óxido nitroso (N4O), • hidrofluorcarbonos (HFCs), • perfluorcarbonos (PFCs); e • hexafluoreto de enxofre (SF6).
  • 11. Mecanismos de Flexibilização Emissions Trade (comércio de emissões) • São utilizados entre países industrializados • Através desse mecanismo, um país que tenha reduzido suas emissões acima de sua meta, pode transferir o excesso de suas reduções para outro país que não tenha alcançado tal condição
  • 12. Mecanismos de Flexibilização Joint Implementation (implementação conjunta) • Os países podem fazer uso para reduzir suas emissões sem tomar medidas no próprio país • O mecanismo possibilita a um país realizar projeto de redução de gases do efeito estufa em outro país, contabilizando, a seu favor, as emissões reduzidas
  • 13. Mecanismos de Flexibilização MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) • Criado para auxiliar o processo de redução de emissões de gases (GEE) ou de captura (ou sequestro) de carbono por parte dos países • O Brasil propôs a criação do Fundo de Desenvolvimento Limpo, formado por meio de contribuições dos países desenvolvidos que não cumprissem suas metas • O fundo seria utilizado para desenvolver projetos em países em desenvolvimento
  • 14.
  • 15. Emissões de Dióxido de Carbono • O Brasil não faz parte do Anexo 1, pois suas emissões de GEEs são recentes • Os principais responsáveis pelas emissões no Brasil são os desmatamentos e queimadas, que representam aproximadamente 75% e a queima de combustíveis fósseis, que representam 22% do total de emissões
  • 17.
  • 18. Emissões de Dióxido de Carbono O protocolo estimula os países signatários a cooperarem entre si, através de algumas ações básicas: • Reformar os setores de energia e transportes; • Promover o uso de fontes energéticas renováveis; • Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção; • Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos; e • Proteger florestas e outros sumidouros de carbono
  • 24. Como é calculado? • As agências de proteção ambiental reguladoras emitem certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes • Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no País e a partir daí são estabelecidas metas para a redução de suas emissões • As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades • Cada bônus, cotado em dólares, equivale a uma tonelada de poluentes • Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecida por lei, tem que comprar certificados das empresas mais bem sucedidas • O sistema tem a vantagem de permitir que cada empresa estabeleça seu próprio ritmo de adequação às leis ambientais • Estes certificados podem ser comercializados através das Bolsas de Valores e de Mercadorias
  • 25. Como é calculado? • Uma tonelada de CO2 equivalente corresponde a um crédito de carbono • O CO2 equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do GEE (Gases do Efeito Estufa) pelo seu potencial de aquecimento global • O potencial de aquecimento global do CO2 foi estipulado como 1 • O potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2, portanto o CO2 equivalente do metano é igual a 21 • Portanto, uma tonelada de metano reduzida corresponde a 21 créditos de carbono
  • 27. Cotação de Crédito de Carbono Futuro
  • 28. Redução de emissões por desmatamento e degradação • O sistema de redução de emissões por desmatamento e degradação (Redd, na sigla em inglês). O desmatamento responde por cerca de 20% das emissões humanas de gases do efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono e o metano, derivados da derrubada e queima de florestas • As florestas tropicais são essenciais também como mananciais hídricos, e funcionam como "pulmões" do planeta ao promover a troca de dióxido de carbono por oxigênio no ar. Além disso, esses espaços contêm riquíssimos ecossistemas, dos quais muitas comunidades dependem. Pagar pela preservação ajudara a combater o aquecimento global e proteger a biodiversidade do planeta
  • 29. Redução de emissões por desmatamento e degradação • Objetivos: O objetivo do Redd é pagar para manter as florestas de pé. O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono, refletira o valor do carbono armazenado nas florestas, ou os custos ambientais advindos da extração de madeira e da ocupação agropecuária • Como funciona? Essencialmente trata-se em usar os créditos como "moeda" com a qual os países em desenvolvimento teriam estímulo para conter o desmatamento, enquanto os países ricos, ao investir nesses mecanismos, ajudariam a cumprir suas quotas obrigatórias de redução de emissões • Sequestro de carbono: A venda será realizada sobre o sequestro dos créditos emitidos pela área. Não são permitidas áreas de reflorestamento, somente áreas com vegetação nativa. Para projetos (REDD) • Área: A compra será somente dos créditos de carbono (sequestro de carbono) e não da (propriedade)
  • 30. Redução de emissões por desmatamento e degradação • Proporção: A quantidade de créditos a ser negociada é de 38 a 600 por hectare dependendo do bioma, e biomassa acumulada • Tempo Do Projeto, 30 anos, 60 anos ou período máximo de 90 anos • O valor do credito pago, representa um numerário relativo, pois depende de vários fatores como ex: temos como base de calculo um valor de (R$ 14,85 REAIS por credito) este valor e como base de calculo, porque e verificado a cotação dia
  • 31. Redução de emissões por desmatamento e degradação • 1 Hectare = 38 a 600 toneladas de carbono ao ano (dependendo do bioma) • Exemplo: • área de 1.000 hectares • a R$ 20,00 reais por tonelada • 140 toneladas ao ano por hectares • = 1.000 x 140 x R$ 20,00 = R$ 2.800.000,00 por ano • Pagamento: O pagamento dos créditos será anual
  • 32. Redução de emissões por desmatamento e degradação Condições para execução do projeto: • serão aceitas áreas de florestas nativas, reserva legal, reflorestamento, rppm. e demais que tenha como base o sequestro de carbono. • Os créditos são a mercadoria a ser negociada, por isso a preservação da floresta será de responsabilidade do proprietário, ou caso seja transferida esta responsabilidade a entidades a título de assessoria e jurídica. • Não devera ocorrer inflações porque implicará em multa e eventual paralisação do projeto; • Será efetuado contrato com proprietário para o monitoramento do projeto. Procedimentos: Após a verificação dos documentos da propriedade estarem correto para o projeto , será realizado o PDD (Projeto de Planta Limpa) que é o levantamento quantitativo da área em relação à emissão do carbono. Após o PDD, a área será protocolada junto aos órgãos competentes, o qual reconhecerá a autenticidade do PDD e autorizará a emissão dos créditos
  • 33. Destruição da Camada de Ozônio O3 • A Camada de Ozônio (O3), localizada na estratosfera entre 15 e 50 Km de altitude, forma um escudo invisível que protege a superfície do planeta contra os raios ultravioletas vindos do Sol • Essa radiação UV que bronzeia, seca e envelhece a pele, é nociva aos animais e plantas, principalmente porque pode danificar o DNA (ácido desoxirribonucleico), levando eventualmente a um crescimento tumoroso como, por exemplo, o câncer de pele, problemas nas córneas e a fragilização do sistema imunológico
  • 35. O Buraco na Camada de Ozônio • Em 1983, pesquisadores fizeram uma descoberta que gerou muita preocupação: havia um buraco na camada de ozônio na área da estratosfera sobre o território da Antártica • Este buraco era de grandes proporções, pois tinha cerca de 10 milhões de quilômetros quadrados • Na década de 1980 outros buracos de menor proporção foram encontrados em vários pontos da estratosfera • Com o passar do tempo, estes buracos foram crescendo (principalmente o que fica sobre a Antártica), sendo que em setembro de 1992 chegou a totalizar 29,4 milhões de quilômetros quadrados • Dados de cientistas japoneses indicam que o buraco de ozônio atingiu um tamanho de 20,8 milhões de quilômetros quadrados em 22 de setembro de 2012, o máximo desde o início do ano
  • 36. Chuva Ácida • O químico e climatologista inglês, Robert August Smith, foi quem observou a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial e a denominou de chuva ácida • Com o passar dos anos e o aumento da industrialização, esse problema se agravou