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MEDIA E HÁBITOS
SOCIOCULTURAIS
OS NOVOS CENTROS DE PRODUÇÃO
CINEMATOGRÁFICA
• Após 1945 os filmes a cor começaram a ser projetados nos
ecrãs panorâmicos..
• A indústria cinematográfica conseguiu resistir à
concorrência da televisão.
• Existiram quebras no ritmo de produção desde o fim da
Segunda Guerra Mundial.
• A Comissão de Atividades Antiamericanas, surgida em 1947,
teve um papel de obstrutor da criação artistica.
• Com a Guerra Fria, os Estados Unidos ficaram obcecados
com tudo o que sugerisse “infliltração comunista”.
• Muitos realizadores e pessoas do cinema foram chamadas a
depor.
• O cinema americano sofreu algumas alterações.
• Produções musicais, que fascinavam por canções
famosas, por coreografias muito elaboradas e por
cores exuberantes, atraiam multidões e evitaram a
decadência do cinema.
• Hollywood investia em temáticas socioculturais mais
próximas do público.
• A pensar nos adolescentes americanos, muitos filmes
fizeram eco da rebeldia, da irreverência e da
inadaptação entre os jovens.
Marlon Brando
James Dean
Marilyn Monroe
NOVOS CENTROS DE PRODUÇÃO
BOLLYWOOD
• Nos estúdios de Boolywood,
produzia-se um cinema
espetáculo com uma
construção musical própria.
• No meio de discórdias
familiares e de amores
contrariados, combates
históricos e políticos, e
exprimem os anseios profundos
de uma nação recém-chegada à
independência.
JAPÃO E BRASIL
• Em 1950, o filme “Às Portas do Inferno”, de Akira Kurosawa,
revelou o cinema japonês, inspirado pela história e temas
contemporâneos, que se esforçava por se impor.
• Surgiu o cinema brasileiro, nos anos 60,
refletindo temáticas nacionais e problemas
sociais, tendo como maior representante
Glauber Rocha.
EUROPA
• Foi o berço de importantes realizadores e movimentos
cinematográficos.
• Na Escandinávia, surgiu o sueco Ingmar Bergman, autor de grande
sensibilidade na exploração de temáticas intimistas, com uma
forte componente teatral e elevada perfeição estética.
• Na Itália desenvolveu-se o cinema neorrealista que
contestava o Universo artificial dos estúdios.
• Interessados na aventura diária dos homens e nos
seus problemas, os filmes decorriam em cenários
naturais e tinham como protagonistas atores não
profissionais.
• Na realização, destacam-se Roberto Rossellini e
Vittorio de Siça, autores de duas obras do
neorrealismo: “Roma, Cidade Aberta” (1945) e “Ladrões
de Bicicletas” (1948).
FRANÇA
• Nos finais dos anos 50, partindo de jovens cineastas
(F. Truffaut, Jean-Luc Godard, C. Chabrol e J. Rivette),
surgiu um movimento chamado “Nouvelle Vague”,
caracterizando o cinema como Arte e os realizadores
de Autores de Filmes.
• As suas obras evidenciam uma narrativa ágil, moderna
e provocante, dirigindo-se a um público jovem,
inteletual e cosmopolita.
• O sentimentalismo e o moralismo americanos são
rejeitados.
• Dinamizado por vários
países, realizadores e
movimentos, merecedor de
festivais e prémios, o
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• O cinema, seja espetáculo
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séria, preserva o estatuto
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Nova era do cinema pós-guerra

  • 1. R A Q U E L O L I V E I R A MEDIA E HÁBITOS SOCIOCULTURAIS
  • 2. OS NOVOS CENTROS DE PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA • Após 1945 os filmes a cor começaram a ser projetados nos ecrãs panorâmicos.. • A indústria cinematográfica conseguiu resistir à concorrência da televisão. • Existiram quebras no ritmo de produção desde o fim da Segunda Guerra Mundial. • A Comissão de Atividades Antiamericanas, surgida em 1947, teve um papel de obstrutor da criação artistica. • Com a Guerra Fria, os Estados Unidos ficaram obcecados com tudo o que sugerisse “infliltração comunista”. • Muitos realizadores e pessoas do cinema foram chamadas a depor.
  • 3. • O cinema americano sofreu algumas alterações. • Produções musicais, que fascinavam por canções famosas, por coreografias muito elaboradas e por cores exuberantes, atraiam multidões e evitaram a decadência do cinema.
  • 4. • Hollywood investia em temáticas socioculturais mais próximas do público. • A pensar nos adolescentes americanos, muitos filmes fizeram eco da rebeldia, da irreverência e da inadaptação entre os jovens.
  • 6. NOVOS CENTROS DE PRODUÇÃO
  • 7. BOLLYWOOD • Nos estúdios de Boolywood, produzia-se um cinema espetáculo com uma construção musical própria. • No meio de discórdias familiares e de amores contrariados, combates históricos e políticos, e exprimem os anseios profundos de uma nação recém-chegada à independência.
  • 8. JAPÃO E BRASIL • Em 1950, o filme “Às Portas do Inferno”, de Akira Kurosawa, revelou o cinema japonês, inspirado pela história e temas contemporâneos, que se esforçava por se impor. • Surgiu o cinema brasileiro, nos anos 60, refletindo temáticas nacionais e problemas sociais, tendo como maior representante Glauber Rocha.
  • 9. EUROPA • Foi o berço de importantes realizadores e movimentos cinematográficos. • Na Escandinávia, surgiu o sueco Ingmar Bergman, autor de grande sensibilidade na exploração de temáticas intimistas, com uma forte componente teatral e elevada perfeição estética.
  • 10. • Na Itália desenvolveu-se o cinema neorrealista que contestava o Universo artificial dos estúdios. • Interessados na aventura diária dos homens e nos seus problemas, os filmes decorriam em cenários naturais e tinham como protagonistas atores não profissionais. • Na realização, destacam-se Roberto Rossellini e Vittorio de Siça, autores de duas obras do neorrealismo: “Roma, Cidade Aberta” (1945) e “Ladrões de Bicicletas” (1948).
  • 11. FRANÇA • Nos finais dos anos 50, partindo de jovens cineastas (F. Truffaut, Jean-Luc Godard, C. Chabrol e J. Rivette), surgiu um movimento chamado “Nouvelle Vague”, caracterizando o cinema como Arte e os realizadores de Autores de Filmes. • As suas obras evidenciam uma narrativa ágil, moderna e provocante, dirigindo-se a um público jovem, inteletual e cosmopolita. • O sentimentalismo e o moralismo americanos são rejeitados.
  • 12. • Dinamizado por vários países, realizadores e movimentos, merecedor de festivais e prémios, o cinema continua a mobilizar massas e a despertar paixões. • O cinema, seja espetáculo de entretenimento ou obra séria, preserva o estatuto de Sétima Arte.