TENDÊNCIAS CULTURAIS EM PORTUGAL
Raquel Oliveira 12º14
PINTURA
 Portugal permanece com os padrões estéticos do séc.
anterior.
 O naturalismo era o estilo preferido, difundido ...
 Em 1911, cristiano Cruz, Santa-Rita, Amadeo de Souza-
Cardozo, Almada Negreiros, Mário Sá Carneiro,
Fernando Pessoa, Edu...
O PRIMEIRO MODERNISMO
(1911-1917)
 Ficou ligado a um conjunto de exposições em Lisboa e
Porto, com artistas como Manuel B...
 Formaram-se dois polos: em Lisboa, liderado por
Almada Negreiros e que criaram a revista Orpheu, e no
Porto, liderado pe...
O SEGUNDO MODERNISMO
(ANOS 20 E 30)
 As mortes prematuras de Sá-Carneiro, Santa-Rita e
Amadeo, o regresso dos Delaunay a ...
 Os artistas eram rejeitados e realizavam exposições
independentes nos cafés e clubes (decoração A
Brasileira).
 Em 1933...
AMADEO DE SOUZA-CARDOSO
 Nasceu em Amarante, a 14 de Novembro de 1887. Fez
o liceu no Tâmega e arquitetura na Academia de...
JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS
 Nunca frequentou escolas de Belas-Artes. Viveu dez
anos no colégio de Jesuítas, em Campolide. P...
EDUARDO VIANA
 Em 1905 abandona o curso da Academia Nacional de
Belas-Artes e parte para Paris, estuda e viaja e deixa-se...
ESCULTURA
 A escultura ficou marcada pela hegemonia do gosto
naturalista. Mestre António Teixeira Lopes foi o grande
cult...
ARQUITETURA
 Cristina da Silva, Carlos Ramos, Pardal Monteiro,
Corttinelli Telmo e Cassiano Branco são os primeiros
autor...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Tendências culturais em Portugal

527 visualizações

Publicada em

Modernismo em Portugal

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
527
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Tendências culturais em Portugal

  1. 1. TENDÊNCIAS CULTURAIS EM PORTUGAL Raquel Oliveira 12º14
  2. 2. PINTURA  Portugal permanece com os padrões estéticos do séc. anterior.  O naturalismo era o estilo preferido, difundido por Malhoa e Columbano e tendo seguidores como Carlos Reis e Alberto de Sousa.  A pintura obedecia a regras e era aprendida nas academias de Belas-Artes.  O poder republicano, nacionalista e eleitorista acarinhava as velhas tendências culturais.
  3. 3.  Em 1911, cristiano Cruz, Santa-Rita, Amadeo de Souza- Cardozo, Almada Negreiros, Mário Sá Carneiro, Fernando Pessoa, Eduardo Viana, Bernardo Marques, Abel Manta, Dordio Gomes, Mário Eloy e Júlio reis Pereira, lutaram para por Portugal no mapa cultural da europa.  Muitos estudaram em Paris e ficaram fascinados pelas vanguardas artísticas.  Os modernistas substituíram a iconografia rústica, melancólica e saudosa por mundanismo boémio, estilizaram em vez de conferirem volume, apoiaram-se no plano e não na sucessão, foram cubistas, impressionistas, futuristas, abstraccionistas, expressionistas e surrealistas.
  4. 4. O PRIMEIRO MODERNISMO (1911-1917)  Ficou ligado a um conjunto de exposições em Lisboa e Porto, com artistas como Manuel Bentes, Emmérico Nunes, Almada Negreiros, Cristiano Cruz, Stuart Carvalhais, Jorge Baradas, António Soares, Mily Possoz.  Os seus desenhos representavam sátira política, social a anticlerical e tinham enquadramentos boémios e urbanos.  Praticava-se a estilização formal dos motivos, esbatia-se a perspetiva, usavam-se cores claras e contrastantes.  Sofreu um impulso com a Primeira Guerra Mundial, pois regressaram artistas como Amadeo Souza-Cardoso, Guilherme Santa-Rita, Eduardo Viana, José Pacheco e o casal Robert e Sonia Delaunay.
  5. 5.  Formaram-se dois polos: em Lisboa, liderado por Almada Negreiros e que criaram a revista Orpheu, e no Porto, liderado pelo casal Delaunay, Eduardo Viena e Amadeo.  Criou-se o manifesto Anti-Dantas.  Em 1916, Amadeo fez duas exposições individuais, que favoreceram a aproximação do grupo Orpheu.  Em 1917 foi feito um Ultimatum futurista às gerações portuguesas do séc. XX, no teatro República, em Lisboa, feito por Almada Negreiros.  Saiu o número único da revista Portugal Futurista, com trabalhos de Santa-Rita, Souza-Cardozo, Pessoa, Sá- Carneiro, Marenetti, Apollinaire e Blaise Cendrads.
  6. 6. O SEGUNDO MODERNISMO (ANOS 20 E 30)  As mortes prematuras de Sá-Carneiro, Santa-Rita e Amadeo, o regresso dos Delaunay a França e a partida de Almada para Paris encerraram o primeiro modernismo português.  Os anos 20 e 30 foram um novo ciclo no movimento modernista, que conciliaram letras com artes plásticas (escritores como José Régio, João Gaspar Simões e Adolfo Cascais Monteiro) 8pintores como Dordio Gomes, Mário Eloy, Sarah Afonso, Carlos Botelho, Abel Manta, Bernardo Marques, Júlio Pereira, Maria Silva)  Almada regressou.  Apareceram revistas como a Contemporânea, Presença, Ilustração Portuguesa, Domingo Ilustrado, ABC, Ilustração, Sempre Fixe.
  7. 7.  Os artistas eram rejeitados e realizavam exposições independentes nos cafés e clubes (decoração A Brasileira).  Em 1933, António Ferro assume direcção do secretariado da Propaganda e consegue que Salazar aprove os artistas fazer novidades pois argumenta que o país devia apoiar a novidade para se destacar.  António Pedro organizou exposições Artistas Modernos Independentes e vai ser um dos principais promotores do grupo surrealista português.
  8. 8. AMADEO DE SOUZA-CARDOSO  Nasceu em Amarante, a 14 de Novembro de 1887. Fez o liceu no Tâmega e arquitetura na Academia de Belas- Artes em Lisboa. Vai para Paris e troca a arquitetura pela pintura. Em 1913 é reconhecido. Regressado a Portugal, aplica as tendências vanguardistas. Em 1916, expõe em Lisboa e no Porto, mas obtém incompreensão da crítica e do público.  A sua obra é multifacetada: desenho cubista, abstraccionista, expressionista, futurista e dadaísta. Amadeo contribuiu para o amadurecimento do modernismo português, contactando com o grupo Orpheu, especialmente com Almada Negreiros.  Participa no Portugal Futurista.
  9. 9. JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS  Nunca frequentou escolas de Belas-Artes. Viveu dez anos no colégio de Jesuítas, em Campolide. Publica o primeiro desenho aos 18 e participa no I Salão dos humoristas em 1912. No ano seguinte realiza a sua primeira exposição e fica amigo de Fernando Pessoa, colaborando em Orpheu e Portugal Futurista.  Produziu o Manifesto Anti-Dantas, Cenas de Ódio e k.4 Quadrado Azul. Depois de 1 ano em Paris, redecorou A Brasileira. Parte para Madrid , onde se inicia na técnica do mural e decora as Gares Marítimas de Lisboa. Volta a Portugal e realiza Maternidade. Almada tornou-se um artista emblemático e prestigiado. Em 1954 pintou o retrato de Fernando Pessoa.
  10. 10. EDUARDO VIANA  Em 1905 abandona o curso da Academia Nacional de Belas-Artes e parte para Paris, estuda e viaja e deixa-se fascinar por Cézanne. Em 1945 instala-se como o casal Delaunay em Vila do Conde.  As suas obras fazem-se na decomposição das formas, de uma maneira cubista, e da luz. Deixa-se fascinar pelo brilho do sol português e pelas cores alegres da olaria minhota. A modernidade de Viana reside na pujança da cor, utilizada em contrastes vibrantes e luminosos, sejam nus, retratos, paisagens ou natureza morta.
  11. 11. ESCULTURA  A escultura ficou marcada pela hegemonia do gosto naturalista. Mestre António Teixeira Lopes foi o grande cultor desta corrente.  As caraterísticas modernistas manifestaram-se timidamente, em escultores como francisco Franco, Diogo de Macedo e Canto da Maia, inspirados em Paris.  O seu modernismo expressou-se pela simplificação geométrica das formas e volumes, na busca da essencialidade plástica ou na facetação das superfícies.  A escultura acabou condicionada nos anos 30 e 40 pelas encomendas oficiais, submetendo-se ao Estado Novo.
  12. 12. ARQUITETURA  Cristina da Silva, Carlos Ramos, Pardal Monteiro, Corttinelli Telmo e Cassiano Branco são os primeiros autores de projetos arquitectónicos modernistas.  A modernidade manifestou-se no uso do betão armado, no predomínio da linha reta sobre a curva, no despojamento decorativo das paredes, na utilização de grandes superfícies de vidro, nos terraços e coberturas de planos.

×