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A ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE: A EXPERIÊNCIA DE FORTALEZA

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Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza
CIT, 30/06

Publicada em: Saúde e medicina
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A ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE: A EXPERIÊNCIA DE FORTALEZA

  1. 1. Secretaria Municipal da Saúde
  2. 2. Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza FORTALEZA Junho de 2016 A ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE: A EXPERIÊNCIA DE FORTALEZA
  3. 3. SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE FORTALEZA - MAPA ESTRATÉGICO Formular e gerir políticas públicas para atender as necessidades de saúde da população do Município de Fortaleza, assegurando os princípios do SUS. S O C I E D A D E Reduzir a mortalidade materna e infantil Reduzir a Mortalidade prematura por doenças cardiovasculares Reduzir a Mortalidade por causas externas Reduzir a Mortalidade por câncer (mama e colo de útero) Reduzir a Mortalidade por Dengue P R O C E S S O S •Policlínicas •Unidades de Pronto Atendimento •Centros de Especialidades Odontológicas •Centros de Atenção Psicossocial • Unidade de Acolhimento •Centros Especializados de Reabilitação •Ampliação de Leitos Hospitalares Fortalecimento das Redes de Atenção à Saúde Prioritárias: Materno-infantil, Condições Crônicas, Urgência e Emergência e Psicossocial Implantar o Plano Diretor da Atenção Secundária e Terciária •Vigilância Epidemiológica •Vigilância Sanitária •Vigilância Ambiental •Saúde do Trabalhador G E S T Ã O Ampliar e fortalecer os espaços para Gestão Participativa Controle Social e Ouvidoria Implantar Modelo de Gestão por Resultados Instituir Contratos de Gestão Internos e Externos Instituir Política de Comunicação Social Instituir Processo de Monitoramento Avaliação, Controle e Auditoria Implantar a Política de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde F I N A N C E I R A Alinhar o Planejamento Orçamentário ao Planejamento Estratégico Estabelecer metas consonantes com: •Plano Plurianual • Lei das Diretrizes Orçamentais •Lei Orçamentária Anual •Plano Municipal de Saúde •Programação Anual de Saúde Captar recursos com base nas necessidades de saúde da população Ser reconhecida pelo compromisso com a excelência na Atenção a Saúde. Implantar e Implementar a Política de Gestão Financeira Publicizar a Execução Orçamentária- Financeira M I S S Ã O V I S Ã O •Assistência Farmacêutica • Acesso Regulado • Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico • Prontuário Eletrônico • Transporte Sanitário • Informação em Saúde V A L O R E S Implantar o Plano Diretor de Atenção Primária Ampliar a Cobertura da Estratégia Saúde da Família Reformar , Construir e Equipar os Postos de Saúde Implantar as Linhas Guia e Protocolos Clínicos Implantar Programa de Educação Permanente em Saúde Organizar os Macroprocessos: • Territorialização • Cadastramento e Classificação de Risco das Famílias • Classificação de Risco para Urgências e Emergências • Estratificação das Condições Crônicas •Atenção à Condição Aguda e a Condição Crônica • Gestão da Clínica e Plano de Cuidados Implantar Sistemas Logísticos e de Apoio as Redes Qualificar a Vigilância em Saúde Competência, Responsabilização, Cooperação, Transparência e Humanização.
  4. 4. • Formular e gerir políticas públicas para atender as necessidades de saúde da população do município de Fortaleza, assegurando os princípios do SUS. MISSÃO • Ser reconhecida pelo compromisso com excelência na atenção a saúde. VISÃO • Competência, Responsabilização, Cooperação, Transparência e Humanização. VALORES
  5. 5. RESULTADOS PARA SOCIEDADE Reduzir a mortalidade materna e infantil Reduzir a Mortalidade prematura por doenças cardiovasculares Reduzir a Mortalidade por câncer (mama e colo de útero) Reduzir a Mortalidade por causas externas Reduzir a Mortalidade por Dengue
  6. 6. Tutoria para apoio à implantação dos processos básicos Seleção e formação de 14 Tutores Regionais, exclusivo para essa função Acompanhamento e alinhamento conceitual com os profissionais das unidades de saúde Cada tutor responsável pelo acompanhamento de 5 a 8 unidades Visitas semanais às unidades de saúde Perfil: liderança, vivência no SUS Acompanhamento sistemático por articuladoras da Célula de Atenção Primária à Saúde e equipe de Consultores.
  7. 7. M I S S Ã O Ampliar a cobertura da Estratégia Saúde da Família Reformar, construir e equipar as Unidades de Saúde Implantar as linhas-guia e os protocolos clínicos Implantar programa de educação permanente em saúde Organizar os Macroprocessos: • Territorialização • Cadastramento e classificação de risco das famílias • Classificação de risco para urgências e emergências • Estratificação das condições crônicas • Atenção à condição aguda e à condição crônica • Gestão da clínica e plano de cuidados IMPLANTAR O PLANO DIRETOR DE ATENÇÃO PRIMÁRIA
  8. 8. Realização de Oficinas de Consultoria Elaboração do Mapa Estratégico Abril / 2013 Avaliação da Atenção Primária – PCATool Maio / 2013 Gerenciamento por Processos Junho / 2013 Territorialização Junho / 2013 Cadastro das Famílias e Diagnóstico Local Julho / 2013 Formulação das Diretrizes Clínicas Julho / 2013 Estratificação de Riscos e Classificação das Famílias Agosto / 2013 Auditoria em Serviços de Atenção Primária Setembro / 2013 Acolhimento aos Eventos agudos Outubro / 2013 Validação interna das Diretrizes Clínicas Novembro / 2013 Modelo de atenção as Condições Crônicas Fevereiro / 2014 Painel de bordo Abril / 2014
  9. 9. Estratégia operacional e pedagógica para implantação dos macro e micro-processos básicos da Atenção Primária à Saúde de Fortaleza
  10. 10. UAPS Laboratório Momentos tutoriais realizados nas UAPS envolvendo facilitadores, consultores, tutores e profissionais das equipes. Abril de 2014: UAPS Anísio Teixeira (CORES 6) é a primeira UAPS Laboratório Junho / 2014: Expansão para 8 UAPS Laboratório UAPS Casemiro Filho – CORES 1 UAPS Benedito Arthur – CORES 2 UAPS Humberto Bezerra – CORES 3 UAPS Luis Albuquerque Mendes – CORES 4 UAPS Jurandir Picanço – CORES 5 UAPS Guarany Mont`Alverne – CORES 5 UAPS Cesar Cals – CORES 6
  11. 11. Criação dos grupos tarefas para implantação dos processos da Gestão em Saúde GT da Atenção Primária à Saúde GT da Atenção Ambulatorial Especializada GT da Atenção Hospitalar GT da Assistência Farmacêutica GT do Apoio Diagnóstico e Terapêutico GT de Urgência e Emergência GT das Condições Crônicas / Diretrizes Clínicas GT do Registro Eletrônico / Prontuário GT de Saúde Bucal GT de Saúde Mental GT de Educação Permanente GT da Regulação GT do Acolhimento GT do Painel de Bordo
  12. 12. 1 Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1 Estrutura Física Número de Unidades de Atenção Primária a Saúde Reformadas e Ampliadas Novas já inauguradas Novas a serem inauguradas 62 (92) 15 05
  13. 13. O processo de construção da atenção primária à saúde em fortaleza
  14. 14. Qualificação da ambiência nas Unidades de Atenção Primária à Saúde UAPS Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  15. 15. O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO SOCIAL DA APS 5 4 2 3 1 Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da Atenção Primária à Saúde 1 Macroprocessos de Atenção aos Eventos Agudos 2 Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente o Serviço 3 Macroprocessos de Atenção Preventiva 4 Macroprocessos de Demandas Administrativas 5 Macroprocessos de Atenção Paliativa Macroprocessos de Atenção Domiciliar
  16. 16. Período Populaçã o IBGE Nº equipes ESF Nº equipes ESF + EACS % Cobertura ESF 2012 2.500.194 222 379 30,6% 2016 2.500.194 365 435 60,31% Ampliação do acesso e incremento da cobertura de equipes de APS Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  17. 17. Melhoria da infra estrutura e sistemas logísticos e de apoio Prontuário Eletrônico FamiliarPonto Eletrônico Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  18. 18. Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1 Concurso e convocação de 635 profissionais de nível médio (auxiliares e técnicos de saúde bucal e técnicos de enfermagem Seleção dos Gestores das Unidades de Atenção Primária MELHORIA GESTÃO DE PESSOAS Seleção dos Gestores das Regionais
  19. 19. ATÉ 2012 MÉDIA DE EXAMES DE PATOLOGIA CLÍNICA NAS UAPS 110.000/MÊS 27 POSTOS DE COLETA FONTE: CEADT – COPAS/SMS 2015 MÉDIA DE EXAMES DE PATOLOGIA CLÍNICA NAS UAPS 315.000/MÊS 92 POSTOS FIXOS DE COLETA Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1 Sistema de Apoio Diagnóstico e Terapêutico SADT
  20. 20. Sistema de Apoio Diagnóstico e Terapêutico SADT Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  21. 21. Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1 ESTRUTURA Antes 2016 Sistema de Frequência Manual Ponto Eletrônico Sistema de Informações Clínicas Manual Implantação de Prontuário Eletrônico Familiar em 90 UAPS Sistema de Apoio Diagnóstico e Terapêutico 27 Postos de coleta nas UAPS 92 Postos de coleta nas UAPS Lista padronizada de exames Protocolos Programação Assistência Farmacêutica Integrada Não Lista padronizada de medicamentos Protocolos Programação Procedimentos Operacionais Padrões- POPs. Não POPs para todos os setores das UAPS Melhoria da infra estrutura e sistemas logísticos e de apoio
  22. 22. Microprocessos Resultados Recepção e acolhimento Núcleo de Atendimento ao Cliente (NAC) em todas as UAPS; Recepção do usuário e confirmação de consultas com hora marcada Imunização Organização dos procedimentos das salas de vacina Coleta de exames Sala de coleta em todas as UAPS Higienização e limpeza Organização e padronização de higienização e limpeza de todos os setores das UAPS Esterilização Padronização do processo de esterilização das UAPS Resíduos sólidos Planejamento do gerenciamento dos resíduos sólidos das UAPS Assistência farmacêutica Padronização do elenco de medicamentos, Integração da farmácia com o prontuário eletrônico, Ampliação do acesso a medicamentos nas farmácias polo, Farmácia clínica Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  23. 23. Estrutura Antes 2016 Diretrizes Clínicas Não Diabetes e Hipertensão( concluídas) Materno Infantil (fase de conclusão) Saúde Mental(fase de conclusão) Monitoramento de câmeras Não Implantação de sistema de vídeo monitoramento e segurança 24 horas nas UAPS Horário de funcionamento Irregular 07:00 até 19:00 Equipamentos Condições precárias Reequipadas Núcleo de atendimento ao público Não Núcleo de Atendimento ao Cliente ( NAC) em todas as UAPS Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  24. 24. POP da Atenção Primária Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  25. 25. Monitoramento de câmeras Sala de espera Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1 Melhoria da ambiência
  26. 26. POSTO DE SAÚDE JOÃO MEDEIROS CORES I Antes Agora Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  27. 27. POSTO DE SAÚDE FERNANDO FAÇANHA CORES I Antes Agora Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  28. 28. POSTO DE SAÚDE JOSÉ WALTER CORES V Antes Agora Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  29. 29. Assistência Farmacêutica Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  30. 30. Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 Macroprocessos de Atenção aos Eventos Agudos 2 5 2 3 4 1 Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 Territorialização
  31. 31. Macroprocessos básicos Resultados Territorialização Atualização das áreas de abrangência das unidades Mapas georreferenciados Cadastro familiar 63% da população estão cadastradas no PEP – vinculômetro Diagnóstico local Caracterização do território de abrangência das UAPS e reconhecimento de sua população adscrita, a partir do trabalho das equipes da ESF Programação e agenda Agendas dos profissionais com programação para o atendimento das condições agudas e crônicas do território. Agendas parametrizadas Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 5 2 3 4 1
  32. 32. PROCESSO PRODUTO Acolhimento Classificação de risco Ampliação do acesso Realizado de 07:00 às 19:00h Diretrizes para organização do Acolhimento e Atendimento aos usuários nas UAPS Fluxograma do Acolhimento e Classificação de risco Segurança do paciente Caderno de Atenção Primária 28 Utilização do prontuário eletrônico Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 Macroprocessos de Atenção aos Eventos Agudos 2 5 2 3 4 1
  33. 33. Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 Macroprocessos de Atenção aos Eventos Agudos 2 5 2 3 4 1
  34. 34. Intervenções na Estrutura e Macroprocessos e Microprocessos Básicos da APS 1 Macroprocessos de Atenção aos Eventos Agudos 2 5 2 3 4 1
  35. 35. • Processo de Cuidado do Hipertenso e Diabético • Processo de Cuidado da Gestante • Processo de Cuidado de Crianças menor que 2 anos • Processo de Cuidado em Saúde Bucal • Processo de Cuidado em Saúde Mental Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente 3 5 2 3 4 1
  36. 36. Processo Produto Elaboração e avaliação de diretrizes clínicas com base em evidências Estratificação dos riscos Prevenção de agravos Elaboração de diretrizes clínicas validadas interna e externamente; Atualmente em processo de publicação. Ferramenta de estratificação de risco disponível no Prontuário Eletrônico. Encaminhamento para a atenção secundária, dos usuários com Alto Risco e Muito Alto Risco. Realização de Atenção compartilhada em Grupo para os pacientes que podem se beneficiar desta, especialmente os de alto risco. Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente 3 5 2 3 4 1
  37. 37. Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente 3 5 2 3 4 1
  38. 38. Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente 3 5 2 3 4 1 A gestão da condição de saúde
  39. 39. Processo Produto Educação permanente ativa dos profissionais de saúde Realização de oficinas para os profissionais da ESF sobre Macroprocessos às Condições Crônicas e Estratificação de Risco. Programação dos serviços e ações de saúde com base na estratificação dos riscos Seguimento do Plano de Cuidados após a primeira consulta; Agendamento de consultas subsequentes de acordo com o risco; Avaliação da necessidade de inter-consultas com outro profissional da APS (NASF); Parametrização e programação das agendas. Agendamento de consultas subsequentes de acordo com o risco. Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente 3 5 2 3 4 1
  40. 40. Processo Produto O plano de cuidado É realizado pelas equipes considerando os fatores de risco, a situação clínica, a capacidade para o autocuidado e as orientações e prescrições. Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas Estabilizadas, Enfermidades e Pessoas que Utilizam Frequentemente 3 5 2 3 4 1
  41. 41. Monitoramento e Avaliação Selo bronze Passo a passo de implantação dos processos na APS
  42. 42. O Painel de bordo Instrumento de apoio à gestão constituído por treze (13) indicadores balanceados nas perspectivas de processo, gestão e financiamento, a partir do Mapa Estratégico de Fortaleza. Objetivos: • Apoiar o planejamento, a implementação, o monitoramento e a avaliação das ações e serviços de saúde; • Disseminar informação rápida e de qualidade, visando promover a participação e o controle social no SUS; • Facilitar a tomada de decisões, na perspectiva de uma gestão democrática e participativa. Monitoramento e Avaliação
  43. 43. Maior empoderamento dos gestores locais na organização das ações de saúde do seu território; Participação das áreas técnicas no PB com acompanhamento dos grupos prioritários: gestante, criança, hipertensos e diabéticos; Sensibilização dos profissionais acerca da importância da realização das consultas de puerpério e de puericultura; Melhor planejamento das ações de saúde com base na série histórica fornecida pelos dados do Painel de Bordo; Educação permanente e continuada dos profissionais das ESF acerca da importância dos registros corretos no PEP; Inserção das Diretrizes Clínicas e da estratificação de risco para os grupos prioritários no PEP. Monitoramento e Avaliação Painel de Bordo
  44. 44. Monitoramento e Avaliação Painel de Bordo
  45. 45. Caminhos do cuidado - ACS NEP Curso regulação controle e auditoria Sírio Libanês Gestão da clínica Preceptoria em saúde Curso de regulação controle e auditoria Telessaúde Curso de Especialização em Gestão em Saúde na Atenção Primária Programa de Educação Permanente em Saúde
  46. 46. Especialização em gestão em saúde na Atenção Primária
  47. 47. •CNES descentralizado; •Profissionais capacitados no PEP; •Padronização de atendimento do acolhimento no PEP; •Plano de contingência do PEP; •Capacitação dos profissionais para estratificação de risco em hipertensão, diabetes, gestante e crianças; •Profissionais identificados e devidamente paramentados com os EPIs necessários; •Realização da programação local para a atenção às condições crônica (agenda das equipes parametrizadas); Avanços
  48. 48. •Controlistas de acesso capacitados segundo o fluxo da UAPS; •Microprocessos organizados: imunização, curativo, preparo, esterilização, coleta de exames, farmácia; •Capacitação dos profissionais nos POP´S; •Realização das oficinas para mapeamento de risco da UAPS ; •Gerenciamento local da fila de espera da UAPS; •Marcação de consultas por blocos de hora (4 consultas/h); Avanços
  49. 49. • Cartazes de lavagem das mãos em todos os consultórios; • Plano de monitorização de inconformidades para o alvará sanitário; • Desenvolvimento dos sistemas de auditoria dos produtos; • Aplicação do sistema de auditoria nas unidades de APS pelos tutores de forma cruzada; • Avaliação das unidades de APS em função do sistema de auditoria; Avanços
  50. 50. Situação Epidemiológica do Município de Fortaleza
  51. 51. Taxa de Mortalidade Infantil, Fortaleza 1981 a 2015 Fonte: SMS Fortaleza/Célula de Vigilância Epidemiológica/SIM 101.5 85.3 93.2 98.5 75.3 74.9 65.5 67.2 56.3 38.7 30.8 29.2 34.8 36.0 40.4 40.2 30.6 30.2 26.8 24.9 17.0 21.2 19.2 21.3 17.3 17.3 15.2 15.1 16.0 12.1 12.9 11.1 11.7 11.4 11.9 0.0 20.0 40.0 60.0 80.0 100.0 120.0 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
  52. 52. Fonte: SMS Fortaleza/Célula de Vigilância Epidemiológica/Saúde da Mulher/SNASC/SIM 63 37,7 46,7 59,3 64,8 73,6 64,4 30,4 0 10 20 30 40 50 60 70 80 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 RMM N para cálculo RMM 24 14 17 22 24 27 24 12 Nascidos Vivos 38.113 37.114 36.439 37.088 37.057 36.665 37.246 39.449 Número absoluto de Óbitos Materno para cálculo da Razão de Mortalidade, Nascidos Vivos e RMM - 2008 a 2015
  53. 53. Mortalidade por Causas Externas, Fortaleza 2000 a 2015(*) 23.9 24.1 23.5 30.2 25.4 24.5 31.5 36.0 35.4 38.6 51.7 52.6 72.0 83.7 82.6 65.0 14.4 17.2 18.8 20.6 19.1 17.9 17.1 15.0 14.4 13.3 17.3 18.0 15.1 16.9 18.7 13.4 3.5 4.4 5.2 5.7 5.5 6.3 5.5 6.0 6.2 5.2 4.9 5.9 5.0 6.5 5.6 4.9 1.7 2.1 2.7 3.2 3.7 4.4 4.1 4.3 4.2 3.2 4.8 4.5 5.6 5.7 6.7 6.9 0.0 10.0 20.0 30.0 40.0 50.0 60.0 70.0 80.0 90.0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Coeficientepor100.000hab. Homicidios Acidente de Trânsito Suicídio Queda Fonte: SMS Fortaleza/Célula de Vigilância Epidemiológica/SIM – Atualizado em 26/01/2016 - Dados sujeitos a revisão
  54. 54. Dados de Recursos Financeiro do Município de Fortaleza
  55. 55. PERCENTUAL DAS DESPESAS COM AÇÕES DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS EXERCÍCIOS 2011 2012 2013 2014 2015 RECEITAS IMP E TRANSF. CONST 2.286.746.020,04 2.579.266.328,85 2.644.145.163,22 3.005.981.737,55 3.195.796.855,54 DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE 554.291.583,61 610.716.848,39 694.875.588,41 768.447.261,41 846.329.665,76 LIMITE CONSTITUCIONAL 24,24% 23,61% 26,28% 25,56% 26,17%
  56. 56. UE EXECUTADO 2012 % EXECUTADO 2013 % EXECUTADO 2014 % EXECUTADO 2015 % FEDERAL 750.941.995,34 55,63 685.695.691,62 48,37 791.162.279,11 49,12 797.675.451,42 46,88 ESTADUAL 9.549.354,08 0,71 20.747.292,47 1,46 71.579.877,92 4,44 67.514.467,87 3,97 MUNICIPAL 589.313.375,98 43,66 711.190.393,72 50,17 747.839.640,09 46,43 836.464.745,34 49,16 TOTAL 1.349.804.725,40 1.417.633.377,81 1.610.581.797,12 1.701.654.664,63 TABELA – RECEITAS DA SAÚDE POR UNIDADE EXECUTORA Fonte: SIOPS - Demonstrativo da Lei de Responsabilidade Fiscal. (RREO - ANEXO 12 (LC141/2012, art.35). Dados: Saúde Consolidada (Fundo, IJF, Hospitais). Apenas na Função 10 (Saúde), desconsiderando a Função28 (Encargos Especiais).
  57. 57. ANO Despesa total com SAÚDE/ Habitante ano 2012 526,35 2013 565,10 2014 656,95 2015 676,50 DESPESAS TOTAL COM SAÚDE/POR HABITANTE ANO Fonte: SIOPS
  58. 58. “SE NÃO HOUVER FRUTOS; VALEU A BELEZA DAS FLORES; SE NÃO HOUVER FLORES; VALEU A SOMBRA DAS FOLHAS; SE NÃO HOUVER FOLHAS; VALEU A INTENÇÃO DA SEMENTE!” HENFIL Que nossa semente cresça e fortaleça cada vez mais nosso Sistema Municipal de Saúde e agregue valor para as pessoas!
  59. 59. OBRIGADA!

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