O documento discute a crise atual nos modelos de atenção à saúde, enfatizando a incoerência entre a situação de saúde da população e as respostas dos sistemas de saúde, afetada por rápidas transições demográficas, nutricionais, tecnológicas e epidemiológicas. As condições crônicas estão se tornando predominantes, exigindo novas formas de organização do atendimento. Além disso, ressalta o paradoxo da tecnologia médica, que, apesar de melhorar diagnósticos e tratamentos, gera complexidade e desafios na comunicação e na tomada de decisões nos cuidados de saúde.