O documento discute as transições demográfica, epidemiológica e tecnológica que estão levando a um predomínio de doenças crônicas e desafios para os sistemas de saúde. Ele argumenta que os sistemas fragmentados não conseguem lidar com as condições crônicas de forma efetiva e propõe que as redes de atenção à saúde, com gestão populacional, modelos de atenção integrados e estrutura colaborativa, podem melhor atender as necessidades atuais e futuras da