LEVEDURA SECA INATIVASaccharomyces cerevisiaeRecife-PE, 17 de Abril de 2013
A utilização de levedura seca como alimento para animais ruminantes tem o primeirorelato em 1925, utilizado como suplement...
A levedura Saccharomyces cerevisiae é utilizada naindústria de alimentos e bebidas em diversas formas:Em forma ativa, util...
Características da LeveduraA Levedura Seca possui características de:•Aumentar o crescimento e influência positivamente a ...
Aplicações• Excelente componente alimentar para todos os animais jovens e de rápidocrescimento;• Função anti-stress, alivi...
Processo de fermentaçãoNos processos modernos de fermentação, em que muitos cuidados sãotomados no sentido de não se perde...
•Existem variadas formas para a obtenção da levedura seca, dentre as quais se destacam asangria do leite de levedura, do f...
Fluxograma da produção Spray DryLEITE DILUIDOSTRESSLAVAGEM/DESALCOOLIZAÇÃOLEITE LAVADOCONCENTRADOSECAGEMENSAQUEARMAZENAGEM...
Stress• Levedura sem alimentação de açúcares por um determinado tempo;• Aumento da % de proteína;• Fermentação endógena.
SecagemApós desalcoolizado, o leite de leveduras é bombeado para a câmara de secagempassando por um cabeçote com disco rot...
Secagem
SecagemFluxograma da Secagem por SPRAY-DRYLevedura ConcentradaAr quenteLevedura SecaExaustãoLevedura SecaAr quente úmidoTr...
Armazenamento• Sala isolada;• Exaustão interna;• Piso Epóxi;• Sacos de 25kg;Sala de ensaque:Armazenamento:• Armazém com pi...
Controle de Qualidade• Análises fisico-químicas (Umidade, % proteína, cinzas, cor, etc.);• Análises microbiológicas (Aflot...
ECKLES, C. H.; WILLIAMS, V. M. Yeast as a supplementary feed for lacttating cows.Journal of Dairy Science, v.8.p.89-93. 19...
FELDMANN, HORTS. Yeast Molecular and cell biology. John Wiley Professio Editor,First Edition, 348.p. 2010.AQUARONE, Eugêni...
O B R I G A D O !!!
Seminário stab 2013   industrial - 05. processo de fabricação de levedura seca intiva - hideraldo borba (consultor)
Seminário stab 2013   industrial - 05. processo de fabricação de levedura seca intiva - hideraldo borba (consultor)
Seminário stab 2013   industrial - 05. processo de fabricação de levedura seca intiva - hideraldo borba (consultor)
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Seminário stab 2013 industrial - 05. processo de fabricação de levedura seca intiva - hideraldo borba (consultor)

2.101 visualizações

Publicada em

1 comentário
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.101
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
12
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
40
Comentários
1
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Seminário stab 2013 industrial - 05. processo de fabricação de levedura seca intiva - hideraldo borba (consultor)

  1. 1. LEVEDURA SECA INATIVASaccharomyces cerevisiaeRecife-PE, 17 de Abril de 2013
  2. 2. A utilização de levedura seca como alimento para animais ruminantes tem o primeirorelato em 1925, utilizado como suplemento protéico (Eckles & Williams 1925);É uma fonte protéica, atrelada ao preço do farelo de soja;Até 1995 era considerado um subproduto sazonal com preço deprimido;A exportação puxou as melhorias tecnológicas e concomitante aprimoramento daqualidade do produto;Atualmente, várias Unidades Industriais produtoras de álcool produzem leveduraseca há alguns anos, em suas plantas.
  3. 3. A levedura Saccharomyces cerevisiae é utilizada naindústria de alimentos e bebidas em diversas formas:Em forma ativa, utilizada na indústria depanificação, na fermentação alcoólica e em outrosprocessos fermentativos.Na forma inativa, essa levedura tem sido muitousada na alimentação animal, como fonte deproteína e outros nutrientes. Em alimentaçãohumana, principalmente na forma de derivados,como complemento nutritivo, aromatizante erealçador de sabor.A Levedura
  4. 4. Características da LeveduraA Levedura Seca possui características de:•Aumentar o crescimento e influência positivamente a flora intestinal;•Aumentar a resposta imunológica a doenças;•É fonte de vitaminas do complexo B (Tiamina, Riboflavina, Niacina, inositol (B7) e ÁcidoPantotênico);•É fonte de vitamina D (ergosterol);•Micro-ingredientes de alto valor nutritivo;•Proteína de alto valor;•Palatibilizante;•Efeitos profiláticos;•Melhora a conversão alimentar.
  5. 5. Aplicações• Excelente componente alimentar para todos os animais jovens e de rápidocrescimento;• Função anti-stress, aliviando o stress natural das operações de: desmame, vacinação,transporte e etc.Benefícios•Fonte de nucleotídeos (aminoácidos): aumenta a resposta imunológica a doenças,é umimportante vetor no crescimento dos animais;•Fonte de MOS (mananoligossacarídeos): Fortalece o sistema imunológico;•Fonte de ácido glutâmico: melhora a palatabilidade das rações, estimulando oconsumo.No aspecto físico:•Poder aglutinante: melhora a qualidade da ração peletizada, reduzindo os "finos".Aplicações e Benefícios
  6. 6. Processo de fermentaçãoNos processos modernos de fermentação, em que muitos cuidados sãotomados no sentido de não se perder células de levedura, nota-se um acúmulodessas células em processo.A produção da massa celular é inevitável nos processos de produção deetanol, e a sangria de levedura é uma estratégia inteligente e rentável para evitarum acúmulo excessivo dessa massa durante o processo.Essa classe de alimentos possui algumas vantagens sobre as viasclássicas obtidas por animais e plantas, já que os micro-organismos apresentamtempo de geração extremamente curto, independente de condições climáticas, o quepropicia um rápido aumento da massa celular.
  7. 7. •Existem variadas formas para a obtenção da levedura seca, dentre as quais se destacam asangria do leite de levedura, do fundo de dorna e da vinhaça;•Após a obtenção do produto úmido, existem ainda duas técnicas de secagem: por rolosrotativos e pela tecnologia “spray-dry”.•O primeiro método consiste na secagem do leite de levedura por meio do contato diretocom a superfície aquecida do rolo rotativo, atingindo temperaturas de até 200ºC.•Já o segundo processo é constituído pelo bombeamento do leite de levedura em umacâmara de secagem, passando por um cabeçote atomizador que, girando a altíssimarotação, atomiza o leite em pequenas gotículas e, combinado com o fluxo de ar quente,secando instantaneamente.•De maneira geral, elas têm apresentado valores entre 27 e 43% de proteína bruta.•A levedura seca pelo “spray dry” é recolhida no fundo da câmara, em forma de cone. Oproduto é descarregado através de uma válvula rotativa, onde está pronto para serensacado na forma de pó fino.Obtenção da Levedura Seca
  8. 8. Fluxograma da produção Spray DryLEITE DILUIDOSTRESSLAVAGEM/DESALCOOLIZAÇÃOLEITE LAVADOCONCENTRADOSECAGEMENSAQUEARMAZENAGEMLEVEDURA SECALEITE LEVEDURA “SANGRADO”
  9. 9. Stress• Levedura sem alimentação de açúcares por um determinado tempo;• Aumento da % de proteína;• Fermentação endógena.
  10. 10. SecagemApós desalcoolizado, o leite de leveduras é bombeado para a câmara de secagempassando por um cabeçote com disco rotativo atomizador, que girando a alta rotação (8.650 RPM), oleite de leveduras é atomizado em forma de névoa.Essa névoa em contato com o ar quente, gerado pelo vapor através do trocador decalor, e insuflado por um ventilador, seca instantaneamente, precipitando-se no fundo da câmara, emforma de cone.O produto é descarregado através de válvula rotativa, onde já está pronto e seco paraensaque na forma de “pó”, não necessitando peneirar, moer ou qualquer outra operação. Aspartículas finas que não precipitaram e que tendem a serem arrastadas para a exaustão sãorecuperadas através dos ciclones.O ar é retirado do sistema através da chaminé à atmosfera. O produto seco étransportado através de um transporte pneumático, que alimenta um silo pulmão no qual alimenta osistema de empacotamento.
  11. 11. Secagem
  12. 12. SecagemFluxograma da Secagem por SPRAY-DRYLevedura ConcentradaAr quenteLevedura SecaExaustãoLevedura SecaAr quente úmidoTransportepneumáticoSilo dearmazenamentoSecagem Recuperação de pó Armazenamento e Ensaque
  13. 13. Armazenamento• Sala isolada;• Exaustão interna;• Piso Epóxi;• Sacos de 25kg;Sala de ensaque:Armazenamento:• Armazém com piso de Epóxi.
  14. 14. Controle de Qualidade• Análises fisico-químicas (Umidade, % proteína, cinzas, cor, etc.);• Análises microbiológicas (Aflotoxina; Teor de levedura, etc.).Laboratório:Controle de pragas:• Controle por uma empresa especializada.Instrumentação:• Processo 100% automatizado.
  15. 15. ECKLES, C. H.; WILLIAMS, V. M. Yeast as a supplementary feed for lacttating cows.Journal of Dairy Science, v.8.p.89-93. 1925.GRENGEIRO, M.G.A.; FUENTES, M.F.F.; FREITAS, E.R.; et al. Inclusão da Levedura decana-de-açúcar (Saccharomyces cerevisiae) em dietas para Frangos de Corte.Revista Brasileira de Zootecnia, v.30, .3 p. 766-773, 2001.LIMA, L.S.; ALCALDE, C.R.; FREITAS, H.S. et al. Valor nutritivo de rações contendolevedura seca em cabras saanen. In: I Congresso Internacionalsobre o uso delevedura na alimentação animal, 2009, Campinas. Anais… Campinas: CBNA, 2009.p 169-170.DACCARETT. M.G.; BORTONE, E. J.; ISBELL, D. E. et al. Performance of Holsteisfeedheifers 100% or more of National Research Council requirements. Journal of DairyScience, v.76, n.2, p.606. 1993.MARTINS, M.S. Leveduras de cerveja e cana-de-açúcar (Saccharomyces cerevisae)autolisada e integra na dieta de cães. 2009. 93f. Dissertação (mestrado emZootecnia) – Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, São Paulo,2009.
  16. 16. FELDMANN, HORTS. Yeast Molecular and cell biology. John Wiley Professio Editor,First Edition, 348.p. 2010.AQUARONE, Eugênio; BORZANI, Walter; LIMA, Urgel de Almeida de; SCHMIDELL,Willibaldo. Biotecnologia industrial: processos fermentativos e enzimáticos. 1.ed.São Paulo: Editora Edgard Blücher LTDA, 2001. 593p. 4v. v.3, p.1-39.CRUEGER, W.; CRUEGER, A. 1993. Biotecnologia: Manual de microbiologia industrial.Editora Acríbia, Zaragoza.YAMADA, K. Biotechnology report: recent advances in insdustrial fermentation inJapan. Biotechnology and Bioengineering. V. 19. p. 1563-1621, 1977.TAKENAWA, T.; TAKASHIMA, H; TOMOYOSHI, H. Production of yeast extract containingflavoring. Ajinomoto Company, Int. Cl. A23L 1/28, 1980.
  17. 17. O B R I G A D O !!!

×