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 FAHESA – Faculdade de Ciências Humanas e da
                Saúde de Araguaína
            Faculdade de Enfermagem
       IRA – Insuficiência Renal Aguda
      IRC – Insuficiência Renal Crônica

 Disciplina: Cuidado de Enfermagem ao Adulto I
         Profª : Tatianne Comim Cardoso
             Acadêmicos: Elizângela; Fabricia;
                 Joana D'arc; Johannes;
                Kelly Cristina; Líllya Luara
                     Márcia; Pollyana
INSUFICIÊNCIA RENAL
         A insuficiência renal resulta
quando os rins não podem remover
resíduos metabólicos do organismo ou
realizar as suas funções reguladoras. As
substâncias normalmente eliminadas na
urina acumulam-se nos líquidos orgânicos
em consequência da excreção renal
prejudicada, levando a ruptura nas
funções endócrina e metabólica, bem
como a distúrbios hídricos, eletrolíticos e
ácido-básicos.
SISTEMA URINÁRIO
• Sistema responsável pela elaboração, condução,
  armazenamento e eliminação dos restos metabólicos
  não necessários ao organismo.
 CONSTITUIÇÃO:
 Rins
 Vias excretoras:
Ureteres
Bexiga
Uretra
 IRRIGAÇÃO:
Veia renal
Artéria renal
RINS
 LOCALIZAÇÃO : Os rins
estão localizados       no
plano      retroperitoneal,
sobre a parede posterior
do abdome, desde a 12ª
vértebra torácica até a 3ª
vértebra     lombar     no
adulto, pesa de 120 a
170 g, 12 cm de
comprimento e 6 cm de
largura    e     2,5    de
espessura.
Anatomia Macroscópica
 CÓRTEX:          uma
  região periférica.

      MEDULA: uma
    região central e
    mais corada que
    possui :
o Pirâmides renais
o Papilas renais
o Colunas ou septos
  renais.
FILTRAÇÃO RENAL




                            180 litros de
                            plasma são
                            filtrados por dia

 Em média
178,5 litros do
filtrado retornam
para a corrente
sanguinea e 1,5        Todo o plasma é filtrado
litros são             60 vezes por dia
excretados.
Seminário (Insuficiência Renal Aguda e Crônica)
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

    A IRA é uma síndrome
clínica em que existe uma
perda súbita e quase
completa da função renal
(TFG diminuída) durante um
período de horas a dias,
com falha para excretar os
produtos          residuais
nitrogenados e manter a
homeostasia hidroeletrolítica
(Porth, 2005).
FISIOPATOLOGIA DA IRA
Interrupção súbita da função renal;
Pré-renal, intra-renal e pós-renal;
Causada por obstrução, má circulação ou
doença renal subjacente;
Em geral passa por 3 fases distintas:
oligúrica, diurética e de recuperação;
5%       dos      pacientes    hospitalizados
desenvolvem IRA;
Em geral reversível com tratamento;
Pode progredir para insuficiência renal
terminal, uremia e morte;
SINAIS E SINTOMAS DA IRA
 Oligúria (< 400ml/24h)
 Uremia
 Anúria (rara) (< 50ml/24h)
 Desequilíbrios eletrolíticos
 Acidose Metabólica
 Anorexia, náusea, vômitos, diarreia ou
  constipação intestinal
 Estomatite
 Sangramentos
 Hematêmese (vômito com sangue)
DIAGNOSTICO CLÍNICO DA IRA
 Elevação dos níveis de ureia, creatinina e
  potássio;
 Diminuição nos níveis de bicarbonato,
  hemoglobina e hematócrito
 Diminuição do PH sanguíneo (Acidose
  Metabólica);
 Cilindros,   restos  celulares   (PUS)    e
  diminuição da densidade urinaria (cor da
  urina amarelo ouro);
 Proteinúria e osmolaridade urinária próxima
  à do plasma;
Seminário (Insuficiência Renal Aguda e Crônica)
TRATAMENTO DE
     INSUFICIÊNCIA RENAL
    A manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico,
para se controlar a retenção de líquido e de
eletrólitos e evitar acidose, deve ser feita
considerando-se os seguintes cuidados:

 Balanço hidríco             Tratamento de
 Diálise                        alterações:
 Hemodiálise               Cardiovasculars;
 Diálise peritoneal        Gastrintestinais
 Transplante renal         Hematológicas;
                            Esqueleticas;
                            Nutricional.
TRATAMENTO IRA
■ Dieta rica em calorias e restrita em proteÍnas,
sódio e potássio;
■ Restrição de líquidos;
■ Diuréticos;
■ Sulfonato de poliestirenos de sódio (oral ou
enema);
■ Glicose hipertônica, insulina e bicarbonato de
sódio IV
■ Hemodiálise ou diálise peritoneal.
CASO CLÍNICO IRA
 Paciente do sexo masculino, 19 anos, previamente hígido,
apresentou-se no serviço de emergência com queixa de
anorexia e náuseas há três semanas. Há três dias, ele relatou
piora desses sintomas e começou a ter episódios de vômitos.
Negou dor abdominal, diarreia, febre, icterícia, hematêmese e
melena. O interrogatório sistemático não contribuiu.
Afirma uso ocasional de álcool e tabaco, mas nega uso de
drogas ilícitas. Admite preocupação excessiva com sua imagem
corporal desde muito jovem, tendo inclusive aderido várias
dietas.
  Faz exercícios regulares numa academia, principalmente
musculação, nos últimos dois anos. O paciente admite consumir
suplementos       alimentares  e    vitamínicos,     mas nega
especificamente o abuso de esteróides, anabolizantes,
diuréticos e laxantes.
  Ele referiu uso de salbutamol durante os últimos três meses,
aconselhado por um amigo, como estratégia para perder peso...
EXAMES LABORATORIAIS
Diagnóstico Médico:            Intoxicação por
vitamina D foi confirmado através de um nível
sérico elevado de vitamina D [150 mg/ml; Valor
de Referência 30 – 60 mg/ml].
     Quando confrontado com este resultado, o
paciente admitiu o uso de um composto
vitamínico parenteral reservado para uso
veterinário, contendo vitamina A, vitamina D3 e
vitamina E, (nome comercial: ADE LABOVET).

     Prescrição médica: Expansão salina
agressiva, seguida de furosemida endovenosa e
4 mg de ácido zolendrônico..
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM

 ► Risco para nutrição alterada Menor que as
necessidades corporais relacionada a anorexia.
 ► Baixa AUTO-ESTIMA situacional relacionada a
imagem corporal prejudicada.
 ► PADRÃO DE SONO Perturbado relacionado a
náuseas, evidenciado por queixas verbais.
   ► PERFUSÃO TISSULAR Renal ineficaz
relacionado a vasoconstricção renal direta
evIdenciado  pela  relação    ureia/creatinina
aumentadas.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM:

• Monitorar a PA (observando alterações posturais) e a frequência
  cardíaca.
• Avaliar com frequência o estado de hidratação do paciente e
  otimizar o débito cardíaco sempre que possível.
• Observar sinais e sintomas de desidratação, por exemplo
  membranas mucosas secas, sede.
• Proporcionar refeições pequenas e frequentes.
• Restringir a ingestão de vitamina D, vitamina A, conforme o
  indicado.
• Monitorizar os exames laboratoriais: ureia, creatinina, sódio,
  potássio.
• Explicar o nível da função renal após o episodio agudo ser
  superado.
• Determinar os fatores psicológicos/encaminhar para uma
  avaliação psicológica, quando necessária, para avaliar a
  imagem corporal e a incompatibilidade com a realidade.
• Identificar o sentimento básico de auto-estima do cliente, a
  imagem que ele formou de si próprio: existencial, física,
  psicológica.
INSUFICIÊNCIA RENAL
        CRÔNICA
   É em geral o
resultado     final   de
destruição de tecido e
perda de função renal
gradativas.         Pode
também resultar de
uma doença de início
súbito e progressão
rápida que destrói os
néfrons e causa lesão
renal irreversível.
FISIOPATOLOGIA DA IRC
Em geral, o resultado final de destruição de tecido
e perda de função renal gradativas;
Os néfrons restantes aumentam suas taxas de
filtração, reabsorção e secreção.
Poucos sintomas ocorrem até que restem menos
de 25% da filtração glomerular;
O parênquima normal se perde com rapidez;
Os sintomas se acentuam com a diminuição da
função renal;
A doença é fatal sem tratamento;
Diálise ou transplante podem manter a vida.
FISIOPATOLOGIA DA IRC
        A   insuficiência   renal  crônica
   progride      em      quatro   estágios,
   classificados de acordo com a taxa de
   filtração glomerular:

 Leve ou funcional (60 a 89ml/min),
 Moderada ou laboratorial (30 a
  59ml/min),
 Grave ou clínica (15 a 29ml/min),
 Terminal ou dialítica (menos der
  15ml/min).
Risco para Doença Renal
           Crônica
 Elevado:              Médio:
 Hipertensão arterial Enfermidades
 Diabetes mellitus        sistêmicas
 História familiar de    Infecções urinárias de
  DRC                      repetição
                          Litíase urinária repetida
                          Uropatias
                          Crianças com < 5anos
                          Adultos com > 60 anos
                          Mulheres grávidas
SINAIS E SINTOMAS DA IRC
 Uremia
 Dor muscular e óssea, fraturas
 Neuropatia periférica, alteração do estado mental
 Boca seca, fadiga, náuseas, hipotensão arterial
 Contraturas musculares
 Irritabilidade cardíaca
 Trombocitopenia
 Pele ictérica
 Infertilidade
 Diminuição da libido
 Amenorreia
DIAGNOSTICO CLÍNICO DA
          IRC
 Diminuição do PH sanguíneo
 Níveis baixos de hemoglobina e
  hematócrito
 Diminuição da sobrevida de hemácias
 Citopenia discreta
 Defeitos plaquetários
 Níveis plasmáticos elevados de ureia,
  creatinina, sódio e potássio
 A biopsia renal revela a doença
  subjacente
Medidas de controle de
         IRC
TRATAMENTO IRC
■ Dietético (restrição de proteinas, sódio e
potássio);
■ Tratamento medicamentoso (antiácidos, anti-
hipertensivos,     cardiovasculares, anticon-
vulsivantes, eritropoietina)
■ Suplemento de ferro e folato;
■ Transfusões de hemácias;
■ Diálise peritoneal ou hemodiálise
■ Pericardiocentese de emergência (cirurgia
para tamponamento cardíaco);
■ Transplante renal.
CASO CLÍNICO
Identificação: SSB, feminina, 19 anos de idade, branca, 43 kg. Motivo da
internação no hospital: admitida no serviço de emergência em decorrência
de sintomas urêmicos. Apresentava uréia = 320 mg/dL e creatinina = 12,6
mg/dL.
Historia da doença atual: Longa história de infecções recorrentes do trato
urinário. Um exame de Raios-X simples do abdome revelava múltiplas
calcificações renais bilateralmente e litíase ureteral.
Historia pregressa:Paciente teve diagnostico prévio para ‘’ renite
pigmentos ’’(SIC )aos 2dois ano de idade,além de uma ultrassom renal
revelava tipicamente a presença de nefrocalcinose medular e rins
contraídos, além da presença de um cálculo de cerca de 1,5 cm na
região uretrovesical direita.
Historia familiar: Irmã mais nova apresentou os mesmos sintomas
com 6 seis meses de idade,os pais e o irmão mais velho não são
portadores de nenhuma doença de base.(os dados foram confirmados
com exames laboratoriais).
          DM: Hipomagnesemia Familiar Hipercalciúrica com
                               Nefrocalcinose.
Exames
       O exame de fundo de olho com o aspecto
típico de a lesão macular retiniana, as múltiplas
calcificações medulares compatíveis com
nefrocalcinose, vistas em um exame de Raios-X
simples do abdome.
Diagnósticos de Enfermagem
► Dor relacionada com a retenção urinária;
► Dor aguda: Disúria relacionada com infecção (obstrução urinária)
► Retenção urinária relacionada com obstrução do trato urinário;
► Eliminação Urinária Prejudicada relacionada com cateterismo;
► Distúrbio do auto conceito relacionado com perda do controle
vesical;
► Alteração no equilíbrio eletrolítico relacionado com função renal
prejudicada;
► Excesso de volume de líquidos relacionado com função renal
prejudicada;
► Eliminação urinária prejudicada relacionada com função renal
prejudicada;
► Deficit de conhecimento em relação à condição e tratamento
► Distúrbio da auto-estima conturbada relacionado com a
dependência, mudanças de papel, alteração da imagem corporal e
alteração da função sexual
CUIDADOS DE ENFERMAGEM

►Medir e anotar ingestão e eliminações, incluindo líquidos
 corporais;
►Pesar o cliente diariamente;
►Avaliar turgor cutâneo e presença de edema;
►Avaliar PA frequência de pulso e ritmo;
►Avaliar frequência e esforço respiratórios;
►Limitar a ingesta hidrica ao volume prescrito;
►Manter equilíbrio eletrolítico adequado;
►Monitorar sangramento digestório pesquisando sangue
 oculto nas fezes;
► Cuidados com a pele para evitar prurido;
► Orientar para realização de boa higiene oral;
► Oferecer pequenas refeições saborosas;
► Pesquisar hipercalemia;
► Pesquisar complicações ósseas e articulares;
►Estimular respiração profunda e tosse para prevenir
congestão pulmonar;
►Manter cuidado cutâneo meticuloso, massagear
proeminências ósseas, mudar frequentemente a
posição do paciente e banha-lo com água fria, para
evitar ruptura da pele;
► Usar técnica estéril rigorosa;
► Avaliar estado neurológico periodicamente;
► Observe sinais de sangramento;
► Relatar sinais de pericardite, atrito pericárdico e dor torácica;
► Programar a medicação com cuidado;
► Promover a independência nas ações de auto-cuidado
conforme tolerado;
► Encorajar a atividade alternada com o repouso;
► Avaliar as respostas e reações da família à doença e
tratamento;
Cuidados de Enfermagem para
pacientes com acesso vascular
         para diálise:
Cateter venoso de luz dupla:
■ Verificar radiograficamente a posição do cateter de linha
  central antes do uso
■ Não injetar líquidos ou medicamentos intra-venosos dentro
  do cateter, ambas as luzes do cateter são preenchidas com
  heparina concentrada
■ Não retirar o clampe do cateter a menos que esteja
  preparado para a terapia de diálise. Porque pode fazer com
  que o sangue encha a luz do cateter e coagule
■ Manter a técnica estéril no manuseio do acesso vascular;
■ Observar o sítio da saída do cateter quanto a sinais de
  inflamação ou dobra do cateter
CATETER VENOSO
   CENTRAL
Intervenções de Enfermagem para pacientes
          com acesso vascular para diálise:
Enxerto ou fístula arteriovenosa:
■ Não verificar a pressão arterial ou coletar sangue no membro com o
  acesso.
■ Auscultar sopro e palpar se há frémito a cada 8 horas
■ Certificar-se de que não existe roupa apertada ou contenções no
   membro com acesso;
■ Verificar a permeabilidade com maior frequência quando os pacientes
   estão hipotensos. Porque a hipotensão pode predispor a coagulação.
■ No caso de sangramento pós-diálise a partir do sítio da agulha, aplique
   apenas a pressão suficiente para estancar o fluxo de sangue e
   mantenha até que o sangramento cesse. Não oclua o vaso;
■ Verificar se há rubor, sensação de calor excessivo ou início da formação
   de uma pápula em qualquer área do acesso.
FÍSTULA
ARTERIOVENOSA
BIBLIOGRAFIA
TORTORA,        Gerard J e      Grabowski, Sandra;
Princípios de anatomia e fisiologia; 9ª Ed. Rio de
Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 2002, pg 835 e
836.
         BRUNNER E SUDDARTH, tratado de
enfermagem médico-               cirúrgica; tradução
Fernando Diniz Mundim, José Eduardo
Ferreira de Figueiredo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,         2009.
    FISIOPATOLOGIA/ traduzido por Ivan Lourenço
Gomes;               revisão técnica Marléa Chagas
Moreira. Rio de Janeiro:                 Guanabara
Koogan, 2007.

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  • 1. ITPAC - Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos FAHESA – Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde de Araguaína Faculdade de Enfermagem IRA – Insuficiência Renal Aguda IRC – Insuficiência Renal Crônica Disciplina: Cuidado de Enfermagem ao Adulto I Profª : Tatianne Comim Cardoso Acadêmicos: Elizângela; Fabricia; Joana D'arc; Johannes; Kelly Cristina; Líllya Luara Márcia; Pollyana
  • 2. INSUFICIÊNCIA RENAL A insuficiência renal resulta quando os rins não podem remover resíduos metabólicos do organismo ou realizar as suas funções reguladoras. As substâncias normalmente eliminadas na urina acumulam-se nos líquidos orgânicos em consequência da excreção renal prejudicada, levando a ruptura nas funções endócrina e metabólica, bem como a distúrbios hídricos, eletrolíticos e ácido-básicos.
  • 3. SISTEMA URINÁRIO • Sistema responsável pela elaboração, condução, armazenamento e eliminação dos restos metabólicos não necessários ao organismo.  CONSTITUIÇÃO:  Rins  Vias excretoras: Ureteres Bexiga Uretra  IRRIGAÇÃO: Veia renal Artéria renal
  • 4. RINS LOCALIZAÇÃO : Os rins estão localizados no plano retroperitoneal, sobre a parede posterior do abdome, desde a 12ª vértebra torácica até a 3ª vértebra lombar no adulto, pesa de 120 a 170 g, 12 cm de comprimento e 6 cm de largura e 2,5 de espessura.
  • 5. Anatomia Macroscópica  CÓRTEX: uma região periférica.  MEDULA: uma região central e mais corada que possui : o Pirâmides renais o Papilas renais o Colunas ou septos renais.
  • 6. FILTRAÇÃO RENAL 180 litros de plasma são filtrados por dia Em média 178,5 litros do filtrado retornam para a corrente sanguinea e 1,5 Todo o plasma é filtrado litros são 60 vezes por dia excretados.
  • 8. INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA A IRA é uma síndrome clínica em que existe uma perda súbita e quase completa da função renal (TFG diminuída) durante um período de horas a dias, com falha para excretar os produtos residuais nitrogenados e manter a homeostasia hidroeletrolítica (Porth, 2005).
  • 9. FISIOPATOLOGIA DA IRA Interrupção súbita da função renal; Pré-renal, intra-renal e pós-renal; Causada por obstrução, má circulação ou doença renal subjacente; Em geral passa por 3 fases distintas: oligúrica, diurética e de recuperação; 5% dos pacientes hospitalizados desenvolvem IRA; Em geral reversível com tratamento; Pode progredir para insuficiência renal terminal, uremia e morte;
  • 10. SINAIS E SINTOMAS DA IRA  Oligúria (< 400ml/24h)  Uremia  Anúria (rara) (< 50ml/24h)  Desequilíbrios eletrolíticos  Acidose Metabólica  Anorexia, náusea, vômitos, diarreia ou constipação intestinal  Estomatite  Sangramentos  Hematêmese (vômito com sangue)
  • 11. DIAGNOSTICO CLÍNICO DA IRA  Elevação dos níveis de ureia, creatinina e potássio;  Diminuição nos níveis de bicarbonato, hemoglobina e hematócrito  Diminuição do PH sanguíneo (Acidose Metabólica);  Cilindros, restos celulares (PUS) e diminuição da densidade urinaria (cor da urina amarelo ouro);  Proteinúria e osmolaridade urinária próxima à do plasma;
  • 13. TRATAMENTO DE INSUFICIÊNCIA RENAL A manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico, para se controlar a retenção de líquido e de eletrólitos e evitar acidose, deve ser feita considerando-se os seguintes cuidados:  Balanço hidríco Tratamento de  Diálise alterações:  Hemodiálise  Cardiovasculars;  Diálise peritoneal  Gastrintestinais  Transplante renal  Hematológicas;  Esqueleticas;  Nutricional.
  • 14. TRATAMENTO IRA ■ Dieta rica em calorias e restrita em proteÍnas, sódio e potássio; ■ Restrição de líquidos; ■ Diuréticos; ■ Sulfonato de poliestirenos de sódio (oral ou enema); ■ Glicose hipertônica, insulina e bicarbonato de sódio IV ■ Hemodiálise ou diálise peritoneal.
  • 15. CASO CLÍNICO IRA Paciente do sexo masculino, 19 anos, previamente hígido, apresentou-se no serviço de emergência com queixa de anorexia e náuseas há três semanas. Há três dias, ele relatou piora desses sintomas e começou a ter episódios de vômitos. Negou dor abdominal, diarreia, febre, icterícia, hematêmese e melena. O interrogatório sistemático não contribuiu. Afirma uso ocasional de álcool e tabaco, mas nega uso de drogas ilícitas. Admite preocupação excessiva com sua imagem corporal desde muito jovem, tendo inclusive aderido várias dietas. Faz exercícios regulares numa academia, principalmente musculação, nos últimos dois anos. O paciente admite consumir suplementos alimentares e vitamínicos, mas nega especificamente o abuso de esteróides, anabolizantes, diuréticos e laxantes. Ele referiu uso de salbutamol durante os últimos três meses, aconselhado por um amigo, como estratégia para perder peso...
  • 17. Diagnóstico Médico: Intoxicação por vitamina D foi confirmado através de um nível sérico elevado de vitamina D [150 mg/ml; Valor de Referência 30 – 60 mg/ml]. Quando confrontado com este resultado, o paciente admitiu o uso de um composto vitamínico parenteral reservado para uso veterinário, contendo vitamina A, vitamina D3 e vitamina E, (nome comercial: ADE LABOVET). Prescrição médica: Expansão salina agressiva, seguida de furosemida endovenosa e 4 mg de ácido zolendrônico..
  • 18. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM ► Risco para nutrição alterada Menor que as necessidades corporais relacionada a anorexia. ► Baixa AUTO-ESTIMA situacional relacionada a imagem corporal prejudicada. ► PADRÃO DE SONO Perturbado relacionado a náuseas, evidenciado por queixas verbais. ► PERFUSÃO TISSULAR Renal ineficaz relacionado a vasoconstricção renal direta evIdenciado pela relação ureia/creatinina aumentadas.
  • 19. CUIDADOS DE ENFERMAGEM: • Monitorar a PA (observando alterações posturais) e a frequência cardíaca. • Avaliar com frequência o estado de hidratação do paciente e otimizar o débito cardíaco sempre que possível. • Observar sinais e sintomas de desidratação, por exemplo membranas mucosas secas, sede. • Proporcionar refeições pequenas e frequentes. • Restringir a ingestão de vitamina D, vitamina A, conforme o indicado. • Monitorizar os exames laboratoriais: ureia, creatinina, sódio, potássio. • Explicar o nível da função renal após o episodio agudo ser superado. • Determinar os fatores psicológicos/encaminhar para uma avaliação psicológica, quando necessária, para avaliar a imagem corporal e a incompatibilidade com a realidade. • Identificar o sentimento básico de auto-estima do cliente, a imagem que ele formou de si próprio: existencial, física, psicológica.
  • 20. INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA É em geral o resultado final de destruição de tecido e perda de função renal gradativas. Pode também resultar de uma doença de início súbito e progressão rápida que destrói os néfrons e causa lesão renal irreversível.
  • 21. FISIOPATOLOGIA DA IRC Em geral, o resultado final de destruição de tecido e perda de função renal gradativas; Os néfrons restantes aumentam suas taxas de filtração, reabsorção e secreção. Poucos sintomas ocorrem até que restem menos de 25% da filtração glomerular; O parênquima normal se perde com rapidez; Os sintomas se acentuam com a diminuição da função renal; A doença é fatal sem tratamento; Diálise ou transplante podem manter a vida.
  • 22. FISIOPATOLOGIA DA IRC A insuficiência renal crônica progride em quatro estágios, classificados de acordo com a taxa de filtração glomerular:  Leve ou funcional (60 a 89ml/min),  Moderada ou laboratorial (30 a 59ml/min),  Grave ou clínica (15 a 29ml/min),  Terminal ou dialítica (menos der 15ml/min).
  • 23. Risco para Doença Renal Crônica  Elevado:  Médio:  Hipertensão arterial Enfermidades  Diabetes mellitus sistêmicas  História familiar de  Infecções urinárias de DRC repetição  Litíase urinária repetida  Uropatias  Crianças com < 5anos  Adultos com > 60 anos  Mulheres grávidas
  • 24. SINAIS E SINTOMAS DA IRC  Uremia  Dor muscular e óssea, fraturas  Neuropatia periférica, alteração do estado mental  Boca seca, fadiga, náuseas, hipotensão arterial  Contraturas musculares  Irritabilidade cardíaca  Trombocitopenia  Pele ictérica  Infertilidade  Diminuição da libido  Amenorreia
  • 25. DIAGNOSTICO CLÍNICO DA IRC  Diminuição do PH sanguíneo  Níveis baixos de hemoglobina e hematócrito  Diminuição da sobrevida de hemácias  Citopenia discreta  Defeitos plaquetários  Níveis plasmáticos elevados de ureia, creatinina, sódio e potássio  A biopsia renal revela a doença subjacente
  • 27. TRATAMENTO IRC ■ Dietético (restrição de proteinas, sódio e potássio); ■ Tratamento medicamentoso (antiácidos, anti- hipertensivos, cardiovasculares, anticon- vulsivantes, eritropoietina) ■ Suplemento de ferro e folato; ■ Transfusões de hemácias; ■ Diálise peritoneal ou hemodiálise ■ Pericardiocentese de emergência (cirurgia para tamponamento cardíaco); ■ Transplante renal.
  • 28. CASO CLÍNICO Identificação: SSB, feminina, 19 anos de idade, branca, 43 kg. Motivo da internação no hospital: admitida no serviço de emergência em decorrência de sintomas urêmicos. Apresentava uréia = 320 mg/dL e creatinina = 12,6 mg/dL. Historia da doença atual: Longa história de infecções recorrentes do trato urinário. Um exame de Raios-X simples do abdome revelava múltiplas calcificações renais bilateralmente e litíase ureteral. Historia pregressa:Paciente teve diagnostico prévio para ‘’ renite pigmentos ’’(SIC )aos 2dois ano de idade,além de uma ultrassom renal revelava tipicamente a presença de nefrocalcinose medular e rins contraídos, além da presença de um cálculo de cerca de 1,5 cm na região uretrovesical direita. Historia familiar: Irmã mais nova apresentou os mesmos sintomas com 6 seis meses de idade,os pais e o irmão mais velho não são portadores de nenhuma doença de base.(os dados foram confirmados com exames laboratoriais). DM: Hipomagnesemia Familiar Hipercalciúrica com Nefrocalcinose.
  • 29. Exames O exame de fundo de olho com o aspecto típico de a lesão macular retiniana, as múltiplas calcificações medulares compatíveis com nefrocalcinose, vistas em um exame de Raios-X simples do abdome.
  • 30. Diagnósticos de Enfermagem ► Dor relacionada com a retenção urinária; ► Dor aguda: Disúria relacionada com infecção (obstrução urinária) ► Retenção urinária relacionada com obstrução do trato urinário; ► Eliminação Urinária Prejudicada relacionada com cateterismo; ► Distúrbio do auto conceito relacionado com perda do controle vesical; ► Alteração no equilíbrio eletrolítico relacionado com função renal prejudicada; ► Excesso de volume de líquidos relacionado com função renal prejudicada; ► Eliminação urinária prejudicada relacionada com função renal prejudicada; ► Deficit de conhecimento em relação à condição e tratamento ► Distúrbio da auto-estima conturbada relacionado com a dependência, mudanças de papel, alteração da imagem corporal e alteração da função sexual
  • 31. CUIDADOS DE ENFERMAGEM ►Medir e anotar ingestão e eliminações, incluindo líquidos corporais; ►Pesar o cliente diariamente; ►Avaliar turgor cutâneo e presença de edema; ►Avaliar PA frequência de pulso e ritmo; ►Avaliar frequência e esforço respiratórios; ►Limitar a ingesta hidrica ao volume prescrito; ►Manter equilíbrio eletrolítico adequado; ►Monitorar sangramento digestório pesquisando sangue oculto nas fezes; ► Cuidados com a pele para evitar prurido; ► Orientar para realização de boa higiene oral; ► Oferecer pequenas refeições saborosas; ► Pesquisar hipercalemia;
  • 32. ► Pesquisar complicações ósseas e articulares; ►Estimular respiração profunda e tosse para prevenir congestão pulmonar; ►Manter cuidado cutâneo meticuloso, massagear proeminências ósseas, mudar frequentemente a posição do paciente e banha-lo com água fria, para evitar ruptura da pele; ► Usar técnica estéril rigorosa; ► Avaliar estado neurológico periodicamente; ► Observe sinais de sangramento; ► Relatar sinais de pericardite, atrito pericárdico e dor torácica; ► Programar a medicação com cuidado; ► Promover a independência nas ações de auto-cuidado conforme tolerado; ► Encorajar a atividade alternada com o repouso; ► Avaliar as respostas e reações da família à doença e tratamento;
  • 33. Cuidados de Enfermagem para pacientes com acesso vascular para diálise: Cateter venoso de luz dupla: ■ Verificar radiograficamente a posição do cateter de linha central antes do uso ■ Não injetar líquidos ou medicamentos intra-venosos dentro do cateter, ambas as luzes do cateter são preenchidas com heparina concentrada ■ Não retirar o clampe do cateter a menos que esteja preparado para a terapia de diálise. Porque pode fazer com que o sangue encha a luz do cateter e coagule ■ Manter a técnica estéril no manuseio do acesso vascular; ■ Observar o sítio da saída do cateter quanto a sinais de inflamação ou dobra do cateter
  • 34. CATETER VENOSO CENTRAL
  • 35. Intervenções de Enfermagem para pacientes com acesso vascular para diálise: Enxerto ou fístula arteriovenosa: ■ Não verificar a pressão arterial ou coletar sangue no membro com o acesso. ■ Auscultar sopro e palpar se há frémito a cada 8 horas ■ Certificar-se de que não existe roupa apertada ou contenções no membro com acesso; ■ Verificar a permeabilidade com maior frequência quando os pacientes estão hipotensos. Porque a hipotensão pode predispor a coagulação. ■ No caso de sangramento pós-diálise a partir do sítio da agulha, aplique apenas a pressão suficiente para estancar o fluxo de sangue e mantenha até que o sangramento cesse. Não oclua o vaso; ■ Verificar se há rubor, sensação de calor excessivo ou início da formação de uma pápula em qualquer área do acesso.
  • 37. BIBLIOGRAFIA TORTORA, Gerard J e Grabowski, Sandra; Princípios de anatomia e fisiologia; 9ª Ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 2002, pg 835 e 836. BRUNNER E SUDDARTH, tratado de enfermagem médico- cirúrgica; tradução Fernando Diniz Mundim, José Eduardo Ferreira de Figueiredo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. FISIOPATOLOGIA/ traduzido por Ivan Lourenço Gomes; revisão técnica Marléa Chagas Moreira. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.