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Balanço Hídrico.
Balanço Hídrico.
Definição:
É o registro diário de líquidos infundidos e
eliminados de um paciente. Este registro é
realizado em papel padronizado que possui
espaço também para, sinais vitais, PVC e
haemoglucoteste.
O peso corporal e o Balanço
Hídrico.
“O peso corporal tornou-se uma medida bastante
importante, porque as alterações AGUDAS
refletem aumentos ou diminuições na água total do
organismo. A água total do organismo representa
de 60 a 70% do peso corporal. Em um adulto de 70
Kilos essa fração seria de 35 a 42 litros de água,
que tem relações com a idade,sexo e as diferenças
na composição do organismo existentes entre
adultos normais” (Évora et al, 1999).
• Uma única medida do peso corporal,
geralmente tem pouco valor no cálculo da
agua total, porém no contexto das UTIs as
mudanças no peso a curto ´prazo devem-se ,
em grande parte , mais as alterações na agua
total do organismo.... O cliente em estado
critico precisa ter ser peso aferido
diariamente, pois o conhecimento da
direção e da desse parametrosidade da
alteração
Objetivo do BH.
Realizar rígido controle sobre infusões x
eliminações para avaliação da evolução clinica do
paciente. Por isto, a importância de um bom
registro. Através do registro do balanço hídrico
podemos observar juntamente com exames
laboratoriais, o início de algumas patologias
Para facilitar a apuração nas 24 horas dos
líquidos introduzidos como também dos
eliminados, existe um formulário que é anexado
ao prontuário do paciente chamado de folha de
balanço hídrico.
Compete ao enfermeiro, técnico e/ou auxiliar de
enfermagem registrar todas as entradas e
perdas líquidas do paciente e fazer o cálculo de
balanço final, porém é de competência somente
do enfermeiro identificar a necessidade ou não
em prescrever balanço hídrico aos pacientes.
Necessidade de Aporte – Média Diária
de Higesta hídrica para um Adulto
FONTES DE LÍQUIDO QUANTIDADE DE LÍQUIDO/ML
Água livre/ingerida 1.200 – 1.500
Água em alimentos ingeridos 700 – 1.000
Água endógena (oxidação) 200 - 400
Total 2.100 – 2.900 ml
NECESSIDADES DE AGUA – 30 a 50 ml/Kg.
Em média 40 ml/Kg.
Necessidades Hídricas EV em Condições Basais.
RNs e lactentes 100 – 150 ml/Kg.
Criança de 10 – 20 Kg. 70 – 90 ml/Kg.
Criança acima 20 Kg. 50 – 70 ml/Kg.
Adultos 30 – 50 ml/Kg.
A eliminação de água é efetuada
principalmente pelos rins, porém também
é perdida através do trato intestinal, pele
e metabolismo. A evaporação insensível
através da pele e do trato respiratório
resulta em perda significante de líquido.
Tanto a ingestão líquida quanto as perdas
líquidas variam de indivíduo para
indivíduo de modo que nenhum padrão
absoluto pode ser estabelecido.
(BEVILACQUA, 1998).
Perdas Líquidas – Média Diária
Estabelecida para um Adulto
O homem necessita de água para viver. A água
contida nos alimentos e produzida nos processo
oxidativos é insuficiente para suprir as perdas
insensíveis e formar o volume mínimo de urina
necessário para excretar os produtos finais do
metabolismo.(BEVILACQUA, 1998).
Um indivíduo adulto, em condições normais, ou
seja, na ausência de perdas como vômitos, diarréias,
fístulas, aspirações, vai apresentar o seguinte
balanço hídrico nas 24 horas: BH/24h = ZERO.
Pacientes em uso de nutrição parenteral e enteral.
Pacientes grave de UTI.
Pacientes de pós-operatório de grandes cirurgias,
principalmente dos sistemas geniturinário, digestivo e
respiratório.
Pacientes portadores de enfermidades cardíacas,
edemas, drenos, ascite, entre outras.
Pacientes com restrição hídrica.
Pacientes com queimaduras de grande extensão
PACIENTES QUE NECESSITAM DO
BALANÇO HÍDRICO
Patologias que caracterizam Inclusão
nos Protocolos de BH.
ICC, IAM, HAS descompensada
Insuf. Renal Aguda e Crônica (IRA, IRC)
Cirrose e ou Hepatopatias descompensadas
DM descompensada
Uso de FARMACOS que desenvolvem RAM e ou efeitos colaterais
a ↓função renal
Instabilidade Hemodinâmica
ATB e TARV que desenvolvem RAM
Distúrbio eletrolitico (hipocalemia, hiponatremia, acidose e
alcalose metabólica
↓ débito urinário ( 30 ml/kg/h em 24 hs)
Uso de medicamentos eliminados pelo RIM (por ex: KCL)
BALANÇO HIDRICO
Insuficiência renal
Insuficiência cardíaca
Administração rápida de
Liquidos EV ou sangue
Administração de albumina
Terapia com Corticosteróides
Ingestão excessiva de sódio
Gravidez
Retenção de Liquidos no
período Pré menstrual
Inanição
Dificuldade de Ingesta Hídrica.
Vômito
Aspiração gastrica
Abuso de Laxantes
Diuréticos potentes
Hemorragias
Grandes queimados
Ferimentos drenantes
Febre e transpiração
Exercício
Calor ambiental e umidade
FATORES EXCESSOFATORES DEFICIT
Controle do Balanço Hídrico
•Urina
•Vômito
•Perda sanguinea
•Drenagem de feridas
•Irrigações aspiradas
•Fezes
Parâmetros Conversão
→ 0,47 Kg = 475 ml
•Todo liquido ingerido
•Lascas de gelo – metade
do volume congelado
•Gelatinas, sorvetes,
cereais cozidos e em
cremes finos, sopas
liquidificadas
•Infusões EV
•Liquidos por Sondas*
•Irrigações
ELIMINAÇÃOINGESTA
PARTICULARIDADES DO
BALANÇO HÍDRICO.
Em casos de SNE deve ser anotado o volume
administrado, incluindo em caso de ser desprezado
parte desse volume o valor entre parêntesis
Exemplo: 200 ( - 50 ml) → estavam prescritos 200
ml, foi infundido 150 ml e desprezados 50 ml.
Todo paciente em BH deverá ser pesado em
JEJUM ( mesmo horário, mesma vestimenta,
esvaziamento vesical e intestinal) e ou ter o seu
peso corporal estimado pela Nutrição ( prega
cutaneo e ou Plicometro)
Paciente em dialise: registrar peso diariamente,
antes e após diálise; taxa de registro do peso deverá
estar presente em ≥ 50% do total da internação. Em
unidades de internação deverá ser controlado em
dias alternados (se protocolo aprovado) e em UTI,
Semi UTI, Semi Intensivo, unidade cardiológica
diariamente.
Anotar no impresso o volume infundido de NPP
quando a mesma estiver presente, no espaço
destinado.
Anotar no campo EV, todas as infusões em bolsa de
soro; medicações EV.
Anotar a administração de dieta enteral
separadamente no campo especifico (SNE)
Diurese: desprezar o volume urinário de
acordo com o intervalo estabelecido pela
rotina (Padrões Assistenciais Mínimos) →
uropen, cateter vesical de demora.
Registrar volume das perdas, caso esteja
usando fraldas PESÁ-LAS descontando seu
peso (120 gr.)
Aos valores de ingesta deve-se acrescentar
para fins de fechamento do BH nas 24 hs o
seguinte:
1. Agua Endógena (AE) = 400 ml
2. Perdas Insensíveis (PI) = 800 ml
Caso não sejam acrescidos os respectivos
valores ao fechamento do BH documentar.
As alterações de FR, TA, GI e outras devem
servir de parâmetros de avaliação para
reposição hídrica para PI e ou restrição (RH)
DOCUMENTAÇÃO DO
BALANÇO HÍDRICO
• Prencher com o mesmo padrão de anotação
• Anotar em espaços em BRANCO outras formas
de perdas como : ileostomia, gastrostomia,
colostomias, etc.. ( poderá ser regra anotar com
caneta VERMELHA ou de outra COR)
• Os horarios para realização dos lançamentos no
BH na folha de controles de sinais vitais da
unidade. Em UTIs a cada 2 horas demais de 6/6
h.
COMO DEVE SER FEITO O REGISTRO NA
FOLHA DE BALAÇO HÍDRICO:
Identificação do paciente.
Data (dia em que o balanço foi realizado).
Hora (momento em que foram registrados os dados do
balanço). Deve-se anotar no momento em que se
realizou o ganho ou perda.
Procedimento:
1. Todo liquido deve ser medido antes de se oferecer ao
cliente e o volume registrado no impresso de Controle
Hidrico, na coluna correspondente a liquidos ingeridos,
com o respectivo horário.
Fechar o balanço parcial obedecendo os horários padrões
6/12/18 h e nas 24 horas, sob a responsabilidade do
enfermeiro do NOTURNO)
Encerrar o BH as 06 horas fazendo a soma de cada item
separado ( VO, soro, diurese, etc..). O balanço hídrico
final será o total de líquidos administrados subtraído do
total de líquidos dos eliminados.
O fechamento do BH poderá ser feito pela equipe do
Noturno ou da manhã, conforme rotina a ser estabelecida
PORÉM sempre considerando o Total até as 06 horas.
Distribuir o Volume hídrico destinado pela Nutrição para
administração de medicamentos nas 24 Horas.
Cálculo de líquidos administrados ao paciente:
1. Anotar por via parenteral:
• Soluções venosas como Ringer, S.G. 5%, 10% e 50%,
S.F. 0,9%, nutrição parenteral, entre outros,
• Medicações endovenosa e intramuscular, como
penicilina, Keflin, aminofilina, entre outras.
• Sangue Total, Plasma (1/3 do volume)
2. Anotar por via oral:
• Pela boca: suco, água, sopa, etc.
• Pela sonda gástrica: alimentação em geral, hidratação
em geral, medicações.
• Pela sonda nasoenteral soluções infundidas.
• Pela gastrostomia; alimentação, medicações, etc.
3. As infusões parenterais recebidas pelo paciente??
Devem ser anotadas na coluna correspondente a
infusões venosas.
4.Todo liquido eliminado pelo paciente deve ser
medido e anotado na coluna correspondente. Os
liquidos eliminados corrrespondem a diurese,
vômitos, liquidos de drenagem, diarréia.
5.Os fluidos que não puderem ser medidos poderão
ser avaliados utilizando-se simbolos como:
pequena quantidade (+), média quantidade (++) e
grande quantidade (+++).
6. O fechamento do BH pode ser parcial, ao final de
cada turno de trabalho com os cálculos totais
efetuados de 6/6hs, de 12/12hs, de acordo com a
necessidade do paciente.
7.O registro acontece de meia em meia hora em
diante, arredonda-se hora a mais, ou seja,
aconteceu às 15:30, ou 15:40, registra-se 16:00 h.
Caso seja de meia hora atrás, registra-se para
menos, ou seja, aconteceu 13:10h. ou 13:25,
registra-se 12:00 h.
8.Num primeiro momento deve-se somar todos os
volumes administrados e ingeridos (+) e após
soma-se todos os líquidos eliminados (–).
8. Se o volume de líquidos ganhos for maior que as
perdas o BH é POSITIVO e se o volume de
líquidos eliminados for maior que o administrado
teremos uma BH NEGATIVO.
9. Calcular como Ganhos(ingesta) o valor da Agua
endogena (AE) resultante da Oxidação metabólica
e como Perdas (eliminação) as perdas Insensiveis
(PI) calculados como 400 e 800 ml
respectivamente.
10.Os sinais vitais devem ser verificados de acordo
com a prescrição de enfermagem e servirem de
subsidios para a avaliação do Bh a ser feita pelo
Enfermeiro.
Cálculo de líquidos eliminados pelo paciente:
1. Anotar toda eliminação do paciente como, diurese,
vômito, secreções, evacuação, fístula.
2. Diurese de pacientes com irrigação vesical contínua,
deve-se anotar o volume drenado subtraído do volume
infundido.
3. Sudorese: cada (+) equivale a 1 ml.
(++) no rosto.
(+++) difusa mas não molha a roupa.
(++++) molha a roupa.
4. Eliminações (diurese, evacuações, expectoração).
(++) pequena quantidade
(+++) média quantidade
(++++) grande quantidade
Em resumo Balanço Hídrico = Controle
da Ingesta e Eliminação de Líquidos
Adultos saudáveis:
• Ingesta atinge 2.500 ml/dia, com variação
de 1.800 a 3.000 ml.
• Perda atinge 2.500 ml/dia em média, com
variação de 2.100 a 2.900 ml.
CÁLCULO REPOSIÇÃO
HÍDRICA
Para cada 05 incursões respiratórias aumentadas
acima de 20 irpm, o adulto perde 200ml de água nas
24 horas.
Para cada 1º C acima de 38º C o adulto perde 100 ml
de agua nas 24 horas e acima de 38,5º C 500 ml
Para drenagem de fístulas ou penrose:
(+) molha o centro da gaze.
(++) molha a gaze toda.
(+++) molha a gaze toda e ainda escorre ou coloca-se
bolsa de colostomia e mede-se o líquido drenado.
Medir o vômito sempre que possível.
• CÀLCULO DE AGUA ENDOGENA E PERDAS
INSENSIVEIS
• Água endógena
•
Média = 200 a 400/500 ml ( em torno de 400 ml na
gde maioria das vezes)
1º C ↑ de 38,0º C = acréscimo de 100 ml de líquido na
HO ou de Soro na HV
1º C ↑ de 38,5º C = acréscimo de 500 ml de líquido na
HO ou de Soro na HV
5 IRPM ↑ de 25 IRPM = 300 ml de líquido na HO ou
de Soro na HV
Diurese horária
CÁLCULO DA DIURESE HORÁRIA
•  
Adulto = D/24 horas = diurese em ml /Kg/ hora
PESO
                           24    
ou então  Adulto = D/24 horas = diurese em ml / hora
                                     24
CRIANÇA = D/24 horas =  X     = diurese em ml / hora
24
ou então D/24 horas = diurese em ml /Kg/ hora  
PESO
                      24 
•
• PERDAS INSENSÍVEIS
•
• Média = 800 a 1.200 ml ( sem taquipnéia e se
↑ da FR reposição com SF a 0,9%)
• O valor médio gira em torno de 800 ml
• Sudorese leve = 1.000 ml de reposição
• Sudorese moderada = 2.000 ml de reposição
• Sudorese grave = 3.000 ml ou ↑ de reposição
•
Volume de Perdas
Fezes = 100 a 150 ml/24 horas
Pulmão/ Pele
200 – 600 ml no PQ
600 – 900 ml no MQ
900 – 1.200 GQ
em média 3 ml/Kg/h até 25% SCQ
em média 4 ml/Kg/h ↑ de 25% SCQ
• CÀLCULO DE AGUA ENDOGENA E
PERDAS INSENSÌVEIS EM CRIANÇAS
•
• AE em crianças menores = 10 ml/Kg/24 horas
• AE em crianças maiores = 12/ml/24 horas
• Em média 250 ml/24 horas
• PI a média = 40 ml/Kg/h
• Em média 1.000 ml/24 horas
Parâmetros de Avaliação da Função
Renal – Balanço Hídrico.
Abaixo de 0,50 ml/Kg/h ANÚRIA
De 0,50 até 0,99 ml/Kg/h OLIGÚRIA
De 1,00 até 1,50 ml/Kg/h NORMAL
↑ de 1,50 ml/Kg/h POLIÙRIA
Politraumatizado ⇒ o nível normal aceitável é em
torno de 40 ml/Kg/h.
Diurese ml/dia por Idade
RN de 30 a 60 ml/dia
3 a 10 dias de 100 a 300ml/dia
10 a 60 dias de 250 a 450 ml/dia
1 a 3 anos de 500 a 600 ml/dia
4 a 8 anos de 600 a 1.000 ml/dia
9 a 14 anos de 800 a 1.400 ml/dia
SIMULANDO o Fechamento do Balanço
Hídrico sem Avaliação do Enfermeiro.
Ganhos/Ingesta Perdas/Eliminação
HV = 850 ml
HO = 1200 ml
DIURESE = 1.500 ml
SNG = 320 ml
DRENO = 100 ml
2.050 ml –– 1.920 ml = + 130 ml
Documentação: BH fechado sem Cálculo de AE e PI apesar
de ↑ da FR. Diurese de 24hs = 1.500 ml; diurese horária
de 62,5 ml/h sem registro de dados de aferição do peso.
SIMULANDO o Fechamento do Balanço
Hídrico com avaliação do Enfermeiro.
Ganhos/Ingesta. Perdas/Eliminação.
HV = 850 ml
HO = 1200 ml
AE = 400 ml
DIURESE = 1.500 ml
SNG = 320 ml
DRENO = 100 ml
PI = 800 ml
2.450 ml –– 2.720 ml = –– 270 ml
Documentação: BH fechado com Cálculo de AE (400 ml) e PI
( 1000 ml) as custas de ↑ da FR. Diurese de 24hs = 1.500 ml;
diurese horária de 0,89 ml/Kg/h com peso estimado de 70
Kg.
RESTRIÇÃO HÍDRICA.
• RH significa LIMITAÇÃO na quantidade de
líquidos que o individuo pode receber em 24
Horas.
• O volume é prescrito pelo médico e varia de
acordo com as condições clínicas do paciente
• Deve-se orientar de forma clara e precisa o
paciente em relação a este cuidado e fornecer
um copo graduado, papel e caneta para que
seja feito o CONTROLE, caso isto seja
possível.
Protocolos de Inclusão em
Restrição Hídrica ( RH )
Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)
Diabetes Mellitus (DM)
Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC)
Insuficiência Renal Crônica (IRC)
Insuficiência Renal Aguda (IRA)
Controle de Diurese 24 Horas.
• Este controle consiste em guardar o VOLUME de urina de 24 horas,
para ser medido ou encaminhado ao laboratório.
• PROCEDIMENTO
• Orientar o paciente sobre o procedimento.
• Orientar o paciente para o esvaziamento de Bexiga.
• Pesar e medir o paciente.
• Anotar o horário e começar a coleta de 24 horas
• Fornecer os frascos necessários para coleta
• Antes do fechamento deste controle, solicitar ao
• paciente esvaziamento da bexiga.
• Paciente com controle da DIURESE deve ter o volume horário
calculado através da seguinte fórmula:
• Volume Total da diurese/24 hs = diurese/ml/h.
24 : Peso
Quando deve ser retirado o balanço
hídrico do paciente?
- Quando há melhora em seu quadro
clinico.
- Após reavaliação do estado geral em
casos de correções da instabilidade
hemodinamica com o estabelecimento de
Controle da Diurese/Volume urinário.
PRESERVANDO OS RINS
CÁLCULO DA PAM
a) ± de 40 mmhg entre elas
b) PAM = Pa s X ( Pa d x 2)
2
c) PA Normal = Pas + 10
2
d) PAM = PA d + _1_ P pulso
3
e) P pulso = a ‡ entre a PA s e a PA d ( → ± 40 mmHg entre elas)
f) PAm = PA d + PA s = PAM em mmhg
2
PAM = PA sistólica+2 ( PA diastólica) cálculo ( 2º SWELTZER & BARE)
3
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
BEVILACQUA, F, et al. Fisiopatologia clínica, 5° ed.
Atheneu – 1998. p.447.
Texto suporte: MODESTO, Closeny Maria Soares. Rotina
para balanço hídrico, Cuiabá – 2002.
Hospital albert einstein. Insuficiência cardiaca: Avaliações
e cuidados de Enfermagem. 2006

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Balanco hidrico

  • 2. Balanço Hídrico. Definição: É o registro diário de líquidos infundidos e eliminados de um paciente. Este registro é realizado em papel padronizado que possui espaço também para, sinais vitais, PVC e haemoglucoteste.
  • 3. O peso corporal e o Balanço Hídrico. “O peso corporal tornou-se uma medida bastante importante, porque as alterações AGUDAS refletem aumentos ou diminuições na água total do organismo. A água total do organismo representa de 60 a 70% do peso corporal. Em um adulto de 70 Kilos essa fração seria de 35 a 42 litros de água, que tem relações com a idade,sexo e as diferenças na composição do organismo existentes entre adultos normais” (Évora et al, 1999).
  • 4. • Uma única medida do peso corporal, geralmente tem pouco valor no cálculo da agua total, porém no contexto das UTIs as mudanças no peso a curto ´prazo devem-se , em grande parte , mais as alterações na agua total do organismo.... O cliente em estado critico precisa ter ser peso aferido diariamente, pois o conhecimento da direção e da desse parametrosidade da alteração
  • 5. Objetivo do BH. Realizar rígido controle sobre infusões x eliminações para avaliação da evolução clinica do paciente. Por isto, a importância de um bom registro. Através do registro do balanço hídrico podemos observar juntamente com exames laboratoriais, o início de algumas patologias
  • 6. Para facilitar a apuração nas 24 horas dos líquidos introduzidos como também dos eliminados, existe um formulário que é anexado ao prontuário do paciente chamado de folha de balanço hídrico. Compete ao enfermeiro, técnico e/ou auxiliar de enfermagem registrar todas as entradas e perdas líquidas do paciente e fazer o cálculo de balanço final, porém é de competência somente do enfermeiro identificar a necessidade ou não em prescrever balanço hídrico aos pacientes.
  • 7. Necessidade de Aporte – Média Diária de Higesta hídrica para um Adulto FONTES DE LÍQUIDO QUANTIDADE DE LÍQUIDO/ML Água livre/ingerida 1.200 – 1.500 Água em alimentos ingeridos 700 – 1.000 Água endógena (oxidação) 200 - 400 Total 2.100 – 2.900 ml
  • 8. NECESSIDADES DE AGUA – 30 a 50 ml/Kg. Em média 40 ml/Kg. Necessidades Hídricas EV em Condições Basais. RNs e lactentes 100 – 150 ml/Kg. Criança de 10 – 20 Kg. 70 – 90 ml/Kg. Criança acima 20 Kg. 50 – 70 ml/Kg. Adultos 30 – 50 ml/Kg.
  • 9. A eliminação de água é efetuada principalmente pelos rins, porém também é perdida através do trato intestinal, pele e metabolismo. A evaporação insensível através da pele e do trato respiratório resulta em perda significante de líquido. Tanto a ingestão líquida quanto as perdas líquidas variam de indivíduo para indivíduo de modo que nenhum padrão absoluto pode ser estabelecido. (BEVILACQUA, 1998).
  • 10. Perdas Líquidas – Média Diária Estabelecida para um Adulto
  • 11. O homem necessita de água para viver. A água contida nos alimentos e produzida nos processo oxidativos é insuficiente para suprir as perdas insensíveis e formar o volume mínimo de urina necessário para excretar os produtos finais do metabolismo.(BEVILACQUA, 1998). Um indivíduo adulto, em condições normais, ou seja, na ausência de perdas como vômitos, diarréias, fístulas, aspirações, vai apresentar o seguinte balanço hídrico nas 24 horas: BH/24h = ZERO.
  • 12. Pacientes em uso de nutrição parenteral e enteral. Pacientes grave de UTI. Pacientes de pós-operatório de grandes cirurgias, principalmente dos sistemas geniturinário, digestivo e respiratório. Pacientes portadores de enfermidades cardíacas, edemas, drenos, ascite, entre outras. Pacientes com restrição hídrica. Pacientes com queimaduras de grande extensão PACIENTES QUE NECESSITAM DO BALANÇO HÍDRICO
  • 13. Patologias que caracterizam Inclusão nos Protocolos de BH. ICC, IAM, HAS descompensada Insuf. Renal Aguda e Crônica (IRA, IRC) Cirrose e ou Hepatopatias descompensadas DM descompensada Uso de FARMACOS que desenvolvem RAM e ou efeitos colaterais a ↓função renal Instabilidade Hemodinâmica ATB e TARV que desenvolvem RAM Distúrbio eletrolitico (hipocalemia, hiponatremia, acidose e alcalose metabólica ↓ débito urinário ( 30 ml/kg/h em 24 hs) Uso de medicamentos eliminados pelo RIM (por ex: KCL)
  • 14. BALANÇO HIDRICO Insuficiência renal Insuficiência cardíaca Administração rápida de Liquidos EV ou sangue Administração de albumina Terapia com Corticosteróides Ingestão excessiva de sódio Gravidez Retenção de Liquidos no período Pré menstrual Inanição Dificuldade de Ingesta Hídrica. Vômito Aspiração gastrica Abuso de Laxantes Diuréticos potentes Hemorragias Grandes queimados Ferimentos drenantes Febre e transpiração Exercício Calor ambiental e umidade FATORES EXCESSOFATORES DEFICIT
  • 15. Controle do Balanço Hídrico •Urina •Vômito •Perda sanguinea •Drenagem de feridas •Irrigações aspiradas •Fezes Parâmetros Conversão → 0,47 Kg = 475 ml •Todo liquido ingerido •Lascas de gelo – metade do volume congelado •Gelatinas, sorvetes, cereais cozidos e em cremes finos, sopas liquidificadas •Infusões EV •Liquidos por Sondas* •Irrigações ELIMINAÇÃOINGESTA
  • 16. PARTICULARIDADES DO BALANÇO HÍDRICO. Em casos de SNE deve ser anotado o volume administrado, incluindo em caso de ser desprezado parte desse volume o valor entre parêntesis Exemplo: 200 ( - 50 ml) → estavam prescritos 200 ml, foi infundido 150 ml e desprezados 50 ml. Todo paciente em BH deverá ser pesado em JEJUM ( mesmo horário, mesma vestimenta, esvaziamento vesical e intestinal) e ou ter o seu peso corporal estimado pela Nutrição ( prega cutaneo e ou Plicometro)
  • 17. Paciente em dialise: registrar peso diariamente, antes e após diálise; taxa de registro do peso deverá estar presente em ≥ 50% do total da internação. Em unidades de internação deverá ser controlado em dias alternados (se protocolo aprovado) e em UTI, Semi UTI, Semi Intensivo, unidade cardiológica diariamente. Anotar no impresso o volume infundido de NPP quando a mesma estiver presente, no espaço destinado. Anotar no campo EV, todas as infusões em bolsa de soro; medicações EV.
  • 18. Anotar a administração de dieta enteral separadamente no campo especifico (SNE) Diurese: desprezar o volume urinário de acordo com o intervalo estabelecido pela rotina (Padrões Assistenciais Mínimos) → uropen, cateter vesical de demora. Registrar volume das perdas, caso esteja usando fraldas PESÁ-LAS descontando seu peso (120 gr.)
  • 19. Aos valores de ingesta deve-se acrescentar para fins de fechamento do BH nas 24 hs o seguinte: 1. Agua Endógena (AE) = 400 ml 2. Perdas Insensíveis (PI) = 800 ml Caso não sejam acrescidos os respectivos valores ao fechamento do BH documentar. As alterações de FR, TA, GI e outras devem servir de parâmetros de avaliação para reposição hídrica para PI e ou restrição (RH)
  • 20. DOCUMENTAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO • Prencher com o mesmo padrão de anotação • Anotar em espaços em BRANCO outras formas de perdas como : ileostomia, gastrostomia, colostomias, etc.. ( poderá ser regra anotar com caneta VERMELHA ou de outra COR) • Os horarios para realização dos lançamentos no BH na folha de controles de sinais vitais da unidade. Em UTIs a cada 2 horas demais de 6/6 h.
  • 21. COMO DEVE SER FEITO O REGISTRO NA FOLHA DE BALAÇO HÍDRICO: Identificação do paciente. Data (dia em que o balanço foi realizado). Hora (momento em que foram registrados os dados do balanço). Deve-se anotar no momento em que se realizou o ganho ou perda. Procedimento: 1. Todo liquido deve ser medido antes de se oferecer ao cliente e o volume registrado no impresso de Controle Hidrico, na coluna correspondente a liquidos ingeridos, com o respectivo horário.
  • 22. Fechar o balanço parcial obedecendo os horários padrões 6/12/18 h e nas 24 horas, sob a responsabilidade do enfermeiro do NOTURNO) Encerrar o BH as 06 horas fazendo a soma de cada item separado ( VO, soro, diurese, etc..). O balanço hídrico final será o total de líquidos administrados subtraído do total de líquidos dos eliminados. O fechamento do BH poderá ser feito pela equipe do Noturno ou da manhã, conforme rotina a ser estabelecida PORÉM sempre considerando o Total até as 06 horas. Distribuir o Volume hídrico destinado pela Nutrição para administração de medicamentos nas 24 Horas.
  • 23. Cálculo de líquidos administrados ao paciente: 1. Anotar por via parenteral: • Soluções venosas como Ringer, S.G. 5%, 10% e 50%, S.F. 0,9%, nutrição parenteral, entre outros, • Medicações endovenosa e intramuscular, como penicilina, Keflin, aminofilina, entre outras. • Sangue Total, Plasma (1/3 do volume) 2. Anotar por via oral: • Pela boca: suco, água, sopa, etc. • Pela sonda gástrica: alimentação em geral, hidratação em geral, medicações. • Pela sonda nasoenteral soluções infundidas. • Pela gastrostomia; alimentação, medicações, etc.
  • 24. 3. As infusões parenterais recebidas pelo paciente?? Devem ser anotadas na coluna correspondente a infusões venosas. 4.Todo liquido eliminado pelo paciente deve ser medido e anotado na coluna correspondente. Os liquidos eliminados corrrespondem a diurese, vômitos, liquidos de drenagem, diarréia. 5.Os fluidos que não puderem ser medidos poderão ser avaliados utilizando-se simbolos como: pequena quantidade (+), média quantidade (++) e grande quantidade (+++).
  • 25. 6. O fechamento do BH pode ser parcial, ao final de cada turno de trabalho com os cálculos totais efetuados de 6/6hs, de 12/12hs, de acordo com a necessidade do paciente. 7.O registro acontece de meia em meia hora em diante, arredonda-se hora a mais, ou seja, aconteceu às 15:30, ou 15:40, registra-se 16:00 h. Caso seja de meia hora atrás, registra-se para menos, ou seja, aconteceu 13:10h. ou 13:25, registra-se 12:00 h. 8.Num primeiro momento deve-se somar todos os volumes administrados e ingeridos (+) e após soma-se todos os líquidos eliminados (–).
  • 26. 8. Se o volume de líquidos ganhos for maior que as perdas o BH é POSITIVO e se o volume de líquidos eliminados for maior que o administrado teremos uma BH NEGATIVO. 9. Calcular como Ganhos(ingesta) o valor da Agua endogena (AE) resultante da Oxidação metabólica e como Perdas (eliminação) as perdas Insensiveis (PI) calculados como 400 e 800 ml respectivamente. 10.Os sinais vitais devem ser verificados de acordo com a prescrição de enfermagem e servirem de subsidios para a avaliação do Bh a ser feita pelo Enfermeiro.
  • 27. Cálculo de líquidos eliminados pelo paciente: 1. Anotar toda eliminação do paciente como, diurese, vômito, secreções, evacuação, fístula. 2. Diurese de pacientes com irrigação vesical contínua, deve-se anotar o volume drenado subtraído do volume infundido. 3. Sudorese: cada (+) equivale a 1 ml. (++) no rosto. (+++) difusa mas não molha a roupa. (++++) molha a roupa. 4. Eliminações (diurese, evacuações, expectoração). (++) pequena quantidade (+++) média quantidade (++++) grande quantidade
  • 28. Em resumo Balanço Hídrico = Controle da Ingesta e Eliminação de Líquidos Adultos saudáveis: • Ingesta atinge 2.500 ml/dia, com variação de 1.800 a 3.000 ml. • Perda atinge 2.500 ml/dia em média, com variação de 2.100 a 2.900 ml.
  • 29. CÁLCULO REPOSIÇÃO HÍDRICA Para cada 05 incursões respiratórias aumentadas acima de 20 irpm, o adulto perde 200ml de água nas 24 horas. Para cada 1º C acima de 38º C o adulto perde 100 ml de agua nas 24 horas e acima de 38,5º C 500 ml Para drenagem de fístulas ou penrose: (+) molha o centro da gaze. (++) molha a gaze toda. (+++) molha a gaze toda e ainda escorre ou coloca-se bolsa de colostomia e mede-se o líquido drenado. Medir o vômito sempre que possível.
  • 30. • CÀLCULO DE AGUA ENDOGENA E PERDAS INSENSIVEIS • Água endógena • Média = 200 a 400/500 ml ( em torno de 400 ml na gde maioria das vezes) 1º C ↑ de 38,0º C = acréscimo de 100 ml de líquido na HO ou de Soro na HV 1º C ↑ de 38,5º C = acréscimo de 500 ml de líquido na HO ou de Soro na HV 5 IRPM ↑ de 25 IRPM = 300 ml de líquido na HO ou de Soro na HV
  • 31. Diurese horária CÁLCULO DA DIURESE HORÁRIA •   Adulto = D/24 horas = diurese em ml /Kg/ hora PESO                            24     ou então  Adulto = D/24 horas = diurese em ml / hora                                      24 CRIANÇA = D/24 horas =  X     = diurese em ml / hora 24 ou então D/24 horas = diurese em ml /Kg/ hora   PESO                       24 
  • 32. • • PERDAS INSENSÍVEIS • • Média = 800 a 1.200 ml ( sem taquipnéia e se ↑ da FR reposição com SF a 0,9%) • O valor médio gira em torno de 800 ml • Sudorese leve = 1.000 ml de reposição • Sudorese moderada = 2.000 ml de reposição • Sudorese grave = 3.000 ml ou ↑ de reposição
  • 33. • Volume de Perdas Fezes = 100 a 150 ml/24 horas Pulmão/ Pele 200 – 600 ml no PQ 600 – 900 ml no MQ 900 – 1.200 GQ em média 3 ml/Kg/h até 25% SCQ em média 4 ml/Kg/h ↑ de 25% SCQ
  • 34. • CÀLCULO DE AGUA ENDOGENA E PERDAS INSENSÌVEIS EM CRIANÇAS • • AE em crianças menores = 10 ml/Kg/24 horas • AE em crianças maiores = 12/ml/24 horas • Em média 250 ml/24 horas • PI a média = 40 ml/Kg/h • Em média 1.000 ml/24 horas
  • 35. Parâmetros de Avaliação da Função Renal – Balanço Hídrico. Abaixo de 0,50 ml/Kg/h ANÚRIA De 0,50 até 0,99 ml/Kg/h OLIGÚRIA De 1,00 até 1,50 ml/Kg/h NORMAL ↑ de 1,50 ml/Kg/h POLIÙRIA Politraumatizado ⇒ o nível normal aceitável é em torno de 40 ml/Kg/h.
  • 36. Diurese ml/dia por Idade RN de 30 a 60 ml/dia 3 a 10 dias de 100 a 300ml/dia 10 a 60 dias de 250 a 450 ml/dia 1 a 3 anos de 500 a 600 ml/dia 4 a 8 anos de 600 a 1.000 ml/dia 9 a 14 anos de 800 a 1.400 ml/dia
  • 37. SIMULANDO o Fechamento do Balanço Hídrico sem Avaliação do Enfermeiro. Ganhos/Ingesta Perdas/Eliminação HV = 850 ml HO = 1200 ml DIURESE = 1.500 ml SNG = 320 ml DRENO = 100 ml 2.050 ml –– 1.920 ml = + 130 ml Documentação: BH fechado sem Cálculo de AE e PI apesar de ↑ da FR. Diurese de 24hs = 1.500 ml; diurese horária de 62,5 ml/h sem registro de dados de aferição do peso.
  • 38. SIMULANDO o Fechamento do Balanço Hídrico com avaliação do Enfermeiro. Ganhos/Ingesta. Perdas/Eliminação. HV = 850 ml HO = 1200 ml AE = 400 ml DIURESE = 1.500 ml SNG = 320 ml DRENO = 100 ml PI = 800 ml 2.450 ml –– 2.720 ml = –– 270 ml Documentação: BH fechado com Cálculo de AE (400 ml) e PI ( 1000 ml) as custas de ↑ da FR. Diurese de 24hs = 1.500 ml; diurese horária de 0,89 ml/Kg/h com peso estimado de 70 Kg.
  • 39.
  • 40. RESTRIÇÃO HÍDRICA. • RH significa LIMITAÇÃO na quantidade de líquidos que o individuo pode receber em 24 Horas. • O volume é prescrito pelo médico e varia de acordo com as condições clínicas do paciente • Deve-se orientar de forma clara e precisa o paciente em relação a este cuidado e fornecer um copo graduado, papel e caneta para que seja feito o CONTROLE, caso isto seja possível.
  • 41. Protocolos de Inclusão em Restrição Hídrica ( RH ) Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) Diabetes Mellitus (DM) Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) Insuficiência Renal Crônica (IRC) Insuficiência Renal Aguda (IRA)
  • 42. Controle de Diurese 24 Horas. • Este controle consiste em guardar o VOLUME de urina de 24 horas, para ser medido ou encaminhado ao laboratório. • PROCEDIMENTO • Orientar o paciente sobre o procedimento. • Orientar o paciente para o esvaziamento de Bexiga. • Pesar e medir o paciente. • Anotar o horário e começar a coleta de 24 horas • Fornecer os frascos necessários para coleta • Antes do fechamento deste controle, solicitar ao • paciente esvaziamento da bexiga. • Paciente com controle da DIURESE deve ter o volume horário calculado através da seguinte fórmula: • Volume Total da diurese/24 hs = diurese/ml/h. 24 : Peso
  • 43. Quando deve ser retirado o balanço hídrico do paciente? - Quando há melhora em seu quadro clinico. - Após reavaliação do estado geral em casos de correções da instabilidade hemodinamica com o estabelecimento de Controle da Diurese/Volume urinário.
  • 44. PRESERVANDO OS RINS CÁLCULO DA PAM a) ± de 40 mmhg entre elas b) PAM = Pa s X ( Pa d x 2) 2 c) PA Normal = Pas + 10 2 d) PAM = PA d + _1_ P pulso 3 e) P pulso = a ‡ entre a PA s e a PA d ( → ± 40 mmHg entre elas) f) PAm = PA d + PA s = PAM em mmhg 2 PAM = PA sistólica+2 ( PA diastólica) cálculo ( 2º SWELTZER & BARE) 3
  • 45. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BEVILACQUA, F, et al. Fisiopatologia clínica, 5° ed. Atheneu – 1998. p.447. Texto suporte: MODESTO, Closeny Maria Soares. Rotina para balanço hídrico, Cuiabá – 2002. Hospital albert einstein. Insuficiência cardiaca: Avaliações e cuidados de Enfermagem. 2006