Programa nacional
de sanidade avícola
PROF. MSC. MARÍLIA GOMES
 Importância sócio econômica ao país
• 3° maior produtor mundial
• 1° exportador do mundo
• 10° maior produtor de ovos
 Instituído pela Secretaria de
Defesa Agropecuária
 Portaria nº 193, de 19 de
setembro de 1994
 Coordenado pela Divisão de
Sanidade das Aves
 Concentra esforços nas doenças
listadas pela Organização Mundial de
Saúde Animal (OIE)
• Alto poder de difusão
• Consequências econômicas e/ou
sanitárias graves
• Repercussão no comércio
internacional
Todo cidadão é obrigado a
comunicar o fato ao serviço
veterinário oficial
O SISBRAVET - Sistema Brasileiro de Vigilância e
Emergências Veterinárias representa o conjunto de
recursos organizados e integrados (estrutura, pessoal,
normas, procedimentos, processos, tecnologias)
direcionados ao planejamento e gerenciamento da
prevenção, detecção e pronta reação às ocorrências
zoossanitárias de interesse pecuário nacional.
O sistema informatizado e-SISBRAVET é a ferramenta
eletrônica específica para gestão dos dados obtidos
na vigilância passiva em saúde animal, desenvolvida para
o registro e acompanhamento das notificações de
suspeitas de doenças e das investigações realizadas pelo
Serviço Veterinário Oficial (SVO).
OBJETIVOS
Prevenir e controlar as enfermidades de interesse em avicultura e saúde
pública
Definir ações que possibilitem a certificação sanitária do plantel avícola
nacional
Favorecer a elaboração de produtos avícolas saudáveis para o mercado
interno e externo
A profilaxia, o controle e a
erradicação dessas doenças
constam na aplicação das seguintes
medidas de defesa sanitária animal:
 Atenção à toda suspeitas de doenças com apresentação de
um ou mais sintomas: depressão severa, inapetência, edema
facial com crista e barbela inchada e com coloração
arroxeada, dificuldade respiratória com descarga nasal,
queda severa na postura de ovos, mortalidade elevada e
diminuição do consumo de água e ração
 Atenção às notificações de suspeita de influenza aviária,
doença de Newcastle e demais doenças de controle oficial
 Assistência aos focos das doenças de controle oficial
 Padronização das medidas de biosseguridade e
de desinfecção
 Realização de sacrifício sanitário em caso de ocorrência
de doenças de controle oficial
 Fiscalização das ações de vazio sanitário
 Controle e fiscalização de trânsito de animais susceptíveis
 Realização de inquérito epidemiológico local
 Vigilância sanitária realizada pelo Vigiagro, no ponto de
ingresso (portos, aeroportos e postos de fronteiras) de
material genético
 Fiscalização e registro de estabelecimentos avícolas
 Monitoramento sanitário nos plantéis de reprodução para
certificação dos núcleos e granjas avícolas como livres de
salmoneloses e micoplasmoses, em todos os unidades da
Federação
 Vigilância em aves migratórias
 Outras medidas sanitárias
PRINCIPAIS DOENÇAS DO PNSA
 Influenza aviária tipo A
Exótica no Brasil
Nunca identificada
 Tosse e espirros
 Corrimento nasal e ocular
 Sinusite
 Diminuição do n° de ovos
 Diarreia
 Edema de cabeça e face
 Desordens nervosas
 Anorexia
 Perus: pode ocorrer
despigmentação do ovo e má
formação da casca
 Eliminação viral: fezes e secreções respiratórias
 Contaminação de camas, caminhões, equipamentos, produtos
avícolas, pessoas, roupas, insetos, roedores e outros animais
podem difundir o vírus
 Limpeza e desinfecção de instalações
 Controle do trânsito de pessoas e veículos
 Trabalhadores das granjas devem tomar banho e trocar de roupa
ao entrar e sair do trabalho
 Aves mortas devem ser descartadas em fossa asséptica
 Controle de aves silvestres, roedores, insetos e outros animais
 Doença de Newcastle
Paramixovírus
Últimas ocorrências em
2006
Aves de subsistência
 Tosses e espirros
 Estertores traqueais
 Manifestações nevosas
 Respiração ofegante
 Torcicolo
 Andar em círculo e paralisia
 Depressão
 Diarreia aquosa esverdeada
 Asas caídas
 Pernas distendidas
 Postura de ovos deformados
 Edema no pescoço
 Edema na barbela
 Edema ao redor dos olhos
 Baixa produção de ovos
 Contato direto entre aves e aerossóis
 Ingestão de água e alimentos contaminados
 Vacinação das aves
 Controle de aves silvestres na granja
 Medidas sanitárias eficientes, como limpeza e desinfecção das
instalações
 Controle do trânsito de veículos e pessoas na granja
 Salmonelose -
S. Gallinarum
S. Pullorum
S. Enteritidis
S. Typhimurium
 Salmonella typhimurium
• Alta mortalidade restrita nas
primeiras semanas de vida
• Depressão
• Debilidade
• Diarréia
• Desidratação
 Salmonella pullorum (pulorose):
• Alta mortalidade em aves jovens
• Aves amontoam-se sob a
campânula
• Anorexia
• Sonolência
• Diarreia esbranquiçada
• Penas e fezes aderidas na cloaca
 Salmonella gallinarum (Tifo Aviário)
• Alta mortalidade em aves adultas e
em desenvolvimento
• Depressão
• Anorexia
• Desidratação
• Anemia
• Diarreia
 Transmissão vertical - ovário
 Medidas necessárias:
• Sacrifício das aves positivas
• Vazio sanitários
• Controle sanitário
• Aves matrizes livres de Salmonellas
• Aquisição de pintinhos livres de
Salmonellas
 Micoplasmoses:
M. gallisepticum
M. synoviae
M. melleagridis (perus)
 Estertores traqueais
 Dificuldade respiratória
 Tosses e espirros
 Baixa produção de ovos
 M. Sinoviae ataca as
articulações causando sinovite,
edema das articulações e coxins
e aves aleijadas
 Contato direto entre aves
 Contato com água, alimentos e aerossóis contaminados
 Transmissão vertical através do ovário
 Controle sanitário
 Medidas que evitam o estresse, umidade e frio
 Aves matrizes livre de Micoplasma
 Aquisição de pintinhos de granjas livres de Micoplasma
PROGRAMA
ESTADUAL DE
SANIDADE
AVÍCOLA
INTRODUÇÃO
A Agrodefesa é responsável pela
defesa sanitária referentes a
avicultura em Goiás
As atividades são regidas pelo
Programa Nacional de Sanidade
Avícola do Ministério da
Agricultura, Pecuária e
Abastecimento
Objetivo
PREVENIR, CONTROLAR E ERRADICAR DOENÇAS
INFECCIOSAS QUE AFETEM O PLANTEL GOIANO
Laudo pré
vistoria
 A visita inicial dos Fiscais Estaduais
Agropecuárias em uma área onde existe a
intenção de construção de qualquer
estabelecimento avícola é necessária para
que seja feita a avaliação do risco sanitário
da atividade, buscando adequação das
instalações e adoção de medidas de
biossegurança e de manejo prevista em
Decretos Estaduais e Instruções
Normativas
Cadastro de
estabelecimentos
comerciais
 Os estabelecimentos avícolas de
reprodução e comerciais de corte e
postura devem ser registrados no Serviço
Veterinário Oficial. Devem atender
exigências sanitárias estruturais e de
manejo que garantam a biosseguridade da
granja ou do incubatório, com o objetivo
de minimizar a entrada e disseminação de
agentes patogênicos no plantel avícola
nacional
Inquéritos
epidemiológicos
 Coordenado pela IAGRO e supervisionado
pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento, são realizados inquéritos
soro-epidemiológicos para investigação de
circulação dos agentes de controle oficial,
Influenza Aviária e Doença de Newcastle.
Trata-se de um estudo transversal
envolvendo todas as unidades da
Federação
Plano de
contingência
 Na ocorrência de um eventual foco de
influenza aviária e doença de Newcastle no
Brasil é colocado em prática o Plano
Nacional de Contingência para estas
doenças. O plano trata-se de um amparo
legal para as aplicações emergenciais em
caso de foco e define as responsabilidades e
competências tanto do serviço veterinário
oficial, no âmbito federal e estadual, quanto
do setor produtivo
Plano de
contingência
 Além disso descreve os procedimentos
sanitários a serem tomados no foco e nas
zonas definidas como de proteção e
vigilância
 Em virtude de um foco a IAGRO mobiliza o
Grupo Especial de Atendimento à Suspeitas
de Enfermidades (GEASE) que também
possui seus conceitos e atribuições definidos
para maior agilidade no saneamento do
foco
Médicos
veterinários
habilitados
 Médicos Veterinários, contratados por
empresas privadas para estabelecer rotina
de produção e manejo sanitário dos
estabelecimentos avícolas parceiros,
cumprem determinações estabelecidas na
Instrução Normativa nº 22 de 20 de junho
de 2013 e recebem a habilitação/concessão
e treinamento para emissão de Guia de
Trânsito Animal (GTA) e Certificado de
Inspeção Sanitária (CIS) para subprodutos da
avicultura.
VER MANUAL DE GTA
PAPEL DO
PRODUTOR
RURAL
 Manter o cadastro atualizado junto ao
órgão estadual de defesa sanitária
 Disponibilizar ao órgão, sempre que
solicitado, registro atualizado de
produtividade e sanidade do rebanho
 Criar e manter seus animais em bem-
estar
 Comunicar imediatamente qualquer
suspeita de doença no rebanho
 Facilitar as atividades relacionadas à
legislação sanitária federal, estadual ou
municipal
 Cumprir as normas estabelecidas pelo
Ibama em relação à proteção ambiental
PAPEL DO
responsável
técnico
 Orientar sobre adoção de medidas
preventivas e de biosseguridade em
suas propriedades e a manter
sempre registrados dados
zootécnicos
 Buscar atualização em relação à
legislação sanitária
 Representar o produtor junto ao
serviço oficial
OBRIGADA

Programa Nacional de sanidade das aves

  • 1.
    Programa nacional de sanidadeavícola PROF. MSC. MARÍLIA GOMES
  • 2.
     Importância sócioeconômica ao país • 3° maior produtor mundial • 1° exportador do mundo • 10° maior produtor de ovos
  • 3.
     Instituído pelaSecretaria de Defesa Agropecuária  Portaria nº 193, de 19 de setembro de 1994  Coordenado pela Divisão de Sanidade das Aves
  • 4.
     Concentra esforçosnas doenças listadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) • Alto poder de difusão • Consequências econômicas e/ou sanitárias graves • Repercussão no comércio internacional
  • 5.
    Todo cidadão éobrigado a comunicar o fato ao serviço veterinário oficial
  • 7.
    O SISBRAVET -Sistema Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias representa o conjunto de recursos organizados e integrados (estrutura, pessoal, normas, procedimentos, processos, tecnologias) direcionados ao planejamento e gerenciamento da prevenção, detecção e pronta reação às ocorrências zoossanitárias de interesse pecuário nacional.
  • 8.
    O sistema informatizadoe-SISBRAVET é a ferramenta eletrônica específica para gestão dos dados obtidos na vigilância passiva em saúde animal, desenvolvida para o registro e acompanhamento das notificações de suspeitas de doenças e das investigações realizadas pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO).
  • 9.
  • 10.
    Prevenir e controlaras enfermidades de interesse em avicultura e saúde pública Definir ações que possibilitem a certificação sanitária do plantel avícola nacional Favorecer a elaboração de produtos avícolas saudáveis para o mercado interno e externo
  • 11.
    A profilaxia, ocontrole e a erradicação dessas doenças constam na aplicação das seguintes medidas de defesa sanitária animal:
  • 12.
     Atenção àtoda suspeitas de doenças com apresentação de um ou mais sintomas: depressão severa, inapetência, edema facial com crista e barbela inchada e com coloração arroxeada, dificuldade respiratória com descarga nasal, queda severa na postura de ovos, mortalidade elevada e diminuição do consumo de água e ração
  • 13.
     Atenção àsnotificações de suspeita de influenza aviária, doença de Newcastle e demais doenças de controle oficial  Assistência aos focos das doenças de controle oficial
  • 14.
     Padronização dasmedidas de biosseguridade e de desinfecção  Realização de sacrifício sanitário em caso de ocorrência de doenças de controle oficial
  • 15.
     Fiscalização dasações de vazio sanitário  Controle e fiscalização de trânsito de animais susceptíveis
  • 16.
     Realização deinquérito epidemiológico local  Vigilância sanitária realizada pelo Vigiagro, no ponto de ingresso (portos, aeroportos e postos de fronteiras) de material genético
  • 17.
     Fiscalização eregistro de estabelecimentos avícolas  Monitoramento sanitário nos plantéis de reprodução para certificação dos núcleos e granjas avícolas como livres de salmoneloses e micoplasmoses, em todos os unidades da Federação
  • 18.
     Vigilância emaves migratórias  Outras medidas sanitárias
  • 19.
  • 20.
     Influenza aviáriatipo A Exótica no Brasil Nunca identificada
  • 21.
     Tosse eespirros  Corrimento nasal e ocular  Sinusite  Diminuição do n° de ovos  Diarreia  Edema de cabeça e face  Desordens nervosas  Anorexia  Perus: pode ocorrer despigmentação do ovo e má formação da casca
  • 22.
     Eliminação viral:fezes e secreções respiratórias  Contaminação de camas, caminhões, equipamentos, produtos avícolas, pessoas, roupas, insetos, roedores e outros animais podem difundir o vírus  Limpeza e desinfecção de instalações
  • 23.
     Controle dotrânsito de pessoas e veículos  Trabalhadores das granjas devem tomar banho e trocar de roupa ao entrar e sair do trabalho  Aves mortas devem ser descartadas em fossa asséptica  Controle de aves silvestres, roedores, insetos e outros animais
  • 24.
     Doença deNewcastle Paramixovírus Últimas ocorrências em 2006 Aves de subsistência
  • 25.
     Tosses eespirros  Estertores traqueais  Manifestações nevosas  Respiração ofegante  Torcicolo  Andar em círculo e paralisia  Depressão  Diarreia aquosa esverdeada
  • 26.
     Asas caídas Pernas distendidas  Postura de ovos deformados  Edema no pescoço  Edema na barbela  Edema ao redor dos olhos  Baixa produção de ovos
  • 27.
     Contato diretoentre aves e aerossóis  Ingestão de água e alimentos contaminados  Vacinação das aves  Controle de aves silvestres na granja
  • 28.
     Medidas sanitáriaseficientes, como limpeza e desinfecção das instalações  Controle do trânsito de veículos e pessoas na granja
  • 29.
     Salmonelose - S.Gallinarum S. Pullorum S. Enteritidis S. Typhimurium
  • 30.
     Salmonella typhimurium •Alta mortalidade restrita nas primeiras semanas de vida • Depressão • Debilidade • Diarréia • Desidratação
  • 31.
     Salmonella pullorum(pulorose): • Alta mortalidade em aves jovens • Aves amontoam-se sob a campânula • Anorexia • Sonolência • Diarreia esbranquiçada • Penas e fezes aderidas na cloaca
  • 32.
     Salmonella gallinarum(Tifo Aviário) • Alta mortalidade em aves adultas e em desenvolvimento • Depressão • Anorexia • Desidratação • Anemia • Diarreia
  • 33.
     Transmissão vertical- ovário  Medidas necessárias: • Sacrifício das aves positivas • Vazio sanitários • Controle sanitário • Aves matrizes livres de Salmonellas • Aquisição de pintinhos livres de Salmonellas
  • 34.
     Micoplasmoses: M. gallisepticum M.synoviae M. melleagridis (perus)
  • 35.
     Estertores traqueais Dificuldade respiratória  Tosses e espirros  Baixa produção de ovos  M. Sinoviae ataca as articulações causando sinovite, edema das articulações e coxins e aves aleijadas
  • 36.
     Contato diretoentre aves  Contato com água, alimentos e aerossóis contaminados  Transmissão vertical através do ovário  Controle sanitário
  • 37.
     Medidas queevitam o estresse, umidade e frio  Aves matrizes livre de Micoplasma  Aquisição de pintinhos de granjas livres de Micoplasma
  • 38.
  • 39.
    INTRODUÇÃO A Agrodefesa éresponsável pela defesa sanitária referentes a avicultura em Goiás As atividades são regidas pelo Programa Nacional de Sanidade Avícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
  • 40.
    Objetivo PREVENIR, CONTROLAR EERRADICAR DOENÇAS INFECCIOSAS QUE AFETEM O PLANTEL GOIANO
  • 41.
    Laudo pré vistoria  Avisita inicial dos Fiscais Estaduais Agropecuárias em uma área onde existe a intenção de construção de qualquer estabelecimento avícola é necessária para que seja feita a avaliação do risco sanitário da atividade, buscando adequação das instalações e adoção de medidas de biossegurança e de manejo prevista em Decretos Estaduais e Instruções Normativas
  • 42.
    Cadastro de estabelecimentos comerciais  Osestabelecimentos avícolas de reprodução e comerciais de corte e postura devem ser registrados no Serviço Veterinário Oficial. Devem atender exigências sanitárias estruturais e de manejo que garantam a biosseguridade da granja ou do incubatório, com o objetivo de minimizar a entrada e disseminação de agentes patogênicos no plantel avícola nacional
  • 43.
    Inquéritos epidemiológicos  Coordenado pelaIAGRO e supervisionado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, são realizados inquéritos soro-epidemiológicos para investigação de circulação dos agentes de controle oficial, Influenza Aviária e Doença de Newcastle. Trata-se de um estudo transversal envolvendo todas as unidades da Federação
  • 44.
    Plano de contingência  Naocorrência de um eventual foco de influenza aviária e doença de Newcastle no Brasil é colocado em prática o Plano Nacional de Contingência para estas doenças. O plano trata-se de um amparo legal para as aplicações emergenciais em caso de foco e define as responsabilidades e competências tanto do serviço veterinário oficial, no âmbito federal e estadual, quanto do setor produtivo
  • 45.
    Plano de contingência  Alémdisso descreve os procedimentos sanitários a serem tomados no foco e nas zonas definidas como de proteção e vigilância  Em virtude de um foco a IAGRO mobiliza o Grupo Especial de Atendimento à Suspeitas de Enfermidades (GEASE) que também possui seus conceitos e atribuições definidos para maior agilidade no saneamento do foco
  • 46.
    Médicos veterinários habilitados  Médicos Veterinários,contratados por empresas privadas para estabelecer rotina de produção e manejo sanitário dos estabelecimentos avícolas parceiros, cumprem determinações estabelecidas na Instrução Normativa nº 22 de 20 de junho de 2013 e recebem a habilitação/concessão e treinamento para emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) e Certificado de Inspeção Sanitária (CIS) para subprodutos da avicultura.
  • 47.
  • 48.
    PAPEL DO PRODUTOR RURAL  Mantero cadastro atualizado junto ao órgão estadual de defesa sanitária  Disponibilizar ao órgão, sempre que solicitado, registro atualizado de produtividade e sanidade do rebanho  Criar e manter seus animais em bem- estar
  • 49.
     Comunicar imediatamentequalquer suspeita de doença no rebanho  Facilitar as atividades relacionadas à legislação sanitária federal, estadual ou municipal  Cumprir as normas estabelecidas pelo Ibama em relação à proteção ambiental
  • 50.
    PAPEL DO responsável técnico  Orientarsobre adoção de medidas preventivas e de biosseguridade em suas propriedades e a manter sempre registrados dados zootécnicos  Buscar atualização em relação à legislação sanitária  Representar o produtor junto ao serviço oficial
  • 51.