SlideShare uma empresa Scribd logo
Programa nacional
de sanidade avícola
PROF. MSC. MARÍLIA GOMES
 Importância sócio econômica ao país
• 3° maior produtor mundial
• 1° exportador do mundo
• 10° maior produtor de ovos
 Instituído pela Secretaria de
Defesa Agropecuária
 Portaria nº 193, de 19 de
setembro de 1994
 Coordenado pela Divisão de
Sanidade das Aves
 Concentra esforços nas doenças
listadas pela Organização Mundial de
Saúde Animal (OIE)
• Alto poder de difusão
• Consequências econômicas e/ou
sanitárias graves
• Repercussão no comércio
internacional
Todo cidadão é obrigado a
comunicar o fato ao serviço
veterinário oficial
O SISBRAVET - Sistema Brasileiro de Vigilância e
Emergências Veterinárias representa o conjunto de
recursos organizados e integrados (estrutura, pessoal,
normas, procedimentos, processos, tecnologias)
direcionados ao planejamento e gerenciamento da
prevenção, detecção e pronta reação às ocorrências
zoossanitárias de interesse pecuário nacional.
O sistema informatizado e-SISBRAVET é a ferramenta
eletrônica específica para gestão dos dados obtidos
na vigilância passiva em saúde animal, desenvolvida para
o registro e acompanhamento das notificações de
suspeitas de doenças e das investigações realizadas pelo
Serviço Veterinário Oficial (SVO).
OBJETIVOS
Prevenir e controlar as enfermidades de interesse em avicultura e saúde
pública
Definir ações que possibilitem a certificação sanitária do plantel avícola
nacional
Favorecer a elaboração de produtos avícolas saudáveis para o mercado
interno e externo
A profilaxia, o controle e a
erradicação dessas doenças
constam na aplicação das seguintes
medidas de defesa sanitária animal:
 Atenção à toda suspeitas de doenças com apresentação de
um ou mais sintomas: depressão severa, inapetência, edema
facial com crista e barbela inchada e com coloração
arroxeada, dificuldade respiratória com descarga nasal,
queda severa na postura de ovos, mortalidade elevada e
diminuição do consumo de água e ração
 Atenção às notificações de suspeita de influenza aviária,
doença de Newcastle e demais doenças de controle oficial
 Assistência aos focos das doenças de controle oficial
 Padronização das medidas de biosseguridade e
de desinfecção
 Realização de sacrifício sanitário em caso de ocorrência
de doenças de controle oficial
 Fiscalização das ações de vazio sanitário
 Controle e fiscalização de trânsito de animais susceptíveis
 Realização de inquérito epidemiológico local
 Vigilância sanitária realizada pelo Vigiagro, no ponto de
ingresso (portos, aeroportos e postos de fronteiras) de
material genético
 Fiscalização e registro de estabelecimentos avícolas
 Monitoramento sanitário nos plantéis de reprodução para
certificação dos núcleos e granjas avícolas como livres de
salmoneloses e micoplasmoses, em todos os unidades da
Federação
 Vigilância em aves migratórias
 Outras medidas sanitárias
PRINCIPAIS DOENÇAS DO PNSA
 Influenza aviária tipo A
Exótica no Brasil
Nunca identificada
 Tosse e espirros
 Corrimento nasal e ocular
 Sinusite
 Diminuição do n° de ovos
 Diarreia
 Edema de cabeça e face
 Desordens nervosas
 Anorexia
 Perus: pode ocorrer
despigmentação do ovo e má
formação da casca
 Eliminação viral: fezes e secreções respiratórias
 Contaminação de camas, caminhões, equipamentos, produtos
avícolas, pessoas, roupas, insetos, roedores e outros animais
podem difundir o vírus
 Limpeza e desinfecção de instalações
 Controle do trânsito de pessoas e veículos
 Trabalhadores das granjas devem tomar banho e trocar de roupa
ao entrar e sair do trabalho
 Aves mortas devem ser descartadas em fossa asséptica
 Controle de aves silvestres, roedores, insetos e outros animais
 Doença de Newcastle
Paramixovírus
Últimas ocorrências em
2006
Aves de subsistência
 Tosses e espirros
 Estertores traqueais
 Manifestações nevosas
 Respiração ofegante
 Torcicolo
 Andar em círculo e paralisia
 Depressão
 Diarreia aquosa esverdeada
 Asas caídas
 Pernas distendidas
 Postura de ovos deformados
 Edema no pescoço
 Edema na barbela
 Edema ao redor dos olhos
 Baixa produção de ovos
 Contato direto entre aves e aerossóis
 Ingestão de água e alimentos contaminados
 Vacinação das aves
 Controle de aves silvestres na granja
 Medidas sanitárias eficientes, como limpeza e desinfecção das
instalações
 Controle do trânsito de veículos e pessoas na granja
 Salmonelose -
S. Gallinarum
S. Pullorum
S. Enteritidis
S. Typhimurium
 Salmonella typhimurium
• Alta mortalidade restrita nas
primeiras semanas de vida
• Depressão
• Debilidade
• Diarréia
• Desidratação
 Salmonella pullorum (pulorose):
• Alta mortalidade em aves jovens
• Aves amontoam-se sob a
campânula
• Anorexia
• Sonolência
• Diarreia esbranquiçada
• Penas e fezes aderidas na cloaca
 Salmonella gallinarum (Tifo Aviário)
• Alta mortalidade em aves adultas e
em desenvolvimento
• Depressão
• Anorexia
• Desidratação
• Anemia
• Diarreia
 Transmissão vertical - ovário
 Medidas necessárias:
• Sacrifício das aves positivas
• Vazio sanitários
• Controle sanitário
• Aves matrizes livres de Salmonellas
• Aquisição de pintinhos livres de
Salmonellas
 Micoplasmoses:
M. gallisepticum
M. synoviae
M. melleagridis (perus)
 Estertores traqueais
 Dificuldade respiratória
 Tosses e espirros
 Baixa produção de ovos
 M. Sinoviae ataca as
articulações causando sinovite,
edema das articulações e coxins
e aves aleijadas
 Contato direto entre aves
 Contato com água, alimentos e aerossóis contaminados
 Transmissão vertical através do ovário
 Controle sanitário
 Medidas que evitam o estresse, umidade e frio
 Aves matrizes livre de Micoplasma
 Aquisição de pintinhos de granjas livres de Micoplasma
PROGRAMA
ESTADUAL DE
SANIDADE
AVÍCOLA
INTRODUÇÃO
A Agrodefesa é responsável pela
defesa sanitária referentes a
avicultura em Goiás
As atividades são regidas pelo
Programa Nacional de Sanidade
Avícola do Ministério da
Agricultura, Pecuária e
Abastecimento
Objetivo
PREVENIR, CONTROLAR E ERRADICAR DOENÇAS
INFECCIOSAS QUE AFETEM O PLANTEL GOIANO
Laudo pré
vistoria
 A visita inicial dos Fiscais Estaduais
Agropecuárias em uma área onde existe a
intenção de construção de qualquer
estabelecimento avícola é necessária para
que seja feita a avaliação do risco sanitário
da atividade, buscando adequação das
instalações e adoção de medidas de
biossegurança e de manejo prevista em
Decretos Estaduais e Instruções
Normativas
Cadastro de
estabelecimentos
comerciais
 Os estabelecimentos avícolas de
reprodução e comerciais de corte e
postura devem ser registrados no Serviço
Veterinário Oficial. Devem atender
exigências sanitárias estruturais e de
manejo que garantam a biosseguridade da
granja ou do incubatório, com o objetivo
de minimizar a entrada e disseminação de
agentes patogênicos no plantel avícola
nacional
Inquéritos
epidemiológicos
 Coordenado pela IAGRO e supervisionado
pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento, são realizados inquéritos
soro-epidemiológicos para investigação de
circulação dos agentes de controle oficial,
Influenza Aviária e Doença de Newcastle.
Trata-se de um estudo transversal
envolvendo todas as unidades da
Federação
Plano de
contingência
 Na ocorrência de um eventual foco de
influenza aviária e doença de Newcastle no
Brasil é colocado em prática o Plano
Nacional de Contingência para estas
doenças. O plano trata-se de um amparo
legal para as aplicações emergenciais em
caso de foco e define as responsabilidades e
competências tanto do serviço veterinário
oficial, no âmbito federal e estadual, quanto
do setor produtivo
Plano de
contingência
 Além disso descreve os procedimentos
sanitários a serem tomados no foco e nas
zonas definidas como de proteção e
vigilância
 Em virtude de um foco a IAGRO mobiliza o
Grupo Especial de Atendimento à Suspeitas
de Enfermidades (GEASE) que também
possui seus conceitos e atribuições definidos
para maior agilidade no saneamento do
foco
Médicos
veterinários
habilitados
 Médicos Veterinários, contratados por
empresas privadas para estabelecer rotina
de produção e manejo sanitário dos
estabelecimentos avícolas parceiros,
cumprem determinações estabelecidas na
Instrução Normativa nº 22 de 20 de junho
de 2013 e recebem a habilitação/concessão
e treinamento para emissão de Guia de
Trânsito Animal (GTA) e Certificado de
Inspeção Sanitária (CIS) para subprodutos da
avicultura.
VER MANUAL DE GTA
PAPEL DO
PRODUTOR
RURAL
 Manter o cadastro atualizado junto ao
órgão estadual de defesa sanitária
 Disponibilizar ao órgão, sempre que
solicitado, registro atualizado de
produtividade e sanidade do rebanho
 Criar e manter seus animais em bem-
estar
 Comunicar imediatamente qualquer
suspeita de doença no rebanho
 Facilitar as atividades relacionadas à
legislação sanitária federal, estadual ou
municipal
 Cumprir as normas estabelecidas pelo
Ibama em relação à proteção ambiental
PAPEL DO
responsável
técnico
 Orientar sobre adoção de medidas
preventivas e de biosseguridade em
suas propriedades e a manter
sempre registrados dados
zootécnicos
 Buscar atualização em relação à
legislação sanitária
 Representar o produtor junto ao
serviço oficial
OBRIGADA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula processamento de carnes abate
Aula processamento de carnes abateAula processamento de carnes abate
Aula processamento de carnes abate
joelbadboy
 
Bovinos - Do bem-estar ao Processamento da carne
Bovinos - Do bem-estar ao Processamento da carneBovinos - Do bem-estar ao Processamento da carne
Bovinos - Do bem-estar ao Processamento da carne
Killer Max
 
NUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃO
NUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃONUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃO
NUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃO
HenriqueKanada
 
Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte
Carlos Robério Maia Bandeira
 
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundoPanorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Marília Gomes
 
1 introdução à zootecnia
1 introdução à zootecnia1 introdução à zootecnia
1 introdução à zootecnia
gepaunipampa
 
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinosSanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Marília Gomes
 
Manejo da ordenha e qualidade do leite
Manejo da ordenha e qualidade do leite Manejo da ordenha e qualidade do leite
Manejo da ordenha e qualidade do leite
LarissaFerreira258
 
Manejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinosManejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinos
Killer Max
 
Biosseguridade da avicultura
Biosseguridade da aviculturaBiosseguridade da avicultura
Biosseguridade da avicultura
José Alcides C M Ribeiro
 
Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2
Marília Gomes
 
Doenças de suídeos OIE
Doenças de suídeos OIEDoenças de suídeos OIE
Doenças de suídeos OIE
Marília Gomes
 
Vacinação Animal
Vacinação AnimalVacinação Animal
Vacinação Animal
Pedro Carvalho
 
Produção de Gado de corte
Produção de Gado de corteProdução de Gado de corte
Produção de Gado de corte
jessica zambonato
 
Raças de suínos
Raças de suínosRaças de suínos
Raças de suínos
Marília Gomes
 
Tecnologia de carnes
Tecnologia de carnesTecnologia de carnes
Tecnologia de carnes
Alvaro Galdos
 
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POASegurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Ministério Público de Santa Catarina
 
Tecnologia do leite
Tecnologia do leiteTecnologia do leite
Tecnologia do leite
Alvaro Galdos
 
Dirofilariose canina
Dirofilariose caninaDirofilariose canina
Dirofilariose canina
Mariane Gomes
 
Anatomia das aves
Anatomia das avesAnatomia das aves
Anatomia das aves
Marília Gomes
 

Mais procurados (20)

Aula processamento de carnes abate
Aula processamento de carnes abateAula processamento de carnes abate
Aula processamento de carnes abate
 
Bovinos - Do bem-estar ao Processamento da carne
Bovinos - Do bem-estar ao Processamento da carneBovinos - Do bem-estar ao Processamento da carne
Bovinos - Do bem-estar ao Processamento da carne
 
NUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃO
NUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃONUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃO
NUTRIÇÃO ANIMAL INTRODUÇÃO
 
Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte
 
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundoPanorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundo
 
1 introdução à zootecnia
1 introdução à zootecnia1 introdução à zootecnia
1 introdução à zootecnia
 
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinosSanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
 
Manejo da ordenha e qualidade do leite
Manejo da ordenha e qualidade do leite Manejo da ordenha e qualidade do leite
Manejo da ordenha e qualidade do leite
 
Manejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinosManejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinos
 
Biosseguridade da avicultura
Biosseguridade da aviculturaBiosseguridade da avicultura
Biosseguridade da avicultura
 
Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2
 
Doenças de suídeos OIE
Doenças de suídeos OIEDoenças de suídeos OIE
Doenças de suídeos OIE
 
Vacinação Animal
Vacinação AnimalVacinação Animal
Vacinação Animal
 
Produção de Gado de corte
Produção de Gado de corteProdução de Gado de corte
Produção de Gado de corte
 
Raças de suínos
Raças de suínosRaças de suínos
Raças de suínos
 
Tecnologia de carnes
Tecnologia de carnesTecnologia de carnes
Tecnologia de carnes
 
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POASegurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
 
Tecnologia do leite
Tecnologia do leiteTecnologia do leite
Tecnologia do leite
 
Dirofilariose canina
Dirofilariose caninaDirofilariose canina
Dirofilariose canina
 
Anatomia das aves
Anatomia das avesAnatomia das aves
Anatomia das aves
 

Semelhante a Programa Nacional de sanidade das aves

Apresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de Tupã
Apresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de TupãApresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de Tupã
Apresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de Tupã
Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo
 
Avicultura no estado de São Paulo
Avicultura no estado de São PauloAvicultura no estado de São Paulo
Avicultura no estado de São Paulo
Agricultura Sao Paulo
 
Raivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadil
RaivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadilRaivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadil
Raivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadil
Vinicius Ramos
 
Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)
SirJoão DeMolay
 
A_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdf
A_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdfA_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdf
A_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdf
MGusBorges
 
Influenza Aviária - 2015
Influenza Aviária - 2015Influenza Aviária - 2015
PNSA.pptx
PNSA.pptxPNSA.pptx
PNSA.pptx
ssuser45a5cd
 
Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...
Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...
Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...
Oxya Agro e Biociências
 
Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016
Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016
Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016
Oxya Agro e Biociências
 
guia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdf
guia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdfguia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdf
guia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdf
Marcio Domingues
 
III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...
III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...
III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...
Oxya Agro e Biociências
 
II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...
II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...
II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...
Oxya Agro e Biociências
 
Cartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) Aviária
Cartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) AviáriaCartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) Aviária
Cartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) Aviária
Dotter Brasil
 
Apresentação .pdf
Apresentação .pdfApresentação .pdf
Apresentação .pdf
anat67
 
Manejo sanitario-Patricia Maciel.pdf
Manejo sanitario-Patricia Maciel.pdfManejo sanitario-Patricia Maciel.pdf
Manejo sanitario-Patricia Maciel.pdf
RobertoLima242838
 

Semelhante a Programa Nacional de sanidade das aves (15)

Apresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de Tupã
Apresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de TupãApresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de Tupã
Apresentação PESA - Reunião Técnica - EDA de Tupã
 
Avicultura no estado de São Paulo
Avicultura no estado de São PauloAvicultura no estado de São Paulo
Avicultura no estado de São Paulo
 
Raivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadil
RaivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadilRaivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadil
Raivaemherbivorossituacaonoestadodesaopaulofadil
 
Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)
 
A_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdf
A_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdfA_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdf
A_Doenças_de_Notificação_Compulsória_-Aves_e_An_Lab_2021-1.pdf
 
Influenza Aviária - 2015
Influenza Aviária - 2015Influenza Aviária - 2015
Influenza Aviária - 2015
 
PNSA.pptx
PNSA.pptxPNSA.pptx
PNSA.pptx
 
Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...
Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...
Lições Aprendidas na Estrutura do Sistema de Vigilância e Prevenção de Pragas...
 
Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016
Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016
Situação Plano de Defesa Agropecuária de Goiás - ENFISA 2016
 
guia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdf
guia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdfguia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdf
guia_-_doencas_de_animais_aquaticos.pdf
 
III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...
III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...
III WSF, Campinas – Ériko Tadashi Sedoguchi - Medidas legislativas federais p...
 
II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...
II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...
II WSF, São Paulo - Aldo Malavasi - Organização de sistemas de defesa sanitár...
 
Cartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) Aviária
Cartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) AviáriaCartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) Aviária
Cartilha para Controle e Prevenção H5N1 Influenza (gripe) Aviária
 
Apresentação .pdf
Apresentação .pdfApresentação .pdf
Apresentação .pdf
 
Manejo sanitario-Patricia Maciel.pdf
Manejo sanitario-Patricia Maciel.pdfManejo sanitario-Patricia Maciel.pdf
Manejo sanitario-Patricia Maciel.pdf
 

Mais de Marília Gomes

Possibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterinária
Possibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterináriaPossibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterinária
Possibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterinária
Marília Gomes
 
Patologias do sistema reprodutor
Patologias do sistema reprodutorPatologias do sistema reprodutor
Patologias do sistema reprodutor
Marília Gomes
 
Patologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinárioPatologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinário
Marília Gomes
 
Bem-estar em avicultura e suinocultura
Bem-estar em avicultura e suinoculturaBem-estar em avicultura e suinocultura
Bem-estar em avicultura e suinocultura
Marília Gomes
 
Necropsia em aves
Necropsia em avesNecropsia em aves
Necropsia em aves
Marília Gomes
 
Tratamento via água e ração
Tratamento via água e raçãoTratamento via água e ração
Tratamento via água e ração
Marília Gomes
 
Medicina de mamíferos selvagens
Medicina de mamíferos selvagensMedicina de mamíferos selvagens
Medicina de mamíferos selvagens
Marília Gomes
 
Medicina de répteis
Medicina de répteisMedicina de répteis
Medicina de répteis
Marília Gomes
 
Medicina de aves selvagens
Medicina de aves selvagensMedicina de aves selvagens
Medicina de aves selvagens
Marília Gomes
 
Semiologia de animais selvagens
Semiologia de animais selvagensSemiologia de animais selvagens
Semiologia de animais selvagens
Marília Gomes
 
Conceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagens
Conceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagensConceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagens
Conceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagens
Marília Gomes
 
Anatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das avesAnatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das aves
Marília Gomes
 
Topografia veterinária - membros torácicos e pélvicos
Topografia veterinária - membros torácicos e pélvicosTopografia veterinária - membros torácicos e pélvicos
Topografia veterinária - membros torácicos e pélvicos
Marília Gomes
 
Patologias do sistema respiratório
Patologias do sistema respiratórioPatologias do sistema respiratório
Patologias do sistema respiratório
Marília Gomes
 
patologias do sistema cardiovascular
patologias do sistema cardiovascularpatologias do sistema cardiovascular
patologias do sistema cardiovascular
Marília Gomes
 
Topografia veterinária - abdômen
Topografia veterinária - abdômenTopografia veterinária - abdômen
Topografia veterinária - abdômen
Marília Gomes
 
Topografia veterinária - tórax
Topografia veterinária - tóraxTopografia veterinária - tórax
Topografia veterinária - tórax
Marília Gomes
 
Pigmentos e pigmentações
Pigmentos e pigmentaçõesPigmentos e pigmentações
Pigmentos e pigmentações
Marília Gomes
 
Calcificações patológicas
Calcificações patológicasCalcificações patológicas
Calcificações patológicas
Marília Gomes
 
Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21
Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21
Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21
Marília Gomes
 

Mais de Marília Gomes (20)

Possibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterinária
Possibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterináriaPossibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterinária
Possibilidades de tratamentos integrativos na medicina veterinária
 
Patologias do sistema reprodutor
Patologias do sistema reprodutorPatologias do sistema reprodutor
Patologias do sistema reprodutor
 
Patologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinárioPatologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinário
 
Bem-estar em avicultura e suinocultura
Bem-estar em avicultura e suinoculturaBem-estar em avicultura e suinocultura
Bem-estar em avicultura e suinocultura
 
Necropsia em aves
Necropsia em avesNecropsia em aves
Necropsia em aves
 
Tratamento via água e ração
Tratamento via água e raçãoTratamento via água e ração
Tratamento via água e ração
 
Medicina de mamíferos selvagens
Medicina de mamíferos selvagensMedicina de mamíferos selvagens
Medicina de mamíferos selvagens
 
Medicina de répteis
Medicina de répteisMedicina de répteis
Medicina de répteis
 
Medicina de aves selvagens
Medicina de aves selvagensMedicina de aves selvagens
Medicina de aves selvagens
 
Semiologia de animais selvagens
Semiologia de animais selvagensSemiologia de animais selvagens
Semiologia de animais selvagens
 
Conceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagens
Conceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagensConceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagens
Conceitos, biosseguridade e conservação de animais selvagens
 
Anatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das avesAnatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das aves
 
Topografia veterinária - membros torácicos e pélvicos
Topografia veterinária - membros torácicos e pélvicosTopografia veterinária - membros torácicos e pélvicos
Topografia veterinária - membros torácicos e pélvicos
 
Patologias do sistema respiratório
Patologias do sistema respiratórioPatologias do sistema respiratório
Patologias do sistema respiratório
 
patologias do sistema cardiovascular
patologias do sistema cardiovascularpatologias do sistema cardiovascular
patologias do sistema cardiovascular
 
Topografia veterinária - abdômen
Topografia veterinária - abdômenTopografia veterinária - abdômen
Topografia veterinária - abdômen
 
Topografia veterinária - tórax
Topografia veterinária - tóraxTopografia veterinária - tórax
Topografia veterinária - tórax
 
Pigmentos e pigmentações
Pigmentos e pigmentaçõesPigmentos e pigmentações
Pigmentos e pigmentações
 
Calcificações patológicas
Calcificações patológicasCalcificações patológicas
Calcificações patológicas
 
Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21
Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21
Lesões celulares reversíveis e irreversíveis 15.09.21
 

Último

Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
AdrianoMontagna1
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
Pr Davi Passos - Estudos Bíblicos
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
TathyLopes1
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Nertan Dias
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
JakiraCosta
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 

Último (20)

Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 

Programa Nacional de sanidade das aves

  • 1. Programa nacional de sanidade avícola PROF. MSC. MARÍLIA GOMES
  • 2.  Importância sócio econômica ao país • 3° maior produtor mundial • 1° exportador do mundo • 10° maior produtor de ovos
  • 3.  Instituído pela Secretaria de Defesa Agropecuária  Portaria nº 193, de 19 de setembro de 1994  Coordenado pela Divisão de Sanidade das Aves
  • 4.  Concentra esforços nas doenças listadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) • Alto poder de difusão • Consequências econômicas e/ou sanitárias graves • Repercussão no comércio internacional
  • 5. Todo cidadão é obrigado a comunicar o fato ao serviço veterinário oficial
  • 6.
  • 7. O SISBRAVET - Sistema Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias representa o conjunto de recursos organizados e integrados (estrutura, pessoal, normas, procedimentos, processos, tecnologias) direcionados ao planejamento e gerenciamento da prevenção, detecção e pronta reação às ocorrências zoossanitárias de interesse pecuário nacional.
  • 8. O sistema informatizado e-SISBRAVET é a ferramenta eletrônica específica para gestão dos dados obtidos na vigilância passiva em saúde animal, desenvolvida para o registro e acompanhamento das notificações de suspeitas de doenças e das investigações realizadas pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO).
  • 10. Prevenir e controlar as enfermidades de interesse em avicultura e saúde pública Definir ações que possibilitem a certificação sanitária do plantel avícola nacional Favorecer a elaboração de produtos avícolas saudáveis para o mercado interno e externo
  • 11. A profilaxia, o controle e a erradicação dessas doenças constam na aplicação das seguintes medidas de defesa sanitária animal:
  • 12.  Atenção à toda suspeitas de doenças com apresentação de um ou mais sintomas: depressão severa, inapetência, edema facial com crista e barbela inchada e com coloração arroxeada, dificuldade respiratória com descarga nasal, queda severa na postura de ovos, mortalidade elevada e diminuição do consumo de água e ração
  • 13.  Atenção às notificações de suspeita de influenza aviária, doença de Newcastle e demais doenças de controle oficial  Assistência aos focos das doenças de controle oficial
  • 14.  Padronização das medidas de biosseguridade e de desinfecção  Realização de sacrifício sanitário em caso de ocorrência de doenças de controle oficial
  • 15.  Fiscalização das ações de vazio sanitário  Controle e fiscalização de trânsito de animais susceptíveis
  • 16.  Realização de inquérito epidemiológico local  Vigilância sanitária realizada pelo Vigiagro, no ponto de ingresso (portos, aeroportos e postos de fronteiras) de material genético
  • 17.  Fiscalização e registro de estabelecimentos avícolas  Monitoramento sanitário nos plantéis de reprodução para certificação dos núcleos e granjas avícolas como livres de salmoneloses e micoplasmoses, em todos os unidades da Federação
  • 18.  Vigilância em aves migratórias  Outras medidas sanitárias
  • 20.  Influenza aviária tipo A Exótica no Brasil Nunca identificada
  • 21.  Tosse e espirros  Corrimento nasal e ocular  Sinusite  Diminuição do n° de ovos  Diarreia  Edema de cabeça e face  Desordens nervosas  Anorexia  Perus: pode ocorrer despigmentação do ovo e má formação da casca
  • 22.  Eliminação viral: fezes e secreções respiratórias  Contaminação de camas, caminhões, equipamentos, produtos avícolas, pessoas, roupas, insetos, roedores e outros animais podem difundir o vírus  Limpeza e desinfecção de instalações
  • 23.  Controle do trânsito de pessoas e veículos  Trabalhadores das granjas devem tomar banho e trocar de roupa ao entrar e sair do trabalho  Aves mortas devem ser descartadas em fossa asséptica  Controle de aves silvestres, roedores, insetos e outros animais
  • 24.  Doença de Newcastle Paramixovírus Últimas ocorrências em 2006 Aves de subsistência
  • 25.  Tosses e espirros  Estertores traqueais  Manifestações nevosas  Respiração ofegante  Torcicolo  Andar em círculo e paralisia  Depressão  Diarreia aquosa esverdeada
  • 26.  Asas caídas  Pernas distendidas  Postura de ovos deformados  Edema no pescoço  Edema na barbela  Edema ao redor dos olhos  Baixa produção de ovos
  • 27.  Contato direto entre aves e aerossóis  Ingestão de água e alimentos contaminados  Vacinação das aves  Controle de aves silvestres na granja
  • 28.  Medidas sanitárias eficientes, como limpeza e desinfecção das instalações  Controle do trânsito de veículos e pessoas na granja
  • 29.  Salmonelose - S. Gallinarum S. Pullorum S. Enteritidis S. Typhimurium
  • 30.  Salmonella typhimurium • Alta mortalidade restrita nas primeiras semanas de vida • Depressão • Debilidade • Diarréia • Desidratação
  • 31.  Salmonella pullorum (pulorose): • Alta mortalidade em aves jovens • Aves amontoam-se sob a campânula • Anorexia • Sonolência • Diarreia esbranquiçada • Penas e fezes aderidas na cloaca
  • 32.  Salmonella gallinarum (Tifo Aviário) • Alta mortalidade em aves adultas e em desenvolvimento • Depressão • Anorexia • Desidratação • Anemia • Diarreia
  • 33.  Transmissão vertical - ovário  Medidas necessárias: • Sacrifício das aves positivas • Vazio sanitários • Controle sanitário • Aves matrizes livres de Salmonellas • Aquisição de pintinhos livres de Salmonellas
  • 34.  Micoplasmoses: M. gallisepticum M. synoviae M. melleagridis (perus)
  • 35.  Estertores traqueais  Dificuldade respiratória  Tosses e espirros  Baixa produção de ovos  M. Sinoviae ataca as articulações causando sinovite, edema das articulações e coxins e aves aleijadas
  • 36.  Contato direto entre aves  Contato com água, alimentos e aerossóis contaminados  Transmissão vertical através do ovário  Controle sanitário
  • 37.  Medidas que evitam o estresse, umidade e frio  Aves matrizes livre de Micoplasma  Aquisição de pintinhos de granjas livres de Micoplasma
  • 39. INTRODUÇÃO A Agrodefesa é responsável pela defesa sanitária referentes a avicultura em Goiás As atividades são regidas pelo Programa Nacional de Sanidade Avícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
  • 40. Objetivo PREVENIR, CONTROLAR E ERRADICAR DOENÇAS INFECCIOSAS QUE AFETEM O PLANTEL GOIANO
  • 41. Laudo pré vistoria  A visita inicial dos Fiscais Estaduais Agropecuárias em uma área onde existe a intenção de construção de qualquer estabelecimento avícola é necessária para que seja feita a avaliação do risco sanitário da atividade, buscando adequação das instalações e adoção de medidas de biossegurança e de manejo prevista em Decretos Estaduais e Instruções Normativas
  • 42. Cadastro de estabelecimentos comerciais  Os estabelecimentos avícolas de reprodução e comerciais de corte e postura devem ser registrados no Serviço Veterinário Oficial. Devem atender exigências sanitárias estruturais e de manejo que garantam a biosseguridade da granja ou do incubatório, com o objetivo de minimizar a entrada e disseminação de agentes patogênicos no plantel avícola nacional
  • 43. Inquéritos epidemiológicos  Coordenado pela IAGRO e supervisionado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, são realizados inquéritos soro-epidemiológicos para investigação de circulação dos agentes de controle oficial, Influenza Aviária e Doença de Newcastle. Trata-se de um estudo transversal envolvendo todas as unidades da Federação
  • 44. Plano de contingência  Na ocorrência de um eventual foco de influenza aviária e doença de Newcastle no Brasil é colocado em prática o Plano Nacional de Contingência para estas doenças. O plano trata-se de um amparo legal para as aplicações emergenciais em caso de foco e define as responsabilidades e competências tanto do serviço veterinário oficial, no âmbito federal e estadual, quanto do setor produtivo
  • 45. Plano de contingência  Além disso descreve os procedimentos sanitários a serem tomados no foco e nas zonas definidas como de proteção e vigilância  Em virtude de um foco a IAGRO mobiliza o Grupo Especial de Atendimento à Suspeitas de Enfermidades (GEASE) que também possui seus conceitos e atribuições definidos para maior agilidade no saneamento do foco
  • 46. Médicos veterinários habilitados  Médicos Veterinários, contratados por empresas privadas para estabelecer rotina de produção e manejo sanitário dos estabelecimentos avícolas parceiros, cumprem determinações estabelecidas na Instrução Normativa nº 22 de 20 de junho de 2013 e recebem a habilitação/concessão e treinamento para emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) e Certificado de Inspeção Sanitária (CIS) para subprodutos da avicultura.
  • 48. PAPEL DO PRODUTOR RURAL  Manter o cadastro atualizado junto ao órgão estadual de defesa sanitária  Disponibilizar ao órgão, sempre que solicitado, registro atualizado de produtividade e sanidade do rebanho  Criar e manter seus animais em bem- estar
  • 49.  Comunicar imediatamente qualquer suspeita de doença no rebanho  Facilitar as atividades relacionadas à legislação sanitária federal, estadual ou municipal  Cumprir as normas estabelecidas pelo Ibama em relação à proteção ambiental
  • 50. PAPEL DO responsável técnico  Orientar sobre adoção de medidas preventivas e de biosseguridade em suas propriedades e a manter sempre registrados dados zootécnicos  Buscar atualização em relação à legislação sanitária  Representar o produtor junto ao serviço oficial