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Pauta História
“A classe operária vai ao paraíso?”: os modos de produzir
e trabalhar ao longo do tempo.
O trabalho escravizado em diferentes temporalidades
Atividade em grupos de 4 a 5 pessoas para leitura de textos e
interpretação de imagens.
Prof. Adriano
28/05/24
“A classe operária vai ao paraíso?”: os
modos de produzir e trabalhar ao longo
do tempo
História
2o bimestre – Aula 06
Ensino Médio
● Revoluções Industriais;
● Modos de produção:
taylorismo, fordismo e
toyotismo.
● Identificar as mudanças no
sistema de produção fabril a
partir das Revoluções
Industriais;
● Conceituar os novos modos
de produção capitalista
(taylorismo, fordismo e
toyotismo);
● Analisar os impactos das
transformações tecnológicas
no mundo do
trabalho/trabalhador.
● Em sua opinião, o avanço tecnológico pode afetar a escolha de sua
futura profissão?
● Como a automação e a Inteligência Artificial afetam, e poderão afetar
ainda mais, o mercado de trabalho no futuro?
A classe
operária vai ao
paraíso. Filme
italiano de 1971,
com direção de
Élio Petri.
Veja um
trecho!
3 MINUTOS https://cutt.ly/0wBU5mwl
Todos falam!
● O processo de desenvolvimento industrial levou a uma divisão entre
proprietários e trabalhadores. Como as fontes a seguir retratam
essa realidade?
● Quais eram as condições de trabalho no contexto do “nascimento
das fábricas”? Qual é a visão trazida pelos depoimentos dos
trabalhadores sobre as transformações tecnológicas no trabalho?
Leia os textos e observe as imagens
nos slides a seguir para apresentar
suas hipóteses. Registre!
10 MINUTOS
De surpresa!
“[...] Quando a fiação de algodão estava na sua infância, antes da
implantação daquelas terríveis máquinas que substituíram o trabalho
humano, chamadas máquinas a vapor, havia muitos dos então chamados
‘pequenos mestres’ [little masters] – homens que, com um pequeno capital,
podiam adquirir algumas máquinas e contratar alguns empregados, entre
vinte ou trinta homens e rapazes, cuja produção era levada ao mercado
central de Manchester e colocada em mãos de intermediários. Esses
intermediários a vendiam aos mercadores, sistema que permitia ao mestre
fiandeiro permanecer em casa, trabalhando e dando assistência a seus
trabalhadores. [...] agora: todo algodão é partido e torcido por uma máquina
a vapor, que é um demônio.” (THOMPSON, 1987, p. 25-6)
FONTE 1. Relato de um “oficial fiandeiro de algodão” ao público da
cidade inglesa de Manchester, em 1818.
“Quem trabalha para viver acredita no general Ludd – é o que pensa a
grande massa. Eles não podiam compreender nem explicar, mas
esperavam que os ludistas resgatassem os bons tempos, recuperando
os ofícios [...].”
Depoimento de um certo Ben Barnforth.
“Senhor. Acabo de ser informado que é detentor daquelas detestáveis
cortadeiras e estou incumbido por meus homens de escrever-lhe em
advertência, para que as destrua. [...] se elas não forem destruídas até o
fim da próxima semana, destacarei um de meus tenentes, no comando
de pelo menos trezentos homens, para que o façam.”
Carta anônima enviada ao Sr. Smith.
(SALE, 1999, p. 97-8, 110 e 144)
Fonte 2. Depoimento e carta anônima
FONTE 3. Quebradores de máquinas
Gravuras do
contexto que
retrata o
movimento ludista:
os “quebradores
de máquinas”
(instalações fabris
e máquinas
têxteis) como
reação ao novo
sistema produtivo
As gravuras e os depoimentos revelam a perda, por parte dos trabalhadores, das
formas de produzir. A primeira metade do século XIX foi marcada por rápidas
transformações nos ofícios tradicionais da indústria têxtil, em grande parte como
resultado da introdução das máquinas. A ordem social baseada nos ofícios, nos
costumes tradicionais e na vida comunitária perdia lugar para a fábrica e suas
tecnologias. Essa situação incentivou a formação de movimentos contrários ao
uso das máquinas. Entre 1811 e 1819, houve uma série de ataques às fábricas:
homens invadiam as instalações para quebrar as máquinas, vistas como
responsáveis por roubar o emprego dos trabalhadores – em particular dos
tecelões. Os primeiros ataques do chamado movimento ludista ocorreram em
Nottingham (Inglaterra), onde coexistia a produção doméstica de tecidos em
oficinas e empresas dotadas de máquinas a vapor. O movimento se irradiou
para outras regiões, contando com enorme apoio popular.
Correção
Desenvolvimento industrial e tempo de produção
Continua…
A evolução da produção industrial não se deu de maneira uniforme.
Os grandes processos de desenvolvimento industrial no capitalismo são:
Primeira Revolução Industrial: processo
que começou no século XVIII, na Inglaterra,
e marcou uma grande mudança na forma de
produção com a invenção da máquina a
vapor. Iniciou-se, assim, a substituição da
produção manufatureira pela maquinofatura.
Segunda Revolução Industrial: marcada
pela substituição do carvão como fonte de
energia pela elétrica no final do século XIX.
Máquinas de Richard Hartmann em
Chemnitz (Reino da Saxônia). Autor
desconhecido, 1868
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo do tempo.pptx
DICA: Internet das coisas: interconexão digital de objetos
cotidianos, sistemas e dispositivos eletrônicos à internet,
permitindo uma integração mais rápida e eficaz entre eles.
Big data: análise e interpretação de um enorme volume de
dados de grande variedade.
Inteligência Artificial: ramo de pesquisa da Ciência da
Computação que busca, por meio de símbolos computacionais,
construir dispositivos e/ou mecanismos que simulem a
inteligência do ser humano.
Continua…
Terceira Revolução Industrial: caracterizada pela introdução da
microeletrônica e da robótica nos anos 1960 e 1970.
Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0: há estudiosos que afirmam
que o avanço da tecnologia digital deu início à revolução que vivemos
atualmente, marcada pela internet das coisas, big data e Inteligência Artificial.
Automação de fábrica com robôs industriais de
produtos alimentícios na Alemanha, robótica
• É possível estabelecer uma relação entre os trabalhos
realizados pelos operários, representados no mural/fotografias,
e a alienação do trabalho?
• Haveria precarização nas relações de trabalho e
desumanização dos operários nesse tipo de modo de produzir?
Justifique.
Observe as imagens, leia os fragmentos
a seguir e reflita:
15 MINUTOS
Faça agora!
FONTE 1. A indústria de Detroit
Em 1932, o artista mexicano Diego Rivera foi contratado para criar vinte e sete painéis
no pátio interno do Instituto de Artes de Detroit, EUA. A obra foi financiada por Edsel
Ford, filho do fundador da Ford Motor Company, Henry Ford. Após visitar a fábrica, em
seu Complexo Ford River Rouge, em Dearborn, Michigan, Rivera criou o mural A
Indústria de Detroit, que tem a representação visual mais completa do sistema fordista
e taylorista.
Visão geral de um dos
painéis do Mural (recorte) A
indústria de Detroit, North
Wall, 1932-1933. Diego
Rivera. Instituto de Artes
de Detroit, EUA. A cidade
de Detroit, em Michigan
(Estados Unidos), viveu
seu auge com a chegada e
a ascensão da indústria
automobilística da Ford
FONTE 2. Linhas de montagem
Linhas de montagem fordistas. A primeira fotografia de 1913 e a segunda, de 1928. A introdução da
seriação do trabalho mudou drasticamente a maneira como as mercadorias eram fabricadas e o modo
de trabalho. Henry Ford mantém o essencial do taylorismo e aperfeiçoa o método, criando a linha de
montagem para fabricar seus carros modelo T.
“Ao longo de todo o desenvolvimento do processo de
trabalho no capitalismo, o que podemos observar é a
perda progressiva do controle do trabalhador sobre o
processo produtivo [...]. O taylorismo não promoveu
mudanças importantes na base técnica do processo
de trabalho, já que sua preocupação foi com o
desenvolvimento dos métodos e organização do
trabalho. Ele aprofundou a divisão do trabalho
introduzida pelo sistema de fábrica, assegurando
definitivamente o controle do tempo do trabalhador
pela gerência, o que significou uma separação
extrema entre concepção e execução do trabalho.
FONTE 3. Taylorismo, fordismo e toyotismo:
formas de intensificação e controle do trabalho
Frederick Taylor (1856-1915);
Henry Ford (1863-1947) e
Taiichi Ohno (1912-1990)
Continua…
Ford [fordismo] mantém o essencial do taylorismo e aperfeiçoa o método
introduzindo a linha de montagem e um novo modo de gerir a força de trabalho,
com destaque aos incentivos dados aos trabalhadores através de aumento dos
níveis salariais. A história registra, no entanto, uma significativa resistência
operária ao fordismo, uma vez que os trabalhadores sentiram a perda de seu
savoir-faire e sentiram o peso de um trabalho puramente mecanizado, rotinizado,
gerando um alto índice de absenteísmo, aumento de paralisações e sabotagens.
[...] Nos anos 1970 o padrão de regulação taylorista-fordista começa a dar sinais
de esgotamento em meio à crise estrutural vivida pelo capitalismo nesse período
[...]. Novas formas de organização do trabalho ‘mais flexíveis’, alternativas ao
taylorismo-fordismo considerado muito ‘rígido’, emergiram em várias partes do
mundo, mesclando, fundindo-se ou mesmo superando a(s) anteriormente
predominante(s). O sistema Toyota [...] constitui um conjunto de inovações
organizacionais [...]. O objetivo maior de seu método é produzir a baixos custos
pequenas séries de produtos variados.” (NAVARRO e PADILHA, 2007, p. 17)
Notadamente, as fotografias das fábricas Ford e a representação de Diego
Rivera do seu centro automotivo retratam uma nova organização da
produção em linhas de montagem e seriadas. Nesse sistema, há a
intensificação do trabalho, seja do ponto de vista da introdução de novas
tecnologias, seja do ponto de vista do aperfeiçoamento da gerência e
controle do trabalho.
O fragmento de texto aborda como as diferentes formas de organização do
trabalho, oriundas das tecnologias industriais, recaem na perda progressiva
do trabalhador sobre a totalidade do processo de produção e a perda do
controle sobre seu próprio trabalho, que pode ser identificada à chamada
alienação do trabalho, quando o trabalhador já não se reconhece nem no
produto de seu trabalho nem no processo de produção.
Correção
Continua…
O taylorismo foi desenvolvido no final do século XIX e defendia a aplicação
de métodos científicos ao trabalho operário, com o objetivo de aumentar a
eficiência e a produtividade na indústria (divisão do trabalho, padronização,
cronometragem, hierarquia e treinamento). O fordismo surgiu na década de
1910 e se baseava na produção em massa de produtos padronizados
(produção em massa, a especialização do trabalhador em uma tarefa
específica, o uso de máquinas e equipamentos padronizados e o aumento
da produtividade). Por fim, o toyotismo surgiu no Japão na década de 1950
e foi desenvolvido pela Toyota como uma resposta aos desafios da
indústria automobilística japonesa. Ele se baseava em um sistema de
produção flexível e enxuto, que permitia a produção de pequenos lotes de
produtos com alta qualidade e baixo custo. Algumas das características do
toyotismo incluem o trabalho em equipe, a produção just-in-time (com o
nível de demanda) e a constante melhoria dos processos produtivos.
Correção
Ao longo dos estudos acerca das Revoluções Industriais, analisamos como
o desenvolvimento tecnológico afetou as formas de produzir e trabalhar!
Vamos refletir sobre essas questões na atualidade?
Arte Claudius, 2020. Le Monde Diplomatique Brasil.
● Escreva, a partir das reflexões realizadas, se com a tecnologia (exemplificado
em fenômenos de empresas-aplicativo/uberização) tem havido uma
intensificação do trabalho, além de sua precarização e tendência à
informalidade para o trabalhador. Você pode realizar a proposta em casa.
Combine com seu(sua) professor(a)!
https://cutt.ly/AwBYFpNi
DICA DE LEITURA: FAPESP NA MÍDIA:
Uberização do trabalho: saiba o que é e
quais são os seus impactos.
Todo mundo escreve!
● Identificamos as mudanças no sistema
de produção fabril a partir das
Revoluções Industriais;
● Conceituamos os novos modos de
produção capitalista a partir da eficiência
da produção industrial (taylorismo,
fordismo e toyotismo);
● Estabelecemos relações em diferentes
épocas acerca dos impactos das
transformações tecnológicas no mundo
do trabalho e suas implicações na vida
do trabalhador.
BOULOS JÚNIOR, A. Multiversos: ciências humanas: trabalho, tecnologia e desigualdade. São Paulo:
FTD, 2020.
FAPESP NA MÍDIA. Uberização do trabalho: saiba o que é e quais são os seus impactos. Publicado em
09 março 2021. Disponível em: https://cutt.ly/AwBYFpNi. Acesso em: 20 fev. 2024.
HENDERSON, W. A Revolução Industrial: 1780-1914. São Paulo: Verbo/Edusp, 1979.
HOBSBAWM, E. J. A Era das Revoluções: 1789-1848. São Paulo: Paz & Terra, 2012.
IGLÉSIAS, F. A Revolução Industrial. São Paulo: Brasiliense. 1982.
LEMOV, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: Penso,
2023.
NAVARRO, V. L.; PADILHA, V. Dilemas do trabalho no capitalismo contemporâneo. Psicologia e
Sociedade, v. 19, n. especial, p. 14-20, 2007. Disponível em: https://cutt.ly/z4p3Kcb. Acesso em: 20 fev.
2024.
SALE, K. Inimigos do futuro. A guerra dos ludistas contra a Revolução Industrial e desemprego: lições
para o presente. Rio de Janeiro: Record.1999.
TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa. (vol. 2) Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
Lista de imagens e vídeos
Slide 3 – A classe operária vai ao paraíso (trecho). Itália, 1971. Direção de Élio Petri. Disponível em:
https://cutt.ly/0wBU5mwl; JORNAL DA USP. [Print] Era dos robôs está chegando e vai eliminar milhões
de empregos. Por Paulo Feldmann. 03/08/2018. Disponível em: https://cutt.ly/fwBk2ulP. Acesso em: 19
fev. 2024; Pôster do filme A classe operária vai ao paraíso. Disponível
em: https://cutt.ly/TwBU55J7. Acesso em: 19 fev. 2024.
Slide 7 – O Líder dos Ludistas. Publicado em maio de 1812 pelos Srs. Walker e Knight, Sweetings
Alley, Royal Exchange. Disponível em: https://cutt.ly/OwBElsm8. Acesso em: 19 fev. 2024; Gravura do
contexto que retrata o movimento luditas, os “quebradores de máquinas” (instalações fabris e máquinas
têxteis) como reação ao novo sistema produtivo. Disponível em: https://cutt.ly/bwBElIyW. Acesso em:
19 fev. 2024.
Slide 9 – Máquinas de Richard Hartmann em Chemnitz (Reino da Saxônia). Autor desconhecido, 1868.
Disponível em: https://cutt.ly/xwBk1g1T. Acesso em: 19 fev. 2024.
Slide 10 – Tabela comparativa adaptada de: MARQUES, Adhemar. Pelos Caminhos da História.
Curitiba: 2006. Motor a vapor [Gif]. Disponível em: https://cutt.ly/CwBUsjPP. Acesso em: 19 fev.
2024.
Slide 11 – Automação de fábrica com robôs industriais para paletização de produtos alimentícios na
Alemanha, robótica. Disponível em: https://cutt.ly/xwBEj0pV. Acesso em: 19 fev. 2024.
Lista de imagens e vídeos
Slide 13 – Visão geral de um dos painéis de A indústria de Detroit, North Wall, 1932-1933. Diego
Rivera. Instituto de Artes de Detroit, EUA. Rivera. Disponível em:https://cutt.ly/m4r5yUi. Acesso em:
20 fev. 2024.
Slide 14 –Trabalhadores da primeira linha de montagem móvel para automóveis Ford de 1913.
Highland Park, Michigan; Disponível em: https://cutt.ly/b4i29Kg. Acesso em: 20 fev. 2024;
Trabalhadores em linha de montagem de automóveis da Ford, 1928. Disponível
em: https://cutt.ly/s4i2G0k. Acesso em: 20 fev. 2024.
Slide 15 – Montagem elaborada (Canva). Frederick Taylor (1856-1915); Henry Ford (1863-1947) e
Taiichi Ohno (1912-1990). Disponível em: https://cutt.ly/G4awg5v ; https://cutt.ly/5wBERQR6:
https://cutt.ly/QwBETvJV. Acesso em: 20 fev. 2024.
Slide 19 – Arte Claudius, 2020. Le Monde Diplomatique Brasil. Disponível em:
https://cutt.ly/IwBYZOTh. Acesso em: 20 fev. 2024.
Gifs e imagens ilustrativas elaboradas especialmente para este material a partir do Canva.
Disponível em: https://www.canva.com/pt_br/. Acesso em: 20 fev. 2024.
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  • 1. Pauta História “A classe operária vai ao paraíso?”: os modos de produzir e trabalhar ao longo do tempo. O trabalho escravizado em diferentes temporalidades Atividade em grupos de 4 a 5 pessoas para leitura de textos e interpretação de imagens. Prof. Adriano 28/05/24
  • 2. “A classe operária vai ao paraíso?”: os modos de produzir e trabalhar ao longo do tempo História 2o bimestre – Aula 06 Ensino Médio
  • 3. ● Revoluções Industriais; ● Modos de produção: taylorismo, fordismo e toyotismo. ● Identificar as mudanças no sistema de produção fabril a partir das Revoluções Industriais; ● Conceituar os novos modos de produção capitalista (taylorismo, fordismo e toyotismo); ● Analisar os impactos das transformações tecnológicas no mundo do trabalho/trabalhador.
  • 4. ● Em sua opinião, o avanço tecnológico pode afetar a escolha de sua futura profissão? ● Como a automação e a Inteligência Artificial afetam, e poderão afetar ainda mais, o mercado de trabalho no futuro? A classe operária vai ao paraíso. Filme italiano de 1971, com direção de Élio Petri. Veja um trecho! 3 MINUTOS https://cutt.ly/0wBU5mwl Todos falam!
  • 5. ● O processo de desenvolvimento industrial levou a uma divisão entre proprietários e trabalhadores. Como as fontes a seguir retratam essa realidade? ● Quais eram as condições de trabalho no contexto do “nascimento das fábricas”? Qual é a visão trazida pelos depoimentos dos trabalhadores sobre as transformações tecnológicas no trabalho? Leia os textos e observe as imagens nos slides a seguir para apresentar suas hipóteses. Registre! 10 MINUTOS De surpresa!
  • 6. “[...] Quando a fiação de algodão estava na sua infância, antes da implantação daquelas terríveis máquinas que substituíram o trabalho humano, chamadas máquinas a vapor, havia muitos dos então chamados ‘pequenos mestres’ [little masters] – homens que, com um pequeno capital, podiam adquirir algumas máquinas e contratar alguns empregados, entre vinte ou trinta homens e rapazes, cuja produção era levada ao mercado central de Manchester e colocada em mãos de intermediários. Esses intermediários a vendiam aos mercadores, sistema que permitia ao mestre fiandeiro permanecer em casa, trabalhando e dando assistência a seus trabalhadores. [...] agora: todo algodão é partido e torcido por uma máquina a vapor, que é um demônio.” (THOMPSON, 1987, p. 25-6) FONTE 1. Relato de um “oficial fiandeiro de algodão” ao público da cidade inglesa de Manchester, em 1818.
  • 7. “Quem trabalha para viver acredita no general Ludd – é o que pensa a grande massa. Eles não podiam compreender nem explicar, mas esperavam que os ludistas resgatassem os bons tempos, recuperando os ofícios [...].” Depoimento de um certo Ben Barnforth. “Senhor. Acabo de ser informado que é detentor daquelas detestáveis cortadeiras e estou incumbido por meus homens de escrever-lhe em advertência, para que as destrua. [...] se elas não forem destruídas até o fim da próxima semana, destacarei um de meus tenentes, no comando de pelo menos trezentos homens, para que o façam.” Carta anônima enviada ao Sr. Smith. (SALE, 1999, p. 97-8, 110 e 144) Fonte 2. Depoimento e carta anônima
  • 8. FONTE 3. Quebradores de máquinas Gravuras do contexto que retrata o movimento ludista: os “quebradores de máquinas” (instalações fabris e máquinas têxteis) como reação ao novo sistema produtivo
  • 9. As gravuras e os depoimentos revelam a perda, por parte dos trabalhadores, das formas de produzir. A primeira metade do século XIX foi marcada por rápidas transformações nos ofícios tradicionais da indústria têxtil, em grande parte como resultado da introdução das máquinas. A ordem social baseada nos ofícios, nos costumes tradicionais e na vida comunitária perdia lugar para a fábrica e suas tecnologias. Essa situação incentivou a formação de movimentos contrários ao uso das máquinas. Entre 1811 e 1819, houve uma série de ataques às fábricas: homens invadiam as instalações para quebrar as máquinas, vistas como responsáveis por roubar o emprego dos trabalhadores – em particular dos tecelões. Os primeiros ataques do chamado movimento ludista ocorreram em Nottingham (Inglaterra), onde coexistia a produção doméstica de tecidos em oficinas e empresas dotadas de máquinas a vapor. O movimento se irradiou para outras regiões, contando com enorme apoio popular. Correção
  • 10. Desenvolvimento industrial e tempo de produção Continua… A evolução da produção industrial não se deu de maneira uniforme. Os grandes processos de desenvolvimento industrial no capitalismo são: Primeira Revolução Industrial: processo que começou no século XVIII, na Inglaterra, e marcou uma grande mudança na forma de produção com a invenção da máquina a vapor. Iniciou-se, assim, a substituição da produção manufatureira pela maquinofatura. Segunda Revolução Industrial: marcada pela substituição do carvão como fonte de energia pela elétrica no final do século XIX. Máquinas de Richard Hartmann em Chemnitz (Reino da Saxônia). Autor desconhecido, 1868
  • 12. DICA: Internet das coisas: interconexão digital de objetos cotidianos, sistemas e dispositivos eletrônicos à internet, permitindo uma integração mais rápida e eficaz entre eles. Big data: análise e interpretação de um enorme volume de dados de grande variedade. Inteligência Artificial: ramo de pesquisa da Ciência da Computação que busca, por meio de símbolos computacionais, construir dispositivos e/ou mecanismos que simulem a inteligência do ser humano. Continua… Terceira Revolução Industrial: caracterizada pela introdução da microeletrônica e da robótica nos anos 1960 e 1970. Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0: há estudiosos que afirmam que o avanço da tecnologia digital deu início à revolução que vivemos atualmente, marcada pela internet das coisas, big data e Inteligência Artificial. Automação de fábrica com robôs industriais de produtos alimentícios na Alemanha, robótica
  • 13. • É possível estabelecer uma relação entre os trabalhos realizados pelos operários, representados no mural/fotografias, e a alienação do trabalho? • Haveria precarização nas relações de trabalho e desumanização dos operários nesse tipo de modo de produzir? Justifique. Observe as imagens, leia os fragmentos a seguir e reflita: 15 MINUTOS Faça agora!
  • 14. FONTE 1. A indústria de Detroit Em 1932, o artista mexicano Diego Rivera foi contratado para criar vinte e sete painéis no pátio interno do Instituto de Artes de Detroit, EUA. A obra foi financiada por Edsel Ford, filho do fundador da Ford Motor Company, Henry Ford. Após visitar a fábrica, em seu Complexo Ford River Rouge, em Dearborn, Michigan, Rivera criou o mural A Indústria de Detroit, que tem a representação visual mais completa do sistema fordista e taylorista. Visão geral de um dos painéis do Mural (recorte) A indústria de Detroit, North Wall, 1932-1933. Diego Rivera. Instituto de Artes de Detroit, EUA. A cidade de Detroit, em Michigan (Estados Unidos), viveu seu auge com a chegada e a ascensão da indústria automobilística da Ford
  • 15. FONTE 2. Linhas de montagem Linhas de montagem fordistas. A primeira fotografia de 1913 e a segunda, de 1928. A introdução da seriação do trabalho mudou drasticamente a maneira como as mercadorias eram fabricadas e o modo de trabalho. Henry Ford mantém o essencial do taylorismo e aperfeiçoa o método, criando a linha de montagem para fabricar seus carros modelo T.
  • 16. “Ao longo de todo o desenvolvimento do processo de trabalho no capitalismo, o que podemos observar é a perda progressiva do controle do trabalhador sobre o processo produtivo [...]. O taylorismo não promoveu mudanças importantes na base técnica do processo de trabalho, já que sua preocupação foi com o desenvolvimento dos métodos e organização do trabalho. Ele aprofundou a divisão do trabalho introduzida pelo sistema de fábrica, assegurando definitivamente o controle do tempo do trabalhador pela gerência, o que significou uma separação extrema entre concepção e execução do trabalho. FONTE 3. Taylorismo, fordismo e toyotismo: formas de intensificação e controle do trabalho Frederick Taylor (1856-1915); Henry Ford (1863-1947) e Taiichi Ohno (1912-1990) Continua…
  • 17. Ford [fordismo] mantém o essencial do taylorismo e aperfeiçoa o método introduzindo a linha de montagem e um novo modo de gerir a força de trabalho, com destaque aos incentivos dados aos trabalhadores através de aumento dos níveis salariais. A história registra, no entanto, uma significativa resistência operária ao fordismo, uma vez que os trabalhadores sentiram a perda de seu savoir-faire e sentiram o peso de um trabalho puramente mecanizado, rotinizado, gerando um alto índice de absenteísmo, aumento de paralisações e sabotagens. [...] Nos anos 1970 o padrão de regulação taylorista-fordista começa a dar sinais de esgotamento em meio à crise estrutural vivida pelo capitalismo nesse período [...]. Novas formas de organização do trabalho ‘mais flexíveis’, alternativas ao taylorismo-fordismo considerado muito ‘rígido’, emergiram em várias partes do mundo, mesclando, fundindo-se ou mesmo superando a(s) anteriormente predominante(s). O sistema Toyota [...] constitui um conjunto de inovações organizacionais [...]. O objetivo maior de seu método é produzir a baixos custos pequenas séries de produtos variados.” (NAVARRO e PADILHA, 2007, p. 17)
  • 18. Notadamente, as fotografias das fábricas Ford e a representação de Diego Rivera do seu centro automotivo retratam uma nova organização da produção em linhas de montagem e seriadas. Nesse sistema, há a intensificação do trabalho, seja do ponto de vista da introdução de novas tecnologias, seja do ponto de vista do aperfeiçoamento da gerência e controle do trabalho. O fragmento de texto aborda como as diferentes formas de organização do trabalho, oriundas das tecnologias industriais, recaem na perda progressiva do trabalhador sobre a totalidade do processo de produção e a perda do controle sobre seu próprio trabalho, que pode ser identificada à chamada alienação do trabalho, quando o trabalhador já não se reconhece nem no produto de seu trabalho nem no processo de produção. Correção Continua…
  • 19. O taylorismo foi desenvolvido no final do século XIX e defendia a aplicação de métodos científicos ao trabalho operário, com o objetivo de aumentar a eficiência e a produtividade na indústria (divisão do trabalho, padronização, cronometragem, hierarquia e treinamento). O fordismo surgiu na década de 1910 e se baseava na produção em massa de produtos padronizados (produção em massa, a especialização do trabalhador em uma tarefa específica, o uso de máquinas e equipamentos padronizados e o aumento da produtividade). Por fim, o toyotismo surgiu no Japão na década de 1950 e foi desenvolvido pela Toyota como uma resposta aos desafios da indústria automobilística japonesa. Ele se baseava em um sistema de produção flexível e enxuto, que permitia a produção de pequenos lotes de produtos com alta qualidade e baixo custo. Algumas das características do toyotismo incluem o trabalho em equipe, a produção just-in-time (com o nível de demanda) e a constante melhoria dos processos produtivos. Correção
  • 20. Ao longo dos estudos acerca das Revoluções Industriais, analisamos como o desenvolvimento tecnológico afetou as formas de produzir e trabalhar! Vamos refletir sobre essas questões na atualidade? Arte Claudius, 2020. Le Monde Diplomatique Brasil. ● Escreva, a partir das reflexões realizadas, se com a tecnologia (exemplificado em fenômenos de empresas-aplicativo/uberização) tem havido uma intensificação do trabalho, além de sua precarização e tendência à informalidade para o trabalhador. Você pode realizar a proposta em casa. Combine com seu(sua) professor(a)! https://cutt.ly/AwBYFpNi DICA DE LEITURA: FAPESP NA MÍDIA: Uberização do trabalho: saiba o que é e quais são os seus impactos. Todo mundo escreve!
  • 21. ● Identificamos as mudanças no sistema de produção fabril a partir das Revoluções Industriais; ● Conceituamos os novos modos de produção capitalista a partir da eficiência da produção industrial (taylorismo, fordismo e toyotismo); ● Estabelecemos relações em diferentes épocas acerca dos impactos das transformações tecnológicas no mundo do trabalho e suas implicações na vida do trabalhador.
  • 22. BOULOS JÚNIOR, A. Multiversos: ciências humanas: trabalho, tecnologia e desigualdade. São Paulo: FTD, 2020. FAPESP NA MÍDIA. Uberização do trabalho: saiba o que é e quais são os seus impactos. Publicado em 09 março 2021. Disponível em: https://cutt.ly/AwBYFpNi. Acesso em: 20 fev. 2024. HENDERSON, W. A Revolução Industrial: 1780-1914. São Paulo: Verbo/Edusp, 1979. HOBSBAWM, E. J. A Era das Revoluções: 1789-1848. São Paulo: Paz & Terra, 2012. IGLÉSIAS, F. A Revolução Industrial. São Paulo: Brasiliense. 1982. LEMOV, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2023. NAVARRO, V. L.; PADILHA, V. Dilemas do trabalho no capitalismo contemporâneo. Psicologia e Sociedade, v. 19, n. especial, p. 14-20, 2007. Disponível em: https://cutt.ly/z4p3Kcb. Acesso em: 20 fev. 2024. SALE, K. Inimigos do futuro. A guerra dos ludistas contra a Revolução Industrial e desemprego: lições para o presente. Rio de Janeiro: Record.1999. TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1995. THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa. (vol. 2) Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
  • 23. Lista de imagens e vídeos Slide 3 – A classe operária vai ao paraíso (trecho). Itália, 1971. Direção de Élio Petri. Disponível em: https://cutt.ly/0wBU5mwl; JORNAL DA USP. [Print] Era dos robôs está chegando e vai eliminar milhões de empregos. Por Paulo Feldmann. 03/08/2018. Disponível em: https://cutt.ly/fwBk2ulP. Acesso em: 19 fev. 2024; Pôster do filme A classe operária vai ao paraíso. Disponível em: https://cutt.ly/TwBU55J7. Acesso em: 19 fev. 2024. Slide 7 – O Líder dos Ludistas. Publicado em maio de 1812 pelos Srs. Walker e Knight, Sweetings Alley, Royal Exchange. Disponível em: https://cutt.ly/OwBElsm8. Acesso em: 19 fev. 2024; Gravura do contexto que retrata o movimento luditas, os “quebradores de máquinas” (instalações fabris e máquinas têxteis) como reação ao novo sistema produtivo. Disponível em: https://cutt.ly/bwBElIyW. Acesso em: 19 fev. 2024. Slide 9 – Máquinas de Richard Hartmann em Chemnitz (Reino da Saxônia). Autor desconhecido, 1868. Disponível em: https://cutt.ly/xwBk1g1T. Acesso em: 19 fev. 2024. Slide 10 – Tabela comparativa adaptada de: MARQUES, Adhemar. Pelos Caminhos da História. Curitiba: 2006. Motor a vapor [Gif]. Disponível em: https://cutt.ly/CwBUsjPP. Acesso em: 19 fev. 2024. Slide 11 – Automação de fábrica com robôs industriais para paletização de produtos alimentícios na Alemanha, robótica. Disponível em: https://cutt.ly/xwBEj0pV. Acesso em: 19 fev. 2024.
  • 24. Lista de imagens e vídeos Slide 13 – Visão geral de um dos painéis de A indústria de Detroit, North Wall, 1932-1933. Diego Rivera. Instituto de Artes de Detroit, EUA. Rivera. Disponível em:https://cutt.ly/m4r5yUi. Acesso em: 20 fev. 2024. Slide 14 –Trabalhadores da primeira linha de montagem móvel para automóveis Ford de 1913. Highland Park, Michigan; Disponível em: https://cutt.ly/b4i29Kg. Acesso em: 20 fev. 2024; Trabalhadores em linha de montagem de automóveis da Ford, 1928. Disponível em: https://cutt.ly/s4i2G0k. Acesso em: 20 fev. 2024. Slide 15 – Montagem elaborada (Canva). Frederick Taylor (1856-1915); Henry Ford (1863-1947) e Taiichi Ohno (1912-1990). Disponível em: https://cutt.ly/G4awg5v ; https://cutt.ly/5wBERQR6: https://cutt.ly/QwBETvJV. Acesso em: 20 fev. 2024. Slide 19 – Arte Claudius, 2020. Le Monde Diplomatique Brasil. Disponível em: https://cutt.ly/IwBYZOTh. Acesso em: 20 fev. 2024. Gifs e imagens ilustrativas elaboradas especialmente para este material a partir do Canva. Disponível em: https://www.canva.com/pt_br/. Acesso em: 20 fev. 2024.

Notas do Editor

  1. (EM13CHS401) Identificar e analisar as relações entre sujeitos, grupos, classes sociais e sociedades com culturas distintas diante das transformações técnicas, tecnológicas e informacionais e das novas formas de trabalho ao longo do tempo, em diferentes espaços (urbanos e rurais) e contextos.
  2. Vídeo: A classe operária vai ao paraíso (trecho). Itália, 1971. Direção de Élio Petri. Disponível em: <https://cutt.ly/0wBU5mwl>.  Imagem: JORNAL DA USP. [Print] Era dos robôs está chegando e vai eliminar milhões de empregos. Por Paulo Feldmann. 03/08/2018. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/era-dos-robos-esta-chegando-e-vai-eliminar-milhoes-de-empregos/ Acesso em: 19 fev. 2024. Pôster do filme A classe operária vai ao paraíso. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Working_Class_Goes_to_Heaven#/media/File:The_Working_Class_Goes_to_Heaven_movie_poster.jpg Acesso em: 19 fev. 2024.
  3. Montagem gif/imagens: Canva; Disponíveis em: <https://www.canva.com/design/DAFkm1FgGxs/-fLmk1i1YL4wlvO32mb6iQ/edit?utm_content=DAFkm1FgGxs&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton>; <https://www.canva.com/design/DAFxs9eaU3o/0zKaWBj0xTfeMbS9ugo0ZA/edit?utm_content=DAFxs9eaU3o&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton>;
  4. Referência: THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa. (vol. 2). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
  5. Referência: SALE, Kirkpatrick. Inimigos do futuro. A guerra dos ludistas contra a Revolução Industrial e desemprego: lições para o presente. Rio de Janeiro: Record.1999, p. 97-8, 110 e 144.
  6. Imagens: O Líder dos Ludistas. Publicado em maio de 1812 pelos Srs. Walker e Knight, Sweetings Alley, Royal Exchange. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludismo#/media/Ficheiro:Luddite.jpg Acesso em: 19 fev. 2024. Gravura do contexto que retrata o movimento ludista, os “quebradores de máquinas” (instalações fabris e máquinas têxteis) como reação ao novo sistema produtivo. Disponível em: https://conhecimentocientifico.r7.com/wp-content/uploads/2020/12/ludismo-o-que-foi-contexto-historico-motivacoes-e-consequencias-2.jpg.webp Acesso em: 19 fev. 2024.
  7. Imagem: Máquinas de Richard Hartmann em Chemnitz (Reino da Saxônia). Autor desconhecido, 1868. Disponível em: https://en.m.wikipedia.org/wiki/File:Hartmann_Maschinenhalle_1868_(01).jpg Acesso em: 19 fev. 2024.
  8. Imagens: Tabela comparativa adaptada de: MARQUES, Adhemar. Pelos Caminhos da História. Curitiba: 2006. Motor a vapor [Gif]. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_a_vapor#/media/Ficheiro:Walschaert_gear_reversing.gif Acesso em: 19 fev. 2024.
  9. Imagem: Automação de fábrica com robôs industriais para paletização de produtos alimentícios na Alemanha, robótica. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/22/Factory_Automation_Robotics_Palettizing_Bread.jpg Acesso em: 19 fev. 2024.
  10. Imagem: Visão geral de um dos painéis de A indústria de Detroit, North Wall, 1932-1933. Diego Rivera. Instituto de Artes de Detroit, EUA. Rivera. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c1/Rivera_detroit_industry_north.jpg Acesso em: 20 fev. 2024.
  11. Imagens: Trabalhadores da primeira linha de montagem móvel para automóveis Ford de 1913. Highland Park, Michigan. Disponível em: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ford_assembly_line_-_1913.jpg Acesso em: 20 fev. 2024 Trabalhadores em linha de montagem de automóveis da Ford, 1928. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fordismo#/media/Ficheiro:Ford_Motor_Company_assembly_line.jpg Acesso em: 20 fev. 2024
  12. Referência: NAVARRO, Vera Lúcia e PADILHA, Valquíria. Dilemas do trabalho no capitalismo contemporâneo. Psicologia e Sociedade, v. 19, n. especial, p. 14-20, 2007. Disponível em: https://repositorio.usp.br/directbitstream/6701ceb2-3ace-4155-ba8d-c16db7822b16/001731478.pdf Acesso em: 20 fev. 2024. Imagens: Montagem elaborada (Canva). Frederick Taylor (1856-1915); Henry Ford (1863-1947) e Taiichi Ohno (1912-1990). Disponíveis em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Frederick_Taylor#/media/Ficheiro:Frederick_Winslow_Taylor_crop.jpg; https://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Ford#/media/File:Henry_ford_1919.jpg; https://pt.wikipedia.org/wiki/Taiichi_Ohno#/media/Ficheiro:Ohno-Taiichi-1.jpg Acessos em: 20 fev. 2024.
  13. Referência: NAVARRO, Vera Lúcia e PADILHA, Valquíria. Dilemas do trabalho no capitalismo contemporâneo. Psicologia e Sociedade, v. 19, n. especial, p. 14-20, 2007. Disponível em: https://repositorio.usp.br/directbitstream/6701ceb2-3ace-4155-ba8d-c16db7822b16/001731478.pdf Acesso em: 20 fev. 2024.
  14. Imagem: Arte Claudius, 2020. Le Monde Diplomatique Brasil. Disponível em: https://diplomatique.org.br/wp-content/uploads/2020/01/Pag18_Edicao_150_Capa_Ilustra_Claudius-1-768x334.jpg Acesso em: 20 fev. 2024. Referência FAPESP NA MÍDIA. Uberização do trabalho: saiba o que é e quais são os seus impactos. Publicado em 09 março 2021. Disponível em: https://namidia.fapesp.br/uberizacao-do-trabalho-saiba-o-que-e-e-quais-sao-os-seus-impactos/266016 Acesso em: 20 fev. 2024.