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INFLUENZA AVIÁRIAINFLUENZA AVIÁRIA
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
Coordenadoria de Defesa Agropecuária do
Estado de São Paulo (CDA)
Vírus da Influenza Aviária (VIA) :
Sorotipos Hx Ny
Amostras patogênicas: H5 ou H7
1 a 16 1 a 9
Virus de Alta Patogenicidade - HPAIV
H5N1:
- 63 países com casos em aves (selvagens e domésticas)
- Mais de 250 milhões de aves mortas ou abatidas desde 2004 (FAO)
- Egito, Vietnam e Indonesia continuam tendo alta prevalencia.
- Focos em outros países são esporádicos.
- A maioria dos casos são em pequenos criatórios.
Virus de Alta Patogenicidade - HPAIV
Influenza Aviária - 2015
Influenza Aviária - 2015
Publicado em: 13 mar 2015 | 10h 27m 26s
Categoria: Valor
• A Butterball, uma das maiores processadoras de perus dos EUA
confirmou na quarta-feira que "um número limitado dos perus" fornecidos
por granjas terceirizadas foi diagnosticado com o vírus H5N2 da gripe aviária.
• O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) também confirmou
a presença do vírus em 40.020 perus no Arkansas, e já havia confirmado
a doença em outro grupo de aves no Missouri.
• O registro do vírus H5N2 da gripe aviária no Texas em 2004,
levou ao sacrifício de milhares de aves.
• Os vírus detectados nos dois Estados são similares à cepa H5N8
originada na Ásia que se espalhou pela rota de migração das aves no
Pacífico no início do ano, misturando-se com vírus de gripe aviária da
América do Norte, segundo o USDA. O primeiro caso foi confirmado na
rota do Mississipi neste mês.
Publicado em: 13 mar 2015 | 10h 27m 26s
Categoria: Valor
• O surto americano começou em bandos de aves não comerciais
no noroeste do Pacífico. Desde dezembro, o USDA confirmou a cepa
mais altamente patogênica nos Estados do Oregon, Washington,
Idaho, Califórnia, Minnesota e Missouri.
• Embora a maioria dos vírus que afeta as aves não provoque doenças
em humanos, alguns, como o H7N9, identificado no início do ano no
Canadá, podem causar doenças em pessoas.
http://www.canalrural.com.br/noticias/
frango/influenza-aviaria-detectada-america-central-54758
Influenza aviária é detectada na América Central 29/01/2015
• Vírus foi encontrado em uma granja de matrizes de corte em Belize
Testes de rotina de um programa de vigilância permanente detectaram
a presença de vírus da influenza aviária H5N2, em uma granja de matrizes
de corte na América Central.
• O plantel tem mais de 17 mil aves e cerca de 66% delas apresentaram
positividade ao vírus.
• A Organização Mundial da Saúde (OMS) documentou 453 casos
de H7N9 em humanos e 175 mortes causadas pela cepa do vírus.
Influenza Aviária - 2015
IA – Alta Patogenicidade 2015
(OMSA – 26/03/2015)
18 states with avian influenza confirmation
Influenza Aviária - 2015
Influenza Aviária - 2015
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Influenza Aviária - 2015
PLANO DE PREVENÇÃO À INFLUENZA AVIÁRIA
EM AVES SILVESTRES E DE SUBSISTÊNCIA.
DEFINIÇÕES
NÍVEL I - NORMALIDADE SANITÁRIA: período no qual não foi
detectada a presença do vírus da influenza aviária de alta
patogenicidade no continente americano;
NÍVEL II - ALERTA SANITÁRIO: período em que há detecção
do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em aves,
no continente americano;
NÍVEL III – EMERGÊNCIA SANITÁRIA: presença do vírus
da influenza aviária de alta patogenicidade em aves,
no território brasileiro;
Riscos de Introdução da Influenza Aviária no BrasilRiscos de Introdução da Influenza Aviária no Brasil
1 – Trânsito aéreo internacional de pessoas1 – Trânsito aéreo internacional de pessoas
2 – Trânsito aéreo Internacional de cargas2 – Trânsito aéreo Internacional de cargas
3 – Trânsito marítimo de cargas e pessoas3 – Trânsito marítimo de cargas e pessoas
4 –4 – Importações deImportações de PProdutosrodutos BiológicosBiológicos
5 – Contrabando de Aves
6 – aves migratórias6 – aves migratórias
Influenza Aviária - 2015
Resolução SAA - 18, de 18-3-2014Resolução SAA - 18, de 18-3-2014
Institui Grupo de Trabalho com o objetivo de
integrar e planejar ações para, unindo esforços e
estratégias, mitigar os riscos de introdução e
disseminação do agente etiológico Influenza Aviária
no plantel avícola paulista.
CDASAA/SP;
CATI-SAA/SP;
IB-APTA-SAA/SP;
CVE-SES/SP;
SSA-SFA-MAPA/SP;
LANAGRO-MAPA;
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Resolução SAA - 24, de 25-04-2014Resolução SAA - 24, de 25-04-2014
Designa membros para o GT-IADesigna membros para o GT-IA
Plano Paulista de Prevenção da Influenza Aviária
Justificativa: Considerando os riscos decorrentes da
ocorrência de Influenza Aviária em Países do Continente
Americano e do Continente Asiático, o fluxo internacional de
pessoas, veículos e materiais de risco em posse dos
passageiros, a entrada de material genético para a reposição
do plantel avícola brasileiro e rotas de aves silvestres
migratórias, a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo
estabeleceu estratégias para a Avicultura Industrial e para o
segmento que envolve as aves silvestres cativas, migratórias,
autóctones e de criações informais visando a prevenção da
introdução e difusão da IA no plantel avícola do Estado de São
Paulo.
1 – Vigilância Epidemiológica e Implementação de
medidas de biosseguridade na Avicultura Industrial:
– Realização de reuniões na SAA/SP para estabelecimento das estratégias:
01/04 – Coordenadoria de Defesa Agropecuária e Gabinete da SAA-SP; 07/04 –
Reunião do Grupo de Trabalho IA no Gabinete da SAA-SP; 22/04 – Reunião da
Câmara Setorial de Aves e Ovos.
– Estratégias estabelecidas nas reuniões para colocar o setor industrial em alerta
sanitário: Confecção de material de divulgação das práticas de biosseguridade;
realização de Seminário de Atualização Sobre Influenza Aviária em Campinas no
dia 19/05; realização de reunião com os avicultores de Bastos no dia 22/05;
realização de outras duas reuniões regionais na primeira semana de junho (São
José do Rio Preto e Laranjal Paulista);
1 – Vigilância Epidemiológica e Implementação de
medidas de biosseguridade na Avicultura Industrial:
– Implantação das técnicas moleculares (PCR Real Time) no Instituto Biológico
(Descalvado) para triagem de material colhido em vigilância ativa e passiva de
aves de subsistência localizadas em raio de 10 Km das áreas consideradas de
risco e dos compartimentos.
– Realização de um inquérito epidemiológico na avicultura industrial, sob a
Coordenação Nacional do MAPA e execução no Estado de São Paulo pela
Coordenadoria de Defesa Agropecuária.
– Revisão dos Instrumentos Legais.
2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres
cativas, migratórias, autóctones e de criações
informais no Estado de São Paulo
As recentes ocorrências de Influenza Aviária no continente
americano, em especial nos EUA, e a existência de rotas
de aves migratórias entre o Hemisfério Norte e Sul do
continente americano preocupam o setor avícola e as
autoridades sanitárias. Surge a imediata necessidade de
se implementar um sistema de Vigilância Epidemiológica,
ativa e passiva, das aves cativas, migratórias, autóctones e
de criações informais localizadas no Estado de São Paulo.
2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres
cativas, migratórias, autóctones e de criações
informais no Estado de São Paulo
O grupo de risco e a área de interesse epidemiológico foi
definido de acordo com o Plano de Prevenção à Influenza Aviária
em Aves Silvestres e de Subsistência, assim, estarão
submetidas à vigilância ativa e passiva, os sítios de aves
migratórias do Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape-Ilha
Comprida-Cananéia e da Fundação Parque Zoológico de São
Paulo. As aves cativas e autóctones dos Zoológicos, Parques,
Criatórios Conservacionistas, Centro de Triagem e Mantendores
da Fauna Silvestre localizados em áreas de alta densidade
populacional e próximo a aeroportos internacionais, neste caso a
Grande São Paulo e as Regiões de Sorocaba, Campinas e
Santos.
2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres
cativas, migratórias, autóctones e de criações
informais no Estado de São Paulo
O Protocolo de Vigilância Passiva sugere a colheita de material
para todos os casos de aves doentes e mortas encontradas nos
sítios de aves migratórias localizados no Complexo Estuarino-
Lagunar de Iguape-Ilha Comprida-Cananéia e da Fundação
Parque Zoológico de São Paulo. Para os Zoológicos, Parques,
Criatórios Conservacionistas, Centros de Triagem e
Mantenedores de Fauna Silvestre, colheita de amostras das
aves das espécies Anseriformes, Charadriformes e Galiformes
doentes ou mortos associado a sinais respiratórios e
neurológicos.
2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres
cativas, migratórias, autóctones e de criações
informais no Estado de São Paulo
Com relação aos protocolos de Vigilância Ativa, para os sítios de
aves migratórias localizados no Complexo Estuarino-Lagunar de
Iguape-Ilha Comprida-Cananéia e da Fundação Parque
Zoológico de São Paulo, deverão ser realizadas duas
expedições ao ano para captura de aves e colheita de amostras
em períodos pré-estabelecidos de maior intensidade de
migração. Para os Zoológicos, Parques, Criatórios
Conservacionistas, Centros de Triagem e Mantenedores de
Fauna Silvestre, sugere-se a Aplicação de Questionário de
Vigilância Epidemiológica em criatórios de aves no raio de 10 Km
associado a educação sanitária e a notificação de doenças.
2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres
cativas, migratórias, autóctones e de criações
informais no Estado de São Paulo
Em casos suspeitos e/ou positivos em aves migratórias, o Plano
de Contingência prevê a intensificação da vigilância ativa em
aves cativas e domiciliadas em um raio de 10 Km. No caso de
positividade no raio de 10 Km, deverá ser realizada a
depopulação das aves de produção domiciliadas, desinfecção e
vazio sanitário. Para as aves silvestres cativas, isolamento e dois
testes com intervalo mínimo respeitando o período de incubação
do agente identificado.
2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres
cativas, migratórias, autóctones e de criações
informais no Estado de São Paulo
Com relação aos casos suspeitos e/ou positivos em aves
cativas, o Plano de Contingência prevê a suspensão da
movimentação de aves, o isolamento do indivíduo ou do grupo,
limpeza, desinfecção e vazio sanitário da instalação de origem
das aves, notificação das autoridades de saúde pública e
eutanásia do positivo. Nos comunicantes devem ser realizados
dois testes com intervalo mínimo respeitando o período de
incubação do agente identificado e estabelecer uma amostragem
para vigilância ativa nos demais lotes sob influência
epidemiológica.
monitoramento de aves migratórias e de aves da avicultura de subsistência
(Cananéia, Ilha Comprida, Iguape e ilhas costeiras)
Iguape Ilha Comprida Cananéia
Prevenção da ocorrência da Influenza Aviária,Prevenção da ocorrência da Influenza Aviária,
((Exótica no Brasil)Exótica no Brasil)
ZOOLOGICOS MUNICIPIO
Parque Ecológico Municipal “Cid de Almeida Franco” Americana-SP
Zoológico Municipal de Araçatuba “Dr. Flávio Leite Ribeiro” Araçatuba – SP
Parque Zoológico Municipal de Bauru Bauru – SP
Parque Zoológico Municipal de Boituva – Eugênia Walter Boituva – SP
Zoológico Municipal de Buri Buri – SP
Zoológico Bosque dos Jequitibás de Campinas Campinas
Zoológico Municipal de Catanduva Catanduva – SP
Horto Municipal Parque Cotía Pará Cubatão -SP
Bosque Municipal de Garça Garça – SP
Jardim Zoológico Municipal de Guarulhos Guarulhos – SP
Centro de Conservação de Fauna Silvestre de Ilha Solteira Ilha Solteira SP
Zoológico de Jardinópolis Jardinópolois – SP
Parque Ecológico "Mourão" Leme
Zoológico Municipal de Limeira Limeira -SP
Centro de Educação Ambiental Francisco Mendes Mogi Guaçu – SP
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Parque Ecológico Isidoro Bordon Nova Odessa – SP
Parque Ecológico de Paulínia “Armando Muller Paulínia – SP
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Parque Zoológico Dr. Fábio de Sá Barreto Ribeirão Preto – SP
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CADASTRAMENTO DE ZOOLÓGICOS E PARQUES
Influenza Aviária - 2015
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Influenza Aviária - 2015
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Influenza Aviária - 2015

  • 1. INFLUENZA AVIÁRIAINFLUENZA AVIÁRIA Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo (CDA)
  • 2. Vírus da Influenza Aviária (VIA) : Sorotipos Hx Ny Amostras patogênicas: H5 ou H7 1 a 16 1 a 9
  • 3. Virus de Alta Patogenicidade - HPAIV
  • 4. H5N1: - 63 países com casos em aves (selvagens e domésticas) - Mais de 250 milhões de aves mortas ou abatidas desde 2004 (FAO) - Egito, Vietnam e Indonesia continuam tendo alta prevalencia. - Focos em outros países são esporádicos. - A maioria dos casos são em pequenos criatórios. Virus de Alta Patogenicidade - HPAIV
  • 7. Publicado em: 13 mar 2015 | 10h 27m 26s Categoria: Valor • A Butterball, uma das maiores processadoras de perus dos EUA confirmou na quarta-feira que "um número limitado dos perus" fornecidos por granjas terceirizadas foi diagnosticado com o vírus H5N2 da gripe aviária. • O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) também confirmou a presença do vírus em 40.020 perus no Arkansas, e já havia confirmado a doença em outro grupo de aves no Missouri. • O registro do vírus H5N2 da gripe aviária no Texas em 2004, levou ao sacrifício de milhares de aves. • Os vírus detectados nos dois Estados são similares à cepa H5N8 originada na Ásia que se espalhou pela rota de migração das aves no Pacífico no início do ano, misturando-se com vírus de gripe aviária da América do Norte, segundo o USDA. O primeiro caso foi confirmado na rota do Mississipi neste mês.
  • 8. Publicado em: 13 mar 2015 | 10h 27m 26s Categoria: Valor • O surto americano começou em bandos de aves não comerciais no noroeste do Pacífico. Desde dezembro, o USDA confirmou a cepa mais altamente patogênica nos Estados do Oregon, Washington, Idaho, Califórnia, Minnesota e Missouri. • Embora a maioria dos vírus que afeta as aves não provoque doenças em humanos, alguns, como o H7N9, identificado no início do ano no Canadá, podem causar doenças em pessoas.
  • 9. http://www.canalrural.com.br/noticias/ frango/influenza-aviaria-detectada-america-central-54758 Influenza aviária é detectada na América Central 29/01/2015 • Vírus foi encontrado em uma granja de matrizes de corte em Belize Testes de rotina de um programa de vigilância permanente detectaram a presença de vírus da influenza aviária H5N2, em uma granja de matrizes de corte na América Central. • O plantel tem mais de 17 mil aves e cerca de 66% delas apresentaram positividade ao vírus. • A Organização Mundial da Saúde (OMS) documentou 453 casos de H7N9 em humanos e 175 mortes causadas pela cepa do vírus.
  • 11. IA – Alta Patogenicidade 2015 (OMSA – 26/03/2015)
  • 12. 18 states with avian influenza confirmation
  • 19. PLANO DE PREVENÇÃO À INFLUENZA AVIÁRIA EM AVES SILVESTRES E DE SUBSISTÊNCIA. DEFINIÇÕES NÍVEL I - NORMALIDADE SANITÁRIA: período no qual não foi detectada a presença do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade no continente americano; NÍVEL II - ALERTA SANITÁRIO: período em que há detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em aves, no continente americano; NÍVEL III – EMERGÊNCIA SANITÁRIA: presença do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em aves, no território brasileiro;
  • 20. Riscos de Introdução da Influenza Aviária no BrasilRiscos de Introdução da Influenza Aviária no Brasil 1 – Trânsito aéreo internacional de pessoas1 – Trânsito aéreo internacional de pessoas 2 – Trânsito aéreo Internacional de cargas2 – Trânsito aéreo Internacional de cargas 3 – Trânsito marítimo de cargas e pessoas3 – Trânsito marítimo de cargas e pessoas 4 –4 – Importações deImportações de PProdutosrodutos BiológicosBiológicos 5 – Contrabando de Aves 6 – aves migratórias6 – aves migratórias
  • 22. Resolução SAA - 18, de 18-3-2014Resolução SAA - 18, de 18-3-2014 Institui Grupo de Trabalho com o objetivo de integrar e planejar ações para, unindo esforços e estratégias, mitigar os riscos de introdução e disseminação do agente etiológico Influenza Aviária no plantel avícola paulista.
  • 23. CDASAA/SP; CATI-SAA/SP; IB-APTA-SAA/SP; CVE-SES/SP; SSA-SFA-MAPA/SP; LANAGRO-MAPA; APA; Sindicato Rural de Bastos; FAESP; UBABEF; COESA, e CRMVSP. Resolução SAA - 24, de 25-04-2014Resolução SAA - 24, de 25-04-2014 Designa membros para o GT-IADesigna membros para o GT-IA
  • 24. Plano Paulista de Prevenção da Influenza Aviária Justificativa: Considerando os riscos decorrentes da ocorrência de Influenza Aviária em Países do Continente Americano e do Continente Asiático, o fluxo internacional de pessoas, veículos e materiais de risco em posse dos passageiros, a entrada de material genético para a reposição do plantel avícola brasileiro e rotas de aves silvestres migratórias, a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo estabeleceu estratégias para a Avicultura Industrial e para o segmento que envolve as aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais visando a prevenção da introdução e difusão da IA no plantel avícola do Estado de São Paulo.
  • 25. 1 – Vigilância Epidemiológica e Implementação de medidas de biosseguridade na Avicultura Industrial: – Realização de reuniões na SAA/SP para estabelecimento das estratégias: 01/04 – Coordenadoria de Defesa Agropecuária e Gabinete da SAA-SP; 07/04 – Reunião do Grupo de Trabalho IA no Gabinete da SAA-SP; 22/04 – Reunião da Câmara Setorial de Aves e Ovos. – Estratégias estabelecidas nas reuniões para colocar o setor industrial em alerta sanitário: Confecção de material de divulgação das práticas de biosseguridade; realização de Seminário de Atualização Sobre Influenza Aviária em Campinas no dia 19/05; realização de reunião com os avicultores de Bastos no dia 22/05; realização de outras duas reuniões regionais na primeira semana de junho (São José do Rio Preto e Laranjal Paulista);
  • 26. 1 – Vigilância Epidemiológica e Implementação de medidas de biosseguridade na Avicultura Industrial: – Implantação das técnicas moleculares (PCR Real Time) no Instituto Biológico (Descalvado) para triagem de material colhido em vigilância ativa e passiva de aves de subsistência localizadas em raio de 10 Km das áreas consideradas de risco e dos compartimentos. – Realização de um inquérito epidemiológico na avicultura industrial, sob a Coordenação Nacional do MAPA e execução no Estado de São Paulo pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária. – Revisão dos Instrumentos Legais.
  • 27. 2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais no Estado de São Paulo As recentes ocorrências de Influenza Aviária no continente americano, em especial nos EUA, e a existência de rotas de aves migratórias entre o Hemisfério Norte e Sul do continente americano preocupam o setor avícola e as autoridades sanitárias. Surge a imediata necessidade de se implementar um sistema de Vigilância Epidemiológica, ativa e passiva, das aves cativas, migratórias, autóctones e de criações informais localizadas no Estado de São Paulo.
  • 28. 2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais no Estado de São Paulo O grupo de risco e a área de interesse epidemiológico foi definido de acordo com o Plano de Prevenção à Influenza Aviária em Aves Silvestres e de Subsistência, assim, estarão submetidas à vigilância ativa e passiva, os sítios de aves migratórias do Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape-Ilha Comprida-Cananéia e da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. As aves cativas e autóctones dos Zoológicos, Parques, Criatórios Conservacionistas, Centro de Triagem e Mantendores da Fauna Silvestre localizados em áreas de alta densidade populacional e próximo a aeroportos internacionais, neste caso a Grande São Paulo e as Regiões de Sorocaba, Campinas e Santos.
  • 29. 2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais no Estado de São Paulo O Protocolo de Vigilância Passiva sugere a colheita de material para todos os casos de aves doentes e mortas encontradas nos sítios de aves migratórias localizados no Complexo Estuarino- Lagunar de Iguape-Ilha Comprida-Cananéia e da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Para os Zoológicos, Parques, Criatórios Conservacionistas, Centros de Triagem e Mantenedores de Fauna Silvestre, colheita de amostras das aves das espécies Anseriformes, Charadriformes e Galiformes doentes ou mortos associado a sinais respiratórios e neurológicos.
  • 30. 2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais no Estado de São Paulo Com relação aos protocolos de Vigilância Ativa, para os sítios de aves migratórias localizados no Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape-Ilha Comprida-Cananéia e da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, deverão ser realizadas duas expedições ao ano para captura de aves e colheita de amostras em períodos pré-estabelecidos de maior intensidade de migração. Para os Zoológicos, Parques, Criatórios Conservacionistas, Centros de Triagem e Mantenedores de Fauna Silvestre, sugere-se a Aplicação de Questionário de Vigilância Epidemiológica em criatórios de aves no raio de 10 Km associado a educação sanitária e a notificação de doenças.
  • 31. 2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais no Estado de São Paulo Em casos suspeitos e/ou positivos em aves migratórias, o Plano de Contingência prevê a intensificação da vigilância ativa em aves cativas e domiciliadas em um raio de 10 Km. No caso de positividade no raio de 10 Km, deverá ser realizada a depopulação das aves de produção domiciliadas, desinfecção e vazio sanitário. Para as aves silvestres cativas, isolamento e dois testes com intervalo mínimo respeitando o período de incubação do agente identificado.
  • 32. 2 - Vigilância Epidemiológica em aves silvestres cativas, migratórias, autóctones e de criações informais no Estado de São Paulo Com relação aos casos suspeitos e/ou positivos em aves cativas, o Plano de Contingência prevê a suspensão da movimentação de aves, o isolamento do indivíduo ou do grupo, limpeza, desinfecção e vazio sanitário da instalação de origem das aves, notificação das autoridades de saúde pública e eutanásia do positivo. Nos comunicantes devem ser realizados dois testes com intervalo mínimo respeitando o período de incubação do agente identificado e estabelecer uma amostragem para vigilância ativa nos demais lotes sob influência epidemiológica.
  • 33. monitoramento de aves migratórias e de aves da avicultura de subsistência (Cananéia, Ilha Comprida, Iguape e ilhas costeiras) Iguape Ilha Comprida Cananéia Prevenção da ocorrência da Influenza Aviária,Prevenção da ocorrência da Influenza Aviária, ((Exótica no Brasil)Exótica no Brasil)
  • 34. ZOOLOGICOS MUNICIPIO Parque Ecológico Municipal “Cid de Almeida Franco” Americana-SP Zoológico Municipal de Araçatuba “Dr. Flávio Leite Ribeiro” Araçatuba – SP Parque Zoológico Municipal de Bauru Bauru – SP Parque Zoológico Municipal de Boituva – Eugênia Walter Boituva – SP Zoológico Municipal de Buri Buri – SP Zoológico Bosque dos Jequitibás de Campinas Campinas Zoológico Municipal de Catanduva Catanduva – SP Horto Municipal Parque Cotía Pará Cubatão -SP Bosque Municipal de Garça Garça – SP Jardim Zoológico Municipal de Guarulhos Guarulhos – SP Centro de Conservação de Fauna Silvestre de Ilha Solteira Ilha Solteira SP Zoológico de Jardinópolis Jardinópolois – SP Parque Ecológico "Mourão" Leme Zoológico Municipal de Limeira Limeira -SP Centro de Educação Ambiental Francisco Mendes Mogi Guaçu – SP Zoológico Municipal de Mogi Mirim Mogi Mirim /SP Parque Ecológico Isidoro Bordon Nova Odessa – SP Parque Ecológico de Paulínia “Armando Muller Paulínia – SP Zôo Bosque Municipal de Pedreira Pedreira _SP Parque Zoológico Dr. Fábio de Sá Barreto Ribeirão Preto – SP Aquário de Santos Santos Parque e Zoológico Orquidário Municipal de Santos Santos – SP Parque Municipal Estoril " Virgílio Simionato" São Bernardo do Campo – SP Parque Ecológico “Dr. Antonio C. Viana” São Carlos - SP Parque Ecológico "Antônio de Pádua Nunes São José do Rio Pardo – SP Zoológico Municipal de São José do Rio Preto São José do Rio Preto – SP Parque Ecológico de São Paulo e Zoo Safari São Paulo - SP Horto Municipal de São Vicente - Parque Ecológico Voturuá São Vicente - SP Parque Zoológico Municipal "Quizinho de Barros" Sorocaba -SP Zoológico Municipal Henrique Pedroni Sumaré - SP Parque das Hortências Taboão da Serra – SP Zoológico Municipal de Vargem Grande do Sul Vargem Grande do Sul – SP Parque do Matão Votorantim - SP CADASTRAMENTO DE ZOOLÓGICOS E PARQUES
  • 37. GRUPO ESPECIAL DE ATENDIMENTO À SUSPEITA DEGRUPO ESPECIAL DE ATENDIMENTO À SUSPEITA DE ENFERMIDADES EMERGENCIAISENFERMIDADES EMERGENCIAIS GRUPO DE PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS E PREVIAMENTE TREINADOS EM DOENÇAS EXÓTICAS E EMERGENCIAIS.